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Roteiro da Celebração da Partilha de Dezembro está disponível

CELEBRAÇÃO DA PALAVRA E PARTILHA DO DÍZIMO

Quinta-feira, 14 de Dezembro

 

MONIÇÃO INICIAL: Caríssimos irmãos e irmãs dizimistas, boa noite! Sejam todos bem-vindos para a celebração da partilha. Vivendo o tempo do advento em preparação ao Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo, celebramos, hoje, São João da Cruz: um dos grandes mestres da experiência mística. É dele a frase: “Onde não há amor, coloque amor e o encontrarás amor”. O Dízimo é a grande experiência de amor dos cristãos em relação a Deus, a Igreja e Comunidade de irmãos e irmãs. Realizemos com fé esta celebração, rezando por todos os dizimistas e benfeitores, e agradecendo a Deus por mais um ano que termina. Cantemos.

Canto: A escolher

 

PR: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo - POVO: Amém.

PR: A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Amor do Pai e a Comunhão do Espírito Santo estejam convosco.

POVO: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

 

ATO PENITENCIAL: Reconhecer que somos pecadores é uma atitude de humildade diante de Deus e dos irmãos e ao mesmo tempo uma profissão de fé profunda na misericórdia de Deus que nos perdoa e nos convida para uma vida de partilha com os irmãos. Façamos agora nosso exame de consciência. Tenho assumido meu batismo como compromisso de ser testemunha de Deus em minha vida? Na minha comunidade tenho sido sinal de esperança de uma vida que nasce da fé? Tenho devolvido o Dízimo para o sustento da igreja e da evangelização? (Momento de silêncio.)

 

PR: Confessemos os nossos pecados: Confesso a Deus todo poderoso, e a vós irmãos e irmãs, que pequei muitas por pensamentos, palavras, atos e omissões. Por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus Nosso Senhor.

 

PR: Senhor, tende piedade de nós! Senhor, tende piedade de nós!

PR: Cristo, tende piedade de nós! Cristo, tende piedade de nós!

PR: Senhor, tende piedade de nós! Senhor, tende piedade de nós!

 

PR: Deus todo poderoso, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza vida eterna. Amém!

 

 

PR: OREMOS: Ó Deus, ao dar-vos graças pelos frutos que a terra produziu para o nosso sustento, concedei que a vossa providência, que os fez brotar do solo, faça germinar em nossos corações a semente da justiça e da caridade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

 

 

 

 

 

 

 

 

LITURGIA DA PALAVRA

 

Comentário: O autor sagrado, com palavras claras e simples, indica a importância indispensável da entrega do Dízimo ao Senhor, e como devemos dá-lo para que seja autêntico.

 

1ª LEITURA: (Eclesiástico 35, 1-10)

 

SALMO RESPONSORIAL: Salmo 144

 

 Refrão: Misericórdia e piedade é o Senhor! Ele é amor, é paciência, é compaixão.

 

1.    Ó meu Deus, quero exaltar-vos, ó meu Rei, e bendizer o vosso nome pelos séculos. O Senhor é muito bom para com todos, sua ternura abraça toda criatura.

 

2.    Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem, e os vossos santos com louvores vos bendigam! Narrem a glória e o esplendor do vosso reino e saibam proclamar vosso poder!

 

3.    Para espalhar vossos prodígios entre os homens e o fulgor de vosso reino esplendoroso. O vosso reino é um reino para sempre, vosso poder, de geração em geração.

 

 

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO. EVANGELHO (Mateus 11, 11-15)

 

PRECES: Devem ser preparadas pelo setor.

 

PARTILHA DO DÍZIMO (motivação feita pelo celebrante para a procissão das ofertas)

 

 

ORAÇÃO DEPOIS DA PARTILHA

 

PR: Oremos: Recebi, ó Pai, o nosso dízimo, como recebestes a oferta de Abel, o sacrifício de Abraão e os dons de Melquisedec. Nós vos suplicamos que seja levado a vossa presença e sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do Céu. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

 

 

MOMENTO DE LOUVOR

 

(OBS. canta-se um refrão enquanto 3 pessoas vão buscar o Santíssimo e o coloca sobre o altar. O ministro trás o Santíssimo, juntamente com os outros 2 um leva o corporal e outro a vela)

REFRÃO: O Pão do céu és tu Jesus, via de amor, nos transforma em Ti.

OBS.: Após ter colocado o Santíssimo sobre o altar; para o canto e quem preside faz uma reverência (genuflexão) ao Santíssimo.

 

 

PR: Irmãos (as) estas hóstias consagradas são a recordação viva do Corpo do Senhor, da vida que Ele entregou por todos nós. Jesus nos alimenta com o pão da Vida e nos une a todos os irmãos (as) que estão reunidos nos demais setores de nossa comunidade.

 

PR: O Senhor esteja com vocês.          - POVO: Ele está no meio de nós.

 

PR: Elevemos ao Senhor o nosso louvor. - POVO: E nossa alegria e salvação.

 

PR: Nos vos damos graças, ó Pai, por toda a vossa criação e por tudo o que fizestes no meio de nós, por meio de Jesus Cristo, vosso Filho e nosso irmão, que nos deste como imagem viva do vosso amor e de vossa bondade.

POVO: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

 

PR: Como expressão de nosso louvor, colocamos aqui este sinal da nossa fé: a comunhão no Santíssimo Corpo do Senhor e nosso desejo de corresponder com mais fidelidade à missão que nos destes.

POVO: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

 

PR: Enviai sobre nós, aqui reunidos, o vosso Espírito e dai a esta terra que nos sustenta uma nova face. Que haja paz em nossas famílias e cresça em nossa comunidade a alegria de sermos vossos, por Cristo nosso Senhor.

POVO: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

 

PR: Pela palavra do Evangelho de vosso Filho, fazei que as Igrejas do mundo inteiro caminhem na unidade e sejam sinais da presença do Cristo ressuscitado. Tornai este setor cada vez mais sinal da vossa bondade.

POVO: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

 

PR.: Ó Deus, criador do céu e da terra, os nossos louvores e nossas preces cheguem a vós pelas mãos daquele que é nosso único mediador, Jesus Cristo nosso Senhor. Amém

 

RITO DE COMUNHÃO

 

PR: Rezemos juntos como o Senhor nos ensinou- PAI NOSSO....

O Ministro tomando a hóstia consagrada diz: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

POVO: - Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

  CANTO: - A escolher.

DEPOIS DA COMUNHÃO

 

OREMOS - Dai-nos, ó Deus, colher os frutos da nossa participação nesta celebração da partilha para que, auxiliados pelos bens terrenos, possamos conhecer os valores eternos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. - Amém.

 

AVISOS: (Balancete do mês, total do dízimo etc.). BENÇÃO: PR- Abençoe-nos o Deus todo poderoso, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

 

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Papa preside Missa na festa litúrgica de Nossa Senhora de Guadalupe

O Papa Francisco presidiu nesta terça-feira, 12, a Santa Missa na Basílica Vaticana por ocasião da Festa Litúrgica de Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira de toda a América. Em sua homilia, ele destacou a riqueza da diversidade cultural da América Latina e a necessidade de valorização desses povos.

Francisco iniciou a homilia falando do prefácio do Magnificat, que ele gosta de chamar de “cântico de Isabel” ou “cântico da fecundidade”. Isabel sob o sinal de esterilidade e da fecundidade foram justamente os dois pontos que o Pontífice destacou. Na época, a esterilidade era considerada um castigo divino, fruto do próprio pecado ou do esposo. “Imaginemos por um instante os olhares de seus familiares, dos vizinhos, dela mesma, esterilidade que vai fundo e termina paralisando toda a vida”.

A esterilidade, segundo o Papa, pode tomar muitos nomes e formas cada vez que uma pessoa sente em sua carne a vergonha, às vezes estigmatizada por sentir-se de pouco valor. Isso se vislumbra no índio Juan Diego – a quem apareceu a Virgem de Guadalupe – , quando diz a Maria: “eu em verdade não valho nada”, “sou submetido a sombras e cargos alheios, é o meu paradeiro, não posso ir além daquilo que te dignas enviar-me”.

Esse sentimento também pode estar nas comunidades indígenas e afroamericanas, que em muitas ocasiões não são tratadas com dignidade e igualdade de condições, ou ainda nos pobres, desempregados, migrantes, mulheres excluídas em razão do sexo ou condição socioeconômica.

Mas junto a Isabel estéril contempla-se também Isabel a mulher fecunda, observou o Santo Padre. Ela que não podia ter filhos carregou em seu seio o precursor da salvação. “Nela entendemos que o sonho de Deus não é nem será a esterilidade nem estigmatizar ou encher de vergonha seus filhos, mas fazer brotar neles e deles um canto de louvor”.

Em meio à dialética de fecundidade-esterilidade, o Papa convidou a olhar para a riqueza da diversidade cultural dos povos da América Latina e Caribe. É um sinal da grande riqueza que deve ser não só cultivada, mas defendida de toda tentativa homogenizadora que acaba impondo um único modo de pensar, de ser, de sentir e de viver, especialmente aos jovens. A fecundidade, destacou Francisco, exige defender os povos de uma colonização ideológica que apaga o mais rico deles, sejam indígenas, afroamericanos, mestiços, camponeses ou suburbanos.

“A Mãe de Deus é imagem da Igreja e dela queremos aprender a ser Igreja com rosto mestiço, com rosto indígena, afroamericano, rosto camponês, rosto cola, ala, cacaxtle. Rosto pobre, de desempregado, de menino e menina, idoso e jovem para que ninguém se sinta estéril nem infecundo, para que ninguém se sinta envergonhado ou pouca coisa. Mas, ao contrário, para que cada um igual a Isabel e Juan Diego possa sentir-se portador de uma promessa, de uma esperança”.

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Participe da Celebração da Partilha nos Setores no dia 14/12

No próximo dia 14 de dezembro, 2ª quinta-feira do mês, teremos a Celebração da Partilha nos 14 setores de nossa paróquia às 20h. No setor 04, o Padre Gilmar Margotto presidirá a Santa Missa no mesmo horário. A Celebração da Partilha ocorre sempre na 2ª quinta-feira do mês nos setores. 

Caso você não possa participar da Celebração, você pode devolver o Dízimo na Secretaria Paroquial, localizada na Rua São Paulo, 3577, ou na Igreja antes ou depois da Santa Missa. 

Dízimo é o ato de gratidão a Deus, do qual recebemos tudo o que temos. É devolução a Ele de um pouco do que dele recebemos, por meio da Igreja, para que seu Reino aconteça entre nós. É manifestação de nosso amor a Deus e aos irmãos. É partilha dos bens que estão a nosso dispor, especialmente com os mais necessitados. 

O oferecimento do Dízimo nasce do coração de cada cristão participante em sua comunidade. O cristão esclarecido, em espírito de oração, fará a Deus a sua promessa, o seu voto de ofertar o Dízimo. É um ato de Amor a Deus e aos irmãos. Dízimo é uma questão de generosidade. Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama quem dá com alegria(2 Cor. 9,7). 

O dizimista deve sentir-se livre perante Deus ao fixar o percentual de sua contribuição. Não deve se preocupar com o que sai do seu bolso (se muito ou pouco dinheiro), mas com o que sai de seu coração (se pouco ou muito amor a Deus e à Comunidade).

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Catedral receberá Concerto de Natal no dia 15/12

Na próxima sexta-feira, 15 de dezembro, a Orquestra Sinfônica da Escola Municipal de Artes “João Cornachione ‘Oscarito’” e o Coral Canto Livre se unem para um emocionante Concerto de Natal, apresentado ao público no interior da Catedral Nossa Senhora Aparecida. A apresentação musical terá início às 20h30, logo após a celebração da Santa Missa.

O evento faz parte das Festividades de Natal promovidas pela Prefeitura de Votuporanga, por meio da Secretaria Municipal de Cultura. Esta mesma atração musical poderá ser conferida uma segunda vez, no dia 22, na Concha Acústica. 

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Horário das Celebrações de Fim de Ano já estão definidos

Os Horários das Celebrações de Fim de Ano na Catedral Nossa Senhora Aparecida já estão definidos. No dia 24 de dezembro será celebrada a Vigília do Natal do Senhor às 19h. No Dia de Natal, será celebrada a Santa Missa do Natal do Senhor às 10h e às 19h30. No dia 31 de dezembro, será celebrada a Santa Missa em Agradecimento pelo ano de 2017 às 19h. No dia 01 de janeiro, Dia Mundial da Paz e Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, será celebrada a 1ª Missa de 2018 às 19h30. Nos domingos 24 e 31 também serão celebradas as Missas das 7h30 e 10h, conforme costume.
 

Resumo das Celebrações 

24/12 - 19h - Vigília do Natal do Senhor 
25/12 - 10h e 19h30 - Missa do Natal do Senhor 

31/12 - 19h - Missa em Agradecimento pelo Ano de 2017
01/01 - 19h30 - Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus e Dia Mundial da Paz

Participemos com grande alegria destas celebrações do Tempo do Natal do Senhor!

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Dom Moacir apresenta balanço da Diocese e proposta do Ano Nacional do Laicato

O Bispo da Diocese de Votuporanga, Dom Moacir Aparecido de Freitas, se reuniu com a imprensa na manhã dessa quinta-feira, dia 7 de dezembro, para apresentar um balanço das atividades do primeiro ano da Diocese e também para detalhar o Ano Nacional do Laicato – o Ano do Leigo. A coletiva também contou com a presença de padres e funcionários e voluntários da Catedral Nossa Senhora Aparecida. A novidade divulgada pelo Bispo foi a nomeação do padre da Catedral, Gilmar Margotto, na função de assessor de Imprensa, com o objetivo de facilitar o contato e acesso dos veículos de comunicação nos assuntos relacionados às atividades da Diocese.

 

Na oportunidade Dom Moacir aproveitou para elencar as nomeações de cargos importantes para o funcionamento desse primeiro ano. “Antes de assumir a Diocese já me reuni com os padres para distribuir algumas funções e três pessoas foram escolhidas para ajudar nessa fase inicial, o padre coordenador de pastoral, Geomar Alves dos Santos, o padre ecônomo Carlos Roberto dos Santos e o padre chanceler Roberto da Silva Bocalete, que dá a validade para os documentos da Diocese”. Junto ao ecônomo também foi definido o contador da Diocese, André Grattão. Posteriormente aconteceu a nomeação do vigário Geral, função assumida pelo padre Lorival Angelo Marques.

 

Dom Moacir também destacou sobre o Conselho de Presbíteros. “É o senado do Bispo, que ajuda no encaminhamento das atividades e a partir dele foi criado o Colégio de Consultores, que ajuda nas decisões econômicas”. O destaque ficou ainda para algumas das conquistas do primeiro ano da Diocese. “Realizamos a primeira Assembleia Pastoral, dando condições para o nosso plano de trabalho e também o encontro com os presbíteros, onde debatemos sobre sofrimento psíquico dos padres. Além disso, em 2017 vivenciamos o Ano Mariano, os 300 anos do aparecimento da imagem de Nossa Senhora Aparecida, tendo excelente participação na Catedral e nos ajudando a viver melhor o plano que Deus realizou sob Nossa Senhora.”

 

Sobre o Ano Nacional do Laicato, Dom Moacir enfatizou a proposta para 2018. “A ideia está embasada no documento 105 assinado ano passado por nossos Bispos, ‘Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade’, que traz o lema ‘Sal da terra e luz do mundo’ (Mt 5, 13-14). Poderemos celebrar a presença dos leigos e a sua vocação de ser sal da terra e luz do mundo. Além de aprofundar a vocação, também aprofundar a espiritualidade, ajudando a testemunhar e seguir o desejo de Jesus Cristo, sendo Evangelho vivo na sociedade”.

 

Na coletiva, padre Gilmar reforçou o convite para a Missa de abertura do Ano Nacional do Laicato, que será nessa sexta-feira, dia 8 de dezembro, data que a Igreja comemora a Solenidade da Imaculada Conceição, às 20 horas, na Catedral. Será presidida por Dom Moacir e concelebrada pelos padres da Diocese. O tema será trabalhado até a Solenidade de Cristo Rei, em novembro de 2018. Já na segunda-feira, dia 11, às 19h30, a Missa na Catedral será para celebrar o aniversário de 30 anos de vida sacerdotal de Dom Moacir.

 

Por fim, padre Gilmar, agradeceu o apoio dos meios de comunicação. “A imprensa tem sido muito parceira da Igreja e tem nos ajudado na divulgação dos trabalhos sociais e projetos. Que Deus abençoe e recompense por todo o bem que fazem, pois sabemos da importância e participação de vocês.”

 

Entre os padres presentes estavam o padre Lorival Angelo Marques, padre Geomar Alves dos Santos, padre Carlos Roberto dos Santos, padre Alexandre Pereira da Silva e o padre Edivaldo Medeiros. Vale ressaltar que qualquer solicitação da imprensa relacionada à Diocese ou ao Bispo, poderá ser encaminhada ao padre Gilmar, que fará o intermédio para atender as demandas. O telefone da Catedral é (17) 3421 6245 ou (17) 99742 8470.

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Abertura do Ano do Laicato na Diocese será dia 08/12 na Catedral

A Diocese de Votuporanga celebrará com Santa Missa na Catedral nesta sexta-feira,08, Solenidade da Imaculada Conceição, às 20h a Abertura do Ano do Laicato. A celebração será presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas, e concelebrada pelos padres da diocese. O Ano do Laicato foi aberto nacionalmente no último dia 26 de novembro, Solenidade de Cristo Rei do Universo.

A iniciativa de um Ano Nacional do Laicato tem o intuito de protagonizar o papel e a missão dos leigos na igreja e na sociedade. Os leigos são os cristãos batizados que não estão ligados como membros às Sagradas Ordens, ou seja, os que foram incorporados a Cristo pelo Batismo, que formam o Povo de Deus, e que participam da função sacerdotal, profética e régia de Cristo.

Os cristãos leigos estão na linha mais avançada da vida da Igreja; e devem ter uma consciência clara, não somente de pertencerem à Igreja, mas de “serem e sentirem com a Igreja”, isto é, a comunidade dos fiéis na terra em unidade com o Santo Padre, o Papa, e em comunhão com seus Bispos. Juntos, como a Igreja.

O leigo tem como vocação própria, procurar o Reino de Deus exercendo funções no mundo, no trabalho, mas ordenando-as segundo o Plano e a vontade de Deus. Cristo os chama a ser “sal da terra e luz do mundo” (lema deste ano do laicato). O leigo deve ser testemunha de Cristo aonde o sacerdote não chega. Ele deve levar a luz de Cristo aos ambientes de trevas, de pecado, de injustiça, de violência, enfim, ao mundo de hoje com suas virtudes e mazelas. Assim, no mundo do trabalho, levando tudo a Deus, o leigo contribui para o louvor do Criador. Ele constrói o mundo pelo trabalho, e assim coloca na obra de Deus a sua assinatura.

Sabendo da importância do leigo para a Igreja, a Igreja no Brasil tem a proposta de celebrar no período de 26 de novembro de 2017, Solenidade de Cristo Rei, à 25 de novembro de 2018, o “Ano do Laicato”.

O tema escolhido para animar a mística do Ano do Laicato foi: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema, como já dissemos: “Sal da Terra e Luz do Mundo” (Mt 5,13-14). O Ano do Laicato terá como objetivo geral: “Como Igreja, Povo de Deus, celebrar a presença e a organização dos cristãos leigos e leigas no Brasil; aprofundar a sua identidade, vocação, espiritualidade e missão; e testemunhar Jesus Cristo e seu Reino na sociedade”

 

O Concílio Ecumênico Vaticano II fez vir à tona mais ainda a atividade do leigo na Igreja: “Os leigos que forem capazes e que se formarem para isto podem também dar sua colaboração na formação catequética, no ensino das ciências sagradas e atuar nos meios de comunicação social.” (CIC §906)

Os leigos são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, “eles têm a obrigação e gozam do direito, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente por meio deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que sem ela o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito”. (CIC §900).

“Os leigos podem também sentir-se chamados ou vir a ser chamados para colaborar com os próprios pastores no serviço da comunidade eclesial, para o crescimento e a vida da mesma, exercendo ministérios bem diversificados, segundo a graça e os carismas que o Senhor quiser depositar neles.” (CIC §910). Nesse sentido, além do trabalho essencial dos leigos no mundo, a colaboração intraeclesial também é muito importante como membros da Igreja.

Que nossos leigos e leigas neste ano especial, fiéis filhos da Igreja, e seguidores de Jesus Cristo, possam, diante de tantas ideologias e injustiças serem testemunhas de um tempo novo em que o Evangelho vivido seja um sinal de esperança cristã para a sociedade, totalmente comprometidos com Jesus Cristo e guiados pelo Espírito Santo no caminho para o Pai e assim sejam sempre mais testemunhas evangélicas da misericórdia divina!

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Dom Moacir completará 30 anos de Ordenação Sacerdotal

Na próxima segunda-feira, 11, o bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas completa 30 anos de ordenação sacerdotal. A data será comemorada com a Santa Missa na Catedral às 19h30 desse dia, com a presença de padres e fieis da diocese.

 

Nascido na cidade de Ibirá, São Paulo, no dia 22 de agosto de 1962, Dom Moacir Aparecido de Freitas é filho de Accacio Lopes de Freitas (in Memoriam) e de Nair Narducci de Freitas. Possui mais três irmãos: Antonio, José Carlos e Rosana. Foi batizado na Paróquia São Lourenço em Urupês no dia 02 de dezembro de 1962.

Foi ordenado diácono na Paróquia de São Lourenço de Urupês em 24 de outubro de 1987 e em 11 de dezembro do mesmo ano, recebeu a ordenação presbiteral. Ambas as ordenações aconteceram pela imposição das mãos de Dom Constantino Amstalden, bispo de São Carlos. 

No seu primeiro ano de ministério (1988) foi vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora do Patrocínio em Jaú-SP e Capelão da Santa Casa de Jaú. Em 1989 e 1990 foi Pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida em Américo Brasiliense-SP; em 1991 e 1992 foi co-pároco da Paróquia Senhor Bom Jesus em Ibitinga-SP e de 1993 a 2016 foi pároco da Paróquia Santa Teresa d’Ávila em Ibitinga. 

Na diocese de São Carlos exerceu as funções de representante do Conselho de Presbíteros em 1989; Coordenador da Pastoral Catequética na Região Pastoral IV (1992-1996); Coordenador Diocesano da Comissão Testemunho no Projeto Rumo ao Novo Milênio (1997-1999); Coordenador da Escola de Teologia para Agentes de Pastoral na Região Pastoral IV (2001-2004) e Diretor Espiritual no Seminário de Teologia “Casa de Formação São Carlos”, na cidade de Campinas (2008-2016). 

O Papa Francisco no dia 20 de julho de 2016 criou a nova Diocese de Votuporanga-SP e nomeou Dom Moacir Aparecido de Freitas para ser seu primeiro bispo. O novo bispo escolheu como lema episcopal: “Verbum panis factum est”, isto é, “A Palavra se fez pão”. Ao explicar sobre a frase escolhida disse: “para mim esse mistério da Encarnação se renova em cada Celebração Eucarística, grande expressão do amor de Deus por nós, bem como nos dá a graça para entender e viver a vontade de Deus no meio dos irmãos e irmãs”. 

Dom Moacir foi ordenado bispo no dia 11 de outubro de 2016 na Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus de Ibitinga, em celebração presidida por Dom Paulo Cezar, bispo de São Carlos e concelebrada por diversos bispos e padres. No dia 22 de outubro de 2016, Dom Moacir tomou posse como primeiro bispo da Diocese de Votuporanga.

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Presépio já está montado na Catedral

Desde o último dia 01, quem passa pela Catedral, seja pra fazer suas orações pessoais diárias ou participar da Santa Missa, fica encantado ao ver o belo presépio que foi montado no interior da Igreja.

Ele apresenta a cena do nascimento de Jesus em uma região montanhosa, pela qual os magos caminham para a chegar até a gruta do nascimento do filho de Deus. O presépio está todo iluminado e possui também um pequeno lago.

Significado do presépio de Natal

O presépio é uma montagem com peças, que faz referência ao momento do nascimento de Jesus Cristo. Com o menino Jesus na manjedoura ao centro, o presépio apresenta o local e os personagens bíblicos que estavam presentes neste importante momento cristão.

Origem do presépio de Natal De acordo com fontes históricas, o primeiro presépio foi montado por São Francisco de Assis no Natal de 1223. O frade católico, montou o presépio em argila na floresta de Greccio (comuna italiana da região do Lácio). Sua ideia era montar o presépio para explicar as pessoas mais simples o significado e como foi o nascimento de Jesus Cristo.

No século XVIII, a tradição de montar o presépio, dentro das casas das famílias, se popularizou pela Europa e, logo em seguida, por outras regiões do mundo.

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Papa Francisco admite que gostaria de viajar à China

Durante o voo de volta a Roma, depois da sua visita apostólica a Mianmar e Bangladesh, o Papa Francisco participou, como de costume, da coletiva de imprensa na qual disse que não é algo oculto que ele gostaria de visitar a China, mas que no momento não existe uma viagem em preparação.

“A viagem à China não está em preparação: fiquem tranquilos, no momento não está em preparação”, indicou o Pontífice ao responder uma pergunta de um dos jornalistas que o acompanhavam durante o voo papal neste sábado, 2 de dezembro.

Entretanto, confessou que gostaria de visitar a China. “Eu gostaria, não é um segredo”, assinalou.

Francisco indicou que as negociações entre o Vaticano e o gigante asiático “são de alto nível cultural”. “Por exemplo, nestes dias, há uma Mostra dos Museus chineses no Vaticano... as relações culturais, científicas, os professores, padres que ensinam na Universidade estatal chinesa, existem”, acrescentou.

O Pontífice disse que “logo existe o diálogo político, sobretudo pela Igreja chinesa, com aquela história da Igreja Patriótica, a Igreja clandestina, que se deve caminhar passo a passo, com delicadeza, como já está sendo feito, lentamente”.

“É necessário ter paciência. Mas as portas do coração estão abertas, E acredito que fará bem a todos, uma viagem à China. Eu gostaria muito de fazê-la”, assinalou.

Logo depois que as forças comunistas assumiram o poder na China, em 1949, foi criada a Igreja Patriótica com o fim de controlar os católicos chineses.

Entretanto, as pessoas que decidiram permanecer fiéis ao Papa se reuniram em uma Igreja clandestina, cujos sacerdotes e bispos sofrem certas restrições. Alguns bispos passaram vários anos na prisão por não obedecer o regime comunista chinês.

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7 meios espirituais para aproveitar ao máximo o Advento

O sacerdote, escritor e funcionário da Secretaria de Estado do Vaticano, Dom Florian Kolfhaus, compartilha 7 meios espirituais para todos os católicos que quiserem se preparar de uma maneira especial para receber Cristo no Natal.

A seguir, confira os 7 meios descritos em sua coluna publicada originalmente em CNA Deutsche:

1. Jejuar no Advento

Mesmo se as quatro semanas anteriores ao Natal têm um caráter “mais alegre” do que a penitência prévia à Páscoa, devemos esperar o aniversário de Jesus para celebrar a ceia de Natal.

Não é apenas um sacrifício que tem um valor espiritual, mas um sacrifício que nos ajuda na expectativa para o Natal.

2. Levantar-se 10 minutos mais cedo

Não é fácil levantar-se cedo de manhã, mas um pouco mais de tempo cada dia nos dá a oportunidade de começar bem o dia com Deus: uma oração pessoal de manhã, uma breve leitura das Escrituras, a oração do Rosário, etc.

São Josemaría Escriva diz que o momento de se levantar é o “minuto heroico”, o qual decide sobre todo o dia.

 

 

A Bíblia nos diz que São José costumava se levantar rapidamente de um sonho e, sem dúvida, é um bom defensor daqueles que não podem deixar de lado a comodidade.

3. Dar presentes de coração

Todos os dias podemos dar um pequeno presente, carta ou imagem. Eu sempre me pergunto por que não alegrar alguém em cada dia de Advento?

É bom ter um plano prévio: dar de presente possivelmente uma fotografia preta e branca para um familiar, brinquedos dos meus filhos para um sobrinho, os casacos para um orfanato ou fazer biscoitos para uma casa de idosos.

4. Ter um tempo de silêncio todos os dias

Todos os dias de Advento, devemos contar com uma hora de silêncio. Nem rádio, nem telefone, nem televisão, nem música de fundo, mas aproveitar o tempo para os momentos de oração e reflexão. E se sentirmos agitação ou preocupações, devemos encaminhá-las para deixar que o Messias entre no coração. A paz externa e o silêncio interior quase limpam automaticamente a alma.

5. Visitar Jesus

O Natal não é do Papai Noel, mas do pequeno menino no presépio. É o Filho de Deus que nos alimenta verdadeiramente, tão pequeno e que despretensioso está presente em todos os tabernáculos.

O Natal é a celebração do “pão vivo” que desceu do céu como nosso alimento. Belém significa “casa do pão”.

Todos os dias, podemos visitar a igreja, embora seja apenas por alguns minutos. Participar da Missa é uma maneira de devoção.

6. Confessar-se

Jesus nasce em um estábulo, na pobreza e na simplicidade, longe do barulho dos albergues. Entretanto, São José certamente teve que remover as teias de aranha e a sujeira ao redor; enquanto Nossa Senhora arrumou a roupa de cama limpa para preparar um bom lugar para o recém-nascido. Acima de tudo, tinham um coração cheio de amor puro.

Sem confissão não há um bom Natal para os católicos. A palha velha ou podre deve ser varrida do coração; outras vezes limpar o pó é suficiente, mas Jesus sempre quer encontrar uma morada onde possa repousar.

7. Devoção a Maria

Sem Maria não existiria Jesus. Sem Maria não poderíamos celebrar o Natal, porque o Filho de Deus não se tornaria homem. Portanto, o caminho à Belém é o da mãe de Jesus, que também é o nosso caminho.

Todos os dias, deve-se rezar o Rosário. Devemos rezar à Virgem Maria todos os dias do Advento para receber Jesus e não só na véspera de Natal.

Também devemos rezar pela maternidade de todas as mulheres que esperam ou perderam um filho nesses dias.

É necessário nos dirigirmos à nossa Mãe, pedir-lhe a sua intercessão em nossas necessidades, para agradecer-lhe pelo seu sim em Nazaré, pelo cuidado e pela criação de Jesus, pela sua ajuda maternal a Ele e a nós, por sua lealdade na Cruz.

Podemos lhe dar flores, uma oração especial ou uma pequena peregrinação a uma igreja. Também podemos lhe dar uma nova alegria todos os dias, possivelmente reconciliando-nos com velhos inimigos, renunciado nossos maus hábitos ou oferecendo as dificuldades que temos em nosso trabalho.

Por que fazemos tudo isto? Somente para fazê-la feliz. A fim de dar algo em troca do melhor presente de todos: Jesus!

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Papa convida a rezar pelos idosos, em dezembro

Foi publicada, ontem (04/12), a mensagem de vídeo em que o Papa Francisco apresenta as intenções de oração, para o mês dezembro, ao Apostolado da Oração, Rede Mundial de Oração do Papa. Este mês, o Papa convida a rezar pelos idosos.

“Um povo que não protege os avós e não os trata bem é um povo que não tem futuro! São os idosos que oferecem a sabedoria da vida”, afirma o Papa no vídeo. 

“Eles foram encarregados de transmitir a experiência da vida, a história de uma família, de uma comunidade, de um povo.” 

“Tenhamos presente os nossos idosos, para que, sustentados pelas famílias e instituições, colaborem com a sua sabedoria e experiência na educação das novas gerações”, conclui Francisco. 

Segundo o Apostolado de Oração, os desafios para este mês de dezembro são: visitar familiares ou conhecidos idosos neste tempo de Natal e levar-lhes a alegria do nascimento de Jesus; promover na própria comunidade algum momento de partilha de histórias de vida da parte de alguns idosos, orientado para os mais jovens, estar atentos a situações de abandono ou fragilidade de pessoas idosas e ajudar a resolvê-las.

Por Rádio Vaticano

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Papa Francisco pede sabedoria e paz sobre Jerusalém

“Jerusalém é uma cidade única, sagrada para os judeus, os cristãos e os muçulmanos, que nela veneram os locais santos das respectivas religiões, e tem uma vocação especial à paz. Peço ao Senhor que esta identidade seja preservada e reforçada em benefício da Terra Santa, do Oriente Médio e do mundo inteiro”. Este foi o apelo do Papa Francisco em prol da cidade de Jerusalém, ao final da  Audiência Geral desta quarta-feira, 06, na Sala Paulo VI.

O apelo do Pontífice foi motivado pela decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de anunciar nesta quarta-feira, 6, a mudança da embaixada estadunidense de Tel Aviv para Jerusalém. A Cidade Santa é disputada como capital também pelos palestinos. “Não posso silenciar a minha profunda preocupação pela situação que se criou nos últimos dias e, ao mesmo tempo, dirigir um forte apelo para que seja compromisso de todos respeitar o status da cidade, em conformidade com as pertinentes Resoluções das Nações Unidas”, pediu o Papa.

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, manifestou a Trump a preocupação de que esta mudança da política dos EUA possa ter consequências perigosas para o processo de paz em todo o Oriente Médio. Abbas fez um apelo ao Papa Francisco e aos presidentes de Rússia, França e Jordânia para que tentem dissuadir Trump. “Que prevaleçam sabedoria e prudência, para evitar acrescentar novos elementos de tensão num panorama mundial já turbulento e marcado por inúmeros e cruéis conflitos”, finalizou Francisco no apelo de paz ao Oriente.

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Papa: é do diálogo que nasce a colaboração pelo bem dos necessitados

Nesta quarta-feira, 6, o Papa Francisco recebeu uma delegação do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso que está reunida nestes dias com a Comissão palestina para o diálogo inter-religioso.

No breve encontro, Francisco fez um discurso manifestando satisfação pela iniciativa de construir um grupo de diálogo permanente entre as duas instituições. “O diálogo se instaura em dois níveis: o pessoal – com reflexão e oração – e na família, no âmbito da comunidade religiosa, entre as comunidades e também com a sociedade civil”, disse.

Em todos os casos, a condição primária é o respeito recíproco e o reconhecimento a todas as pessoas de seus direitos, onde quer que se encontrem. “É do diálogo que nascem conhecimento, apreço, colaboração e ação em sinergia pelo bem das pessoas necessitadas”, prosseguiu.

Assim, o Papa fez votos que tal diálogo beneficie toda a sociedade palestina, mas especialmente a componente cristã, exígua numericamente e desafiada pela emigração.

Neste sentido, Francisco fez um reconhecimento à atenção dedicada pelo Presidente Mahmoud Abbas à comunidade cristã, seu lugar e papel na sociedade. 

Concluindo, o Papa invocou sobre todos as bançãos de paz e prosperidade ao povo palestino, à Terra Santa e a todo o Oriente Médio.

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53 adolescentes receberam o Sacramento da Eucaristia pela 1ª vez

No domingo, 19, o Padre Gilmar Margotto ministrou o Sacramento da Eucaristia a 53 adolescentes da Paróquia Nossa Senhora Aparecida. A celebração teve início às 10h e foi realizada na Sé Catedral.

Os jovens passaram por dois anos de preparação para poderem receber Jesus Eucarístico pela primeira vez. Como gesto concreto, os adolescentes doaram brinquedos que serão entregues às crianças carentes da cidade.

O sacramento da Sagrada Eucaristia, que, juntamente com o batismo e a confirmação, faz parte do sacramento de iniciação cristã. Ela que é o misterioso centro de todos esses sacramentos; portanto, a fonte e o centro de toda a vida cristã.

Esse sacramento é conhecido por diversos nomes: Eucaristia, Santa Missa, Ceia do Senhor, Fração do Pão, Celebração Eucarística, Memorial da Paixão, da Morte e da Ressurreição do Senhor; Santo Sacrifício, Santa e Divina Liturgia, Santos Mistérios, Santíssimo Sacramento do altar, Santa Comunhão.

Originalmente, a Sagrada Eucaristia era a oração de ação de graças da Igreja primitiva e precedia a consagração do pão e do vinho. Posteriormente, a Palavra foi conferida a toda celebração da Santa Missa. A Sagrada Eucaristia é o sacramento em que Jesus entrega o Seu Corpo e o Seu Sangue – Ele próprio, por nós, para que também nos entreguemos a Ele em amor e nos unamos a Ele na Sagrada Comunhão. É o próprio sacrifício do Corpo e do Sangue do Senhor Jesus, que Ele instituiu para perpetuar o sacrifício da cruz no decorrer dos séculos até o Seu regresso, confiando assim à Sua Igreja o memorial da Sua Morte e Ressurreição. É o sinal da unidade, o vínculo da caridade, o banquete pascal em que se recebe Cristo, a alma se enche de graça e nos é dado o penhor da vida eterna.

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19 adultos receberam os sacramentos da Eucaristia e da Crisma no dia 20/11

No último dia 20 de novembro, 19 adultos receberam os Sacramentos da Eucaristia e Crisma n Sé Catedral Nossa Senhora Aparecida. A celebração foi presidida pelo Padre Gilmar Margotto e teve início às 19h. Os adultos foram preparados pelas Catequistas: Helena, Maria e Clarice.

Os sacramentos da Sagrada Eucaristia e da Crisma, que juntamente com o Batismo, fazem parte dos sacramentos de iniciação cristã.

A Catequese para adultos é a pastoral que trás a oportunidade para jovens e adultos de terem seu encontro pessoal com Cristo, por meio dos vários recursos que a Igreja nos dá. Com a catequese, se busca compreender melhor a nossa Igreja, mas principalmente, compreender e viver a Palavra de Deus.

Voltado a pessoas adultas que não receberam os sacramentos do Batismo, Primeira Eucaristia e/ou Crisma, a catequese tem o propósito de instruir, informar, transmitir, ensinar de viva voz a fé e a doutrina cristã. Anunciar Jesus, uma pessoa viva, levando o catequizando ao desejo de converter-se e aderir a Cristo, amadurecer e crescer na fé, segundo a vontade e os projetos de Deus.

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50 adolescentes receberam o Sacramento da Crisma

No último domingo,26, Solenidade de Cristo Rei do Universo, o bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas, presidiu o Sacramento da Crisma a 50 jovens da Paróquia Nossa Senhora Aparecida. A celebração teve início às 10h e foi realizada na Sé Catedral, sendo concelebrada pelo Padre Gilmar Margotto.

A Crisma ou Confirmação é o sacramento que completa o batismo e pelo qual recebemos o dom do Espírito Santo. Quem se decide livremente por uma vida como filho de Deus e pede o Paráclito, sob o sinal da imposição das mãos e da unção do óleo do Crisma, obtém a força para testemunhar o amor e o poder do Senhor com palavras e atos. Essa pessoa agora é membro legítimo e responsável da Igreja Católica.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que a Crisma, pertence, juntamente com o Batismo e a Eucaristia, aos três sacramentos da iniciação cristã da Igreja Católica. Nesse sacramento, tal como ocorreu no Pentecostes, o Paráclito desceu sobre a comunidade dos discípulos, então reunida. Assim como neles, o Espírito Santo também desce em cada batizado que pede à Igreja esse dom [Espírito Santo]. Dessa forma, o sacramento encoraja o fiel e o fortalece para uma vida de testemunho de amor a Cristo.

Chama-se Crisma (nas Igrejas Orientais: Crismação com o Santo Myron) por causa do rito essencial, que é a unção. Chama-se Confirmação, porque confirma e reforça a graça batismal. O óleo do Crisma é composto de óleo de oliveira (azeite) perfumado com resina balsâmica. Na manhã da Quinta-feira Santa, o bispo o consagra para ser utilizado no batismo, na confirmação, na ordenação dos sacerdotes e dos bispos e na consagração dos altares e dos sinos. O óleo representa a alegria, a força e a saúde. Quem é ungido com o Crisma deve difundir o bom perfume de Cristo (cf. II Cor 2,15).

O efeito da Confirmação é a efusão especial do Espírito Santo, como no Pentecostes. Tal efusão imprime, na alma, um carácter indelével e traz consigo um crescimento da graça batismal: enraíza mais profundamente na filiação divina, une mais firmemente a Cristo e a Sua Igreja, revigora na alma os dons do Espírito Santo e dá uma força especial para testemunhar a fé cristã.

 

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Participe da Campanha de Arrecadação de Brinquedos

Desde o último dia 11/11, está sendo realiada a Campanha de Arrecadação de Brinquedos pelo Grupo de Jovens "Geração Luz". A campanha que já é tradicional em nossa paróquia pretende transmitir alguns momentos de alegria às crianças carentes de nossa cidade.

A tradicional entrega dos brinquedos é realizada no barracão da Pastoral da Criança, no bairro Matarazzo, nos dias que antecedem o Natal. Para a entrega, as agentes da Pastoral da Criança convidam as crianças que elas dão assistência para participarem desse momento de felicidade. Além dos brinquedos, também é servido um lanche às crianças e familiares presentes. Aparecem também muitas crianças que não são assistidas, mas que também ganham seus presentes.

A Campanha também tem parceria com a catequese. Os jovens que recebem os Sacramentos da Crisma e Eucaristia doam alguns brinquedos como gesto concreto.

O grupo de jovens pede que cada paroquiano faça a sua parte e participe da campanha, doando um brinquedo novo ou usado, desde que esteja em bom estado. Os brinquedos podem ser entregues na secretaria paroquial durante a semana ou ser colocados nas caixas dispostas nas portas da Igreja durantes as celebrações do fim de semana. Caso o brinquedo esteja embrulhado, pede-se que seja colocada uma etiqueta informando o sexo e a idade recomendada do brinquedo..

Participe você também dessa campanha:

“Faça uma criança feliz, doe um brinquedo!”

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O que significa a Coroa do Advento?

A vela sempre teve um significado especial para o homem, sobretudo porque antes de ser descoberta a eletricidade ela era a vitória contra a escuridão da noite. À luz das velas São Jerônimo traduzia a Bíblia do grego e do hebraico para o latim, nas grutas escuras de Belém onde Jesus nasceu.

Em casa, a noite, quando falta a energia, todos correm atrás de uma vela e de um fósforo, ainda hoje.

Acender velas nos faz lembrar também a festa judaica de “Chanuká”, que celebra a retomada da Cidade de Jerusalém pelos irmãos macabeus das mãos dos gregos do rei Antíoco IV.

Antes da era cristã os pagãos celebravam em Roma a festa do deus Sol Invencível (Dies solis invicti) no solstício de inverno, em 25 de dezembro. A Igreja sabiamente começou a celebrar o Natal de Jesus neste dia, para mostrar que Cristo é o verdadeiro Deus, o verdadeiro Sol, que traz nos seus raios a salvação. É a festa da luz que é o Cristo: “Eu Sou a Luz do mundo” (Jo 12, 8). No Natal desceu a nós a verdadeira Luz “que ilumina todo homem que vem a este mundo” (Jo 1, 9).

Na chama da vela estão presentes as forças da natureza e da vida. Cada vela marca um ano de nossa vida no bolo de aniversário. Para nós cristãos simbolizam a fé, o amor e o trabalho realizado em prol do Reino de Deus. Velas são vidas que se imolam na liturgia do amor a Deus e ao próximo. Tudo isso foi levado para a liturgia do Advento. Com ramos de pinheiro uma coroa com quatro velas prepara os corações para a chegada do Deus Menino.

Nessas quatro semanas somos convidados a esperar Jesus que vem. É um tempo de preparação e de alegre espera do Senhor. Nas duas primeiras semanas do Advento, a liturgia nos convida a vigiar e esperar a vinda gloriosa do Salvador. Nas duas últimas, a Igreja nos faz lembrar a espera dos Profetas e de Maria pelo nascimento de Jesus.

A Coroa é o primeiro anúncio do Natal. O verde é o sinal de esperança e vida, enfeitada com uma fita vermelha que simboliza o amor de Deus que se manifesta de maneira suprema no nascimento do Filho de Deus humanado. A branca significa a paz que o Menino Deus veio trazer; a roxa clara (ou rosa) significa a alegria de sua chegada.

A Coroa é composta de quatro velas nos seus cantos presas aos ramos formando um círculo. O círculo não tem começo e nem fim, é símbolo da eternidade de Deus e do reinado eterno do Cristo. A cada domingo acende-se uma delas.

As quatro velas do Advento simbolizam as grandes etapas da salvação em Cristo.

1. No primeiro domingo do Advento, acendemos a primeira vela – vermelha – que simboliza o perdão a Adão e Eva. Cristo desceu a Mansão dos mortos para dar-lhes o perdão.

2. No segundo domingo – a segunda vela – verde, acesa com a primeira, representa a fé dos Patriarcas: Abraão, Isaac, Jacó, que creram na Promessa da Terra Prometida, a Canaã dos hebreus; dali nasceria o Salvador, a Luz do Mundo.

3. A terceira vela – rosa – acessa com as duas primeiras, simboliza a alegria do rei Davi, o rei que simboliza o Messias porque reuniu sob seu reinado todas as tribos de Israel, assim como Cristo reunirá em si todos os filhos de Deus. É o domingo da alegria. Esta vela têm uma cor mais alegre, o rosa ou roxo claro.

4. A última vela – branca – simboliza os Profetas, que anunciaram um reino de paz e de justiça que o Messias traria. É a vela branca.

Tudo isso para nos lembrar o que anunciou o Profeta:

“Um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebento brotará de suas raízes.Sobre ele repousará o Espírito do Senhor, Espírito de sabedoria e de entendimento, Espírito de prudência e de coragem, Espírito de ciência e de temor ao Senhor”. (Is 11,1-2)

“O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; sobre aqueles que habitavam uma região tenebrosa resplandeceu uma luz. Vós suscitais um grande regozijo, provocais uma imensa alegria; rejubilam-se diante de vós como na alegria da colheita, como exultam na partilha dos despojos. 3. Porque o jugo que pesava sobre ele, a coleira de seu ombro e a vara do feitor, vós os quebrastes, como no dia de Madiã. Porque todo calçado que se traz na batalha, e todo manto manchado de sangue serão lançados ao fogo e tornar-se-ão presa das chamas; porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz. Seu império será grande e a paz sem fim sobre o trono de Davi e em seu reino. Ele o firmará e o manterá pelo direito e pela justiça, desde agora e para sempre. Eis o que fará o zelo do Senhor dos exércitos” (Is 9,1-6).

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Tempo do Advento: "Preparai o caminho do Senhor!"

A palavra “advento” tem origem latina e significa “chegada”, “aproximação”, “vinda”. No Ano Litúrgico, o Advento é um tempo de preparação para a segunda maior festa cristã: o Natal do Senhor. Neste tempo, celebramos duas verdades de nossa fé: a primeira vinda (o nascimento de Jesus em Belém) e a segunda vinda de Jesus (a Parusia). Assim, a Igreja comemora a vinda do Filho de Deus entre os homens (aspecto histórico) e vive aalegre expectativa da segunda vinda d’Ele, em poder e glória, em dia e hora desconhecidos (aspecto escatológico). 

Como se estrutura o Tempo do Advento

O tempo do Advento não tem um número fixo de dias e depende sempre da solenidade do Natal. Ele começa na tarde (1ª Vésperas) do primeiro domingo após a Solenidade de Cristo Rei e se desenvolve até o momento anterior à tarde (1ª Vésperas) do Natal. Ele possui quatro semanas e, por isso, quatro domingos celebrativos. O terceiro domingo do Advento é chamado de domingo da alegria (gaudete, em latim) por causa da antífona de entrada da missa (Alegrai-vos sempre no Senhor), mostrando a alegria da proximidade da celebração do Natal. O tempo do Advento se divide em duas partes. A primeira, que vai até o dia 16 de dezembro, é marcada pela espera alegre da segunda vinda de Jesus. A segunda, os dias que antecedem o Natal, se destaca pela recordação sobre o nascimento de Jesus em Belém.

 

As figuras Bíblicas principais do Advento

Dois personagens bíblicos ganham destaque na celebração do Advento: Maria e João Batista. Ela porque foi escolhida por Deus para ser a mãe do Salvador, e ele porque foi vocacionado a ser o precursor do Messias. Ela se torna modelo do coração que sabe acolher a Palavra e gerar Jesus. Ele se torna modelo de uma vida que sabe esperar nas promessas de Deus e agir anunciando e preparando a chegada da salvação. Em ambos se manifesta a realização da esperança messiânica judaica e o anúncio da plenitude dos tempos.

 

“Atentos e vigilantes”

A espiritualidade do Advento é marcada por algumas atitudes básicas: a preparação para receber o Cristo; a oração e a vivência da esperança cristã. A preparação para receber o Senhor se dá na vivência da conversão e da ascese. Precisamos ter um olhar atento sobre nós e a realidade que nos cerca e nos empenharmos para correspondermos com a ação do Espírito de Deus que quer restaurar todas as coisas. O nosso relacionamento com o nosso corpo e os nossos afetos, com nossos familiares e pessoas íntimas, nossa participação na vida eclesial e social devem estar no foco de nossa atenção. A preparação para celebrar o Natal demanda uma confissão sacramental bem feita e um propósito firme de renovação interior.

 

“Orai a todo momento”

Este tempo é marcado por uma vivência mais profunda da vida de oração. A leitura orante deste período nos coloca em contato com as profecias de salvação do Antigo Testamento, com a expectativa que os cristãos da Igreja primitiva tinham da Parusia e com os eventos principais que antecederam o nascimento de Jesus. A recordação dos eventos que antecederam a primeira vinda de Cristo se torna a base da preparação da Igreja para o novo Advento do Senhor. A Santa Missa e a Liturgia das Horas são os principais momentos celebrativos. Os exercícios de piedade, como a oração e a meditação dos mistérios gozosos do Rosário, a oração do Angelus Domini e a Novena de Natal podem ser um caminho feliz para a vivência da oração comunitária neste tempo.

 

“Para ficardes em pé diante do Filho do Homem”

Cada um de nós, apesar do pecado e do mal que nos cerca, deve desejar sempre mais a felicidade, aceitando que, em última análise, ela é o Reino dos Céus, a vivência em comunhão plena e eterna com Deus. Para isto é necessário vivermos dirigindo nossa vida para esta meta, colocando nossas forças no socorro da graça do Espírito Santo. Deus já nos criou desejando a felicidade. Contudo, por causa do pecado, vamos procurando nas criaturas aquela completude que só pode ser vivida na comunhão com o Criador. O Advento nos propõe entendermos todas as coisas na sua relação com Deus e usarmos elas como meios de estarmos com Ele, colocando nossa esperança nas realidades que não passam.

 

Para aprofundar...

Para saber mais sobre o assunto, indicamos CIC, nos 1168 até 1171; no Compêndio do Catecismo, perguntas de 241 e 242; no Youcat, perguntas de 184 até 186; e, Sacrosanctum Concilium, parágrafos 102 e 105.

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