Notícias e Artigos Litúrgicos
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O sentido da Festa da Divina Misericórdia

São João Paulo II soube valorizar a experiência mística de Santa Faustina Kowalska. Aliás, a Igreja tem sempre a graça de contar com pessoas que se deixam raptar pela grandeza do amor de Deus para anunciá-lo aos outros. Continua muito válido recorrer aos místicos, cuja percepção dos mistérios vai além dos pobres raciocínios humanos.

Escreve Santa Faustina: “Ó meu Jesus, vós sabeis que, desde os meus mais tenros anos, eu desejava tornar-me uma grande santa, isto é, desejava amar-vos com um amor tão grande com que até então nenhuma alma vos tinha amado” (Diário1372).

Sabemos que o Senhor a escolheu para uma missão especial. Depois de passar pela “noite escura” das provações físicas, morais e espirituais, a partir de fevereiro de 1931, em Plock, o próprio Senhor Jesus Cristo começa a se manifestar a Irmã Faustina de um modo particular, revelando, de um modo extraordinário, a centralidade do mistério da Misericórdia Divina para o mundo e a história, presente em todo o agir divino, particularmente na Cruz Redentora de Cristo, e novas formas de culto e apostolado em prol dessa Sua Divina Misericórdia.

Descreve esta primeira visão: “Da túnica entreaberta sobre o peito saíam dois grandes raios, um vermelho e outro pálido. Logo depois, Jesus me disse: Pinta uma Imagem de acordo com o modelo que estás vendo, com a inscrição: Jesus, eu confio em vós” (Diário 47). Ao longo do Diário, descobrimos que Jesus a escolhe como secretária, apóstola, testemunha e dispensadora da Divina Misericórdia.

Festa da Divina Misericórdia, seu significado e sentido na vida cristã

São inúmeros os lugares do mundo que celebram, nestes dias, a Novena da Divina Misericórdia e se multiplicam, por toda parte, Movimentos e Grupos que contribuem na divulgação da Espiritualidade da Divina Misericórdia, todos crescentes em participação e profundidade, com frutos de intenso apostolado e serviços de caridade que expressam os frutos de uma espiritualidade autêntica.

E se espalha por toda parte a oração do Terço da Divina Misericórdia: Ele foi ensinado durante uma visão que Irmã Faustina teve em 13 de setembro de 1935: “Eu vi um anjo, o executor da cólera de Deus, a ponto de atingir a terra. Eu comecei a implorar intensamente a Deus pelo mundo, com palavras que ouvia interiormente. À medida que assim rezava, vi que o anjo ficava desamparado, e não mais podia executar a justa punição”.

No dia seguinte, uma voz interior lhe ensinou essa oração nas contas do rosário. Nas contas do Pai-Nosso, reza-se: Eterno Pai, eu vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade de vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro. Nas contas das Ave-Marias, reza-se: Pela sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro (10 vezes). Ao fim do terço, reza-se: Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro. Oração de uma simplicidade impressionante, e cujos frutos mais ainda tornam estupefatas as pessoas!

Os efeitos da oração

Outra revelação assim indicava: “Pela recitação desse terço, agrada-me dar tudo que me pedem. Quando o recitarem os pecadores empedernidos, encherei suas almas de paz, e a hora da morte deles será feliz. Escreve isso para as almas atribuladas: Quando a alma vê e reconhece a gravidade dos seus pecados, quando se desvenda diante dos seus olhos todo o abismo da miséria em que mergulhou, que não se desespere, mas se lance com confiança nos braços da minha misericórdia, como uma criança nos braços da mãe querida. Essas almas têm sobre meu coração misericordioso um direito de precedência. Dize que nenhuma alma que tenha recorrido à minha misericórdia se decepcionou nem experimentou vexame. Quando rezarem esse terço junto aos agonizantes, eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso”.

O significado e sentido da misericórdia

De fato, a misericórdia é uma magnífica manifestação do amor do Senhor; é “filha predileta do amor e irmã da sabedoria, nasce e vive entre o perdão e a ternura” (Ignacio Larañaga). Só o amor poderia criá-la, e nasce de bondade que liga Deus aos seres humanos, prescindindo da situação moral e social da humanidade, pois ela é gratuita na iniciativa do amor. A palavra “misericórdia” tem origem em dois termos latinos: “Miserere” e “cor”. O primeiro lembra piedade, compaixão implorada por quem se encontra numa grande tribulação. É difícil permanecer duro e insensível diante de quem grita com lágrimas e suspiros! “Cor” remete a “coração”, que, na compreensão cristã, diz respeito ao centro da vida espiritual, sede dos sentimentos de alegria, dor, amor, serenidade. É aqui, no sentido amplo de coração, que fazemos a avaliação das escolhas decisivas da vida. E o coração aponta também para o núcleo último do ser humano e sua personalidade inteira, sua vida interior e seu temperamento. Coração dado, apaixonado pela miséria, eis a Misericórdia.

Na língua hebraica, a raiz verbal raham indica, em primeiro lugar, o ventre materno, a parte mais tenra e delicada, na qual cada mãe celebra e vive o mistério da vida. A mãe convive e sente com o ser que traz no ventre. É nesse ambiente cheio de ternura que a criança vive antes de vir à luz. De raham chegamos a rahamim, o sentimento de misericórdia com que o amor se manifesta concretamente. Quem ama de verdade deseja tornar este amor visível, sobretudo quando a pessoa amada se encontra em grande dificuldade. Assim entendemos como o salmista, doente e oprimido pelo pecado, recorre com confiança à misericórdia de Deus: “Senhor, não me recuses tua misericórdia; tua fidelidade e tua graça me protejam sempre, pois me rodeiam males sem número, minhas culpas me oprimem e não posso mais ver. São mais que os cabelos da minha cabeça; meu coração desfalece” (Sl 39, 12-13; Cf. Sl 76, 10; Sl 78, 8; Sl 118, 77; SL 144,9).

Onde se manifesta a misericórdia de Deus

É justamente essa profunda e visceral misericórdia que Deus quer oferecer a todos, sem excluir ninguém. E sua misericórdia se manifesta justamente naquele que mostra as chagas da crucifixão, abre os braços, sopra o dom do Espírito Santo e dá a missão do perdão e da reconciliação à sua Igreja: “A quem perdoardes os pecados, serão perdoados; a quem os retiverdes, lhes serão retidos” (Jo 20, 23). Por isso damos graças na Festa da Divina Misericórdia: “Quero lembrar os benefícios do Senhor, celebrar os louvores do Senhor, por tudo o que fez em nosso favor, pela grande bondade com a casa de Israel, quando a beneficiou em sua ternura, em sua imensa misericórdia” (Is 63, 7).

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5 dicas para viver bem o Tempo Pascal

Para você que deseja viver intensamente os 50 dias do Tempo Pascal, apresentamos algumas dicas. Não é nada difícil de se fazer, basta ter disciplina e vontade. Então, tome nota!

#1. Reze a novena da Divina Misericórdia

Esta novena deve ser feita em preparação para o Domingo da Misericórdia. Ela começa na Sexta-Feira Santa e termina no sábado anterior ao segundo domingo da Páscoa, quando celebramos a Festa da Misericórdia.

#2. Medite a Palavra de Deus

Uma boa prática para o Tempo Pascal é a meditação dos Evangelhos de cada dia.

Para isso, leia o texto pausadamente, repita a leitura de trechos que chamam mais atenção e procure entrar na narrativa, observando personagens, as falas, as atitudes. Por fim, busque trazer a Palavra para a tua própria vida.

E a partir desta meditação, faça uma oração espontânea com as palavras que o Espírito Santo inspirar ao seu coração.

#3. Adore a Jesus Ressuscitado

Jesus ressuscitou e está vivo em nosso meio, e a sua presença é a Eucaristia.

Por isso, durante este Tempo Pascal, procure incluir na sua rotina semanal ou mensal alguns dias para adorar a Jesus que o espera em Seu Tabernáculo – o Sacrário.

Adorar a Jesus é reconhecer que Ele é o nosso Rei.

Por isso, enquanto estiver em adoração no Tempo Pascal, procure refletir sobre o significado da ressurreição de Jesus na sua vida. Quais aspectos da sua vida Jesus precisa tocar com Sua ressurreição?

 

 

#4. No Tempo Pascal, faça o exercício da gratidão

Diariamente o Senhor nos abençoe e enche nossa vida de graça e paz. Mas você tem o hábito de agradecer a Ele por tantos benefícios?

A Palavra de Deus nos convida à gratidão: “Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus” (1Tes 5,16-18).

Certamente, o autor bíblico nos deixou essa orientação porque teve a compreensão de que a gratidão tem um poder transformador em nossas vidas.

A gratidão alimenta a fé, a esperança e a caridade. E com isso nos tornamos ainda mais capazes de identificar as coisas boas que nos acontecem e assim agradecer a Deus por elas.

#5. Coloque os teus talentos a serviço da Igreja

Se o Senhor abençoou sua vida com um dom e você ainda não colocou este dom a serviço, está desperdiçando os seus talentos.

Mas ainda que você já esteja a serviço da Igreja em alguma pastoral ou movimento, já se perguntou quais talentos ocultos você tem?

Reflita sobre isso, peça a luz do Espírito Santo e procure usar os seus talentos a serviço do Reino de Deus. O Tempo Pascal é uma excelente oportunidade para isso.

Enfim, viva o Tempo Pascal com alegria!

 

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Quais são as celebrações do Tempo Pascal?

A primeira semana do Tempo Pascal tem um nome próprio, chama-se “Oitava da Páscoa”, iniciando no Domingo de Páscoa e ela se encerra no segundo domingo da Páscoa com a Festa Misericórdia. Neste dia, celebramos a graça de termos um Pai que é amoroso e misericordioso.

O Domingo da Festa da Misericórdia entrou para o calendário litúrgico da Igreja em 2000, quando o Papa João Paulo II canonizou Santa Faustina. Foi a ela que Jesus indicou que, no segundo domingo da Páscoa, deveria ser celebrada esta Festa.

Depois disso, no sétimo domingo da Páscoa, temos a Festa da Ascensão do Senhor. E quanto ao significado desta celebração, o Catecismo da Igreja nos ensina: “A ascensão de Cristo ao céu significa a sua participação, em sua humanidade, no poder e autoridade de Deus” (CIC 668).

Com a Ascensão, termina a missão terrena de Jesus e tem início a missão da Sua Igreja.

Logo em seguida, vivemos a celebração da Festa de Pentecostes, que é a coroação da Páscoa de Cristo.

Ela marca o momento da vinda do Espírito Santo sobre os discípulos e manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.  Foi a partir de Pentecostes que os apóstolos começaram a espalhar a Palavra pelo mundo.

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Curiosidades sobre o Tempo Pascal

O Tempo Pascal começa na Vigília Pascal e tem a duração de 7 semanas, terminando, então, com o Domingo de Pentecostes, quando celebramos a graça da vinda do Espírito Santo. São 50 dias que vivemos como se fossem um só.

“Os cinquenta dias entre o Domingo da Ressurreição e o Domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, como se se tratasse de um só e único dia festivo, como um grande Domingo” (Normas Universais do Ano Litúrgico, nº 22).

Logo, o Tempo Pascal é a Páscoa da Igreja, Corpo de Cristo, que passa para a Vida Nova do Senhor e no Senhor. Aliás, a palavra “Páscoa” significa, precisamente, “passagem”, conforme o sentido literal do termo na tradição judaica.

E os judeus celebravam a páscoa como uma festa que recordava a libertação do povo hebreu das mãos dos egípcios, que passaram pelo mar vermelho em direção à Terra Prometida.

Mas a nossa páscoa, que se estende ao longo de todo o Tempo Pascal, é um período no qual vivemos o prolongamento da alegria singular da Ressurreição. Neste período já não jejuamos, porque a morte foi vencida, a vida venceu o pecado.

 

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Rezemos a Oração do Regina Coeli no Tempo Pascal

Durante o tempo pascal, a Igreja se une em alegria por meio da oração do Regina Coeli (pronuncia-se “Redgína Tchéli“, que quer dizer “Rainha do Céu”), junto à Mãe de Deus, pela Ressurreição de seu Filho Jesus Cristo, acontecimento que marca o maior mistério da fé católica.

A oração da antífona do Regina Coeli foi estabelecida pelo Papa Bento XIV em 1742 e substitui durante o tempo pascal, da celebração da ressurreição até o dia de Pentecostes, a oração do Ângelus cuja meditação central é o mistério da Encarnação.

Assim como o Ângelus, o Regina Coeli é rezado três vezes ao dia: ao amanhecer, ao meio dia e ao entardecer como uma forma de consagrar o dia a Deus e à Virgem Maria.

Não se conhece o autor desta composição litúrgica que remonta ao século XII e era repetido pelos Frades Menores Franciscanos depois das completas na primeira metade do século seguinte popularizando-a e difundindo-a por todo mundo cristão.

A oração:

V. Rainha do Céu, alegrai-vos, Aleluia!

R. Porque Aquele que merecestes trazer em Vosso ventre, Aleluia!

V. Ressuscitou como disse, Aleluia!

R. Rogai por nós a Deus, Aleluia!

V. Exultai e alegrai-vos, ó Virgem Maria, Aleluia!

R. Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente, Aleluia!

Oremos:

Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso, concedei-nos, Vos suplicamos, que por sua Mãe, a Virgem Maria, alcancemos as alegrias da vida eterna. Por Cristo, Senhor Nosso. Amém.

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio agora e sempre. Amém. (Três vezes).

 

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Como viver bem a liturgia da Semana Maior?

Por meio da Sagrada Liturgia, cada batizado é convidado a viver configurando-se à vida de Jesus Cristo. Para tanto, a Igreja ajuda-nos a percorrer esse caminho de assimilação da existência cristã propondo-nos a dinâmica do Ano Litúrgico, cujo ápice é o Tríduo Pascal, que celebra os mistérios centrais de nossa fé: o Senhor crucificado, sepultado e ressuscitado.

Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor

A Igreja “recorda a entrada do Cristo Senhor em Jerusalém para consumar seu mistério pascal”. Na procissão de ramos, experimentamos nossa condição de peregrinos, caminhantes para a eternidade. Participar dessa procissão nos predispõe a caminhar juntos, manifestando nossa alegria em sermos discípulos de Jesus. Na segunda parte da celebração – a Missa –, faz-se memória da Paixão de Cristo, de Seu ato de amor, Sua entrega para nossa salvação.

Quinta-feira da Ceia do Senhor

Comumente chamada de Missa do Lava-pés por ser um dos elementos dessa celebração – ainda que não seja o mais importante. Neste dia, a Igreja celebra “a instituição da Sagrada Eucaristia e da ordem sacerdotal, bem como o mandato do Senhor sobre a caridade fraterna” . É dia de agradecermos pelo dom da Eucaristia – presença real do Senhor que nos alimenta nas estradas da vida; pelo sacerdócio ministerial – recordando-nos de todos aqueles a quem o Senhor chamou para uma vocação específica de entrega e serviço; e de nos empenharmos à caridade concreta em favor dos mais fragilizados.

Sexta-feira da Paixão do Senhor

Neste dia, a Igreja celebra a Paixão e Morte de Cristo. A celebração é marcada pelo despojamento e silêncio. Após as leituras da Palavra de Deus, procede-se com a Adoração da Cruz – em que reconhecemos o infinito amor do Senhor pela humanidade, seguida da distribuição da sagrada Comunhão. A Igreja, esposa de Cristo, une-se ao seu Senhor, medita Suas dores, chora Sua morte. Este é um dia de jejum, de abstinência, de cultivar o silêncio e de refletir sobre nossa resposta de amor a Deus.

Sábado Santo

Durante este dia, “a Igreja permanece junto do sepulcro do Senhor, meditando na Sua Paixão e Morte, bem como a Sua descida à mansão dos mortos (1Pd 3,19), e esperando a Sua Ressurreição, em oração e jejum”5.

Domingo da Páscoa na Ressurreição do Senhor

A celebração do Domingo de Páscoa começa na noite de Sábado com a “Vigília Pascal na noite santa”. É antiquíssima a tradição dessa vigília, que remonta aos primeiros séculos, aguardando o dia da gloriosa Ressurreição do Senhor. Essa celebração é realizada em quatro partes: a primeira, com o lucernário e a proclamação da Páscoa. Na segunda parte, iluminada pela Páscoa de seu Senhor, “a santa Igreja medita as maravilhas que o Senhor Deus realizou desde o início para seu povo que confia em sua palavra e sua promessa”; na terceira, a Igreja celebra ou recorda a vida nova no Batismo. Por fim, na quarta parte da celebração, os cristãos são convidados “à mesa que o Senhor preparou para o seu povo: o memorial de sua morte e ressurreição, até que Ele venha”6. É dia de rejubilarmos pelas maravilhas que o Senhor realizou para nos salvar, pelo Batismo que recebemos e pelo convite que nos faz, ao banquete eucarístico.

Com a celebração do dia da Páscoa, a Igreja, resplandecente de alegria, proclama: Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos.

Conclusão

A Semana Santa é um convite profundo à vivência dos mistérios centrais da nossa fé. Ao longo desses dias, a Igreja nos oferece, por meio da Sagrada Liturgia, um caminho para refletir sobre o amor incondicional de Deus e nos desafia a viver de maneira mais plena o nosso compromisso com Ele e com o próximo. Que, ao participar desses momentos de graça, renovemos nossa fé, fortalecendo nossa esperança e vivendo de forma concreta o mandamento do amor-comunhão. Abençoada Semana Santa!

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Dom Moacir presidiu a Missa do Crisma na Catedral de Votuporanga

No dia 26 de março, a Catedral Nossa Senhora Aparecida acolheu a celebração da Missa do Crisma da Diocese de Votuporanga, presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas. A celebração reuniu sacerdotes, diáconos, religiosas, seminaristas e fiéis de diversas paróquias das quatro foranias diocesanas, evidenciando a unidade da Igreja particular em torno de seu pastor.

Na introdução, foi destacado que a Missa do Crisma torna visível o sacerdócio de Cristo, especialmente na vida dos ministros ordenados, além de fazer memória da instituição da Eucaristia. Nesse contexto, o Bispo, cercado pelo presbitério, conduziu a celebração como sinal de comunhão e serviço, recordando que o ministério sacerdotal é exercido em favor do povo de Deus.

Durante o rito da renovação das promessas sacerdotais, os presbíteros responderam ao chamado do Bispo, comprometendo-se novamente com a fidelidade ao ministério, à vivência da Eucaristia e ao anúncio do Evangelho. O momento também incluiu o convite à assembleia para rezar pelos sacerdotes e pelo próprio Bispo, fortalecendo a dimensão de corresponsabilidade na caminhada da Igreja.

A bênção dos santos óleos constituiu outro ponto central da celebração. O óleo dos enfermos, o óleo dos catecúmenos e o santo crisma foram apresentados como sinais da graça de Deus que fortalece, liberta e consagra. As orações mostram que, por meio desses óleos, a Igreja acompanha os fiéis nas diversas etapas da vida, desde a iniciação cristã até os momentos de enfermidade.

Na consagração do Crisma, Dom Moacir invocou o Espírito Santo para santificar o óleo, recordando a tradição da unção presente na história da salvação e sua plenitude em Cristo. O gesto do sopro sobre o óleo e a oração solene expressaram a ação do Espírito que transforma e envia os cristãos à missão.

Ao final da celebração Eucarística, os santos óleos foram entregues para as paróquias da Diocese, onde serão utilizados ao longo do ano nos sacramentos. A celebração evidenciou a comunhão entre o clero e o povo de Deus e destacou o envio missionário de toda a Igreja diocesana, chamada a viver e testemunhar a fé em suas comunidades.

Fonte: 

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Veja a Programação das Celebrações da Semana Santa na Catedral

A Semana Santa inicia-se neste domingo, 29 de março, com as celebrações do Domingo de Ramos e encerra-se no Domingo de Páscoa, 05 de abril, com as Missas da Ressurreição do Senhor. Ainda na Semana Santa a Igreja celebra a Missa da Ceia do Senhor na Quinta-feira Santa, Celebração da Cruz na Sexta-feira Santa e a Vigília Pascal no Sábado Santo. Neste ano, a Missa dos Santos Óleos Diocesana será celebrada na Quinta-feira Santa pela manhã também na Catedral.

 Veja abaixo os horários das celebrações na Catedral Nossa Senhora Aparecida:

Dia 29/03 – Domingo de Ramos e da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo - Coleta Nacional da Solidariedade:

07h30 - Santa Missa e Benção dos Ramos

10h00 - Santa Missa, Procissão e Bênçãos dos Ramos;

19h00 - Santa Missa

Tríduo Pascal

Dia 02 – Quinta-feira Santa:

 

19h00 – Missa da Ceia do Senhor e Lava-pés; Vigília Eucarística após a Missa.

Dia 03 – Sexta-feira Santa:

06h00 – Ofício das Leituras 

Das 07 às 09h00 – Oração Silenciosa

09h00 – Ofício das Leituras

Das 10h00 às 12h00 – Oração Silenciosa

12h00 – Ofício das Leituras 

Das 13h00 às 15h00 – Oração Silenciosa

15h00 – Celebração da Santa Cruz

19h00 – Procissão sainda da Igreja São Bento até a Concha Acustica onde será encenada Via Sacra 

Dia 04 – Sábado Santo:

19h00 – Missa Solene da Vigília Pascal: bênção da água e fogo novo (círio pascal). Renovação das promessas do batismo.

Celebração da Páscoa

Dia 05 – Domingo de Páscoa:

Missas solenes da ressurreição às 07h30; 10h00 e 19h00

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Inscrições abertas para as turmas de Catequese

Você que tem filhos, sobrinhos, netos ou vizinhos com idade acima de 07 anos e que não participam da catequese pode matriculá-los para as turmas de catequese deste ano. As inscrições estão abertas na secretaria paroquial e é necessário levar as certidões de nascimento e batismo. Estão abertas também as inscrições para a Catequese para Adolescentes, Jovens e Adultos.

Aqueles que ainda não receberam o sacramento do Batismo e já passaram da idade normal podem se inscrever também e farão a preparação para receberem os sacramentos.

A secretaria paroquial situa-se na rua São Paulo, 3577. tel : 3421-6245 e 98114-4841. Atendimento: 2ª a 6ª feira, das 8h às 17h30 e aos sábados das 8h às 11h.

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Catequese Batismal será dia 26 de abril

Estão abertas as inscrições para a Catequese Batismal para Pais e Padrinhos que será realizada no dia 26 de abril de 2026. O encontro tem início às 7h30 no Salão Paroquial e as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial. Mais informações pelo telefone: (17) 3421-6245 ou (17)98114-4841.

O Principal objetivo da Pastoral do Batismo é levar aos pais e padrinhos o conhecimento do que é o sacramento do Batismo e o compromisso que através dele se assume com Deus e com a comunidade. Demonstrar que este Sacramento não se resume apenas em cumprir um preceito: é necessário, portanto, vivenciar, testemunhar e ensinar filhos e afilhados a serem cristãos autênticos e fiéis seguidores de Jesus Cristo.

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Como posso me preparar para uma boa confissão?

A confissão é um sacramento de cura

Cada vez mais e mais pessoas têm buscado a cura da alma, fiéis têm também encurtado o tempo de uma confissão para outra, mas é preciso ficar atento, pois não basta confessar-se várias vezes, é preciso confessar-se bem. Mas como fazer isso?

Bom, confessar-se é dizer a verdade, relatar algo que foi feito; confessar significa assumir tal ato. No caso da confissão sacramental, significa dizer os pecados, os erros cometidos contra os mandamentos de Deus.

Quatro passos necessários para uma boa confissão

Podemos dizer que são necessários quatro passos. No primeiro, a pessoa deve colocar-se em oração, pedir a Deus a graça de uma sincera contrição; no segundo, fazer um bom exame de consciência ao rezar, lembrar como foi a caminhada da última confissão até o presente; depois, buscar o sacerdote e confessar. Por fim, após a confissão, cumprir a penitência.

Primeiro passo: é rezar, orar a Deus e pedir um coração arrependido do mal realizado, pois nem sempre este se arrepende; muitas vezes, a consciência está laxa, ou seja, até sabe que errou, mas não veio o arrependimento. A oração será esse pedido a Deus, para que se convença do mal e se arrependa.

Segundo passo: importante fazer um bom exame de consciência, ou seja, fazer um balanço desde a última confissão sobre os males cometidos. Nesse momento, vale dizer que pecado confessado é pecado perdoado. Se um pecado foi confessado e não mais cometido, não se confessa novamente. Outra dica interessante: se você tem dificuldades, medo ou vergonha de se confessar, faça o seguinte: anote seus pecados. Isso ajudará muito você e o sacerdote.

O terceiro passo: buscar um sacerdote católico, um padre ligado à Igreja Católica Apostólica Romana, pois ele recebeu o múnus, o serviço de celebrar este sacramento pela autoridade do bispo que o ordenou e do bispo local. É em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Igreja que o padre perdoa os pecados.

Não se preocupe: “O que o padre vai pensar de mim?” ou “O padre é pecador como eu!”. O padre não vai ficar pensado nisso. Imagine! Se assim fosse, não iria conseguir viver só pensando nos males do ser humano. Ele recebe a graça de acolher, ouvir, dar uma direção. Pela imposição das mãos dos apóstolos, pela graça da sucessão apostólica, os sacerdotes são colaboradores dos bispos, dos primeiros apóstolos que deram este poder para os outros apóstolos até chegar aos de hoje. Por que confessamos? Porque acreditamos no perdão e na autoridade de perdoar pecados concedida por Jesus Cristo aos apóstolos (Jo 20,22-23). O padre é pecador, mas é um escolhido; e independente de sua santidade, quando ele ministra e perdoa os pecados, a pessoa está perdoada.

O quarto passo: depois de confessar, o padre dá alguma orientação. Pode ser que ele peça para o fiel rezar o ato de contrição; depois, dá a penitência. Sobre o ato de contrição, existem fórmulas longas, outras curtas e também pode ser rezado espontaneamente. O padre, normalmente, dá alguma penitência para que o fiel repare o mal; pode ser uma oração, um gesto para que se retome à santidade perdida pelo pecado. E se o padre não deu penitência? Acalme-se! A confissão é válida. Faça uma oração e tenha atitudes de um cristão, ou seja, retome a vivência dos mandamentos, viva a vida perguntando-se como Jesus faria se estivesse no seu lugar.

Não banalize o sacramento da confissão

A confissão é uma bênção, por isso não a banalize, não a trate de qualquer forma. Examine a sua consciência, confesse-se e proponha-se a não mais pecar. Seja firme com você mesmo e tenha atenção às brechas que você deixa para o inimigo. Quando se deixa de rezar e vigiar, qualquer um se torna presa fácil.

Reze sua oração pessoal, vá à Missa, tenha devoções e reze o terço. Vigie. Esse ambiente é legal? Esse programa convém? Por fim, como foi dito acima, lembre-se de que não basta se confessar várias vezes, é preciso confessar-se e romper com o pecado. Com a graça de Deus, siga em frente e tenha a santidade como meta.

 

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Curiosidades sobre o Tempo da Quaresma

Reunimos algumas curiosidades sobre o Tempo da Quaresma:

O que é a Quaresma?

A Quaresma é um tempo litúrgico que prepara os Cristãos para a Páscoa do Senhor. Por 40 dias a Igreja pede que os fiéis façam penitência e cheguem à verdadeira conversão. Preparem-se assim para viver os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo na Semana Santa e a Páscoa do Senhor ressuscitado durante toda a vida. Portanto, chamamos Quaresma o período de quarenta dias reservado a preparação da Páscoa, e indicado como última preparação dos catecúmenos que deveriam receber nela o batismo.

Desde quando se vive a Quaresma?

Desde o século IV se manifesta a tendência para constituí-la no tempo de penitência e de renovação para toda a Igreja, com a prática do jejum e da abstinência. Conservada com bastante vigor, menos no princípio nas igrejas do oriente, a prática penitencial da Quaresma vem sido cada vez maior no ocidente, mas deve se observar um espírito penitencial e de conversão.

Qual é o espírito da Quaresma?

Deve ser como um retiro coletivo de quarenta dias, durante os quais a Igreja, propondo a seus fiéis o exemplo de Cristo em seu retiro no deserto, se prepara para a celebração das solenidades pascoais, com a purificação do coração, uma prática perfeita da vida cristã e uma atitude penitencial.

Quais práticas quaresmais?

A Oração é uma condição indispensável para o encontro com Deus. Na oração, o cristão entra em diálogo íntimo com o Senhor, deixa que a graça entre em seu coração e, como Maria, abre-se para a oração do Espírito cooperando com ela em sua resposta livre e generosa (ver Lc 1,38).

 

 

 

O Jejum é saber renunciar a certas coisas legítimas para viver o desapego e desprendimento. Consiste em fazer uma refeição forte por dia. O jejum não proíbe de tomar um pouco de alimento na parte da manhã e à noite. É obrigatório dos 18 aos 59 anos inclusive. Essa mortificação se realiza cotidianamente e sem a necessidade de fazer grandes sacrifícios. Com ela, são oferecidos a Cristo aqueles momentos que geram desânimo no transcorrer do dia e se aceita com humildade, gozo e alegria, todas as diversidades que chegam.

A caridade é necessária como refere São Leão Magno: “Se desejamos chegar à Páscoa santificados em nosso ser, devemos pôr um interesse especialíssimo na aquisição desta virtude, que contém em si as demais e cobre multidão de pecados”. Sobre a prática do doar, São João Paulo II explica que este chamado “está enraizado no mais profundo do coração humano: toda pessoa sente o desejo de colocar-se em contato com os outros e se realiza plenamente quando se dá livremente aos demais”. Mais do que uma esmola (dar do que sobra), é um compromisso (dar segundo a necessidade).

Somos obrigados a fazer Penitência?

“Todos os fiéis, cada um a seu modo, estão obrigados pela lei divina a fazer penitência. Não obstante, para que todos se unam em alguma prática comum de penitência, se fixaram uns dias de penitência para os fiéis que se dedicam de maneira especial a oração, realizam obras de piedade e de caridade e se negam a si mesmos, cumprindo com maior fidelidade suas próprias obrigações e, sobretudo, observando o jejum e a abstinência” (Código de Direito Canônico, c. 1249).

Quais são os dias e tempos penitenciais?

“Na Igreja católica, são dias e tempos penitenciais todas as Sextas-feiras do ano e o tempo de quaresma” (Código de Direito Canônico, c. 1250).

 

 

 

Que deve se fazer todas as sextas-feiras do ano?

Em lembrança do dia em que Jesus morreu na Santa Cruz, “todas as sextas-feiras, a não ser que coincidam com uma solenidade, deve se fazer a abstinência de carne, ou de outro alimento que seja determinado pela Conferência Episcopal; jejum e abstinência se guardarão na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa” (Código de Direito Canônico, c. 1251).

Que é abstinência?

Entre as diversidades do jejum está a abstinência que consiste em não comer carne. Embora proíba o consumo de carne, não é o caso de peixe, ovos, leite e qualquer condimento feito a partir de gorduras animais. O jejum é obrigatório a partir de 14 anos de idade. Com o jejum e a abstinência reconhecemos a necessidade de fazer obras de caridade para reparar o dano causado por nossos pecados e para o bem da Igreja. Além disso, de forma voluntária, deixam-se de lado necessidades terrenas e se redescobre a necessidade da vida do céu. “Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt 4,4).

Qual o período da Quaresma?

Começa na Quarta-feira de Cinzas e termina na Quinta-feira Santa. Na Quarta-feira de Cinzas começam os 40 dias de preparação para a Páscoa. Após a Missa, o sacerdote abençoa e impõe as cinzas feitas de ramos de oliveira abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. Estas são impostas fazendo o sinal da cruz na testa e dizendo as palavras bíblicas: “Lembra-te que és pó e ao pó retornarás” ou “Convertei-vos e crede no Evangelho”. Desta forma, a cinza é um sinal de humildade e recorda ao cristão sua origem e seu fim. A Quaresma termina no pôr-do-sol da Quinta-feira Santa. Nessa noite, a Igreja recorda a Última Ceia do Senhor, quando Jesus de Nazaré co.mpartilhou a refeição pela última vez com seus apóstolos antes de ser crucificado na Sexta-feira Santa

 

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Participe da Santa Missa e Procissão da Penitência nas sextas-feiras da Quaresma

Para melhor celebrar o Tempo Quaresmal, tempo dedicado à penitência, oração, caridade e em preparação para a Páscoa do Senhor, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida realizará em todas as sextas-feiras da Quaresma a Santa Missa com procissão penitencial. A celebração tem início às 5h30 na Catedral.

A pequena procissão realizada na praça durante o Ato Penitencial nos convida a refletir sobre o arrependimento e a conversão.

Venha participar conosco deste momento de reflexão e piedade que nos ajuda a reconhecer a nossa pequenez diante de Deus e nos motiva a ter uma vida cada vez fiel ao Reino do Pai.

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Catedral acolheu Encontro Anual dos Casais Responsáveis de Equipe das Equipes de Nossa Senhora

Aconteceu no último fim de semana, nos dias 24 e 25 de janeiro, na Catedral Nossa Senhora Aparecida, em Votuporanga, o EACRE – Encontro Anual dos Casais Responsáveis de Equipe das Equipes de Nossa Senhora. O encontro constituiu um tempo favorável de aprofundamento da espiritualidade e da mística próprias do movimento, oferecendo aos casais responsáveis a oportunidade de renovar a vocação matrimonial e o compromisso com o caminho de santidade vivido em equipe.

As atividades tiveram início na manhã de sábado, com a celebração eucarística presidida pelo Sacerdote Conselheiro Espiritual Região SP Norte I, Padre Ancelmo José Lio, em sua primeira Missa junto às Equipes de Nossa Senhora após assumir o novo serviço. Concelebraram, o Padre Carlos Rodrigues dos Santos, Sacerdote Conselheiro Espiritual dos setores A e B, de Votuporanga, e o Padre Mauro Ziati Pereira, Sacerdote Conselheiro Espiritual dos setores A e B, de José Bonifácio. A Eucaristia, centro e fonte da vida das ENS, marcou o início do encontro, colocando Cristo no coração de toda a vivência.

No domingo pela manhã, as atividades tiveram início com a Missa da comunidade, presidida pelo Pároco da Catedral e Sacerdote Conselheiro Espiritual, o Padre Gilmar Antônio Fernandes Margotto. A programação seguiu até o horário do almoço, com momentos de reflexão e partilha em grupos, formações, oração pessoal e comunitária, pôr em comum e testemunhos. Esses momentos expressaram de forma concreta a mística da vida em equipe, baseada na ajuda mútua, na corresponsabilidade e na caminhada conjunta dos casais.

As atividades aconteceram no Centro de Eventos da Catedral. Participaram do EACRE 112 casais das cidades de José Bonifácio, Catanduva e Votuporanga, além de sete Sacerdotes Conselheiros Espirituais e dois Acompanhantes Espirituais. Tudo e todos em harmonia, o que favoreceu para um clima de escuta, comunhão fraterna e unidade entre os participantes. 

Coordenando o encontro, juntamente com os casais responsáveis dos Setores A e B de Votuporanga, estiveram o casal, Marcela Fernandes Quinto Custódio e José Antônio Caun Custódio, Casal Responsável pela Região SP Norte I, que abrange Catanduva, José Bonifácio e Votuporanga, com equipes também em Ubarana, Lins e Promissão. O EACRE também contou com o prestígio e o apoio do Casal Responsável Provincial, Eliana Aparecida Serrano e Odelmo Ferrari Serrano da Província Sul II das ENS, que é composta pelas regiões norte e noroeste, todo o interior de São Paulo a partir de Piracicaba.  

O EACRE é sempre uma oportunidade privilegiada de vivência espiritual. Este encontro promoveu a renovação do compromisso dos casais responsáveis com o serviço ao movimento, reafirmando a missão das Equipes de Nossa Senhora de ajudar os casais a viverem plenamente a vocação cristã do matrimônio.

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Padres da Diocese e Dom Moacir vivenciam retiro no Seminário Santo Antônio

Entre os dias 26 e 30 de janeiro, os Padres da Diocese de Votuporanga, entre eles o Padre Gilmar Margotto, participaram do Retiro Anual dos Presbíteros, realizado no Seminário Santo Antônio, em São Pedro, com a presença e participação do Bispo Diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas. O encontro reuniu o clero diocesano em um tempo dedicado à oração, ao silêncio e à escuta da Palavra, favorecendo a renovação espiritual e o fortalecimento da missão sacerdotal.

Conduzido por Dom Eugênio Rixen, Bispo emérito de Goiás, o retiro proporcionou momentos de reflexão pessoal e comunitária, contribuindo para o aprofundamento da vida espiritual e para a renovação do compromisso com o serviço pastoral confiado a cada presbítero. A experiência também favoreceu a convivência fraterna e a comunhão entre os Padres, em unidade com o seu Pastor, fortalecendo os laços que sustentam a caminhada da Diocese.

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60 anos de atuação pastoral das Irmãs Franciscanas do Coração de Maria em Votuporanga.

Neste dia 06 de fevereiro, celebramos os 60 anos de atuação pastoral das Irmãs Franciscanas do Coração de Maria em Votuporanga.
Recebidas com muita solenidade pelo bispo diocesano, Dom Lafayette Libanio e pelo povo que lotou os arredores da Igreja Matriz, no dia 06 de fevereiro de 1966, chegaram a Votuporanga para iniciar os trabalhos pastorais as religiosas: Madre São José, Irmã Reginalda, Irmã Afonsina e a adjunta Ana de Freitas. Atualmente residem na Fraternidade de Votuporanga as religiosas Magali Gavazzoni, Lucimar Moreira e Claudenice Sabadin.
Louvamos a Deus pela vida, vocação e missão das religiosas que nestes 60 anos foram sinal da presença terna do Coração de Maria na vida dos votuporanguenses.

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Mutirão de Confissões na Catedral será dia 03/03

Como de costume, em preparação para a Páscoa do Senhor, as Paróquias da Forania São João realizarão o Mutirão de Confissões. Em nossa comunidade, os padres atenderão os fiéis no dia 03/03 (terça-feira) às 19h.

Confissão

Confissão ou Penitência é o Sacramento instituído por Jesus, para que os cristãos possam ser perdoados de seus pecados e receberem a graça santificante.

"Depois dessas palavras (Jesus) soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem vocês perdoarem os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 20, 22-23).

Também é chamado de sacramento da Reconciliação. O Padre, mesmo sendo um homem sujeito às fraquezas como outros homens, está ali em nome de Deus e da Igreja para absolver os pecados. Ele é o ministro do perdão, isto é, o intermediário ou instrumento do perdão de Deus, como os pais são instrumentos de Deus para transmitir a vida a seus filhos; e como o médico é um instrumento para restituir a saúde física, etc.

O católico deve confessar-se no mínimo uma vez por ano, ao menos a fim de se preparar para a Páscoa. A penitência proposta no fim da confissão não é um castigo; mas antes uma expressão de alegria pelo perdão celebrado.

Calendário de Confissões

Dia 03/03 Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga

Dia 05/03 – Paróquia S. Francisco e S. Clara de Votuporanga e N. Sra. Aparecida de Parisi

Dia 06/03 – Paróquia Santa Joana de Votuporanga

Dia 10/03 – Paróquia São Sebastião de Valentim Gentil

Dia 12/03 – Paróquia Santa Luzia de Votuporanga

Dia 13/03 – Paróquia São Benedito e Nossa Senhora de Fátima de Votuporanga

Dia 17/03 – Paróquia São Cristóvão de Votuporanga

Dia 20/03 – Quase Paróquia Santo Antônio e Santo Expedito de Votuporanga

Dia 24/03 – Paróquia São Bento de Votuporanga

Dia 25/03 – Paróquia Senhor Bom Jesus de Votuporanga

Dia 27/03 – Paróquia São Sebastião de Cardoso

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Adoração Eucarística - 1ª Sexta-feira do mês

Como de costume em toda 1ª sexta-feira do mês, no dia 06 de fevereiro, será realizada a Adoração ao Santíssimo Sacramento às 18h na Catedral. 

Participe conosco!

"Eu sou o pão que vem do céu, quem crê em mim, irá viver!"

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Participe das Celebrações da Quarta-feira de Cinzas na Catedral de Votuporanga

A Quarta-Feira de Cinzas, 18/02, na Catedral de Votuporanga será celebrada com a Santa Missa em três horários para que os fieis possam participar solenemente do início da Quaresma: 9h, 15h e 19h. A Santa Missa das 9h será presidida por Dom Moacir Aparecido de Freitas, bispo diocesano, e concelebrada pelos padres da diocese e marcará também a abertura da Campanha da Fraternidade 2026, que este ano tem como tema : “Fraternidade e Moradia" e o lema "Ele veio morar entre nós (Jo 1,14)"

A Celebração da Imposição das Cinzas tem um grande significado para os cristãos, pois marca o inicio da Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa do Senhor; período, este, que deve ser marcado por oração, esmola, perdão, reconciliação, penitência, caridade e conversão..

As cinzas são utilizadas liturgicamente desde o antigo testamento, como pode ser observado em algumas passagens bíblicas, que narram ocasiões em que cristãos jogavam cinzas na cabeça para demonstrar luto, penitência ou dor que estavam vivenciando.

Apenas no século VI, a Quarta-Feira de Cinzas passou a marcar o início da Quaresma. Antes disso, no século anterior, por volta do ano 461, no Pontificado do Papa Leão Magno, a Quaresma iniciava no sexto domingo antes da Páscoa do Senhor. Naquela época, os quarenta dias de preparação para a Páscoa não contemplavam os quarenta dias de jejum, uma vez que os domingos estavam incluídos na contagem, mas não se jejuava neste dia. Por isso, fez-se necessário adiantar o início da Quaresma para que fossem completados os quarenta dias de jejum.

Quanto à imposição das cinzas, esta passou a ser obrigatória no século X. De acordo com o Missal Romano, ao longo da Missa de Quarta-feira de Cinzas, mais precisamente após a homilia, o celebrante abençoa as cinzas, que provêm da queima dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior, aspergindo água benta sobre elas. Com as cinzas úmidas, o padre, então, marca a testa ou a cabeça de cada fiel, pronunciando uma dessas frases: “Lembra-te que és pó e que ao pó voltarás” ou “Convertei-vos e crede no Evangelho”.

Esse gesto traz a reflexão sobre a origem e o fim de cada um de nós e também mostra a importância e a urgência de nossa conversão, de renascermos das cinzas, de deixarmos para traz todo o pecado, pois não sabemos quando iremos partir dessa vida. Por essa razão, devemos nos preparar, dia a dia, para a nossa vida definitiva, que está na eternidade com Deus.

Qualquer pessoa pode receber as cinzas, segundo o Catecismo (1670 ss.), mas para isso, a Igreja aconselha jejum e abstinência neste dia, assim como também na Sexta-feira Santa, para as pessoas maiores de 18 e menores de 60 anos.

Venha em busca da sua conversão! Participe desta Celebração conosco! Sua presença é indispensável!

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Campanha da Fraternidade refletirá sobre a garantia do direito à moradia para todas as pessoas

Com o objetivo principal de “promover, a partir da Boa Nova do Reino de Deus e em espírito de conversão quaresmal, a moradia digna como prioridade e direito, junto aos demais bens e serviços essenciais a toda a população”, a Campanha da Fraternidade 2026 busca endereçar um dos maiores e mais complexos desafios atuais da sociedade brasileira: a garantia do direito à moradia para todas as pessoas, sem distinção, exclusão ou discriminação. A Campanha da Fraternidade de 2026 tem como tema “Fraternidade e Moradia" e o lema "Ele veio morar entre nós (Jo 1,14)"

De acordo com o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 16.390.815 pessoas – 8,1% da população brasileira – viviam em 12.348 favelas e comunidades urbanas. Se comparado com o Censo de 2010, trata-se de um aumento de quase cinco milhões de pessoas residentes nesses espaços, que também praticamente dobraram em quantidade nesse período. 

Diante desse cenário, Padre Jean Poul,  assessor do Setor de Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reforça o compromisso da CF em sempre trazer para o centro de debate temas urgentes que, muitas vezes, são esquecidos ou pouco abordados na sociedade, como é o caso da moradia. 

“Nós convivemos com a população em situação de rua, com um número sem fim de favelas, cortiços e assentamentos, mas achamos que está tudo bem e que todo mundo tem vida digna e não tem. A moradia é um direito humano fundamental, não é um adereço para a nossa vida. Além de estar garantida nos direitos humanos da ONU [Organização das Nações Unidas] e na nossa Constituição Federal, a moradia é um direito divino. E existem muitas expressões do magistério da igreja que reforçam que é uma necessidade humana, uma exigência para a realização integral do ser humano e até mesmo para a vigência da sua dimensão religiosa.” 

 

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