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Catedral celebrou o Natal do Senhor com a Santa Missa nos dias 24 e 25/12

A Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga celebrou o Natal do Senhor com a celebração da Santa Missa nos dias 24 e 25/12. Na véspera de Natal, o Padre Gilmar presidiu a Santa Missa do Natal do Senhor às 19h na Catedral que ficou lotada de fieis. Já no dia de Natal, foram celebradas Missas às 9h e às 19h. A Santa Missa das 9h foi presidida pelo bispo diocesano Dom Moacir Aparecido de Freitas e concelebrada pelo Padre Gilmar Margotto. Já a celebração das 19h, foi presidida pelo Padre Luis Marton.

Além do Natal do Senhor, no dia 25/12 a comunidade celebrou os 82 anos da instalação da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, criada por Dom Lafayette Libanio em 22 de dezembro de 1943 e instalada 3 dias depois.

Antes e depois das celebrações, os fieis puderam  fazer suas orações pessoais  junto ao belo presépio que foi montado no interior da Igreja.

Montado anualmente por um grupo de paroquianos, ele apresenta a cena do nascimento de Jesus em uma região montanhosa, pela qual os magos caminham para a chegar até a gruta do nascimento do filho de Deus. O presépio está todo iluminado e possui também um pequeno lago.

Significado do presépio de Natal

O presépio é uma montagem com peças, que faz referência ao momento do nascimento de Jesus Cristo. Com o menino Jesus na manjedoura ao centro, o presépio apresenta o local e os personagens bíblicos que estavam presentes neste importante momento cristão.

Origem do presépio de Natal De acordo com fontes históricas, o primeiro presépio foi montado por São Francisco de Assis no Natal de 1223. O frade católico, montou o presépio em argila na floresta de Greccio (comuna italiana da região do Lácio). Sua ideia era montar o presépio para explicar as pessoas mais simples o significado e como foi o nascimento de Jesus Cristo.

No século XVIII, a tradição de montar o presépio, dentro das casas das famílias, se popularizou pela Europa e, logo em seguida, por outras regiões do mundo.

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Párocos dos 82 anos da Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Catedral)

Nestes 81 anos, nossa comunidade teve 19 párocos, entre eles freis franciscanos, freis capuchinhos, padres assuncionistas e padres diocesanos.

Frei Francisco Xavier foi o 1º pároco logo após a criação da paróquia e desde 2011, o Padre Gilmar Margotto está a frente de nossa comunidade. Apesar de ter atuado por quase 13 anos em nossa comunidade, Frei Arnaldo não foi pároco, mas sim vigário cooperador, auxiliando os párocos desse período.

Padre Edemur Alves foi o padre que conduziu nossa paróquia por mais tempo (20 anos).

Veja abaixo a lista dos párocos:

Frei Francisco Xavier (1943 – 1945)

Frei Elias Hüppe (1945)

Frei Meinrado Vogel (1945 – 1946)

Padre Arthur Horsthuis (1946)

Padre João Schulterwalter (1947 – 1953)

Frei Gregório de Protásio Alves (1953 – 1956)

Frei Ambrósio de Bebedouro (1956 – 1959)

Frei Eusébio de Penápolis (1959 -1960)

Frei Benjamin Maria de Piracicaba (1960 – 1964)

Frei Anselmo de Taubaté (1964 – 1966)

Frei Sérgio Maria de Capivari (1966 – 1969)

Frei Cirilo Bergamasco ( 1969-1972; 1981)

Frei Ismael Martignago (1972- 1975)

Frei Tarcísio Paulino Leite (1975 – 1978)

Frei Agostinho Thomazzela (1981 – 1983)

Padre Nino Carta (1983 – 1991)

Padre Edemur José Alves (1991 – 2011)

Padre Gilmar Margotto (2011)

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Você sabia que nosso 1º Padroeiro foi São Pascoal Bailão?

Na criação de nossa paróquia, em 22/12/1943, o bispo diocesano decretou São Pascoal Bailão como nosso 1º padroeiro ("... erigimos e canonicamente instituímos uma nova paróquia que se denominará São Pascoal Bailão de Votuporanga..."). Anos mais tarde, em novo decreto do bispo, Nossa Senhora Aparecida se tornou nossa nova padroeira.

Você sabe quem foi São Pascoal Bailão?

Ele nasceu na Espanha no ano de 1540. Seus pais, muitos religiosos, colocaram nele esse nome por seu nascimento ser no domingo de Páscoa.

Pascoal viveu seus 52 anos centrados no mistério da Eucaristia. Um santo conhecido por suas obras e sua paixão a Jesus Sacramentado.

Trabalhou cuidando dos rebanhos, não tendo oportunidade de estudar tão cedo. Tinha o desejo de conhecer a verdade, e quanto mais aprendia a ler, mais lia o Santo Evangelho. E mais que ler, colocava em prática na vida.

Chamado à vida religiosa, foi para Valença. Renunciou a tudo para seguir a Cristo dentro da família franciscana. E ali, buscava fazer os trabalhos mais simples. Homem de profunda adoração a Jesus Sacramentado.

Entre a Espanha e a França existiam povos que combatiam os cristãos. Ele foi enviado para levar uma carta para a França. E aceitou. Desejando ser mártir da obediência.

Tinha grande amor à Santíssima Virgem. Com 52 anos, depois de uma enfermidade, no dia de Pentecostes, ele – cheio do Espírito – partiu para a Glória Celeste.

São Pascoal Bailão, rogai por nós!

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Paróquia da Catedral completa 82 anos de criação

No último dia 22 de dezembro, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga (Catedral) completou 82 anos de criação. Ela foi criada no dia 22 de dezembro de 1943, com decreto de Dom Lafayette Libanio, sendo desmembrada da Paróquia Santo Antônio de Cosmorama e instalada 3 dias depois, em 25 de dezembro. Na oportunidade tomou posse o Frei Francisco Xavier como primeiro pároco.

Ao criar a paróquia, Dom Lafayette indicou como primeiro padroeiro São Pascoal Bailão. Após pedidos da comunidade paroquial, em 1947 o bispo confirmou Nossa Senhora Aparecida como padroeira da paróquia, em substituição a São Pascoal Bailão em virtude da grande devoção dos votuporanguenses à Padroeira do Brasil.

A Igreja Católica está presente em Votuporanga desde a fundação da cidade, com a celebração da primeira Missa presidida pelo Padre Isidoro Cordeiro Paranhos que veio de Bálsamo para a celebração. Entre 1939 e 1940, logo nos primeiros anos de fundação da cidade, foi construída a primeira igreja de nossa cidade. Dedicada a Nossa Senhora Aparecida, a pequena Capela foi construída onde hoje é a fonte luminosa.

A Paróquia Nossa Senhora Aparecida foi a primeira a ser criada em Votuporanga e dela se originaram as demais. Além dos Frades Menores, a paróquia foi pastoreada por 30 anos pelos Freis Capuchinhos, cuja lembrança deixaram até hoje, principalmente o amado Frei Arnaldo e desde 1983 é administrada por padres diocesanos. O saudoso Padre Edemur  é o pároco que por mais tempo esteve à frente da comunidade, 20 anos, e o Padre Gilmar Margotto, atual pároco, é o primeiro pároco votuporanguense da comunidade.  Entre as curiosidades, a paróquia teve como párocos 3 padres estrangeiros: o holandês Arthur Horsthuis, que anos depois se tornou o primeiro bispo de Jales, o alemão João Schultewalter e o italiano Nino Carta. 
Um grande marco nestes 82 anos foi a construção da Sé Catedral, cartão postal de nossa cidade, cuja construção foi iniciada em 1953 e inaugurada em 1958, desenhada em estilo neogótico e a única da região com duas torres. 
Ao longo desses anos, foram realizadas inúmeras atividades, com destaque para as Missas Solenes, encontros, retiros, quermesses, leilões. Muitas crianças e adultos receberam os sacramentos do Batismo, Eucaristia, Penitência, Crisma, Matrimônio e Unção dos Enfermos. Além disso, muitos padres foram ordenados na paróquia, entre eles o padre Gilmar, além da ordenação de diáconos permanentes, diáconos transitórios e profissões religiosas. Também passaram pela paróquia inúmeras pessoas que não mediram esforços e doaram suas vidas pela comunidade. 

Na área social, a Paróquia se destacou na criação do Lar São Vicente de Paulo, Centro Social, Damas da Caridade, Casa da Criança, Feira da Providência, Secretariado do Menor e hoje mantendo a Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús (Casa Abrigo) que acolhe muitas pessoas em situação de rua, além do combate à desnutrição e mortalidade infantil desenvolvida pela Pastoral da Criança e o trabalho dos Vicentinos que auxiliam as famílias carentes. 

Pastoralmente, a Paróquia é dividida em 14 setores e conta com a participação de fieis em diversos movimentos e pastorais. Diariamente é celebrada a Santa Missa na Catedral às 19h, sendo que às quartas-feiras às 15h é celebrada também a Santa Missa e Novena Perpétua de Nossa Senhora Aparecida e aos domingos, além das 19h, também é celebrada a Santa Missa às 7h30 e 10h.

Com a criação da Diocese de Votuporanga em 2016, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida tornou-se a Paróquia da Catedral, sendo referência para as outras 31 paróquias das 25 cidades da diocese. 

Veja abaixo a lista dos párocos:

Frei Francisco Xavier (1943 – 1945) 

Frei Elias Hüppe (1945) 

Frei Meinrado Vogel (1945 – 1946) 

Padre Arthur Horsthuis (1946) 

Padre João Schulterwalter (1947 – 1953) 

Frei Gregório de Protásio Alves (1953 – 1956) 

Frei Ambrósio de Bebedouro (1956 – 1959) 

Frei Eusébio de Penápolis (1959 -1960) 

Frei Benjamin Maria de Piracicaba (1960 – 1964) 

Frei Anselmo de Taubaté (1964 – 1966) 

Frei Sérgio Maria de Capivari (1966 – 1969) 

Frei Cirilo Bergamasco ( 1969-1972; 1981) 

Frei Ismael Martignago (1972- 1975) 

Frei Tarcísio Paulino Leite (1975 – 1978) 

Frei Agostinho Thomazzela (1981 – 1983) 

Padre Nino Carta (1983 – 1991) 

Padre Edemur José Alves (1991 – 2011) 

Padre Gilmar Margotto (2011)

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Conheça o Decreto de Criação de nossa paróquia redigido em 22/12/1943

Em 22 de dezembro de 1943, o bispo diocesano de São José do Rio Preto, Dom Lafayette Libanio, criou a primeira paróquia de Votuporanga, tendo como primeiro padroeiro São Pascoal Bailão. Três dias depois, em 25 de dezembro de 1943, a Paróquia foi solenemente instalada. Veja abaixo o Decreto de Criação de nossa Paróquia, extraído do Livro Tombo Paroquial:

“Por mercê” de Deus e da Santa Sé Apostólica, bispo de Rio Preto.

Aos que este Decreto virem saudações, paz e benção no Senhor.

Fazemos saber que, atendendo ao desenvolvimento da Capela de Votuporanga e considerando conter a mesma rendas suficientes para manter um pároco, depois de ouvido o parecer de nosso Conselho e do Reverendíssimo Vigário Encarregado da paróquia de Cosmorama, preenchidas todas as formalidades de direito – Havemos por bem, usando de nossas faculdades ordinárias, desmembrar definitivamente da Paróquia de Cosmorama o território que em seguida vai indicado, e nele pelo presente Decreto erigimos e canonicamente instituímos uma nova paróquia que se denominará São Pascoal Bailão de Votuporanga, com sede na povoação do mesmo nome e tendo limites correspondentes aos da atual zona distrital de Votuporanga. Limitada assim a nova paróquia, submetemos à jurisdição e ao cuidado do pároco, que para ela for nomeado e dos que lhe sucederem no cargo, os habitantes daquele território, aos quais mandamos que, tanto para o Reverendíssimo pároco como para a Fábrica da Igreja, contribuam religiosamente com emolumentos e oblações que respectivamente lhes sejam devidos por Estatutos, Leis, Costumes legítimos nesta nossa diocese. Ordenamos que o Reverendíssimo pároco funcione provisoriamente na Igreja de Nossa Senhora Aparecida sita em Votuporanga até que se construa a Matriz definitiva a qual gozará de todos os privilégios e insígnias que em direito cabem às igrejas matrizes. Pelo que concedemos à dita igreja matriz provisória de Votuporanga pleno direito e faculdade de ter sacrário onde se conserve o Augusto Sacramento da Eucaristia, com o necessário ornato e decência e uma lâmpada acesa dia e noite, bem como faculdade de ter batistério e Pia Batismal, Livros de Tombo e de Registros de Batismo, casamentos, óbitos e outros livros paroquiais e todos os demais direitos, honras e distinções de uma Igreja Paroquial. E considerando as circunstâncias peculiares desta diocese, de acordo com o Canon 454 §3 do Código de Direito Canônico, declaramos criada esta paróquia de Votuporanga. Damos portanto, por erigida e canonicamente instituída nesta nossa diocese a paróquia acima descrita, a qual terá por titular São Pascoal Bailão, cuja festa será celebrada anualmente, de acordo com as prescrições litúrgicas, no dia propício, com devoção e religiosos esplendor. Mandamos que este nosso Decreto seja lido em um domingo ou outro dia santificado à estação da Missa paroquial, tanto na Matriz de Votuporanga, como na de Cosmorama e cuidadosamente conservado no arquivo da paróquia Votuporanga. Seja o mesmo Decreto transcrito no livro competente de nossa Câmara Eclesiástica de Rio Preto, sob o nosso sinal e selo das nossas armas aos 22 de dezembro de 1943. E eu, padre José Joaquim Gonçalves, secretário do Bispado o subescrevi.

(ass) + Dom Lafayette Libanio, bispo diocesano.

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Olhar o presépio com os olhos do coração

Sejamos como Maria: na contemplação, um olhar de ternura ao Menino Jesus e um coração capaz de acolher as surpresas de Deus.

Sejamos como José: no silêncio, a não-compreensão dos fatos, mas a plena aceitação do mistério de Deus.

Sejamos como os anjos: na alegria, o canto de glória por todos o céu e por toda a terra. "eis que anuncio a vocês uma grande alegria: um menino nasceu, um Filho nos foi dado" (Lc 2,10). Sejamos como os pastores: na simplicidade, os passos apressados... apressados porque na direção Daquele que era o prometido, a esperança dos pobres e pequenos.

Sejamos como o boi e o burro: na generosidade, o cumprimento da própria missão. Nada melhor do que fazer bem o próprio papel, em tempo e lugar. Estar a serviço... o mundo precisa do que somos mais do que aquilo que temos ou fazemos.

Sejamos como a estrela: um percurso feito na calada da noite, de modo brilhante e convincente. Anunciar... a notícia se faz grande, percorre quilômetros e aponta a direção. Sejamos como os Reis Magos: na esperança, o acreditar! Caminhar seguindo a estrela, acreditar seguindo o coração.

Sejamos, enfim, como Jesus: humilde, pequeno, pobre e simples. Na comunhão com o Infinito, com o Criador, um sim à vida. Eis-me aqui... vim para fazer a tua vontade.

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Adoração Eucarística - 1ª Sexta-feira do mês

Como de costume em toda 1ª sexta-feira do mês, no dia 02 de janeiro, será realizada a Adoração ao Santíssimo Sacramento às 18h na Catedral. Esta será a primeira adoração em 2026.
Em seguida, será celebrada a Santa Missa às 19h.

Participe conosco!

"Eu sou o pão que vem do céu, quem crê em mim, irá viver!"

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Falece Irmã Elisa aos 86 anos em Campinas

Faleceu no último dia 14/12, em Campinas/SP, aos 86 anos de idade e 62 anos de fiel Vida Religiosa Consagrada, a querida Irmã Eliza Fortuna que por muitos anos  atuou em nossa comunidade paroquial.
Professora, por muito tempo dedicou-se a educação ajudando crianças e jovens na formação humana, depois foi para a formação espiritual, trabalhando em diversas paróquias.
Realizou em seu viver a vontade de nossa amada fundadora Mamãe Cecília: “Ajudando nossos Irmãos Capuchinhos em suas árduas Missões”, demonstrando assim seu grande espirito missionário. Na Congregação contribui muito como Irmã e no Governo da como: Superiora Regional, Secretária Geral e Conselheira Geral. Um Irmã muito divertida, com uma risada característica. Era delicada, mas ao mesmo tempo firme, segura em seus propósitos. Determinada e com grande alteridade. Uma mulher imponente, mas muito carinhosa. Tinha uma fé vivencial, partilhada em atos comunitários, em reflexões, em gestos de proximidade, sempre reabastecida no silêncio diante do sacrário e na mais bela das repetições: “Ave Maria cheia de Graça...”  Partiu no “Gaudete” - Domingo da Alegria, indo ao encontro do Senhor, daquele ao qual consagrou toda a sua vida. Descanse em paz, querida Irmã. 
Com gratidão e saudade, sua Família Religiosa. Seu velório foi realizado no dia 15/12 na Capela da Betânia Franciscana e o sepultamento no mesmo dia no Cemitério da Saudade em Campinas/SP.

Que a alma da Irmã Eliza pela misericórdia de Deus descanse em paz! Assim seja!

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A coroa do Advento e seu significado

Deus se faz presente na vida de todo ser humano. E, de todas as formas, Ele nos deixa sentir o Seu amor e desejo de nos salvar. A palavra Advento é de origem latina e quer dizer chegada. É o tempo em que os cristãos se preparam para a vinda de Jesus Cristo. O tempo do Advento abrange quatro semanas antes do Natal.

Atualmente, há uma grande preocupação em reavivar esse costume muito significativo e de grande ajuda para vivermos esse tempo. A coroa ou a grinalda do Advento é o primeiro anúncio do Natal. É um círculo de folhagens verdes, sua forma simboliza a eternidade e sua cor representa a esperança e a vida. Vem entrelaçado por uma fita vermelha, símbolo do amor de Deus por nós como, também, do nosso amor que aguarda com ansiedade o nascimento do Filho de Deus.

As velas do Advento

No centro do círculo, colocam-se as quatro velas para serem acesas uma a cada domingo do Advento. A luz das velas simboliza a nossa fé e nos leva à oração. Simbolizam, também, as quatro manifestações de Cristo:

1° Encarnação, Jesus Histórico;
2° Jesus nos 
pobres e necessitados;
3° Jesus nos Sacramentos;
4° Parusia: Segunda vinda de Jesus.

Deus se faz presente na vida de todo ser humano. E, de todas as formas, Ele nos deixa sentir o Seu amor e desejo de nos salvar. A palavra Advento é de origem latina e quer dizer chegada. É o tempo em que os cristãos se preparam para a vinda de Jesus Cristo. O tempo do Advento abrange quatro semanas antes do Natal.

Atualmente, há uma grande preocupação em reavivar esse costume muito significativo e de grande ajuda para vivermos esse tempo. A coroa ou a grinalda do Advento é o primeiro anúncio do Natal. É um círculo de folhagens verdes, sua forma simboliza a eternidade e sua cor representa a esperança e a vida. Vem entrelaçado por uma fita vermelha, símbolo do amor de Deus por nós como, também, do nosso amor que aguarda com ansiedade o nascimento do Filho de Deus.

As velas do Advento

No centro do círculo, colocam-se as quatro velas para serem acesas uma a cada domingo do Advento. A luz das velas simboliza a nossa fé e nos leva à oração. Simbolizam, também, as quatro manifestações de Cristo:

1° Encarnação, Jesus Histórico;
2° Jesus nos pobres e necessitados;
3° Jesus nos Sacramentos;
4° Parusia: Segunda vinda de Jesus.

No Natal, pode-se adicionar uma quinta vela branca até o término do tempo natalino. E, se quisermos, podemos colocar a imagem do Menino Jesus junto à coroa: temos de nos atentar, porém, que o Natal é mais importante do que a espera do Advento.

História da coroa do Advento

Essa coroa é originária dos países nórdicos (países escandinavos, Alemanha), a qual contém raízes simbólicas universais: a luz como salvação, o verde como vida e o formato redondo como eternidade.

Simbolismos esses que se tornaram muito adequados ao mistério natalino cristão e, por isso, adentraram facilmente nos países sulinos. Visto que, se converteram rapidamente em mais um elemento de pedagogia cristã, para expressarmos a espera de Jesus como Luz e Vida em conjunto com outros símbolos, certamente mais importantes, como são as leituras bíblicas, os textos de oração e o repertório de cantos.

O comércio e o sistema deste mundo fazem questão de esquecer o verdadeiro sentido do Natal. E, nós, podemos cair nessa, mas é possível dar presente e celebrar o verdadeiro sentido: o Menino Jesus é o nosso grande presente!

Sugestão: você pode fazer uma coroa do Advento em sua casa e celebrar, com sua família, à luz da nossa fé, a chegada de Jesus Cristo nosso Salvador. A cada domingo, pode acender as velas, convidando seus familiares para rezar.

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/liturgia/tempo-liturgico/advento/a-coroa-do-advento-e-seu-significado/

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Inscrições abertas para a Catequese Batismal

Estão abertas as inscrições para a Catequese Batismal para Pais e Padrinhos que será realizada no dia 01 de fevereiro de 2026. O encontro tem início às 7h30 no Salão Paroquial e as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial. Mais informações pelo telefone: (17) 3421-6245 ou (17)98114-4841.

O Principal objetivo da Pastoral do Batismo é levar aos pais e padrinhos o conhecimento do que é o sacramento do Batismo e o compromisso que através dele se assume com Deus e com a comunidade. Demonstrar que este Sacramento não se resume apenas em cumprir um preceito: é necessário, portanto, vivenciar, testemunhar e ensinar filhos e afilhados a serem cristãos autênticos e fiéis seguidores de Jesus Cristo.

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Ministério da Acolhida da Catedral celebra Festa de Santo André, símbolo de acolhimento

Por ocasião da Festa do Apóstolo Santo André, símbolo de acolhimento, os membros do Ministério da Acolhida da Catedral Nossa Senhora Aparecida participaram juntos da Santa Missa às 10h na Catedral no domingo, 30 de novembro.
Ao término da celebração, o Padre Gilmar Margotto agradeceu pela vida e vocação de cada membro do Ministério da Acolhida nesta sublime e importante missão de acolher fraternalmente todos aqueles que participam da Santa Missa na Catedral de Votuporanga.

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Catedral acolheu encontro dos membros do Apostolado da Oração

Na tarde deste domingo, 30/11, os membros do Apostolado da Oração das paróquias de Votuporanga se reuniram para um encontro de oração e de confraternização no Centro de Eventos da Catedral. Durante o encontro , que contou também com a presença da Irmã Lucimar e do Padre Gilmar Margotto, os participantes de maior e menor idade receberam um "mimo".

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Em última reunião do CPP de 2025, Padre Gilmar agradeceu aos coordenadores pela vida e ministério partilhados na comunidade

Na noite da terça-feira, 02/12, foi realizada a última reunião do Conselho Paroquial de Pastoral em 2025 no Auditório da Catedral.
A reunião, sob a presidência do Padre Gilmar, contou com a presença dos coordenadores de pastorais, movimentos e ministérios da Catedral, além das Irmãs Franciscanas Magaly e Claudenice. Durante o encontro, a Irmã Magaly falou sobre o tema: "Como ser uma Igreja Sinodal em Missão".
Ao término do encontro, o Padre Gilmar Margotto agradeceu a todos os coordenadores pela vida partilhada na comunidade paroquial da Catedral de Votuporanga e entregou a eles um mimo em agradecimento

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Missa Encerramento Diocesano do Ano Jubilar – Peregrinos de Esperança será dia 28/12 na Catedral

A Diocese de Votuporanga convida os fiéis a participarem do encerramento Diocesano do Ano Jubilar – Peregrinos de Esperança. No dia 28 de dezembro (domingo), às 10h, na Catedral Nossa Senhora Aparecida, culminaremos a nossa peregrinação jubilar celebrando a Festa da Sagrada Família, Jesus, Maria e José, num momento de ação de graças por todo o caminho vivenciado neste ano santo.

Rezemos juntos para que este encerramento fortaleça nossa missão de peregrinos de esperança, guiados pelo nosso bispo, Dom Moacir Aparecido de Freitas, e inspirados pela Sagrada Família.

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Papa: "Peregrinos de Esperança" é um programa de vida

O Advento ensina a espera, que “não é passiva”. Ajuda a cultivar a esperança, prepara-nos para estar com Jesus e ensina-nos a discernir os sinais dos tempos. É um tempo fecundo que conduz ao Natal, no qual Deus envolve cada um de nós em sua história. O Papa Leão XIV explicou isso em sua catequese na Audiência Jubilar deste sábado, 6 de dezembro, na Praça de São Pedro, precedida pela passagem, como faz habitualmente, no papamóvel entre os trinta mil peregrinos presentes, detendo-se brevemente para saudar e abençoar muitas crianças.

O Pontífice, recordando Maria, José, os pastores, Simão e Ana, e muitos outros, enfatiza que todos são chamados a participar.

É uma grande honra, e que vertigem! Deus nos envolve em sua história, em seus sonhos. Esperar, então, é participar. O lema do Jubileu, “Peregrinos de Esperança”, não é um slogan que ficará ultrapassado em um mês! É um programa de vida: “Peregrinos de Esperança” significa pessoas que caminham e esperam, não ociosamente, mas participando.

Inteligência, coração e mangas arregaçadas

Participar esperando e lendo os sinais dos tempos, que o Concílio Vaticano II nos ensinou a interpretar juntos, nunca sozinhos. “São sinais de Deus”, afirma o Pontífice, “de Deus que vem com o seu Reino, através de circunstâncias históricas. Deus não está fora do mundo, fora desta vida.” Ele é Deus-conosco em meio às mais diversas realidades em que a humanidade é chamada a buscá-lo, explica o Papa, “com inteligência, coração e mangas arregaçadas!” Uma missão que o Concílio confiou principalmente aos leigos.

Nos problemas e nas belezas do mundo, Jesus nos espera e nos envolve, pedindo-nos que trabalhemos com Ele. É por isso que esperar é participar!

Marvelli: um mundo melhor se escolhermos o bem

A esperança como participação tem um rosto para o Papa Leão XIV, e é o do beato Alberto Marvelli, um jovem da Ação Católica que viveu na primeira metade do século passado e cujo modelo foi Pier Giorgio Frassati. Criado em sua família na escola do Evangelho, não deixou de condenar a Segunda Guerra Mundial em diversas ocasiões; era um jovem altruísta.

“Em Rimini e arredores”, conta o Papa, “dedicou-se com todas as suas forças a ajudar os feridos, os doentes e os deslocados. Muitos o admiravam por sua dedicação altruísta e, após a guerra, foi eleito conselheiro e encarregado da comissão de habitação e reconstrução. Assim, ingressou na vida política ativa.” Enquanto se dirigia de bicicleta para um comício na noite de 5 de outubro de 1946, um caminhão militar o atropelou. Ele tinha apenas 28 anos.

Alberto nos mostra que ter esperança é participar, que servir ao Reino de Deus traz alegria mesmo em meio a grandes riscos. O mundo se torna melhor se abrirmos mão de um pouco de segurança e tranquilidade para escolher o bem. Isso é participar.

Um sorriso nos lábios

O exemplo de Alberto suscita questões. “Perguntemo-nos”, questiona Leão XIV, “estou participando de alguma boa iniciativa que mobilize meus talentos? Tenho a perspectiva e o fôlego do Reino de Deus quando realizo algum serviço? Ou o faço resmungando, reclamando que tudo está indo mal?” A resposta também está no próprio rosto.

Um sorriso nos lábios é o sinal da graça dentro de nós. Ter esperança é participar: este é um dom que Deus nos dá. Ninguém salva o mundo sozinho. E nem mesmo Deus quer salvá-lo sozinho: Ele poderia, mas não quer, porque juntos é melhor. Participar nos permite expressar e internalizar mais profundamente aquilo que, em última análise, contemplaremos para sempre, quando Jesus finalmente retornar.

Dar nos torna mais felizes

Em sua saudação aos poloneses, o Papa recorda São Nicolau, “um bispo conhecido por sua sensibilidade aos necessitados”. “Aprendamos”, afirma ele, “que dar nos torna mais felizes do que receber”. O Pontífice expressa então a esperança de que a participação de crianças e jovens nas Missas, celebradas durante o Advento, ajude a “desenvolver a virtude da esperança na expectativa do Santo Natal”.

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O que é o Tempo do Advento? Como vivê-lo bem?

Tudo quanto Deus criou é bom. E uma de suas criaturas, o tempo, talvez seja a mais implacável e impassível de todas. Contudo, por fazer parte da vontade de Deus, ele é bom. Não por acaso que o próprio Deus, ao entrar e viver durante trinta e três anos no tempo, Ele o santificou. Ao penetrar no tempo humano, Deus se encarnou revelando-se a si e, revelando-se, revelou o Seu plano salvador.

Existem dois tipos de tempo: o primeiro é denominado “kairos”, em grego, e o segundo é o “chronos”, o tempo humano-cronológico. Para os gregos, o cronológico é entendido como algo destrutivo, aquele responsável por acabar com a beleza, com as forças e, por que não dizer, com a vida. Os cristãos, por outro lado, veem o kairos, o tempo de Deus, como um período salvífico por natureza. O kairos é, portanto, sempre favorável à graça de Deus.

O tempo de Deus não é como o do homem, composto por presente, passado e futuro. Para Deus, o passado penetra no presente, e o presente desvela o futuro, possuindo assim um caráter transcendente. O homem, por graça de Deus, pode experimentar o kairos e o lugar por excelência, para que ele participe do tempo de Deus, a Sagrada Liturgia dignamente celebrada pela Igreja.

O ano litúrgico e o Advento do Senhor

Assim como existe o calendário civil que vai contando os dias e, pouco a pouco, percorrendo todos os meses do ano, existe, dentro da Igreja Católica, o calendário litúrgico em que a comunidade cristã celebra a vida e a obra de salvação realizada por Cristo. Sendo assim, o tempo litúrgico é também sinal da presença de Cristo no tempo dos homens.

Diferentemente do ano civil que se inicia no dia primeiro de janeiro, o ano litúrgico inicia-se no domingo mais próximo do dia 30 de novembro. O Advento, por sua vez, faz parte de um ciclo maior chamado ciclo do Natal. Esse ciclo do Natal, além das quatro semanas do Advento, comporta o dia de Natal propriamente dito (dia 25 de dezembro) e prolonga-se com a celebração de algumas festas como a da Sagrada Família, a Festa da Santa Mãe de Deus, a Epifania e o Batismo de Jesus.

Após essa breve apresentação do contexto geral em que se encontra o tempo litúrgico que estamos tratando, chegou o momento de fecharmos um pouco mais o foco nas quatro semanas do Advento.

A palavra “advento” significa “vinda” ou “chegada”. Cabe então a pergunta: “vinda ou chegada de quem?”. Obviamente, nós católicos, preparamo-nos para a chegada de Jesus. É Ele quem já está às portas! Acontece que essa vinda possui dois significados muito importantes. O primeiro é a chegada do Menino Deus, que dignou-se encarnar no gênero humano para nos dar a salvação eterna. Portanto, celebramos com muita alegria o nascimento do Menino Deus.

O segundo significado refere-se à sua vinda definitiva, aquilo que a teologia vai chamar de advento escatológico. Sendo assim, além de nos prepararmos para receber Jesus que vai nascer, devemos nos preparar para esperar Jesus que virá gloriosamente. Conforme podemos perceber, o tempo do Advento possui um significado profundíssimo e uma espiritualidade toda singular. Se nós vivermos com verdade e com devoção o que essa liturgia nos oferece, certamente teremos a nossa vida transformada por inteiro.

O período do Advento é dividido em duas partes

Acima, vimos que o Advento possui dois significados, um escatológico (vinda gloriosa do Senhor no final dos tempos); e o segundo refere-se ao nascimento de Jesus (encarnação do Verbo). Partindo desse princípio, a liturgia do Advento foi dividida em duas partes: a primeira que vai desde o primeiro domingo do Advento até o dia 16 de dezembro. Nesse período, nós podemos observar que toda a liturgia nos coloca em estado de espera do Jesus glorioso, portanto, evidencia-se o sentido escatológico.

O segundo momento do Advento, por estar mais próximo do dia em que se celebra o nascimento de Jesus, que vai do dia 17 até o dia 24 de dezembro, a sagrada Liturgia passa a nos preparar com mais intensidade para o Natal do Senhor. Tanto a Santa Missa com as suas orações e leituras, quanto a Liturgia das Horas, coloca-nos na expectativa do grande acontecimento da humanidade, o nascimento do nosso Salvador e redentor.

Uma vez que o Advento é um tempo de expectativa, devemos vivê-lo num espírito de profunda esperança e alegria, mas também num estado de preparação e penitência. No Advento, a alegria e a penitência tornam-se grandes amigas. Há quem discorde, afirmando que o Advento não seria tempo para penitência, porém, a própria liturgia nos insere nessa dinâmica penitencial. Por exemplo, não se canta o “Te Deum” (hino de louvor a Deus) na Liturgia das Horas, o ornamento dos espaços litúrgicos tornam-se mais sóbrios, não se entoa o Glória (salvo exceções), a música torna-se menos ritmadas dentre outras.

Não se pode deixar de falar que este é um momento especialíssimo para conversão pessoal e mudança de vida, propício para irmos em direção daquele irmão do qual nos afastamos e buscarmos a reconciliação. Esses pequenos atos de conversão também devem fazer parte dessa preparação.

Ao longo desse caminho que acabamos de iniciar, teremos a possibilidade de mergulharmos mais profundamente na espiritualidade desse tempo litúrgico tão singular que nossa amada Igreja Católica nos oferece. Desde já, gostaria que você indicasse este artigo para alguém. Gostaria de saber o que você mais gostou nele comentando aqui embaixo.

Deus abençoe você e até a próxima!

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/liturgia/tempo-liturgico/advento/o-que-e-o-tempo-do-advento-como-vive-lo-bem/

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Legião de Maria recita o Santo Terço na Praça Vale do Sol todo dia 27 de cada mês

Mensalmente no dia 27, a Legião de Maria realiza a recitação do Santo Terço na praça João Guzzo, localizada na av Vale do Sol em Votuporanga. A celebração aberta à toda comunidade tem início sempre às 19h30.

Participe deste momento mariano de nossa comunidade!

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Catequese Batismal para Pais e Padrinhos será dia 30/11

Estão abertas as inscrições para a Catequese Batismal para Pais e Padrinhos que será realizada no dia 30 de novembro. O encontro tem início às 7h30 no Salão Paroquial e as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial. Mais informações pelo telefone: (17) 3421-6245 ou (17)98114-4841.

O Principal objetivo da Pastoral do Batismo é levar aos pais e padrinhos o conhecimento do que é o sacramento do Batismo e o compromisso que através dele se assume com Deus e com a comunidade. Demonstrar que este Sacramento não se resume apenas em cumprir um preceito: é necessário, portanto, vivenciar, testemunhar e ensinar filhos e afilhados a serem cristãos autênticos e fiéis seguidores de Jesus Cristo.

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Adoração Eucarística - 1ª Sexta-feira do mês

Como de costume em toda 1ª sexta-feira do mês, no dia 07 de novembro, será realizada a Adoração ao Santíssimo Sacramento às 18h na Catedral. 
Em seguida, será celebrada a Santa Missa às 19h.

Participe conosco!

"Eu sou o pão que vem do céu, quem crê em mim, irá viver!"

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O que a Igreja celebrará no próximo dia 2 de novembro: Todos os Santos ou Fiéis Defuntos?

No próximo final de semana, a Igreja celebra a Solenidade de Todos os Santos e a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos. A ocorrência do Dia de Finados no domingo fez com que a Comissão Episcopal para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgasse uma carta com as orientações litúrgicas para as dioceses. Aos fiéis, o assessor da Comissão orientou sobre o cumprimento do preceito da solenidade e o dominical.

Como de costume no Brasil, a Solenidade de Todos os Santos, no dia 1º de novembro, é sempre transferida para o domingo sucessivo. Mas, neste ano, ocorrerá no sábado dia 1º, conforme o calendário universal, com a Comemoração dos Fiéis Defuntos no dia 2.

Segundo a Comissão Episcopal para a Liturgia da CNBB, quando o dia 2 de novembro coincide com o domingo, no sábado, 1º de novembro, celebra-se durante todo o dia a Solenidade de Todos os Santos, com início nas Primeiras Vésperas na noite anterior.

Na carta enviada aos bispos, o presidente da Comissão para a Liturgia da CNBB, dom Hernaldo Pinto Farias, apresenta as orientações litúrgicas contidas na 3ª edição do Missal Romano e no Diretório Litúrgico da CNBB, “a fim de contribuir com a prática litúrgica adequada nestas circunstâncias”.

Na carta, os bispo indica os formulários, as referências das leituras, o prefácio e a fórmula da Bênção Solene para a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos. Ele orienta também que não se canta o Glória, nem é proclamada a Profissão de Fé e que a cor litúrgica própria no Brasil para esta celebração é o roxo.

Confira a carta na íntegra.

 

Preceito dominical

No âmbito pastoral, os fiéis apresentaram dúvidas quanto ao cumprimento do preceito dominical, uma vez que a solenidade será celebrada no sábado e a celebração de domingo será a dos Fiéis Defuntos.

O assessor do Setor Pastoral Litúrgica da Comissão Episcopal para a Liturgia da CNBB, frei Luís Felipe Marques, esclareceu sobre a participação dos fiéis nas celebrações do próximo final de semana recordando o que o Papa Leão disse em agosto aos servidores do altar da França.

“O cristão não vai à missa simplesmente para cumprir uma obrigação ou um preceito, mas vai porque ele tem necessidade da Eucaristia, porque ele tem necessidade de crescer na fé e participar ativamente dos mistérios da nossa fé”.

Sendo a Solenidade de Todos os Santos uma solenidade, é uma celebração de preceito e deve ser participada pelos fiéis. O cumprimento desse preceito pode ser feito durante todo o sábado ou indo à Missa já nas vésperas, na sexta-feira.

“Porém, é importante recordar que temos que cumprir o preceito dominical na Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos. Indo à Missa no sábado à tarde, além de cumprir o preceito de Todos os Santos, estarei cumprindo também o preceito dominical. E assim nós crescemos na fé, louvando a Deus pela bem-aventurança dos seus santos e santas que nos precederam na glória do paraíso, mas também rezando pelos nossos fiéis defuntos que aguardam ansiosamente pela ressurreição, a glória do Senhor ressuscitado onde Ele será tudo em todos”, motiva.

Fonte: texto e imagem extraídos de https://www.cnbb.org.br/dia-2-de-novembro-todos-os-santos-ou-fieis-defuntos/

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