Notícias e Artigos Litúrgicos
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Catedral realizará missão de evangelização no setor 11 no dia 21/09

A Catedral Nossa Senhora Aparecida da Diocese de Votuporanga está realizando todos os meses as missões evangelizadoras no território paroquial.
A próxima missão será realizada neste sábado (21/9), a partir das 8h, e percorrerá as ruas pertencentes ao setor 11. Neste trabalho missionário iniciado no ano passado, estão sendo visitados e abençoados diversas residências e comércios localizados no território paroquial e muitas pessoas ficam emocionadas ao receberem a benção em seus lares e locais de trabalho.
A ação é realizada pelo Conselho Missionário Paroquial (Comipa) e busca ressaltar que “Todos somos Igreja Missionária”.
As próximas missões serão realizadas nos dias 26 de outubro, no setor 10; 30 de novembro, no setor 12; e 14 de dezembro, no setor 13.

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Quermesse da Catedral será realizada no próximo mês em Votuporanga

A Comunidade Paroquial da Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga realizará as festividades em Honra da Padroeira, que será promovida no mês de outubro. De 3 a 11 de outubro será realizada a Novena. No dia 12, dia de Nossa Senhora Aparecida, serão celebradas Missas no período da manhã e da tarde. 
A tradicional Quermesse será realizada no Centro Paroquial de Eventos aos sábados, dias 05, 12 e 19 do mês de outubro. A paróquia conta com a colaboração da comunidade também com a doação de prendas. Aqueles que puderem e sentirem o chamado para fazer doações podem entrar em contato com a secretaria paroquial, localizada na Rua São Paulo, nº 3577, ou pelo telefone 3421-6245. 
Durante o período de Quermesse também é realizado o tradicional Concurso Boneca e Boneco Vivos, nos quais as crianças aprendem a colaborar com a Igreja desde pequenas.

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Diocese celebrará Mês Missionário Extraordinário

 

A Diocese de Votuporanga, em comunhão com a Igreja no mundo, celebrará no próximo mês de outubro o Mês Missionário Extraordinário (MME). A celebração de de início do MME será realizada no dia 01/10, às 19h30, na Sé Catedral de Nossa Senhora Aparecida.

Para esta celebração, o bispo diocesano, Dom Moacir, convida as 5 Regiões Pastorais da Diocese a se organizarem, trazendo uma bandeira com o símbolo do Mês Missionário Extraordinário:"Batizados e Enviados - A Igreja de Cristo em Missão no Mundo" com o nome da sua região. Na procissão de entrada, cada região entrará com sua bandeira.

Em 22 de outubro de 2017, Dia Mundial das Missões, o Papa Francisco durante o ângelus anunciava publicamente para toda Igreja sua intenção de proclamar um Mês Missionário Extraordinário em outubro de 2019 para celebrar o centenário da carta Apostólica Maximum Illudde seu predecessor o Papa Bento XV. Neste mesmo dia o santo Padre enviou uma carta ao Cardeal Fernando Filoni, prefeito da Congregação para Evangelização dos Povos e presidente do comité supremo das Pontifícias Obras Missionárias (POM), encomendando “a tarefa de preparar este evento, especialmente através de ampla sensibilização das Igrejas particulares, dos Institutos de vida consagrada e Sociedades de vida apostólica, assim como, associações, movimentos, comunidades e outras realidades eclesiais”.

Para reavivar a consciência batismal do Povo de Deus em relação a missão da Igreja, o Papa Francisco escolheu para o Mês Missionário Extraordinário o tema “Batizados e enviados: a Igreja de Cristo em missão no mundo”. Despertar a consciência da missio ad gentes e retomar com novo impulso a transformação missionária da vida e da pastoral é o objetivo deste mês que está em sintonia com a solicitude pastoral do Papa Bento XV em Maximum Illud e a vitalidade missionária expressada pelo Papa Francisco na Evangelii Gaudium: “A ação missionária é o paradigma de toda obra da Igreja” (EG 15). Trata-se de “pôr a missão de Jesus no coração da Igreja, transformando-a em critério para medir a eficácia de suas estruturas, os resultados de seu trabalho, a fecundidade de seus ministros e a alegria que eles são capazes de suscitar. Porque sem alegria não se atrai ninguém” (Reunião do Comitê diretivo do CELAM, Bogotá, 7 de setembro de 2017).
O compromisso com a conversão pessoal, comunitária e pastoral a Jesus Cristo crucificado, ressuscitado e vivo em sua Igreja, renovará o ardor e paixão por testemunhar ao mundo, através da proclamação e da experiência cristã, o Evangelho da vida e da alegria pascal (Lc 24, 46-49).

 

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Papa Francisco convoca evento mundial no Vaticano sobre educação

O Papa Francisco pediu para a Congregação para a Educação Católica organizar um encontro mundial sem precedentes sobre educação com o tema “Reconstruir o pacto educativo global”.

O encontro acontecerá no Vaticano em 14 de maio de 2020 e o próprio Santo Padre quis enviar uma mensagem de vídeo para convidar para este encontro mundial “para reavivar o compromisso em prol e com as gerações jovens, renovando a paixão por uma educação mais aberta e inclusiva, capaz de escuta paciente, diálogo construtivo e mútua compreensão”.

"Nunca, como agora, houve necessidade de unir esforços numa ampla aliança educativa para formar pessoas maduras, capazes de superar fragmentações e contrastes e reconstruir o tecido das relações em ordem a uma humanidade mais fraterna", destaca o Papa nesta mensagem de vídeo divulgada, em 12 de setembro, pela Sala de Imprensa da Santa Sé.

Em sua mensagem, o Pontífice também reconhece que toda mudança “precisa de um caminho educativo que envolva todos” e, por isso, “é necessário construir uma 'aldeia da educação' onde, na diversidade, se partilhe o compromisso de gerar uma rede de relações humanas e abertas”.

"Um provérbio africano diz que ‘é necessária uma aldeia inteira para educar uma criança’. Portanto, devemos construir esta aldeia como condição para educar. O terreno deve estar limpo da discriminação com a introdução da fraternidade”, afirmou o Papa.

Nesta linha, Francisco frisou que “em uma aldeia assim é mais fácil encontrar a convergência global para uma educação que seja portadora de uma aliança entre todos os componentes da pessoa: entre o estudo e a vida; entre as gerações; entre os professores, os alunos, as famílias e a sociedade civil, com suas expressões intelectuais, científicas, artísticas, esportivas, políticas, econômicas e de solidariedade”.

"Uma aliança que suscite paz, justiça e acolhida entre todos os povos da família humana, como também de diálogo entre as religiões", indicou o Papa, que convidou os jovens do mundo a participarem deste encontro "para que sintam plena responsabilidade de construir um mundo melhor".

No final, o Santo Padre anunciou que "o encontro será no dia 14 de maio de 2020, em Roma, na Sala Paulo VI do Vaticano". Indicou que "uma série de seminários temáticos, em diferentes instituições, acompanhará a preparação do evento".

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Aqui Jesus recebe pecadores e os convida à sua mesa

“Aqui Jesus recebe pecadores e os convida à sua mesa”. Essa frase, inspirada no Evangelho de São Lucas, é a que o Papa Francisco propôs ser colada na entrada das igrejas para recordar o sentido da mensagem evangélica durante sua alocução prévia ao Ângelus deste domingo, 15, no Vaticano.

O Santo Padre explicou em seu discurso que Jesus converte as críticas que recebia por parte de alguns contemporâneos seus em anúncios evangélicos. Como exemplo, citou o episódio do Evangelho deste domingo no qual se narra como ele era criticado por estar na companhia de publicanos e pecadores.

A frase depreciativa que dedicaram a Jesus, “este acolhe a pecadores e come com eles”, converte-se em “um anúncio maravilhoso”. “Jesus acolhe os pecadores e come com eles”. Isso mesmo é o que faz conosco em cada Missa, em cada igreja: Jesus está contente de nos receber à sua mesa, onde se oferece a si mesmo por nós”.

“Até poderíamos escrever esta frase sobre as portas das nossas igrejas: ‘Aqui, Jesus recebe pecadores e os convida à sua mesa’”.

Francisco sublinhou que o coração do Evangelho é “o amor infinito de Deus por nós, pecadores”. “Deus salva com o amor, não com a força; propondo, não impondo”, assinalou o Santo Padre.

Assim explica o próprio Jesus nas parábolas que ele expôs como resposta às críticas que recebia: a parábola do pastor que tem cem ovelhas e, ao perder uma, deixa às outras noventa e nove para resgatar a perdida. Ou a parábola da mulher que tem dez moedas, perde uma e varre a casa inteira para encontrá-la. E, finalmente, a parábola do filho pródigo.

Dessas parábolas se pode aprender que “nos equivocamos quando achamos que somosjustos, quando pensamos que os maus são os outros e não nós”, advertiu o Pontífice, “porque sozinhos, sem a ajuda de Deus, que é bom, não sabemos derrotar o mal”.

“E de que modo se derrota o mal? Acolhendo o perdão de Deus. E isto ocorre cada vez que vamos à confissão: ali recebemos o amor do Pai que vence nosso pecado”.

O Papa Francisco concluiu: “Deus acaba com o mal, nos renova por dentro e, dessa maneira, faz renascer em nós a alegria”.

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Deus é pai que aguarda o retorno do filho pródigo, afirma o Papa

Do alto do palácio apostólico, no 24º domingo do tempo comum, Francisco se dirigiu aos fiéis reunidos na Praça São Pedro, quando conduziu a oração mariana do Angelus. Neste domingo, 15, o Pontífice centrou sua fala no Evangelho de Lucas.

“O Evangelho de hoje começa com alguns que criticam Jesus que o veem na companhia de publicanos e pecadores”, explica o Santo Padre. “Ele recebe os pecadores e come com eles. Na realidade, esta frase acaba se revelando como um anúncio maravilhoso. Jesus acolhe os pecadores e come com eles. É o que acontece conosco em cada missa. Jesus está contente em nos receber em Sua mesa, onde Se oferece por nós”, reiterou.

Em seguida, Francisco remete seu discurso ao Evangelho de Lucas e pede que os fiéis se atentem às três parábolas que estão contidas nele. Na primeira parábola diz: “Quem dentre vós, tendo cem ovelhas se perde uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto e vai procurar a que se tinha perdido?” Quem de vocês? Uma pessoa sensata não: faz dois cálculos e sacrifica uma para manter os noventa e nove.

Deus, ao invés disso, não se resigna, a ele importa precisamente tu que ainda não conheces a beleza de seu amor, tu que ainda não acolheste Jesus no centro de tua vida, tu que não consegues superar teu pecado, tu que talvez, pelas coisas ruins que aconteceram na tua vida, não acreditas no amor.

Na segunda parábola, tu és aquela pequena moeda que o Senhor não se resigna em perder e procura incessantemente: ele quer te dizer que és precioso aos seus olhos, que és único. Ninguém pode te substituir no coração de Deus. Tu tens um lugar, és tu, e ninguém pode substituir-te. E também eu, ninguém pode substituir-me no coração de Deus.

E na terceira parábola, Deus é pai que aguarda o retorno do filho pródigo: Deus sempre nos espera, não se cansa, não desanima. Porque somos nós, cada um de nós aquele filho que é abraçado novamente, aquela moeda reencontrada, aquela ovelha acariciada e colocada no ombro. Ele espera a cada dia que percebamos seu amor. E tu diz: “Mas eu aprontei tantas, aprontei muito!” Não tenhas medo: Deus te ama, te am a como és e sabe que somente o seu amor pode mudar a tua vida.

Amor rejeitado

Mas esse amor infinito de Deus por nós pecadores, que é o coração do Evangelho, pode ser rejeitado. É o que faz o filho mais velho da parábola. Ele não entende o amor naquele momento e tem em mente mais um patrão do que um pai. É um risco também para nós: acreditar em um deus mais rigoroso do que misericordioso, um deus que derrota o mal com o poder antes que com o perdão.

Não é assim. Deus salva com o amor, não com a força, nos propondo, não impondo. Mas o filho mais velho, que não aceita a misericórdia do pai, se fecha, comete um erro pior: presume-se justo, presume-se traído e julga tudo com base ao seu pensamento de justiça. Assim, fica bravo com o irmão e censura o pai: “Tu mataste o novilho gordo agora que este teu filho voltou”. Este teu filho: não o chama “meu irmão”, mas teu filho. Sente-se filho único.

Também nós erramos quando acreditamos ser os justos, quando pensamos que os maus são os outros. Não nos acreditemos bons, porque sozinhos, sem a ajuda de Deus que é bom, não sabemos vencer o mal. Hoje não se esqueçam, peguem o Evangelho e leiam as três parábolas de Lucas, capítulo 15. Fará bem a vocês, será saúde para vocês.

Como se faz para derrotar o mal? Acolhendo o perdão de Deus e o perdão dos irmãos. Acontece cada vez que vamos nos confessar: lá recebemos o amor do Pai que vence o nosso pecado: não existe mais, Deus o esquece. Quando deus perdoa, perde a memória, esquece os nossos pecados, esquece. Deus é tão bom conosco!

Não como nós, que depois de dizer “não tem problema”, na primeira oportunidade nos recordamos com os interesses dos ferimentos sofridos. Não, Deus apaga o mal, nos faz novos por dentro e, assim faz renascer em nós a alegria, não a tristeza, não a obscuridade no coração, não a suspeita, mas a alegria.

Irmãos e irmãs, coragem, com Deus nenhum pecado tem a última palavra. Nossa Senhora, que desata os nós da vida, nos liberte da pretensão de acreditar que somos justos e nos faça sentir a necessidade de ir até o Senhor, que nos espera sempre para nos abraçar, para nos perdoar.

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Instituições no Haiti serão beneficiadas com leilão de carro doado ao Papa

O Papa Francisco encontrou o presidente da Lamborghini, uma fabricante italiana de automóveis desportivos de luxo, e os responsáveis da Fundação OMAZE, que organizou a venda por meio de um leilão do carro que o Pontífice ganhou. O modelo “Huracan Lamborghini”, colocado à disposição pela empresa para fins de beneficência, ganhou autógrafo do Papa em 15 de novembro de 2017.

Segundo informações divulgadas pelo diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, o vencedor do carro, também presente no encontro, foi um cidadão da República Tcheca. Na ocasião foi entregue ao Papa Francisco um cheque simbólico da operação no valor de cerca de 900 mil euros. O Pontífice citou o Evangelho de Mateus, capítulo 25, sublinhando como a generosidade desse gesto de caridade, que alcança diretamente os mais pobres, corresponde às palavras do passo evangélico.

Para onde vai o dinheiro

De fato, a última parte do dinheiro recebido, cerca de 200 mil euros, será destinada à reconstrução de um seminário e de uma escola infantil no Haiti, espaços que foram destruídos pelo terremoto de 2010. Os valores precedentemente depositados foram destinados a diferentes instituições:

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Papa aos bispos: Somos chamados a ser artesãos de diálogo

O Papa Francisco iniciou suas atividades, na manhã deste sábado, 14, recebendo, no Vaticano, 40 bispos orientais católicos da Europa que estão reunidos em Roma para a conclusão do seu Encontro Anual sobre o tema: “missão ecumênica em nossos dias”.

O Pontífice discursou aos bispos: “Este encontro, organizado sob o patrocínio das Conferências Episcopais da Europa, demonstra a riqueza ritual da Igreja Católica no continente europeu, que não é limitada à tradição latina. Entre vocês, encontram-se representantes de diferentes Igrejas da tradição bizantina, da amada Ucrânia, mas também do Oriente Médio, Índia e outras regiões, que atuam nos países europeus”.

Recordando a sua Viagem Apostólica à Romênia, Francisco disse que foi uma oportunidade de mostrar a gratidão de toda a Igreja Católica e do Sucessor de Pedro pelo testemunho e fidelidade à Igreja de Roma. E acrescentou: “Que todos sejam um: é o desejo ardente de Jesus, que, durante a sua Paixão, carregou em seu coração e, depois, foi entregue a todos na Cruz”.

O Concílio Ecumênico Vaticano II e o Código dos Cânones das Igrejas Orientais, frisou o Santo Padre, também recordam que todos os cristãos são depositários de uma missão específica no caminho ecumênico. E, sobre o significado da missão ecumênica, tema que os bispos debateram nestes dias em Roma, o Papa disse: “Hoje, enquanto muitas desigualdades e divisões ameaçam a paz, somos chamados a ser artesãos de diálogo, promotores de reconciliação, construtores pacientes de uma civilização de encontro”.

Enquanto muitos são envolvidos por uma espiral da violência e por contínuas acusações mútuas, explicou Francisco, o Senhor quer que homens e mulheres sejam dóceis semeadores do Evangelho do amor; se comprometendo para sarar as feridas do passado, superar os preconceitos e as divisões, e dar esperança a todos, caminhando, lado a lado, como irmãos e irmãs não católicos. E o Papa afirmou:

“Caminhando e trabalhando juntos pelos outros e pela nossa Casa Comum, podemos redescobrir, no coração da nossa catolicidade, o antigo significado atribuído à Sede de Roma, chamada a presidir na caridade toda a Igreja”. Vivendo ao máximo as suas tradições eclesiais, ponderou o Santo Padre, todos poderão atingir às mesmas fontes de espiritualidade, liturgia e teologia das Igrejas ortodoxas. “É belo sermos, juntos, testemunhas de riquezas tão grandes!”.

O Pontífice exortou os bispos a caminharem sem divisões, se inclinando ao irmão que sofre, aos que sofrem a solidão e a pobreza, aos marginalizados, aos não nascidos, aos jovens privados de esperança, às famílias desintegradas, aos idosos e enfermos descartados. O Papa concluiu seu pronunciamento aos bispos orientais católicos da Europa encorajando-os a prosseguir sempre em frente no espírito de comunhão.

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Papa explica significado da Exaltação da Santa Cruz

Neste sábado, 14, o Papa Francisco destacou a Solenidade da Exaltação da Santa Cruz, celebrada hoje pela Igreja.

“Algumas pessoas não-cristãs podem se perguntar: por que ‘exaltar’ a cruz? Podemos responder que nós não exaltamos uma cruz qualquer ou todas as cruzes: exaltamos a Cruz de Jesus Cristo, porque é nela que foi revelado o máximo amor de Deus pela humanidade”, explicou o Pontífice.

O Santo Padre fez referência ao Evangelho de João na liturgia de hoje: ‘Deus amou tanto o mundo, que entregou o seu Filho único’. O Pai ‘deu’ o Filho para nos salvar, e isso resultou na morte de Jesus e na morte na cruz.

Por que a cruz?

O Papa então questiona: “Por quê? Por que foi necessária a Cruz?” E explica que foi devido a “gravidade do mal que nos mantinha escravos”.

O Papa disse que a Cruz de Jesus exprime duas coisas: toda a força negativa do mal e toda a suave onipotência da misericórdia de Deus.

“A Cruz parece decretar o fracasso de Jesus, mas, na realidade, marca a sua vitória. No Calvário, aqueles que o injuriavam, diziam: ‘Se és Filho de Deus, desce da cruz’. Mas a verdade era o oposto: justamente porque era o Filho de Deus, Jesus estava ali, na cruz, fiel até o final ao desígnio do amor do Pai. E exatamente por isso Deus ‘exaltou’ Jesus, dando-lhe uma realeza universal”, afirmou.

Sinal do amor de Deus

O Pontífice, então, explicou que, quando olhamos para a Cruz onde Jesus foi pregado, contemplamos o sinal do amor infinito de Deus por cada um de nós e a raiz da nossa salvação.

“Daquela Cruz vem a misericórdia do Pai que abraça o mundo inteiro. Através da Cruz de Cristo, se venceu o mal, a morte foi derrotada, a vida nos foi doada e a esperança restituída. A Cruz de Jesus é nossa única e verdadeira esperança!”, destacou o Santo Padre.

É por isso que a Igreja ‘exalta’ a Santa Cruz, disse o Papa, e complementou: “é por isso que, nós, cristãos, nos abençoamos com o sinal da cruz”.

Entretanto, a cruz não é um sinal ‘mágico’, alertou Francisco. Acreditar na Cruz de Jesus significa O seguir no Seu caminho. Dessa maneira, inclusive os cristãos colaboram com a Sua obra de salvação, aceitando com Ele o sacrifício, o sofrimento, como também a morte pelo amor de Deus e dos irmãos.

Perseguidos pela fidelidade a Cristo

Neste dia, enquanto a Santa Cruz é contemplada e celebrada, o Papa convida os cristãos e lembrar de tantos irmãos e irmãs que são perseguidos e mortos por causa da sua fidelidade a Cristo.

“Isso acontece, em particular, lá onde a liberdade religiosa ainda não é garantida ou plenamente realizada. Acontece, porém, mesmo nos países e ambientes em que, em princípio, protegem a liberdade e os direitos humanos, mas onde concretamente os fiéis e, especialmente, os cristãos, encontram limitações e discriminações. Por isso, hoje, recordamos e rezamos de modo todo especial por eles”.

Nossa Senhora das Dores

No domingo, 15, a Igreja celebra Nossa Senhora das Dores. O Papa também lembrou que era Ela quem estava no Calvário, aos pés da Cruz. “A Ela, confio o presente e o futuro da Igreja, para que todos sempre saibamos descobrir e acolher a mensagem de amor e de salvação da Cruz de Jesus”, finalizou Francisco.

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Igreja celebra a Solenidade da Exaltação da Santa Cruz

A Igreja Católica celebra neste sábado, 14, a Exaltação da Santa Cruz, uma festa muito antiga que tem suas raízes no século V, em Jerusalém. “Para os cristãos a Santa Cruz é sinal de vitória, de ressurreição, de vida. Então, neste dia nos reunimos nas comunidades para celebrar. Antes de tudo, para louvar a Deus pelo infinito amor que Ele por meio de Jesus manifestou a toda humanidade”, destaca o bispo auxiliar de Manaus, Dom José Albuquerque de Araújo.

O bispo de Cornélio Procópio (PR) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o diálogo inter-religioso, Dom Manoel João Francisco, explica que até o século VI, a cruz era vazia, sem a imagem de Cristo. Em seu lugar, eram colocadas pérolas e pedras preciosas. A partir do século VI até o século XII, era comum afixar à cruz a imagem do Cristo vencedor. Em vez de coroa de espinhos, o Cristo tinha em sua cabeça uma coroa de ouro. As pedras preciosas substituíam o sangue e as feridas do Calvário.

De acordo com Dom José Araújo, o grande gesto de Jesus que se entregou na Cruz é para lembrar a humanidade que o caminho da salvação, de fato, é marcado por muitas cruzes. “E nós que estamos neste mundo peregrinando, temos sempre que carregar as nossas cruzes e nos ajudarmos mutuamente (…). Cada um precisa enfrentar os desafios, as dificuldades sempre com fé e esperança”, ressalta.

E continua: “Que a gente possa dar sempre um sentido redentor para todas dificuldades, problemas, angustias, situações complicadas. Porque essa é a nossa esperança. Jesus morreu na cruz para nos dar a vida, nos deixou essa certeza de que a morte não é a última palavra”.

Dom José Araújo lembra que a cruz é o centro da vida do cristão. “Ao fazermos sobre nós o sinal da cruz, nós nos lembramos que nós somos consagrados pelo amor de Deus para também para manifestar a nossa na vida a boa notícia. Cristo está vivo e ressuscitado e a cruz para nós é uma recordação desse gesto que salvou o mundo e todas as vezes que repetimos esse sinal sobre nós, queremos nos lembrar do nosso o compromisso de ajudar todos aqueles que são crucificados”.

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Papa afirmou que é preciso confiar em Deus

Em sua série de audiências, na manhã deste sábado, 14, o Santo Padre recebeu na Sala Paulo VI, no Vaticano, cerca de 700 membros da Comunidade Abraão, por ocasião dos seus 30 anos de fundação. Em sua saudação aos numerosos presentes, o Papa disse que “o Senhor nunca deixa de nos surpreender, abrindo novos caminhos para seguir a Jesus, através da criatividade do Espírito Santo”. E, referindo-se ao nome da Comunidade, Abraão, Francisco exortou:

“Vocês têm um nome comprometedor: Abraão! Este nome inspira o percurso de evangelização, que são chamados a realizar nas condições mais diversas em que atuam. Não tenham medo de inspirar suas vidas e obras na figura do grande Patriarca Abraão, que lhes ensina, antes de tudo, a obedecer e seguir à vocação divina”.

Não importa, acrescentou o Papa, em qual modo ou circunstâncias o Senhor se apresenta. “Só Deus sabe quando, como e onde! O importante é ouvir a sua Voz e, para ouvi-la, é preciso fazer silêncio!”, destaco. O Pontífice acrescentou: “A fé de Abraão o leva a deixar a sua terra e a sua casa para ir a um lugar que ainda não conhecia, mas era garantido pela promessa de Deus. Por isso, para ser evangelizadores é preciso confiar em Deus e estar prontos para sair, partir e assumir um estilo de ‘êxodo’. Temos que ir ao encontro daqueles que o Senhor coloca em nosso caminho”.

De fato, frisou Francisco, é esta a metodologia que os cristãos devem seguir na obra de evangelização: caminhar com as pessoas, ouvir as suas preocupações e dar a vida. A fé de Abraão concretizou-se com a vinda de Jesus Cristo, através da humilde filha de Abraão, a Virgem Maria, revelou o Santo Padre.

O Papa concluiu sua saudação aos membros da Comunidade Abraão, encorajando-os a ser dóceis à ação do Espírito Santo, de modo que seu testemunho e entusiasmo sejam meios eficazes para servir o Evangelho. Por fim, os exortou: “Continuem adiante, na fé e na caridade, sobretudo com os mais marginalizados e pobres, confiando sempre na promessa de Deus”.

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Quermesse será realizada em Outubro

A Comunidade Paroquial da Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga convida a todos para as festividades em Honra da Padroeira, que acontecerá no mês de outubro. De 3 a 11 de outubro será realizada a Novena, sendo presidida cada dia por um padre de Votuporanga e região. No dia 12, dia de Nossa Senhora Aparecida serão celebradas Missas no período da manhã e da tarde. 

A Tradicional Quermesse será realizada no Centro Paroquial de Eventos nos sábados 05, 12 e 19 do mês de outubro. A paróquia conta com a colaboração da comunidade também com a doação de prendas e patrocínio do bingo. Aqueles que puderem e sentirem o chamado para fazer doações podem entrar em contato com a secretaria paroquial, localizada na Rua São Paulo, 3577, ou pelo tel: 3421-6245. 

Durante o período de Quermesse também é realizado o tradicional Concurso Boneca e Boneco Vivos, nos quais as crianças aprendem a colaborar com a Igreja desde pequenas.

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Diáconos de Votuporanga completam 10 anos de ordenação

Há dez anos atrás, no dia 04 de setembro de 2009, eram ordenados diáconos permanentes da Santa Igreja Católica, pela imposição das mãos de Dom Paulo Mendes Peixoto, 4 votuporanguenses: José Roberto de França (paróquia Santa Luzia), Lécio Almeida Alves (paróquia Nossa Senhora Aparecida), Nilton Leme do Prado (paróquia Santa Joana) e Valdimir Massao Okamoto (comunidade Santo Antonio/Santo Expedito), tendo Massao falecido em um acidente automobilístico em 2011. A celebração foi realizada na Igreja Matriz e teve a participação de mais de 2500 pessoas.

Antes de serem ordenados, eles sempre serviam o Reino de Deus em suas comunidades e famílias, vivendo a humildade e o amor de Jesus.

Os diáconos votuporanguenses fizeram parte da primeira turma da Escola Diaconal Santo Estevão, fruto de uma experiência nova para a diocese, onde estudaram por 5 anos. Da mesma turma foram ordenados mais 11 novos diáconos. Uma novidade também foi a ordenação de diáconos permanentes solteiros, entre eles Lécio e José Roberto.

Após a ordenação, estes servos de Deus conciliam os compromissos familiares e empregos com a vida religiosa. Cumprem inteiramente o real sentido da função "diácono", estando a serviço da comunidade, presidindo celebrações, distribuindo a comunhão e administrando os sacramentos do Batismo e Matrimônio. Nunca medem esforços para servir o povo de Deus, e o fazem sempre com muita disposição e alegria, vivendo o amor de Cristo.

Muitas vezes são chamados a outras cidades ou vilarejos da diocese, onde não há padres ou estes estão ausentes, pois o diácono está a serviço da diocese.

Segundo o diácono Lécio, "ser diácono é estar a serviço de Deus na liturgia, na palavra e na caridade". Já o diácono José Roberto afirma que "ser diácono é ser servidor do Reino a exemplo de Jesus".

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8 anos de falecimento do Padre Edemur

No dia 07 de setembro completam-se 08 anos de falecimento do amado Padre Edemur José Alves.  A data será lembrada com a Santa Missa às 19h na Catedral. Conforme o tempo vai passando, mais aumenta a saudade. Porém, a gratidão ao saudoso sacerdote e a sua intercessão no céu conforta os corações de todos. 

Padre Edemur faleceu no dia 07 de setembro de 2011 na Santa Casa de Votuporanga, onde estava internado desde o dia 29 de agosto. Ele sofreu um choque cardiogênico, infarto agudo do miocárdio, insuficiência renal aguda e falência múltipla de órgãos, falecendo às 10h40min. 

Natural de Cosmorama, Padre Edemur nasceu no dia 25 de fevereiro de 1958. Filho de Adelino José Alves e Clementina Lucas Alves, sentiu sua vocação na juventude; entrando para o Seminário em 1978. Antes de ser ordenado, trabalhou pastoralmente na Igreja São Benedito, em São José do Rio Preto. 

Foi ordenado presbítero no dia 08 de dezembro de 1986, aos 28 anos, na Sé Catedral de São José, em Rio Preto, pela imposição das mãos de dom José de Aquino Pereira, bispo diocesano de Rio Preto naquele ano. Após a ordenação, foi pároco das paróquias São Bento (Votuporanga) e São João Batista (Álvares Florence).

Padre Edemur assumiu a paróquia Nossa Senhora Aparecida em janeiro de 1991, pastoreando a paróquia central da cidade por 20 anos e sempre apoiando os movimentos, pastorais e serviços. Preocupado com os mais necessitados, juntamente com alguns paroquianos, criou a Casa Abrigo Irmãos de Emaús, entidade que recebe diariamente de 35 a 40 pessoas, sendo a maioria ex-moradores de rua. Grande devoto de Nossa Senhora, em todas as celebrações consagrava os fiéis à santíssima mãe de Jesus. Todos os anos realizava uma carreata pelas ruas de Votuporanga com a imagem da Padroeira do Brasil, abençoando todo o povo votuporanguense.

 

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01/09 - Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação

 A cada 1º de setembro, é celebrado o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, estabelecido pelo Papa Francisco em 2015, em consonância com o tema tratado em sua encíclica Laudato Si sobre o cuidado da casa comum.

Em uma carta enviada em 2015 para os presidentes do Pontifício Conselho Justiça e Paz e do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, o Papa sublinhou que “como cristãos, queremos oferecer a nossa contribuição à superação da crise ecológica que a humanidade está vivendo”.

O Santo Padre afirmou naquela ocasião que este dia “oferecerá a cada crente e às comunidades uma valiosa oportunidade de renovar a adesão pessoal à própria vocação de protetores da criação, elevando a Deus uma ação de graças pela maravilhosa obra que Ele confiou a nosso cuidado, invocando sua ajuda para a proteção da criação e sua misericórdia pelos pecados cometidos contra o mundo no qual vivemos”.

O Papa pediu que as várias conferências episcopais de todo o mundo celebrem este dia com diversas iniciativas nas quais se envolvam sacerdotes, religiosos e leigos.

Do mesmo modo, incentivou que esta ocasião seja também um motivo para estreitar os laços ecumênicos com outros cristãos. Cabe ressaltar que esta atividade já vinha sendo celebrada na Igreja Ortodoxa há muito tempo.

O Papa Francisco, em sua encíclica Laudato Si, propôs duas orações pela criação:

 

 

Oração pela nossa terra

Deus Onipotente,
que estais presente em todo o universo
e na mais pequenina das vossas criaturas,
Vós que envolveis com a vossa ternura
tudo o que existe,
derramai em nós a força do vosso amor
para cuidarmos da vida e da beleza.
Inundai-nos de paz,
para que vivamos como irmãos e irmãs
sem prejudicar ninguém.
Ó Deus dos pobres,
ajudai-nos a resgatar
os abandonados e esquecidos desta terra
que valem tanto aos vossos olhos.
Curai a nossa vida,
para que protejamos o mundo
e não o depredemos,
para que semeemos beleza
e não poluição nem destruição.
Tocai os corações
daqueles que buscam apenas benefícios
à custa dos pobres e da terra.
Ensinai-nos a descobrir o valor de cada coisa,
a contemplar com encanto,
a reconhecer que estamos profundamente unidos
com todas as criaturas
no nosso caminho para a vossa luz infinita.
Obrigado porque estais conosco todos os dias.
Sustentai-nos, por favor, na nossa luta
pela justiça, o amor e a paz.

Oração cristã com a criação

Nós Vos louvamos, Pai,
com todas as vossas criaturas,
que saíram da vossa mão poderosa.
São vossas e estão repletas da vossa presença
e da vossa ternura.

Louvado sejais!
Filho de Deus, Jesus,
por Vós foram criadas todas as coisas.
Fostes formado no seio materno de Maria,
fizestes-Vos parte desta terra,
e contemplastes este mundo
com olhos humanos.
Hoje estais vivo em cada criatura
com a vossa glória de ressuscitado.

Louvado sejais!
Espírito Santo, que, com a vossa luz,
guiais este mundo para o amor do Pai
e acompanhais o gemido da criação,
Vós viveis também nos nossos corações
a fim de nos impelir para o bem.

Louvado sejais!
Senhor Deus, Uno e Trino,
comunidade estupenda de amor infinito,
ensinai-nos a contemplar-Vos
na beleza do universo,
onde tudo nos fala de Vós.

Despertai o nosso louvor e a nossa gratidão
por cada ser que criastes.
Dai-nos a graça de nos sentirmos
intimamente unidos
a tudo o que existe.

Deus de amor,
mostrai-nos o nosso lugar neste mundo
como instrumentos do vosso carinho
por todos os seres desta terra,
porque nem um deles sequer
é esquecido por Vós.

Iluminai os donos do poder e do dinheiro
para que não caiam no pecado da indiferença,
amem o bem comum, promovam os fracos,
e cuidem deste mundo que habitamos.

Os pobres e a terra estão bradando:
Senhor, tomai-nos
sob o vosso poder e a vossa luz,
para proteger cada vida,
para preparar um futuro melhor,
para que venha o vosso Reino
de justiça, paz, amor e beleza.
Louvado sejais!

Amém.

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Por que celebramos em setembro o mês da Bíblia?

Durante setembro, a Igrejano Brasil celebra o mês da Bíblia, período em que se busca de maneira especial desenvolver o conhecimento da Palavra de Deus e a aplicação desta na vida cotidiana, como exortou o Papa Francisco em diferentes momentos.

Em outubro de 2014, durante a abertura do Sínodo Extraordinário da Família, no Vaticano, Francisco ressaltou que “a Bíblia não é para ser colocada em um suporte, mas para estar à mão, para lê-la frequentemente, cada dia, seja individualmente ou juntos, marido e mulher, pais e filhos, talvez de noite, especialmente no domingo”.

Durante outras ocasiões, como nas Audiências gerais e nos Ângelus na Praça de São Pedro, o Pontífice aconselhou os fiéis a carregarem consigo um evangelho de bolso, para que possa ser lido a qualquer momento.

“Hoje se pode ler o Evangelho também com muitos instrumentos tecnológicos. Pode-se trazer consigo toda a Bíblia num telefone celular, num tablet. O importante é ler a Palavra de Deus, com todos os meios, e acolhê-la com o coração aberto. E então a boa semente dá fruto!”, afirmou durante a oração mariana, em 6 de abril de 2014.

O mês da Bíblia teve início em 1971, por ocasião do cinquentenário da Arquidiocese de Belo Horizonte (MG). Foi levado adiante com a colaboração do Serviço de Animação Bíblica da Congregação das Paulinas (SAB). Posteriormente, foi assumido pela Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB) e estendeu-se ao âmbito nacional.

A escolha do mês de setembro para dedicar-se à Bíblia deve-se ao fato de no dia 30 de setembro ser comemorado o dia de São Jerônimo, o qual traduziu a Bíblia dos originais (hebraico, grego e alguns trechos em aramaico) para o latim.

Este mês dedicado à Bíblia tem como objetivo: contribuir para o desenvolvimento das diversas formas de presença da Bíblia, na ação evangelizadora da Igreja, no Brasil; criar subsídios bíblicos nas diferentes formas de comunicação; facilitar o diálogo criativo e transformador entre a Palavra, a pessoa e as comunidades.

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Papa: não ter medo diante daqueles que nos mandam ficar calados

O Papa Francisco deu continuidade ao ciclo de catequeses sobre os Atos dos Apóstolos, na Audiência Geral desta quarta-feira (28/08), realizada na Praça São Pedro, que teve como tema “Quando Pedro passava… Pedro, testemunha principal do ressuscitado”.

Segundo Francisco, “a comunidade eclesial, descrita no Livro dos Atos dos Apóstolos, vive da riqueza que o Senhor coloca à sua disposição, experimenta o crescimento numérico e um grande fermento, não obstante os ataques externos. Para nos mostrar essa vitalidade, Lucas, no Livro dos Atos dos Apóstolos, indica alguns lugares significativos, por exemplo, o Pórtico de Salomão, ponto de encontro para os fiéis. Está no Templo. O pórtico é uma galeria que funciona como abrigo, mas também como local de encontro e testemunho”.

São Lucas “insiste nos sinais e prodígios que acompanham a palavra dos Apóstolos e na cura especial dos doentes aos quais se dedicam”.

Para o Papa, no capítulo 5º dos Atos dos Apóstolos, a Igreja nascente aparece como um “hospital de campo” que acolhe os vulneráveis, ou seja, os doentes. O seu sofrimento atrai os Apóstolos, que não possuem «ouro nem prata», conforme Pedro diz ao coxo, mas têm a força do nome de Jesus.

Destinatários privilegiados do anúncio do Reino

“Aos seus olhos, como aos olhos dos cristãos de todos os tempos, os doentes são os destinatários privilegiados do alegre anúncio do Reino, são os irmãos em que Cristo está presente de maneira particular, para deixar-se buscar e encontrar por todos nós. Os doentes são privilegiados pela Igreja, pelo coração sacerdotal, por todos os fiéis. Eles não devem ser descartados: pelo contrário. Eles devem ser cuidados, acudidos. Eles são o objeto da preocupação cristã”.

Francisco ressaltou que “dentre os apóstolos emerge Pedro, que tem preeminência no grupo apostólico por causa da primazia e da missão recebida do Ressuscitado. É ele quem inicia a pregação do kerygma no dia de Pentecostes e desempenhará uma função diretiva no Concílio de Jerusalém”.

Cristo está presente nas chagas dos doentes

Pedro se aproxima das camas e passa entre os doentes, assim como Jesus fez, carregando sobre si as enfermidades. “Pedro passa, e deixa que, a manifestar-se, seja Outro: que seja Cristo vivo e operante! A testemunha, de fato, é aquela que manifesta Cristo, tanto com palavras quanto com a presença corporal, que lhe permite relacionar-se e ser prolongamento do Verbo que se fez carne na história”.

Pedro realiza as obras do Mestre: “Olhando para Ele com fé, vê-se o próprio Cristo. Cheio do Espírito de seu Senhor, Pedro passa e, sem nada fazer, a sua sombra torna-se uma “carícia” que cura, que comunica saúde, que efunde a ternura do Ressuscitado, que se inclina sobre os doentes e lhes restitui vida, salvação e dignidade.”

Desse modo, Deus manifesta a sua proximidade e faz das chagas de seus filhos “o lugar teológico de sua ternura”, ressaltou o Papa. Segundo Francisco, “nas chagas dos doentes, nas enfermidades que são impedimentos para prosseguir na vida, há sempre a presença de Jesus, a chaga de Jesus. Há Jesus que convida cada um de nós a acudir, ajudar e curar os doentes”.

Obedecer antes a Deus do que aos homens

“A ação de cura de Pedro suscita o ódio dos saduceus, a inveja. Eles prenderam os apóstolos e, abalados com sua misteriosa libertação, os proíbem de ensinar. Essas pessoas viram os milagres que os Apóstolos fizeram não através de magia, mas em nome de Jesus; não quiseram aceitar e os colocaram na prisão, os espancaram. Eles foram libertados milagrosamente”. As pessoas tinham “os corações tão endurecidos que não queriam acreditar no que viram”, ressaltou Francisco.

Pedro então responde, oferecendo uma chave da vida cristã: “É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens”. Obedecer antes a Deus do que aos homens “é a grande resposta cristã”. Isso significa ouvir a Deus sem reservas, sem adiamentos, sem cálculos; aderir a Ele para se tornar capaz de aliança com Ele e com as pessoas que encontramos em nosso caminho”.

Francisco concluiu sua catequese, convidando-nos a pedir ao “Espírito Santo a força de não ter medo diante daqueles que nos mandam ficar calados, nos caluniam e até mesmo atentam contra a nossa vida. Peçamos a Ele para que nos fortaleça interiormente para termos a certeza da presença amorosa e consoladora do Senhor ao nosso lado”.

Via Vatican News

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Papa chama fiéis de todas as religiões a construir um mundo de paz

O Papa Francisco expressou sua satisfação pela criação de um Comitê de estudos para se alcançar os objetivos contidos no Documento sobre a Fraternidade Humana em prol da paz mundial e da convivência comum, assinado pelo Pontífice e pelo Grão-Imã de Al-Azhar, em fevereiro passado, nos Emirados Árabes Unidos.

O Documento faz um apelo aos líderes religiosos e políticos “para que se comprometam seriamente na difusão da tolerância, da convivência e da paz”, a fim de “acabar com as guerras, os conflitos, a degradação ambiental e o declínio cultural e moral que o mundo vive atualmente”.

Segundo um comunicado divulgado pelo diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, Matteo Bruni, nesta segunda-feira, 26 de agosto, “o Santo Padre recebeu com alegria a notícia da iniciativa”.

Da mesma forma, o Papa manifestou que, “embora muitas vezes, infelizmente, seja o mal, o ódio, a divisão a fazer notícia, há um oceano oculto de bem que cresce e nos faz esperar no diálogo, no conhecimento mútuo, na possibilidade de construir juntos com os fiéis de outras religiões e com todos os homens e mulheres de boa vontade, um mundo de fraternidade e de paz”.

Além disso, segundo afirmou Matteo Bruni, “o Santo Padre encoraja o trabalho do Comitê para a divulgação do Documento, agradece aos Emirados Árabes Unidos o empenho concreto a favor da fraternidade humana e almeja que se possam multiplicar no mundo iniciativas similares”.

Por outro lado, o Grão-Imã de Al-Ahar, Ahmed Al Tayyeb, também elogiou a formação deste comitê para alcançar os objetivos do Documento sobre Fraternidade Humana.

via ACI Digital

 

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Papa a tripulantes do Navio-Escola Brasil: sejam leais servidores do país e colaboradores de Deus

O Papa Francisco fez uma saudação especial a um grupo de brasileiros presentes na Audiência Geral de quarta-feira (28), na Praça São Pedro. O Pontífice se dirigiu aos jovens cadetes da Marinha do Brasil, que fazem parte da maior turma já formada na Escola Naval, tripulantes do Navio-Escola Brasil para uma viagem de formação profissional e cultural, que está atracado há quase uma semana no Porto de Civitavecchia, a 60km de Roma, na Itália.

“ Saúdo cordialmente os peregrinos de língua portuguesa, em especial os jovens cadetes com seus instrutores e toda a tripulação do Navio-Escola Brasil: no vigor de sua juventude, na distinção de sua presença e na esperança que brilha em seus olhos, vislumbro a promessa, confirmada por esta peregrinação de fé, de que vocês serão leais servidores do grande e querido Brasil e colaboradores de Deus na construção de um mundo mais fraterno, com base na justiça, no amor e na paz. ”

A viagem de formação do Navio-Escola Brasil

A passagem do Navio-Escola pela Itália, que terminou na última quarta-feira, faz parte de um roteiro que começou em julho, no Rio de Janeiro, percorre 15 países e 18 portos ao redor do mundo, e termina em dezembro. A tripulação é composta por 31 oficiais, 216 praças e 227 Guardas Marinha (GM), além de 9 integrantes de Marinhas de nações amigas.

Essa Viagem anual de Instrução dos Guardas-Marinha (VIGM), já em sua edição de número 33, começou em 1987 e tradicionalmente marca o ingresso dos jovens oficiais na Marinha do Brasil. O projeto de formação visa a aplicação prática do conhecimento teórico adquirido na Escola Naval, além de aprimorar a formação cultural e representar o país nos diversos portos internacionais visitados, promovendo o estreitamento dos laços com outras nações. Durante a viagem e com todos os recursos de ponta de tecnologia nacional, são ministradas aulas de navegação, meteorologia, marinharia, operações navais, controle de avarias e administração naval, além da adaptação dos cadetes na vida de bordo.

Ao final da viagem, os Guardas-Marinha são nomeados ao posto de Segundo-Tenente e distribuídos em navios e organizações militares da Marinha por todo o Brasil.

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Papa visitará a África nos próximos dias

São grandes as expectativas para a próxima viagem do Papa, de 4 a 10 de setembro, a Moçambique, Madagascar e a República de Maurício. Pode-se evidenciar que o Papa volta a um continente muitas vezes ferido, mas capaz de construir um presente e futuro de esperança. O Secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, reitera o forte impulso de paz e diálogo que é a base desta viagem.

“A imagem que temos da África que normalmente se difunde é a de um continente cheio de problemas: conflitos, epidemias…Creio que a África seja antes de tudo uma terra rica de humanidade, uma terra rica de valores, uma terra rica de fé e parece-me que o Papa a visite com estes sentimentos”, revelou Dom Parolin.

O cardeal destacou três pontos fundamentais da nova viagem apostólica do Papa: “O primeiro é a insistência sobre o tema da paz, segundo certamente o tema do cuidado da Criação, em linha com a Laudato si’ e depois a cultura do encontro e tudo isso em uma dimensão de esperança”. De acordo com Dom Parolin, a vontade do Papa é a de promover todos os sinais de esperança que existem, todos os esforços que estão sendo feitos para a resolução dos vários conflitos, para um desenvolvimento sustentável, pelo respeito e o cuidado da Criação.

“Usando uma expressão do Papa São Paulo VI, poderíamos dizer que a África é como um laboratório de desenvolvimento integral. Eu destacaria exatamente esta dimensão de esperança e de visão para o futuro, a partir dos muitos sinais positivos que existem dentro do continente”, frisou o cardeal.

Em Moçambique, depois de décadas de conflitos internos e o fim da guerra civil, foi assinado um acordo de paz entre governo e os ex-rebeldes Renamo, que hoje é o principal partido de oposição. Dom Parolin acredita que a visita do Santo Padre levará também a força de um novo futuro. “Recentemente, graças à boa vontade das partes, pudemos chegar a um novo acordo de paz. Evidentemente, com tudo isso, a Igreja sofreu muito. Agora as negociações progrediram, foi reconhecido o papel da Igreja, da liberdade religiosa e esta vontade de paz manifestada recentemente. Acredito que o Papa queira sublinhar a importância do diálogo em geral, mas principalmente com referência a esta situação do país”.

Dom Parolin prosseguiu: “A importância do diálogo, renunciar de uma vez por todas à lógica das armas, à lógica da violência como método de resolução e solução dos conflitos, das diferenças entre um e outro e, ao invés, invocar seriamente o caminho da escuta recíproca, o caminho da colaboração, o caminho da cooperação para um desenvolvimento integral da população. Creio que seja exatamente este ponto: mudar a lógica. Isso é importante em Moçambique assim como em outras partes do mundo onde há conflitos. Isso é o que o Papa nos pede: uma nova mentalidade, uma nova atitude diante destas situações”.

Em Madagascar o Papa encontrará uma Igreja pobre para os pobres. Os católicos são cerca de um terço da população. O país é marcado pela desflorestação e seca, assim como crises políticas não indiferentes. Sobre o país, o cardeal afirmou se recordar com muito carinho, porque teve a oportunidade de visitá-lo há alguns anos. “Recordo como um país em plena efervescência, um país jovem que atualmente enfrenta muitos desafios. O primeiro desafio é o da juventude, porque é um país que deve oferecer oportunidades de crescimento e de futuro para muitíssimos jovens. Depois a pobreza: é necessário superar a grande barreira entre as camadas mais ricas e a grande maioria da população que se encontra que sofre de carências”.

Para Dom Parolin, a visita de Francisco a Madagascar impulsionará os esforços para que todos, mas principalmente os muitos jovens, encontrem a possibilidade de desenvolvimento e futuro. “A Igreja é pobre mas se esforça para ser uma presença significativa, principalmente através das suas instituições de assistência, as suas instituições educativas: quer ser um sinal de esperança para esta população. Portanto, aqui também o Papa vai consolidar e reforçar este compromisso e este esforço por parte da Igreja”, sublinhou.

Em 9 de setembro o Papa chegará à República de Maurício, histórica encruzilhada de povos. Metade da população é de fé hinduísta, depois os católicos e menos de um quinto é de fé islâmica. Sobre o destino, o cardeal revela que foi escolhido para que seja destacada a cultura do encontro, que vale naturalmente para todos os países que o Papa visitará.

“Em Moçambique encontro entre as forças políticas adversárias, e aqui encontro justamente pela composição da ilha: uma composição multiétnica, multireligiosa e multicultural. Este aspecto do encontro entre as diferenças torna-se particularmente evidente –certamente o Papa falará sobre isso – superando toda as formas de discriminação: por exemplo o aspecto da dimensão da aceitação da abertura aos migrantes que chegam de fora em busca de melhores condições de vida. Também este diálogo entre as várias religiões, um diálogo que deve servir para ajudar a enfrentar e resolver os problemas da sociedade e do mundo em geral”, completou.

Por fim, Dom Parolin falou sobre sua expectativa para a viagem apostólica do Papa: “Fico contente com essa viagem, e também por poder acompanhar o Santo Padre à África. A África foi minha primeira experiência, mesmo se foi a África Ocidental e não a Oriental, mas parte do meu coração ficou naquele continente, portanto vou com muito prazer. Diria duas coisas que na realidade são linhas fundamentais de qualquer abordagem à África. A primeira é que os africanos devem ser conscientes da sua responsabilidade em buscar dentro da sua sociedade, dos seus Governos, soluções aos problemas africanos. Portanto uma renovada consciência de que o destino da África, o seu futuro está nas mãos dos africanos: assumir a responsabilidade neste sentido para lutar contra todos os fenômenos que impedem desenvolvimento e paz. Outro desejo é o da atenção da comunidade internacional”.

“A África precisa de amigos da África, não pessoas interesseiras, mas pessoas que realmente busquem ajudar este continente a aplicar todos os seus recursos, todas as suas forças para progredir, avançar. Quanto a beleza, será o encontro com as comunidades cristãs, com os católicos, viver esta experiência de alegria e vitalidade, esta experiência de grande comunhão com as comunidades católicas que caracterizam as comunidades da África. Será um momento muito belo. Também ajudar esta Igreja a crescer e a se colocar cada vez mais a serviço do Evangelho e da sociedade na qual se encontra”, concluiu.

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No Angelus, Papa convoca Consistório para outubro próximo

Ao final do Angelus, o Papa Francisco anunciou para 5 de outubro a realização de um Consistório para a criação de dez novos purpurados. Entre eles está o arcebispo português Dom José Tolentino Medonça, Arquivista e Bibliotecário da Santa Romana Igreja.

“Expressar a vocação missionária da Igreja que continua a anunciar o amor misericordioso de Deus a todos os homens da terra”. Com estas palavras o Papa Francisco anunciou no final do Angelus deste domingo, 1 de setembro, a realização de um Consistório em 5 de outubro, para a criação de 13 novos cardeais. São eles:

1. Dom Miguel Angel Ayuso Guixot, mccj – Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso (Espanha)
2. Dom José Tolentino Medonça – Arquivista e Bibliotecário da Santa Romana Igreja (Portugal).
3. Dom Ignatius Suharyo Hardjoatmodjo – Arcebispo de Jakarta (Indonésia).
4. Dom Juan de la Caridad García Rodríguez – Arcebispo de San Cristóbal de la Habana (Cuba).
5. Dom Fridolin Ambongo Besungu, o.f.m. cap – Arcebispo de Kinshasa (República Democrática do Congo)
6. Dom Jean-Claude Höllerich, sj – Arcebispo de Luxemburgo (Luxembrugo).
7. Dom Alvaro L. Ramazzini Imeri – Arcebispo de Huehuetenamgo (Guatemala)
8. Dom Matteo Zuppi – Arcebispo de Bolonha (Itália).
9. Dom Cristóbal López Romero, sdb – Arcebispo de Rabat (Marrocos).
10. R.P. Michael Czerny, sj – Subsecretário da Seção de Migrantes – Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral (Canadá)

“Juntamente com eles”, disse o Papa, “unirei aos membros do Colégio dos Cardeais, dois arcebispos e um bispo que se destacaram por seu serviço à Igreja”:
1. Dom Michael Louis Fitzgerald – Arcebispo Emérito de Nepte (Inglaterra).
2. Dom Sigitas Tamkevicius, sj – Arcebispo Emérito de Kaunas (Lituânia).
3. Dom Eugenio Dal Corso, psdp – Arcebispo Emérito de Benguela (Angola).

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O Sínodo nasce da Igreja

Nos dias passados o Papa Francisco concedeu uma entrevista ao jornal italiano La Stampa-Vatican Insider na qual tratou muitos temas relacionados à Europa, e à política. Amplo respiro na conversa com o jornal italiano o Papa deu ao Sínodo sobre a Amazônia. O Santo Padre afirmou que será uma resposta à emergência ambiental planetária, mas é um evento da Igreja e terá uma dimensão evangelizadora.

Já no início da seu discurso sobre o Sínodo para a Amazônia o Papa faz uma afirmação interessante: “O Sínodo é filho da Laudato si’, acrescentando que, quem não leu essa Encíclica jamais entenderá o Sínodo sobre a Amazônia. Aproveita ainda para sublinhar que a Laudato si’ não é uma encíclica verde, mas uma encíclica social baseada no cuidado da Criação.

O olhar de Francisco retorna ao Sínodo dizendo que o mesmo é um “Sínodo urgente”, e que ficou chocado com as notícias de que no último dia 29 de julho o homem já tinha consumado todos os recursos regeneráveis deste ano em andamento. Uma triste notícia junto com o derretimento das geleiras, do risco de aumento do nível dos oceanos, do incremento do lixo plástico no mar, do desmatamento e de outras situações críticas, que faz com que o planeta viva numa “situação de emergência mundial”.

A entrevista serviu também para explicar, a quem não sabe, que o Sínodo, “não é uma reunião de cientistas ou de políticos. Não é um parlamento. Nasce da Igreja e terá missão e dimensão evangelizadoras. Será um trabalho de comunhão conduzido pelo Espírito Santo”.

Sim porque o Sínodo terá temas importantes que dizem respeito aos “ministérios da evangelização e aos vários modos de evangelizar”. Sobre a questão dos “viri probati”, a possibilidade de ordenar anciãos e casados onde faltam sacerdotes, e que muitos gastam muita tinta na tentativa de centralizar a atenção sobre isso, Francisco destacou que não será um dos temas principais do Sínodo, mas é “simplesmente um número do Instrumentum Laboris” (Instrumento de trabalho).

O Papa explica ainda sobre a escolha de fazer um Sínodo para a Amazônia, uma região que envolve nove Estados: é “um lugar representativo e decisivo... contribui de modo determinante para a sobrevivência do planeta. Grande parte do oxigênio que respiramos é proveniente dali. Eis o motivo porque o desmatamento significa matar a humanidade, acrescentou. Além disso, efetivamente, a Amazônia envolve nove Estados, portanto, não diz respeito a uma única nação. “Penso na riqueza da biodiversidade amazônica, vegetal e animal: é maravilhosa”, precisou.

Francisco diz temer “o desaparecimento da biodiversidade. Novas doenças letais. Uma deriva e uma devastação da natureza que poderiam levar à morte da humanidade”.

A ameaça da vida das populações e do território – ressalta ainda referindo-se à salvaguarda da Amazônia – deriva de interesses econômicos e políticos dos setores dominantes da sociedade. A política deve “eliminar suas conivências e corrupções”. Deve assumir suas responsabilidades concretas, por exemplo, sobre o tema das minas a céu aberto, que envenenam a água provocando muitas doenças.

E numa espécie de confidência falou da sua confiança numa nova atitude em relação à Criação que vem dos movimentos juvenis. “Vi um cartaz deles que me impressionou: ‘O futuro somos nós!’”. Isso significa promover uma atenção às pequenas coisas diárias que “incidem” na cultura “porque se trata de ações concretas”.

Estamos confiantes de que o Sínodo sobre a Amazônia trará resultados importantes para a vida da Igreja e da nossa gente amazônica, seja para denunciar o que precisa ser denunciado, seja para elevar a beleza e a importância desta região ao nosso país e ao mundo.

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Organização que protege a liberdade religiosa no mundo denuncia campanha de desprestígio

A organização de defesa legal cristã ADF Internacional, que promove a vida, o casamento e a liberdade religiosa, denunciou uma campanha de desprestígio em nível mundial “orquestrada” pela escola de jornalismo de uma renomada universidade norte-americana e por 16 meios de comunicação latino-americanos.

A advogada e assessora principal da ADF Internacional, Neydy Casillas Padrón, denunciou em um comunicado uma série de “mentiras” proferidas contra sua organização e publicadas pelo blog político mexicano ‘Mexicanos contra a Corrupção e a Impunidade’ (MCCI) em um recente artigo intitulado "A Divina Quarta Transformação".

O artigo foi escrito como parte do projeto “Transnacionais da Fé”, uma colaboração de 16 meios de comunicação latino-americanos dirigidos pela escola de jornalismo da Universidade de Columbia, com sede em Nova York, segundo indica a própria publicação e a ADF Internacional.

“Temos razões para acreditar que este é apenas o primeiro fragmento de toda uma campanha suja e orquestrada, que visa desacreditar e deturpar o trabalho de nossa organização, bem como muitos de nossos aliados na América Latina. A publicação também tenta impedir que outras organizações, legisladores, comunicadores e outros colaborem conosco”, afirma Casillas no comunicado da ADF Internacional.

Além disso, informou que outras organizações aliadas e escritórios internacionais da ADF na Europa viveram essa experiência devido a uma campanha semelhante no início de 2019.

Ao longo de seu artigo, MCCI fala de uma suposta incursão de líderes evangélicos na política mexicana, como Ralph Drollinger, para "implementar" no governo do presidente Andrés Manuel López Obrador uma agenda "conservadora" e baseada na Bíblia.

O texto diz que “esta cruzada evangélica tem sido empreendida, silenciosamente, há anos pela Aliança para a Defesa da Liberdade (ADF, na sigla em inglês), auspiciada por grupos evangélicos dos Estados Unidos, a qual capacitou advogados e fez lobby com legisladores mexicanos de pelo menos cinco partidos para influenciar nas políticas públicas contra o aborto e contra os direitos dos homossexuais”.

Além disso, acusa uma filial da ADF chamada Political Network for Values de se reunir com os deputados dos partidos PRI, PAN, PRD, PVEM e Morena em cúpulas realizadas em Nova York, Washington, Bruxelas e Bogotá, “para ensiná-los em sua ideologia”.

O relatório da MCCI também diz que a ADF vem juntando "tanto grupos evangélicos protestantes como católicos para assumir uma agenda comum".

“Assim, suas diferenças religiosas foram deixadas de lado, juntando-se aos movimentos chamados pró-vida e em manifestações a favor do que denominam de família 'tradicional'”, diz o meio mexicano.

No entanto, Casillas Padrón advertiu que “uma das maiores ironia é que esta reportagem, que tenta parecer uma reportagem neutra de jornalismo sério, acusa os nossos aliados e também a nós de importar os valores bíblicos dos Estados Unidos para a América Latina”.

“Com absoluta clareza, somos uma organização legal de inspiração cristã, que protege as liberdades fundamentais e promove a dignidade inerente de cada pessoa humana. Grande parte do nosso trabalho se centra na defesa da autodeterminação dos povos contra a crescente interferência de organizações supranacionais, como as Nações Unidas e a OEA, que, além de seus poderes, pressionam os povos da América Latina em assuntos para alterar seu direito, cultura e sociedade, em assuntos relacionados à vida familiar e humana”, destaca a advogada principal da organização.

A ADF defende a família e o casamento, assim como o direito inalienável à vida em todas as suas etapas, na América Latina e no mundo, concluiu.

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Consultar adivinhos para prever o futuro não é cristão, afirma o Papa Francisco

“Trata-se”, afirmou o Pontífice, “de não viver de maneira hipócrita, mas sim de estar dispostos a pagar o preço da eleição coerente com o Evangelho. Essa é a atitude que cada um de nós deveria procurar na vida: coerência, e pagar o preço de ser coerente com o Evangelho”.

Nesse sentido, recordou as palavras de Jesus no Evangelho deste domingo, “as quais podem resultar desconcertantes à primeira vista”: “Acham que estou aqui para trazer paz à terra? Não, asseguro-lhes, vim trazer a divisão”.

O Papa explicou Jesus deveu separar “o bem do mal, o justo do injusto. Nesse sentido veio ‘dividir’, a pôr em ‘crise’ a vida de seus discípulos, rompendo as fáceis ilusões de quantos acreditam que podem conjugar vida cristã e compromissos de todo tipo, práticas religiosas e atitudes contra o próximo, conjugar a verdadeira religiosidade com as práticas supersticiosas”.

“Jesus revela a seus amigos, e também a nós, seu desejo mais ardente: levar sobre a terra o fogo do amor do Pai que acende a vida e mediante o qual o homem foi salvado. Jesus nos chama a difundir no mundo este fogo, graças ao qual seremos reconhecidos como seus verdadeiros discípulos”.

O testemunho do Evangelho “queima toda forma de particularismo e mantém a caridade aberta a todos, com uma única preferência: a preferência pelos mais pobres e excluídos”.

“A adesão ao fogo do amor que Jesus levou sobre a terra envolve toda nossa existência e requer a adoração a Deus e também uma disponibilidade a servir ao próximo”.

“Para viver segundo o espírito do Evangelho é preciso que, sempre frente a novas necessidades que se apresentam no mundo, haja discípulos de Cristo que saibam responder com novas iniciativas de caridade”.

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Papa abençoa terços que serão distribuídos a famílias na Síria

O Papa Francisco renovou seu apelo pela paz na Síria após rezar o Angelus na quinta-feira.

Aos fiéis reunidos na Praça São Pedro neste feriado, o Pontífice pediu que acompanhassem com a oração o gesto de abençoar milhares de terços destinados aos sírios, numa iniciativa da Associação “Ajuda à Igreja que sofre”.

“ Hoje, nesta grande festa de Maria, eu os abençoo e, depois, serão distribuídos às comunidades católicas na Síria como sinal da minha proximidade, especialmente para as famílias que perderem alguém por causa da guerra. A oração feita com fé tem poder! Continuemos a rezar o terço pela paz no Oriente Médio e no mundo inteiro. ”

O testemunho de uma missionária brasileira

“Muitas famílias ficaram destruídas por causa da guerra”, relata ao Vatican News Ir. Laudis, da família do Verbo Encarnado. Depois de anos em missão em Aleppo, há poucos dias a brasileira foi transferida para a capital, Damasco.

Além da perda de entes queridos, Ir. Laudis cita também o sofrimento das famílias que foram obrigadas a se separar para abandonar a Síria.

Para a missionária, é motivo de alegria e encorajamento a constante manifestação de solidariedade do Papa Francisco para com o povo sírio.

“Que cada família que receber este terço abençoado pelo Santo Padre possa sentir a proximidade dele no sofrimento, o seu acompanhamento pessoal.”

Via Vatican News

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É preciso coerência no ser cristão, diz Papa

Dizer-se cristão é bom, mas é preciso ser cristão: palavras do Papa Francisco ao se reunir com os fiéis e peregrinos na Praça São Pedro para o Angelus dominical.

O Pontífice comentou o trecho de São Lucas, no qual Jesus adverte os discípulos de que chegou o momento da decisão.

“A sua vinda ao mundo, de fato, coincide com o tempo das escolhas decisivas: não se pode adiar a opção pelo Evangelho”, explicou o Papa.

Abandonar a apatia para acolher o fogo do amor

Para exemplificar melhor esse chamado, Jesus utiliza a imagem do fogo que Ele mesmo veio trazer sobre a terra: “Vim lançar fogo na terra; e que mais quero, se já está aceso ?”.

Essas palavras, prosseguiu Francisco, têm a finalidade de ajudar os discípulos a abandonar toda atitude de preguiça, de apatia, de indiferença e de fechamento para acolher o fogo do amor de Deus.

“Jesus revela aos seus amigos, e também a nós, o seu desejo mais ardente: levar sobre a terra o fogo do amor do Pai, que acende a vida e mediante o qual o homem é salvo.”

O fogo do amor, aceso por Cristo no mundo por meio do Espírito Santo, é sem limites, universal, disse ainda o Papa.

“Incêndio benéfico”

Foi o que aconteceu desde os primeiros tempos do Cristianismo: o testemunho do Evangelho se propagou como um “incêndio benéfico, superando toda divisão entre indivíduos, categorias sociais, povos e nações”.

Este testemunho queima toda forma de particularismo e mantém a caridade aberta a todos, com uma preferência pelos mais pobres e excluídos.

Aderir a este fogo significa duas coisas: adorar a Deus e a disponibilidade a servir o próximo. A primeira quer dizer “aprender a oração da adoração, que com frequência esquecemos”, afirmou o Papa, convidando os fiéis a descobrirem a beleza desta oração. Depois, estar disponível a servir o próximo e Francisco manifestou sua admiração a quem se dedica aos mais necessitados mesmo durante o período de férias.

“Para viver segundo o espírito do Evangelho, é preciso que, diante das sempre novas necessidades que aparecem no mundo, hajam discípulos de Cristo que saibam responder com novas iniciativas de caridade. Assim, o Evangelho se manifesta realmente como fogo que salva, que transforma o mundo a partir da mudança do coração de cada um.”

Escolhas coerentes com o Evangelho

Assim se compreende outra afirmação de Jesus contida no trecho de Lucas, que numa primeira leitura pode chocar: «Cuidais vós que vim trazer paz à terra? Não, vos digo, mas antes dissensão».

Isso significa que Jesus veio para “separar com o fogo” o bem do mal, o justo do injusto.

“Neste sentido, Jesus veio para “dividir”, para colocar “em crise” – mas de modo saudável – a vida dos seus discípulos, desfazendo as fáceis ilusões daqueles que acreditam poder conjugar vida cristã e mundanidade, vida cristã e acordos de todo gênero, práticas religiosas e atitudes contra o próximo.” O Pontífice advertiu que recorrer à cartomante é superstição, “não é de Deus”.

A adesão a este fogo requer deixar a hipocrisia de lado e estar dispostos a pagar o preço por escolhas coerentes com o Evangelho. “Esta é a atitude que cada um deve buscar na vida: coerência”, e pagar o preço por ela.

“É bom dizer-se cristãos, mas é preciso antes de tudo ser cristãos nas situações concretas, testemunhando o Evangelho, que é, essencialmente, amor por Deus e pelos irmãos.”

Francisco concluiu pedindo a Maria que “nos ajude a deixar-nos purificar o coração pelo fogo trazido por Jesus, para propagá-lo com a nossa vida, mediante escolhas firmes e corajosas”.

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A satisfação do Santo Padre com o Barco Hospital Papa Francisco

Do mesmo modo como Jesus acalmou a tempestade ao aparecer caminhando sobre as águas, o Barco Hospital Papa Francisco “levará tanto o conforto espiritual, como a calmaria para as agitações dos homens e mulheres carentes, abandonados à própria sorte”.

Com uma mensagem do Papa Francisco, o Barco Hospital que leva seu nome foi acolhido neste sábado, 17, em sua chegada à cidade de Belém. Uma cerimônia de boas-vindas foi organizada pela Arquidiocese. Neste domingo, 18, logo após a missa em ação de graças, começou o atendimento de saúde à população carente.

Hospital sobre as águas

No texto da mensagem, o Papa afirma que se une a este momento de “alegria e ação de graças a Deus” com “grande satisfação”.

Para Francisco, além de ser um belo gesto concreto em vista do Sínodo dos Bispos para a Amazônia, o hospital fluvial é acima de tudo “uma resposta ao mandato do Senhor, que continua a enviar aos seus discípulos a anunciar o Reino de Deus e a curar os doentes”.

De fato, Jesus oferece aos homens uma vida em abundância. E promover esta vida será a missão primordial do Barco Hospital Papa Francisco, “em conformidade com aquilo que os povos indígenas amazônicos definem o ‘bem viver’, ou seja, viver em harmonia consigo mesmo, com a natureza, com os seres humanos e com o Ser supremo”.

Neste sentido, prossegue o Pontífice, “se a Igreja está chamada a ser um ‘hospital de campo’, acolhendo a todos, com esta inciativa, Ela se apresenta agora também como um ‘hospital sobre as águas’”.

“E do mesmo modo como Jesus, ao aparecer caminhando sobre as águas, acalmou a tempestade e fortaleceu a fé dos discípulos, este barco levará tanto o conforto espiritual como a calmaria para as agitações dos homens e mulheres carentes, abandonados à própria sorte.”

O Papa finaliza a carta agradecendo a Dom Bernardo Bahlmann, Bispo de Óbidos, e aos Franciscanos da Providência, que foram os idealizadores e executores da iniciativa, pedindo orações pelos bons frutos do próximo Sínodo para a Amazônia.

Projeto impulsionado pelo Papa

Consultas, cirurgias de baixa e média complexidade, exames e diagnósticos serão destinados às pessoas com pouco ou nenhum acesso ao atendimento de saúde, sobretudo os povos indígenas e ribeirinhos que vivem ao longo de uma extensão de 1.000 quilômetros do Rio Amazonas. Os casos mais graves serão encaminhados aos hospitais de base de Óbidos, Juruti e Alenquer.

O projeto foi solicitado pelo próprio Pontífice quando visitou o Hospital administrado pela Fraternidade São Francisco de Assis na Providência de Deus no Rio de Janeiro, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude de 2013. Foi então que o Papa perguntou aos frades se eles estavam presentes na Amazônia, encorajando um projeto naquela região. No dia 07 de julho deste ano, o Barco foi finalmente inaugurado.

No dia 5 de novembro de 2018, o Bispo do Óbidos e dois frades apresentaram a maquete ao Papa Francisco, em audiência no Vaticano.

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5 chaves apresentadas pelo Papa Francisco para ser um bom pai

Ao comemorar o Dia dos Pais neste domingo, no Brasil, a ACI Digital compartilha cinco chaves para ser um bom pai, extraídas da audiência geral do Papa Francisco de 4 de fevereiro de 2015, quando falou sobre “o aspecto positivo” da “figura do pai de família”.

1. Alegrar-se com o correto

“Toda família necessita de um pai. Um pai que não se vanglorie de que seu filho seja parecido com ele, mas sem que se alegre de que aprenda a retidão e a sensatez que é o que conta na vida. Esta será a melhor herança que poderá transmitir ao filho e se sentirá cheio de alegria quando ver que a recebeu e aproveitou”.

2. Educar com carinho

“O pai ensina o que o filho ainda não sabe: corrigir os erros que ainda não vê, orientar seu coração, protege-lo no desânimo e na dificuldade. Tudo isso com proximidade, doçura e com uma firmeza que não humilha”.

3. Acompanhar com paciência

“Estar presente na família, compartilhar as alegrias e tristezas com a esposa, acompanhar as crianças na medida em que crescem. A parábola evangélica do Filho Pródigo nos mostra o pai que espera na porta de casa o retorno do filho que se equivocou. Sabe esperar, sabe perdoar, sabe corrigir”.

“Também hoje os filhos, ao voltar para casa com seus fracassos, necessitam de um pai que os espere, que os proteja, os anime, ensine como seguir pelo bom caminho. Às vezes tem que castigá-los, mas nunca lhe dá uma bofetada na cara”.

4. Rezar com confiança

“Muitas vezes os filhos não admitirão os fracassos, mas necessitam do pai como todos necessitamos acudir ao único Bom Pai, como disse o Evangelho, ao Pai nosso que está no céu”.

5. Seguir São José

“Peçamos ao Senhor que nunca falte nas famílias a presença de um bom pai, que seja mediador e guardião da fé na bondade, na justiça e na proteção de Deus, como foi São José”.

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10 frases do Papa Francisco para refletir nesta Semana Nacional da Família

Em diversas oportunidades, o Papa Francisco dedicou algumas palavras para destacar a importância da família, tendo inclusive convocado um Sínodo Extraordinário e um Sínodo Ordinário para abordar este tema, resultando na exortação apostólica pós-sinodal Amoris Laetitia.

Por ocasião da Semana Nacional da Família, que tem início neste domingo no Brasil, apresentamos a seguir 10 frases do Pontífice sobre a família, sua importância e missão na Igreja e na sociedade:

1. “A aliança de amor e fidelidade, vivida pela Sagrada Família de Nazaré, ilumina o princípio que dá forma a cada família e a torna capaz de enfrentar melhor as vicissitudes da vida e da história. Sobre este fundamento, cada família, mesmo na sua fragilidade, pode tornar-se uma luz na escuridão do mundo”. (Amoris Laetitia, numeral 66, capítulo 3).

2. “Uma família e uma casa são duas realidades que se reclamam mutuamente. Este exemplo mostra que devemos insistir nos direitos da família, e não apenas nos direitos individuais. A família é um bem de que a sociedade não pode prescindir, mas precisa ser protegida”. (Amoris Laetitia, numeral 44, capítulo 2).

 

 

3. “O que é a família? Para além de seus prementes problemas e de suas necessidades urgentes, a família é um ‘centro de amor’, onde reina a lei do respeito e da comunhão, capaz de resistir aos ataques da manipulação e da dominação dos ‘centros de poder’ mundanos” (Mensagem ao 1º Congresso Latino-americano de Pastoral Familiar, ocorrido em agosto de 2014)

4. “Esta é a grande missão da família: deixar lugar a Jesus que vem, acolher Jesus na família, na pessoa dos filhos, do marido, da esposa, dos avós... Jesus está aí. É preciso acolhê-lo ali, para que cresça espiritualmente naquela família” (Catequese da Audiência Geral de 17 de dezembro de 2014). 

5. “As famílias constituem o primeiro lugar onde nos formamos como pessoas e, ao mesmo tempo, são os ‘tijolos’ para a construção da sociedade” (Homilia na celebração do matrimônio de 20 casais na Basílica de São Pedro, em 14 de setembro de 2014).

6. “Discute-se muito hoje sobre o futuro, sobre o tipo de mundo que queremos deixar aos nossos filhos, que sociedade queremos para eles. Creio que uma das respostas possíveis se encontra pondo o olhar em vós, nesta família que falou, em cada um de vós: deixemos um mundo com famílias. É o melhor legado” (discurso no encontro com as famílias em Cuba, em 22 de setembro de 2015).

7. “O convívio é um termômetro garantido para medir a saúde das relações: se em família tem algum problema, ou uma ferida escondida, à mesa compreende-se imediatamente. Uma família que raramente faz as refeições unida, ou na qual à mesa não se fala mas assiste-se à televisão, ou se olha para o smartphone, é uma família ‘pouco família’” (Catequese da Audiência Geral de 11 de novembro de 2015).

8. “O dom mais valioso para os filhos não são as coisas, e sim o amor dos pais. E não me refiro só ao amor dos pais para os filhos, mas o amor dos pais entre eles, quer dizer, a relação conjugal. Isto faz muito bem a vocês e também a seus filhos! Não descuidem a família!” (Discurso durante audiência aos funcionários da Santa Sé, em 21 de dezembro de 2015).

9. “As famílias não são peças de museu, mas é através delas que se concretiza o dom, no compromisso recíproco e na abertura generosa aos filhos, assim como no serviço à sociedade” (Discurso em audiência aos participantes de encontro promovido pela Federação Europeia das Associações Familiares Católicas, em 1º de junho de 2017).

10. “Vocês são um ícone de Deus: a família é um ícone de Deus. O homem e a mulher: precisamente a imagem de Deus. Ele disse, não sou eu que digo. E isso é grande, é sagrado” (discurso durante audiência com delegação do Fórum das Associações Familiares, em 16 de junho de 2018).

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Dia dos Pais: 6 pais de família católicos que alcançaram a santidade

Na Igreja Católica, houve homens que, em diferentes épocas, deram testemunho de uma verdadeira e santa paternidade.

Por ocasião do Dia dos Pais, apresentamos alguns pais de família que alcançaram a santidade:

1. São José

Deus encomendou a são José uma grande responsabilidade e privilégio: ser o pai adotivo de Jesus Cristo e casto esposo da Virgem Maria.

São José era carpinteiro e descendente do rei Davi. Quando foi a Belém com Maria para se registrar no censo, ela deu à luz Jesus em um estábulo e, em seguida, tiveram que fugir para o Egito para evitar que o Menino fosse assassinado por ordem do rei Herodes.

São José educou Cristo e lhe ensinou o ofício de carpinteiro. É conhecido como “Padroeiro da Boa Morte”, porque, segundo a tradição, morreu acompanhado e consolado por Jesus e Maria.

Em um discurso, o Papa Francisco destacou que São José soube descansar em Deus na oração, levantar-se com Jesus e Maria e ser uma voz profética em meio ao mundo.

2. São Luís Martin

São Luís Martin foi esposo de Santa Zélia Guérin e pai de cinco filhas, entre as quais se destacam Santa Teresa de Lisieux, Doutora da Igreja, e Leônia, cuja causa de beatificação foi aberta em 2015.

Quando era jovem, Luís quis ser religioso da Congregação Hospitaleira do Grande São Bernardo, mas não foi admitido porque não sabia latim. Aprendeu o ofício de relojoeiro e se estabeleceu em Alençon (França), onde conheceu sua futura esposa.

Luís e Zélia se casaram em 12 de julho de 1858 e tiveram nove filhos, dos quais cinco mulheres sobreviveram. O casal tinha uma intensa vida espiritual e formou as meninas para que fossem boas católicas e cidadãs respeitáveis.

Zélia morreu de câncer em 1877. Luís cuidou de suas filhas e se mudaram para Lisieux. Com o passar dos anos, todas abraçaram a vida religiosa. O santo padecia de uma doença que foi o consumindo até que perdeu suas faculdades mentais. Morreu em 1894.

Em outubro de 2015, Luís e sua esposa Zélia foram o primeiro casal a ser canonizados juntos. Sua festa é celebrada em 12 de julho, dia de seu aniversário de casamento.

3. São Tomás More

São Tomás More nasceu em Londres em 1477 e, em 1505, casou-se com Jane Colt, com que teve um filho e três filhas. Entretanto, sua esposa morreu e ele contraiu um novo matrimônio com Alice Middleton.

São João Paulo II indicou que More foi “um marido e pai afetuoso e fiel, cooperando intimamente na educação religiosa, moral e intelectual dos filhos. A sua casa acolhia genros, noras e netos”.

Sua excelente carreira como advogado o levou ao parlamento inglês e, anos mais tarde, chegou a ocupar postos importantes do governo, depois que seu livro “Utopia” chamou a atenção do rei Henrique VIII.

Foi preso por se opor aos desejos do monarca de repudiar sua esposa para se casar com outra mulher e separa-se da Igreja Católica para formar a Igreja Anglicana.

Sua filha Margarida o visitava na prisão frequentemente e rezavam juntos. Por se manter forme em suas convicções, foi declarado traidor e decapitado em 6 de julho de 1535.

4. Santo Isidro Lavrador

Desde pequeno, Santo Isidro trabalhou lavrando, cultivando e na colheita em campos na Espanha.

Casou-se com uma camponesa que também se tornou santa: Maria da Cabeça. Ambos tiveram um filho que, segundo a tradição, caiu em um poço com uma cesta. Rezaram com fervor e, então, as águas começaram a subir até que o pequeno apareceu ileso.

Aos domingos à tarde, costumavam passear com sua família pelos campos. Depois de ter criado seu filho, Santo Isidro e Santa Maria da Cabeça decidiram se separar para ter uma vida entregue totalmente a Deus. Ele ficou em Madri e ela partiu para uma ermida.

Santo Isidro passou o resto de sua vida lavrando os campos e rezando. Morreu em 30 de novembro de 1172.

5. São Luís da França

Luís IX nasceu em 1214 e foi coroado rei dos franceses aos doze anos, sob a regência de sua mãe, que costumava lhe dizer: “Filho, prefiro te ver morto a ver-te em desgraça de Deus pelo pecado mortal”.

Em 1234, foi declarado maior de idade e assumiu suas funções de monarca. Casou-se com a virtuosa Margarida de Provença, que lhe ajudaria a alcançar a santidade. Ambos tiveram 11 filhos.

O rei se distinguiu por sua bondade, justiça, caridade e piedade. Educou seus filhos assim como sua mãe fez com ele.

Participou das cruzadas para recuperar os lugares santos e frear as invasões muçulmanas. Na segunda cruzada, ficou doente de disenteria perto de Cartago (norte da África). Morreu em agosto de 1270.

Deixou um “testamento espiritual” ao filho que o sucederia, o futuro Felipe III, no qual deu instruções para ser um governante sábio, justo e santo.

6. Santo Estêvão da Hungria

Santo Estêvão foi rei da Hungria, esposo da Beata Gisela da Baviera e pai de Santo Américo.

Teve um grande carinho pela Igreja e procurava ser um exemplo de piedade para seus súditos. Costumava se disfarçar para sair à noite para ajudar quem precisava.

Educou eu filho com esmero e lhe deixou escritos vários conselhos sobre as virtudes que um monarca deve cultivar.

Juntos, defenderam o reino do ataque de Conrado II, imperador do Sacro Império Romano Germânico. Entretanto, o jovem faleceu durante uma caça. Ao receber a notícia, Estêvão exclamou: “O Senhor o deu a mim, o Senhor o tirou de mim. Bendito seja Deus”.

O rei nomeou como sucessor seu sobrinho Pedro Orseolo. O santo morreu em 15 de agosto de 1038, dia da Solenidade da Assunção da Virgem Maria, de quem foi grande devoto.

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Papa Francisco: A vida é um caminho para a eternidade

Durante a oração do Ângelus neste domingo, 11 domingo, na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco recordou que “a vida é um caminho em direção à eternidade”.

Em seu comentário, o Santo Padre refletiu sobre o trecho evangélico do dia, no qual “Jesus chama os seus discípulos à vigilância constante para captar a passagem de Deus na própria vida, porque Deus continuamente passa na nossa vida. E indica as formas para viver bem esta vigilância: ‘Ficai de prontidão, com o cinto amarrado e as lâmpadas acesas’”.

Francisco explicou que a imagem evangélica do “cinto amarrado” “nos recorda a atitude do peregrino, pronto a partir para colocar-se a caminho. Não se trata de criar raízes em cômodas e tranquilizadoras habitações, mas de abandonar-se, de ser abertos, com simplicidade e confiança à passagem de Deus na nossa vida, à vontade de Deus que nos guia para a meta”.

“O Senhor sempre caminha conosco e tantas vezes nos pega pela mão, para nos guiar, para não errarmos neste caminho tão difícil”, afirmou.

De fato, “quem confia em Deus sabe bem que a vida de fé não é algo estático, mas é dinâmica: é um caminho contínuo, para ir para etapas sempre novas, que o próprio Senhor indica dia após dia. Porque Ele é o Senhor das surpresas, o Senhor das novidades, mas das verdadeiras novidades”.

Depois, “nos é pedido para mantermos as ‘lâmpadas acesas’ para sermos capazes de iluminar a escuridão da noite. Somos convidados a viver uma fé autêntica e madura, capaz de iluminar as muitas ‘noites’ da vida. E sabemos, todos nós tivemos dias que eram verdadeiras noites espirituais”.

O Papa Francisco destacou que “a lâmpada da fé precisa ser alimentada continuamente, com o encontro coração a coração com Jesus na oração e na escuta da sua Palavra”.

Neste ponto, Francisco repetiu uma mensagem que, segundo ele mesmo explicou, repetiu em ocasiões anteriores: “Carreguem sempre com vocês um pequeno Evangelho no bolso, na bolsa, para o ler. É um encontro com Jesus, com a Palavra de Jesus”.

“Esta lâmpada nos é confiada para o bem de todos: ninguém, portanto, pode se retirar intimamente com a certeza de sua salvação desinteressando-se dos demais. É uma fantasia crer que alguém possa iluminar-se de dentro. Não, é uma fantasia”.

A verdadeira fé “abre o coração ao próximo e encoraja a comunhão com os irmãos, especialmente com aqueles que estão na necessidade”.

No Evangelho, depois, “Jesus conta a parábola dos servos que esperam o retorno de seu patrão quando chega a noite, apresentando assim outro aspecto da vigilância: estar preparados para o encontro definitivo com o Senhor”.

“Cada um de nós vai se encontrar com Ele naquele dia do encontro. Cada um de nós tem a sua própria data para o encontro final”.

Diz o Senhor: “Felizes os empregados que o Senhor encontrar acordados quando chegar... E caso ele chegue à meia-noite ou às três da madrugada, felizes serão, se assim os encontra”.

Com estas palavras, “o Senhor nos recorda que a vida é um caminho em direção à eternidade; por isso, somos chamados a fazer frutificar todos os talentos que temos, nunca esquecendo que não temos aqui a cidade estável, mas estamos à procura da cidade futura”.

“Nesta perspectiva, cada momento se torna precioso, para que é necessário viver e agir nesta terra tendo no coração nostalgia do céu. Os pés sobre a terra, caminhar sobre a terra, trabalhar sobre a terra, fazer o bem sobre a terra, e o coração nostálgico no céu”.

“Se vivemos em sintonia com o Evangelho e os mandamentos de Deus, Ele, na pátria celeste, nos fará partícipes de sua eterna felicidade. Não podemos compreender de verdade em que consiste essa alegria suprema, embora Jesus nos faz intuir com a semelhança do patrão que encontra ainda acordados os servos ao seu retorno: ‘Ele mesmo vai cingir-se, fazê-los sentar-se à mesa e, passando, os servirá’”.

“A alegria eterna do paraíso se manifesta assim: a situação se revolucionará e já não serão os servos, ou seja, nós, que servem a Deus, mas será Deus mesmo que se coloca a nosso serviço”.

“O pensamento do encontro final do o Pai, rico de misericórdia, nos enche de esperança e nos estimula no compromisso constante para nossa santificação e para construir um mundo mais justo e fraterno”.

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Você já questionou sua fé e brigou com Deus?

Estou com vontade de chutar o pau da barraca!
Por que Deus não age nessa situação que eu vivo?
Por que parece que nunca se cumpre aquilo que Ele mesmo prometeu?
Por que, às vezes, vejo ausência ao meu redor?
Quero pendurar minhas chuteiras e jogar tudo para o alto!

Alguma vez, você usou alguma dessas expressões? Eu já!

Alguns questionamentos não nos fazem chegar a lugar nenhum, mas a nossa fé sim

Deus poderia tentar, com sinais, prodígios e demonstrações de poder, conquistar nosso coração e nossa fidelidade, contudo, esse não é Seu método hoje. No Antigo Testamento, Ele realizou tantos sinais, mas o povo continuava sendo murmurador e incrédulo. Em nossos dias, os milagres são uma consequência de nossa fé, e não a isca de Deus para nos atrair.

Muitas vezes, queremos um sinal de Deus. Geralmente, esse desejo vem quando estamos em crise de fé. É importante saber que João Batista viu o sinal (vindo do céu) no rio Jordão ao batizar Jesus, mas teve sua crise de fé na prisão, quando enviou, na surdina, seus discípulos para perguntarem a Jesus se Ele era o Messias.

Sobre as dúvidas

Você já se viu em dúvidas quando leu a Bíblia? Já se perguntou por que Jesus não fez nada com Herodes quando este O ameaçou e lançou João na prisão? Por que curou só um homem paralítico no tanque de Betesda e desapareceu, deixando ali cegos, surdos, coxos e doentes? E por que Deus não destruiu Nínive, preferindo duelar com um profeta d’Ele?

Quero que me diga: seria a omissão e o silêncio de Deus fraqueza ou misericórdia? Para responder, imagine se Ele tivesse tirado sua vida quando você pediu! Se tivesse sido rigoroso quando você errou! Se realizasse a sentença de condenação logo que alguém blasfemasse ou se desviasse!

Conselhos

Leia Romanos 2,4-11 para ver o que Deus fala sobre a demora d’Ele em agir. Seus amigos da Bíblia também tiveram vontade de chutar o balde e pendurar a chuteira: Abraão duvidou (24 anos e a promessa não se cumpria); Jó perdeu a paciência (cf. Jó 38-40); Davi adulterou e matou; Noé embebedou-se; Salomão teve mil mulheres; Pedro negou conhecer o Cristo; Elias pediu para morrer. No final, todos eles se renderam ao amor de Deus!

Você já parou para pensar por que José não se decepcionou com Deus e com o ser humano quando foi traído por seus irmãos, quase apodreceu na prisão egípcia (sem merecer) e foi esquecido pelo colega de cela? Já refletiu na razão que levou Zaqueu a abandonar a vida política, de corrupção, luxo e luxúria? Algo mais forte os motivava.

Deus nos quer. Veja a parábola de ovelha perdida, do filho pródigo. Ele nos quer com intimidade, num relacionamento de amor e fidelidade. Por isso, o véu se rasgou e o Senhor é chamado de “Abba” – “Pai”.

Se bater a vontade de chutar tudo para o alto, acalme-se! Você é gente, é humano, é como muitos homens da Bíblia.

Acalme-se e deixe Deus fazer o melhor!

Por Adriano Gonçalves, via Canção Nova

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Como discernir a vocação?

Toda profissão é um meio de amar, de servir, de ser útil, e para isso Deus nos deu os talentos. Então, é preciso antes de tudo pedir a Ele que nos dirija para o caminho profissional adequado.

É Ele que nos guia, inspira e conduz na vida profissional e pessoal quando a gente pede o auxílio de sua graça e procura fazer a sua vontade.

Diz o salmista que “se não é Deus quem edifica a casa, em vão trabalham os seus construtores” (Sl 126,1). Certamente Deus não nos dará riquezas abundantes, mas nos dará o necessário para viver e fazer a sua vontade.

“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça, e tudo o mais vos será dado por acréscimo” (Mt 6,33).

Para se escolher a profissão é preciso conhecer os nossos talentos, aptidões e interesse; e pedir a Deus que nos conduza.

Quando eu era jovem, tinha meus vinte anos, estava na Academia Militar de Agulhas Negras; já no penúltimo ano do curso de oficiais do Exército, e bem classificado em minha turma. Mas tive uma crise vocacional; não queria ser militar; queria ser professor; não foi fácil tomar a decisão de deixar uma carreira profissional já conquistada, segura, para o resto da vida. Mas sinto que Deus me conduziu para o magistério. Com uma coragem que só pode ter vindo Dele, eu deixei o Exército e fui ser professor, contra a vontade de todos. Continuei meus estudos e logo comecei a dar aulas em um colégio estadual. Depois que me formei, prestei concurso para professor na Universidade de Itajubá, MG; e passei no concurso, com 22 anos de idade. Deus confirmava minha vocação. De lá para cá já são 40 anos de magistério, com muita alegria. Deus me guiou no escuro, mas eu senti sua mão santa.

Deus nos guia mesmo sem a gente perceber. Ele não nos mostra o futuro; apenas nos guia no presente, para que dependamos amorosamente dele. Eu gosto muito do Exército, e sou-lhe grato pela boa formação humana e moral que me deu nos cinco anos que fui cadete; é uma instituição séria e honrada; mas não era a minha vocação; se eu não tivesse mudado não teria feito tudo o que pude fazer até hoje. Hoje entendo que Deus me guiou; ele não me queria naquela profissão.

No momento certo Deus me guiou; colocou a minha frente pessoas boas e adequadas que podiam me orientar; e isso não deve ser desprezado. Deus age em nossa vida através dos bons conselheiros e dos acontecimentos. Jesus ressuscitado caminha conosco, mesmo que não sintamos sua presença amiga. Ele é muito discreto.

Se você estiver em dúvida sobre o que fazer, peça a Deus a graça do discernimento, procure bons conselheiros, faça a sua parte; na hora certa Deus te iluminará e lhe dará coragem para decidir.

O mais importante é não desperdiçar a vida; como disse Michel Quoist: “Solteiro ou casado só o egoísta desperdiça a vida”. Se você tem vocação para o casamento, então, procure uma pessoa que tenha seus valores. Comece com boas amizades; seja amigo, seja fiel, seja cordial, seja simpático. Muitas amizades se transformam em bons namoros. E entregue tudo nas mãos de Deus.

Se a sua vocação é o sacerdócio ou a vida religiosa, pergunte a você mesmo se tem aptidão para isso:

1. Tem vontade de entregar sua vida totalmente a Deus, sem guardar nada para você?
2. Deseja trabalhar como Jesus pela salvação das almas?
3. Deseja não se casar para servir somente a Deus, por toda a vida?
4. Você gosta de rezar bastante?
5. Você ama a Igreja, o Papa, os bispos, Nossa Senhora, os Sacramentos, a Liturgia?
6. Você gostaria de viver uma vida de oração, penitência, simplicidade, pobreza evangélica?
7. Você gostaria de servir a Igreja e obedecê-la sempre?
8. Você está disposto a obedecer ao seu bispo ou seu superior a vida toda, qualquer que seja a decisão deles sobre você?
9. Você ama a Bíblia e gosta de meditar seus versículos e capítulos todos os dias?
10. Você está disposto a dar a vida pela Igreja, pelas almas e por Jesus Cristo?

Se a sua resposta for sim; procure um sacerdote para orientá-lo nessa bela caminhada a serviço de Deus e do seu Reino.

A Palavra de Deus, como disse o salmista, é “luz para nossos pés”, então, é muito importante meditá-la, especialmente nas horas de dúvidas e incertezas, tristezas e angústias. Ela nos socorre nas horas amargas, especialmente nas madrugadas de insônia quando nossas dúvidas não nos deixam dormir.

Muitas vezes fui buscar na Palavra de Deus consolo, orientação, força para decidir e coragem para manter a decisão.

É claro que não podemos fazer da Bíblia um amuleto, algo mágico que vai me dar a resposta a tudo que preciso decidir; não. Deus quer que usemos nossa inteligência, vontade, consciência, liberdade, aconselhamento, autocritica, etc., quer que procuremos a ajuda de outras pessoas. Mas, nas horas de angústia, devemos pedir-lhe uma palavra de socorro; repito, não faça isso sem critério; pois seria como tentar a Deus, deixando de fazer a nossa parte.

Uma das muitas experiências que tive com a palavra de Deus, foi quando era diretor do Campus da USP em Lorena-SP, antes que se tornasse uma Instituição do governo estadual, lutávamos quase desesperadamente para salvar a nossa boa Faculdade de Engenharia que estava às portas da falência, quando nossa manutenção foi cortada pelo então governo Collor. Mas fomos à luta, e conseguimos com muito trabalho e oração salvar a Instituição, com a ajuda de Deus. Enfim, numa noite feliz, a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou a estadualização de nossa instituição. Parecia um sonho; algo quase impossível. Quando cheguei em casa, às 3 horas da madrugada, abri a Bíblia, e meus olhos encontraram um Salmo que dizia:

“Aos abandonados Deus preparou uma casa, conduz os cativos à liberdade e ao bem-estar; só os rebeldes ficam num deserto ardente” (Sl 67,7).

Não foi possível conter as lágrimas naquela noite!

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Na confissão, vivenciamos a misericórdia de Deus

Jesus, em diversas passagens do Diário de Santa Faustina, fala-nos do sacramento da confissão como uma experiência da Misericórdia de Deus. São suas estas palavras: “Diz às almas onde devem procurar consolos, isto é, no tribunal da misericórdia onde continuo a realizar os meus maiores prodígios que se renovam sem cessar. Para obtê-los, não é necessário empreender longas peregrinações nem realizar exteriormente grandes cerimônias, mas basta se aproximar com fé dos pés do meu representante e confessar-lhe a própria miséria.

O milagre da misericórdia de Deus se manifestará em toda a plenitude. Ainda que a alma esteja em decomposição como um cadáver, e ainda que, humanamente, já não haja possibilidade de restauração, e tudo já esteja perdido, Deus não vê as coisas dessa maneira. O milagre da misericórdia de Deus fará ressurgir aquela alma para uma vida plena” (D. 1448).

A miséria da alma encontra a misericórdia de Deus

Jesus nos diz que a confissão é o sacramento do consolo e da ressurreição, pois faz a alma renascer para a vida da graça, e ainda nos diz que não existem pecados que não possam ser perdoados pela Misericórdia de Deus. Para aqueles que não se confessam com o sacerdote, dizendo que se confessam diretamente com Deus, pois o padre é apenas um homem como outro qualquer, basta ler em João 20,23-25: “Jesus, encontrando-se no meio dos apóstolos, disse-lhes: ‘Recebei o Espírito Santo. Os pecados que vocês perdoarem serão perdoados, os pecados que vocês não perdoarem, não serão perdoados’”. (citação livre).

Na confissão, vivenciamos a misericórdia de Deus

Não existe confissão direta com Deus. Jesus, mesmo no Diário, responde: Quando te aproximas da santa confissão, deves saber que sou eu mesmo quem espera por ti no confessionário, oculto-me apenas na pessoa do sacerdote, mas eu mesmo atuo na alma. Aí, a miséria da alma se encontra com o Deus de misericórdia.

Dessa fonte de misericórdia, as graças são colhidas apenas com o vaso da confiança. Se a confiança delas for grande, a minha generosidade não terá limites. As torrentes da minha graça inundam as almas humildes. Os orgulhosos sempre estão na pobreza e miséria, quando a minha graça se afasta deles para as almas humildes. (D. 1602)

Então Jesus diz: Sou eu mesmo quem espera por ti no confessionário, apenas escondo-me na pessoa do sacerdote. É Jesus quem confessa, é Jesus quem ouve o penitente, é Jesus escondido na pessoa do sacerdote que absolve os pecados. Enfim, nós sabemos que para aproveitarmos bem das graças do sacramento da confissão, precisamos nos aproximar do Cristo com um coração perfeitamente contrito.

Três oportunidades para tirar proveito da confissão

Santa Faustina, no número 133 do Diário, quer recomendar três coisas à alma que deseja buscar a santidade e tirar proveito da confissão.

Em primeiro lugar, total sinceridade e franqueza. O mais santo e sábio confessor não consegue derramar à força na alma aquilo que deseja se a alma não for sincera.

Segundo: humildade. A alma não tira o devido proveito da confissão se não é humilde. O orgulho mantém a alma nas trevas.

Terceiro: obediência. A alma desobediente não obterá nenhuma vitória, ainda que o próprio nosso Senhor a ouvisse diretamente em confissão. Deus cumula generosamente a alma, mas somente se ela for obediente.

Por Pe. Antônio Aguiar, via Canção Nova

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Semana Nacional da Família 2019 celebra os 25 anos do tema da Campanha da Fraternidade de 1994

Tem início no  domingo, 11 de agosto, quando é celebrado o Dia dos Pais, a Semana Nacional da Família, que neste ano tem como tema “A família, como vai?”.

A Semana Nacional da Família é promovida pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Trata-se de um evento anual, que já faz parte do calendário das diversas dioceses e paroquias do país.

Esta iniciativa teve início em 1992, como resposta ao desejo de se fazer alguma coisa em defesa e promoção da família, cujos valores vêm sendo agredidos sistematicamente na sociedade. É realizada sempre na segunda semana de agosto, mês vocacional, tendo início com o Dia dos Pais e o domingo em que a Igreja no país celebra a vocação matrimonial.

Conforme assinala o site da CNPF, com o tema deste ano, busca-se “indicar a necessidade da família vivenciar uma profunda experiência de Jesus e da sua Palavra para conseguir vencer os desafios e dificuldades que encontra em seu caminho, e assim compreender seu papel evangelizador na Igreja e na sociedade”.

Para o assessor nacional da Comissão Vida e Família, Padre Jorge Alves Filho, esta pergunta, “A família, como vai?”, continua sendo “também para a Igreja um desafio não só por causa da complexidade que responder a ela envolve, mas principalmente porque também o mundo parece esperar a resposta para ajudá-lo a não ferir mais a própria família que, não deixou de ser a célula da sociedade”.

O próprio Papa Francisco, em diversas ocasiões, tem manifestado seu apoio e oração pelas famílias. Neste mês de agosto, por exemplo, em seu vídeo de intenções de orações, pediu que se reze pelas famílias.

“Rezemos pelas famílias para que graças a uma vida de amor se tornem cada vez mais laboratórios de humanização”, exortou o Santo Padre, pedindo também que “cuidemos das famílias, porque são verdadeiras escolas do amanhã, são espaços de liberdade, são centros de humanidade”.

Além disso, o Pontífice, inclusive, já convocou um Sínodo Extraordinário e um Sínodo Ordinário sobre a família, que resultaram na exortação apostólica pós-sinodal Amoris Laetitia.

Ao final deste documento, o Santo Padre deixou a seguinte oração à Sagrada Família de Nazaré, que pode ser rezada por todas as famílias:

Jesus, Maria e José,
em Vós contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor,
confiantes, a Vós nos consagramos.

Sagrada Família de Nazaré,
tornai também as nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
autênticas escolas do Evangelho
e pequenas igrejas domésticas.

Sagrada Família de Nazaré,
que nunca mais haja nas famílias
episódios de violência, de fechamento e divisão;
e quem tiver sido ferido ou escandalizado
seja rapidamente consolado e curado.

Sagrada Família de Nazaré,
fazei que todos nos tornemos conscientes
do carácter sagrado e inviolável da família,
da sua beleza no projeto de Deus.

Jesus, Maria e José,
ouvi-nos e acolhei a nossa súplica.

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O pai é, sobretudo, promotor e cuidador da vida, afirma Dom Jaime

Tradicionalmente no Brasil, o segundo domingo do mês de agosto é dedicado ao Dia dos Pais – data comercial que se difundiu no país no início do século XX vinda dos Estados Unidos. A comemoração foi criada pelo publicitário Sylvio Bhering no dia 14 de agosto de 1953, dia de São Joaquim – patriarca das famílias.

A Igreja no Brasil estabeleceu agosto como o mês vocacional e o segundo domingo como o dedicado a vocação para a vida e a família, com atenção especial aos pais. A ideia é uma oportunidade de refletir sobre a paternidade na Semana Nacional da Família, que é celebrada de 11 a 17 de agosto.

Segundo Dom Jaime Spengler, arcebispo metropolitano de Porto Alegre (RS) e primeiro vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), celebrar o Dia dos Pais é oportunidade privilegiada para resgatar e destacar a importância da paternidade no contexto social, político, econômico e eclesial em que vivemos. “O execício da paternidade diz da graça humana de poder participar da paternidade Divina. A partir da fé, Deus é Pai. Deus gera. E a possibilidade do exercício da paternidade diz desta possibilidade de participar, como pai, da geração da vida”, disse.

O dia dedicado a vocação para a vida e a família permite dialogar sobre a importância do papel do pai na Igreja e na sociedade. Além disso, a Semana Nacional da Família é uma oportunidade para vivenciar uma profunda experiência de Jesus e da sua Palavra sobre as relações familiares.

Segundo Dom Jaime, a importância do pai no contexto em que vivemos é fundamental. “Não podemos jamais perder esta dignidade que marca a existência humana. O pai não é só co-gerador de uma vida, ele é, sobretudo, promotor e cuidador da vida sempre junto com a mãe, com o feminino. Celebrar o Dia dos Pais é oportunidade privilegiada para compreendermos e resgatarmos a compreensão desta vocação fundamental para a vida social”, reforçou.

Este ano, em específico, a Semana Nacional da Família tem como inspiração os pilares das novas Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2019-2023 e traz como temática “A família, como vai?”, que celebra o jubileu de prata – 25 anos – da Campanha da Fraternidade de 1994.

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Papa explica a importância do pai na família

O valor do pai na família foi o tema da catequese do Papa Francisco nesta quarta-feira, 4, na Sala Paulo VI. Essa foi a segunda etapa das reflexões sobre os pais, iniciada na semana passada quando Francisco se concentrou no perigo da ausência paterna.

O Santo Padre lembrou que até mesmo São José foi tentado a deixar Maria quando descobriu que ela estava grávida, mas, com a intervenção do anjo, ele permaneceu junto à sua esposa. Cada família precisa de um pai, enfatizou o Papa.

Para falar do valor do papel do pai, Francisco citou algumas expressões do livro dos provérbios, que são palavras que um pai dirige ao filho e mostram o orgulho de um pai quando ele consegue transmitir sabedoria ao filho. “Um pai sabe bem quanto custa transmitir essa herança, quanta proximidade, doçura e firmeza”, disse Francisco, destacando que, quando o filho recebe essa herança, a alegria do pai supera todo o cansaço.

“A primeira necessidade é essa: que o pai seja presente na família, próximo à mulher para partilhar tudo e que seja próximo aos filhos no seu crescimento (…) Pai presente sempre”. O Pontífice ressaltou, porém, que “presente” não é o mesmo que ser “controlador”, porque os pais muito controladores acabam anulando os filhos, não os deixam crescer.

Francisco mencionou ainda a parábola do filho pródigo, também conhecida como a parábola do pai misericordioso. Ele destacou a dignidade e a ternura do pai que está esperando o retorno do filho. “Os pais devem ser pacientes. Tantas vezes não há nada a fazer que não esperar: rezar e esperar”.

Segundo Francisco, um bom pai sabe esperar e perdoar do fundo do coração, mas também sabe corrigir com firmeza quando é preciso. E acrescentou que, sem a graça do Pai, os pais perdem a coragem. Os filhos precisam de um pai à espera quando retornam de alguma situação de insucesso.

“A Igreja é empenhada em apoiar a presença dos pais nas famílias, porque eles são protetores da fé na bondade, na justiça e na proteção de Deus, como São José”.

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Aniversário de pontificado: Papa será homenageado com medalhas

No próximo ano, no dia 13 de março, o Papa Francisco completará 7 anos de pontificado. Entre as comemorações da data, está a confecção de três medalhas. As medalhas serão uma de ouro, outra de prata e outra de bronze, e estarão em circulação a partir de 12 de agosto de 2019.

Na frente, a medalha mostrará o escudo do Papa Francisco com a seguinte inscrição latina: “FRANCISCUS P.M.A.VII” (Francisco Sumo Pontífice Ano VII). No verso, aparece uma imagem alegórica do trabalho missionário da Igreja na Amazônia.

Segundo o comunicado da Sala de Imprensa, a imagem mostra que “o enfoque missionário na Amazônia exige mais do que nunca um magistério eclesial exercido na escuta do Espírito Santo, que seja capaz de assegurar tanto a unidade como a diversidade e, portanto, uma cultura de encontro em harmonia multiforme”.

Esta mensagem é representada com o símbolo do abraço, o abraço da pomba a um grupo de povos indígenas, ao rio, à flora e à obra missionária da Igreja através do Batismo e da Eucaristia. Tudo isso, sublinhado com a frase em latim “Et vidit Deus quod esset bonum”, do livro de Gênesis. Com isso, expressa-se o admiração de Deus diante de sua própria Criação.

Na borda, há a inscrição “E CIVITATE VATICANA” junto com o número da medalha. Cada exemplar irá acompanhado por um certificado de garantia.

Segundo informou a Sala de Imprensa do Vaticano através de um comunicado, as medalhas poderão ser obtidas na Administração do Patrimônio da Sé Apostólica do Estado da Cidade do Vaticano e nas instalações da Livraria Editora Vaticana.

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Diocese de Votuporanga celebrará Semana Nacional da Família

Fiéis de todo o Brasil estarão unidos na próxima semana em oração pelas famílias. Nas cidades que pertencem a Diocese de Votuporanga haverá celebrações em todas as paróquias. Em Votuporanga, missas serão  na Catedral Nossa Senhora Aparecida.

Com a temática “A família, como vai?”, que celebra o jubileu de prata – 25 anos – da Campanha da Fraternidade de 1994, a proposta da Semana Nacional das Famílias é indicar a necessidade de a família vivenciar uma profunda experiência de Jesus e da sua Palavra para conseguir vencer os desafios e dificuldades que encontra em seu caminho, e assim compreender seu papel evangelizador na Igreja e na sociedade.

"Juntos, em família, podemos construir um mundo melhor", destacou o bispo diocesano de Votuporanga Dom Moacir Aparecido de Freitas.

Show com Eugênio Jorge

Na próxima sexta-feira (16/8), a Diocese e Prefeitura de Votuporanga promoverão show com o cantor católico Eugênio Jorge. Será às 20h30, na Concha Acústica.

Cantor, compositor e produtor musical Católico, Eugenio Jorge é natural de Cruzeiro - São Paulo e teve seu encontro pessoal com Jesus no ano de 1979 quando abandonou a vida de carnavalesco, convertendo –se de sambista para salmista. Entre as músicas do repertório sucessos como Crei em Ti, A nós descei, Divina Luz e Eu Navegarei.

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A oração do Papa pelas vítimas dos tiroteios nos EUA

Depois da oração do Angelus neste domingo, 4, o Papa Francisco rezou uma Ave Maria com os fiéis presentes na Praça São Pedro, pelas vítimas dos últimos tiroteios ocorridos nos Estados Unidos. “Estou espiritualmente próximo às vítimas dos episódios de violência que nestes dias ensanguentaram o Texas, a Califórnia e Ohio nos Estados Unidos, atingindo pessoas indefesas. Convido todos a se unirem em oração comigo pelas pessoas que perderam a vida, pelos feridos e seus familiares”, rogou o Pontífice

Declaração dos Bispos americanos

O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, Cardeal Daniel DiNardo fez uma declaração na manhã deste domingo, 4, sobre o massacre no centro comercial em El Paso, no Texas, que deixou 20 mortos e 26 feridos. “A violência ligada ao uso de armas tornou-se um flagelo sem controle, que se espalha pelo nosso país”, comentou o cardeal na declaração.

“As coisas devem mudar” escrevem os bispos, “mais uma vez, pede-se uma legislação eficaz que enfrente as razões pelas quais nas comunidades americanas continua a se verificar estes inimagináveis e repetitivos episódios de violência armada e homicida”.

Nota do arcebispo de San Antonio, Texas

Já o arcebispo de San Antonio, Dom Gustavo Garcia-Siller, depois de uma noite de vigília de oração, sublinhou em uma nota a “gratidão pelas forças policiais e aos funcionários das equipes de emergência, que prestaram socorro imediato às vítimas deste crime atroz”.

“Esta violência insensata – afirma o bispo – abala as nossas consciências, pois parece não ter fim este derramamento de sangue. Pedimos ao Senhor e ao Espírito Santo a nos ajudarem a restabelecer e reconstruir o respeito pela vida na nossa nação, e acabar com esta indizível carnificina que continua a se repetir de modo trágico”.

O massacre ocorreu na manhã deste sábado, 03, em um centro comercial em El Paso (Texas, Estados Unidos), como confirmou o governador Greg Abbot, que disse que este foi “um dos dias mais sangrentos” da história do Texas. Trata-se do tiroteio mais letal neste ano nos Estados Unidos.

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