Notícias e Artigos Litúrgicos
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Dia dos Fiéis Defuntos

No dia 02 de novembro ressoa em toda a Igreja o conselho de São Paulo para as primeiras comunidades cristãs: "Não queremos, irmãos, deixar-vos na ignorância a respeito dos mortos, para que não vos entristeçais como os outros que não tem esperança" ( 1 Tes 4, 13). Sendo assim,  não é dia de tristezas e lamúrias, e sim de transformar nossas saudades, e até as lágrimas, em forças de intercessão pelos fiéis que, se estiverem no Purgatório, contam com nossas orações.
O convite à oração feito por nossa Mãe Igreja fundamenta-se na realidade da "comunhão dos santos", onde pela solidariedade espiritual dos que estão inseridos no Corpo Místico, pelo Sacramento do Batismo, são oferecidas preces, sacrificios e Missas pelas almas do Purgatório. No Oriente, a Igreja Bizantina fixou um sábado especial para orações pelos defuntos, enquanto no Ocidente as orações pelos defuntos eram quase geral nos mosteiros do século VII; sendo que a partir do Abade de Cluny, Santo Odilon, aos poucos o costume se espalhou para o Cristianismo, até ser tornado oficial e universal para a Igreja, através do Papa Bento XV em 1915, pois visava os mortos da guerra, doentes e pobres.
A Palavra do Senhor confirma esta Tradição pois "santo e piedoso o seu pensamento; e foi essa a razão por que mandou que se celebrasse pelos mortos um sacrifício expiatório, para que fossem absolvidos de seu pecado" (2 Mc 2, 45). Assim é salutar lembrarmos neste dia, que "a Igreja denomina Purgatório esta purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados"
Portanto, a alma que morreu na graça e na amizade de Deus, porém necessitando de purificação, assemelha-se a um aventureiro caminhando num deserto sob um sol escaldante, onde o calor é sufocante, com pouca água; porém enxerga para além do deserto, a montanha onde se encontra o tesouro, a montanha onde sopram brisas frescas e onde poderá descansar eternamente; ou seja, "o Céu não tem portas" (Santa Catarina de Gênova), mas sim uma providencial 'ante-sala'. 

"Ó meu Jesus perdoai-nos, livrai-nos do fogo do Inferno. Levai as almas todas para o Céu e socorrei principalmente as que mais precisarem! Amém!"

 

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Solenidade de Todos os Santos

No dia 1º de novembro, a Igreja não celebra a santidade de um cristão que se encontra no Céu, mas sim, de todos. Isto, para mostrar concretamente, a vocação universal de todos para a felicidade eterna. 
"Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade. Todos são chamados à santidade: 'Deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito' "(Mt 5,48)
Sendo assim, nós passamos a compreender o início do sermão do Abade São Bernardo: "Para que louvar os santos, para que glorificá-los? Para que, enfim, esta solenidade? Que lhes importam as honras terrenas? A eles que, segundo a promessa do Filho, o Pai celeste glorifica? Os santos não precisam de nossas homenagens. Não há dúvida alguma, se veneramos os santos, o interesse é nosso, não deles".
Sabemos que desde os primeiros séculos os cristãos praticam o culto dos santos, a começar pelos mártires, por isto hoje vivemos esta Tradição, na qual nossa Mãe Igreja convida-nos a contemplarmos os nossos "heróis" da fé, esperança e caridade. Na verdade é um convite a olharmos para o Alto, pois neste mundo escurecido pelo pecado, brilham no Céu com a luz do triunfo e esperança daqueles que viveram e morreram em Cristo, por Cristo e com Cristo, formando uma "constelação", já que São João viu: "Era uma imensa multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas". Todos estes combatentes de Deus, merecem nossa imitação, pois foram adolescentes, jovens, homens casados, mães de família, operários, empregados, patrões, sacerdotes, pobres mendigos, profissionais, militares ou religiosos que se tornaram um sinal do que o Espírito Santo pode fazer num ser humano que se decide a viver o Evangelho que atua na Igreja e na sociedade. Portanto, a vida destes acabaram virando proposta para nós, uma vez que passaram fome, apelos carnais, perseguições, alegrias, situações de pecado, profundos arrependimentos, sede, doenças, sofrimentos por calúnia, ódio, falta de amor e injustiças; tudo isto, e mais o que constituem o cotidiano dos seguidores de Cristo que enfrentam os embates da vida sem perderem o entusiasmo pela Pátria definitiva, pois "não sois mais estrangeiros, nem migrantes; sois concidadãos dos santos, sois da Família de Deus" Neste dia a Mãe Igreja faz este apelo a todos nós, seus filhos: "O apelo à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade se dirige a todos os fiéis cristãos." "A perfeição cristã só tem um limite: ser ilimitada" (CIC 2028).

Todos os santos de Deus, rogai por nós!

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A três meses da JMJ 2019, jovens falam sobre expectativas e preparativos

Nesta segunda-feira, 22, dia em que a Igreja celebra São João Paulo II — Papa que instituiu a Jornada Mundial da Juventude —, o Panamá contabiliza três meses para a JMJ 2019. O evento, que acontecerá de 22 a 27 de janeiro do próximo ano, já é muito esperado pelos jovens do Brasil e do mundo. A paulista Francieli Cristine, o curitibano Gabriel Sawaf  e a brasiliense Lorena Bittencourt são exemplos de brasileiros que estão na reta final dos preparativos para viver esta experiência que une a juventude católica.

Embora de localidades diferentes, Francieli, Gabriel e Lorena escolheram participar da JMJ Panamá 2019 motivados por um ponto em comum: já terem participado de jornadas anteriores. “Uma jornada motiva a outra”, afirmou o curitibano. Com 23 anos, o jornalista Gabriel reúne experiências de sua participação na JMJ Rio 2013 e na JMJ Cracóvia 2016. “A jornada proporciona comunhão com Cristo e com milhões de pessoas. É algo que eu guardo com muito carinho e quero sempre viver. Estou indo ao Panamá justamente por isso”, frisou o jovem.

A auxiliar administrativa, Francieli, e a profissional de comércio exterior, Lorena, assim como Gabriel, tiveram sua primeira experiência com a Jornada Mundial da Juventude quando ela foi realizada no Brasil, em 2013. Na época, paulista e brasiliense não se conheciam e foram, juntas, voluntárias na JMJ Rio. “Ficamos muito amigas e é uma amizade muito bacana”, recordou Francieli.

Segundo a paulista, que terá sua primeira experiência como peregrina no Panamá, assim que foram abertas as inscrições para a JMJ 2019, procurou Lorena para que pudessem participar juntas do evento.

De acordo com Lorena, além de Francieli, o grupo que seguirá rumo ao Panamá também é composto por mais duas pessoas, que também foram voluntários na JMJ do Rio de Janeiro. Lorena revelou que esta será a primeira viagem que o quarteto organiza de forma independente e que terá como primeira experiência a participação na Pré-JMJ. “Estou com muita expectativa para este primeiro momento, porque nunca participei”, revelou. A Pré-Jornada será realizada de 16 a 20 de janeiro nas comunidades locais da Costa Rica. Os jovens serão envolvidos em atividades nas dioceses para conhecerem mais sobre a Igreja dos países da América Central.

Francieli conta que a viagem é apoiada por toda a sua família, que inclusive a tem ajudado financeiramente para participar desta JMJ. “Quando a minha família soube do meu interesse de ir ao Panamá, me incentivaram e me deram total apoio. Familiares têm me ajudado financeiramente para que eu possa ir ao Panamá, e tudo tem sido providência”, contou.

Gabriel, que irá ao Panamá com sete jovens do Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe, de Curitiba, revelou que desde outubro de 2017 o grupo realiza ações para arrecadar o valor necessário para a realização da viagem. A venda de brigadeiros na porta da Igreja é a principal delas, e mobiliza os familiares do grupo, inclusive a mãe de Gabriel.

Cheios de expectativas para o evento, Gabriel, Francieli e Lorena apontaram a vigília e a missa com o Papa Francisco como os momentos mais esperados. “A vigília é o momento mais especial e marcante pra mim, o coração chega nas alturas ao ter esse momento íntimo com Jesus”, opinou o curitibano.

Experiência

“A JMJ do Rio foi um marco na minha vida. Foi uma experiência que me ajudou muito a amadurecer na fé. (…) Muitos dizem que nós, jovens que estamos na Igreja, somos desanimados, mas é porque nunca participaram de uma JMJ. Aonde tem jovens, tem alegria”, afirmou Lorena. Para a brasiliense, a JMJ proporciona aos jovens a percepção da fé católica em outros lugares que não a do seu país de origem, reúne jovens do mundo inteiro para testemunharem o poder do amor de Deus, a união e a alegria, além de proporcionar um maior contato com o Papa. “Vemos a preocupação dos Papas, desde São João Paulo II, de estarem presentes neste evento voltado para os jovens”, recordou.

Para Francieli, todo jovem que puder deve vivenciar a experiência de participar de uma JMJ. “Com certeza ele [jovem] não se arrependerá porque é uma experiência muito marcante. Vivenciamos o amor ao próximo, a união e a unidade. Mesmo que seja trabalhoso juntar dinheiro e se organizar para ir, no final compensa viver essas experiências, conhecer novas culturas, ser independente e sair da sua zona de conforto”, comentou.

“O que mais me atrai para participar da jornada é estar envolvido com pessoas de culturas diferentes, de realidades diferentes, modos de viver diferentes, mas com a mesma fé”, frisou Gabriel. Segundo o jornalista, o evento faz com que o jovem perceba que a Igreja está com ele. “Na minha opinião, a JMJ é o maior evento que a Igreja Católica promove hoje, porque não consigo me lembrar de nenhum outro. Um evento que reúne tantas pessoas e momentos marcantes com o Papa, não consigo lembrar disso em lugar nenhum, e ele é dedicado ao jovem”, opinou o curitibano que concluiu: “Ter a experiência do Papa falando diretamente com você e para você é marcante e acho que é isso que eu mais espero da jornada”.

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Sínodo debate sobre como desenvolver uma pastoral juvenil na internet

Igreja tem vontade de abrir novos caminhos de evangelização entre os jovens e está disposta a valer-se de todo o potencial que lhe proporcionam as novas tecnologias da internet, principal entorno de comunicação da juventude. A pergunta que os padres sinodais tentam responder é: de que modo conseguir?

Em torno desta pergunta esteve grande parte das intervenções nos círculos menores do Sínodo dos Bispos que, nesta fase, está trabalhando a terceira parte do Instrumentum laboris: escolher.

Na coletiva de imprensa diária para informar sobre o avanço dos trabalhos do Sínodo, realizada nesta sexta-feira, 19 de outubro, Pe. Valdir José de Castro, Superior Geral da Sociedade de São Paulo, opinou sobre este assunto e destacou que “temos muito que aprender do mundo digital, a Igreja tem que aprender a viver no mundo digital”.

Acrescentou que não quer dizer “que a Igreja não faça nada, porque, de fato, já há muitas iniciativas. Entretanto, ainda há muito caminho a percorrer”.

Sublinhou “a necessidade de que a Igreja se aprofunde na compreensão da tecnologia e, em particular, da internet, para que se possa discernir como utilizar essas ferramentas como um terreno fértil para a evangelização”.

 

 

Além disso, destacou que evangelizar na internet não consiste em publicar simplesmente conteúdos cristãos nas plataformas digitais, mas, “em nosso perfil digital e na forma de nos comunicarmos, temos que mostrar algumas preferências, algumas opiniões que possam estar conforme o Evangelho, embora não se fale do Evangelho de forma explícita”.

“Podemos motivas os jovens para que sejam protagonistas da evangelização no mundo digital e não apenas destinatários da evangelização, porque os jovens são os que melhor podem transmitir a cultura do Evangelho na internet”, assegurou.

Participou também da coletiva de imprensa Dom Joseph Naffah, Bispo de Aradus, Líbano, e padre sinodal, que compartilhou a iniciativa que está sendo implantada no mundo de língua árabe para comunicar a jovens cristãos na internet e lhes permite compartilhar suas experiências.

Durante sua intervenção, explicou que esta iniciativa evangelizadora é hoje especialmente urgente devido às dificuldades que muitos jovens árabes vivem como consequência das guerras, d emigração à qual se veem forçados.

“Há jovens que escolheram testemunhar Jesus em situações críticas que, às vezes, rondam o martírio”, assegurou. Este projeto na internet, que denominou “projeto de contato online”, pretende funcionar como um Instituto de Ciências Religiosas na rede.

A aplicação conta atualmente com 750 estudantes como usuários, mas espera-se um importante crescimento, pois a inciativa ainda está em uma fase inicial.

Explicou que “nossa juventude está participando nos meios de comunicação sociais, nas redes sociais, e a Igreja é chamada a existir nesse mundo”.

Outro padre sinodal, Dom Emmanuel Kofi Fianu, Bispo de Ho, Gana, assinalou um paradoxo que ocorre em alguns países do continente africano que dificulta a evangelização digital: por um lado, dá-se o mesmo fenômeno que em outras partes do mundo entre a juventude de mudança de mentalidade do analógico para o digital, mas, por outro lado, há muitos lugares que não têm acesso a internet.

Entretanto, também sublinhou a necessidade de que a Igreja aumente sua presença na internet e, sobretudo, que o faça com objetivos e planos concretos. Nesse sentido, afirmou que cada vez há mais jovens que não leem em papel, apenas em plataformas digitais.

Por isso, chamou a impulsionar projetos de apostolado bíblico na internet, para que os jovens possam ter acesso à Bíblia mediante as modernas tecnologias de comunicação. Explicou que, em Gana, estão trabalhando em um projeto piloto nessa direção. “Desenvolvemos um apostolado bíblico baseado em plataformas digitais que ajudem a difundir a Palavra de Deus entre jovens que não estejam acostumados com a leitura”.

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Sínodo dos Bispos: devemos pedir perdão aos jovens

Sínodo dos Bispos sobre os jovens teve folga nesta segunda-feira, 22, enquanto o primeiro rascunho do documento é finalizado e será apresentado nesta terça-feira, 23, durante a Assembleia Geral, pela manhã. Na quarta-feira, 24, o Sínodo terá mais um dia de descanso enquanto o texto final é preparado. Na sexta-feira, 26, a Assembleia Geral vai se encontrar para eleger o novo Conselho para o Sínodo e, por fim, no sábado, 27, o documento final será apresentado aos bispos.

Devemos pedir perdão

Dom Paolo Bizzeti, da Turquia, ponderou a respeito do mundo que foi criado para os jovens. Para Dom Bizzeti, não preparamos um mundo em que os mais jovem possam viver, onde possam trabalhar, expressarem-se e usarem seus talentos. Por esta razão, devemos pedir perdão aos jovens, por termos criado um mundo que os privou de tantas possibilidades.

Outro ponto tocado pelo religioso durante este Sínodo foi a vasta diferença na Igreja que atua em locais mais saudáveis do mundo quando comparado aos muitos locais mais pobres. Dom Bizzeti explicou que é muito difícil falar de fé e discernimento quando jovens de oito ou dez anos não podem escolher, já que essas escolhas não foram feitas para eles, muitas vezes por conta da desesperadora situação na qual se encontram.

Conversão

O reitor-mor dos Salesianos, Padre Ángel Fernández Artime, disse que a conversão deve ser levada a sério, para que assim a Igreja se torne melhor. O salesiano afirmou que o povo clama para que a Igreja seja brava e corajosa para testemunhar a fé. Este, segundo Padre Artime, deve ser um chamado para todo os adultos, não apenas para o clero.

Sem pai e mãe

Dom Bizzeti e Padre Artime dizem que sentem falta da paternidade e da maternidade no mundo todo. O reitor salesiano explicou que encontra diversos jovens que sentem falta da presença do pai. Ele disse que mesmo nas famílias convencionais o ritmo de vida é tal que as crianças não recebem a presença e o acompanhamento de que necessitam.

Sínodos locais

O bispo estadunidense Dom Frank J. Caggiano disse que o Sínodo deste ano cuida das coisas num nível universal, mas que agora precisa partir para um olhar local. A sinodalidade, segundo Dom Caggiano, agora deve ser concretizada em áreas locais. Uma grande questão, para ele, é como levar isso tudo adiante em sua própria diocese. Ele explicou que pretende atrais mais jovens à sua diocese.

Acerca do abuso sexual de menores, Dom Caggiano foi categórico: é um crime e um pecado que não tem lugar na Igreja. Para o religioso, os jovens precisam saber que a Igreja está comprometida a reconstruir sua credibilidade e confiança. Para ele, quando a confiança é quebrada, é difícil reconstruí-la e isto precisa ser feito como uma pessoa por vez. Por fim, o bispo estadunidense afirmou que os bispos devem discutir uma maneira de lidar com isto no futuro.

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Amar significa deixar de lado o egoísmo, diz Papa no Angelus

A mensagem do Mestre é clara: enquanto os grandes da terra constroem “tronos” para o próprio poder, Deus escolhe um trono incômodo, a Cruz, para dali reinar dando a vida”: foi o que disse o Papa Francisco no Angelus deste domingo, 21, na Praça São Pedro, no Vaticano.

“O Filho do Homem – disse – não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para muitos”, explicou, acrescentando: “o caminho do amor está sempre ’em prejuízo’, porque amar significa deixar de lado o egoísmo, a autorreferencialidade, para servir os outros”.

Para o Papa Francisco “o caminho do serviço é o antídoto mais eficaz contra a doença da busca dos primeiros lugares, é o remédio para carreiristas; esta busca dos primeiros lugares contagia muitos contextos humanos e não poupa nem mesmo os cristãos, o povo de Deus, também a hierarquia eclesiástica”.

“Por isso, como discípulos de Cristo, acolhamos este Evangelho como um chamado à conversão, para testemunhar com coragem e generosidade uma Igreja que se inclina aos pés dos últimos, para servir-lhes com amor e simplicidade.

Mudar a mentalidade do mundo

O Evangelho deste domingo – disse Francisco no início da sua alocução – descreve Jesus que, mais uma vez, com grande paciência, tenta corrigir seus discípulos convertendo-os da mentalidade do mundo àquela de Deus. A ocasião foi oferecida pelos irmãos Tiago e João, os dois primeiros apóstolos que Jesus encontrou e chamou para segui-lo. Já tinham caminhado muito com Jesus, e pertenciam ao grupo dos doze Apóstolos.

Por isso, enquanto caminhavam para Jerusalém, onde os discípulos esperavam com ânsia que Jesus, por ocasião da Festa da Páscoa, pudesse finalmente instaurar o Reino de Deus, os dois irmãos tomaram coragem e dirigiram ao Mestre seus pedidos: “’Deixa-nos sentar um à tua direita e outro à tua esquerda, quando estiveres na tua glória!’ (v.37).

Jesus sabe que Tiago e João têm um grande entusiasmo por Ele e pela causa do Reino, mas também sabe que as suas expectativas e seu zelo estão poluídos pelo espírito do mundo. Por isso responde: “Vós não sabeis o que pedis” (v.38). e enquanto eles falavam de “tronos de glória” para sentar ao lado do Cristo Rei, Ele fala de um cálice a ser bebido, de um “batismo” a ser recebido, ou seja, da sua paixão e morte. Tiago e João, sempre pensando ao privilégio esperado, dizem de ímpeto: sim, “podemos”! Mas, aqui também, – disse Francisco – “não se dão conta do que dizem. Jesus preanuncia que eles irão beber o cálice e receberão o batismo, isto é, assim como os outros Apóstolos eles participarão da sua cruz, quando chegar sua hora. Mas, conclui Jesus – “não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. É para aqueles a quem foi reservado!”. (v.40). Ou seja: agora vocês me sigam e aprendam o caminho do amor “em prejuízo”, e quanto ao prêmio, será o Pai Celeste a dar.

O Papa concluiu pedindo à Virgem Maria, que aceitou plenamente e com humildade à vontade de Deus, para que nos ajude a seguir com alegria Jesus no caminho do serviço, o caminho principal que leva ao Céu.

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Grupo Geração Luz promoveu Manhã de Reflexão da Juventude

No dia 21/10, das 8:30 h às 11:30 h, os jovens integrantes do Grupo Geração Luz, juntamente com os crismandos do 2º ano, se reuniram no salão paroquial, para uma Manhã de Reflexão da Juventude, com o tema: “A Palavra de Cristo no Tempo Atual”. O evento foi idealizado e preparado pelo seminarista Ancelmo e teve o apoio das assessoras do Geração Luz. O Ministério de Música Lectus, animou o evento.

O objetivo do encontro foi mostrar a presença da palavra de Cristo no tempo atual, consequentemente, destacar as maneiras de identificar, vivenciar, defender e leva-la ao conhecimento do próximo, junto a isso, buscar um caminho de santidade. Houve momentos de animação, reflexão, dinâmicas de grupo, e ambientação no espaço realizado.

No final do encontro, o  Grupo de JovensGeração Luz se apresentou e convidou os crismandos à participarem das reuniões do grupo, que são todas as sextas-feiras das 19:30 h às 20:30 h no salão paroquial.

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Crianças da Catedral rezaram o terço pela paz

Na última quinta-feira, 18, as crianças da Catedral Nossa Senhora Aparecida rezaram o terço pela paz juntamente com crianças do mundo inteiro na campanha "1 Milhão de Crianças rezando o Terço pela Paz!". O evento foi organizado pela catequese e foi realizado na Catedral às 19h30. A nível mundial, o evento foi organizado pela entidade "Ajuda a Igreja que Sofre (ACN)".

A ACN (Aid to the Church in Need – Ajuda à Igreja que Sofre em inglês) é uma Fundação Pontifícia, com sede no Vaticano, que foca sua assistência na Igreja, onde ela é mais carente e/ou perseguida. A intenção da ACN é juntar um milhão de crianças ao redor do mundo para rezar pedindo pela paz! No texto abaixo você saberá os motivos desse pedido e terá acesso a uma carta da ACN com mais esclarecimentos, bem como ao material de divulgação, inclusive a um explicativo sobre como rezar o Terço e meditar os seus mistérios com as crianças.

História do Terço das Crianças

A ideia inicial para esta campanha foi concebida em 2005, à beira do caminho para um santuário de Nossa Senhora em Caracas, na Venezuela. Vindo de um grupo de crianças, que rezavam espontaneamente o Terço. Algumas mulheres que também estavam presentes sentiram uma profunda presença de Nossa Senhora. Uma delas, em seguida, recordou uma promessa feita uma vez por São Padre Pio, que havia dito: “Quando um milhão de crianças rezar o Terço, então o mundo vai mudar.”

O objetivo desta iniciativa de oração é mostrar, em primeiro lugar, que a oração confiante das crianças pode voar como uma flecha diretamente para o coração de Deus e, consequentemente, tem grande poder. Quão poderosa, então, é a oração do Terço, rezada pelas crianças na intenção pela paz e unidade dentro das famílias, dentro do seu próprio país e em todo o mundo! São João Paulo II escreveu em sua carta apostólica sobre o Rosário: “O Rosário é, por natureza, uma oração pela paz, pois consiste na contemplação de Cristo, o Príncipe da Paz, aquele que é a nossa paz”. O Rosário é também uma oração pela paz por causa dos frutos da caridade que produz… Por sua natureza de insistente petição em harmonia com o convite de Cristo de “rezar incessantemente”, o Rosário nos permite esperar que, ainda hoje, a difícil “batalha” pela paz pode ser vencida.

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Padre Gilmar completa 7 anos como pároco da catedral

No próximo dia 26 de outubro, o padre Gilmar Antonio Fernandes Margotto completa 7 anos à frente da Paróquia Nossa Senhora Aparecida. Em celebração presidida pelo bispo diocesano, Dom Paulo Mendes Peixoto, no dia 26 de outubro de 2011, o Padre Gilmar tomava posse como pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida após o falecimento do saudoso Padre Edemur José Alves.

Nestes 7 anos o padre Gilmar cativou a todos os paroquianos com sua dedicação e amor pelo povo de Deus. Como destaque de seu trabalho estão a reorganização territorial, reforma do Salão e Secretaria Paroquia, das sacristias, construção do Centro de Eventos, volta das badaladas do relógio, instalação dos vitrais, celebração dos sacramentos, Missa em todos os dias da semana, comemoração dos 70 anos da paróquia, transmissão da missa pela internet, criação da Web Rádio e Web TV, entre outros. Além disso, Padre Gilmar atuou incansavelmente na Comissão de Criação da Diocese de Votuporanga desde 2010 e desde o ano passado, com a instalação da nova diocese, o sacerdote tornou-se o Cura da Catedral.

Padre Gilmar, somos gratos a Deus por tê-lo como nosso pároco e pedimos ao nosso Divino Mestre que te cumule de muitas graças e bençãos dos céus.

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Diocese completa 2 anos de instalação

Neste dia 22 de outubro, a Diocese de Votuporanga completa dois anos de instalação e posse do primeiro bispo, Dom Moacir Aparecido de Freitas. Para comemorar a data, será celebrada a Santa Missa em Ação de Graças na próxima sexta-feira, 26, às 19h30 na Catedral. A Diocese de Votuporanga foi criada em 20 de julho de 2016 pelo Papa Francisco, sendo desmembrada das Dioceses de São José do Rio Preto e de Jales. A diocese votuporanguense é sufragânea da Arquidiocese de Ribeirão Preto e faz parte do Regional Sul 1 da CNBB.

Aos poucos a diocese está sendo organizada e os trabalhos pastorais vão sendo realizados. A cúria está instalada no prédio da Secretaria da Paróquia Nossa Aparecida, porém deve ser construída uma sede própria na rua Alagoas, entre as ruas Argentina e Guerche. Deve ser construído um local também para formações e retiros. Em relação a equipe administrativa da Diocese, Dom Moacir nomeou os padres dos principais cargos. O Padre Roberto Bocalete de Américo de Campos é o Chanceler, o Padre Geomar Alves dos Santos da Paróquia Santa Luzia de Votuporanga é o Coordenador de Pastoral e o Padre Carlos Rodrigues dos Santos da Paróquia São Bento de Votuporanga é o Ecônomo. Dom Moacir nomeou o Padre Lorival Angelo Marques de Cosmorama como vigário-geral da diocese. Também foram escolhidos os padres membros do Colégio dos Consultores e assessores dos movimentos e pastorais.

A diocese é composta por 28 paróquias localizadas em 25 municípios: Álvares Florence, Américo de Campos, Buritama, Cardoso, Cosmorama, Floreal, Gastão Vidigal, Lourdes, Macaubal, Magda, Monções, Nhandeara, Nova Luzitânia, Parisi, Paulo de Faria, Planalto, Pontes Gestal, Riolândia, Sebastianópolis do Sul, Tanabi, Turiúba, União Paulista, Valentim Gentil, Votuporanga e Zacarias. Para facilitar o trabalho pastoral, a diocese foi dividida em 5 regiões pastorais: Nhandeara, Buritama, Votuporanga, Cosmorama e Riolândia. Nossa diocese abrange uma superfície de 7.694 Km² e segundo o censo de 2010, a população da nova diocese é de 237.380 habitantes.

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Participe da Tradicional Quermesse da Catedral

A Comunidade Paroquial da Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga convida a todos para as festividades em Honra da Padroeira, que acontecerá no mês de outubro. De 3 a 11 de outubro está sendo realizada a Novena. No dia 12, dia de Nossa Senhora Aparecida serão celebradas Missas no período da manhã e da tarde. 


A Tradicional Quermesse será realizada no Centro Paroquial de Eventos nos sábados 06, 13 e 20 do mês de outubro e em especial na sexta-feira, 12, Dia da Padroeira. A paróquia conta com a colaboração da comunidade também com a doação de prendas e patrocínio do bingo. Aqueles que puderem e sentirem o chamado para fazer doações podem entrar em contato com a secretaria paroquial, localizada na Rua São Paulo, 3577, ou pelo tel: 3421-6245. 

Durante o período de Quermesse também é realizado o tradicional Concurso Boneca e Boneco Vivos, nos quais as crianças aprendem a colaborar com a Igreja desde pequenas.

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Catedral celebrará Dia da Padroeira

A Paróquia Nossa Senhora Aparecida celebra nesta sexta-feira, 12, o dia de sua padroeira e também padroeira de Votuporanga, da Diocese e do Brasil. As festividades tem neste ano o tema:  “Em Jesus, Com Maria, Restauramos a Vida!”. Nesse dia também serão comemorados os 60 anos da celebração da primeira missa na então Nova Igreja Matriz, hoje Catedral.

As celebrações iniciam às 9h, com a Santa Missa Solene pelas Crianças, que também comemoram seu dia. Ao meio-dia, os fiéis poderão participar da Consagração a Nossa Senhora Aparecida, consagrando suas vidas à proteção de Maria.

No fim do dia, às 17h30, os fiéis sairão em procissão com a imagem da padroeira pelas ruas centrais e após a procissão, será celebrada uma Missa Solene em Louvor a Nossa Senhora Aparecida na Catedral. A Missa será presidida pelo Padre Gilmar Margotto e  concelebrada por outros padres e diáconos de Votuporanga. Após a Missa, será realizada mais uma noite de Quermesse no Centro Paroquial de Eventos. A festa segue nos sábados 13 e 20 com a Tradicional Quermesse.

 As Festividades da Padroeira tiveram início no dia 03 com a Novena de Nossa Senhora. Durante noves dias, os fiéis puderam rezar e agradecer a Nossa Senhora e para cada dia foi escolhido um tema para reflexão. Também nos dias 06, 12, 13 e 20 está sendo realizada a Sensacional Quermesse no Centro Paroquial de Eventos e o Concurso Boneco e Boneca Vivos.

O povo de Votuporanga sempre teve muita fé em Nossa Senhora Aparecida, a ela foi dedicada a primeira capelinha de nossa cidade.

Segundo o padre Gilmar Margotto, pároco da Catedral         “ a devoção mariana, vivida no horizonte da centralidade de Jesus Cristo e do Reino de Deus, é legítima e saudável. Deve ser respeitada e estimulada, para que a mãe de Jesus molde nosso coração de discípulos e missionários de Cristo, levando-nos a viver autenticamente o mistério de amor e misericórdia em nossos tempos.”

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Participe das Festividades da Padroeira

Na próxima quarta-feira, 03 de outubro, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Catedral) iniciará as celebrações das Festividades da Padroeira com a Novena de Nossa Senhora Aparecida. Em 2018, a Festa tem como tema: “Em Jesus, Com Maria, Restauramos a Vida!”

Como de costume, a Novena será realizada nos noves dias que antecedem o Dia da Padroeira, 12, sendo que no dia 11 a Missa será presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas, que nesta data completará dois anos de ordenação episcopal. Para cada dia haverá um tema para reflexão. 

No dia 12 de outubro, Dia da Padroeira, as celebrações iniciam logo cedo com a Santa Missa pelas Crianças às 9h. Um pouco mais tarde, às 12h, será celebrada a Consagração Solene a Nossa Senhora Aparecida. Ao fim do dia, será celebrada a Procissão e Santa Missa Solene de Nossa Senhora Aparecida às 17h30. 

A Sensacional Quermesse em Louvor a Nossa Senhora Aparecida será realizada nos sábados 06, 13 e 20 de outubro, e em especial no dia 12, Dia da Padroeira, no Centro Paroquial de Eventos da Catedral. No dia 20, será realizada a Final do Concurso Boneca e Boneco Vivos. 
 

Veja abaixo a programação completa:


 

Novena e Festa da Padroeira – 03 a 12 de Outubro 2018

 

Tema: Em Jesus, Com Maria, Restauramos a Vida!

 

Dia 03 – 15h e 19h30 – 1º dia: “Com Maria e Jesus, Obedecemos à Vontade do Pai!”

Dia 04 – 19h30 - 2º dia: “Com Maria e Jesus, Restauramos o Jardim do Éden”

Dia 05 – 19h30 - 3º dia: “Com Maria e Jesus, Buscamos a Libertação.”

Dia 06 – 19h00 4º dia: “Com Maria e Jesus, Somos Servidores do Reino!”

Dia 07 -  07h30, 10h00 e 19h00 - 5º dia: “Com Maria e Jesus, Dialogamos Com o Mundo!”

Dia 08 – 19h30 - 6º dia: “Com Maria e Jesus, Ser Igreja Viva e Participativa!”

Dia 09 – 19h30 - 7º dia: “Com Maria e Jesus, Fazer-se Comunidade-Sacramento!”

Dia 10 – 15h e 19h30 - 8º dia: “Com Maria e Jesus, Restaurar a Dignidade da Vida

Dia 11 – 19h30 - 9º dia: “Com Maria e Jesus, Restaurar o Rosto Fiel e Samaritano da Igreja!” - Aniversário de 2 anos de Ordenação Episcopal de Dom Moacir

 

Dia 12 – Solenidade de Nossa Senhora Aparecida: “Mãe dos Humildes e Pequeninos! “

9h – Missa pelas Crianças

12h – Consagração Solene

17h30 – Missa Solene e Procissão

 

Participe da Sensacional Quermesse

Nos Sábados 06, 13 e 20 e dia 12 após a Santa Missa 

Local: Centro Paroquial de Eventos

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Quermesse da Catedral iniciará neste sábado, 06

A Comunidade Paroquial da Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga convida a todos para as festividades em Honra da Padroeira, que acontecerá no mês de outubro. De 3 a 11 de outubro será realizada a Novena, sendo presidida cada dia por um padre de Votuporanga e região. No dia 12, dia de Nossa Senhora Aparecida serão celebradas Missas no período da manhã e da tarde. 

A Tradicional Quermesse será realizada no Centro Paroquial de Eventos nos sábados 06, 13 e 20 do mês de outubro e em especial na sexta-feira, 12, Dia da Padroeira. A paróquia conta com a colaboração da comunidade também com a doação de prendas e patrocínio do bingo. Aqueles que puderem e sentirem o chamado para fazer doações podem entrar em contato com a secretaria paroquial, localizada na Rua São Paulo, 3577, ou pelo tel: 3421-6245. 

Durante o período de Quermesse também é realizado o tradicional Concurso Boneca e Boneco Vivos, nos quais as crianças aprendem a colaborar com a Igreja desde pequenas.

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Participe das Festividades da Padroeira

Na próxima quarta-feira, 03 de outubro, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Catedral) iniciará as celebrações das Festividades da Padroeira com a Novena de Nossa Senhora Aparecida. Em 2018, a Festa tem como tema: “Em Jesus, Com Maria, Restauramos a Vida!”

Como de costume, a Novena será realizada nos noves dias que antecedem o Dia da Padroeira, 12, sendo que no dia 11 a Missa será presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas, que nesta data completará dois anos de ordenação episcopal. Para cada dia haverá um tema para reflexão. 

No dia 12 de outubro, Dia da Padroeira, as celebrações iniciam logo cedo com a Santa Missa pelas Crianças às 9h. Um pouco mais tarde, às 12h, será celebrada a Consagração Solene a Nossa Senhora Aparecida. Ao fim do dia, será celebrada a Procissão e Santa Missa Solene de Nossa Senhora Aparecida às 17h30. 

A Sensacional Quermesse em Louvor a Nossa Senhora Aparecida será realizada nos sábados 06, 13 e 20 de outubro, e em especial no dia 12, Dia da Padroeira, no Centro Paroquial de Eventos da Catedral. No dia 20, será realizada a Final do Concurso Boneca e Boneco Vivos. 
 

Veja abaixo a programação completa:


 

Novena e Festa da Padroeira – 03 a 12 de Outubro 2018

 

Tema: Em Jesus, Com Maria, Restauramos a Vida!

 

Dia 03 – 15h e 19h30 – 1º dia: “Com Maria e Jesus, Obedecemos à Vontade do Pai!”

Dia 04 – 19h30 - 2º dia: “Com Maria e Jesus, Restauramos o Jardim do Éden”

Dia 05 – 19h30 - 3º dia: “Com Maria e Jesus, Buscamos a Libertação.”

Dia 0619h00 - 4º dia: “Com Maria e Jesus, Somos Servidores do Reino!”

Dia 07 -  07h30, 10h00 e 19h00 - 5º dia: “Com Maria e Jesus, Dialogamos Com o Mundo!”

Dia 08 – 19h30 - 6º dia: “Com Maria e Jesus, Ser Igreja Viva e Participativa!”

Dia 09 – 19h30 - 7º dia: “Com Maria e Jesus, Fazer-se Comunidade-Sacramento!”

Dia 10 – 15h e 19h30 - 8º dia: “Com Maria e Jesus, Restaurar a Dignidade da Vida

Dia 11 – 19h30 - 9º dia: “Com Maria e Jesus, Restaurar o Rosto Fiel e Samaritano da Igreja!” - Aniversário de 2 anos de Ordenação Episcopal de Dom Moacir

 

Dia 12 – Solenidade de Nossa Senhora Aparecida: “Mãe dos Humildes e Pequeninos! “

9h – Missa pelas Crianças

12h – Consagração Solene

17h30 – Missa Solene e Procissão

 

Participe da Sensacional Quermesse

Nos Sábados 06, 13 e 20 e dia 12 após a Santa Missa 

Local: Centro Paroquial de Eventos

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Dom Moacir completará 2 anos de Ordenação Episcopal

No próximo dia 11 de outubro, Dom Moacir Aparecido Freitas, bispo diocesano de Votuporanga, celebrará 2 anos de Ordenação Episcopal. A Ordenação foi realizada na Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus de Ibitinga em 11 de outubro de 2016. A celebração foi presidida por Dom Paulo Cezar Costa (ordenante principal), bispo de São Carlos, e teve como ordenantes Dom Airton José dos Santos, arcebispo de Campinas, e Dom Moacir Silva, arcebispo de Ribeirão Preto. A Santa Missa também foi concelebrada por outros 11 bispos, quase cem padres e diáconos. Alguns dias depois, no dia 22 de outubro de 2016, Dom Moacir tomou posse como primeiro bispo de Votuporanga.

Dom Moacir foi nomeado como 1º bispo de Votuporanga pelo Papa Francisco no dia 20 de julho deste ano e na mesma data, foi criada também a nova diocese de Votuporanga. Ele escolheu como lema episcopal: “Verbum panis factum est”, isto é, “A Palavra se fez pão”. Ao explicar sobre a frase escolhida disse: “para mim esse mistério da Encarnação se renova em cada Celebração Eucarística, grande expressão do amor de Deus por nós, bem como nos dá a graça para entender e viver a vontade de Deus no meio dos irmãos e irmãs”. 

Dom Moacir entende que em sua missão na diocese de Votuporanga tem a oportunidade de organizar ações dentro dos princípios e diretrizes da Pastoral da Igreja. Dom Moacir descreve como três características fortes de um bispo: “anunciar Jesus Cristo, santificar o povo de Deus para que a graça Dele se mantenha em nosso meio, e apascentar o povo de Deus em Votuporanga.” 

 

 

 

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42 anos de falecimento do Frei Arnaldo

Celebramos no próximo dia 12 de outubro, os 42 anos de falecimento do Frei Arnaldo Maria de Itaporanga, vítima de um acidente automobilístico no trevo de Nhandeara, quando vinha para Votuporanga participar das festividades da padroeira. O saudoso frei foi vigário cooperador da Paróquia Nossa Senhora Aparecida por 13 anos, tendo desempenhado um maravilhoso trabalho pastoral e cativando a todos. Fica-nos a lembrança do saudoso frei corintiano e que amava a Votuporanguense.

Frei Arnaldo Figueiredo (José Castilho) nasceu em Itaporanga aos 4 de abril de 1928. Entrou para o Seminário São Fidélis aos 23 de janeiro de 1946. Vestiu o hábito aos 5 de janeiro de 1949, tendo como Mestre Frei Epifânio Menegazzo. Ordenado sacerdote aos 19 de fevereiro de 1956, concluiu os estudos no final desse ano.
Seu primeiro campo de apostolado foi Votuporanga, já em janeiro de 1957. Ali granjeou a estima e a amizade de toda a população, sendo bastante querido, especialmente da colônia japonesa. Soube viver intensamente, sempre jovial, alegre, simpatizante dos esportes – especialmente do futebol – e também zeloso no apostolado. Generoso, mão aberta, expansivo, não se deixava prender por muitas normas ou etiquetas. Queria ver todos felizes e alegres; onde estivesse, era sempre o centro das brincadeiras, recordando aventuras dos tempos idos e das “tramas” para fugir à austera disciplina dos rigorosos tempos de estudante.
Em janeiro de 1969, com grande tristeza dos votuporanguenses, foi transferido para Ilha Solteira (SP), onde, igualmente, conquistou a todos.
Aos 12 de outubro de 1976, quando ia de Ilha Solteira para a estimada Votuporanga a fim de pregar na festa da Senhora Aparecida, padroeira local, seu carro, dirigido por Frei Ludovico Sesso foi colhido por um ônibus no Km. 509 da Rodovia Feliciano S. Cunha, no trevo de Nhandeara. Teve morte instantânea, enquanto Frei Ludovico ainda sobreviveu por algumas semanas. Mais de 5 mil pessoas participaram do funeral de Frei Arnaldo, quando houve missa concelebrada por inúmeros sacerdotes em Votuporanga, onde foi sepultado a pedido da população.

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60 anos da 1ª Missa na Catedral

A fé dos votuporanguenses é grande desde a fundação da cidade e durante os festejos da criação do novo vilarejo das brisas suaves, foi celebrada a Santa Missa aos pés do cruzeiro.

A população sempre teve muita devoção a Nossa Senhora Aparecida e nos anos de 1939 e 1940 foi construída a primeira Igreja de nossa cidade, uma Capela dedicada a padroeira do Brasil onde hoje é a fonte luminosa.

Na criação da paróquia em 1943, o bispo diocesano, Dom Lafayette Libanio sugeriu a construção de uma Igreja Matriz para abrigar a fé dos votuporanguenses. Com o passar dos anos, a população foi crescendo e a pequena capela já não era suficiente para acomodar os fiéis nas celebrações litúrgicas.  

Em janeiro de 1953, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida passou a ser administrada pelos Freis Capuchinhos, e nesse período chega a nossa cidade o visionário e missionário Frei Gregório de Protásio Alves. O saudoso frei acolheu os pedidos da comunidade e solicitou ao engenheiro civil, Dante Andreoli que elaborasse um projeto para a construção da nova Igreja Matriz. O estilo adotado foi o neo-gótico.

Para o local da construção da nova Igreja Matriz, escolheu-se o terreno em frente a pequena Capela que pertencia a prefeitura e onde estava localizado um campo de aviação, e para que fosse possível a edificação nesse local, o terreno da capelinha passaria ao poder público municipal. No dia 22 de novembro de 1953, foi aprovada a permuta de terrenos e lavrada a escritura.

No dia 08 de dezembro de 1953, Festa da Imaculada Conceição, Dom Lafayette Libânio, bispo diocesano, procedeu a benção solene da pedra fundamental da nova Igreja Matriz. Passados alguns meses, no dia 19 de abril de 1954, foram iniciados os trabalhos da construção da nova Igreja Matriz.

A população estava muito empolgada com a construção da Igreja e se mobilizou para angariar recursos para custear as obras. Os frei capuchinhos visitavam as comunidades rurais, solicitando a doação de sacas de café, arroz e prendas e raramente recebiam uma resposta negativa. A comunidade votuporanguense também contribuiu com a doação de diversas prendas para as quermesses e leilões de gado cujas rendas eram revertidas para a construção do novo templo. Com todo esse apoio da comunidade, a nova igreja era construída.

Após mais de 4 anos de construção, no dia 12 de outubro de 1958 foi inaugurada solenemente a nova Igreja Matriz, com missa presidida pelo bispo diocesano, Dom Lafayette Libânio, às 17 horas e concelebrada pelos freis Ambrósio de Bebedouro e Arnaldo Maria de Itaporanga. Nesse mesmo dia, às 8 horas, Frei Arnaldo rezou a última missa na Capelinha. Uma semana depois, a pequena capelinha foi demolida.

A nova igreja foi inaugurada, sem as torres, sem forro e com as paredes sem reboco e pintura. Apenas anos mais tarde, com o apoio da comunidade, a Igreja Matriz foi embelezada.

Os novos bancos foram entregues em julho de 1959 e os primeiros vitrais foram instalados em fevereiro de 1960. Em agosto de 1961, foi iniciada a construção das torres, inicialmente pela da rua Amazonas e a conclusão destes serviços ocorreram em novembro de 1963. Em janeiro de 1964, o bispo diocesano, Dom Lafayette Libânio consagrou o novo altar de mármore.

A Igreja Matriz recebeu os primeiros lustres em março de 1966 e em junho desse mesmo ano iniciou-se a pintura do forro, contemplando a ladainha de Nossa Senhora, a Assunção de Maria e outros símbolos católicos. Este serviço foi concluído em julho do mesmo ano. Também em1966, em novembro, foi instalado o piso de mármore no presbitério da igreja.

Em julho de 1967, foi inaugurada a Sala de Recepção ao lado direito da Igreja Matriz para recepcionar os nubentes e demais participantes das celebrações. Por não valorizar a estética do templo religioso, esta sala foi demolida anos depois.

Em dezembro de 1973, foi colocada uma luz vermelha na extremidade das cruzes da torres e em maio de 1975, foram instalados os relógios nas torres.

Em outubro de 1987, no cinquentenário de Votuporanga, foi inaugurado um monumento com imagem de Nossa Senhora Aparecida em frente à Igreja Matriz. Em outubro de1989, foi iniciado o processo para o Tombamento Histórico da Igreja Matriz, porém por não possuir um estilo arquitetônico puro, o processo foi arquivado.

Em outubro de 2001, a Sacristia da Igreja Matriz recebe o nome de “Frei Arnaldo”, numa homenagem ao estimado religioso que por 13 anos atuou em nossa paróquia. 

Entre os anos de 2001 e 2010, a Igreja Matriz recebeu diversas melhorias com a execução de uma nova pintura interna, instalação de novos lustres, troca de bancos, restauração do forro.

Em abril de 2012, foi lançada a Campanha "Todos Unidos pela Igreja Matriz" para angariar recursos para as obras de adequação da Igreja preparando-a para se tornar Catedral, visto que o processo de criação da Diocese de Votuporanga estava em andamento. Nos anos seguintes, com o apoio fiel da comunidade, foram reformadas as sacristias, instalado um novo sistema de som, instalado um sistema digital nos relógios das torres para que eles voltassem a badalar, instalada uma nova iluminação externa e novos vitrais.

A Igreja Matriz que sempre acolheu a comunidade votuporanguense, tornou-se Catedral em julho de 2016, com a criação da Diocese de Votuporanga, passando a acolher os fiéis de 28 paróquias da Diocese.

Nesses 60 anos, a hoje Catedral de Votuporanga, foi o local de diversas celebrações religiosas como Missas Solenes, Batizados, Casamentos, Ordenações Diaconais e Presbiterais e diariamente acolhe muitas pessoas que ao passarem pelo centro de nossa cidade adentram na Catedral para rezarem e se aproximarem cada vez mais de Deus.

Louvamos a Deus pelos bispos, padres, diáconos, religiosos (as), fiéis leigos, dizimistas e benfeitores que fizeram parte destes 60 anos de história e fé e que continuam participando da vida desta Casa da Mãe.

 

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Outubro Mês das Missões e do Rosário

Outubro é o mês das missões e de Nossa Senhora, a mais santa de todas as mulheres. Falando tão pouco e de modo tão suave, ela dizia tudo no silêncio de seu coração. Nossa mãe Maria quer os cristãos unidos e solidários como uma grande família… Quem medita e conhece o Evangelho sabe que Jesus e Maria nutriam especial predileção pelo silêncio, pelos lugares desertos. Silêncio é terapia, calmante, reconforto, reabastecimento psicológico, físico e espiritual.

O silêncio é a liturgia da palavra celebrada na catedral da fé no santuário da oração sob as bênçãos do Pai. O silêncio é genuflexório das grandes almas dos corações humildes dos grandes amigos de Deus e dos homens. Vale a pena abrir nosso coração a Cristo e a Maria, rainha dos apóstolos, missionária por excelência, estrela da nova evangelização.

Maria guardava tudo em silêncio meditando os acontecimentos as palavras de seu Filho os mistérios do dia-a-dia. Enquanto muitos se alimentam de horóscopos e falsos ensinamentos, mergulhemos diariamente em algum trecho do Evangelho, no oceano misericordioso do Coração de Jesus e de Maria. E nossa vida será luminosa, plena, missionária, e feliz. Toda a vida de Maria cabe numa palavra: doação. Humilde, profundamente humana, embora tão agraciada espiritualmente, predileta do Altíssimo. Forte na dor, inquebrantável no sofrimento, marcando presença junto a seu Filho e ao lado dos apóstolos.

Modelo de fé, Maria está sempre pronta para nos atender. Uma das maneiras mais eficazes e poderosas de recorrermos à gloriosa e celeste intercessão da Mãe de Deus é o SANTO ROSÁRIO. O Rosário é oração simples, mas poderosa e nos traz grandes benefícios. Com esta oração podemos enfrentar vitoriosamente as forças do mal. Podemos também confiar a Maria todas as preocupações, necessidades, dificuldades problemas intenções e esperanças pessoais das famílias a Igreja e do mundo.

No Rosário, Maria, santuário do Espírito Santo, ao ser suplicada por nós, apresenta-se em nosso favor diante do Pai que acumulou de graça e do Filho nascido das suas entranhas, pedindo conosco e por nós “. Meditemos sobre estas palavras do Papa João Paulo II, em sua Carta Apostólica” O Rosário da Virgem Maria.

Quem é devoto de Maria e a invoca com o Rosário, conhece por experiência, o poder e o amor desta boa Mãe! Rezemos o Rosário todos os dias! A Igreja reconheceu sempre uma eficácia particular ao Rosário, confiando-lhe mediante a sua recitação comunitária e a sua prática constante, as causas mais difíceis.Em momentos em que estivera ameaçada a própria cristandade, foi à força desta oração que se atribuiu à libertação do perigo, tendo a Virgem do Rosário sido saudada como propiciadora da salvação.

À eficácia desta oração, confio de bom grado hoje como acenei ao princípio a causa da paz no mundo e a causa da família? (Da carta Apostólica “Rosário da Virgem Maria” de João Paulo II).Falando aos jovens universitários da Europa, em 15 de março de 2003, o Papa João Paulo II disse: “Com a recitação fervorosa do Rosário, pode-se mudar a sorte do mundo”. E nós, acreditamos no poder do Rosário?

A oração é uma busca constante de viver na presença de Deus e procurar estar em diálogo com ele para que ele nos ajude em nossas necessidades, mas devemos nos lembrar das palavras de são Tiago: pedis sim, mas pedis mal, pois não sabeis o que pedir.Muitas vezes pedimos, e pedimos muito, mas não pedimos o que deveríamos, nossos pedidos são mesquinhos, materialistas e visam simplesmente a satisfação de interesses pessoais e imediatos, não sabemos pedir os verdadeiros valores, que são eternos, não pedimos a salvação, o perdão dos pecados nossos e dos outros, não pedimos pela ação evangelizadora da Igreja, pela superação das injustiças que causam guerras e tantos sofrimentos, mas principalmente, não pedimos a ação do Espírito Santo em nossas vidas.

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Semana Nacional da Vida: Igreja evidencia a defesa da vida

A Igreja no Brasil celebra, a cada ano, na primeira semana de outubro, a Semana Nacional da Vida. A data é promovida pela CNBB, e coordenada pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF). Neste ano, o tema da semana será “A fecundidade do amor na família”.

Para o casal coordenador da Pastoral Familiar Nacional, Luiz e Katia Stolf, a iniciativa é importante por incentivar os católicos a participarem ativamente a favor da vida.

“É um momento de reflexão e de tomar consciência, mobilizar a nossa gente, a Pastoral familiar, as demais pastorais movimentos e serviços, a Igreja e a sociedade inteira a defender a vida, cultivar a vida, e a colocar a vida acima de outros valores. O objetivo da semana é propor à Igreja e à sociedade um debate sobre a proteção, cuidados e a dignidade da vida humana, para que seja posta em prática a promoção da vida”.

Instituída em 2005 pela 43ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, a Semana Nacional da Vida culmina no Dia do Nascituro, 8 de outubro, data escolhida pela proximidade com a festa de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro.

O casal salienta que as atividades ocorrerão nos 18 regionais do Brasil. Serão celebrações, simpósios, seminários, caminhadas em defesa da vida, trabalho nas escolas com palestras sobre a valorização da vida, atendimento a gestantes.

O casal coordenador salienta a recente discussão no Brasil sobre a possibilidade de aprovar o aborto até a 12ª semana de gestação. “Acompanhamos as audiências públicas realizadas no STF em agosto, e como católicos, como cristãos, temos que nos unir para que este absurdo não aconteça. É importante defender a vida desde a concepção até a morte natural”, ressaltou.

Subsídio “Hora da Vida”

Assessor nacional da Comissão de Vida e Família da CNBB, Padre Jorge Alves Filho fala sobre a edição do subsídio Hora da Vida, que auxilia as famílias e comunidades a se organizarem e viverem bem a Semana Nacional da Vida e o Dia do Nascituro.

“O tema deste ano é muito rico (A fecundidade do amor na família). Parece um tema fácil, mas é muito amplo e deve ser discutido no âmbito social. Este subsídio tenta aprofundar esse assunto, para que não estejamos alheios ao que acontece no convívio familiar. Somos povo de Deus e por isso, somos também Igreja”.

Padre Jorge vê a Semana Nacional da Vida como uma oportunidade de manifestação dos católicos e cita as várias iniciativas existentes na Igreja voltadas à vida humana.

“São várias as iniciativas através de Paróquias, Congregações religiosas, instituições mantidas pela igreja que trabalham em defesa da vida. Nossas obras sociais demonstram como nossa preocupação não é apenas em deixar nascer as crianças, mas sobretudo de lutar a favor da vida em todo seu contexto. Do início da gestação ao seu declínio natural. A vida precisa ser defendida, principalmente a vida de inocentes, como é o caso do aborto. Somos contra o aborto porque, para nós, tem vida tem Vida. E se tem vida, precisa ser defendida”.

Via Canção Nova

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Papa: rezar o Terço todos os dias em outubro

No sábado (29/9), dia em que a Liturgia celebra os Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael, o Papa pede à Rede Mundial de Oração que ajude os fiéis a rezarem, diariamente, neste mês de outubro, o Terço “contra o mal que divide a Comunidade cristã”.

Por isso, a pedido do Santo Padre, a Rede Mundial de Oração lança, neste mês de outubro, uma Campanha especial de Oração para que os fiéis de todos os Continentes possam invocar Nossa Senhora e o Arcanjo Miguel, para que protejam a Igreja nestes tempos difíceis.

Com efeito, recentemente, vivemos na Igreja situações difíceis, como contínuas denúncias de abuso sexual por parte do clero, das pessoas consagradas e dos leigos. O aumento dos abusos e divisões internas na Igreja, certamente, é favorecido pelo espírito maligno, “inimigo mortal da nossa natureza humana”.

Na tradição cristã, o mal se apresenta em diversas formas, como de “Satanás”, que em hebraico significa “adversário”, ou “Diabo”, que, em grego, é aquele que divide e semeia discórdia.

Na tradição bíblica, fala-se também de “sedutor do mundo”, “pai da mentira” ou “Lúcifer”, que se apresenta como anjo da luz e do bem, mas conduz ao engano.

Enfim, o mal se manifesta de diversos modos, complicando a missão de evangelização da Igreja, chegando até a desacreditá-la. Em parte, a responsabilidade é nossa por deixarmo-nos levar pelas paixões e não pela verdadeira vida: a riqueza, a vaidade e o orgulho. Estes são os caminhos pelos quais o maligno nos seduz e nos arrasta para o mal, levando-nos a cometer ações perversas, como discórdias, mentiras etc.

Na sua Carta ao Povo de Deus, no último dia 20 de agosto, o Santo Padre recordou: “Se um membro sofre, todos sofrem com ele… Quando experimentamos a desolação, que provoca tantas chagas na Igreja, devemos persistir na oração a Maria e buscar crescer no amor e na fidelidade eclesial”.

Portanto, neste mês de outubro, o Santo Padre pede a todos os fiéis um maior esforço nas orações pessoais e comunitárias, rezando, todos os dias, o Terço a Nossa Senhora, para que a Virgem Maria proteja a Igreja, nestes tempos de crise, e o Arcanjo São Miguel a defenda dos ataques do inimigo. Segundo a tradição eclesial, este Arcanjo é o chefe dos exércitos celestes e protetor da Igreja.

Ao término da oração mariana do Terço, o Papa nos convida a rezar a mais antiga invocação à Santa Mãe de Deus “Sub tuum praesidium” (“Sob a vossa proteção”) e a tradicional oração a São Miguel, escrita por Leão XIII:

Oração a Nossa Senhora

«À Vossa Proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita!»

Oração a São Miguel Arcanjo

«São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate. Sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Que Deus manifeste o seu poder sobre ele. Eis a nossa humilde súplica. E vós, Príncipe da Milícia Celeste, com o poder que Deus vos conferiu, precipitai no inferno Satanás e os outros espíritos malignos, que andam pelo mundo tentando as almas. Amém!».

Via Vatican News

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Em Coletiva no Vaticano, bispos apresentam Sínodo sobre a juventude

Aconteceu, na manhã desta segunda-feira, 1º de outubro, na sala de imprensa da Santa Sé, a primeira coletiva com os bispos responsáveis pelo Sínodo sobre a juventude, que acontecerá no Vaticano, do dia 3 ao dia 28 de outubro. A XV Assembleia Geral Ordinária dos bispos terá como tema a juventude, a fé e o discernimento vocacional.

Estiveram presentes na coletiva o secretário geral do sínodo, Cardeal Lorenzo Baldisseri, o relator geral, Cardeal Sergio da Rocha e o subsecretário do sínodo, Dom Fabio Fabene.

Dom Baldisseri saudou os presentes, e disse que o sínodo é um evento de central importância para o povo de Deus, pastores e rebanhos, e para toda a sociedade, em razão do tema, os jovens, em vista da sempre sonhada civilização do amor.

O secretário geral do sínodo lembrou as palavras do Papa Francisco, afirmando que a Igreja está aberta a ouvir os jovens, sua voz, sua fé, e até mesmo as dúvidas e críticas, para poder oferecer às gerações futuro sua experiência.

Juventude

Este é o terceiro Sínodo convocado pelo Papa Francisco. O primeiro foi a III Assembleia Geral Extraordinária; a segunda a XIV Assembleia Geral Ordinária (ambas sobre a família). Esta terceira, sobre os jovens, surge na linha das anteriores, cujo tema principal é a renovação da Igreja e da sociedade, começando desde as fundações.

“O tema dos jovens é certamente hoje um ‘desafio’, assim como o da família. E a Igreja não tem medo de enfrentar desafios, que são sempre difíceis e insidiosos. Ela não teme, porque é certo que a força espiritual e humana vem do Espírito Santo, que inspira e apoia os seus pastores e seu rebanho.”, afirmou o cardeal.

Caminho de preparação

Dom Baldisseri citou o documento lançado pelo Papa Francisco para este sínodo, a Constituição Apostólica Episcopalis communio, lembrando que este evento será o primeiro com o novo documento.

Ao todo, 266 padres sinodais participarão da XV Assembleia. Além deles, há 23 especialistas, nomeados em virtude de suas habilidades para contribuir com o trabalho do Sínodo, e 34 jovens entre 18 e 29 anos, representantes da juventude. Ainda participarão oito delegados, participantes de outras Igrejas e Comunidades eclesiais.

“A XV Assembleia Geral Ordinária é o final de um longo caminho de preparação, que começou com a convocação do anúncio pelo Papa, através de um comunicado, em 6 de outubro de 2016, em que Sua Santidade afirmou o propósito desta assembleia: “acompanhar os jovens em sua jornada existencial em direção à maturidade, para que, através de um processo de discernimento, eles possam descobrir o seu projeto de vida e perceber que, com alegria, através do encontro com Deus e com os homens, participarem ativamente na edificação da Igreja e da sociedade”, lembrou Dom Baldisseri.

O cardeal lembrou que o processo sinodal, a partir daí, se deu com a elaboração do documento preparatório, publicado em janeiro de 2017. Este documento incluiu um questionário especial, consulta ampla ao Povo de Deus. Também puderam respondê-lo todos os jovens que quiseram, através da internet. Ao final, houveram o seminário internacional (em setembro de 2017) e a reunião pré-sinodal (em março deste ano), com a participação dos jovens, na qual foi finalizado o Instrumentum laboris.

Objetivos do Sínodo

“Com a solene celebração eucarística presidida pelo Santo Padre na Basílica de São Pedro, na próxima quarta-feira, 03, começará a jornada sinodal, que terá a duração de 25 dias. Durante este tempo, os Padres Sinodais trabalharão em conjunto com os outros participantes, no Instrumentum laboris, que será o texto base para a elaboração do Documento Final, que resumirá os resultados alcançados pela XV Assembleia Geral Ordinária.”, salientou o cardeal.

O Documento Final, elaborado durante o sínodo, será apresentado dia 27 de outubro em plenário, votado e após, entregue ao Santo Padre. Dom Baldisseri reforçou, ao final de sua colocação, os objetivos do Sínodo: a conscientização da Igreja sobre sua missão missionária de acompanhar cada jovem; a conscientização sobre o alcance universal do conceito de vocação e do vínculo entre pastoral juvenil e vocação pastoral; a renovação eclesial para uma Igreja mais pastoral e missionária.

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Em outubro, Igreja no Brasil inicia mês dedicado às Missões

O Mês de Outubro é dedicado pela Igreja no Brasil às Missões. Neste contexto, o Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e a Cooperação Inter-eclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Esmeraldo Barreto, comentou sobre a necessidade dos fiéis batizados tomarem consciência da missão e darem passos em direção ao outro. “Quando me coloco à disposição estou sendo missionário e ajudando a construir a paz”, frisou.

“Logo no primeiro dia de outubro é celebrada Santa Teresinha, ela que é padroeira das missões, então mais um motivo para que esse mês continue a ser consagrado à meditação, reflexão e a atividades missionárias mais intensificadas”, pontuou Dom Esmeraldo ao fazer memória da dedicação – em 1926 -, pelo Papa Pio XI, do mês de outubro como mês das missões.

Em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2018, que trabalhou para a superação da violência, a Campanha Missionária deste mês buscará, de acordo com o bispo, compreender o outro, a partir do Evangelho, não como inimigo, mas com fraternidade. A Campanha Missionária traz como tema “Enviados a testemunhar o Evangelho da Paz”, um reforço ao discurso das Bem-Aventuranças: “Felizes os que promovem a Paz” – Mt 5,9.

A Campanha Missionária, segundo Dom Esmeraldo, é uma iniciativa de sensibilização para dizer aos que vivem em lugares que tem uma evangelização mais fortalecida, que  precisam olhar outras regiões que estão necessitadas de missionários e recursos, e saírem para evangelizar. “É preciso ir além das nossas comunidades”, suscitou.

“A pessoa que é batizada já mergulha na missão do próprio Cristo. Ela, depois de incorporada a missão do próprio Jesus, precisa experimentar e fazer a inserção neste processo como discípulo, dando passos, olhando o outro”, comentou o bispo. Dom Esmeraldo reforçou também a necessidade da missão em ambientes familiares e profissionais. “Imagina o bem que pode ser feito, quando o batizado é missionário na sua família e no seu ambiente profissional”, concluiu.

A Campanha Missionária tem como ação concreta a coleta missionária, que visa despertar a sensibilidade de partilha e solidariedade com regiões que necessitam de pessoas e recursos para a evangelização. Dom Esmeraldo destacou, por fim, que a as orações e o apoio financeiro também são formas de realizar a missão. 

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Participe das Festividades da Padroeira

Na próxima quarta-feira, 03 de outubro, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Catedral) iniciará as celebrações das Festividades da Padroeira com a Novena de Nossa Senhora Aparecida. Em 2018, a Festa tem como tema: “Em Jesus, Com Maria, Restauramos a Vida!”

Como de costume, a Novena será realizada nos noves dias que antecedem o Dia da Padroeira, 12, sendo que no dia 11 a Missa será presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas, que nesta data completará dois anos de ordenação episcopal. Para cada dia haverá um tema para reflexão. 

No dia 12 de outubro, Dia da Padroeira, as celebrações iniciam logo cedo com a Santa Missa pelas Crianças às 9h. Um pouco mais tarde, às 12h, será celebrada a Consagração Solene a Nossa Senhora Aparecida. Ao fim do dia, será celebrada a Procissão e Santa Missa Solene de Nossa Senhora Aparecida às 17h30. 

A Sensacional Quermesse em Louvor a Nossa Senhora Aparecida será realizada nos sábados 06, 13 e 20 de outubro, e em especial no dia 12, Dia da Padroeira, no Centro Paroquial de Eventos da Catedral. No dia 20, será realizada a Final do Concurso Boneca e Boneco Vivos. 
 

Veja abaixo a programação completa:


 

Novena e Festa da Padroeira – 03 a 12 de Outubro 2018

 

Tema: Em Jesus, Com Maria, Restauramos a Vida!

 

Dia 03 – 15h e 19h30 – 1º dia: “Com Maria e Jesus, Obedecemos à Vontade do Pai!”

Dia 04 – 19h30 - 2º dia: “Com Maria e Jesus, Restauramos o Jardim do Éden”

Dia 05 – 19h30 - 3º dia: “Com Maria e Jesus, Buscamos a Libertação.”

Dia 0619h00 - 4º dia: “Com Maria e Jesus, Somos Servidores do Reino!”

Dia 07 -  07h30, 10h00 e 19h00 - 5º dia: “Com Maria e Jesus, Dialogamos Com o Mundo!”

Dia 08 – 19h30 - 6º dia: “Com Maria e Jesus, Ser Igreja Viva e Participativa!”

Dia 09 – 19h30 - 7º dia: “Com Maria e Jesus, Fazer-se Comunidade-Sacramento!”

Dia 10 – 19h30 - 8º dia: “Com Maria e Jesus, Restaurar a Dignidade da Vida

Dia 11 – 19h30 - 9º dia: “Com Maria e Jesus, Restaurar o Rosto Fiel e Samaritano da Igreja!” - Aniversário de 2 anos de Ordenação Episcopal de Dom Moacir

 

Dia 12 – Solenidade de Nossa Senhora Aparecida: “Mãe dos Humildes e Pequeninos! “

9h – Missa pelas Crianças

12h – Consagração Solene

17h30 – Missa Solene e Procissão

 

Participe da Sensacional Quermesse

Nos Sábados 06, 13 e 20 e dia 12 após a Santa Missa 

Local: Centro Paroquial de Eventos

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Papa aos jovens: com Jesus, a vida tem sabor de Espírito Santo

A Igreja luterana Kaarli, na capital da Estônia, foi a sede do segundo compromisso do Papa Francisco: o encontro ecumênico com os jovens.

Antes de proferir seu discurso, o Pontífice ouviu o testemunho de três jovens e saudou os representantes das diversas confissões cristãs presentes no país.

Estes encontros, disse o Papa, tornam realidade o sonho de Jesus na Última Ceia: “Que todos sejam um só (…) para que o mundo creia” (Jo 17, 21).

Sínodo sobre os jovens

Francisco dedicou ampla parte do seu pronunciamento para falar da relação dos jovens com os adultos, marcada muitas vezes pela falta de diálogo e de confiança. O Papa citou o Sínodo sobre a juventude, que tem início semana que vem, para mencionar algumas questões que emergiram na consultação preliminar.

Entre elas, os jovens pedem acompanhamento e compreensão, sem julgamentos por parte dos membros das Igrejas.

“ Aqui, hoje, quero lhes dizer que desejamos chorar com vocês se estiverem chorando, acompanhar com os nossos aplausos e nossos sorrisos as suas alegrias, ajudá-los a viver o seguimento do Senhor. ”

Muitos jovens, porém, nada pedem à Igreja, pois não a consideram um interlocutor significativo na sua existência. Outros se indignam diante dos escândalos econômicos e sexuais contra os quais não veem uma clara condenação.

“Queremos dar-lhes resposta, queremos ser – como vocês mesmos dizem – uma ‘comunidade transparente, acolhedora, honesta, atraente, comunicativa, acessível, alegre e interativa’”, garantiu o Papa.

Vida com sabor de Espírito Santo

Ao vê-los assim reunidos a cantar, acrescentou Francisco, “uno-me à voz de Jesus, porque vocês, apesar da nossa falta de testemunho, continuam descobrimendo Jesus dentro de nossas comunidades. Onde está Jesus, a vida tem sempre sabor de Espírito Santo. Aqui, hoje, vocês são a atualização daquela maravilha de Jesus”.

Jesus continua a ser o motivo para estarmos aqui, recordou o Papa. “Sabemos que não há alívio maior do que deixar Jesus carregar as nossas opressões.” Citando uma cantora famosa da Estônia, que dizia que o “amor está morto”, Francisco afirmou que os cristãos têm uma palavra a dizer, algo para anunciar, com poucas palavras e muitos gestos.

Deus está conosco
“Estamos unidos pela fé em Jesus, e Ele espera que O levemos a todos os jovens que perderam o sentido da sua vida. Acolhamos juntos a novidade de que o próprio Deus traz Deus à nossa vida; uma novidade que incessantemente nos impele a partir, para ir aonde se encontra a humanidade mais ferida. Mas nunca iremos sozinhos: Deus vem conosco; Ele não tem medo das periferias.”

“O amor não está morto”, disse por fim o Papa; ele nos chama e nos envia para que a nossa vida cristã não seja um museu de recordações.

Via Vatican News

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CNBB define hino da Campanha da Fraternidade 2019

O hino da Campanha da Fraternidade de 2019 (CF 2019) já tem letra e música escolhidas. O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) definiu que a melodia enviada pelo padre verbita Cirineu Kuhn animará as comunidades de todo o Brasil.

A seleção levou em consideração fatores como caráter vibrante, vigoroso, “energizador” da música; melodia e ritmo fluentes, acessíveis a qualquer tipo de assembleia; força melódica e rítmica eficazes para a dinamização das potencialidades individuais e grupais.

Foi feita uma seleção prévia com peritos ligados ao Setor Música Litúrgica da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB. As propostas mais bem avaliadas foram apresentadas aos bispos reunidos na reunião do Consep, realizada nos dias 17 e 18 de setembro, na sede provisória da CNBB, em Brasília (DF).

Cireneu Kuhn também foi premiado neste ano com o troféu Margarida de Prata dos Prêmios de Comunicação da CNBB, pela direção do filme “KIWXI – Memória, Martírio e Missão de Vicente Canãs”. Sobre a recepção da notícia de que teve sua música escolhida, padre Cireneu afirma que recebeu com muita alegria.

A CF 2019 tem como tema “Fraternidade e Políticas Públicas” e lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27). A letra escolhida, também por concurso, é de João Edebrando Roath Machado. E foi João Roath, amigo de padre Cireneu, quem o incentivou a participar do concurso. “E eu acabei atendendo o seu pedido na última semana que ainda restava para a inscrição. E posso dizer que talvez essa seja uma das músicas mais simples que eu tenha composto nos últimos anos”, conta. Foi exatamente a simplicidade da música que foi destacada pelo assessor da Música Litúrgica da CNBB, irmão Fernando Benedito Vieira, como elemento importante na seleção.

Conforme pedia no edital, o autor explica: “a música em si não passa do escopo de uma oitava de Dó a Dó. Não tem cromatismos, nem saltos harmônicos complexos”. Segundo Cireneu, os músicos poderão, facilmente, subir um tom, ou abaixar um ou dois tons, de acordo com a necessidade, para se adaptar ao timbre predominante da assembleia.

“Foi uma composição tipicamente daquelas que a gente faz de trás para frente, isto é, pensando primeiro no objetivo e em quem irá cantar. Então o objetivo é uma música litúrgica, é um hino de campanha da Fraternidade, tem que ter a sua alegria, o seu encanto, tem que ser intuitiva. E eu penso que, na simplicidade, eu acabei conseguindo isso. E é uma música que será cantada pelo povo, o povão de Deus. Então não pode ser música difícil, tem que ser música fácil de interpretação e que tenha seu apelo”, afirmou padre Cirineu.

O sacerdote agradeceu à equipe que trabalhou na seleção das músicas e também à CNBB pela oportunidade para que músicos partilhem os talentos a serviço do povo de Deus

Hino da CF 2019

“Eis que o Senhor fez conhecer a salvação
E revelou sua justiça às nações”.
Que, neste tempo quaresmal, nossa oração
Transforme a vida, nossos atos e ações.

REF: Pelo direito e a Justiça libertados,
Povos, nações de tantas raças e culturas.
Por tua graça, ó Senhor, ressuscitados,
Somos em Cristo, hoje, novas criaturas.

Foi no deserto que Jesus nos ensinou
A superar toda ganância e tentação.
Arrependei-vos, eis que o tempo já chegou.
Tempo de Paz, Justiça e reconciliação.

Em Jesus Cristo uma nova aliança
Quis o Senhor com o seu povo instaurar.
Um novo reino de justiça e esperança,
Fraternidade, onde todos têm lugar.

Ser um profeta na atual sociedade,
Da ação política, com fé, participar
É o dom de Deus que faz, do amor, fraternidade,
E bem comum faz bem de todos se tornar!

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Papa Francisco envia mensagem a católicos chineses

O Papa Francisco dirigiu uma Mensagem aos católicos chineses e a todos os fiéis depois da divulgação do Acordo provisório entre a Santa Sé e a China. O longo texto é marcado por expressões que demonstram a solicitude pastoral do Pontífice para com os fiéis e o povo chinês em geral.

“Num momento tão significativo para a vida da Igreja e através desta breve Mensagem, antes de mais nada desejo assegurar que vos tenho diariamente presente nas minhas orações e partilhar convosco os sentimentos que moram no meu coração”, escreve o Papa.

A mensagem procura explicar o significado do Acordo, mas não só, expressa as esperanças do Papa para o futuro da Igreja na China. O documento, assinado dias atrás, afirma Francisco, é fruto do longo e complexo diálogo institucional da Santa Sé com as Autoridades governamentais chinesas, iniciado já por São João Paulo II e continuado pelo Papa Bento XVI.

A finalidade é sustentar e promover o anúncio do Evangelho, alcançar e conservar a unidade plena e visível da Comunidade católica na China. Para isso, o Pontífice pede ato de confiança aos fiéis, superando os momentos inevitáveis de perplexidade.

“Se Abraão tivesse pretendido condições sociais e políticas ideais antes de sair da sua terra, talvez nunca tivesse partido. Mas não! (…) Portanto, não foram as mudanças históricas que lhe permitiram confiar em Deus, mas foi a sua fé pura que provocou uma mudança na história”.

Clandestinidade

Para dar este novo passo, a primeira questão a enfrentar era as nomeações episcopais, que fez surgir o fenômeno da clandestinidade na Igreja presente na China.

O Papa relata que desde o início do seu pontificado recebeu “sinais e testemunhos concretos” de fiéis e bispos que manifestavam “o desejo sincero de viver a sua fé em plena comunhão com a Igreja universal e com o Sucessor de Pedro”.

“Por isso, depois de ter examinado atentamente cada uma das situações pessoais e escutado diversos pareceres, refleti e rezei muito procurando o verdadeiro bem da Igreja na China. Por fim, decidi conceder a reconciliação aos restantes sete Bispos ‘oficiais’ ordenados sem Mandato Pontifício e, tendo removido todas as relativas sanções canônicas, readmiti-los na plena comunhão eclesial”.

Artífices de reconciliação

Francisco convida todos os católicos chineses a fazerem-se artífices de reconciliação. Assim, é possível dar início a um percurso inédito, que ajudará a curar as feridas do passado, restabelecer a plena comunhão de todos os católicos chineses e abrir uma fase de colaboração mais fraterna, para assumir com renovado empenho a missão do anúncio do Evangelho.

O Acordo Provisório, explica ainda o Papa, apesar de se limitar a alguns aspectos da vida da Igreja, pode contribuir para escrever esta página nova da Igreja Católica na China. Pela primeira vez, este Acordo introduz elementos estáveis de colaboração entre as Autoridades do Estado e a Sé Apostólica, com a esperança de garantir bons Pastores à comunidade católica.

À Igreja chinesa, acrescenta o Papa, cabe o papel de procurar, juntos, bons candidatos para o serviço episcopal. “Na realidade, não se trata de nomear funcionários para a gestão das questões religiosas, mas ter verdadeiros Pastores segundo o coração de Jesus”.

O Acordo é um instrumento, esclarece ainda o Papa, e por si só não poderá resolver todos os problemas existentes. Por isso, no plano pastoral, a comunidade católica na China é chamada a estar unida. “Todos os cristãos, sem distinção, realizem gestos de reconciliação e comunhão”.

No plano civil e político, os católicos chineses são chamados a ser bons cidadãos, que amem plenamente a pátria e sirvam o seu país com empenho e honestidade, sem se eximir de proferir uma “palavra crítica” quando necessária.

Caridade pastoral

Aos Bispos, sacerdotes e pessoas consagradas, Francisco pede que a caridade pastoral seja a bússola do ministério. “Superemos os contrastes do passado, a busca da afirmação de interesses pessoais e cuidemos dos fiéis”.

De modo especial, o Papa se dirige aos jovens, por ocasião do Sínodo dos Jovens. Francisco pede colaboração, entusiasmo, sem medo de levar a todos a alegria do Evangelho.

O Pontífice faz um pedido também a todos os fiéis no mundo inteiro. “Temos uma tarefa importante: acompanhar com oração fervorosa e amizade fraterna os nossos irmãos e irmãs na China. Com efeito, devem sentir que, no caminho que se abre diante deles neste momento, não estão sozinhos.

Diálogo árduo, mas fascinante

Por fim, uma menção às autoridades chinesas: “Renovo o convite a continuarem, com confiança, coragem e clarividência, o diálogo iniciado há algum tempo. Desejo assegurar que a Santa Sé continuará a trabalhar com sinceridade para crescer numa amizade autêntica com o povo chinês”.

Para Francisco, é preciso “aprender um novo estilo de colaboração simples e diária entre as Autoridades locais e as Autoridades eclesiásticas”, definindo este diálogo árduo, mas ao mesmo tempo fascinante.

A Igreja na China não é alheia à história do país nem pede privilégio algum, esclarece o Papa: a sua finalidade no diálogo com as Autoridades civis é “alcançar uma relação tecida de respeito recíproco e de profundo conhecimento”.

A mensagem se conclui com uma oração a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos, implorando do Senhor o dom da paz.

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Mais de 400 coroinhas e acólitos participaram do 2º Encontro Diocesano

No último domingo, 23 de setembro, a Paróquia da Catedral acolheu os coroinhas e acólitos das paróquias da diocese de Votuporanga para o encontro anual. O evento que contou com a participação de mais de 400 coroinhas e acólitos teve início às 8h e foi encerrado com a Santa Missa na Catedral presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas, e concelebrada pelo Padre Gilmar Margotto.
 

Este 2º Encontro Diocesano de Coroinhas e Acólitos teve como tema: “Somos sal da terra e luz do mundo” e foi realizado no Centro de Eventos da Catedral.

O evento teve início com a acolhida e oração inicial realizadas pelo Diácono Murilo e pelo Padre Gilmar. Ao longo da manhã foram realizadas algumas palestras sobre a espiritualidade e a missão dos coroinhas e acólitos, ministradas pelo seminarista Ancelmo, Irmã Janielle pelo jovem Vitor Bisuti.

O evento contou também com uma apresentação artística sobre o tema do encontro realizada pelos coroinhas e acólitos das Paróquias São Cristóvão e São Benedito e Nossa Senhora de Fátima. A banda Neós de Tanabi animou os jovens presentes, que pularam e cantaram louvando ao Senhor.


A Pastoral de Coroinhas de nossa paróquia foi criada em 2014 pelo seminarista Murilo e hoje conta com 33 coroinhas, com idade entre 8 e 14 anos, tendo como coordenadores Maria Odete e Vitor Bisuti. 

Ser coroinha e acólito é algo muito importante, pois se presta um serviço à Igreja, ao sacerdote e, principalmente, a Deus. Eles ajudam o padre a celebrar a missa e outras cerimônias da igreja, em toda a sua liturgia. 

As tarefas de um coroinha e acólito podem ir desde a correta preparação do altar, ao correto manuseamento do missal romano, todo o trabalho a realizar na credencia, recepção das oferendas, etc. e também - em celebrações mais solenes " o manuseamento do turíbulo, o transporte da Cruz, das velas e do Evangelho ou todas as demais tarefas que "aparecem ocasionalmente devido o tempo Litúrgico que se vive.

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Benção dos Animais será neste sábado, 29

No próximo sábado, 29, será celebrada a Benção dos Animais, Plantas e Sementes em algumas paróquias de Votuporanga. O evento já tradicional em Votuporanga será realizado em comemoração ao dia de São Francisco, santo protetor dos animais e da natureza. 

Neste ano as celebrações terão início às 9h e serão realizadas na Catedral Nossa Senhora Aparecida, Paróquia São Benedito e Nossa Senhora de Fátima, Paróquia Santa Joana, Capela Santo Expedito, Capela Santa Rita, Capela São Francisco de Assis e Santa Clara.

Leve seu animalzinho de estimação, sua plantinha ou a semente da sua futura plantação para serem abençoados, além de poder conhecer um pouco mais sobre o espírito franciscano. 

São Francisco de Assis 

Francisco de Assis nasceu na cidade de Assis, Úmbria, Itália, em 1182. Pertencia à burguesia, e dessa condição tirava todos os proveitos. Como seu pai, tentou o comércio, mas logo abandonou a ideia por não ter muito jeito para isso. Sonhou, então, com as glórias militares, procurando desta maneira alcançar o status que sua condição exigia. Contudo, em 1206 para espanto de todos, Francisco de Assis abandonou tudo, andando errante e maltrapilho, numa verdadeira afronta e protesto contra sua sociedade burguesa. Entregou-se totalmente a um estilo de vida fundado na pobreza, na simplicidade de vida, no amor total a todas as criaturas. Com alguns amigos deu início ao que seria a Ordem dos Frades Menores ou Franciscanos. Com Santa Clara, sua dileta amiga, fundou a Ordem das Damas Pobres ou Clarissas. Em 1221, sob a inspiração de seu estilo de vida nasceu a Ordem Terceira para os leigos consagrados. O pobrezinho de Assis, como era chamado, foi uma criatura de paz e de bem, terno e amoroso. Amava os animais, as plantas e toda a natureza. Poeta, cantava o Sol, a Lua e as Estrelas. Sua alegria, sua simplicidade, sua ternura lhe granjearam estima e simpatia tais que fizeram dele um dos santos mais populares dos nossos dias.

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Vaticano anuncia projetos para prevenir abuso de menores em todo o mundo

No final de sua assembleia plenária realizada em Roma de 7 a 9 de setembro, a Pontifícia Comissão para a Tutela de Menores anunciou vários projetos para a prevenção de abusos sexuais de menores em todo o mundo.

Em um comunicado divulgado domingo, 9 de setembro pela Imprensa da Santa Sé, o grupo de especialistas que trabalharam com vítimas de abuso por parte do clero, anunciou o lançamento de "vários projetos pilotos, o primeiro será no Brasil".

“Em continuidade com o trabalho dos membros fundadores, esses projetos visam criar ambientes seguros e processos transparentes dentro dos quais as pessoas que sofreram abusos possam confiar nelas”, destacou o texto.

Por sua parte, o grupo de trabalho sobre Educação e Formação delineou uma série de iniciativas futuras, seminários e conferências que representam uma parte essencial na promoção da responsabilidade e conscientização para as políticas locais de proteção.

Em abril de 2019, a Comissão patrocinará uma Conferência sobre Proteção para os Responsáveis da Igreja na Europa Central e Oriental. E em Aparecida, Brasil, a Comissão oferecerá junto com a Conferência Episcopal Brasileira (CNBB) uma semana de formação sobre o tema da salvaguarda a bispos e formadores.

E em novembro de 2019, os membros receberam o convite para ter um encontro com o Conselho Episcopal Latino Americano no México.

Em 2020, a Comissão será co-patrocinadora do Congresso sobre Proteção dos Menores , destinado a agentes da Igreja e da sociedade civil, em Bogotá, Colômbia.

Por outro lado, O grupo de trabalho “Direcionamentos e normas para a tutela” compartilhou seus progressos sobre “o desenvolvimento do instrumento de escuta para oferecer apoio às Conferências Episcopais locais, em relação às políticas de salvaguarda”.

Em uma entrevista concedida ao Vaticano News, o presidente da Pontifícia Comissão para a Tudela de Menores, Cardeal Sean Patrick O'Malley, sublinhou que “certamente, “Certamente, os eventos recentes na Igreja focalizaram a atenção de todos nós acerca da urgente necessidade de uma resposta clara por parte da Igreja sobre os abusos sexuais a menores”.

“Com certeza, uma das responsabilidades da própria Comissão é buscar ouvir as vítimas. Somos sempre ansiosos em ouvir os testemunhos das vítimas, que dão forma a nossas deliberações e a nossos juízos”, afirmou.

A respeito do progresso da Igreja na prevenção de abusos, o Cardeal O'Malley assegurou que “a Comissão foi incansável ao levar a mensagem de tutela ao mundo” e que, desde a sua última reunião, seus membros “participaram das mais de 100 conferências no mundo inteiro”.

“Também estamos trabalhando diligentemente sobre as linhas-orientadoras e melhores práticas, e uma das nossas últimas iniciativas é desenvolver instrumentos que poderão ser utilizados pelas Conferências episcopaispara medir a implementação e o respeito das mesmas”.

“Desse modo, quando os bispos vierem a Roma, por ocasião das visitas ad Limina, poderão demonstrar em que modo terão conseguido colocar em prática as linhas-mestras que toda Conferência episcopal foi encarregada pela Santa Sé e pelo próprio Santo Padre a desenvolver”.

Sobre o futuro, anunciou que uma das suas “iniciativas agora é criar Comitês consultivos para os sobreviventes em vários continentes, os ‘Survivors’ Advisory Panels” (Comitês de consulta para os sobreviventes).

“O primeiro será no Brasil, mas iniciamos o processo também na África e na Ásia”, assinalou.

Entre outras atividades, o Purpurado informou que realizam “programas de educação e formação para aqueles que são expoentes na Igreja, de modo que nossos bispos, os sacerdotes e os religiosos sejam conscientes da gravidade da questão e temos instrumentos para poder responder de modo tal a colocar a tutela dos menores e o cuidado pastoral como prioridades”.

Finalmente, assegurou que uma de suas maiores responsabilidades "é formar expoentes da Igreja" e, até agora, o trabalho teve muito êxito.

“Eu acho que estes encontros tiveram muito bom êxito. Esta semana os membros da nossa Comissão encontrarão os expoentes da Conferência Episcopal Italiana e a Congregação para a Doutrina da Fé”, concluiu.

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Dom Darci José Nicioli: “17 anos depois e o terror de 11 de setembro ainda tem seus tentáculos no mundo”

Dom Darci José Nicioli, arcebispo de Diamantina (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral da Comunicação da CNBB, concedeu entrevista sobre o significado atual de um ataque que abalou o mundo e desencadeou crises no sistema de segurança de muitos países.

Confira.

O ataque de 11 de setembro ainda continua muito presente na memória das pessoas e o terror, infelizmente, também continua sendo ameaça constante em vários lugares do mundo. Que tipo de mensagem essa data traz para o mundo de hoje?

A primeira mensagem é de que a violência não pode ser recurso para se resolver nenhum tipo de conflito. Além disso, 17 anos depois e o terror de 11 de setembro ainda tem seus tentáculos no mundo. Há muitas nações, ainda hoje, vivendo sob a sombra de ameaças de ataques covardes. O terrorismo é uma expressão de covardia. Pessoas inocentes se tornam alvos de gente que ao invés de tomarem o caminho do debate e da negociação preferem lançar mão do recurso da violência que assusta, apavora e desestabiliza nossa convivência social.

Lembro-me que um ano depois dos ataques ao World Trade Center, em 2002, São João Paulo II dizia que o terrorismo é e será sempre uma manifestação de crueldade desumana que, precisamente como tal, nunca poderá resolver os conflitos entre seres humanos. Ele recordava que a prepotência, a violência armada, a guerra são escolhas que semeiam e geram unicamente ódio e morte. Só a razão e o amor são meios válidos para superar e resolver as rivalidades entre as pessoas e os povos.

Creio que na recordação dessa data seria importante lembrar que o santo reconhecia que era “necessário e urgente um esforço concorde e resoluto para empreender novas iniciativas políticas e econômicas capazes de resolver as situações escandalosas de injustiça e de opressão, que continuam a afligir muitos membros da família humana, criando condições favoráveis à explosão incontrolável do rancor. Quando os direitos fundamentais são violados é fácil cair vítima das tentações do ódio e da violência. É necessário construir juntos uma cultura global da solidariedade, que dê de novo aos jovens a esperança no futuro”.

A violência representada pelo terror naquele episódio marcou de maneira tal que influenciou os sistemas de segurança de vários países. Na opinião do senhor, o mundo está mais seguro?

Dois aviões que se jogam sobre um prédio marcaram a cabeça das pessoas e passaram a representar uma ameaça generalizada em todos os cantos do mundo. As investigações que se seguiram mostraram que a motivação daquela tragédia tinha cores ligadas às políticas e as ideologias que separam o mundo ainda hoje. Infelizmente, o mundo ainda continua inseguro, mas o ataque de 11 de setembro de 2001 deixou lições que foram aplicadas nos cuidados com a segurança no mundo inteiro.

Em 2011, quando se recordou 10 anos daquele duro golpe da queda das torres em Nova Iorque, Papa Bento XVI, ao encerrar um Congresso Eucarístico na Itália, lembrou: “Mais uma vez, deve-se afirmar inequivocamente que nenhuma circunstância jamais pode justificar atos de terrorismo. Cada vida humana é preciosa aos olhos de Deus e não se deveria medir esforços na tentativa de promover em todo o mundo um respeito genuíno pelos direitos inalienáveis e a dignidade dos indivíduos e dos povos em todos os lugares”.

E, como fizera São João Paulo II, o Papa também pedia atitudes novas: “Mais uma vez, deve-se afirmar inequivocamente que nenhuma circunstância jamais pode justificar atos de terrorismo. Cada vida humana é preciosa aos olhos de Deus e não se deveria medir esforços na tentativa de promover em todo o mundo um respeito genuíno pelos direitos inalienáveis e a dignidade dos indivíduos e dos povos em todos os lugares”.

Hoje em dia encontramos, infelizmente, pessoas que ainda acreditam que a violência pode ser a solução para se resolver conflitos políticos e sociais. O que o senhor diria a essas pessoas?

Digo somente o que diz a Bíblia: “Guarda-te de jamais fazer a outrem o que não quererias que te fosse feito” (Tb 4,16). A violência gera novas situações de violência. Mesmo quando entendemos que alguém faz algo que nos prejudica isso não nos autoriza a cometer violência contra ninguém. No discurso profundo e maravilhoso feito por Jesus e que encontramos na primeira parte do Evangelho de São Mateus também deve nos acudir na tentação de revidar: “Tendes ouvido o que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao mau. Se alguém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra” (Mt 5, 38-39).

Na Quaresma deste ano, a CNBB nos chamou para o aprofundamento sobre o tema da superação da violência. E entre os vários aspectos apresentados naquele período, destaco o papel dos meios de comunicação, por se tratar da área que atuo na Conferência. Muitas vezes, a mídia acaba por induzir as pessoas a ter uma ideia equivocado sobre fatos de evidente violência quando chegam a passar a ideia de que culpadas são as vítimas, escondendo as verdadeiras causas da violência.

Além disso, certas mensagens acabam por promover um entendimento de que desigualdade social é algo natural, fatal. E muito grave ainda: as mensagens da mídia tratar mulheres, jovens, idosos, negros, negros, indígenas e refugiados como se fossem pessoas inferiores.

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Setembro Amarelo: falar é a melhor solução. A ideia é promover o debate sobre suicídio

Durante todo o mês de setembro, é comum ver espaços públicos e privados decorados e/ou iluminados com a cor amarela. Esta iniciativa é para chamar a atenção para o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, celebrado dia 10 de setembro.

Este ano, campanha do Setembro Amarelo tem como tema: “Falar é a melhor solução”. A ideia é promover eventos que abram espaço para debates sobre suicídio, além de divulgar o tema e alertar a população sobre a importância de sua discussão. O suicídio é um problema de saúde pública no Brasil e os casos tem crescido, principalmente, entre os jovens.

De acordo com números do CVV – Centro de Valorização da Vida , 32 brasileiros se matam por dia, média de 1 morte a cada 45 minutos. Essa taxa é maior do que a de vítimas de AIDS e da maioria dos tipos de câncer. No Brasil, o CVV realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email e chat 24 horas todos os dias.

O bispo de Campos (RJ) e referencial da Pastoral da Saúde da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Roberto Ferrería Paz, esse tipo de campanha é preventiva e educativa já que possibilita alertar pais, educadores e as pastorais que lidam com o jovem encaminharem e tomarem medidas de cunho terapêutico para situações de depressão, pânico e outras doenças que sem cuidado possam induzir ao suicídio.

De acordo com o site oficial da campanha, tem sido um mal silencioso, pois as pessoas fogem do assunto e, por medo ou desconhecimento, não veem os sinais de que uma pessoa próxima está com ideias suicidas. A esperança é o fato de que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nove em cada dez casos poderiam ser prevenidos. É necessário a pessoa buscar ajuda e atenção de quem está à sua volta.

Para dom Roberto Ferrería Paz, certamente que o suicídio é uma temática a ser tratada com responsabilidade e profissionalismo evitando-se qualquer abordagem superficial que possa provocar comportamentos imitativos ou atingir jovens sugestionáveis.

“A muito tempo a Igreja superou o enfoque moralista da questão para refletir mais a necessidade de uma abordagem mais ligada a saúde mental e espiritual em resposta a uma sociedade profundamente carente de sentido e vazia existencialmente”, ressalta.

O CVV alerta que a sociedade em geral precisa reconhecer sinais, diferenciar mitos e verdades, ouvir profissionais e ter acesso a formas de apoio. Falar também é a melhor solução já que a pessoa que pensa em suicídio sofre uma grande dor e não vê saída para ela. Em geral, quem pensa em suicídio não quer necessariamente morrer, mas fazer aquela dor sair, mas não sabe como.

Dom Roberto Ferrería Paz acredita que o suicídio é um indicador de desespero e falta de razões para viver. O bispo cita: ‘Vitor Frankl sempre afirmava que todas as pessoas precisam de um sentido para viver de um sonho, de esperança’.

“Não desconhecendo que podem haver também motivos químicos e orgânicos, devemos com o papa Francisco dizer aos jovens e adultos que não deixem que lhes roubem a esperança”, completa.

A mobilização de combate ao suicídio pode ser feita de diversas formas. Seja com ações informativas em empresas, os órgãos públicos se iluminando de amarelo ou cada pessoa pode se mobilizar compartilhando informações sobre o movimento Setembro Amarelo nas redes sociais, levantando o tema em seus grupos e buscando informações confiáveis sobre o assunto.

Mais informações podem ser acessadas no site: www.setembroamarelo.org.br.

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No Ângelus, Papa afirma: Jesus veio “abrir” os corações

“Foi propriamente o coração, ou seja, o núcleo profundo da pessoa, que Jesus veio ‘abrir’, libertar, para tornar-nos capazes de viver plenamente a relação com Deus e com os outros”. A frase de autoria do Papa Francisco, foi parte da reflexão do Ângelus deste domingo, 9. Com base no evangelho de hoje (cf. Mc 7,31-37), que relata a história da cura milagrosa de um surdo-mudo por Jesus, o Santo Padre frisou a essência de um Jesus discreto, humano e que veio ao mundo para curar.

Jesus curou o surdo-mudo não para impressionar as pessoas, afirmou o Pontífice, mas para fazer o bem às pessoas. “Com essa atitude, Ele nos ensina que o bem deve ser feito sem clamores, sem ostentação, sem tocar a trombeta. Deve ser feito em silêncio”, frisou. O filho de Deus é um homem inserido na realidade humana, recordou o Papa, e sua condição o fez capaz de compreender o homem e toda a sua realidade penosa.

Ao mesmo tempo que é humano, Jesus quis, segundo Francisco, levar as pessoas a entenderem que os milagres que operava se davam devido a sua união com o Pai. Na cura do surdo-mudo, Cristo pronunciou a palavra “Effatà”, que significa “Abra-te”. A partir da pronuncia desta palavra, o Pontífice recordou que o homem ficou curado, tendo seus ouvidos abertos e a língua desprendida.

“Esta narração do Evangelho ressalta a exigência de uma dúplice cura. Em primeiro lugar, a cura da doença e do sofrimento físico, para restituir a saúde do corpo; embora esta finalidade não seja completamente alcançável no horizonte terreno, apesar dos muitos esforços da ciência e da medicina. Mas há uma segunda cura, talvez mais difícil, é a cura do medo, ou seja, do nosso medo. A cura do medo que nos leva a marginalizar o doente, a marginalizar o sofredor, o portador de deficiência.”, sublinhou o Papa.

Para o Santo Padre, são muitas as maneiras de marginalizar, mesmo com uma pseudo piedade ou com a remoção do problema. “Se permanece surdos e mudos diante das dores das pessoas marcadas por doenças, angústias e dificuldades. Muitas vezes o doente e o sofredor se tornam um problema, enquanto deveriam ser ocasião para manifestar a solicitude e a solidariedade de uma sociedade para com os mais frágeis”, alertou.

Jesus revelou o segredo de um milagre que pode repetir em todos, pontou Francisco, seria ele a palavra “Effatha”. O Pontífice seguiu pedindo a todos que se tornem protagonistas desta exortação.“Trata-se de abrir-nos às necessidades dos nossos irmãos sofredores e necessitados de ajuda, rejeitando o egoísmo e o fechamento do coração”, comentou. Segundo o Santo Padre, Jesus se fez homem para que o homem, tendo se tornado pelo pecado surdo e mudo, possa ouvir a voz de Deus, a voz do amor que fala a seu coração, e possa assim aprender a falar, por sua vez, a linguagem do amor, traduzindo-o em gestos de generosidade e de doação de si.

“Que Maria, totalmente ‘aberta’ ao amor do Senhor, nos faça experimentar todos os dias, com fé, o milagre de ‘Effatà’, viver em comunhão com Deus e com nossos irmãos e irmãs”, concluiu.

Após o Angelus

Francisco recordou, após a oração do Ângelus, a festa da Natividade de Maria celebrada neste sábado, 8, em Loreto, no Santuário Pontifício da Santa Casa, na Itália. Segundo o Santo Padre a proposta da festa é de espiritualidade para todas as famílias, para que façam da Casa de Maria, sua casa. “Confiamos à Virgem Santa as iniciativas do Santuário e aqueles, que de vários modos, participarão delas”, disse o Papa.

O Pontífice retomou a celebração, em Estrasburgo, da Beatificação de Alfonsa Maria Eppinger, fundadora das Irmãs do Santíssimo Salvador. “Demos graças a Deus por esta mulher corajosa e sábia que, sofrendo, calando-se e rezando, testemunhou o amor de Deus sobretudo aos doentes no corpo e no espírito”, rogou, e concluiu com um pedido de aplausos a nova beata.

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Viver a novidade do Evangelho, não as novidades mundanas, pede Papa

“A novidade do Evangelho, a novidade de Cristo não é somente transformar a nossa alma. É transformar tudo em nós: alma, espírito e corpo, tudo, ou seja, transformar o vinho, o fermento, em odres novos”. A frase é parte da homilia do Papa Francisco, proferida na Casa Santa Marta, nesta segunda-feira, 10.

Na ocasião, o Santo Padre recordou a constatação do apóstolo Paulo, extraída da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios, quanto a vivência de uma vida dupla por parte de muitos cristãos.

No texto, o Papa retomou a lembrança de Paulo, que afirma ser preciso um novo fermento para uma nova massa. “Jesus tinha dito: ‘Vinhos novos em odres novos’”, frisou o Pontífice. “A novidade do Evangelho é absoluta e total e só pode ser vivida por quem a entendeu (…) O Evangelho abrange o ser humano totalmente, porque o transforma de dentro para fora”, comentou.

Segundo Francisco, a novidade totalizadora do Evangelho transforma todas as coisas, e não é uma ideologia ou um modo de viver social junto com os costumes pagãos. “A novidade do Evangelho é a Ressurreição de Cristo, é o Espírito que ele nos enviou para nos acompanhar na vida”, pontuou Francisco, afirmando que os cristãos são homens e mulheres de novidade, não das novidades.

“Essa gente que vive das novidades propostas pelo mundo é mundana, não aceita toda a novidade. Há um confronto entre ‘a novidade’ de Jesus Cristo e ‘as novidades’ que o mundo nos propõe para viver”, alertou.

Para o Papa, as pessoas que o Apóstolo Paulo condena são “mornas”, imorais, pessoas que simulam, pessoas formais e hipócritas, diferente dos cristãos que se reconhecem fracos e pecadores, e confessam a Jesus Cristo, que veio para o perdão dos pecados. O que não é permitido ao cristão, de acordo com Francisco, é o convívio com as novidades mundanas. “Jesus disse no Evangelho: ‘Fiquem atentos quando lhes disserem: o Cristo está ali, está lá, … As novidades são isso: não, a salvação está com este, com aquele’. Cristo é um só. E Cristo é claro na sua mensagem”, afirmou.

O Santo Padre destacou também qual é o caminho daqueles que seguem Cristo: “O caminho rumo ao martírio”.

Ele fez questão de recordar que o martírio nem sempre é sangrento, mas acompanha o cristão todos os dias. “Nós estamos nas ruas e somos olhados pelo grande acusador que desperta os acusadores de hoje para nos pegar em contradição”, alertou. O Papa enfatizou que o cristão não deve negociar com as novidades. “Não devemos ‘enfraquecer’ o anúncio do Evangelho”, concluiu

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BH abre processo de beatificação de possível santo brasileiro

No dia 15 de setembro, às 14h20, no Santuário Basílica Nossa Senhora da Piedade, em Belo Horizonte (MG), será celebrada a  Sessão Solene da Abertura do Inquérito Diocesano sobre a Vida, as Virtudes e a Fama de Santidade do Servo de Deus Domingos Evangelista Pinheiro (Monsenhor Domingos). O evento contará com a presença do Postulador da Causa dos Santos da Santa Sé, Dr. Paolo Vilotta.

Às 15h, Dom Walmor, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte presidirá uma Missa na Basílica das Romarias e, às 16h30, os fiéis seguirão em procissão para o Recanto Monsenhor Domingos para benção do sarcófago e inauguração da visitação.

História

Nascido em Caeté, no dia 21 de julho de 1843, monsenhor Domingos Evangelista Pinheiro dedicou sua vida ao cuidado com os pobres e à evangelização. O seu legado permanece vivo, no trabalho missionário das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade, Congregação que fundou. Monsenhor Domingos faleceu em 6 de março de 1924,

Sua vocação nasceu no Santuário da Padroeira de Minas, onde sentia-se tocado pelas canções marianas entoadas pelas mulheres negras, naquela época, ainda escravas. Depois de ordenado padre, no dia 17 de janeiro de 1869, monsenhor Domingos, que já se dedicava a cuidar dos mais pobres, intensificou ainda mais o seu trabalho missionário. Tornou-se guardião do Santuário Nossa Senhora da Piedade e instituiu, em 1876, a celebração do Jubileu, acolhendo grandes peregrinações.

Em 1878, junto ao Santuário, monsenhor Domingos criou o Asilo São Luís, para acolher meninas órfãs e filhas de escravas, libertas pela Lei do Ventre Livre (promulgada em 28 de setembro de 1871, a Lei determinava que crianças filhas de escravos, nascidas a partir daquela data, estariam livres). Para ajudá-lo nesse trabalho e também no cuidado com o Santuário, monsenhor Domingos instituiu a Irmandade de Nossa Senhora da Piedade, em 1875. E quase 20 anos depois, em 1892, criou a Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade, que ainda hoje cuida das obras iniciadas por seu fundador.

A marcante trajetória do monsenhor Domingos Evangelista Pinheiro – sacerdote diocesano, do clero da Arquidiocese de Belo Horizonte —, com a sua dedicação ao Santuário da Padroeira de Minas Gerais e às pessoas mais sofridas, fez com que o povo, carinhosamente, passasse a chamá-lo de “O Evangelista da Piedade”. Esse reconhecimento também inspirou o Papa Pio X a destacar, oficialmente, a integridade, a tenacidade, o zelo religioso com o ministério, a atividade missionária e o trabalho dedicado aos pobres, do “Evangelista da Piedade”, conferindo-lhe o título de monsenhor – concedido pela Igreja aos padres que se destacam no exercício do ministério.

Confira como é o processo de canonização de um santo

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Exaltação da Santa Cruz - 14/09

As relíquias da santa cruz, descobertas pela imperatriz santa Helena no dia 14 de setembro de 320, foram levadas para a Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, no dia 14 de setembro do ano 335. A partir dessa data temos em toda a Igreja a festa da “Exaltação da Santa Cruz”.

Celebramos a festa da cruz; por ela as trevas são repelidas e volta a luz. Celebramos a festa da cruz e junto com o Crucificado somos levados para o alto a fim de que, abandonando a terra com o pecado, obtenhamos os céus. A posse da cruz é tão grande e de tão imenso valor que seu possuidor possui um tesouro. Chamo, com razão, tesouro aquilo que há de mais belo entre todos os bens pelo conteúdo e pela fama. Nele, por ele e para ele reside toda a nossa salvação, e é restituída ao seu estado original. 

Se não houvesse a cruz, Cristo não seria crucificado. Se não houvesse a cruz, a vida não seria pregada ao lenho com cravos. Se a vida não tivesse sido cravada, não brotariam do lado as fontes da imortalidade, o sangue e a água, que lavam o mundo. Não teria sido rasgado o documento do pecado, não teríamos sido declarados livres, não teríamos provado da árvore da vida, não se teria aberto o paraíso. Se não houvesse a cruz, a morte não teria sido vencida e não teria sido derrotado o inferno. 

É, portanto, grande e preciosa a cruz. Grande, sim, porque por ela grandes bens se tornaram realidade; e tanto maiores quanto – pelos milagres e sofrimentos de Cristo – tanto mais excelentes quinhões serão distribuídos. Preciosa também porque a cruz é paixão e vitória de Deus: paixão, pela morte voluntária nesta mesma paixão e vitória porque o diabo é ferido e com ele a morte é vencida. Assim, arrebentadas as prisões dos infernos, a cruz também se tornou a comum salvação de todo o mundo. 

Que ainda a cruz seja a exaltação de Cristo, escuta o que Ele próprio diz: Quando eu for exaltado, atrairei então todos a mim (cf. Jo 12,32). Bem vês que a cruz é a glória e a exaltação de Cristo. 

(Dos Sermões de Santo André de Creta, bispo).

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Natividade de Nossa Senhora - 08/09

A Natividade de Nossa Senhora é celebrada pelos cristãos do Oriente desde o início do cristianismo. Já no Ocidente, ela passou a constar do calendário litúrgico a partir do século VII. Neste ano, será celebrada no dia 08 de setembro.

Celebrar a natividade de Maria é, em um sentido bastante humano, celebrar a festa de seu aniversário. E como gostamos de celebrar o aniversário daqueles que nos são queridos!... Maria nasceu de uma forma humana como cada um de nós: fruto do amor entre um homem e uma mulher, viveu em família e como toda jovem de seu tempo, um dia sonhou em casar-se e constituir sua própria família. 

Uma vida normal, que talvez seguisse anônima se não fosse a sua aceitação total à vontade de Seu Senhor. Maria, escolhida por Deus para ser mãe de seu Filho que encarnaria para a salvação da humanidade, recebe esta escolha, não sem antes questionar – o questionamento próprio da natureza humana – mas profundamente aberta ao caminho que o Pai passava a lhe mostrar. 

Por isso tudo, celebrar a natividade de Nossa Senhora é celebrar um marco fundamental da história da salvação. Peça fundamental nessa história, Maria é a intercessão que ligará a Trindade à humanidade. Através de seu corpo, por Deus preparado livre do pecado, Jesus vem ao mundo e nele realiza seu mistério salvífico. 

Que a Festa da Natividade nos faça relembrar essa história tão especial, com os olhos agradecidos diante daquela que soube dizer sim e, através disso, tornar-se mãe não somente de Jesus, mas de toda a humanidade.

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7 de setembro: CNBB destaca força transformadora do povo brasileiro

Por ocasião do Dia da Pátria, celebrado nesta sexta-feira, 7, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) faz chegar a todos os brasileiros e brasileiras sua mensagem de ânimo e esperança por um Brasil justo, solidário, ético e fraterno.

No documento, assinado pela presidência da entidade, os prelados afirmam que apesar do cenário de desencanto, justificável pela má conduta de grande parte dos atores políticos, as eleições trazem a possibilidade e a força de mudar os rumos da nação brasileira. “Longe de nos desanimar, essa realidade nos desafia e nos põe em estado de vigilância”, diz o texto.

Leia, abaixo, a íntegra da mensagem – A Força Transformadora de um Povo

“O que nós esperamos são novos céus e nova terra, 
onde habitará a justiça” (2P 3,13)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por ocasião do Dia da Pátria, faz chegar a todos os brasileiros e brasileiras sua mensagem de ânimo e esperança por um Brasil justo, solidário, ético e fraterno. A Igreja une sua voz à dos que, em defesa da vida e da dignidade de cada pessoa, denunciam a desigualdade que gera violência e sustenta privilégios, contrariando o Evangelho e a justiça social.

Nossas esperanças se renovam com as eleições que se aproximam. Apesar do cenário de desencanto e desalento, justificável pela má conduta de grande parte dos atores políticos, as eleições trazem a possibilidade e a força de mudar os rumos da nação brasileira. A escolha, através do voto consciente e livre, dos que hão de governar o País é um dos caminhos eficazes para a construção do Brasil que seja para todos. Mais que direito, o voto é um dever. É expressão de cidadania, tradução de nossa corresponsabilidade na busca do bem comum e compromisso de quem crê numa nação igualitária, livre da pobreza, da miséria, da exclusão, da corrupção e capaz de superar a violência.

A fé que caracteriza o povo brasileiro alimenta sua alegria e seu otimismo, sem aliená-lo da dura realidade nacional, assinalada por uma crise política, econômica e social que, ancorada na falta de ética e na corrupção, se alastra e se prolonga indefinidamente. Suas consequências são sentidas, particularmente, pelos mais pobres, crianças e jovens, idosos, estudantes, pessoas em situação de rua, enfermos, encarcerados, desempregados, trabalhadores e trabalhadoras, aposentados, populações indígenas, afrodescendentes, ribeirinhos e tantos outros que carregam o peso do descompromisso com o bem comum de grande parte das lideranças políticas, muitas delas, inclusive, pleiteando reeleição.

Longe de nos desanimar, essa realidade nos desafia e nos põe em estado de vigilância. “Todos sentimos necessidade de reabilitar a dignidade da política” (Papa Francisco – Bogotá, dezembro 2017). Está em nossas mãos colaborar para que isso aconteça, participando das eleições, que desempenham papel fundamental na sociedade democrática. O Estado Democrático de Direito, a ser fortalecido e defendido sempre mais, não condiz com atitudes como o autoritarismo, o fundamentalismo e a intolerância. Ao contrário, requer a convivência respeitosa entre as pessoas e a efetivação dos direitos fundamentais da população, especialmente dos empobrecidos e fragilizados, com os investimentos necessários na saúde, educação, na segurança pública e na cultura. “A perda de direitos e de conquistas sociais, resultado de uma economia que submete a política aos interesses do mercado, tem aumentado o número dos pobres e dos que vivem em situação de vulnerabilidade” (CNBB, Eleições 2018: Compromisso e Esperança).

Nas eleições de outubro, o eleitor avalie com seriedade cada candidato, cada candidata, suas promessas, sua campanha, as alianças de seu partido e sua atuação política passada. “O bem maior do País, para além das ideologias e interesses particulares, deve conduzir a consciência e o coração tanto de candidatos, quanto de eleitores” (CNBB, Eleições 2018: Compromisso e Esperança). Especial atenção merece a escolha dos senadores e deputados, que constituem o Poder Legislativo.

No Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas é que se votam as leis que podem ajudar ou prejudicar o povo. Anular o voto ou votar em branco favorece o pior político, enfraquece a democracia e põe em risco a oportunidade de purificar a política. A cidadania, no entanto, não se esgota no voto. É preciso continuar acompanhando os eleitos, cobrando-lhes o cumprimento de seu dever de servir o povo.

A CNBB exorta a população brasileira “a fazer desse momento difícil uma oportunidade de crescimento, abandonando os caminhos da intolerância, do desânimo e do desencanto” (CNBB, Eleições 2018: Compromisso e Esperança). Nesse dia também, em que se realiza o Grito dos Excluídos, lembra às comunidades católicas a necessidade dos “leigos católicos não permaneçam indiferentes à vida pública, nem fechados nos seus templos” (Papa Francisco – Bogotá, dezembro 2017), mas sejam “sal da terra” e “luz do mundo” (cf. Mt 5,13-14), conforme o lema deste Ano Nacional do Laicato.

Suplicamos as bênçãos de Deus, por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, Mãe e Padroeira do Brasil, para que a nossa Pátria seja soberana, justa e fraterna.

Brasília-DF, 07 de setembro de 2018

Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ
Arcebispo Primaz de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

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Rezemos por nossa pátria

Neste dia da Pátria, rezemos  pelo nosso país, pelo povo brasileiro e pelos nossos governantes. Aproveitemos esta oportunidade para que como cristãos e pessoas de boa vontade peçamos ao Senhor um Brasil melhor, mais fraterno e não dividido. 

Façamos juntos a oração abaixo:

ORAÇÃO PELO BRASIL


Diante do grave momento vivido por nosso país, dirijamos nossa oração a Deus, pedindo a bênção da paz para o Brasil. 

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil! 

Vivemos um momento triste, marcado por injustiças e violência. Para construirmos a justiça e a paz, em nosso país, necessitamos muito do vosso amor misericordioso, que nunca se cansa de perdoar. 

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil! 

Estamos indignados, diante de tanta corrupção e violência que espalham morte e insegurança. Pedimos perdão e conversão. Nós cremos no vosso amor misericordioso que nos ajuda a vencer as causas dos graves problemas do País: injustiça e desigualdade, ambição de poder e ganância, exploração e desprezo pela vida humana. 

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil! 

Ajudai-nos a construir um país justo e fraterno. Que todos estejamos atentos às necessidades das pessoas mais fragilizadas e indefesas! Que o diálogo e o respeito vençam o ódio e os conflitos! Que as barreiras sejam superadas por meio do encontro e da reconciliação! Que a política esteja, de fato, a serviço da pessoa e da sociedade e não dos interesses pessoais, partidários e de grupos. 

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil! 

Vosso Filho, Jesus, nos ensinou: “Pedi e recebereis”. Por isso, nós vos pedimos confiantes: fazei que nós, brasileiros e brasileiras, sejamos agentes da paz, iluminados pela Palavra e alimentados pela Eucaristia. 

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil! 

Vosso filho Jesus está no meio de nós, trazendo-nos esperança e força para caminhar. A comunhão eucarística seja fonte de comunhão fraterna e de paz, em nossas comunidades, nas famílias e nas ruas. 

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil! 

Neste ano em que celebramos os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, queremos seguir o exemplo de Maria, permanecendo unidos a Jesus Cristo, que convosco vive, na unidade do Espírito Santo. 

Amém!

(Pai nosso! Ave, Maria! Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo!)

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Relembre as atividades do Padre Edemur em seus 12 últimos meses

O tempo passa e a saudade só aumenta. Mas aumenta também a gratidão a Deus por nos ter dado um pároco como o Padre Edemur que doou a sua vida pela comunidade e soube ser presença de Jesus Cristo na vidade de cada paroquiano. 

Ao celebrarmos os 7 anos de seu falecimento, relembremos os momentos vividos pelo sacerdote em seu último ano de vida:

04/09/10 – Comemoração de um ano da ordenação dos diáconos permanentes de Votuporanga

02/10/10 – Abençoou os animais, lembrando a humildade e a caridade de São Francisco de Assis 

12/10/10 – Inovou na carreata, levando a imagem de Nossa Senhora Aparecida pelas ruas de Votuporanga em um triciclo. 

24/10/10 – Participou do Dia Nacional da Juventude em Votuporanga, concelebrando a missa. 

21/11/10 – Ministrou a 1ª Eucaristia aos jovens paroquianos. 

28/11/10 – Acolheu padre Irineu, vigário-geral da diocese, que ministrou o sacramento da Crisma aos jovens paroquianos. 

08/12/10 – Presidiu missa em comemoração aos 24 anos de sua ordenação sacerdotal. 

12/12/10 – Participou do almoço de Confraternização da Paróquia. 

12/12/10 – Presidiu missa em comemoração aos 25 anos de trabalhos da Ordem Franciscana Secular em Votuporanga. 

24 e 25/12/10 – Presidiu as Celebrações do Natal do Senhor. 

31/12/10 – Presidiu a última missa do ano, agradecendo a Deus por mais um que se termina. 

01/01/11 – Presidiu a primeira missa do ano, entregando à Mãe de Deus, o novo ano. 

13/02/11 – Assembleia Paroquial. Pediu a união entre todos os coordenadores paroquiais e os animou a serem perseverantes na evangelização. Aprovou a eleição do novo presidente do CPP, José Eusébio, convidando-o a ser pescador de homens. 

25/02/11 – Comemorou 53 anos de vida.

09/03/11 – Presidiu a Missa das Cinzas, iniciando a Quaresma a Campanha da Fraternidade. Pediu a todos que renovem seus corações ao amor de Cristo e que respeitem a natureza e lutem pela sua preservação.

12/03/11 – Participou do Leilão de Móveis Paroquial

13/03/11 – Participou do Leilão de Gado Paroquial.

10/04/11 – Acolheu os fiéis da região de Votuporanga para o Retiro Espiritual Regional, concelebrando a missa de encerramento.

17/04/11 – Presidiu as Celebrações do Domingo de Ramos e convidou as crianças, a quem tanto amava, a se sentarem junto a ele no presbitério.

20/04/11 – Participou da Missa dos Santos Óleos na Sé Catedral em Rio Preto.

21/04/11 – Presidiu a Missa de Lava-Pés, lavando os pés de 14 pessoas da comunidade, imitando a humildade e a caridade de Jesus. 

22/04/11 – Presidiu a Celebração da Paixão do Senhor. 

23/04/11 – Presidiu a Vigília Pascal, impulsionando a todos serem luz na sociedade. 

15/05/11 – Dom Paulo abençoou os novos bancos da Igreja. 

29/05/11 – Dentro das comemorações de seu Jubileu Sacerdotal, coroou a pequena imagem de Nossa Senhora Aparecida. 

12/06/11 - Presidiu a Missa em Cosmorama, dentro das celebrações da Trezena de Santo Antonio. 

13/06/11 - Benzeu os pães de Santo Antonio

23/06/11 – Presidiu a Missa de Corpus Christi em unidade com todos os padres e fiéis de Votuporanga. 

17/07/11 – Acolheu os fiéis da região no Eucaristia Fest, realizado em nossa paróquia e concelebrou a Santa Missa. 

18 a 21/07/11 – Participou do Retiro Diocesano do Clero em Águas de São Pedro. 

31/07/11 – Participou do Oscar da Juventude, convidou os jovens paroquianos a serem evangelizadores de outros jovens. 

06/08/11 – Recebeu das mãos de familiares um banner comemorativo ao seu Jubileu Sacerdotal.

07/08/11 – Presidiu Missa em comemoração aos 74 anos da fundação de Votuporanga, na presença do prefeito, vereadores e demais autoridades.

15/08 - Enviou o jovem Vitor Bisuti para a Jornada Mundial da Juventude em Madri representando a paróquia.


15 a 20/08/11 – Presidiu Celebrações da Semana da Família nos Setores.

21/08/11 – Presidiu a Missa de Encerramento da Semana da Família em unidade com todos os padres e fiéis de Votuporanga.

28/08/11 – Presidiu sua última Missa.

29/08/11 – Após passar mal em casa, foi sozinho para a Santa Casa onde sofreu um infarto, sendo reanimado pelos médicos.

30/08 a 02/09/11 – Apesar de estar internado em estado grave, consciente conversou com os familiares.

03/09/11 – Piora seu estado de saúde.

07/09/11 – Encerrou sua peregrinação terrena, aos 53 anos, cumprindo a sua carreira e guardando a fé.

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