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Seminarista Ancelmo fará estágio pastoral na Catedral

Neste último fim de semana, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga (Catedral) acolheu o Seminarista Ancelmo José Lio que fará estágio pastoral na paróquia aos finais de semana deste ano de 2018. Ancelmo cuja família reside em Votuporanga, cursa o 2º ano de Filosofia no Seminário Maior em São José do Rio Preto e nos dois últimos anos fez estágio pastoral na Paróquia Divino Espírito Santo de Planalto, com o Padre Denival Marques. Na Catedral, Ancelmo auxiliará nos trabalhos das pastorais e movimentos paroquiais.

Ancelmo nasceu no dia 19 de março de 1991 em Nhandeara, filho de Agnaldo Gomes Lio e Marli Aparecida de Carvalho Lio e tem como irmãos Alexandre Alex lio e Adriana Silva Lio. Em Votuporanga, estudou nas escolas estaduais Sebastião Almeida Oliveira e Dr. José Manoel Lobo.

Desde pequeno, participava da Catequese na Paróquia São Cristóvão de Votuporanga e posteriormente da Infância Missionária, que promovia atividades solidárias na antiga favela dos bairros São Cosme e Damião e no Lar São Vicente de Paulo. Aos 16 anos, devido a mudança de bairro, começou a participar na Paróquia São Benedito e Nossa Senhora de Fátima onde fez parte da equipe de teatro, foi catequista e atuante no grupo de jovens, além de ser responsável pela turma de teatro da Escola de Artes da RCC – Renovação Carismática Católica.

Devido ao apreço pela escrita e  a comunicação, Ancelmo cursou Jornalismo na UNIFEV e MBA Executivo em Comunicação e Marketing foi na Unirp – Centro Universitário de Rio Preto.

Além disso, trabalhou nas empresas American Comfort, Prefeitura de Votuporanga, Jornal Diário de Votuporanga, TV Unifev e Santa Casa de Votuporanga.

Após um período de discernimento vocacional, Ancelmo acolheu o chamado de Deus para o ministério sacerdotal e entrou para o Seminário em 2016. Para ele, “o chamado à vocação sacerdotal é um grande mistério de Deus e pode ocorrer de diversas maneiras e fases da vida, não tendo um padrão e muito menos uma regra a se seguir. Além disso, a força que brota junto a esse convite do Senhor é capaz de gerar uma mudança e desprendimento daquilo que até então eram os objetivos e planos do vocacionado. No entanto, mesmo durante o caminho de preparação é primordial reviver esse chamado, pois ele não pode passar junto ao momento que aconteceu, é preciso se manter vivo no nosso interior, como um alarme para nos recordar porque estamos ali e mantendo os motivos suficientes para a perseverança num sim que não pode parar de ser dado.”

Desde 2014 que a Paróquia Nossa Senhora Aparecida não acolhia um seminarista para estágio pastoral quando o seminarista Murilo de Cosmorama e que deve ser ordenado diácono neste ano estagiou na paróquia. No ano anterior, o então seminarista Roberto Bocalete, hoje chanceler da Cúria e pároco em Américo de Campos fez estágio pastoral na paróquia.

Seja bem-vindo Ancelmo, te acolhemos com amor fraternal e esperamos aprender muito com você!

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Participe da Missa e Procissão da Penitência às sextas-feiras da Quaresma

Para melhor celebrar o Tempo Quaresmal, tempo dedicado à penitência, oração, caridade e em preparação para a Páscoa do Senhor, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida realizará em todas as sextas-feiras da Quaresma a Santa Missa e Procissão da Penitência. A celebração tem início às 5h30 na Sé Catedral.

A pequena procissão realizada na praça durante o Ato Penitencial nos convida a refletir sobre o arrependimento e a conversão.

Venha participar conosco deste momento de reflexão e piedade que nos ajuda a reconhecer a nossa pequenez diante de Deus e nos motiva a ter uma vida cada vez fiel ao Reino do Pai.

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24 horas para o Senhor: Papa convoca jornada para abrir-se à misericórdia de Deus

Em sua mensagem para a Quaresma2018, o Papa Francisco anunciou a realização da Jornada “24 Horas para o Senhor” nos dias 9 e 10 de março, na qual ao menos uma igreja de cada diocese permanecerá aberta para permitir aos fiéis a oração de adoração e a confissão sacramental.

Na mensagem intitulada “Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos”, o Santo Padre convidou os católicos a “empreender com ardor o caminho da Quaresma, apoiados na esmola, no jejum e na oração”.

“Se por vezes parece apagar-se em muitos corações o amor, este não se apaga no coração de Deus! Ele sempre nos dá novas ocasiões, para podermos recomeçar a amar”.

Neste sentido, assegurou que uma “ocasião propícia” para isso “será, também este ano, a iniciativa ‘24 horas para o Senhor’, que convida a celebrar o sacramento da Reconciliação num contexto de adoração eucarística”.

“Em 2018, aquela terá lugar nos dias 9 e 10 de março – uma sexta-feira e um sábado –, inspirando -se nestas palavras do Salmo 130: ‘Em Ti, encontramos o perdão’”, indicou Francisco.

Assim, assegurou que “em cada diocese, pelo menos uma igreja ficará aberta durante 24 horas consecutivas, oferecendo a possibilidade de adoração e da confissão sacramental”.

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Presidente da CNBB reflete sobre tema da CF 2018

Cardeal Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, assina artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, na última quarta-feira, 14 de fevereiro, tratando do tema da Campanha da Fraternidade deste ano: “Fraternidade e superação da violência”.

Leia o artigo.

Construir a fraternidade e a cultura da paz, da reconciliação e da justiça é o objetivo da Campanha da Fraternidade deste ano, que lançamos nesta quarta (14). Seu tema é “Fraternidade e superação da violência”, com o lema de inspiração bíblica “Vós sois todos irmãos” extraído do capítulo 23 do evangelho de São Mateus.

A realidade da violência, com suas múltiplas faces, tem se revelado cada vez mais cruel e assustadora, duramente sentida pela população brasileira e cotidianamente estampada pela mídia.

A vida e a dignidade das pessoas e de grupos sociais mais vulneráveis são continuamente violadas de muitos modos. O assunto é urgente, não pode ser descuidado, nem deixado para depois. Requer a atenção e a participação de todos.

É possível superar a violência? O agravamento da situação, com a dificuldade de respostas justas, parece indicar a muitos que a resposta é negativa. A complexidade do problema, contudo, não pode levar à passividade e ao desânimo, nem a soluções equivocadas de cunho puramente emocional.

As reações de quem justifica a violência ou pretende combatê-la com mais violência são ainda piores. Precisamos pensar juntos sobre o seu significado e as suas causas para encontrar saídas condizentes com a dignidade humana e a ordem democrática.

A violência permeia também as práticas sociais. Dentre os seus múltiplos fatores está o contexto socioeconômico e cultural. A indignação diante da violência representada pelas situações de exclusão e negação dos direitos fundamentais, especialmente dos pobres e fragilizados, não pode ser menor do que a despertada por crimes bárbaros.

O investimento em segurança pública deveria ser acompanhado por gastos ainda maiores com o objetivo de assegurar condições de vida digna e os direitos fundamentais. A justiça social é o caminho para vencer a violência na cidade e no campo. A paz é fruto da justiça. Enquanto igreja, acreditamos que é possível, sim, superar a violência, em mutirão, cultivando parcerias e unindo as forças.

Como tarefa coletiva, necessita da atenção e dos esforços de todos, de acordo com os diversos graus de competência e responsabilidade. Há muito a ser feito por cada um, espontaneamente, nos ambientes em que vive superando, por exemplo, a agressividade e a intolerância nas redes sociais.

Embora seja importante a ação individual, também necessitamos de iniciativas comunitárias, com olhares atentos para as realidades local e nacional, ambas entrelaçadas. Se os temas trabalhados pela Campanha da Fraternidade exigem e conclamam a participação dos poderes públicos, isso é ainda mais verdadeiro neste ano, assim como é vital uma maior cooperação da sociedade civil organizada.

O ódio, a vingança e o fazer justiça pelas próprias mãos não são respostas; ao contrário, agravam ainda mais a realidade. A busca da justiça que conduz à paz não se faz por meio da violência. É motivo de esperança a defesa apaixonada da vida, da dignidade e dos direitos de toda e qualquer pessoa humana, testemunhada por muitos que acreditam na fraternidade e na paz.

A palavra de Jesus, “Vós sois todos irmãos”, lema desta Campanha da Fraternidade, nos desafia e anima a caminhar. É possível, sim, superar a violência e alcançar a paz construindo a fraternidade.

Cardeal Sergio da Rocha,

Arcebispo de Brasília, é presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)

Por CNBB

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Papa pede coerência em nosso jejum

Jejuar com coerência e não para aparecer. Na homilia da Missa na Casa Santa Marta, o Papa Francisco advertiu quanto ao jejum incoerente, exortando a nos questionarmos como nos comportamos com os outros.

Na primeira leitura, extraída do livro do Profeta Isaías (Is 58,1-9a), fala-se do jejum que o Senhor quer: “quebrar as cadeias injustas, desligar as amarras do jugo, tornar livres os que estão detidos, enfim romper todo tipo de sujeição”.

O jejum é uma dos deveres da Quaresma, recordou o Papa. “Se não puder fazer um jejum total, que faz sentir fome até os ossos, “faça um jejum humilde, mas verdadeiro”, pediu o Papa.

É Isaías que evidencia as inúmeras incoerências na prática da virtude: cuidar dos próprios interesses, o dinheiro, enquanto o jejum é “um pouco despojar-se”; fazer penitência em paz : “não pode, de um lado, falar com Deus e, de outro, falar com o diabo”, porque é incoerente, advertiu o Francisco.

“Não jejuem mais como fazem hoje, de modo que se ouça o barulho”, ou seja, nós jejuamos, nós somos católicos, somos praticantes; eu pertenço àquela associação, nós jejuamos sempre, fazemos penitência. Mas, vocês jejuam com coerência ou fazem a penitência incoerentemente como diz o Senhor, com barulho, para que todos vejam e digam: “Mas que pessoa justa, que homem justo, que mulher justa…” Este é um disfarce; é maquiar a virtude”.

É preciso disfarçar, mas seriamente, com o sorriso, isto é, não mostrar que está fazendo penitência. “Procura a fome para ajudar os outros, mas sempre com o sorriso”, exortou o Santo Padre.

O jejum consiste também em humilhar-se e isso se realiza pensando nos próprios pecados e pedindo perdão ao Senhor.  “Mas, se este pecado que eu cometi fosse descoberto, fosse publicado nos jornais, que vergonha!” –  “Pois bem, envergonha-te!”, disse o Papa, convidando também a quebrar as cadeias injustas.

“Eu penso a tantas domésticas que ganham o pão com o seu trabalho: humilhadas, desprezadas… Nunca pude esquecer uma vez que fui a casa de um amigo quando criança. Vi a mãe dar um tapa na doméstica.  81 anos… Não esqueci aquilo. “Sim, não Pai, eu nunca dou um tapa” – “Mas como os trata? Como pessoas ou como escravos? Pagas a eles o justo? Dás a eles as férias, é uma pessoa ou um animal que te ajuda em casa?”.  Pensem somente nisto. Nas nossas casas, nas nossas instituições, existe isto. Como eu me comporto com a doméstica que tenho em casa, com as domésticas que estão em casa?”

Então, um outro exemplo nascido de sua experiência pessoal. Falando com um senhor muito culto que explorava as domésticas, o Papa o fez entender que se tratava de um pecado grave, porque são “como nós, imagem de Deus”, enquanto ele sustentava que eram “pessoas inferiores”.

O jejum que o Senhor quer – como recorda ainda a Primeira leitura – consiste em “partilhar o pão com o faminto, no acolher em casa os miseráveis, sem-teto, em vestir os nus, sem negligenciar o teu sangue”.

“Hoje – observa Francisco – se discute se damos o teto ou não àqueles que vem pedi-lo”.

E, ao concluir, exorta a fazer penitência, a “sentir um pouco a fome”, a “rezar mais” durante a Quaresma e a perguntar-se como se comporta com os outros:

“O meu jejum chega a ajudar os outros? Se não chega, é fingido, é incoerente e te leva pelo caminho da vida dupla. Faço de conta ser cristão, justo…. como os fariseus, como os saduceus. Mas, por dentro, não o sou. Peça humildemente a graça da coerência. A coerência. Se eu não posso fazer algo, não a faço. Mas não fazê-la incoerentemente. Fazer somente aquilo que eu posso fazer, mas com coerência cristã. Que o Senhor nos dê esta graça”.

Por Vatican News

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Veja a agenda de Confissões na Quaresma na Região de Votuporanga

Vivendo o Tempo Quaresmal, iniciam-se no próximo dia 27 de fevereiro, as Confissões com a presença de todos os padres nas paróquias da região Votuporanga, iniciando na Paróquia Senhor Bom Jesus de Votuporanga. Todas as Confissões terão início às 19h30min. 

Confissão ou Penitência é o Sacramento instituído por Jesus, para que os cristãos possam ser perdoados de seus pecados e receberem a graça santificante. "Depois dessas palavras (Jesus) soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem vocês perdoarem os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 20, 22-23). Também é chamado de sacramento da Reconciliação. O Padre, mesmo sendo um homem sujeito às fraquezas como outros homens, está ali em nome de Deus e da Igreja para absolver os pecados. Ele é o ministro do perdão, isto é, o intermediário ou instrumento do perdão de Deus, como os pais são instrumentos de Deus para transmitir a vida a seus filhos; e como o médico é um instrumento para restituir a saúde física, etc. 

O católico deve confessar-se no mínimo uma vez por ano, ao menos a fim de se preparar para a Páscoa. A penitência proposta no fim da confissão não é um castigo; mas antes uma expressão de alegria pelo perdão celebrado. 

Veja abaixo a escala das Confissões na região de Votuporanga: 

27/2 - Paróquia Senhor Bom Jesus às 19h30

28/2 – Paróquia Santa Luzia às 19h30

1/3 – Paróquia São Cristovão/ Simonsen às 19h30

6/3 – Paróquia São Bento às 19h30

7/3 – Capela Santo Antônio/ Parisi às 19h30

8/3 – Paróquia São Sebastião – Valentim Gentil às 19h30

9 e 10/3 – 24h para o Senhor – Confissões na Catedral Nossa Senhora Aparecida

13/3 – Paróquia São Benedito e Nossa Senhora de Fátima às 19h30

14/3 – Paróquia Santa Joana/ Capela Santo Expedito às 19h30

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Dom Moacir presidirá Missa de Abertura da Campanha da Fraternidade 2018

No próximo dia 14, Quarta-feira de Cinzas, a Igreja Católica celebra o início da Quaresma e da Campanha da Fraternidade. Em Votuporanga, Dom Moacir Aparecido de Freitas presidirá a Santa Missa de Abertura Diocesana da Campanha da Fraternidade e Início da Quaresma às 9h na Sé Catedral Nossa Senhora Aparecida. A celebração contará com a presença de padres, diáconos, religiosos e fieis das paróquias da diocese de Votuporanga. Neste dia, também serão celebradas Missas com Benção e Imposição das Cinzas às 15h e 19h30 na Catedral.

A Campanha da Fraternidade 2018 (CF2018) traz como tema “Fraternidade e a superação da violência” e o lema “Vós são todos irmãos” (Mt 23, 8). A Igreja proclama que a violência é um mal, é inaceitável como solução para os problemas e não é digna do homem. A violência é mentira que se opõe à verdade da nossa fé, à verdade da nossa humanidade. A violência destrói o que ambiciona defender: a dignidade, a vida, a liberdade dos seres humanos. 

Quanto ao lema “Vós sois todos irmãos” busca resgatar o sentido da Fraternidade dos povos, somos todos irmãos e irmãs, filhos de um mesmo Pai, por isso iluminados pelo Evangelho do Reino somos chamados a não violência.

Desta forma, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convida todos os homens e mulheres de boa vontade para percorrer o caminho da superação da violência crescente em todos os níveis. Violência de morte, de abuso de poder, de descarte da pessoa, de quebra de relações de confiança, de degradação da família, de ganância e corrupção, de marginalização da infância e da adolescência.

A CF é uma atividade ampla de evangelização, intensificada na Quaresma (quarenta dias entre a quarta-feira de Cinzas e a semana santa/Páscoa) para ajudar os cristãos e pessoas de boa vontade a viverem a fraternidade em compromissos concretos, provocando, ao mesmo tempo, a renovação da vida da igreja e a transformação da sociedade, a partir de problemas específicos, tratados à luz do Projeto de Deus.

Para os católicos, a Quaresma é um tempo de preparação para a Páscoa, período reservado para a reflexão e conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Nesse tempo santo, a Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. 

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Participe da Missa e Procissão da Penitência às sextas-feiras da Quaresma

Para melhor celebrar o Tempo Quaresmal, tempo dedicado à penitência, oração, caridade e em preparação para a Páscoa do Senhor, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida realizará em todas as sextas-feiras da Quaresma a Santa Missa e Procissão da Penitência. A celebração tem início às 5h30 na Sé Catedral.

A pequena procissão realizada na praça durante o Ato Penitencial nos convida a refletir sobre o arrependimento e a conversão.

Venha participar conosco deste momento de reflexão e piedade que nos ajuda a reconhecer a nossa pequenez diante de Deus e nos motiva a ter uma vida cada vez fiel ao Reino do Pai.

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“Fraternidade e a superação da violência” é o Tema da Campanha da Fraternidade 2018

A Campanha da Fraternidade 2018 (CF2018), que traz o tema “Fraternidade e a superação da violência” e o lema “Vós são todos irmãos” (Mt 23, 8), será aberta no próximo dia 14, Quarta-feira de Cinzas.

Com o tema “Fraternidade e a superação da violência”, a Igreja proclama que a violência é um mal, é inaceitável como solução para os problemas e não é digna do homem. “A violência é mentira que se opõe à verdade da nossa fé, à verdade da nossa humanidade. A violência destrói o que ambiciona defender: a dignidade, a vida, a liberdade dos seres humanos”. 

Quanto ao lema “Vós sois todos irmãos” busca resgatar o sentido da Fraternidade dos povos, somos todos irmãos e irmãs, filhos de um mesmo Pai, por isso iluminados pelo Evangelho do Reino somos chamados a não violência.

Desta forma, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convida todos os homens e mulheres de boa vontade para percorrer o caminho da superação da violência crescente em todos os níveis. Violência de morte, de abuso de poder, de descarte da pessoa, de quebra de relações de confiança, de degradação da família, de ganância e corrupção, de marginalização da infância e da adolescência.

A CF é uma atividade ampla de evangelização, intensificada na Quaresma (quarenta dias entre a quarta-feira de Cinzas e a semana santa/Páscoa) para ajudar os cristãos e pessoas de boa vontade a viverem a fraternidade em compromissos concretos, provocando, ao mesmo tempo, a renovação da vida da igreja e a transformação da sociedade, a partir de problemas específicos, tratados à luz do Projeto de Deus.

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Conheça o significado da Quaresma

A palavra Quaresma vem do latim ”quadragésima”. Esse tempo litúrgico compreende os dias que vão da Quarta-feira de Cinzas até Quinta-feira Santa antes da missa da Ceia do Senhor. O número 40 é simbólico e recorda muitas cenas da Bíblia: os 40 anos de caminhada do povo hebreu pelo deserto, os 40 dias que Moisés passou na montanha, os 40 dias de caminhada de Elias para chegar à montanha do Senhor, os 40 dias de Jesus jejuando no deserto. 

A Quaresma não tem sentido isolada da Páscoa. Na caminhada quaresmal não vamos ao encontro do nada ou da morte, mas caminhamos para a Ressurreição do Senhor e nossa. 

As origens da quaresma são antigas e estão ligadas a outros acontecimentos, como a preparação dos catecúmenos ao Batismo, e a prática das penitências, muito em voga nos primeiros séculos. Já no século IV se fala de quaresma penitencial; nos séculos II e III, costumavam-se fazer alguns dias de jejum em preparação à Páscoa. 

A Igreja, neste tempo quaresmal, une-se todos os anos ao mistério de Jesus no deserto. Portanto o espírito quaresmal é de um grande retiro de quarenta dias, durante os quais a Igreja propõe aos seus fiéis o exemplo de Cristo em seu retiro no deserto, e se prepara para a celebração das solenidades pascais, com a purificação do coração, uma prática perfeita da vida cristã e uma atitude penitencial. 

As cinzas (que são os ramos bentos no Domingo de Ramos do ano anterior) que recebemos em nossa fronte no início da Quaresma, é um sinal de que nos comprometemos com uma verdadeira conversão. As cinzas são o símbolo da fragilidade humana, lembrando-nos a passagem bíblica que diz que ”tu és pó e ao pó voltarás” (Gênesis 3,19). 

A penitência, tradução latina da palavra grega “metanóia”, que na Bíblia significa conversão (literalmente, mudança de espírito) do pecador, designa todo um conjunto de ações interiores e exteriores dirigidas para a reparação do pecado cometido e o estado das coisas que resulta dele para o pecador. Literalmente, mudança de vida se diz do ato do pecador de voltar a Deus depois de ter estado distante de Deus, o do incrédulo que alcança a fé.

A penitência interior do cristão pode ter expressões muito variadas. A Escritura e os Padres da Igreja nos falam de três formas: o jejum, a oração e a esmola, que expressam a conversão com relação a si próprio, a Deus e aos outros. 

Todos os fiéis, cada um a seu modo, estão obrigados a fazer penitência pela lei divina. Para que todos se unam na observância de alguma prática, são prescritos dias penitenciais, que devem ser cumpridos com a maior fidelidade (cf. Código de Direito Canônico, 1249). No tempo da Quaresma, prescreve-se jejum e abstinência de carne na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa e, as sextas-feiras, como memória da morte do Senhor, são momentos fortes de prática penitencial da Igreja. 

“Estes tempos são particularmente apropriados para os exercícios espirituais, as liturgias penitenciais, as peregrinações como sinal de penitência, as privações voluntárias como jejum e a esmola, a comunhão cristã dos bens - obras de caridade e missionárias.” (Catecismo da Igreja Católica, 1438) 

Somos chamados a concretizar o desejo de conversão realizando as seguintes obras: indo ao encontro do Sacramento da Reconciliação (Penitência ou Confissão), fazendo uma clara confissão e arrependendo-nos de todo coração; superando as divisões, perdoando e crendo no espírito fraterno; praticando as obras de misericórdia.

Os católicos, na Quaresma, tem que cumprir o preceito do jejum e da abstinência, assim como confessar-se e fazer sua comunhão pascal. O jejum consiste em fazer uma só refeição ao dia, ainda que se possa comer menos do que o costume de manhã e à noite. Não se deve comer nada entre as refeições principais, salvo em caso de enfermidade. Obriga-se a viver a lei do jejum todos os maiores de idade, até que tenham cumprido 59 anos (Catecismo da Igreja Católica, 1252). A abstinência é a privação de comer carne e seus derivados, e a lei da abstinência obriga todos os que já fizeram 14 anos. (Catecismo da Igreja Católica, 1252) 

Temos que participar melhor deste tempo que a Igreja nos propõe dentro do mistério pascal. Somos convidados à participação dos sacramentos, da missa, à participação nas comunidades, nas via- sacras, nas celebrações penitenciais. Boa quaresma a todos!

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O significado simbólico das cinzas

Você já se perguntou qual o significado das cinzas na Quarta Feira de Cinzas? De onde vem essa prática? Por que as cinzas na minha testa ou na minha cabeça? O padre ou ministro falam algo para mim neste momento, mas não entendo muito bem.

Bom, convido você a fazer uma caminhada comigo pela história. A Igreja Católica caminha junto com a história, não é um ser isolado da realidade. Já no Antigo Testamento, também chamado de Primeiro Testamento, os livros da Bíblia escritos antes da vinda de Jesus já falavam das cinzas. O livro de Ester, por exemplo, fala de um tal Mardoqueu, que se veste de saco e se cobre de cinzas quando fica sabendo do decreto do Rei Asuer I. Jó também se veste de saco e cheio de arrependimento se cobre de cinzas. Alguns exemplos tirados do Antigo Testamento demonstram que as pessoas compreendiam o que as cinzas simbolizavam: dor, morte, penitência, arrependimento.

E alguém pode perguntar: e o Novo Testamento, também chamado Segundo Testamento, continuou a prática das cinzas? Sim. No tempo de Jesus, a prática das cinzas continua em vigor. Temos um exemplo no evangelho de Mateus, no qual Jesus fala de cidades que se converteram e usaram as cinzas para seu arrependimento. (Cf. Mt 11,21).

A Igreja Católica, desde os primeiros tempos, continuou a prática do uso das cinzas com o mesmo simbolismo. Desde o ano 160 depois da ressurreição de Cristo, um famoso teólogo chamado Tertuliano fala da virtude do cristão: "ser penitente vestir de saco rude e cobrir de cinzas". Sabe-se que num determinado momento existiu uma prática que consistia no sacerdote impor as cinzas em todos aqueles que deviam fazer penitência pública. As cinzas eram colocadas quando o penitente saía do confessionário.

No período medieval, por volta do século VIII, as pessoas que estavam para morrer eram deitadas no chão sobre um tecido de saco coberto de cinzas. O sacerdote benzia a pessoa com água benta dizendo-lhe: "Recorda-te que tu és pó e em pó te converterá". O penitente respondia: "Sim". Era uma forma simbólica de mostrar que o penitente estava arrependido.

Com o passar do tempo, a distribuição das cinzas foi associada ao início da Quaresma, período de preparação de quarenta dias antes da Páscoa da Ressurreição. Na nossa liturgia atual da Quarta-Feira de Cinzas utilizamos cinzas feitas com os ramos de palmas distribuídos no ano anterior no Domingo de Ramos. O sacerdote abençoa as cinzas e as impõe na fronte de cada fiel traçando com essas o Sinal da Cruz. Logo em seguida, diz: "Recorda-te que és pó e em pó te converterás" ou então "Arrependei e crede no Evangelho". A nossa vida só tem sentido se estamos em sintonia com o projeto de Deus, sem Ele somos criaturas que negam o seu Criador, perdemos assim a dignidade dos filhos e filhas de Deus.

É um tempo de preparação propício para revermos nossas ações. Aproveitemos a Quaresma compreendendo o significado das cinzas na nossa vida. Somos passageiros, não temos morada permanente aqui na terra e isso faz com que nós reflitamos com nossas atitudes, a nossa vida toda entregue nos planos de Deus. Ele quer o melhor para nós. Ele não quer a morte do pecador, mas que ele se converta e volte à vida.

 

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Quaresma: Tempo de Oração, Jejum e Caridade

A Quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja Católica, a Igreja Anglicana e algumas protestantes marcam para preparar os fiéis para a grande festa da Páscoa. Durante este período, os seus fiéis são convidados a um período de penitência e meditação, por meio da prática do jejum, da esmola e da oração. Ao longo deste período, sobretudo na liturgia do domingo, é feito um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que pretendem viver como filhos de Deus.

A Igreja Católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na Quarta-feira de Cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade.

Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma consequência da penitência..

Campanha da Fraternidade ilumina de modo particular os gestos fundamentais desse tempo litúrgico: a oração, o jejum e a esmola.

Pelo exercício da oração, pessoal e comunitária, as pessoas se tornam sempre mais abertas e disponíveis às iniciativas da ação de Deus.

jejum e a abstinência de carne expressam a íntima relação existente entre os gestos externos da penitência, mudança de vida e conversão interior. Precisamos entender de forma apropriada dois pontos principais a respeito do Jejum e Abstinência de Carne:

O Jejum: A igreja recomenda somente dois dias de Jejum - na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira Santa - para cristão acima de sete anos (chamada idade da razão) e que não esteja passando por nenhuma debilidade física, doença ou tratamento que o jejum venha a prejudicar. Fazer Jejum não significa ficar totalmente sem alimentação as 24 horas do dia, mas sim deixar de fazer uma das refeições principais, de preferência o almoço. Quem tem maior resistência, pode também fazer um jejum mais acentuado, sem prejuízo da própria saúde.

Abstinência de Carne: Aqui existe um contrasenso com a recomendação da Igreja: ao longo dos anos tornou-se conveniente fazer a abstinência de carne trocando-a por peixes (salmão, bacalhau e outros peixes deliciosos)... Isso não é de maneira alguma uma abstinência, mas sim a troca da carne por um alimento ainda mais gostoso e saudável do que a carne... Onde está então o sacrifício? Em lugar nenhum, pois abster-se da carne nos dias recomendados trata-se de retirar totalmente o que chamamos de "mistura", ou seja, comer apenas o arroz e feijão como o fazem muitos pobres espalhados neste mundo... A abstnência de carne torna-se assim em um gesto de solidariedade ao sofrimento daqueles que não tem a carne ou uma "mistura" para comer, fazendo-nos sentir um pouco do sofrimento deles e transformar nossa atitude em maior benevolência com aqueles que sofrem...

esmola confere aos gestos de generosidade humana uma dimensão evangélica profunda que se expressa na solidariedade. Coloca a pessoa e a comunidade face a face com o irmão empobrecido e marginalizado, para ajudá-lo e promovê-lo.

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Em carta a jornal, Bento XVI agradece a preocupação por sua saúde

O Papa Emérito Bento XVI, que completa 91 anos em abril, escreveu em uma carta que se prepara para sua "última viagem". No texto, enviado pelo religioso ao "Corriere della Sera" em resposta à preocupação de leitores do jornal italiano, Joseph Ratzinger ressaltou que está debilitado fisicamente e indicou que não tem muito mais tempo pela frente.

"Na lenta debilitação de minha força física, interiormente estou em peregrinação até a Casa do Senhor", escreveu o Papa Emérito na carta ao jornal, que o havia informado sobre a tensão dos leitores quanto a seu estado de saúde.

O religioso alemão se declarou emocionado que "tantos leitores desejem saber como ele vai neste último período de vida".

"É uma grande graça, para mim, estar rodeado, neste último pedaço de caminho, às vezes um pouco fatigante, de amor e de bondade tais que eu não poderia imaginar", frisou na carta.

Em fevereiro de 2013, Bento XVI renunciou ao papado, em gesto histórico, e se tornou Emérito. Desde então, vive em um pequeno monastério no Vaticano, na companhia de quatro religiosas e de seu secretário pessoal Georg Gänswein.

Há dois anos, Gänswein anunciou que o Papa Emérito estava se "apagando como uma vela, lenta e serenamente". Ele celebra a missa todos dias, reza, recebe poucas visitas e responde a cartas. Além disso, assiste aos noticiários da tarde e lê diários católicos e publicações de teologia.

"Ele já não controla suas mãos, não pode tocar piano, vê muito mal. Mas tem uma lucidez perfeita, se lembra de tudo", descreveu, no ano passado, um membro do Vaticano.

 

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Papa no twitter: com misericórdia, acolhamos vítimas do tráfico humano

 

Em uma postagem por meio de sua conta oficial no Twitter, o Papa Francisco recordou o Dia Mundial de Oração e Reflexão contra o Tráfico de Pessoas, comemorado nesta quinta-feira, 8.  “Com espírito de misericórdia, acolhamos as vítimas do tráfico de pessoas e aqueles que fogem da guerra e da fome”.

“Não podemos ficar em silêncio diante do sofrimento de milhões de pessoas cuja dignidade é ferida”, acrescentou o Papa em outro tweet.

 Francisco destacou que muitos migrantes acabam arriscando suas vidas por não terem acesso a canais regulares que possam poupá-los de abusos como exploração e escravidão. 

Neste ano, o Dia Mundial de Oração e Reflexão contra o Tráfico de Pessoas tem como tema “Migração sem tráfico. Sim à liberdade! Não ao tráfico!”. A data, instituída em 2015, surgiu a partir do Papa Francisco em parceria com os Pontifícios Conselhos dos Migrantes e da Justiça e com a União Internacional dos Superiores Gerais.

No início deste ano, em audiência com embaixadores na Santa Sé, Francisco enfatizou a defesa dos direitos humanos e recordou que em continentes como Ásia, África e nas Américas, e países como Itália e outros estados europeus estão se empenhando no combate ao tráfico humano e a migração. “Não devemos esquecer que numerosos refugiados e migrantes procuram alcançar a Europa, porque sabem que nela podem encontrar paz e segurança, fruto aliás dum longo caminho que nasceu dos ideais dos Pais fundadores do projeto europeu depois da II Guerra Mundial”, disse à época.

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Inscrições abertas para o Curso de Noivos

Estão abertas as inscrições para o Curso de Noivos de nossa paróquia. Organizado pelo Setor Pré-Matrimonial, o Curso de Noivos será realizado nos dias 17 e 18 de fevereiro, iniciando no sábado às 19h30min e se encerrando no domingo ao meio-dia. As inscrições podem ser feitas na secretaria paroquial. Mais informações pelo telefone: (17) 3421-6245. 

O sacramento do matrimônio é uma aliança, similar a aliança de Cristo com sua Igreja. O amor entre um homem e uma mulher, como filhos de Deus, deve possuir respeito, dignidade e responsabilidade, deve ser cultivado em sua plenitude. Mesmo nas tensões, o homem e a mulher crescem em sua humanidade, cultivando seus dons e fazendo uma experiência profunda do amor de Deus. Nesse ambiente de amor e solidariedade acontece a geração de novas vidas. 

 Durante o ano são realizados 3 Cursos de Noivos, nos meses de fevereiro, julho e novembro.

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Papa pede uma Igreja “em caminho”, nunca “estática”

Durante a oração do Ângelus deste domingo, 4 de janeiro, na Praça de São Pedro no Vaticano, o Papa Francisco recordou que a pregação de Jesus se sustenta no caminho e, por isso, seus discípulos e a Igreja devem manter o anúncio do Evangelho no caminho, no movimento, nunca estática.

“O anúncio do Reino de Deus por parte de Jesus encontra o seu lugar mais precisamente na estrada”, explicou o Santo Padre.

O Papa recordou como, no Evangelho deste domingo, “aos discípulos que o procuravam para levá-lo à cidade – os discípulos foram encontra-lo onde Ele rezava e queriam leva-lo de volta á cidade –, o que responde Jesus aos discípulos? ‘Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim’”.

“Este foi o caminho do filho de Deus e este será o caminho de seus discípulos. E deverá ser o caminho de cada cristão. A estrada como lugar do alegre anúncio do Evangelho, coloca a missão da Igreja sob o signo do ‘andar’, a Igreja em caminho, sob o sinal do ‘movimento’ e nunca estática”.

No trecho do Evangelho de São marcos lido neste domingo, realiza-se uma descrição de um dia de Jesus em Cafarnaum, “um sábado, festa semanal para os judeus. Esta vez o Evangelista Marcos destaca a relação entre a atividade taumatúrgica de Jesus e o despertar da fé nas pessoas que encontra”.

“De fato, com os sinais de cura que realiza pelos doentes de todo tipo, o Senhor quer suscitar como resposta a fé”, destacou Francisco.

“O dia de Jesus em Cafarnaum começa com a cura da sogra de Pedro e termina com a cena das pessoas de toda a cidadezinha que se comprime diante da casa onde ele se alojava, para levar a ele todos os doentes. A multidão, marcada por sofrimentos físicos e por misérias espirituais, constitui, por assim dizer, ‘o ambiente vital’ em que se realiza a missão de Jesus, feita de palavras e de gestos que curam e consolam”.

Em meio a essa multidão, “uma humanidade marcada por sofrimentos, dificuldades e problemas”, Jesus finaliza a tarde de sábado. “E à tal pobre humanidade é dirigida à ação poderosa, libertadora e renovadora de Jesus”.

“Antes do amanhecer do dia seguinte, Ele sai sem ser visto pela porta da cidade e se retira para um lugar afastado para rezar. Jesus reza. Deste modo, subtrai também a sua pessoa e a sua missão de uma visão triunfalista, que poderia dar a entender o sentido dos milagres e de seu poder carismático”.

De fato, os milagres “são ‘sinais’ que convidam a uma resposta de fé; sinais que sempre são acompanhados por palavras, que os iluminam; e juntos, sinais e palavras, provocam a fé e a conversão pela força divina da graça de Cristo”.

O Papa concluiu pedindo à Virgem “que nos ajude a sermos abertos às vozes do Espírito Santo que impele a Igreja a colocar sempre mais a própria tenda em meio às pessoas para levar a todos a palavra curadora de Jesus, médico da alma e do corpo”.

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Papa adverte a não substituir as leituras da Missa por textos não bíblicos

O Papa Francisco rejeitou a possibilidade de que na Missa se substitua as leituras do dia por textos não bíblicos e advertiu que se trata de uma prática proibida, porque “empobrece e compromete o diálogo entre Deus e seu povo em oração”.

O Santo Padre, depois de ter falado em catequeses anteriores dos ritos de início da Missa, refletiu na Audiência Geral desta quarta-feira, 31 de janeiro, sobre a Liturgia da Palavra, “uma parte constitutiva porque nos reunimos justamente para escutar o que Deus fez e pretende ainda fazer em nós”.

Em seu ensinamento, assinalou que “a proclamação litúrgica das mesmas leituras, com os cantos deduzidos da Sagrada Escritura, exprime e favorece a comunhão eclesial, acompanhando o caminho de todos e de cada um de nós”.

Por este motivo, determinadas decisões subjetivas que alteram a Liturgia da Palavra, “como a omissão de leituras e a sua substituição por textos não bíblicos são proibidas: isto de fato empobrece e compromete o diálogo entre Deus e o seu povo em oração”.

Pelo contrário, “a dignidade do ambão e o uso do lecionário, a disponibilidade de bons leitores e salmistas, um clima de silêncio, favorecem a experiência do diálogo entre Deus e a comunidade de crentes”.

Nesse sentido, destacou a importância de que aqueles que leiam as leituras na Missa, o façam bem: “Procurem bons leitores, aqueles que saibam ler, não aqueles que leem e não se entende nada. Devem se preparar e ensaiar antes da Missa para ler bem”.

Além disso, Francisco destacou “a importância do Salmo responsorial, cuja função é facilitar a meditação do que escutamos na leitura que o precede. É bom que o Salmo seja valorizado com o canto, ao menos do refrão”.

O Pontífice insistiu na importância que a Liturgia da Palavra tem na Missa: “Na Liturgia da Palavra, as páginas da Bíblia deixam de ser um escrito para tornarem-se palavra viva, pronunciada pelo próprio Deus que, aqui e agora, nos interpela a escutar com fé”.

“O Espírito – explicou – que falou por meio dos profetas e que inspirou os autores sagrados, faz com que a Palavra de Deus funcione realmente no coração, o que favorece que ressoe nos ouvidos. Para receber a Palavra de Deus, é preciso ter o coração aberto”.

Por isso, “é muito importante escutar. Algumas vezes não entendemos bem porque existem algumas leituras um pouco difíceis. Mas Deus nos fala o mesmo em outro modo: em silêncio e ouvir a Palavra de Deus. Não esqueçam isto. Na Missa, quando começam as leituras, ouçamos a Palavra de Deus”.

“Deus fala e nós escutamos para depois colocar em prática tudo o que escutamos”, afirmou.

“Temos necessidade de escutá-lo! É de fato uma questão de vida, como bem recorda a incisiva expressão ‘nem só de pão o homem viverá, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus’”.

Esse é o motivo pelo qual “falamos da Liturgia da Palavra como da ‘mesa’ que o Senhor prepara para alimentar a nossa vida espiritual”.

O Papa insistiu que, enquanto se lê a Palavra, é preciso permanecer atentos e não se distrair. “Quantas vezes, enquanto se lê a Palavra de Deus, comenta-se ‘olha aquele lá, olha aquela lá’… e assim começam a fazer comentário. Deve-se fazer comentários enquanto se lê a Palavra de Deus? Não, porque se você está conversando com as pessoas, não ouve a Palavra de Deus. Quando se lê a Palavra de Deus na Bíblia, a Primeira Leitura, a Segunda, o Salmo responsorial, o Evangelho, devemos ouvir e abrir o coração, porque é Deus mesmo que nos fala, e não pensar em outras coisas ou falar de outras coisas”.

O Santo Padre finalizou sua catequese afirmando que na Liturgia da Palavra, o Espírito Santo age e, para que essa ação se torne eficaz, “são necessários corações que se deixem trabalhar e cultivar”.

Por ACI Digital

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Vaticano apresenta mensagem do Papa para a Quaresma 2018

Mensagem auxilia fiéis na preparação para a Páscoa; Papa alerta sobre falsos profetas e o risco do amor se apagar

Da Redação, com Boletim da Santa Sé

“Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos”. Este trecho do Evangelho de Mateus é o tema da mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2018, divulgada pelo Vaticano nesta terça-feira, 6.

Francisco explica no texto que esta passagem refere-se ao discurso de Jesus sobre o fim dos tempos, anunciando a tribulação que poderia afetar a comunidade dos crentes. “À vista de fenômenos espaventosos, alguns falsos profetas enganarão a muitos, a ponto de ameaçar apagar-se, nos corações, o amor que é o centro de todo o Evangelho”.

Na mensagem, o Papa alerta sobre os falsos profetas de que fala Jesus. Alguns deles são como “encantadores de serpentes”, aproveitando-se das emoções humanas para escravizar as pessoas. Outros, são como “charlatães”, oferecendo soluções simples e imediatas para as aflições, mas remédios esses, segundo o Papa, ineficazes. “Estes impostores, ao mesmo tempo que oferecem coisas sem valor, tiram aquilo que é mais precioso como a dignidade, a liberdade e a capacidade de amar”.

Sobre o risco de “resfriar o amor”, o Papa menciona na mensagem o que indica que o amor corre o risco de se apagar na pessoa. “O que apaga o amor é, antes de mais nada, a ganância do dinheiro (…) depois dela, vem a recusa de Deus e, consequentemente, de encontrar consolação n’Ele, preferindo a nossa desolação ao conforto da sua Palavra e dos Sacramentos”.

Segundo Francisco, a própria criação é testemunha silenciosa desse resfriamento do amor. Um exemplo são os mares poluídos e que guardam os despojos de tantos “náufragos das migrações forçadas”, pontua o Papa. Também nas comunidades o amor resfria: são exemplo disso o egoísmo, o pessimismo e a mentalidade mundana, como o Papa indica na exortação apostólica Evangelii gaudium.

Que fazer?

Diante desses sinais, o Papa recorda o remédio oferecido pela Igreja nesse tempo de Quaresma: o remédio doce da oração, da esmola e do jejum.

Primeiramente, Francisco destaca que a oração possibilita procurar a consolação em Deus, que é Pai. A esmola liberta da ganância e ajuda a descobrir que o outro é um irmão. E o jejum é uma importante ocasião de crescimento, que torna a pessoa mais atenta a Deus e ao próximo.

“Convido, sobretudo os membros da Igreja, a empreender com ardor o caminho da Quaresma, apoiados na esmola, no jejum e na oração. Se por vezes parece apagar-se em muitos corações o amor, este não se apaga no coração de Deus! Ele sempre nos dá novas ocasiões, para podermos recomeçar a amar”.

O Papa recorda uma ocasião propícia para colocar isso em prática: a iniciativa “24 horas para o Senhor”, que convida ao sacramento da Reconciliação em contexto de adoração eucarística. Em 2018, será nos dias 9 e 10 de março, com inspiração no Salmo 130: “Em Ti, encontramos o perdão” (v. 4). “Em cada diocese, pelo menos uma igreja ficará aberta durante 24 horas consecutivas, oferecendo a possibilidade de adoração e da confissão sacramental”.

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Pontifício Conselho reforça iniciativa do Dia de Oração e Jejum pela Paz

Da Redação, com Boletim da Santa Sé 

Pessoas de outras religiões estão convidados a se unirem ao Dia de Oração e Jejum pela Paz no próximo dia 23 de fevereiro, uma iniciativa do Papa Francisco. Nesta terça-feira, 6, o Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso emitiu um comunicado expressando gratidão aos irmãos de outra religião que acolherem este convite.

O Dia de Oração e Jejum pela Paz foi anunciado no Angelus do último domingo, 4, pelo Papa Francisco. A iniciativa foi em virtude das situações de conflito em diversas partes do mundo e, em especial, a proposta é rezar pela paz na República Democrática do Congo e no Sudão do Sul.

O próprio Francisco manifestou, durante o anúncio, que o convite não se estende apenas aos católicos. “Como em outras ocasiões similares, convido também os irmãos e irmãs não católicos e não cristãos a se associarem a esta iniciativa na modalidade que considerarem mais oportuna, mas todos juntos”, disse na ocasião. 

“O Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, consciente de que as religiões podem contribuir grandemente à obtenção e consolidação da paz, será grato aos irmãos e às irmãs de outras religiões que desejarem acolher tal apelo e viver momentos de oração, jejum e reflexão segundo a própria tradição e nos próprios lugares de culto”, informa o comunicado divulgado hoje.

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Participe da Celebração da Partilha nos Setores

No próximo dia 08 de fevereiro, 2ª quinta-feira do mês, teremos a Celebração da Partilha nos 14 setores de nossa paróquia às 20h. Padre Gilmar presidirá a Santa Missa no Setor 05. A Celebração da Partilha ocorre sempre na 2ª quinta-feira do mês nos setores. 

Caso você não possa participar da Celebração, você pode devolver o Dízimo na Secretaria Paroquial, localizada na Rua São Paulo, 3577, ou na Igreja antes ou depois da Santa Missa. 

Dízimo é o ato de gratidão a Deus, do qual recebemos tudo o que temos. É devolução a Ele de um pouco do que dele recebemos, por meio da Igreja, para que seu Reino aconteça entre nós. É manifestação de nosso amor a Deus e aos irmãos. É partilha dos bens que estão a nosso dispor, especialmente com os mais necessitados. 

O oferecimento do Dízimo nasce do coração de cada cristão participante em sua comunidade. O cristão esclarecido, em espírito de oração, fará a Deus a sua promessa, o seu voto de ofertar o Dízimo. É um ato de Amor a Deus e aos irmãos. Dízimo é uma questão de generosidade. Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama quem dá com alegria(2 Cor. 9,7). 

O dizimista deve sentir-se livre perante Deus ao fixar o percentual de sua contribuição. Não deve se preocupar com o que sai do seu bolso (se muito ou pouco dinheiro), mas com o que sai de seu coração (se pouco ou muito amor a Deus e à Comunidade).

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