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Jogos Olímpicos 2024 se aproximam e Papa insiste em pedido pela paz

Na próxima sexta-feira, 26, até dia 11 de agosto, Paris sediará o maior evento esportivo do mundo: as olimpíadas. Na mensagem enviada ao arcebispo metropolitano da capital francesa, Dom Laurent Ulrich, Papa Francisco escreveu que os jogos “por sua própria natureza, são portadores de paz, não de guerra”. Na manhã desta sexta-feira, 19, Ulrich celebrou a “Missa pela Paz” de abertura da trégua olímpica na Igreja da Madalena, em Paris. 

No texto, o Santo Padre demonstrou esperança e expectativa para os Jogos Olímpicos 2024 que, segundo ele, é uma oportunidade para “superar as diferenças e as oposições e fortalecer a unidade da nação”. “Uma oportunidade para derrubar os preconceitos, para promover a estima onde há desprezo e desconfiança, e a amizade onde há ódio”. 

Trégua Olímpica 

A trégua é uma tradição antiga e que se faz muito necessária nos dias atuais marcados por conflitos. “Nestes tempos difíceis, em que a paz no mundo está seriamente ameaçada, espero fervorosamente que todos respeitem esta trégua na esperança de resolver os conflitos e restaurar a harmonia”, pontuou o Santo Padre. Com a declaração, ele reiterou um apelo já expresso no prefácio do livro “Jogos de Paz”, publicado pela Livraria Editoria Vaticana.

“Que Deus tenha piedade de nós!”, escreveu agora na mensagem ao arcebispo Ulrich. Que o Senhor “ilumine as consciências dos que estão no poder sobre as graves responsabilidades que lhes cabem, que conceda aos operadores de paz o sucesso em seus esforços e que os abençoe”. 

Abrir as portas de igrejas, lares e corações 

Francisco invocou também os dons de Deus para todos aqueles que, como atletas ou espectadores, participarão do evento esportivo. Ele enviou seu apoio e bênção para aqueles que os receberão no país, “especialmente os fiéis de Paris e de outros lugares”. 

Outro convite foi para que todos os participantes das olimpíadas vivam a união e a paz .“Sei que as comunidades cristãs estão se preparando para abrir as portas das suas igrejas, escolas e casas. Acima de tudo, que abram as portas dos seus corações, testemunhando o Cristo que habita neles e lhes comunica a sua alegria, através da gratuidade e da generosidade das suas boas-vindas a todos”,  desejou. 

Superar diferenças e oposições  

A esperança do Pontífice é que a organização desses Jogos ofereça ao povo francês uma oportunidade de harmonia fraterna. Isso “permitirá superar as diferenças e as oposições e fortalecer a unidade da nação”.

Segundo Francisco, o esporte é uma linguagem universal que transcende as fronteiras, os idiomas, as raças, as nacionalidades e as religiões. Ele recordou que a prática tem a capacidade de unir as pessoas, de incentivar o diálogo e a aceitação mútua, além de estimular o desenvolvimento do espírito humano. O esporte, prosseguiu o Santo Padre,  incentiva as pessoas a se superarem, fomenta o espírito de sacrifício, encoraja a lealdade nas relações interpessoais e incentiva a reconhecer os próprios limites e o valor dos outros. 

Encontro entre pessoas, mesmo as mais hostis 

Se forem realmente “jogos”, os Jogos Olímpicos podem ser realmente “um lugar excepcional de encontro entre os povos, mesmo os mais hostis”, frisou Francisco. O conhecido logotipo, com os cinco anéis entrelaçados, representam o “espírito de fraternidade” que deveria caracterizar o evento olímpico e a competição esportiva em geral. 

Derrubar preconceitos e o ódio 

Concluindo sua mensagem, o Papa expressou o desejo de que os Jogos Olímpicos de Paris sejam uma oportunidade imperdível para que todos aqueles que vêm de todas as partes do mundo se descubram e se valorizem mutuamente, para derrubar preconceitos, para promover a estima onde há desprezo e desconfiança, e a amizade onde há ódio.

fonte: https://noticias.cancaonova.com/mundo/jogos-olimpicos-2024-se-aproximam-e-papa-insiste-em-pedido-pela-paz/

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Catequese Batismal de Pais e Padrinhos será dia 04/08

Estão abertas as inscrições para a Catequese Batismal para Pais e Padrinhos que será realizada no dia 04 de agosto. O encontro tem início às 7h30 no Salão Paroquial e as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial. Mais informações pelo telefone: (17) 3421-6245 ou (17)98114-4841.

O Principal objetivo da Pastoral do Batismo é levar aos pais e padrinhos o conhecimento do que é o sacramento do Batismo e o compromisso que através dele se assume com Deus e com a comunidade. Demonstrar que este Sacramento não se resume apenas em cumprir um preceito: é necessário, portanto, vivenciar, testemunhar e ensinar filhos e afilhados a serem cristãos autênticos e fiéis seguidores de Jesus Cristo. 
A Catequese Batismal para Pais e Padrinhos é realizada mensalmente no primeiro domingo de cada mês. Além deste encontro no dia 04/08, a Catequese Batismal será realizada também nos dias  01/09 e 06/10. 

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Catedral celebrará Missa pelos Enfermos com a Sagrada Unção no dia 24 de julho

No dia 24 de julho, será celebrada uma missa especial pelos enfermos às 15h na Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga. Nesta celebração, os doentes do corpo e da alma receberão o sacramento da Unção dos Enfermos. Esta missa é celebrada anualmente na Catedral no mês de julho, nas proximidades da Festa de São Camilo de Lélis (14 de julho), santo protetor dos doentes.

É momento de gesto concreto também, pois pede-se às pessoas sãs que dediquem o horário da celebração para levarem os doentes até a Igreja, principalmente aqueles enfermos que não podem se locomoverem sozinhos. Para os sadios é momento também de agradecer a Deus por sua saúde e rezarem por todos os enfermos.

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Diocese de Votuporanga completa 8 anos de criação

Neste sábado, 20/07, a Diocese de Votuporanga completa 8 anos de criação. A data será comemorada com a celebração da Santa Missa às 19h na Catedral que será presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas.

No dia 20 de julho de 2016, o Papa Francisco dava um presente à região noroeste paulista criando a Diocese de Votuporanga e nomeando seu primeiro bispo, Dom Moacir Aparecido de Freitas, até então sacerdote da Diocese de São Carlos. A Diocese de Votuporanga foi desmembrada das Dioceses de São José do Rio Preto e de Jales e é sufragânea da Arquidiocese de Ribeirão Preto e faz parte do Regional Sul 1 da CNBB.

A diocese foi instalada no dia 22 de outubro, data também da posse do primeiro bispo. Com a criação da nova diocese a Igreja Matriz de Nossa Senhora Aparecida tornou-se Catedral.

“É um momento para render louvores a Deus pelos passos que avançamos nestes oito anos de Diocese, buscando ofertar uma resposta de solicitude ao chamado que Cristo Jesus promove em nossa vida e história. Muito pudemos aprender e ainda passos precisam ser dados, mas na certeza que o caminho se faz caminhando, sempre com humildade, mansidão e alegria, tendo o Senhor como guia e permanente Mestre”, destaca Dom Moacir.

Dom Moacir aproveita para convidar toda a comunidade diocesana para participar da Missa de aniversário da criação da Diocese. “Celebrar a criação da Diocese é celebrar o carinho de Deus para conosco e com o sonho da tão esperada Diocese de Votuporanga. Por isso, todos estão convidados para agradecer e comemorar este momento”.

Atualmente, a Diocese conta com 34 padres, sendo que dois deles foram ordenados no mês de junho, além disso, há 6 diáconos permanentes e 5 seminaristas na etapa de formação. Existem ainda religiosas que realizam o trabalho pastoral em Paróquias e comunidades e leigos engajados nos diversos trabalhos e articulações diocesanas.

A Diocese de Votuporanga conta com 32 Paróquias, distribuídas em 5 regiões pastorais e 2 áreas missionárias. Abrange uma área de 749,11 Km², considerando os 25 municípios que a compõem. São eles: Álvares Florence, Américo de Campos, Buritama, Cardoso, Cosmorama, Floreal, Gastão Vidigal, Lourdes, Macaubal, Magda, Monções, Nhandeara, Nova Luzitânia, Parisi, Paulo de Faria, Planalto, Pontes Gestal, Riolândia, Sebastianópolis do Sul, Tanabi, Turiúba, União Paulista, Valentim Gentil, Votuporanga e Zacarias.

 

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Papa criou diocese de Jaú/SP

O Papa Francisco erigiu uma nova diocese no Brasil: a de Jaú, em São Paulo. Juntamente com a decisão, o Pontífice nomeou Dom Francisco Carlos da Silva, atual bispo de Lins (SP), o primeiro bispo da nova Igreja Particular. Agora, Brasil passa a ter 280 circunscrições eclesiásticas, sendo 220 dioceses.

A diocese de Jaú está localizada em um território desmembrado da Diocese de São Carlos, tornando-se sufragânea da Arquidiocese Metropolitana de Campinas.

Formam o território da nova Diocese de Jaú os seguintes municípios: Jaú-SP, Bariri-SP, Barra Bonita-SP, Bocaina-SP, Borborema-SP, Brotas-SP, Dois Córregos-SP, Ibitinga-SP, Itaju-SP, Itápolis-SP, Itapuí-SP, Mineiros do Tietê-SP, Nova Europa-SP, Tabatinga-SP, Torrinha-SP.

Primeiro bispo diocesano de Jaú

Nascido aos 30 de setembro de 1955, em Tabatinga (SP), Dom Francisco Carlos foi ordenado presbítero em 11 de dezembro de 1982. Em 19 de setembro de 2007, foi nomeado bispo de Ituiutaba (MG), recebendo a ordenação episcopal no dia 22 de novembro daquele ano.

Nesse período, foi suplente do Conselho Permanente do Regional Leste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e membro da então Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz.

Em 30 de setembro de 2015, Dom Francisco foi nomeado bispo de Lins em São Paulo. A posse como 8º bispo diocesano de Lins foi realizada no dia 27 de novembro de 2015.

Saudação da CNBB

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) destacou a grande alegria com a notícia da criação da nova diocese. “O Papa Francisco demonstra seu carinho e sua atenção para com o povo brasileiro, robustecendo a presença dos pastores no cuidado de seus fiéis, o Povo Santo de Deus”, escreveu a presidência.

Uma saudação também foi feita a Dom Francisco. Os bispos a frente da conferência desejaram ao bispo “muita luz para guiar o seu rebanho”. “Que o Espírito Santo o conduza no caminho que o Senhor deseja para uma Igreja Sinodal e Peregrina de Esperança”, complementaram.

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Os novos Padres da Diocese de Votuporanga

Estamos vivendo momentos de alegria em nossa Diocese. Nos dias 14 e 21 de junho, tivemos duas ordenações presbiterais. São dois jovens que um dia receberam um chamado mais específico: consagrar as suas vidas ao Reino de Deus. Sei que pode parecer loucura, ainda mais no mundo de hoje tão decidido a levar nossos jovens a se afastarem das realidades espirituais. Mas, para nós cristãos, como falar que esse chamado não é legítimo? Como ficar surpreso com essa escolha, se o mundo, cada vez mais, carece de pessoas boas e dispostas a cuidar do que se tem de mais importante: os corações feridos da humanidade?

O jovem Ancelmo José Lio, de Votuporanga, foi o primeiro a ser ordenado padre. A missa de ordenação aconteceu na Catedral. É jornalista, escritor e já trabalhou no setor de comunicação da Santa Casa de Votuporanga. Já está colaborando na missão da Comunicação de nossa Diocese. Escolheu como lema de ordenação um versículo do evangelho de São João 15,9b: “Permanecei em meu amor”. É sorridente, responsável e carrega consigo uma alma bela. Possui uma devoção aos três corações: o Sagrado Coração de Jesus, o Imaculado Coração de Maria e o Castíssimo Coração de São José.

O jovem Bruno Luiz Santos Silva é natural da cidade vizinha de Nhandeara. Foi ordenado padre dia 21. Tem um talento nato pela liturgia da Igreja. É seguro nas funções que assume. Inteligente, educado e responsável. Já faz parte da equipe de formadores da diocese, contribuindo como secretário do grupo. Escolheu como lema de ordenação também um versículo do evangelho de São João 17,21: “Para que todos sejam um”. Possui um amor bem visível pela Igreja. Apesar de muito jovem está certo de sua escolha e demonstra muita alegria pela sua ordenação.

Ser padre é antes de tudo abdicar de muitas escolhas da vida para escolher apenas uma: levar Jesus Cristo ao Mundo e trazer o Mundo até Jesus Cristo. Essa missão acontece ao ministrar os sacramentos, abençoar as pessoas, ser um homem de conciliação, sempre atento aos rumos que a humanidade segue e, de maneira muito especial, sempre disposto a levar os ensinamentos do evangelho a todos que queiram receber.

Sou padre há alguns anos, e até hoje, às vezes, perguntam-me se não é difícil assumir uma missão tão pesada. Sempre respondo que, quando há em nós uma vocação verdadeira, nada se torna pesado. Podemos até nos cansar, aborrecer, decepcionar em alguns momentos. Mas como não achar sentido em algo tão sublime como presidir a Eucaristia? Como não se emocionar depois de atender uma confissão e ouvir do penitente que um peso saiu de suas costas? Como não acalentar o coração quando uma criança se aproxima e pede: “Bênção, padre!”?

Ser padre é continuar sendo um homem comum. Com sua história de vida, sua criação, seu temperamento, suas chatices, como qualquer outro. Mas com um esforço maior em buscar a santidade e fazer de sua vida como uma vela acesa que vai se consumindo até se apagar no final.

É buscar Deus a todo o instante e levar as pessoas a fazerem também esse caminho. É não ter outra preocupação a não ser com o povo, que tem sede de Deus. É ser amigo e próximo do bispo, amigo e próximo dos outros padres e pastor do rebanho que lhe foi confiado.

Assim, alegra-se o nosso coração pelas ordenações que vimos nesses dias. Agradeçamos ao nosso bom Deus pelos dois rapazes e peçamos que continue abençoando sua Igreja com generosas e santas vocações.

Ao Padre Ancelmo, pedimos que nunca deixe de permanecer no amor de Deus e da Igreja. Ao Padre Bruno, que seja sempre um instrumento de unidade entre a humanidade e Deus. Aos fiéis católicos de nossa Diocese, não se esqueçam de rezar um Pai-Nosso e uma Ave-Maria na intenção desses dois jovens corajosos e cheios de vida.

Que sejam felizes nessa escolha vocacional. Que encontrem apoio, quando precisarem de um ombro amigo, e perseverem na fé.

Que Deus abençoe os nossos novos sacerdotes da Igreja!

Padre Djalma Lúcio Magalhães Tuniz

Pároco de Américo de Campos e Pontes Gestal

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Em julho, Papa reza pelo cuidado pastoral dos Enfermos

Francisco, no vídeo de intenção de oração para julho, pede que rezemos "para que o sacramento da Unção dos Enfermos dê às pessoas que o recebem e aos que lhes são mais próximos a força do Senhor e se torne cada vez mais para todos um sinal visível de compaixão e esperança". O Papa ainda insiste que "não é um sacramento apenas para aqueles que estão prestes a morrer", explicando que é "um dos 'sacramentos da cura', que cura o espírito".

segue link do vídeo com a mensagem do papa: https://www.youtube.com/watch?v=XZ42JGataLc&t=1s

“Este mês tenhamos na nossa oração o cuidado pastoral dos enfermos.”

Assim inicia Francisco a mensagem em vídeo de julho com a intenção de oração que o Pontífice confia à Igreja Católica através da Rede Mundial de Oração do Papa. O Pontífice se detém a explicar mais precisamente sobre a Unção dos Enfermos, um sacramento administrado pelo sacerdote que proporciona consolo aos que sofrem alguma doença e aos seus mais próximos. Os sacramentos da Igreja são dons, são as formas de Jesus se fazer presente para abençoar, animar e acompanhar. O Papa faz um alerta:

"A Unção dos Enfermos não é um sacramento apenas para aqueles que estão prestes a morrer. Não. É importante deixar isto claro. Quando o sacerdote se aproxima de uma pessoa para lhe dar a Unção dos Enfermos, não está necessariamente a ajudá-la a despedir-se da vida. Pensar assim é desistir de toda a esperança. É dar por adquirido que depois do padre vem o coveiro."

Um sacramento com dimensão comunitária

O convite do Papa Francisco à oração de toda a Igreja é uma forma de tornar visível que a Unção dos Enfermos é um sacramento de natureza comunitária e relacional. Em Audiência Geral de fevereiro de 2014, dedicada à Unção dos Enfermos, o Pontífice recordou que "no momento da dor e da doença não estamos sós: o sacerdote e quantos estão presentes durante a Unção dos Enfermos representam toda a comunidade cristã que, como um único corpo se estreita em volta de quem sofre e dos familiares, alimentando neles a fé e a esperança, e apoiando-os com a oração e com o calor fraterno".

A proximidade de Jesus

Esse sacramento assegura a proximidade de Jesus à dor de quem está doente ou já idoso, o alívio do sofrimento e o perdão dos seus pecados, mas não é sinônimo de uma morte iminente. A Unção dos Enfermos é, frequentemente, um sacramento esquecido ou menos reconhecido, continuou o Papa. No entanto, "é o próprio Jesus que chega para aliviar o doente, para lhe dar força, para lhe dar esperança, para o ajudar; também para lhe perdoar os pecados". E, no vídeo para o mês de julho, Francisco acrescenta:

"Lembremos que a Unção dos Enfermos é um dos 'sacramentos da cura', da 'cura', que cura o espírito. E quando uma pessoa está muito doente, é aconselhável dar-lhe a Unção dos Enfermos. E quando uma pessoa já é idosa, é apropriado que receba a Unção dos Enfermos."

As imagens que acompanham as palavras de Francisco no vídeo – gravadas por profissionais da Arquidiocese de Los Angeles em duas dioceses dos Estados Unidos: Allentown (Pensilvânia) e Los Angeles (Califórnia) – põem em destaque precisamente os diferentes contextos em que o sacramento pode ser administrado. São retratadas duas histórias aparentemente diferentes em idade e situação clínica, mas unidas pela graça da Unção dos Enfermos e pelo grande afeto daqueles que se reúnem em volta de quem recebe o sacramento.

“Rezemos para que o sacramento da Unção dos Enfermos dê às pessoas que o recebem e aos que lhes são mais próximos a força do Senhor e se torne cada vez mais para todos um sinal visível de compaixão e esperança.”

A Unção dos Enfermos à luz dos Evangelhos

O Padre Frédéric Fornos, diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, salienta que, embora já haja muitas pessoas que redescobriram a profundidade da Unção dos Enfermos, esse sacramento ainda é visto, frequentemente, como uma forma de preparar os doentes para a morte: "é isso que o Papa Francisco diz, quando recorda que, quando alguém está gravemente doente, queremos sempre adiar o sacramento da Unção dos Enfermos, pois persiste a ideia de que o coveiro chega depois do sacerdote (Audiência Geral de 26 de fevereiro de 2014). Por isso, o Pontífice deseja que este mês possamos redescobrir toda a profundidade e o verdadeiro sentido deste sacramento, não apenas como preparação para a morte, mas como um sacramento que consola os doentes em alturas de enfermidade grave, bem como os que lhe são queridos, e dá força a quem os cuida".

"A pessoa doente não está sozinha", conclui então o Pe. Fornso: "com os sacerdotes e as pessoas presentes, é toda a comunidade cristã que a apoia com as suas orações, alimentando a fé e a esperança, e assegurando-lhe, bem como à família, que não estão sós no sofrimento. Todos conhecemos pessoas doentes, rezamos por elas e, se entendemos que padecem de uma doença grave, bem como os idosos cujas forças declinam, não tenhamos dúvidas em propor-lhes que vivam esse sacramento de consolação e esperança".

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Padres da Diocese participam de manhã de espiritualidade e partilha

Os padres da Diocese de Votuporanga participaram nesta terça-feira, 2 de julho, de uma manhã de espiritualidade e partilha. O encontro aconteceu na Capela São Vicente de Paulo, pertencente a Paróquia Santa Joana Princesa, em Votuporanga. Na oportunidade, refletiram a carta do Papa Francisco aos presbíteros e vivenciaram momentos de oração.

O conteúdo foi conduzido pelo Padre Djalma Lúcio Magalhães Tuniz. O término foi com almoço e a comemoração do aniversário natalício do Padre Gilmar Antônio Fernandes Margotto. O encontro integra a programação de atividades da Pastoral Presbiteral.

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Catedral celebrará Missa pelos Enfermos com a Sagrada Unção no dia 24 de julho

No dia 24 de julho, será celebrada uma missa especial pelos enfermos às 15h na Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga. Nesta celebração, os doentes do corpo e da alma receberão o sacramento da Unção dos Enfermos. Esta missa é celebrada anualmente na Catedral no mês de julho, nas proximidades da Festa de São Camilo de Lélis (14 de julho), santo protetor dos doentes.

É momento de gesto concreto também, pois pede-se às pessoas sãs que dediquem o horário da celebração para levarem os doentes até a Igreja, principalmente aqueles enfermos que não podem se locomoverem sozinhos. Para os sadios é momento também de agradecer a Deus por sua saúde e rezarem por todos os enfermos.

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Padre Nino Carta presidirá Missa na Catedral neste domingo, 07/07

O Padre Nino Carta presidirá a Santa Missa na Catedral no domingo, 07 de julho, às 10h. O sacerdote italiano esteve à frente da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga entre os anos de 1983 e 1991, sendo o primeiro pároco após a saída dos freis capuchinhos. 

Com 84 anos de idade, Padre Nino atualmente mora na cidade de Osidda, cidade italiana localizada na ilha da Sardenha, e está no Brasil para curtir alguns dias de férias, rever os amigos e participar de encontros da  Associação de Leigos Consagrados Comunhão e Missão fundada por ele e que está presente em diversas cidades.  Além da visita à Votuporanga, Padre Nino visitará também as cidades de Riolândia, Marília, São Pedro e Caraguatatuba.

Durante sua permanênica no Brasil, também será lançado um e-book com a coletânea de mensangens escritas pelo sacerdote nos últimos anos: "Luzes, na noite da pandemia", "Acima de tudo, o Amor" e "E o Sim Continua".

Nascido Pietro Saturnino Carta na Itália, padre Nino como é carinhosamente chamado, foi ordenado sacerdote no dia 15 de agosto de 1963. O sacerdote italiano esteve à frente da Paróquia Nossa Senhora Aparecida entre os anos de 1983 e 1991, sendo o primeiro pároco após a saída dos freis capuchinhos. Nos quase 8 anos em que esteve em Votuporanga, Padre Nino, italiano de nascença, mas brasileiro de coração, cativou os fiéis votuporanguenses que lotavam a Igreja Matriz para ouvir as homilias e as músicas cantadas e tocadas pelo sacerdote. 


Padre Nino Carta foi um grande incentivador das CEBs (Comunidades Eclesiais de Base),dividindo o território paroquial em pequenas comunidades de forma a levar a Igreja mais perto das casas dos fiéis. Preocupado com a juventude, criou a Pastoral do Menor. Grande comunicador, deu início as transmissões do programa de rádio “Bondade é Notícia” e da Santa Missa dominical na TV. Apaixonado pelo futebol, a exemplo do frei Arnaldo, padre Nino não perdia um jogo da Votuporanguense. Visando o despertar vocacional de muitos jovens, o sacerdote criou um seminário paroquial, sendo uma etapa de amadurecimento antes da ida dos vocacionados para o seminário diocesano. Esta experiência deu a Igreja novos padres, como o padre Gilmar Margotto, Jair de Marchi, Marcos Rosa, Leonel Brabo, Leonildo Pierin, entre outros. 

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10 razões para ser dizimista

Você já é dizimista em nossa comunidade? Conheça as 10 razões para viver a experiência da Partilha do Dízimo:

01 - O dízimo é uma profunda relação entre você e Deus.

02 - A oferta do dízimo é o reconhecimento dos dons gratuitos recebidos de Deus Pai, retribuindo, de forma justa, parte do que d’Ele você recebeu.
03 - Seu dízimo ajuda a manter a comunidade religiosa, patrimônio de todos.

04 - O dízimo mantém, também, os que vivem para o Evangelho.

05 - O dízimo que você oferece vai se transformar em Evangelho, em remédio, em pão, em missão.

06 - Sua alegria será, extremamente, grande, quando você verificar, daqui a algum tempo, o que, com o seu dízimo, se tornou possível.

07 - Em vez de obrigação, você vai se sentir grato e agradecido a Deus por lhe dar condições de participar da vida paroquial com seu dízimo.

08 - A prática do dízimo integra, cada vez mais, a pessoa à comunidade.

09 - A sua oferta permanente tornará vitoriosa a Pastoral do Dízimo.

10 - Com a oferta do dízimo, você será participante ativo na construção do Reino de Deus.

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Conheça os 10 mandamentos do Dízimo

Dízimo é o ato de gratidão a Deus, do qual recebemos tudo o que temos. É devolução a Ele de um pouco do que dele recebemos, por meio da Igreja, para que seu Reino aconteça entre nós. É manifestação de nosso amor a Deus e aos irmãos. É partilha dos bens que estão a nosso dispor, especialmente com os mais necessitados. 
 O oferecimento do Dízimo nasce do coração de cada cristão participante em sua comunidade. O cristão esclarecido, em espírito de oração, fará a Deus a sua promessa, o seu voto de ofertar o Dízimo. É um ato de Amor a Deus e aos irmãos. 
Dízimo é uma questão de generosidade. ''Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama quem dá com alegria'' (2 Cor. 9,7). 
O dizimista deve sentir-se livre perante Deus ao fixar o percentual de sua contribuição. Não deve se preocupar com o que sai do seu bolso (se muito ou pouco dinheiro), mas com o que sai de seu coração (se pouco ou muito amor a Deus e à Comunidade). 

Os 10 mandamentos do Dízimo

01 - Sou dizimista porque amo a Deus e amo o meu próximo.

02 - Sou dizimista porque reconheço que tudo recebo de Deus. 
03 - Sou dizimista porque minha gratidão a Deus me leva a devolver um pouco do muito que recebo.
04 - Sou dizimista porque aceito como palavra de Deus o que leio na Bíblia, e sei que o dízimo é fonte de bênçãos.
05 - Sou dizimista porque creio, e confio, em Deus Pai; minha contribuição é prova de fé e de confiança.
06 - Sou dizimista porque o partilhar mata o meu egoísmo.
07 - Sou dizimista porque creio na vida cristã em comunidade. 
08 - Sou dizimista porque Deus, o único pai rico, não quer ninguém passando necessidade.
09 - Sou dizimista porque gosto de viver em liberdade e alegria, celebrando desde já a vida plena.
10 - Sou dizimista porque quero ver minha comunidade crescer e minha Igreja testemunhar o Evangelho no mundo inteiro.

 

 

 

 

 

 

 

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Papa: IA deve servir a humanidade e não enriquecer poucos gigantes tecnológicos

O Papa recebeu em audiência os participantes da Conferência anual Internacional da Fundação Centesimus Annus Pro Pontifice. O tema em debate é “A Inteligência Artificial e o paradigma tecnocrático: como promover o bem-estar da humanidade, o cuidado com a criação e um mundo de paz”.

Para Francisco, é um tema que merece atenção, porque a IA influencia de modo impetuoso a economia e a sociedade e pode ter impactos negativos sobre a qualidade de vida, sobre as relações entre pessoas, entre países e relações internacionais, e a casa comum.

O Pontífice citou o termo “algorética”, utilizado em sua Mensagem para o Dia Mundial da Paz deste ano, que indica a absoluta necessidade de um desenvolvimento ético dos algoritmos, em que sejam os valores a orientar os percursos das novas tecnologias. Citou ainda seu recente discurso no G7, em que ressaltou a importância de que a Inteligência Artificial permaneça um instrumento nas mãos do homem. Do contrário, poderia reforçar o paradigma tecnocrático e a cultura do descarte, delegando a máquinas decisões essenciais para a vida dos seres humanos. Portanto, encorajou um uso ético da IA e convidou a política a adotar ações concretas para governar o processo tecnológico em direção à fraternidade universal e à paz.

Já o famoso físico Stephen Hawking alertava para os riscos da IA, que poderia inclusive acabar com a raça humana, dizia ele. “É isso que queremos?”, perguntou o Pontífice, que prosseguiu com outro questionamento:

“A Inteligência Artificial serve para satisfazer as necessidades da humanidade, melhorar o bem-estar e o desenvolvimento integral das pessoas ou para enriquecer e aumentar o já elevado poder dos poucos gigantes tecnológicos não obstante os perigos para a humanidade? É esta a pergunta basilar.”

Por isso, o Papa propôs alguns pontos para a reflexão, como a necessidade de aprofundar o tema da responsabilidade das decisões tomadas usando a IA, a regulamentação, as mudanças no sistema educativo, profissional e de segurança e a quantidade de energia que o uso dessa tecnologia requer, já que a humanidade está enfrentando uma delicada transição energética.

“Não devemos perder a ocasião de pensar e agir num modo novo com a mente, o coração e as mãos”, afirmou o Pontífice.

E Francisco concluiu com uma provocação: “Estamos certos de querer continuar a chamar ‘inteligência' o que inteligência não é? É uma provocação. Vamos pensar nisso e vamos nos questionar se o uso impróprio desta palavra assim tão importante, tão humana, não seja já um cedimento ao poder tecnocrático”.

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Papa: Jesus não nos poupa dificuldades, mas nos ajuda a enfrentá-las

Jesus não nos poupa dificuldades, mas nos ajuda a enfrentá-las: foi o que disse o Papa ao rezar o Angelus com os fiéis reunidos na Praça São Pedro neste XII Domingo do Tempo Comum. O Evangelho apresenta Jesus na barca com os discípulos, no lago de Tiberíades. Improvisamente, chega uma forte tempestade e a barca corre o risco de afundar. Jesus, que estava dormindo, acorda, ameaça o vento e tudo volta à calmaria (cfr Mc 4,35-41).

No entanto, a situação assusta os discípulos, mesmo sendo eles pescadores. "Parece que Jesus queria colocá-los à prova", comentou Francisco. Quando começa o pânico na embarcação, com a sua presença, Jesus os conforta, os encoraja e os exorta a terem mais fé. Para o Pontífice, o Mestre faz isso por dois motivos: reforçar a fé dos discípulos e torná-los mais corajosos.

Com efeito, eles saem dessa experiência mais conscientes da potência de Jesus e da sua presença em meio a eles e, portanto, mais fortes e prontos a enfrentar outros obstáculos e dificuldades, inclusive o medo de se aventurar para anunciar o Evangelho. 

"E também conosco Jesus faz o mesmo, em especial na Eucaristia: nos reúne em volta de Si, nos doa a sua Palavra, nos nutre com o seu Corpo e o seu Sangue, e depois nos convida a tomar o largo, para transmitir a todos o que ouvimos e compartilhar com todos o que recebemos, na vida de todos os dias, mesmo quando é difícil."

Jesus, prosseguiu Francisco, não nos poupa as contrariedades, mas, sem nunca nos abandonar, nos ajuda a enfrentá-las, "nos faz corajosos!". Deste modo, nós aprendemos sempre mais a nos agarrar a Ele, a confiar na sua potência, que vai bem além de nossas capacidades, a superar as incertezas e as hesitações, os fechamentos e os preconceitos, com coragem e grandeza de coração, para dizer a todos que o Reino dos Céus está presente, é aqui, e que com Jesus ao nosso lado podemos fazê-lo crescer juntos para além de qualquer barreira.

O Papa então se dirige aos fiéis com alguns questionamentos: nos momentos de provação, sei fazer memória das vezes em que experimentei, na minha vida, a presença e a ajuda do Senhor? Quando chega a tempestade, me deixo levar pela agitação ou me agarro a Ele, para encontrar calma e paz, na oração, no silêncio, na escuta da Palavra, na adoração e na compartilha fraterna da fé?

"Que a Virgem Maria, que acolheu com humildade e coragem a vontade de Deus, nos doe, nos momentos difíceis, a serenidade de se abandonar a Ele", concluiu.

Fonte: Texto e imagem extraídos de https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2024-06/papa-francisco-angelus-xii-tempo-comum-23-junho.html

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Chá Beneficente em prol da Casa Abrigo será dia 14/07

A Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús (Casa Abrigo) promoverá no dia 14 de julho, seu Chá Beneficente com renda revertida para as obras sociais da entidade.

O evento será realizado no Centro de Eventos da Paróquia Senhor Bom Jesus das Paineiras com início previsto para as 14h. Além do sorteio de brindes, no local serão servidos bolos, salgados, chás, refrigerantes e sucos. 

Os convites estão sendo vendidos a 40 reais e podem ser adquiridos na Secretaria da Catedral, na Casa Abrigo ou com os coordenadores da entidade. Mais informações pelo telefone: : (17) 3421-6918

A Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús (Casa Abrigo) foi fundada em 22 de abril de 1997, por membros da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga, liderados pelo Padre Edemur José Alves (In-memória).

É uma Associação Civil Filantrópica, sem fins lucrativos e em conformidade com a finalidade do seu Estatuto Social na execução de seus serviços, objetivando o atendimento a jovens, adultos, pessoas em migração e situação de rua com dependência indevida do uso de bebida alcoólica.

É uma obra social da Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga, que designa uma porcentagem do Dízimo paroquial, além da participação de muitos paroquianos que partilham espiritualidade junto aos usuários da entidade por meio de orações, encontros, reuniões, bem como a assistência do Diretor Espiritual Padre Gilmar Margotto, além do incentivo e veemência no desenvolvimento das atividades da Casa Abrigo, assim como conta com a ajuda de fieis através de doações e trabalhos voluntários.

A entidade dispõe de 40 leitos assim distribuídos: 30 vagas para acolhimento a homens por tempo indeterminado com sistema de abrigamento e 10 vagas como Casa de passagem, sendo 07 vagas disponíveis ao público migratório para pernoite e 03 vagas à mulheres por curta temporada.

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Padre Gilmar completa mais um ano de vida!

O dia 2 de julho é um dia muito especial, pois é o aniversário natalício do Padre Gilmar Antonio Fernandes Margotto. A data será marcada com a Celebração Eucarística às 19h na Catedral.

Filho de José Margotto e Maria Fernandes Margotto, o padre Gilmar nasceu em Votuporanga no dia 02 de julho de 1970. Foi batizado na Igreja Matriz de Votuporanga pelo Frei Tarcísio Leite no dia 25 de agosto de 1970. Viveu parte de sua infância na cidade de Cosmorama. Foi Crismado também na Igreja Matriz por Dom José de Aquino Pereira. Aos 17 anos entrou para o seminário, sendo ordenado diácono em 13 de maio de 1994 e ordenado presbítero no dia 27 de janeiro de 1995. Ambas as celebrações foram realizadas na Igreja Matriz de Votuporanga e presididas por Dom José de Aquino Pereira.

Tomou posse como primeiro pároco da paróquia Senhor Bom Jesus de Votuporanga no dia 16 de fevereiro de 1995, permanecendo nessa paróquia por 16 anos, onde realizou inúmeros trabalhos pastorais e administrativos. Foi convidado pelo então bispo de Rio Preto, Dom Paulo Mendes Peixoto, para participar da Comissão para a Criação da Diocese de Votuporanga, juntamente com os padres Edemur José Alves e Carlos Rodrigues dos Santos. Após o falecimento do padre Edemur, Dom Paulo nomeou o padre Gilmar Margotto como novo pároco da paróquia Nossa Senhora Aparecida, tomando posse no dia 26 de outubro de 2011.

Que o Senhor, nosso Deus, abençoe e ilumine o caminho de nosso querido sacerdote.

Parabéns Padre Gilmar, que o senhor tenha muitos anos de vida, cheios de paz e saúde e repletos das bênçãos do Altíssimo.

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Padre Ancelmo Lio presidiu sua 1ª Missa na Catedral

No domingo, 16/06, o Padre Ancelmo José Lio  presidiu pela primeira vez a Santa Missa na Catedral de Votuporanga. Ele presidiu a Santa Missa das 10h que contou com a participação de grande número de fieis. Padre Ancelmo, que exerceu seu ministério diaconal em nossa comunidade nesse ano e que já havia realizado estágio pastoral na Catedral em 2018, foi ordenado sacerdote no dia 14/06 em celebração presidida por Dom Moacir. Durante este mês de junho, o neosacerdote exercerá seu ministério presbiteral em nossa paróquia até nova orientação do bispo diocesano.
Gratidão a Deus pela vida do Padre Ancelmo partilhada em nossa comunidade e confiemos ao Senhor da Messe a vida e vocação deste querido sacerdote!

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Catequese Batismal de Pais e Padrinhos será dia 07/07

Estão abertas as inscrições para a Catequese Batismal para Pais e Padrinhos que será realizada no dia 07 de julho. O encontro tem início às 7h30 no Salão Paroquial e as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial. Mais informações pelo telefone: (17) 3421-6245 ou (17)98114-4841.

O Principal objetivo da Pastoral do Batismo é levar aos pais e padrinhos o conhecimento do que é o sacramento do Batismo e o compromisso que através dele se assume com Deus e com a comunidade. Demonstrar que este Sacramento não se resume apenas em cumprir um preceito: é necessário, portanto, vivenciar, testemunhar e ensinar filhos e afilhados a serem cristãos autênticos e fiéis seguidores de Jesus Cristo. 
A Catequese Batismal para Pais e Padrinhos é realizada mensalmente no primeiro domingo de cada mês. Além deste encontro no dia 07/07, a Catequese Batismal será realizada também nos dias 04/08, 01/09 e 06/10. 

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Santo Antonio, São João e São Pedro: os santos juninos!

No mês de junho, a Igreja celebra a festa de três grandes santos: Santo Antônio (dia 13), São João Batista (dia 24) e São Pedro (dia 29). Essas festividades, trazidas para o Brasil pelos colonizadores portugueses, ficaram popularmente conhecidas como Festas Juninas.

Antes de assumir sua forma cristã, as festas juninas tiveram origem pagã no hemisfério norte, onde se festejava, em junho, o solstício de verão, para comemorar o início das colheitas. Com a expansão do cristianismo, elas foram ganhando novo significado e nova roupagem, tornando-se celebração da festa de São João, chamada de festa joanina (de João) e, posteriormente, junina (de Junho). Nela, Santo Antônio e São Pedro passaram a ser também celebrados.

Conheça um pouco sobre a história dos santos de junho:

 

Nascido em 15 de agosto de 1195 na cidade de Lisboa, Portugal, foi batizado com o nome de Fernando de Bulhões. Nascido na Corte Real abandonou as honras do mundo para ingressar na Ordem dos Franciscanos no ano de 1221. A ele são atribuídos muitos milagres ainda em vida, incluindo bilocações, premeditações e curas.

Exímio pregador, sua língua encontra-se até hoje incorrupta na Basílica de Pádua, cidade em que morreu de exaustão no dia 13 de junho de 1231, sendo canonizado um ano depois pelo Papa Gregório IX. Recebeu o título de Doutor da Igreja no ano de 1946, pelo papa Pio XII. É comemorado no dia 13 de junho.

É invocado como “santo casamenteiro”, pois segundo a sua biografia, uma moça não dispunha do dote para casar-se e, confiante, recorreu a Santo Antônio. Das mãos da imagem do Santo teria caído um papel com um recado a um prestamista (pessoa que empresta dinheiro a juros) da cidade, pedindo-lhe que entregasse à moça as moedas de prata correspondentes ao peso do papel.

O prestamista obedeceu e pôs o papel num dos pratos da balança, colocando no outros as moedas. Os pratos só se equilibraram quando havia moedas suficientes para pagar o dote. Também é invocado para ajudar no achado de objetos perdidos.

 

Filho de São Zacarias e Santa Isabel é primo de Jesus. Nasceu na região montanhosa de Judá (Lc 1, 39), perto de Jerusalém, e seu nascimento foi anunciado a seu pai pelo anjo Gabriel no templo (Lc 1,13). Segundo os relatos bíblicos, nasceu três meses antes do nascimento de Jesus, por isso sua festa é comemorada no dia 24 de junho, sendo um dos poucos santos cuja festa é celebrada na data de nascimento e também no martírio, ocorrido no ano 30.

Viveu recluso em um deserto da Judeia e depois começou a pregar as margens do Rio Jordão, batizando muitas pessoas, inclusive Jesus Cristo, quando do início de seu ministério público. Foi canonizado pelo próprio Jesus, ainda em vida, sendo chamado de “maior dentre os homens nascidos de mulher” (Mt 11,11). Morreu entre os anos 30 ou 32, decapitado pelo Rei Herodes.

É de longe o santo mais conhecido e reverenciado neste mês. No Brasil, seu culto é bastante difundido na região Nordeste, sendo dia 24 de junho feriado regional. A fama do santo no mês de junho é tão grande, que em alguns lugares a festa é conhecida como joanina, em referência a São João.

Outro exemplo da fama do santo são as fogueiras, típicas da festa, a tradição foi trazida do continente europeu e representava o aviso a Maria do nascimento de João, filho de sua prima Isabel.

Os fogos de artifício, por sua vez, representam para alguns o despertar de João. Em Portugal, o uso das bombas e rojões serve para espantar os maus espíritos. É invocado como padroeiro dos casados e dos doentes.

 

Considerado Príncipe dos Apóstolos, foi o primeiro Papa, reinando por 37 anos, o papado mais longo da história, e junto com São Paulo, fundou a Santa Sé de Roma, atual sede da Igreja. Nasceu possivelmente no final do I século a.C. na região de Betsaida, na Palestina. Seu nome original era Simão, sendo modificado depois por Jesus (Jo 1,42), para indicar que ele seria a “pedra” sobre a qual Jesus instituiria a sua Igreja (Mt 16,18).

Antes de ser discípulo de Jesus, exercia a função de pescador, possivelmente nas proximidades do Mar da Galileia. E é exercendo sua função que o apóstolo conhece Jesus, que o convida a “avançar para as águas mais profundas” e ser “pescador de homens” (Lc 5,1-11).

Depois da morte de Jesus, foi preso em Jerusalém, mas após ser libertado milagrosamente, foi para Roma, local onde presidiu a comunidade dos apóstolos e toda a Igreja até ser expulso pelo imperador Cláudio, voltando assim a Jerusalém, onde ocorreu o primeiro Concílio da história da Igreja.

Dezessete anos depois, Pedro vai à Antioquia para depois voltar a Roma, local em que seria martirizado no Circo de Nero, local onde atualmente encontra-se a Praça de São Pedro, no ano de 64 d.C. a mando do imperador Nero. Suas relíquias ósseas encontram-se três andares abaixo do altar mor da Basílica de São Pedro, no Vaticano, e são visitadas anualmente por milhares de devotos.

Recebe especial veneração pelos nordestinos, que confiam a ele suas chuvas. Segundo a tradição, é obrigação dos viúvos e das viúvas acender uma fogueira na porta de casa durante a noite do dia 29.

O dia de São Pedro também representa o fim do principal período festivo dos municípios do interior do Nordeste. Em alguns locais é conhecido como “chaveiro dos céus”. É padroeiro dos viúvos, dos pescadores e do Papa. Sua festa é celebrada em 29 de junho e em 22 de fevereiro. Sua celebração encerra o ciclo das festas juninas.

Fonte: A12

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Francisco: “é preciso muito mais coragem para a paz do que para a guerra”

Após a oração mariana do Angelus o Papa Francisco recordou que neste sábado foi comemorado o 10º aniversário da Invocação pela Paz no Vaticano, que contou com a presença do presidente israelense, o falecido Shimon Peres, e do presidente palestino, Abu Mazen. Esse encontro – destacou o Santo Padre – “demonstrou que apertar as mãos é possível e que fazer a paz exige coragem, muito mais coragem do que fazer a guerra”.

“Portanto, incentivo as negociações em andamento entre as partes, mesmo que não sejam fáceis, e espero que as propostas de paz, para um cessar-fogo em todas as frentes e para a libertação dos reféns, sejam aceitas imediatamente para o bem dos palestinos e israelenses".

Francisco recordou ainda que depois de amanhã, a Jordânia sediará uma conferência internacional sobre a situação humanitária em Gaza, convocada pelo rei da Jordânia, pelo presidente do Egito e pelo secretário-geral das Nações Unidas.

“Enquanto agradeço a eles por essa importante iniciativa, incentivo a comunidade internacional a agir com urgência, com todos os meios, para ajudar a população de Gaza, exausta pela guerra. A ajuda humanitária deve chegar aos necessitados, e ninguém pode impedi-la”.

Enfim, francisco mais uma vez pediu para não esquecermos do martirizado povo ucraniano, que mais sofre e que mais anseia por paz.

"Saúdo este grupo ucraniano com as bandeiras que estão ali. Estamos próximos de vocês. Este é um desejo de paz, por isso incentivo todos os esforços que estão sendo feitos para que a paz seja construída o mais rápido possível, com ajuda internacional. E não vamos nos esquecer de Mianmar".

Francisco ainda saudou os romanos e peregrinos provenientes de vários países presentes na Praça São Pedro, entre eles do Ginásio “São João Paulo II” de Kiev (Ucrânia) a quem encorajou em sua missão educacional neste momento difícil e doloroso. Saudou ainda os professores e os alunos da Escola Diocesana “Cardenal Cisneros” da Diocese de Sigüenza-Guadalajara, na Espanha; bem como os fiéis de Assemini (Cagliari), as crianças da escola “Giovanni Prati” de Pádua e os jovens da paróquia de Sant'Ireneo, em Roma.

Renovou, por fim, a sua saudação aos cantores que vieram a Roma de todas as partes do mundo – “cantem algo mais tarde!”, disse - para participar do Quarto Encontro Internacional de Coros. Caríssimos, com seu canto vocês sempre podem dar glória a Deus e transmitir a alegria do Evangelho!

Fonte: texto e imagem extraídos de https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2024-06/francisco-preciso-coragem-paz-guerra-terra-santa-angelus.html

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