Notícias e Artigos Litúrgicos
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Jogos Olímpicos 2024 se aproximam e Papa insiste em pedido pela paz

Na próxima sexta-feira, 26, até dia 11 de agosto, Paris sediará o maior evento esportivo do mundo: as olimpíadas. Na mensagem enviada ao arcebispo metropolitano da capital francesa, Dom Laurent Ulrich, Papa Francisco escreveu que os jogos “por sua própria natureza, são portadores de paz, não de guerra”. Na manhã desta sexta-feira, 19, Ulrich celebrou a “Missa pela Paz” de abertura da trégua olímpica na Igreja da Madalena, em Paris. 

No texto, o Santo Padre demonstrou esperança e expectativa para os Jogos Olímpicos 2024 que, segundo ele, é uma oportunidade para “superar as diferenças e as oposições e fortalecer a unidade da nação”. “Uma oportunidade para derrubar os preconceitos, para promover a estima onde há desprezo e desconfiança, e a amizade onde há ódio”. 

Trégua Olímpica 

A trégua é uma tradição antiga e que se faz muito necessária nos dias atuais marcados por conflitos. “Nestes tempos difíceis, em que a paz no mundo está seriamente ameaçada, espero fervorosamente que todos respeitem esta trégua na esperança de resolver os conflitos e restaurar a harmonia”, pontuou o Santo Padre. Com a declaração, ele reiterou um apelo já expresso no prefácio do livro “Jogos de Paz”, publicado pela Livraria Editoria Vaticana.

“Que Deus tenha piedade de nós!”, escreveu agora na mensagem ao arcebispo Ulrich. Que o Senhor “ilumine as consciências dos que estão no poder sobre as graves responsabilidades que lhes cabem, que conceda aos operadores de paz o sucesso em seus esforços e que os abençoe”. 

Abrir as portas de igrejas, lares e corações 

Francisco invocou também os dons de Deus para todos aqueles que, como atletas ou espectadores, participarão do evento esportivo. Ele enviou seu apoio e bênção para aqueles que os receberão no país, “especialmente os fiéis de Paris e de outros lugares”. 

Outro convite foi para que todos os participantes das olimpíadas vivam a união e a paz .“Sei que as comunidades cristãs estão se preparando para abrir as portas das suas igrejas, escolas e casas. Acima de tudo, que abram as portas dos seus corações, testemunhando o Cristo que habita neles e lhes comunica a sua alegria, através da gratuidade e da generosidade das suas boas-vindas a todos”,  desejou. 

Superar diferenças e oposições  

A esperança do Pontífice é que a organização desses Jogos ofereça ao povo francês uma oportunidade de harmonia fraterna. Isso “permitirá superar as diferenças e as oposições e fortalecer a unidade da nação”.

Segundo Francisco, o esporte é uma linguagem universal que transcende as fronteiras, os idiomas, as raças, as nacionalidades e as religiões. Ele recordou que a prática tem a capacidade de unir as pessoas, de incentivar o diálogo e a aceitação mútua, além de estimular o desenvolvimento do espírito humano. O esporte, prosseguiu o Santo Padre,  incentiva as pessoas a se superarem, fomenta o espírito de sacrifício, encoraja a lealdade nas relações interpessoais e incentiva a reconhecer os próprios limites e o valor dos outros. 

Encontro entre pessoas, mesmo as mais hostis 

Se forem realmente “jogos”, os Jogos Olímpicos podem ser realmente “um lugar excepcional de encontro entre os povos, mesmo os mais hostis”, frisou Francisco. O conhecido logotipo, com os cinco anéis entrelaçados, representam o “espírito de fraternidade” que deveria caracterizar o evento olímpico e a competição esportiva em geral. 

Derrubar preconceitos e o ódio 

Concluindo sua mensagem, o Papa expressou o desejo de que os Jogos Olímpicos de Paris sejam uma oportunidade imperdível para que todos aqueles que vêm de todas as partes do mundo se descubram e se valorizem mutuamente, para derrubar preconceitos, para promover a estima onde há desprezo e desconfiança, e a amizade onde há ódio.

fonte: https://noticias.cancaonova.com/mundo/jogos-olimpicos-2024-se-aproximam-e-papa-insiste-em-pedido-pela-paz/

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Catequese Batismal de Pais e Padrinhos será dia 04/08

Estão abertas as inscrições para a Catequese Batismal para Pais e Padrinhos que será realizada no dia 04 de agosto. O encontro tem início às 7h30 no Salão Paroquial e as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial. Mais informações pelo telefone: (17) 3421-6245 ou (17)98114-4841.

O Principal objetivo da Pastoral do Batismo é levar aos pais e padrinhos o conhecimento do que é o sacramento do Batismo e o compromisso que através dele se assume com Deus e com a comunidade. Demonstrar que este Sacramento não se resume apenas em cumprir um preceito: é necessário, portanto, vivenciar, testemunhar e ensinar filhos e afilhados a serem cristãos autênticos e fiéis seguidores de Jesus Cristo. 
A Catequese Batismal para Pais e Padrinhos é realizada mensalmente no primeiro domingo de cada mês. Além deste encontro no dia 04/08, a Catequese Batismal será realizada também nos dias  01/09 e 06/10. 

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Catedral celebrará Missa pelos Enfermos com a Sagrada Unção no dia 24 de julho

No dia 24 de julho, será celebrada uma missa especial pelos enfermos às 15h na Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga. Nesta celebração, os doentes do corpo e da alma receberão o sacramento da Unção dos Enfermos. Esta missa é celebrada anualmente na Catedral no mês de julho, nas proximidades da Festa de São Camilo de Lélis (14 de julho), santo protetor dos doentes.

É momento de gesto concreto também, pois pede-se às pessoas sãs que dediquem o horário da celebração para levarem os doentes até a Igreja, principalmente aqueles enfermos que não podem se locomoverem sozinhos. Para os sadios é momento também de agradecer a Deus por sua saúde e rezarem por todos os enfermos.

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Diocese de Votuporanga completa 8 anos de criação

Neste sábado, 20/07, a Diocese de Votuporanga completa 8 anos de criação. A data será comemorada com a celebração da Santa Missa às 19h na Catedral que será presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas.

No dia 20 de julho de 2016, o Papa Francisco dava um presente à região noroeste paulista criando a Diocese de Votuporanga e nomeando seu primeiro bispo, Dom Moacir Aparecido de Freitas, até então sacerdote da Diocese de São Carlos. A Diocese de Votuporanga foi desmembrada das Dioceses de São José do Rio Preto e de Jales e é sufragânea da Arquidiocese de Ribeirão Preto e faz parte do Regional Sul 1 da CNBB.

A diocese foi instalada no dia 22 de outubro, data também da posse do primeiro bispo. Com a criação da nova diocese a Igreja Matriz de Nossa Senhora Aparecida tornou-se Catedral.

“É um momento para render louvores a Deus pelos passos que avançamos nestes oito anos de Diocese, buscando ofertar uma resposta de solicitude ao chamado que Cristo Jesus promove em nossa vida e história. Muito pudemos aprender e ainda passos precisam ser dados, mas na certeza que o caminho se faz caminhando, sempre com humildade, mansidão e alegria, tendo o Senhor como guia e permanente Mestre”, destaca Dom Moacir.

Dom Moacir aproveita para convidar toda a comunidade diocesana para participar da Missa de aniversário da criação da Diocese. “Celebrar a criação da Diocese é celebrar o carinho de Deus para conosco e com o sonho da tão esperada Diocese de Votuporanga. Por isso, todos estão convidados para agradecer e comemorar este momento”.

Atualmente, a Diocese conta com 34 padres, sendo que dois deles foram ordenados no mês de junho, além disso, há 6 diáconos permanentes e 5 seminaristas na etapa de formação. Existem ainda religiosas que realizam o trabalho pastoral em Paróquias e comunidades e leigos engajados nos diversos trabalhos e articulações diocesanas.

A Diocese de Votuporanga conta com 32 Paróquias, distribuídas em 5 regiões pastorais e 2 áreas missionárias. Abrange uma área de 749,11 Km², considerando os 25 municípios que a compõem. São eles: Álvares Florence, Américo de Campos, Buritama, Cardoso, Cosmorama, Floreal, Gastão Vidigal, Lourdes, Macaubal, Magda, Monções, Nhandeara, Nova Luzitânia, Parisi, Paulo de Faria, Planalto, Pontes Gestal, Riolândia, Sebastianópolis do Sul, Tanabi, Turiúba, União Paulista, Valentim Gentil, Votuporanga e Zacarias.

 

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Papa criou diocese de Jaú/SP

O Papa Francisco erigiu uma nova diocese no Brasil: a de Jaú, em São Paulo. Juntamente com a decisão, o Pontífice nomeou Dom Francisco Carlos da Silva, atual bispo de Lins (SP), o primeiro bispo da nova Igreja Particular. Agora, Brasil passa a ter 280 circunscrições eclesiásticas, sendo 220 dioceses.

A diocese de Jaú está localizada em um território desmembrado da Diocese de São Carlos, tornando-se sufragânea da Arquidiocese Metropolitana de Campinas.

Formam o território da nova Diocese de Jaú os seguintes municípios: Jaú-SP, Bariri-SP, Barra Bonita-SP, Bocaina-SP, Borborema-SP, Brotas-SP, Dois Córregos-SP, Ibitinga-SP, Itaju-SP, Itápolis-SP, Itapuí-SP, Mineiros do Tietê-SP, Nova Europa-SP, Tabatinga-SP, Torrinha-SP.

Primeiro bispo diocesano de Jaú

Nascido aos 30 de setembro de 1955, em Tabatinga (SP), Dom Francisco Carlos foi ordenado presbítero em 11 de dezembro de 1982. Em 19 de setembro de 2007, foi nomeado bispo de Ituiutaba (MG), recebendo a ordenação episcopal no dia 22 de novembro daquele ano.

Nesse período, foi suplente do Conselho Permanente do Regional Leste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e membro da então Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz.

Em 30 de setembro de 2015, Dom Francisco foi nomeado bispo de Lins em São Paulo. A posse como 8º bispo diocesano de Lins foi realizada no dia 27 de novembro de 2015.

Saudação da CNBB

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) destacou a grande alegria com a notícia da criação da nova diocese. “O Papa Francisco demonstra seu carinho e sua atenção para com o povo brasileiro, robustecendo a presença dos pastores no cuidado de seus fiéis, o Povo Santo de Deus”, escreveu a presidência.

Uma saudação também foi feita a Dom Francisco. Os bispos a frente da conferência desejaram ao bispo “muita luz para guiar o seu rebanho”. “Que o Espírito Santo o conduza no caminho que o Senhor deseja para uma Igreja Sinodal e Peregrina de Esperança”, complementaram.

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Os novos Padres da Diocese de Votuporanga

Estamos vivendo momentos de alegria em nossa Diocese. Nos dias 14 e 21 de junho, tivemos duas ordenações presbiterais. São dois jovens que um dia receberam um chamado mais específico: consagrar as suas vidas ao Reino de Deus. Sei que pode parecer loucura, ainda mais no mundo de hoje tão decidido a levar nossos jovens a se afastarem das realidades espirituais. Mas, para nós cristãos, como falar que esse chamado não é legítimo? Como ficar surpreso com essa escolha, se o mundo, cada vez mais, carece de pessoas boas e dispostas a cuidar do que se tem de mais importante: os corações feridos da humanidade?

O jovem Ancelmo José Lio, de Votuporanga, foi o primeiro a ser ordenado padre. A missa de ordenação aconteceu na Catedral. É jornalista, escritor e já trabalhou no setor de comunicação da Santa Casa de Votuporanga. Já está colaborando na missão da Comunicação de nossa Diocese. Escolheu como lema de ordenação um versículo do evangelho de São João 15,9b: “Permanecei em meu amor”. É sorridente, responsável e carrega consigo uma alma bela. Possui uma devoção aos três corações: o Sagrado Coração de Jesus, o Imaculado Coração de Maria e o Castíssimo Coração de São José.

O jovem Bruno Luiz Santos Silva é natural da cidade vizinha de Nhandeara. Foi ordenado padre dia 21. Tem um talento nato pela liturgia da Igreja. É seguro nas funções que assume. Inteligente, educado e responsável. Já faz parte da equipe de formadores da diocese, contribuindo como secretário do grupo. Escolheu como lema de ordenação também um versículo do evangelho de São João 17,21: “Para que todos sejam um”. Possui um amor bem visível pela Igreja. Apesar de muito jovem está certo de sua escolha e demonstra muita alegria pela sua ordenação.

Ser padre é antes de tudo abdicar de muitas escolhas da vida para escolher apenas uma: levar Jesus Cristo ao Mundo e trazer o Mundo até Jesus Cristo. Essa missão acontece ao ministrar os sacramentos, abençoar as pessoas, ser um homem de conciliação, sempre atento aos rumos que a humanidade segue e, de maneira muito especial, sempre disposto a levar os ensinamentos do evangelho a todos que queiram receber.

Sou padre há alguns anos, e até hoje, às vezes, perguntam-me se não é difícil assumir uma missão tão pesada. Sempre respondo que, quando há em nós uma vocação verdadeira, nada se torna pesado. Podemos até nos cansar, aborrecer, decepcionar em alguns momentos. Mas como não achar sentido em algo tão sublime como presidir a Eucaristia? Como não se emocionar depois de atender uma confissão e ouvir do penitente que um peso saiu de suas costas? Como não acalentar o coração quando uma criança se aproxima e pede: “Bênção, padre!”?

Ser padre é continuar sendo um homem comum. Com sua história de vida, sua criação, seu temperamento, suas chatices, como qualquer outro. Mas com um esforço maior em buscar a santidade e fazer de sua vida como uma vela acesa que vai se consumindo até se apagar no final.

É buscar Deus a todo o instante e levar as pessoas a fazerem também esse caminho. É não ter outra preocupação a não ser com o povo, que tem sede de Deus. É ser amigo e próximo do bispo, amigo e próximo dos outros padres e pastor do rebanho que lhe foi confiado.

Assim, alegra-se o nosso coração pelas ordenações que vimos nesses dias. Agradeçamos ao nosso bom Deus pelos dois rapazes e peçamos que continue abençoando sua Igreja com generosas e santas vocações.

Ao Padre Ancelmo, pedimos que nunca deixe de permanecer no amor de Deus e da Igreja. Ao Padre Bruno, que seja sempre um instrumento de unidade entre a humanidade e Deus. Aos fiéis católicos de nossa Diocese, não se esqueçam de rezar um Pai-Nosso e uma Ave-Maria na intenção desses dois jovens corajosos e cheios de vida.

Que sejam felizes nessa escolha vocacional. Que encontrem apoio, quando precisarem de um ombro amigo, e perseverem na fé.

Que Deus abençoe os nossos novos sacerdotes da Igreja!

Padre Djalma Lúcio Magalhães Tuniz

Pároco de Américo de Campos e Pontes Gestal

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Em julho, Papa reza pelo cuidado pastoral dos Enfermos

Francisco, no vídeo de intenção de oração para julho, pede que rezemos "para que o sacramento da Unção dos Enfermos dê às pessoas que o recebem e aos que lhes são mais próximos a força do Senhor e se torne cada vez mais para todos um sinal visível de compaixão e esperança". O Papa ainda insiste que "não é um sacramento apenas para aqueles que estão prestes a morrer", explicando que é "um dos 'sacramentos da cura', que cura o espírito".

segue link do vídeo com a mensagem do papa: https://www.youtube.com/watch?v=XZ42JGataLc&t=1s

“Este mês tenhamos na nossa oração o cuidado pastoral dos enfermos.”

Assim inicia Francisco a mensagem em vídeo de julho com a intenção de oração que o Pontífice confia à Igreja Católica através da Rede Mundial de Oração do Papa. O Pontífice se detém a explicar mais precisamente sobre a Unção dos Enfermos, um sacramento administrado pelo sacerdote que proporciona consolo aos que sofrem alguma doença e aos seus mais próximos. Os sacramentos da Igreja são dons, são as formas de Jesus se fazer presente para abençoar, animar e acompanhar. O Papa faz um alerta:

"A Unção dos Enfermos não é um sacramento apenas para aqueles que estão prestes a morrer. Não. É importante deixar isto claro. Quando o sacerdote se aproxima de uma pessoa para lhe dar a Unção dos Enfermos, não está necessariamente a ajudá-la a despedir-se da vida. Pensar assim é desistir de toda a esperança. É dar por adquirido que depois do padre vem o coveiro."

Um sacramento com dimensão comunitária

O convite do Papa Francisco à oração de toda a Igreja é uma forma de tornar visível que a Unção dos Enfermos é um sacramento de natureza comunitária e relacional. Em Audiência Geral de fevereiro de 2014, dedicada à Unção dos Enfermos, o Pontífice recordou que "no momento da dor e da doença não estamos sós: o sacerdote e quantos estão presentes durante a Unção dos Enfermos representam toda a comunidade cristã que, como um único corpo se estreita em volta de quem sofre e dos familiares, alimentando neles a fé e a esperança, e apoiando-os com a oração e com o calor fraterno".

A proximidade de Jesus

Esse sacramento assegura a proximidade de Jesus à dor de quem está doente ou já idoso, o alívio do sofrimento e o perdão dos seus pecados, mas não é sinônimo de uma morte iminente. A Unção dos Enfermos é, frequentemente, um sacramento esquecido ou menos reconhecido, continuou o Papa. No entanto, "é o próprio Jesus que chega para aliviar o doente, para lhe dar força, para lhe dar esperança, para o ajudar; também para lhe perdoar os pecados". E, no vídeo para o mês de julho, Francisco acrescenta:

"Lembremos que a Unção dos Enfermos é um dos 'sacramentos da cura', da 'cura', que cura o espírito. E quando uma pessoa está muito doente, é aconselhável dar-lhe a Unção dos Enfermos. E quando uma pessoa já é idosa, é apropriado que receba a Unção dos Enfermos."

As imagens que acompanham as palavras de Francisco no vídeo – gravadas por profissionais da Arquidiocese de Los Angeles em duas dioceses dos Estados Unidos: Allentown (Pensilvânia) e Los Angeles (Califórnia) – põem em destaque precisamente os diferentes contextos em que o sacramento pode ser administrado. São retratadas duas histórias aparentemente diferentes em idade e situação clínica, mas unidas pela graça da Unção dos Enfermos e pelo grande afeto daqueles que se reúnem em volta de quem recebe o sacramento.

“Rezemos para que o sacramento da Unção dos Enfermos dê às pessoas que o recebem e aos que lhes são mais próximos a força do Senhor e se torne cada vez mais para todos um sinal visível de compaixão e esperança.”

A Unção dos Enfermos à luz dos Evangelhos

O Padre Frédéric Fornos, diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, salienta que, embora já haja muitas pessoas que redescobriram a profundidade da Unção dos Enfermos, esse sacramento ainda é visto, frequentemente, como uma forma de preparar os doentes para a morte: "é isso que o Papa Francisco diz, quando recorda que, quando alguém está gravemente doente, queremos sempre adiar o sacramento da Unção dos Enfermos, pois persiste a ideia de que o coveiro chega depois do sacerdote (Audiência Geral de 26 de fevereiro de 2014). Por isso, o Pontífice deseja que este mês possamos redescobrir toda a profundidade e o verdadeiro sentido deste sacramento, não apenas como preparação para a morte, mas como um sacramento que consola os doentes em alturas de enfermidade grave, bem como os que lhe são queridos, e dá força a quem os cuida".

"A pessoa doente não está sozinha", conclui então o Pe. Fornso: "com os sacerdotes e as pessoas presentes, é toda a comunidade cristã que a apoia com as suas orações, alimentando a fé e a esperança, e assegurando-lhe, bem como à família, que não estão sós no sofrimento. Todos conhecemos pessoas doentes, rezamos por elas e, se entendemos que padecem de uma doença grave, bem como os idosos cujas forças declinam, não tenhamos dúvidas em propor-lhes que vivam esse sacramento de consolação e esperança".

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Padres da Diocese participam de manhã de espiritualidade e partilha

Os padres da Diocese de Votuporanga participaram nesta terça-feira, 2 de julho, de uma manhã de espiritualidade e partilha. O encontro aconteceu na Capela São Vicente de Paulo, pertencente a Paróquia Santa Joana Princesa, em Votuporanga. Na oportunidade, refletiram a carta do Papa Francisco aos presbíteros e vivenciaram momentos de oração.

O conteúdo foi conduzido pelo Padre Djalma Lúcio Magalhães Tuniz. O término foi com almoço e a comemoração do aniversário natalício do Padre Gilmar Antônio Fernandes Margotto. O encontro integra a programação de atividades da Pastoral Presbiteral.

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Catedral celebrará Missa pelos Enfermos com a Sagrada Unção no dia 24 de julho

No dia 24 de julho, será celebrada uma missa especial pelos enfermos às 15h na Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga. Nesta celebração, os doentes do corpo e da alma receberão o sacramento da Unção dos Enfermos. Esta missa é celebrada anualmente na Catedral no mês de julho, nas proximidades da Festa de São Camilo de Lélis (14 de julho), santo protetor dos doentes.

É momento de gesto concreto também, pois pede-se às pessoas sãs que dediquem o horário da celebração para levarem os doentes até a Igreja, principalmente aqueles enfermos que não podem se locomoverem sozinhos. Para os sadios é momento também de agradecer a Deus por sua saúde e rezarem por todos os enfermos.

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Padre Nino Carta presidirá Missa na Catedral neste domingo, 07/07

O Padre Nino Carta presidirá a Santa Missa na Catedral no domingo, 07 de julho, às 10h. O sacerdote italiano esteve à frente da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga entre os anos de 1983 e 1991, sendo o primeiro pároco após a saída dos freis capuchinhos. 

Com 84 anos de idade, Padre Nino atualmente mora na cidade de Osidda, cidade italiana localizada na ilha da Sardenha, e está no Brasil para curtir alguns dias de férias, rever os amigos e participar de encontros da  Associação de Leigos Consagrados Comunhão e Missão fundada por ele e que está presente em diversas cidades.  Além da visita à Votuporanga, Padre Nino visitará também as cidades de Riolândia, Marília, São Pedro e Caraguatatuba.

Durante sua permanênica no Brasil, também será lançado um e-book com a coletânea de mensangens escritas pelo sacerdote nos últimos anos: "Luzes, na noite da pandemia", "Acima de tudo, o Amor" e "E o Sim Continua".

Nascido Pietro Saturnino Carta na Itália, padre Nino como é carinhosamente chamado, foi ordenado sacerdote no dia 15 de agosto de 1963. O sacerdote italiano esteve à frente da Paróquia Nossa Senhora Aparecida entre os anos de 1983 e 1991, sendo o primeiro pároco após a saída dos freis capuchinhos. Nos quase 8 anos em que esteve em Votuporanga, Padre Nino, italiano de nascença, mas brasileiro de coração, cativou os fiéis votuporanguenses que lotavam a Igreja Matriz para ouvir as homilias e as músicas cantadas e tocadas pelo sacerdote. 


Padre Nino Carta foi um grande incentivador das CEBs (Comunidades Eclesiais de Base),dividindo o território paroquial em pequenas comunidades de forma a levar a Igreja mais perto das casas dos fiéis. Preocupado com a juventude, criou a Pastoral do Menor. Grande comunicador, deu início as transmissões do programa de rádio “Bondade é Notícia” e da Santa Missa dominical na TV. Apaixonado pelo futebol, a exemplo do frei Arnaldo, padre Nino não perdia um jogo da Votuporanguense. Visando o despertar vocacional de muitos jovens, o sacerdote criou um seminário paroquial, sendo uma etapa de amadurecimento antes da ida dos vocacionados para o seminário diocesano. Esta experiência deu a Igreja novos padres, como o padre Gilmar Margotto, Jair de Marchi, Marcos Rosa, Leonel Brabo, Leonildo Pierin, entre outros. 

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10 razões para ser dizimista

Você já é dizimista em nossa comunidade? Conheça as 10 razões para viver a experiência da Partilha do Dízimo:

01 - O dízimo é uma profunda relação entre você e Deus.

02 - A oferta do dízimo é o reconhecimento dos dons gratuitos recebidos de Deus Pai, retribuindo, de forma justa, parte do que d’Ele você recebeu.
03 - Seu dízimo ajuda a manter a comunidade religiosa, patrimônio de todos.

04 - O dízimo mantém, também, os que vivem para o Evangelho.

05 - O dízimo que você oferece vai se transformar em Evangelho, em remédio, em pão, em missão.

06 - Sua alegria será, extremamente, grande, quando você verificar, daqui a algum tempo, o que, com o seu dízimo, se tornou possível.

07 - Em vez de obrigação, você vai se sentir grato e agradecido a Deus por lhe dar condições de participar da vida paroquial com seu dízimo.

08 - A prática do dízimo integra, cada vez mais, a pessoa à comunidade.

09 - A sua oferta permanente tornará vitoriosa a Pastoral do Dízimo.

10 - Com a oferta do dízimo, você será participante ativo na construção do Reino de Deus.

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Conheça os 10 mandamentos do Dízimo

Dízimo é o ato de gratidão a Deus, do qual recebemos tudo o que temos. É devolução a Ele de um pouco do que dele recebemos, por meio da Igreja, para que seu Reino aconteça entre nós. É manifestação de nosso amor a Deus e aos irmãos. É partilha dos bens que estão a nosso dispor, especialmente com os mais necessitados. 
 O oferecimento do Dízimo nasce do coração de cada cristão participante em sua comunidade. O cristão esclarecido, em espírito de oração, fará a Deus a sua promessa, o seu voto de ofertar o Dízimo. É um ato de Amor a Deus e aos irmãos. 
Dízimo é uma questão de generosidade. ''Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama quem dá com alegria'' (2 Cor. 9,7). 
O dizimista deve sentir-se livre perante Deus ao fixar o percentual de sua contribuição. Não deve se preocupar com o que sai do seu bolso (se muito ou pouco dinheiro), mas com o que sai de seu coração (se pouco ou muito amor a Deus e à Comunidade). 

Os 10 mandamentos do Dízimo

01 - Sou dizimista porque amo a Deus e amo o meu próximo.

02 - Sou dizimista porque reconheço que tudo recebo de Deus. 
03 - Sou dizimista porque minha gratidão a Deus me leva a devolver um pouco do muito que recebo.
04 - Sou dizimista porque aceito como palavra de Deus o que leio na Bíblia, e sei que o dízimo é fonte de bênçãos.
05 - Sou dizimista porque creio, e confio, em Deus Pai; minha contribuição é prova de fé e de confiança.
06 - Sou dizimista porque o partilhar mata o meu egoísmo.
07 - Sou dizimista porque creio na vida cristã em comunidade. 
08 - Sou dizimista porque Deus, o único pai rico, não quer ninguém passando necessidade.
09 - Sou dizimista porque gosto de viver em liberdade e alegria, celebrando desde já a vida plena.
10 - Sou dizimista porque quero ver minha comunidade crescer e minha Igreja testemunhar o Evangelho no mundo inteiro.

 

 

 

 

 

 

 

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Papa: IA deve servir a humanidade e não enriquecer poucos gigantes tecnológicos

O Papa recebeu em audiência os participantes da Conferência anual Internacional da Fundação Centesimus Annus Pro Pontifice. O tema em debate é “A Inteligência Artificial e o paradigma tecnocrático: como promover o bem-estar da humanidade, o cuidado com a criação e um mundo de paz”.

Para Francisco, é um tema que merece atenção, porque a IA influencia de modo impetuoso a economia e a sociedade e pode ter impactos negativos sobre a qualidade de vida, sobre as relações entre pessoas, entre países e relações internacionais, e a casa comum.

O Pontífice citou o termo “algorética”, utilizado em sua Mensagem para o Dia Mundial da Paz deste ano, que indica a absoluta necessidade de um desenvolvimento ético dos algoritmos, em que sejam os valores a orientar os percursos das novas tecnologias. Citou ainda seu recente discurso no G7, em que ressaltou a importância de que a Inteligência Artificial permaneça um instrumento nas mãos do homem. Do contrário, poderia reforçar o paradigma tecnocrático e a cultura do descarte, delegando a máquinas decisões essenciais para a vida dos seres humanos. Portanto, encorajou um uso ético da IA e convidou a política a adotar ações concretas para governar o processo tecnológico em direção à fraternidade universal e à paz.

Já o famoso físico Stephen Hawking alertava para os riscos da IA, que poderia inclusive acabar com a raça humana, dizia ele. “É isso que queremos?”, perguntou o Pontífice, que prosseguiu com outro questionamento:

“A Inteligência Artificial serve para satisfazer as necessidades da humanidade, melhorar o bem-estar e o desenvolvimento integral das pessoas ou para enriquecer e aumentar o já elevado poder dos poucos gigantes tecnológicos não obstante os perigos para a humanidade? É esta a pergunta basilar.”

Por isso, o Papa propôs alguns pontos para a reflexão, como a necessidade de aprofundar o tema da responsabilidade das decisões tomadas usando a IA, a regulamentação, as mudanças no sistema educativo, profissional e de segurança e a quantidade de energia que o uso dessa tecnologia requer, já que a humanidade está enfrentando uma delicada transição energética.

“Não devemos perder a ocasião de pensar e agir num modo novo com a mente, o coração e as mãos”, afirmou o Pontífice.

E Francisco concluiu com uma provocação: “Estamos certos de querer continuar a chamar ‘inteligência' o que inteligência não é? É uma provocação. Vamos pensar nisso e vamos nos questionar se o uso impróprio desta palavra assim tão importante, tão humana, não seja já um cedimento ao poder tecnocrático”.

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Papa: Jesus não nos poupa dificuldades, mas nos ajuda a enfrentá-las

Jesus não nos poupa dificuldades, mas nos ajuda a enfrentá-las: foi o que disse o Papa ao rezar o Angelus com os fiéis reunidos na Praça São Pedro neste XII Domingo do Tempo Comum. O Evangelho apresenta Jesus na barca com os discípulos, no lago de Tiberíades. Improvisamente, chega uma forte tempestade e a barca corre o risco de afundar. Jesus, que estava dormindo, acorda, ameaça o vento e tudo volta à calmaria (cfr Mc 4,35-41).

No entanto, a situação assusta os discípulos, mesmo sendo eles pescadores. "Parece que Jesus queria colocá-los à prova", comentou Francisco. Quando começa o pânico na embarcação, com a sua presença, Jesus os conforta, os encoraja e os exorta a terem mais fé. Para o Pontífice, o Mestre faz isso por dois motivos: reforçar a fé dos discípulos e torná-los mais corajosos.

Com efeito, eles saem dessa experiência mais conscientes da potência de Jesus e da sua presença em meio a eles e, portanto, mais fortes e prontos a enfrentar outros obstáculos e dificuldades, inclusive o medo de se aventurar para anunciar o Evangelho. 

"E também conosco Jesus faz o mesmo, em especial na Eucaristia: nos reúne em volta de Si, nos doa a sua Palavra, nos nutre com o seu Corpo e o seu Sangue, e depois nos convida a tomar o largo, para transmitir a todos o que ouvimos e compartilhar com todos o que recebemos, na vida de todos os dias, mesmo quando é difícil."

Jesus, prosseguiu Francisco, não nos poupa as contrariedades, mas, sem nunca nos abandonar, nos ajuda a enfrentá-las, "nos faz corajosos!". Deste modo, nós aprendemos sempre mais a nos agarrar a Ele, a confiar na sua potência, que vai bem além de nossas capacidades, a superar as incertezas e as hesitações, os fechamentos e os preconceitos, com coragem e grandeza de coração, para dizer a todos que o Reino dos Céus está presente, é aqui, e que com Jesus ao nosso lado podemos fazê-lo crescer juntos para além de qualquer barreira.

O Papa então se dirige aos fiéis com alguns questionamentos: nos momentos de provação, sei fazer memória das vezes em que experimentei, na minha vida, a presença e a ajuda do Senhor? Quando chega a tempestade, me deixo levar pela agitação ou me agarro a Ele, para encontrar calma e paz, na oração, no silêncio, na escuta da Palavra, na adoração e na compartilha fraterna da fé?

"Que a Virgem Maria, que acolheu com humildade e coragem a vontade de Deus, nos doe, nos momentos difíceis, a serenidade de se abandonar a Ele", concluiu.

Fonte: Texto e imagem extraídos de https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2024-06/papa-francisco-angelus-xii-tempo-comum-23-junho.html

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Chá Beneficente em prol da Casa Abrigo será dia 14/07

A Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús (Casa Abrigo) promoverá no dia 14 de julho, seu Chá Beneficente com renda revertida para as obras sociais da entidade.

O evento será realizado no Centro de Eventos da Paróquia Senhor Bom Jesus das Paineiras com início previsto para as 14h. Além do sorteio de brindes, no local serão servidos bolos, salgados, chás, refrigerantes e sucos. 

Os convites estão sendo vendidos a 40 reais e podem ser adquiridos na Secretaria da Catedral, na Casa Abrigo ou com os coordenadores da entidade. Mais informações pelo telefone: : (17) 3421-6918

A Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús (Casa Abrigo) foi fundada em 22 de abril de 1997, por membros da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga, liderados pelo Padre Edemur José Alves (In-memória).

É uma Associação Civil Filantrópica, sem fins lucrativos e em conformidade com a finalidade do seu Estatuto Social na execução de seus serviços, objetivando o atendimento a jovens, adultos, pessoas em migração e situação de rua com dependência indevida do uso de bebida alcoólica.

É uma obra social da Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga, que designa uma porcentagem do Dízimo paroquial, além da participação de muitos paroquianos que partilham espiritualidade junto aos usuários da entidade por meio de orações, encontros, reuniões, bem como a assistência do Diretor Espiritual Padre Gilmar Margotto, além do incentivo e veemência no desenvolvimento das atividades da Casa Abrigo, assim como conta com a ajuda de fieis através de doações e trabalhos voluntários.

A entidade dispõe de 40 leitos assim distribuídos: 30 vagas para acolhimento a homens por tempo indeterminado com sistema de abrigamento e 10 vagas como Casa de passagem, sendo 07 vagas disponíveis ao público migratório para pernoite e 03 vagas à mulheres por curta temporada.

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Padre Gilmar completa mais um ano de vida!

O dia 2 de julho é um dia muito especial, pois é o aniversário natalício do Padre Gilmar Antonio Fernandes Margotto. A data será marcada com a Celebração Eucarística às 19h na Catedral.

Filho de José Margotto e Maria Fernandes Margotto, o padre Gilmar nasceu em Votuporanga no dia 02 de julho de 1970. Foi batizado na Igreja Matriz de Votuporanga pelo Frei Tarcísio Leite no dia 25 de agosto de 1970. Viveu parte de sua infância na cidade de Cosmorama. Foi Crismado também na Igreja Matriz por Dom José de Aquino Pereira. Aos 17 anos entrou para o seminário, sendo ordenado diácono em 13 de maio de 1994 e ordenado presbítero no dia 27 de janeiro de 1995. Ambas as celebrações foram realizadas na Igreja Matriz de Votuporanga e presididas por Dom José de Aquino Pereira.

Tomou posse como primeiro pároco da paróquia Senhor Bom Jesus de Votuporanga no dia 16 de fevereiro de 1995, permanecendo nessa paróquia por 16 anos, onde realizou inúmeros trabalhos pastorais e administrativos. Foi convidado pelo então bispo de Rio Preto, Dom Paulo Mendes Peixoto, para participar da Comissão para a Criação da Diocese de Votuporanga, juntamente com os padres Edemur José Alves e Carlos Rodrigues dos Santos. Após o falecimento do padre Edemur, Dom Paulo nomeou o padre Gilmar Margotto como novo pároco da paróquia Nossa Senhora Aparecida, tomando posse no dia 26 de outubro de 2011.

Que o Senhor, nosso Deus, abençoe e ilumine o caminho de nosso querido sacerdote.

Parabéns Padre Gilmar, que o senhor tenha muitos anos de vida, cheios de paz e saúde e repletos das bênçãos do Altíssimo.

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Padre Ancelmo Lio presidiu sua 1ª Missa na Catedral

No domingo, 16/06, o Padre Ancelmo José Lio  presidiu pela primeira vez a Santa Missa na Catedral de Votuporanga. Ele presidiu a Santa Missa das 10h que contou com a participação de grande número de fieis. Padre Ancelmo, que exerceu seu ministério diaconal em nossa comunidade nesse ano e que já havia realizado estágio pastoral na Catedral em 2018, foi ordenado sacerdote no dia 14/06 em celebração presidida por Dom Moacir. Durante este mês de junho, o neosacerdote exercerá seu ministério presbiteral em nossa paróquia até nova orientação do bispo diocesano.
Gratidão a Deus pela vida do Padre Ancelmo partilhada em nossa comunidade e confiemos ao Senhor da Messe a vida e vocação deste querido sacerdote!

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Catequese Batismal de Pais e Padrinhos será dia 07/07

Estão abertas as inscrições para a Catequese Batismal para Pais e Padrinhos que será realizada no dia 07 de julho. O encontro tem início às 7h30 no Salão Paroquial e as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial. Mais informações pelo telefone: (17) 3421-6245 ou (17)98114-4841.

O Principal objetivo da Pastoral do Batismo é levar aos pais e padrinhos o conhecimento do que é o sacramento do Batismo e o compromisso que através dele se assume com Deus e com a comunidade. Demonstrar que este Sacramento não se resume apenas em cumprir um preceito: é necessário, portanto, vivenciar, testemunhar e ensinar filhos e afilhados a serem cristãos autênticos e fiéis seguidores de Jesus Cristo. 
A Catequese Batismal para Pais e Padrinhos é realizada mensalmente no primeiro domingo de cada mês. Além deste encontro no dia 07/07, a Catequese Batismal será realizada também nos dias 04/08, 01/09 e 06/10. 

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Santo Antonio, São João e São Pedro: os santos juninos!

No mês de junho, a Igreja celebra a festa de três grandes santos: Santo Antônio (dia 13), São João Batista (dia 24) e São Pedro (dia 29). Essas festividades, trazidas para o Brasil pelos colonizadores portugueses, ficaram popularmente conhecidas como Festas Juninas.

Antes de assumir sua forma cristã, as festas juninas tiveram origem pagã no hemisfério norte, onde se festejava, em junho, o solstício de verão, para comemorar o início das colheitas. Com a expansão do cristianismo, elas foram ganhando novo significado e nova roupagem, tornando-se celebração da festa de São João, chamada de festa joanina (de João) e, posteriormente, junina (de Junho). Nela, Santo Antônio e São Pedro passaram a ser também celebrados.

Conheça um pouco sobre a história dos santos de junho:

 

Nascido em 15 de agosto de 1195 na cidade de Lisboa, Portugal, foi batizado com o nome de Fernando de Bulhões. Nascido na Corte Real abandonou as honras do mundo para ingressar na Ordem dos Franciscanos no ano de 1221. A ele são atribuídos muitos milagres ainda em vida, incluindo bilocações, premeditações e curas.

Exímio pregador, sua língua encontra-se até hoje incorrupta na Basílica de Pádua, cidade em que morreu de exaustão no dia 13 de junho de 1231, sendo canonizado um ano depois pelo Papa Gregório IX. Recebeu o título de Doutor da Igreja no ano de 1946, pelo papa Pio XII. É comemorado no dia 13 de junho.

É invocado como “santo casamenteiro”, pois segundo a sua biografia, uma moça não dispunha do dote para casar-se e, confiante, recorreu a Santo Antônio. Das mãos da imagem do Santo teria caído um papel com um recado a um prestamista (pessoa que empresta dinheiro a juros) da cidade, pedindo-lhe que entregasse à moça as moedas de prata correspondentes ao peso do papel.

O prestamista obedeceu e pôs o papel num dos pratos da balança, colocando no outros as moedas. Os pratos só se equilibraram quando havia moedas suficientes para pagar o dote. Também é invocado para ajudar no achado de objetos perdidos.

 

Filho de São Zacarias e Santa Isabel é primo de Jesus. Nasceu na região montanhosa de Judá (Lc 1, 39), perto de Jerusalém, e seu nascimento foi anunciado a seu pai pelo anjo Gabriel no templo (Lc 1,13). Segundo os relatos bíblicos, nasceu três meses antes do nascimento de Jesus, por isso sua festa é comemorada no dia 24 de junho, sendo um dos poucos santos cuja festa é celebrada na data de nascimento e também no martírio, ocorrido no ano 30.

Viveu recluso em um deserto da Judeia e depois começou a pregar as margens do Rio Jordão, batizando muitas pessoas, inclusive Jesus Cristo, quando do início de seu ministério público. Foi canonizado pelo próprio Jesus, ainda em vida, sendo chamado de “maior dentre os homens nascidos de mulher” (Mt 11,11). Morreu entre os anos 30 ou 32, decapitado pelo Rei Herodes.

É de longe o santo mais conhecido e reverenciado neste mês. No Brasil, seu culto é bastante difundido na região Nordeste, sendo dia 24 de junho feriado regional. A fama do santo no mês de junho é tão grande, que em alguns lugares a festa é conhecida como joanina, em referência a São João.

Outro exemplo da fama do santo são as fogueiras, típicas da festa, a tradição foi trazida do continente europeu e representava o aviso a Maria do nascimento de João, filho de sua prima Isabel.

Os fogos de artifício, por sua vez, representam para alguns o despertar de João. Em Portugal, o uso das bombas e rojões serve para espantar os maus espíritos. É invocado como padroeiro dos casados e dos doentes.

 

Considerado Príncipe dos Apóstolos, foi o primeiro Papa, reinando por 37 anos, o papado mais longo da história, e junto com São Paulo, fundou a Santa Sé de Roma, atual sede da Igreja. Nasceu possivelmente no final do I século a.C. na região de Betsaida, na Palestina. Seu nome original era Simão, sendo modificado depois por Jesus (Jo 1,42), para indicar que ele seria a “pedra” sobre a qual Jesus instituiria a sua Igreja (Mt 16,18).

Antes de ser discípulo de Jesus, exercia a função de pescador, possivelmente nas proximidades do Mar da Galileia. E é exercendo sua função que o apóstolo conhece Jesus, que o convida a “avançar para as águas mais profundas” e ser “pescador de homens” (Lc 5,1-11).

Depois da morte de Jesus, foi preso em Jerusalém, mas após ser libertado milagrosamente, foi para Roma, local onde presidiu a comunidade dos apóstolos e toda a Igreja até ser expulso pelo imperador Cláudio, voltando assim a Jerusalém, onde ocorreu o primeiro Concílio da história da Igreja.

Dezessete anos depois, Pedro vai à Antioquia para depois voltar a Roma, local em que seria martirizado no Circo de Nero, local onde atualmente encontra-se a Praça de São Pedro, no ano de 64 d.C. a mando do imperador Nero. Suas relíquias ósseas encontram-se três andares abaixo do altar mor da Basílica de São Pedro, no Vaticano, e são visitadas anualmente por milhares de devotos.

Recebe especial veneração pelos nordestinos, que confiam a ele suas chuvas. Segundo a tradição, é obrigação dos viúvos e das viúvas acender uma fogueira na porta de casa durante a noite do dia 29.

O dia de São Pedro também representa o fim do principal período festivo dos municípios do interior do Nordeste. Em alguns locais é conhecido como “chaveiro dos céus”. É padroeiro dos viúvos, dos pescadores e do Papa. Sua festa é celebrada em 29 de junho e em 22 de fevereiro. Sua celebração encerra o ciclo das festas juninas.

Fonte: A12

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Francisco: “é preciso muito mais coragem para a paz do que para a guerra”

Após a oração mariana do Angelus o Papa Francisco recordou que neste sábado foi comemorado o 10º aniversário da Invocação pela Paz no Vaticano, que contou com a presença do presidente israelense, o falecido Shimon Peres, e do presidente palestino, Abu Mazen. Esse encontro – destacou o Santo Padre – “demonstrou que apertar as mãos é possível e que fazer a paz exige coragem, muito mais coragem do que fazer a guerra”.

“Portanto, incentivo as negociações em andamento entre as partes, mesmo que não sejam fáceis, e espero que as propostas de paz, para um cessar-fogo em todas as frentes e para a libertação dos reféns, sejam aceitas imediatamente para o bem dos palestinos e israelenses".

Francisco recordou ainda que depois de amanhã, a Jordânia sediará uma conferência internacional sobre a situação humanitária em Gaza, convocada pelo rei da Jordânia, pelo presidente do Egito e pelo secretário-geral das Nações Unidas.

“Enquanto agradeço a eles por essa importante iniciativa, incentivo a comunidade internacional a agir com urgência, com todos os meios, para ajudar a população de Gaza, exausta pela guerra. A ajuda humanitária deve chegar aos necessitados, e ninguém pode impedi-la”.

Enfim, francisco mais uma vez pediu para não esquecermos do martirizado povo ucraniano, que mais sofre e que mais anseia por paz.

"Saúdo este grupo ucraniano com as bandeiras que estão ali. Estamos próximos de vocês. Este é um desejo de paz, por isso incentivo todos os esforços que estão sendo feitos para que a paz seja construída o mais rápido possível, com ajuda internacional. E não vamos nos esquecer de Mianmar".

Francisco ainda saudou os romanos e peregrinos provenientes de vários países presentes na Praça São Pedro, entre eles do Ginásio “São João Paulo II” de Kiev (Ucrânia) a quem encorajou em sua missão educacional neste momento difícil e doloroso. Saudou ainda os professores e os alunos da Escola Diocesana “Cardenal Cisneros” da Diocese de Sigüenza-Guadalajara, na Espanha; bem como os fiéis de Assemini (Cagliari), as crianças da escola “Giovanni Prati” de Pádua e os jovens da paróquia de Sant'Ireneo, em Roma.

Renovou, por fim, a sua saudação aos cantores que vieram a Roma de todas as partes do mundo – “cantem algo mais tarde!”, disse - para participar do Quarto Encontro Internacional de Coros. Caríssimos, com seu canto vocês sempre podem dar glória a Deus e transmitir a alegria do Evangelho!

Fonte: texto e imagem extraídos de https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2024-06/francisco-preciso-coragem-paz-guerra-terra-santa-angelus.html

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Seja Dizimista na Catedral de Votuporanga

Saiba como ser Dizimista na Catedral Nossa Senhora Aparecida e faça essa experiência de partilha, amor e fé:

Participando da Celebração da Partilha nos 14 setores de nossa comunidade em todas às 2ªs quintas-feiras de cada mês, a partir das 20h;
Para aqueles que não puderem participar da Celebração da Partilha, o Dízimo poderá ser ofertado:

Com a Pastoral do Dízimo antes ou depois das Missas na Catedral;

Nos cofres da Catedral;

Na Secretaria Paroquial, localizada na Rua São Paulo, 3577;

Por transferência bancária ou PIX (chave PIX CNPJ: 26.803.548/0002-44).

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Dia de Oração pela Santificação do Clero

“O Sacerdote é o amor do Coração de Jesus. Quando virdes o padre, pensai em Nosso Senhor Jesus Cristo.” (São João Maria Vianney)

Todos os anos com a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, dedicamos orações pela santificação do clero. Tal data foi instituída por São João Paulo II, em 1995, o Dia Mundial de Oração pela Santificação do Clero.

Esta data é um momento que recordamos o desafio dos Sacerdotes de tender para a Santidade, em que já dizia o São João Paulo II: “a fim de sermos ministros de santidade para os homens e mulheres confiados ao nosso serviço pastoral”, tendo em vista “conformarem-se cada vez mais plenamente com o coração do Bom Pastor”.

Ora, a missão do Sacerdote é árdua e, assim, como todo ser humano, tem os seus altos e baixos. “É o que pode acontecer sempre, também na vida do Sacerdote. A grata memória do encontro inicial, a alegria do seguimento e o zelo do ministério apostólico, talvez levado adiante por anos e em situações nem sempre fáceis, podem dar lugar ao cansaço ou ao desencorajamento, fazendo avançar o deserto interior da aridez e envolvendo a nossa vida sacerdotal na sombra da tristeza” (Cardeal Beniamino Stella, Prefeito da Pontifícia Congregação para o Clero – 2018).

Assim, rezar pelo padre da sua comunidade, da sua paróquia, é sinal de Amor para um todo, afinal “se não tivéssemos o sacramento da Ordem, não teríamos Nosso Senhor. Quem o colocou no tabernáculo? O padre. Quem foi que recebeu nossa alma à entrada da vida? O padre. Quem a alimenta para lhe dar força de fazer sua peregrinação? O padre!” (São João Maria Vianney).

Sagrado Coração de Jesus, nós temos confiança em Vós!

Rezemos, muito e com fé, no dia de hoje pelo nosso Bispo Diocesano e por todo clero: rezemos, particularmente, pelos padres doentes e pelos que são perseguidos injustamente. Sejamos arautos da justiça e da misericórdia e que o Sagrado Coração de Jesus nos inspire a vivermos santamente o ministério sacerdotal e a sermos o bom odor do Cristo Ressuscitado!

Rezar pelos sacerdotes e bispos é ato de gratidão e de generosidade de discípulo-missionário do Sagrado Coração do Cristo! Saudações em Cristo!    

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Em junho, Papa Francisco reza pelos migrantes forçados a deixar seu país

Nas intenções de oração para o mês de junho, Francisco reza pelos que fogem de seu país. Através da mensagem em vídeo, confiada à Rede Mundial de Oração do Papa, o Pontífice recorda o “drama que vivem as pessoas forçadas a abandonar sua terra, fugindo de guerras ou da pobreza, se une tantas vezes o sentimento de desenraizamento, de não saber aonde se pertence”.

Muros na terra, muros no coração

Na sociedade atual, inclusive nas nações que se dizem cristãs, este parece ser um princípio esquecido: de fato hoje, denuncia o Papa Francisco, “em alguns países onde chegam, os migrantes são vistos com alarme, com medo”, e isto leva ao “fantasma dos muros: muros na terra, que separam as famílias e muros no coração”, e adverte:

“Nós cristãos não podemos partilhar esta mentalidade.
Quem acolhe a um migrante, acolhe a Cristo.”

Francisco recorda a necessidade de “promover uma cultura social e política que proteja os direitos e a dignidade do migrante, que os promova em suas possibilidades de desenvolvimento, e que os integre: “a um migrante temos que o acompanhar, promover e integrar”.

Dia Internacional do Refugiado

Nos últimos anos, o número de desalojados superou o da Segunda Guerra Mundial. Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCF), durante o ano de 2023 mais de 110 milhões de pessoas foram deslocadas à força em todo o mundo. Neste contexto, o vídeo, lançado no mesmo mês em que a ONU comemora o Dia Internacional do Refugiado, em 20 de junho, deseja renovar o pedido do Papa, que o preocupa desde o início do seu pontificado, para que a humanidade não fique indiferente diante da crise migratória.

Também em consonância com a intenção de oração, desde 1914, a cada ano a Igreja convida a rezar pelos migrantes no marco da Jornada Mundial do Migrante e Refugiado. “Deus caminha com seu Povo” é o lema escolhido para a edição de 2024, que se realizará no próximo dia 29 de setembro.

Nações com responsabilidades fraterna

O padre Frédéric Fornos, S.J., diretor Internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, ao refletir sobre o drama dos migrantes, afirma: “É importante recordar que não são apenas números nem estatísticas, são pessoas. Nossas histórias pessoais e coletivas estão marcadas pela migração. Ao invés de tratar os migrantes como um peso ou um problema, devemos encontrar soluções baseadas na compaixão e no respeito à dignidade humana. Este olhar nasce do Evangelho e da oração e o Magistério da Igreja nos recorda sempre”.

O padre Fornos lembra ainda a reflexão do Papa Francisco na Fratelli Tutti: “A verdadeira qualidade dos distintos países do mundo se mede por esta capacidade de pensar não somente como país, mas como família humana, e isto é provado especialmente em épocas críticas. […] Somente uma cultura social e política que integre a acolhida gratuita poderá ter futuro”.

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Roteiro da Celebração da Partilha de Junho está disponível

CELEBRAÇÃO DA PALAVRA E PARTILHA DO DÍZIMO

Quinta-feira 13 de junho de 2024

(Santo Antônio)

MONIÇÃO INICIAL: Boa noite a todos! Sejam Bem Vindos! Caríssimos irmãos e irmãs, nossa fé nos sustenta diante dos desafios da vida. Ela nos gera esperança de uma realidade transformada pela graça de Deus. Hoje, especialmente, louvamos e bendizemos a Deus porque somos uma comunidade dizimista, que sustenta e investe na evangelização. Também somos convidados a reavivar em nós essa partilha consciente e generosa. Canto: A escolher                                

PR: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo - POVO: Amém.

PR: A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Amor do Pai e a Comunhão do Espírito Santo estejam convosco.

POVO: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

ATO PENITENCIAL: (Momento de silêncio e reflexão). Pode ser cantado ou  

PR: Confessemos os nossos pecados: Confesso a Deus todo poderoso, e a vós irmãos e irmãs, que pequei muitas por pensamentos, palavras, atos e omissões. Por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus Nosso Senhor.

PR: Senhor, tende piedade de nós! Senhor, tende piedade de nós!

PR: Cristo, tende piedade de nós! Cristo, tende piedade de nós!

PR: Senhor, tende piedade de nós! Senhor, tende piedade de nós! 

PR: Deus todo poderoso, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza vida eterna. Amém!

PR: OREMOS: Ó Deus, ao dar-vos graças pelos frutos que a terra produziu para o nosso sustento, concedei que a vossa providência, que os fez brotar do solo, faça germinar em nossos corações a semente da justiça e da caridade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém. 

LITURGIA DA PALAVRA

Comentário: o Dízimo pertence a Deus e é consagrado ao Senhor. Dízimo é primícias. Por primeiro deve ser ofertando como expressão da consagração e gratidão. Com o coração e a mente abertos, vamos acolher a Palavra de Deus. 

1ª LEITURA: (Levítico 27, 30-34) 

SALMO RESPONSORIAL: 64(65) 

 Refrão: Ó Senhor, que o povo vos louve em Sião! 

1.    Visitais a nossa terra com as chuvas, e transborda de fartura. Rios de Deus que vêm derramam águas, e preparais o nosso trigo. 

2.    É assim que preparais a nossa terra; vós a regais e aplainais, os seus sulcos com a chuva amoleceis e abençoais as sementeiras. 

3.    O ano todo coroais com vossos dons, os vossos passos são fecundos; transborda a fartura onde passais. Brotam pastos no deserto, as colinas se enfeitam de alegria. 

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO. EVANGELHO (Mateus 5, 20-26)

PRECES: Devem ser preparadas pelo setor. 

PARTILHA DO DÍZIMO (motivação feita pelo celebrante para a procissão das ofertas) 

ORAÇÃO DEPOIS DA PARTILHA 

PR: Oremos: Recebi, ó Pai, o nosso dízimo, como recebestes a oferta de Abel, o sacrifício de Abraão e os dons de Melquisedec. Nós vos suplicamos que seja levado a vossa presença e sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do Céu. Por Cristo, nosso Senhor. Amém. 

MOMENTO DE LOUVOR

(OBS. canta-se um refrão enquanto 3 pessoas vão buscar o Santíssimo e o coloca sobre o altar. O ministro trás o Santíssimo, juntamente com os outros 2 um leva o corporal e outro a vela)

REFRÃO: O Pão do céu és tu Jesus, via de amor, nos transforma em Ti.

OBS.: Após ter colocado o Santíssimo sobre o altar; para o canto e quem preside faz uma reverência (genuflexão) ao Santíssimo.

PR: Irmãos (as) estas hóstias consagradas são a recordação viva do Corpo do Senhor, da vida que Ele entregou por todos nós. Jesus nos alimenta com o pão da Vida e nos une a todos os irmãos (as) que estão reunidos nos demais setores de nossa comunidade. 

PR: O Senhor esteja com vocês.          - POVO: Ele está no meio de nós. 

PR: Elevemos ao Senhor o nosso louvor. - POVO: E nossa alegria e salvação. 

PR: Nos vos damos graças, ó Pai, por toda a vossa criação e por tudo o que fizestes no meio de nós, por meio de Jesus Cristo, vosso Filho e nosso irmão, que nos deste como imagem viva do vosso amor e de vossa bondade.

POVO: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor! 

PR: Como expressão de nosso louvor, colocamos aqui este sinal da nossa fé: a comunhão no Santíssimo Corpo do Senhor e nosso desejo de corresponder com mais fidelidade à missão que nos destes.

POVO: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor! 

PR: Enviai sobre nós, aqui reunidos, o vosso Espírito e dai a esta terra que nos sustenta uma nova face. Que haja paz em nossas famílias e cresça em nossa comunidade a alegria de sermos vossos, por Cristo nosso Senhor.

POVO: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor! 

PR: Pela palavra do Evangelho de vosso Filho, fazei que as Igrejas do mundo inteiro caminhem na unidade e sejam sinais da presença do Cristo ressuscitado. Tornai este setor cada vez mais sinal da vossa bondade.

POVO: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor! 

PR.: Ó Deus, criador do céu e da terra, os nossos louvores e nossas preces cheguem a vós pelas mãos daquele que é nosso único mediador, Jesus Cristo nosso Senhor. Amém. 

RITO DE COMUNHÃO

PR: Rezemos juntos como o Senhor nos ensinou- PAI NOSSO....

O Ministro tomando a hóstia consagrada diz: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

POVO: - Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

  CANTO: - A escolher.

DEPOIS DA COMUNHÃO

OREMOS - Dai-nos, ó Deus, colher os frutos da nossa participação nesta celebração da partilha para que, auxiliados pelos bens terrenos, possamos conhecer os valores eternos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. - Amém. 

BENÇÃO: PR- Abençoe-nos o Deus todo poderoso, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

 

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Participe da Celebração da Partilha nos Setores

Na quinta-feira, 13/06, será realizada a Celebração da Partilha nos 14 setores de nossa comunidade a partir das 20h. 
Para aqueles que não puderem participar da Celebração da Partilha, o Dízimo poderá ser ofertado com a Pastoral do Dízimo antes ou depois das Missas na Catedral, na Secretaria Paroquial, localizada na Rua São Paulo, 3577, por transferência bancária ou PIX (chave PIX CNPJ: 26.803.548/0002-44).

Dízimo é o ato de gratidão a Deus, do qual recebemos tudo o que temos. É devolução a Ele de um pouco do que dele recebemos, por meio da Igreja, para que seu Reino aconteça entre nós. É manifestação de nosso amor a Deus e aos irmãos. É partilha dos bens que estão a nosso dispor, especialmente com os mais necessitados. 
O oferecimento do Dízimo nasce do coração de cada cristão participante em sua comunidade. O cristão esclarecido, em espírito de oração, fará a Deus a sua promessa, o seu voto de ofertar o Dízimo. É um ato de Amor a Deus e aos irmãos. Dízimo é uma questão de generosidade. Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama quem dá com alegria(2 Cor. 9,7). 
O dizimista deve sentir-se livre perante Deus ao fixar o percentual de sua contribuição. Não deve se preocupar com o que sai do seu bolso (se muito ou pouco dinheiro), mas com o que sai de seu coração (se pouco ou muito amor a Deus e à Comunidade)

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Conheça a origem da devoção ao Imaculado Coração de Maria

A revelação da devoção reparadora ao Imaculado Coração começou na segunda aparição da Santíssima Virgem Maria, em 13 de junho de 1917, em Fátima, Portugal, aos pastorinhos: Lúcia, Francisco e Jacinta. A Virgem Maria disse à pequena Lúcia, a mais velha dos três pastorinhos: “Ele [Jesus] quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração”1. Logo após ouvir essas palavras, os pastorinhos viram Nossa Senhora com um coração na mão, cercado de espinhos. As três crianças compreenderam que aquele era o Coração Imaculado da Santíssima Virgem, ofendido pelos pecados da humanidade, que necessitavam de reparação.

Na aparição seguinte, no dia 13 de julho, Nossa Senhora concedeu às três crianças uma experiência extraordinária! Elas viram, no inferno, os demônios e as almas dos condenados, que gritavam e gemiam de dor e desespero. Depois de dar-lhes essa visão assustadora, disse aos pastorinhos: “Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores; para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção a Meu Imaculado Coração”2. No entanto, a Virgem não revelou como deveríamos fazer essa reparação, mas disse que voltaria para pedir essa devoção reparadora.

Sete anos depois, no dia 10 de dezembro de 1925, em Pontevedra, na Espanha, a Santíssima Virgem revelou à então postulante Lúcia a devoção reparadora dos cinco primeiros sábados. Entretanto, somente dois anos mais tarde, em dezembro de 1927, por ordem de seu confessor, Lúcia deu a conhecer as palavras de Nossa Senhora: “Olha, minha filha, o Meu Coração cercado de espinhos, que os homens ingratos a todos os momentos Me cravam com blasfêmias e ingratidões. Tu, ao menos, vê de Me consolar, e dize que todos aqueles que, durante cinco meses, no primeiro sábado, confessarem-se, recebendo a Sagrada Comunhão, rezarem um Terço, e Me fizerem quinze minutos de companhia, meditando nos quinze mistérios do Rosário, com o fim de me desagravar, Eu prometo assistir-lhes, na hora da morte com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas”3.

Origem da devoção ao Imaculado Coração de Maria

A memória litúrgica do Imaculado Coração de Maria é comemorada no sábado seguinte à solenidade do Sagrado Coração de Jesus, celebrada na segunda sexta-feira depois da solenidade de Corpus Christi. No entanto, a devoção ao Imaculado Coração de Maria remonta aos inícios da Igreja, pois tem suas raízes mais profundas nas Sagradas Escrituras. Nelas, encontramos referências ao Imaculado Coração no Evangelho segundo São Lucas, o “pintor” da Santíssima Virgem: “Maria conservava todas estas palavras, meditando-as no seu coração” (Lc 2,19). “Em seguida, desceu com eles a Nazaré e lhes era submisso. Sua mãe guardava todas estas coisas no seu coração” (Lc 2,51).

A semente do Evangelho, plantada pelos apóstolos e discípulos de Jesus Cristo, germinou na doutrina dos Santos Padres e desenvolveu-se com os teólogos e místicos da Idade Média. Nos séculos seguintes, surgiram outros grandes devotos do Imaculado Coração de Maria, bem como do Coração de Jesus, como São Bernardo, Santa Gertrudes, Santa Brígida, São Bernardino de Sena e São João Eudes. Este último foi o maior apóstolo da devoção ao Coração de Maria. Em 1648, o Padre João Eudes obteve do Bispo de Autun, na França, a aprovação da celebração da festa.

A Santa Sé mostrou-se favorável ao culto ao Imaculado Coração no início do século XIX. Em 1805, o Papa Pio VII concedeu a autorização para a celebração da festa às dioceses e às congregações religiosas que lhe pediam. No ano de 1855, o Papa Pio IX aprovou a Missa e o Ofício próprios do Imaculado Coração de Maria. Durante a Segunda Guerra Mundial, em 8 de dezembro de 1942, na Solenidade da Imaculada Conceição, o Papa Pio XII consagrou a Igreja e todo o gênero humano ao Coração Imaculado de Maria e, três anos depois, estendeu a festa do Imaculado Coração de Maria para toda a Igreja Católica.

A partir das aparições de Nossa Senhora, em Fátima, a devoção ao Imaculado Coração de Maria ganha ainda mais força, especialmente na devoção particular dos fiéis, como aconteceu com a devoção ao Sagrado Coração de Jesus. A esse respeito, escreveu o Cardeal Patriarca de Lisboa, Dom Manuel Gonçalves Cerejeira: “A missão especial de Fátima é a difusão no mundo do culto ao Imaculado Coração de Maria. À medida que a perspectiva do tempo nos permitir julgar melhor os acontecimentos de que fomos testemunhas, estou certo que melhor se verá que Fátima será, para o culto do Coração de Maria, o que Paray-le-Monial foi para o Coração o de Jesus4″.

A consagração dos sábados e a devoção ao Imaculado Coração de Maria

A consagração dos sábados a Virgem Maria não é nenhuma novidade na Igreja. Todavia, o pedido dessa devoção por Nossa Senhora foi uma magnífica confirmação dos Céus de uma antiga piedade mariana. O sábado, como dia especialmente consagrado a Virgem Maria, é uma tradição que tem sua origem muito provavelmente nos primeiros séculos da Igreja. “A presença da Missa de Nossa Senhora nos Sábados, no missal romano de São Pio V, de 1570, mostra a antiguidade dessa prática, que consiste em honrar especialmente a Santa Mãe de Deus nesse dia da semana”5.

Apoiados nesta bela e piedosa tradição da Igreja, os membros das confrarias do Rosário consagravam especialmente a Santíssima Virgem quinze sábados consecutivos de cada ano litúrgico. Durante esses sábados, “eles se aproximavam dos sacramentos e cumpriam exercícios de piedade particulares em honra dos quinze mistérios do santo rosário. Em 1889, o Papa Leão XIII concedeu a todos os fiéis uma indulgência plenária a ser ganha durante um desses quinze sábados”6. Entretanto, foi com o grande Papa São Pio X que a devoção dos primeiros sábados foi aprovada e encorajada pela Santa Sé que, em 10 de julho de 1905, indulgenciou, pela primeira vez, essa devoção mariana. Em 13 de junho de 1912, São Pio X concedeu “indulgência plenária, aplicável às almas dos defuntos, no primeiro sábado de cada mês, por todos aqueles que, nesse dia, se confessarem, comungarem, cumprirem exercícios particulares de devoção em honra da bem-aventurada Virgem Maria, em espírito de reparação”7.

Por desígnio da Divina Providência, cinco anos depois, na mesma data, aconteceu a “segunda aparição de Nossa Senhora em Fátima, durante a qual os três pastorinhos testemunharam a primeira grande manifestação do Imaculado Coração da Virgem Maria, vendo-o ‘cercado de espinhos que pareciam enterrados nele. Compreendemos que era o Imaculado Coração de Maria ultrajado pelos pecados da humanidade que queria reparação’”8. Os termos usados pelo Papa São Pio X são quase exatamente os mesmos do pedido de Nossa Senhora a Irmã Lúcia, principalmente no que diz respeito “à extrema importância da intenção reparadora, única capaz de afastar e apaziguar a cólera de Deus”9.

Depois de conhecer um pouco mais a história da Igreja, percebemos que, em Fátima e em Pontevedra, a Virgem Maria não é inovadora, mas nos deu uma confirmação do Céu e um novo impulso à devoção dos primeiros sábados, unindo-a com a devoção ao seu Imaculado Coração.

Por que cinco sábados em reparação ao Imaculado Coração?

Em 1930, padre José Bernardo Gonçalves, então confessor da Irmã Lúcia, intrigado com a devoção dos cinco primeiros sábados em reparação ao Imaculado Coração de Maria, perguntou à Irmã: “Por que hão de ser ‘cinco sábados’ e não nove ou sete em honra das dores de Nossa Senhora?”10 Mas Lúcia não soube responder a pergunta do confessor.

Irmã Lúcia não sabia o que fazer ou dizer, até que, durante uma de suas orações, na noite do dia 29 para 30 de maio de 1930, nosso Senhor Jesus Cristo revelou a ela a razão da devoção dos cinco primeiros sábados: “Minha filha, o motivo é simples: são cinco as espécies de ofensas e blasfêmias contra o Imaculado Coração de Maria:

1 – As blasfêmias contra a Imaculada Conceição;
2 – Contra a Sua virgindade;
3 – Contra a Maternidade Divina, recusando, ao mesmo tempo, recebê-La como Mãe dos homens;
4 – Os que procuram publicamente infundir, nos corações das crianças, a indiferença, o desprezo e até o ódio para com esta Imaculada Mãe;
5 – Os que a ultrajam diretamente nas suas sagradas imagens.

Eis, minha filha, o motivo pelo qual o Imaculado Coração de Maria Me levou a pedir essa pequena reparação; e, em atenção a ela, mover a minha misericórdia ao perdão para com essas almas que tiveram a desgraça de a ofender”11.

A primeira ofensa é a negação do dogma da Imaculada Conceição, promulgado pelo Papa Pio IX em 8 de dezembro de 1854.

A segunda, a negação da Doutrina Católica a respeito da virgindade perpétua de Nossa Senhora. São opositores dessa verdade as pessoas que negam que a concepção e o parto de Jesus não foram virginais, e que a Mãe de Deus não conservou a virgindade depois do parto, bem como aquelas que dizem que a Santíssima Virgem teve mais filhos além de Jesus.

A terceira, a negação da maternidade divina e espiritual da Virgem Maria, declarada no III Concílio de Constantinopla, no ano de 680. Nossa Senhora é Mãe de Deus e, ao mesmo tempo, Mãe espiritual dos homens, pela sua participação no mistério da Redenção de toda a humanidade.

A quarta, é o ódio para com a Santíssima Virgem Maria colocado, à força de falsas doutrinas, injúrias e blasfêmias, no coração das crianças. Desde o século passado, “a ideologia marxista-comunista procurou eliminar todos os vestígios de religião, a começar pelas crianças. […] Ensinava-se às crianças o racionalismo puro e, além disso, em certa nação, os pequeninos aprendiam ‘ladainhas’ de injúrias contra a Mãe de Deus”12.

A quinta, é o desrespeito para com as sagradas imagens de Nossa Senhora. Como outrora, não é raro, em nossos dias, o ultraje, o sacrilégio, o vandalismo, a destruição das imagens da Virgem Maria, principalmente quando estão expostas em locais públicos. Além disso, as pessoas que tiram as suas imagens das igrejas e capelas, ou as reduzem ao mínimo, ofendem também o Coração Imaculado da Santíssima Virgem e contrariam o que foi dito no Concílio Vaticano II a respeito das imagens sacras: “Observem religiosamente aquelas coisas que nos tempos passados foram decretadas acerca do culto das imagens de Cristo, da Bem-aventura Virgem e dos Santos”13, ou seja, devemos zelar pela tradicional e salutar devoção às sagradas imagens.

Como praticar a devoção dos cinco primeiros sábados?

A própria Virgem Maria nos ensinou a praticar a devoção reparadora das ofensas ao seu Imaculado Coração. Para praticar perfeitamente essa devoção, devemos – durante cinco primeiros sábados de cinco meses seguidos, na intenção geral de reparar nossos próprios pecados e os de toda a humanidade contra o Coração Imaculado de Maria – realizar quatro atos de piedade:

1 – A Confissão: devemos confessar preferencialmente no primeiro sábado. Caso seja impossível, ou muito difícil, podemos confessar com até oito dias ou mais de antecedência. Todavia, recordamos que é necessário estar em estado de graça no primeiro sábado do mês, a fim de fazer comunhão reparadora. Na confissão, é indispensável a intenção de reparar as ofensas contra o Imaculado Coração de Maria. Essa intenção reparadora não precisa ser dita ao confessor, mas apenas colocada mentalmente diante de Deus antes da confissão. Jesus Cristo disse à Irmã Lúcia que, se esquecermos da intenção reparadora, podemos colocar essa intenção na confissão seguinte, aproveitando a primeira ocasião que tivermos para nos confessar;

2 – O Terço: a tradicional oração do Terço mariano também faz parte da devoção dos cinco primeiros sábados, que deve ser rezado na intenção da reparação do Imaculado Coração da Santíssima Virgem;

3 – Os 15 minutos de meditação dos mistérios do Rosário: Nossa Senhora pediu que fizéssemos companhia a ela durante pelo menos 15 minutos, meditando sobre os 15 mistérios do Rosário14, na intenção da reparação ao seu Imaculado Coração. Essa meditação não precisa ser de todos os 15 ou 20 mistérios do Rosário. Podemos meditar apenas um, dois, três ou mais mistérios, conforme a nossa escolha. Outra opção é a meditação dos mistérios do Rosário conforme o tempo litúrgico. Por exemplo: no tempo do Advento, podemos meditar os mistérios Gozosos; no tempo da Quaresma, os Mistérios Dolorosos; no Tempo Pascal, os Mistérios Gloriosos; no Tempo Comum, podemos meditar aqueles mistérios que mais dizem respeito à Liturgia do dia ou do domingo;

4 – A comunhão: é um ato essencial da devoção reparadora ao Imaculado Coração de Maria. Para compreender bem a sua importância, lembremos que a devoção da comunhão das nove primeiras sextas-feiras tem como intenção a reparação das ofensas contra o Sagrado Coração de Jesus. Recordemos também que a comunhão milagrosa, dada aos três pastorinhos de Fátima pelo Anjo da Guarda de Portugal, no outono de 1916, teve um caráter eminentemente reparador. Essa intenção evidencia-se na oração ensinada pelo Anjo da Paz, repetida seis vezes, três vezes antes e três vezes depois da comunhão:

Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, eu vos adoro profundamente e vos ofereço o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da Terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido; e pelos méritos infinitos de seu Sacratíssimo Coração e do Imaculado Coração de Maria, peço-vos a conversão dos pobres pecadores15.

Como nos casos acima, a intenção reparadora na devoção dos cinco primeiros sábados é muito importante, porque as ofensas contra o Imaculado Coração de Maria também ofendem gravemente o Sacratíssimo Coração de Jesus. Essa devoção reparadora, como um todo, pode ser também feita no domingo seguinte ao primeiro sábado, desde que seja por motivos justos e autorizado por um padre.

O poder e a eficácia sobrenaturais da devoção ao Imaculado Coração de Maria

Assim, a devoção ao Imaculado Coração, praticada nos primeiros sábados em reparação das ofensas cometidas contra a Virgem Maria, foi-nos revelada para salvação de muitas almas do inferno. Pois, cada vez mais, em nosso tempo, multiplicam-se os ataques contra a dignidade, os privilégios, as honras devidas a Nossa Senhora. Além disso, há uma diminuição considerável do culto mariano em quase toda a Igreja, em consequência principalmente dos erros espalhados pelo comunismo no mundo todo.

Sendo este o estado das coisas em nossos dias, a impiedade de muitos para com a Santíssima Virgem é ainda pior do que outrora. Por isso, certamente é mais do que essencial a intenção reparadora de nossa prática da devoção dos cinco primeiros sábados. Reparemos as ofensas cometidas contra o Imaculado Coração de Maria, tão ultrajado pela ingratidão dos homens, através da devoção que ela mesma nos indicou.

Na carta a Dom Manuel Maria Ferreira da Silva, Arcebispo titular de Gurza, escrita em 27 de maio de 1943, Irmã Lúcia nos ajuda a compreender o poder e a eficácia sobrenaturais da devoção ao Imaculado Coração de Maria: “’Os Santíssimos corações de Jesus e Maria amam e desejam este culto [para com o Coração de Maria], porque dele se servem para atrair todas as almas a eles, e isso é tudo o que desejam: salvar as almas, muitas almas, todas as almas’. Nosso Senhor me dizia há alguns dias: ‘Desejo ardentemente a propagação do culto e da devoção ao Coração de Maria, porque este Coração é o ímã que atrai as almas para mim, a fornalha que irradia na terra os raios de minha luz e de meu amor, fonte inesgotável de onde brota na terra a água viva de minha misericórdia‘”16. Com a certeza desta eficácia sobrenatural, peçamos a Mãe de Deus, com insistência e perseverança, as boas disposições de nossa alma para bem praticar a devoção dos cinco primeiros sábados.

Imaculado Coração de Maria, rogai por nós!

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Oração ao Sagrado Coração de Jesus

Jesus ao nos apresentar Seu Sagrado Coração ardente em chamas, nos impulsiona a confiar em Seu amor e a buscar n’Ele a cura e a transformação das nossas vidas.

Seu Sagrado Coração é um convite para abrir os nossos corações ao amor divino que, apesar de nossas fraquezas e pecados, nos ama com um amor incondicional.

 

As promessas do Sagrado Coração de Jesus

Jesus ao se dirigir a Santa Margarida Maria Alacoque, revelou 12 promessas para aqueles que venerarem com verdadeira piedade e devoção o Seu Sacratíssimo Coração.

Quais são as promessas do Sagrado Coração de Jesus?

1ª Promessa: “A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de Meu Sagrado Coração”;

2ª Promessa: “Eu darei aos devotos de Meu Coração todas as graças necessárias a seu estado”;

3ª Promessa: “Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias”;

4ª Promessa: “Eu os consolarei em todas as suas aflições”;

5ª Promessa: “Serei refúgio seguro na vida e principalmente na hora da morte”;

6ª Promessa: “Lançarei bênçãos abundantes sobre os seus trabalhos e empreendimentos”;

7ª Promessa: “Os pecadores encontrarão, em meu Coração, fonte inesgotável de misericórdias”;

8ª Promessa: “As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas pela prática dessa devoção”;

9ª Promessa: “As almas fervorosas subirão, em pouco tempo, a uma alta perfeição”;

10ª Promessa: “Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais endurecidos”;
11ª Promessa: “As pessoas que propagarem esta devoção terão o seu nome inscrito para sempre no Meu Coração”;

12ª Promessa: “A todos os que comunguem, nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna”.

Aprenda agora a rezar a Oração ao Sagrado Coração de Jesus

Meu Sagrado Coração de Jesus, em vós deposito toda confiança e esperança.
Vós que sabeis tudo, Pai, o Senhor do Universo, Sois o Rei dos Reis, Vós que fizeste o cego ver, paralítico andar, o morto voltar a viver, o leproso sarar.

Vós que vedes as minhas aflições, as minhas angústias, bem sabeis, Divino Coração, como preciso alcançar esta graça: (pede-se a graça com fé).

A minha conversa convosco me dá ânimo e alegria para viver, só de Vós espero com fé e confiança; (pede-se novamente a graça).

Fazei, Sagrado coração de Jesus, que antes de terminar esta conversa, dentro de nove dias, alcance esta tão grande Graça; e para Vós agradecer, divulgarei esta Graça para que os homens, aprendam a ter fé e confiança em Vós.

Iluminai os meus passos, Sagrado Coração de Jesus, assim como esta luz esta nos iluminando e testemunhando a nossa conversa.
Sagrado Coração de Jesus, eu tenho confiança em Vós, Sagrado Coração de Jesus, aumente ainda mais a minha fé.

Amém.

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Junho: Mês do Sagrado Coração de Jesus

O mês de junho é um período especial para a Igreja, pois é dedicado de maneira particular ao Sagrado Coração de Jesus. É um momento de profunda devoção, reflexão e renovação espiritual, no qual somos convidados a contemplar o amor infinito de Jesus Cristo por cada um de nós. No dia 24 de junho, celebraremos a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus.  

É uma tradição nas paróquias reunirmo-nos toda primeira sexta-feira de cada mês para recordar e venerar o Sagrado Coração de Jesus. Durante esses encontros, o grupo do Apostolado da Oração se reúne para um momento de profunda Adoração Eucarística, seguido pela celebração da Santa Missa, onde rendemos graças ao amor inesgotável do Sagrado Coração de Jesus. É um tempo especial de reflexão, oração e renovação da nossa devoção ao nosso amado Salvador. 

O Sagrado Coração de Jesus representa o amor misericordioso e compassivo de nosso Salvador. É um símbolo do amor divino que arde em seu coração, transbordando graça e salvação para toda a humanidade. É um convite para nos aproximarmos desse amor incondicional e permitirmos que ele transforme nossas vidas. 

Ao meditarmos sobre o Sagrado Coração de Jesus, somos chamados a refletir sobre alguns aspectos essenciais de nossa fé. 

Primeiramente, o Sagrado Coração nos recorda o sacrifício supremo de Jesus na cruz. Ele entregou sua vida por nós, oferecendo-se como um sacrifício perfeito para a remissão dos nossos pecados. Esse gesto de amor e redenção é um testemunho da profundidade do amor de Deus por nós e nos convida a responder a esse amor com gratidão e conversão. 

Em segundo lugar, o Sagrado Coração de Jesus nos ensina sobre a misericórdia divina. Jesus, em seu coração compassivo, acolhe a todos, independentemente de seus erros, falhas ou pecados. Ele está sempre disposto a perdoar, curar e restaurar aqueles que se aproximam dele com um coração contrito. Essa misericórdia inesgotável nos convida a buscar o perdão e a reconciliação em nossas vidas, bem como a estender o mesmo amor misericordioso aos outros. 

Além disso, o Sagrado Coração de Jesus nos convida a responder a esse amor com generosidade e serviço aos outros. Ao contemplar o Coração de Jesus, somos inspirados a imitar suas virtudes, como a humildade, a compaixão e a caridade. O Sagrado Coração nos chama a amar e servir nossos irmãos e irmãs, especialmente, os mais necessitados e marginalizados da sociedade. 

Durante o mês de junho, podemos cultivar uma devoção especial ao Sagrado Coração de Jesus, por meio de várias práticas espirituais. A participação na Santa Missa, a adoração ao Santíssimo Sacramento e a recitação das orações tradicionais, como a Ladainha do Sagrado Coração de Jesus, são maneiras de nos aproximar dessa devoção e mergulhar na graça abundante que emana do coração de Cristo. 

Neste mês, somos convidados a abrir nossos corações ao amor de Jesus, a se deixar transformar por sua misericórdia e a responder com generosidade aos apelos de seu Sagrado Coração. Que possamos renovar nosso compromisso de seguir a Cristo, de ser seus discípulos autênticos e de compartilhar seu amor com o mundo. 

Que o mês do Sagrado Coração de Jesus seja um tempo de encontro pessoal com o amor divino, de conversão e de crescimento espiritual. Que a chama desse amor arda em nossos corações e nos inspire a viver uma vida de santidade e serviço, sempre guiados pelo exemplo do Sagrado Coração de Jesus. 

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Coroação da Bem-Aventurada Virgem Maria será dia 29/05 na Catedral

Na última quarta-feira de maio, 29 de maio, será realizada a tradicional Coroação de Nossa Senhora pelos fiéis. A celebração será realizada durante a Santa Missa, às 19h00, na Catedral de Votuporanga. É tradição dos devotos de Nossa Senhora finalizar o mês de maio com a cerimônia de Coroação de Nossa Senhora. Para o devoto, coroar Nossa Senhora é demonstrar que a reconhece como rainha. Rainha de um reino que não é o desse mundo, mas, sim, o reino sonhado por Deus para seus filhos e filhas. Na história da vida humana de Jesus, Maria tem o papel fundamental. Seu "sim" sela a encarnação do Filho de Deus como homem e com sua aceitação ela demonstra que é possível uma pessoa fazer de sua vida uma constante escuta da vontade de Deus. 

Maria: filha, mulher, mãe. Filha de pais fiéis a Deus, recebeu deles a educação que lhe abriu o coração para conhecer o Pai do Céu e escutar-Lhe as palavras. Mulher, engajou-se no seu tempo a prestar atenção aos anseios daqueles que a cercavam e soube fazer de seu serviço uma interceder contínuo pela humanidade. Mãe, constituiu a personalidade de seu único Filho, ensinou-lhe os passos e fundamentou seu conhecimento de Deus com aquilo que lhe era revelado. Maria humana, gente, pessoa, que com todas as limitações próprias de sua natureza pode dizer "sim" e ensinar à humanidade a também dizer "sim". 

Por isso reconhecê-la como rainha é dar um lugar de destaque à humanidade daquela mulher que enveredou por um caminho desconhecido pelo puro amor a Deus. Mulher que sentiu a dor do parto, a dor da partida, a dor da perda. Mulher que trabalhou, que cuidou de sua família, que acompanhou a lida do outro como aquela que oferece o descanso e o alimento. Mulher que recebeu de seu filho o beijo carinhoso, o reconhecimento do colo, o sorriso cúmplice daqueles que partilham o mesmo entendimento do mundo. Por sua "humanidade humana" Maria se torna rainha: por ser o exemplo capaz de mostrar a cada um de nós que é possível chegar ao reino que Deus nos prepara. Basta dizer que sim, que em minha vida seja feita a vontade do Senhor. 

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Missas de Corpus Christi na Catedral serão às 9h e 18h

No dia  30 de maio, celebraremos a Solenidade de Corpus Christi. Na Catedral Nossa Senhora Aparecida serão celebradas Missas às 9h e às 18h. Na Santa Missa das 18h, após a comunhão, os fiéis sairão em procissão pelas ruas centrais de Votuporanga com Jesus na Hóstia Sagrada, numa manifestação pública de devoção a Jesus Eucarístico e pedindo a proteção para nossa cidade.  A procissão retornará a Sé Catedral para a Benção Solene de Jesus Eucarístico. 

Como gesto concreto serão arrecadados produtos de limpeza e higiene pessoal para Casa Abrigo (Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús): Detergente, Sabão em Pó, Sabonete, Água Sanitária e Creme Dental.


Significado

A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia – o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.
 
Acontece sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.

"O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna e, eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente" (Jo 6, 55 – 59).

Através da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.

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Catedral realizou encontro com jovens em preparação para o Sacramento da Crisma

Na manhã deste Domingo de Pentecostes, foi realizado um encontro com os adolescentes que estão se preparando para receber o Sacramento da Crisma. O encontro teve início com a Santa Missa das 7h30 na Catedral presidida por Dom Moacir e as demais atividades foram realizadas no Centro Catequético da Catedral, com momentos em que os crismandos foram divididos em grupos e também momentos em conjunto.

Que o Espírito Santo possa iluminar os crismandos e fortalecê-los na fé!

Gratidão a todos os catequistas e demais membros da comunidade que organizaram o encontro!

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Diáconos Ancelmo e Bruno serão ordenados sacerdotes em junho

ORDENAÇÕES PRESBITERAIS

A Diocese de Votuporanga convida para as Ordenações Presbiterais que acontecerão em junho:

- Diác. Ancelmo José Lio: 14/06, às 19h30, na Catedral Nossa Senhora Aparecida, de Votuporanga;

- Diác. Bruno Luiz: 21/06, às 19h30, na Paróquia São João Batista, de Nhandeara.

Participe, compartilhe e reze pelas vocações. 

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Papa: na Adoração e oração dar espaço à voz do Espírito Santo

O Espírito Santo, para nós, é testemunha de "um diálogo belíssimo: aquele em que o Pai e Filho expressam seu amor um pelo outro", disse o Papa Francisco antes de rezar o Regina Caeli no Domingo de Pentecostes.

"São palavras – explicou aos milhares de peregrinos presentes na Praça São Pedro - que expressam sentimentos maravilhosos, como carinho, gratidão, confiança, misericórdia. Palavras que nos permitem conhecer um lindo relacionamento, luminoso, concreto e duradouro como é o Amor eterno de Deus”.

Para Francisco, “são precisamente as palavras transformadoras de amor, que o Espírito Santo repete em nós e que nos faz bem ouvir".

“Por isso – continuou – é importante que nos alimentemos dele todos os dias, lendo e meditando a Palavra de Deus, levando-a conosco em um Evangelho de bolso, aproveitando os momentos favoráveis".

"O padre e poeta Clemente Rebora, falando da sua conversão, escreveu no seu diário: "E a Palavra calou as minhas murmurações!" – recordou o Papa –. Ouvir a Palavra de Deus silencia as murmurações."

“Eis como dar espaço em nós à voz do Espírito Santo – reiterou. E depois, na Adoração e na oração, especialmente aquela simples e silenciosa. E também ao pronunciarmos palavras boas entre nós, fazendo-nos eco da doce voz do Consolador".

Para o Pontífice, “ler e meditar o Evangelho, rezar em silêncio, dizer boas palavras, não são coisas difíceis, todos nós podemos fazer isso. É mais fácil do que insultar, ficar com raiva".

“E então nos perguntamos - acrescentou -: que lugar essas ações ocupam na minha vida? Mas como posso cultivá-la, para melhor escutar o Espírito Santo e torne-se seu eco para os outros?".

“Que Maria, presente no Pentecostes com os Apóstolos, nos torne dóceis -à voz do Espírito Santo", concluiu, para então rezar a oração do Regina Coeli.

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Missas de Corpus Christi na Catedral serão às 9h e 18h

No dia  30 de maio, celebraremos a Solenidade de Corpus Christi. Na Catedral Nossa Senhora Aparecida serão celebradas Missas às 9h e às 18h. Na Santa Missa das 18h, após a comunhão, os fiéis sairão em procissão pelas ruas centrais de Votuporanga com Jesus na Hóstia Sagrada, numa manifestação pública de devoção a Jesus Eucarístico e pedindo a proteção para nossa cidade.  A procissão retornará a Sé Catedral para a Benção Solene de Jesus Eucarístico. 

Como gesto concreto serão arrecadados produtos de limpeza e higiene pessoal para Casa Abrigo (Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús): Detergente, Sabão em Pó, Sabonete, Água Sanitária e Creme Dental.


Significado

A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia – o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.
 
Acontece sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.

"O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna e, eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente" (Jo 6, 55 – 59).

Através da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.

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Participe da Novena de Pentecostes de 10 a 18/05 na Catedral de Votuporanga

De 10 a 18 de maio, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida celebra a Novena de Pentecostes com a Santa Missa diária às 19 horas  na Catedral. A Novena de Pentecostes que é a mãe de todas as novena, é o curto período entre a Ascensão de Nosso Senhor aos Céus, quarenta dias após a Sua Ressurreição, e a vinda do Espírito Santo sobre os Apóstolos. Por nove dias, os discípulos e a Virgem Maria se reuniram no Cenáculo, atendendo ao pedido do próprio Jesus: “Não vos afasteis de Jerusalém, mas esperai a realização da promessa do Pai, da qual me ouvistes falar, quando eu disse: "João batizou com água; vós, porém, dentro de poucos dias sereis batizados com o Espírito Santo"" (At 1, 4-5).

Por que pedir o Espírito Santo? Em primeiro lugar, porque este é o meio que Deus escolheu para derramar-Se em nossos corações. Deus, em Sua infinita providência, quando dispõe as coisas, “não somente produz as coisas que quer que se façam, mas, também do modo pelo qual assim as quer" (Suma Teológica, I, q. 19, a. 8). Tendo disposto que recebamos o Espírito Santo por meio de nossa oração, é preciso que supliquemos a Sua vinda.

A segunda razão pela qual precisamos invocar o Espírito é que só deste modo poderemos amar verdadeiramente a Deus. A Terceira Pessoa da Santíssima Trindade é o próprio amor entre o Pai e o Filho. Esse amor, derramado em nosso coração, o tornará de tal modo configurado a Jesus que será Ele mesmo a amar o Pai, em nós. Deste modo anteciparemos o sonho divino para nós, no Céu.

A Santíssima Mãe de Deus tem um papel importantíssimo neste processo, afinal, foi em seu ventre que o Espírito Santo gerou o Verbo encarnado. Entreguemos os nossos corações a ela, que é esposa do Espírito Santo, a fim de que Jesus seja gerado em nós e possamos amar o Pai.

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Catequese Batismal de Pais e Padrinhos será dia 02/06

Estão abertas as inscrições para a Catequese Batismal para Pais e Padrinhos que será realizada no dia 02 de junho, iniciando às 7h30 no Salão Paroquial e as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial. Mais informações pelo telefone: (17) 3421-6245 ou (17)98114-4841.

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“A esperança não decepciona”, é o título da bula de proclamação do Jubileu de 2025 entregue às Igrejas dos 5 continentes

É a esperança que o Papa invoca como dom no Jubileu 2025 para um mundo marcado pelo conflito de armas, morte, destruição, ódio contra o próximo, fome, “dívida ecológica” e baixa taxa de natalidade. A esperança é o bálsamo que Francisco quer derramar sobre as feridas de uma humanidade oprimida pela “brutalidade da violência” ou que se encontra nas garras de um crescimento exponencial da pobreza.

Spes non confundit“, a esperança não decepciona, é o título da Bula de proclamação do Jubileu Ordinário entregue na tarde de hoje, 9 de maio, pelo Papa às Igrejas dos cinco continentes durante as primeiras Vésperas da Solenidade da Ascensão. A Bula, dividida em 25 pontos, contém súplicas, propostas, apelos em favor dos presos, dos doentes, dos idosos, dos pobres, dos jovens, e anuncia as novidades de um Ano Santo que terá como tema “Peregrinos de esperança”.

Uma data comum para a Páscoa

No documento, o Papa Francisco recorda dois importantes aniversários: a celebração em 2033 dos dois mil anos da Redenção e os 1700 anos do primeiro grande Concílio Ecumênico de Nicéia, que entre outros temas tratou também da definição da data da Páscoa. Ainda hoje, “posições diferentes” impedem a celebração no mesmo dia do “o evento fundante da fé”, ressalta, lembrando que, no entanto, “por uma circunstância providencial, isso acontecerá precisamente no ano de 2025” (17).

“Seja isto um apelo a todos os cristãos do Oriente e do Ocidente para darem resolutamente um passo rumo à unidade em torno duma data comum para a Páscoa.”

A abertura da Porta Santa

Em meio a essas “grandes etapas”, o Papa estabelece que a Porta Santa da Basílica de São Pedro será aberta em 24 de dezembro de 2024. No domingo seguinte, 29 de dezembro, o Pontífice abrirá a Porta Santa da Basílica de São João de Latrão; em 1º de janeiro de 2025, Solenidade de Maria Mãe de Deus, a de Santa Maria Maior e, em 5 de janeiro, a Porta Santa de São Paulo Fora dos Muros. As três Portas serão fechadas no domingo, 28 de dezembro do mesmo ano. O Jubileu terminará com o fechamento da Porta Santa da Basílica de São Pedro em 6 de janeiro de 2026.

Sinais dos tempos

Francisco espera que “o primeiro sinal de esperança” do Jubileu “se traduza em paz para o mundo, mais uma vez imerso na tragédia da guerra”.

“Esquecida dos dramas do passado, a humanidade encontra-se de novo submetida a uma difícil prova que vê muitas populações oprimidas pela brutalidade da violência. Faltará ainda a esses povos algo que não tenham já sofrido? Como é possível que o seu desesperado grito de ajuda não impulsione os responsáveis das Nações a querer pôr fim aos demasiados conflitos regionais, cientes das consequências que daí podem derivar a nível mundial? Será excessivo sonhar que as armas se calem e deixem de difundir destruição e morte?”

Apelo em favor da natalidade

Com preocupação, o Papa Francisco observa a “queda na taxa de natalidade” que está sendo registrada em vários países e por vários motivos: “dos ritmos frenéticos de vida”, “dos receios face ao futuro”, “da falta de garantias de emprego e de adequada proteção social” e “de modelos sociais ditados mais pela procura do lucro do que pelo cuidado das relações humanas”. Para o Pontífice, há uma “necessidade urgente” de “apoio convicto” dos fiéis e da sociedade civil ao “desejo” dos jovens de gerar novas crianças, para que o futuro possa ser “marcado pelo sorriso de tantos meninos e meninas que, em muitas partes do mundo, venham encher os demasiados berços vazios”.

Para os presidiários, respeito e condições dignas

Na sequência, Francisco pede “sinais tangíveis de esperança” para os presos. Propõe aos governos “formas de amnistia ou de perdão da pena”, bem como “percursos de reinserção na comunidade”. Acima de tudo, o Papa pede “condições dignas para quem está recluso, respeito pelos direitos humanos e sobretudo a abolição da pena de morte”. (10) Para oferecer aos prisioneiros um sinal concreto de proximidade, o próprio Pontífice abrirá uma Porta Santa em uma prisão.

Esperança para os doentes e incentivo para os jovens

Sinais de esperança também devem ser oferecidos aos doentes, que se encontram em casa ou no hospital: “O cuidado para com eles é um hino à dignidade humana”. (11) A esperança também é necessária para os jovens que, com tanta frequência, “veem desmoronar-se os seus sonhos”.

“A ilusão das drogas, o risco da transgressão e a busca do efêmero criam nos jovens, mais do que nos outros, confusão e escondem-lhes a beleza e o sentido da vida, fazendo-os escorregar para abismos escuros e impelindo-os a gestos autodestrutivos.” (12)

Sinais de esperança em relação aos migrantes

Mais uma vez o Papa pede que as expectativas dos migrantes “não sejam frustradas por preconceitos e isolamentos”.

“A tantos exilados, deslocados e refugiados que, por acontecimentos internacionais controversos, são forçados a fugir para evitar guerras, violência e discriminação, sejam garantidos a segurança e o acesso ao trabalho e à instrução, instrumentos necessários para a sua inserção no novo contexto social.” (13)

O número de pobres no mundo é escandaloso

Francisco não se esquece, na Bula, dos muitos idosos que “experimentam a solidão e o sentimento de abandono” (14). Também não se esquece dos “bilhões” de pobres que “falta o necessário para viver” e “sofrem a exclusão e a indiferença de muitos”. “É escandaloso”, de acordo com Francisco, que os pobres constituam a maioria da população de um mundo “dotado de enormes recursos destinados em grande parte para armas”. (15) Em seguida, pede ” que seja generoso quem possui riquezas”, e renova seu apelo para a criação de “um Fundo Global para acabar de vez com a fome” com o dinheiro proveniente de gastos militares. (16)

O perdão das dívidas dos países pobres

Outro convite sincero é dirigido às nações mais ricas para que “reconheçam a gravidade de muitas decisões tomadas e estabeleçam o perdão das dívidas dos países que nunca poderão pagá-las”. “É uma questão de justiça”, escreve o Papa Francisco, “agravada hoje por uma nova forma de desigualdade”, como a “dívida ecológica”, especialmente entre o Norte e o Sul.

O testemunho dos mártires

Na Bula do Jubileu, o Papa convida a olhar para o testemunho dos mártires, pertencentes às diversas tradições cristãs, e expressa o desejo de que durante o Ano Santo esteja presente o aspecto ecumênico. “Estes mártires, pertencentes às diferentes tradições cristãs, são também sementes de unidade, porque exprimem o ecumenismo do sangue. Durante o Jubileu desejo ardentemente que não falte uma celebração ecumênica para evidenciar a riqueza do testemunho destes Mártires.”

A importância da Confissão

Francisco também se refere ao sacramento da Penitência e anuncia a continuação do serviço dos Missionários da Misericórdia, estabelecido durante o Jubileu extraordinário. Aos bispos, pede que os enviem a lugares onde “a esperança está posta a dura prova, como nas prisões, nos hospitais e nos lugares onde a dignidade da pessoa é espezinhada, nas situações mais desfavorecidas e nos contextos de maior degradação, para que ninguém fique privado da possibilidade de receber o perdão e a consolação de Deus”. (23)

O convite às Igrejas Orientais e aos ortodoxos

O Papa dirige “um convite especial” aos fiéis das Igrejas Orientais que “tanto sofreram, muitas vezes até à morte, pela sua fidelidade a Cristo e à Igreja”. Esses irmãos devem se sentir “particularmente bem-vindos a Roma, que também é Mãe para eles e conserva tantas memórias da sua presença”. O acolhimento também para os irmãos e irmãs ortodoxos que já estão vivendo “a peregrinação da Via-Sacra, sendo muitas vezes obrigados a deixar as suas terras de origem, as suas terras santas, donde a violência e a instabilidade os expulsam rumo a países mais seguros”.

Oração nos santuários marianos

Francisco também convida os “peregrinos que vierem a Roma” a rezar nos santuários marianos da cidade para invocar a proteção de Maria, de modo a “experimentar a proximidade da mais afetuosa das mães, que nunca abandona os seus filhos”.

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Papa Francisco, envia por meio da Esmolaria Apostólica, 100 mil euros para os atingidos pelas enchentes no RS

“Fomos informados através da Nunciatura Apostólica de que o Santo Padre destinou um valor substancial, através da Esmolaria Apostólica, para auxílio dos desabrigados. Este valor foi em torno de 100 mil euros e será repassado para o Regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, o regional que abrange todo o Rio Grande do Sul, para ajudar no que for possível.” Essas são as palavras de dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na manhã desta quinta-feira, 09 de maio, ao Vatican News.

A preocupação do Papa Francisco

Ao final do Regina Caeli do último domingo (05/05), o Pontífice já havia manifestado sua solidariedade aos afetados pelas fortes chuvas no Rio Grande do Sul:

“Quero assegurar a minha oração pelas populações do Estado do Rio Grande do Sul, no Brasil, atingidas por grandes inundações. Que o Senhor acolha os mortos e conforte os familiares e quem teve que abandonar suas casas.”

Proximidade que se transformou em uma ajuda concreta, conforme confirmado por dom Jaime Spengler. O valor doado pelo Papa Francisco, na moeda local do Brasil, ultrapassa os 500 mil reais, recurso que será gerido pelo Regional da CNBB Sul 3 e que será de grande ajuda ao povo gaúcho.

Os últimos dados

Em todo o estado, 425 municípios foram atingidos, com 107 mortes confirmadas até a manhã desta quinta-feira (09/05), além de 136 desaparecidos, 374 feridos, 164.583 desalojados e 67.542 pessoas em abrigos, 1.476.170 de atingidos. Esses números, que estão em constante atualização, refletem as inundações sem precedentes que atingiram o Rio Grande do Sul, em meio a novos episódios de chuvas intensas e previsões de ventos fortes, juntamente com a chegada do frio. O Aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre, inundado pelas águas, permanece fechado até o dia 30 de maio.

O trabalho extraordinário de tantos voluntários

Dom Jaime relata que em Porto Alegre, capital do estado, “o nível das águas quase não baixou, e nas áreas baixas da cidade, as inundações continuam a subir”. No entanto, a solidariedade das pessoas tem sido de grande ajuda:

“Visitei vários locais onde os desabrigados estão sendo acolhidos, e é verdadeiramente um trabalho extraordinário realizado por tantos voluntários, juntamente com as nossas comunidades. É um trabalho muito bonito.”

O arcebispo descreve também que “na parte sul do estado, na região de Pelotas e Rio Grande, quase na fronteira com o Uruguai, estão enfrentando as consequências das águas que estão chegando àquela região”. Lá, eles tiveram tempo para se preparar para isso, completa o presidente da CNBB, “então, de alguma forma pode-se dizer que eles estão numa situação um pouco melhor, mas choveu muito naquela região, e isso certamente contribuirá para o sofrimento ainda maior daquela população”.

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Igreja celebra a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 12 a 19 de maio

“Amarás o Senhor teu Deus… e ao teu próximo como a ti mesmo” (Lc 10, 27) é o tema escolhido para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristã 2024, com os materiais sendo elaborados por uma equipe ecumênica de Burkina Faso, coordenada pela Comunidade Chemin Neuf (CCN) naquele país.

No hemisfério norte a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos é celebrada entre os dias 18 e 25 de janeiro, data proposta em 1908 por Paul Watson por cobrir os dias entre as festas de São Pedro e São Paulo. Por outro lado, visto ser este o período de férias no hemisfério sul, as Igrejas habitualmente escolhem outras datas para celebrar a Semana de Oração. No Brasil, a semana acontece de 12, Ascensão do Senhor, a 19 de maio, Solenidade de Pentecostes, (de acordo com o que foi sugerido pelo movimento Fé e Constituição em 1926), que é também uma data simbólica para a unidade da Igreja.

A centralidade do amor na vida cristã

O amor é o “DNA” da fé cristã. Deus é Amor e“o amor de Cristo nos reuniu na unidade”. Encontramos nossa identidade comum na experiência do amor de Deus (cf. Jo 3, 16) e revelamos essa identidade ao mundo pelo modo como amamos uns aos outros (cf. Jo 13, 35). Na passagem selecionada para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos 2024 (Lc 10, 25-37), Jesus reafirmou o ensinamento judaico tradicional de Deuteronômio 6, 5: 2 Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças”; e Levítico 19, 18b: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”.

O doutor da lei na passagem do Evangelho pergunta imediatamente a Jesus: “E quem é o meu próximo?” Muitos dos primeiros escritores cristãos, como Orígenes, Clemente de Alexandria, João Crisóstomo e Agostinho, viram a trajetória do plano de Deus para a salvação do mundo na Parábola do Bom Samaritano. Eles viam o homem que descia de Jerusalém como uma imagem de Adão – ou seja, de toda a humanidade – descendo do paraíso para este mundo, com todos os seus perigos e rupturas, e os ladrões como uma imagem dos poderes terrenos hostis que nos assaltam. Eles viram o próprio Cristo como aquele que, movido pela compaixão, veio em auxílio do homem meio morto, tratou de suas feridas e o levou para a segurança de uma estalagem, que eles viram como uma imagem da Igreja.

A promessa do samaritano de voltar foi vista como um prenúncio da promessa da segunda vinda doSenhor. Os cristãos são chamados a agir como Cristo, amando como o Bom Samaritano, mostrando misericórdia e compaixão para com os necessitados, independentemente dasua identidade religiosa, étnica ou social. Não são as identidades compartilhadas que devem nos levar a ajudar o outro, mas o amor ao nosso “próximo”. Entretanto, a visão de amor ao próximo que Jesus nos apresenta está sendo ameaçadano mundo atual. As guerras em muitas regiões, os desequilíbrios nas relações internacionais e as desigualdades geradas pelo sajustes estruturais impostos pelas potências ocidentais ou por outras forças externas inibem a nossa capacidade de amar como Cristo amou. É aprendendo a amar uns aos outros, independentemente das nossas diferenças, que os cristãos podem se tornar próximos como o samaritano do Evangelho.

Busca de uma paz e reconciliação mais ampla

O contexto específico de Burkina Faso reflete a necessidade de colocar o amor no centro da busca pela paz e pela reconciliação. Essa busca tem sido frequentemente prejudicada pela perda de valores e pela perda de um senso compartilhado de humanidade e por uma menor preocupação com o bem comum, a honestidade, a integridade e o patriotismo. A busca pela reconciliação também foi enfraquecida pelo empobrecimento espiritual e pela busca de ganhos fáceis. Diante dessas realidades, a necessidade de testemunhar o amor de Deus é ainda mais urgente.

Amar a Deus e ao próximo em meio a crise de segurança

Burkina Faso é um país com uma área de 174.000 km² localizado na África Ocidental, na região do Sahel, que inclui os países vizinhos de Mali e Nigéria. Tem 21 milhões de habitantes pertencentes a sessenta etnias. Em termos religiosos, aproximadamente 64% da população é muçulmana, 9% é adepto das religiões tradicionais africanas e 26% professa a fé cristã (20% católicos, 6% protestantes).

Esses três grupos religiosos estão presentes em todas as regiões do país e em praticamente todas as famílias. Atualmente, o país africano está passando por uma grave crise de segurança, que afeta todas as comunidades religiosas. Após um grande ataque jihadista organizado fora das fronteiras do país em 2016, a situação de segurança em Burkina Faso e, consequentemente sua coesão social, deteriorou-se drasticamente.

O país tem sofrido com a proliferação de ataques terroristas, a ilegalidade e o tráfico de pessoas. Essa situação já causou mais de três mil mortos e que quase dois milhões de pessoas foram deslocadas no interior do país. Milhares de escolas, centros de saúde e prefeituras foram fechados, e grande parte da infraestrutura socioeconômica e de transporte foi destruída. Os ataques direcionados a grupos étnicos específicos aumentam o risco de conflitos intercomunitários. No contexto dessa terrível situação de segurança, a coesão social, a paz e a unidade nacional estão sendo prejudicadas.

As igrejas cristãs têm sido alvo específico de ataques armados. Sacerdotes, pastores e catequistas foram mortos durante o culto e o destino de outros que foram sequestrados permanece desconhecido. No momento em que este artigo foi escrito, mais de 22% do território nacional estava fora do controle do Estado. Os cristãos não podem mais praticar abertamente a sua fé nessas áreas. Por causa do terrorismo, a maioria das igrejas cristãs no norte, leste e noroeste do país foi fechada.

Não há mais culto cristão público em muitas dessas áreas. Nos locais onde o culto ainda é possível, com proteção policial, geralmente nas grandes cidades, foi necessário encurtar os cultos devido a preocupações com a segurança. É preciso reconhecer que, apesar dos esforços do Estado e das comunidades religiosas, o país está se tornando cada vez mais instável à medida que os grupos extremistas se espalham.

No entanto está surgindo um tipo de solidariedade entre cristãos, muçulmanos e seguidores de outras religiões tradicionais. Os seus líderes estão trabalhando para encontrar soluções duradouras para a paz, a coesão social epara a reconciliação. Com esse objetivo, por exemplo, a Comissão de Diálogo Cristão-Muçulmano da Conferência dos Bispos Católicos de Burkina-Nigéria está fazendo um grande esforço para apoiar o diálogo e a cooperação inter-religiosa e interétnica.

Seguindo os apelos do governo por orações pela paz, coesão social e reconciliação, cada uma das igrejas continua a promover orações e jejuns diários. As ações das várias igrejas católicas e protestantes se intensificaram para ajudar as pessoas deslocadas. Reuniões de reflexão e conscientização foram organizadas para promover uma melhor compreensão da situação e do valor da fraternidade, bem como para desenvolver estratégias para o retorno à paz duradoura. Essa esperança também se reflete no provérbio tradicional Mossi: “Não importa a natureza ou a duração da luta, o momento da reconciliação chegará.”

O convite para trabalhar em conjunto nos textos da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos de 2024 desafia as diferentes Igrejas de Burkina Faso a caminhar, orar e trabalhar juntas em amor mútuo durante esse período difícil para o seu país. O amor de Cristo que une todos os cristãos é mais forte do que as suas divisões e os cristãos de Burkina Faso se comprometem a trilhar o caminho do amor de Deus e do amor ao próximo. Eles estão confiantes de que o amor de Deus vencerá a violência que atualmente aflige seu país.

Com informações e foto VaticanNews

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Coroação de Nossa Senhora será dia 29/05 na Catedral de Votuporanga

Na última quarta-feira de maio, 29 de maio, será realizada a tradicional Coroação de Nossa Senhora pelos fiéis. A celebração será realizada durante a Santa Missa, às 19h00, na Catedral de Votuporanga. É tradição dos devotos de Nossa Senhora finalizar o mês de maio com a cerimônia de Coroação de Nossa Senhora. Para o devoto, coroar Nossa Senhora é demonstrar que a reconhece como rainha. Rainha de um reino que não é o desse mundo, mas, sim, o reino sonhado por Deus para seus filhos e filhas. Na história da vida humana de Jesus, Maria tem o papel fundamental. Seu "sim" sela a encarnação do Filho de Deus como homem e com sua aceitação ela demonstra que é possível uma pessoa fazer de sua vida uma constante escuta da vontade de Deus. 

Maria: filha, mulher, mãe. Filha de pais fiéis a Deus, recebeu deles a educação que lhe abriu o coração para conhecer o Pai do Céu e escutar-Lhe as palavras. Mulher, engajou-se no seu tempo a prestar atenção aos anseios daqueles que a cercavam e soube fazer de seu serviço uma interceder contínuo pela humanidade. Mãe, constituiu a personalidade de seu único Filho, ensinou-lhe os passos e fundamentou seu conhecimento de Deus com aquilo que lhe era revelado. Maria humana, gente, pessoa, que com todas as limitações próprias de sua natureza pode dizer "sim" e ensinar à humanidade a também dizer "sim". 

Por isso reconhecê-la como rainha é dar um lugar de destaque à humanidade daquela mulher que enveredou por um caminho desconhecido pelo puro amor a Deus. Mulher que sentiu a dor do parto, a dor da partida, a dor da perda. Mulher que trabalhou, que cuidou de sua família, que acompanhou a lida do outro como aquela que oferece o descanso e o alimento. Mulher que recebeu de seu filho o beijo carinhoso, o reconhecimento do colo, o sorriso cúmplice daqueles que partilham o mesmo entendimento do mundo. Por sua "humanidade humana" Maria se torna rainha: por ser o exemplo capaz de mostrar a cada um de nós que é possível chegar ao reino que Deus nos prepara. Basta dizer que sim, que em minha vida seja feita a vontade do Senhor. 

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