Notícias e Artigos Litúrgicos
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Papa pede aos empresários: para que eduquem o mundo do trabalho a um novo estilo

O Papa Francisco recebeu em audiência, nesta segunda-feira, 2, um grupo de jovens empresários franceses que participa, em Roma, de três dias de encontros e reflexões sobre a vocação dos empresários cristãos à luz da Doutrina Social da Igreja. O grupo é formado por trezentos empresários católicos franceses e está acompanhado pelo bispo de Fréjius-Tolone, Dom Dominique Rey.

Em seu discurso, o Pontífice afirmou estar ciente de que, na vida cotidiana, não é fácil conciliar as exigências da fé e o ensinamento social da Igreja com as necessidades e os vínculos impostos pelas leis do mercado e da globalização. “Acredito que os valores do Evangelho que vocês vivem na direção de suas empresas, bem as várias relações que vocês mantêm em suas atividades, são ocasiões para um testemunho cristão genuíno e insubstituível”, frisou.

O Papa declarou esperar que a peregrinação, em Roma, possa iluminar o discernimento dos jovens empresários sobre as escolhas que deverão fazer. “Nunca foi fácil ser cristãos e ter grandes responsabilidades”, disse o Santo Padre, ressaltando o contexto complexo criado entre produtividade e justiça social, e evidenciando o conflito que um empresário cristão vive e deve enfrentar cotidianamente:

“Os conflitos de consciência nas decisões cotidianas que vocês devem tomar, imagino que são numerosos: por um lado, a necessidade que lhes é imposta, geralmente pela sobrevivência das empresas, das pessoas que trabalham lá e suas famílias, de conquistar mercados, aumentar a produtividade, reduzir atrasos, recorrer a truques publicitários, aumentar o consumo, e por outro lado, as exigências cada vez mais urgentes de justiça social para garantir a todos a possibilidade de ter um salário e viver dignamente. Penso nas condições de trabalho, nos salários, nas ofertas de emprego e sua estabilidade, e na proteção do ambiente”.

Segundo Francisco, são dois os critérios de discernimento para “viver esses conflitos com serenidade e na esperança”. O primeiro, encontra-se na Constituição Gaudium et spes, do Concílio Vaticano II, que diz em relação aos leigos engajados nas realidades temporais: “Cabe à sua consciência já devidamente formada, inscrever a lei divina na vida da cidade terrena”.

Outro critério útil encontra-se na Encíclica Laudato si, que estimula uma “avaliação da situação do mundo, de alguns sistemas que regulam as atividades econômicas, com suas consequências sobre as pessoas e o ambiente”. “É uma avaliação que às vezes pode parecer severa, mas que provoca creio, um grito de alarme por causa da deterioração da nossa Casa Comum, bem como diante da multiplicação da pobreza e da escravidão nas quais vivem várias pessoas hoje. Tudo está conectado”, completou.

Diante dessa realidade, o Pontífice reconheceu que certamente os empresários católicos não têm uma resposta imediata e eficaz a ser dada aos desafios do mundo atual. “Nisso, às vezes vocês podem se sentir impotentes”, disse. No entanto, Francisco afirmou que os empresários  têm um papel essencial a desempenhar porque, mesmo modestamente, em algumas mudanças concretas de hábitos e estilos, tanto nas relações com colaboradores diretos, ou melhor ainda na difusão de novas culturas empresariais, é preciso agir para mudar as coisas concretamente, e aos poucos, educar o mundo do trabalho a um novo estilo.

De acordo com o Santo Padre, é preciso “fazer uma conversão” conforme “evidenciado no recente Sínodo para a Amazônia”. “A conversão é um processo que age profundamente: um processo talvez lento, aparentemente, sobretudo quando se trata de converter as mentalidades, mas que permite progressos reais, se praticado com convicção e determinação mediante ações concretas”, completou.

Por fim, a conversão ecológica não pode ser separada da conversão espiritual, que é sua condição indispensável, alertou o Papa. A espiritualidade cristã propõe, de acordo com Francisco, uma maneira alternativa de entender a qualidade de vida e incentiva um estilo de vida profético e contemplativo, capaz de alegrar profundamente sem ser obcecado pelo consumo.

Os empresários foram convidados pelo Pontífice a seguirem o caminho da simplicidade e da sobriedade: “A simplicidade nos ajuda a parar e apreciar as pequenas coisas, agradecer as possibilidades que a vida oferece sem nos apegar ao que temos e nem nos entristecer com o que não possuímos”.

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Presépio já está montado na Catedral

Desde o último dia 26/11 , quem passa pela Catedral de Votuporanga, seja pra fazer suas orações pessoais diárias ou participar da Santa /Missa, fica encantado ao ver o belo presépio que foi montado no interior da Igreja. 

Ele apresenta a cena do nascimento de Jesus em uma região montanhosa, pela qual os magos caminham para a chegar até a gruta do nascimento do filho de Deus. O presépio está todo iluminado e possui também um pequeno lago.

O presépio foi montado por paroquianos da Catedral.

Significado do presépio de Natal

O presépio é uma montagem com peças, que faz referência ao momento do nascimento de Jesus Cristo. Com o menino Jesus na manjedoura ao centro, o presépio apresenta o local e os personagens bíblicos que estavam presentes neste importante momento cristão.

Origem do presépio de Natal De acordo com fontes históricas, o primeiro presépio foi montado por São Francisco de Assis no Natal de 1223. O frade católico, montou o presépio em argila na floresta de Greccio (comuna italiana da região do Lácio). Sua ideia era montar o presépio para explicar as pessoas mais simples o significado e como foi o nascimento de Jesus Cristo.

No século XVIII, a tradição de montar o presépio, dentro das casas das famílias, se popularizou pela Europa e, logo em seguida, por outras regiões do mundo.

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Conheça o significado do Presépio

O Natal se aproxima. Um dos símbolos dessa época fortemente presentes em Igrejas e nas casas dos católicos é o presépio, com as figuras do Menino Jesus, Maria, José, os reis magos, pastores e os animais. Alguns ainda apresentam o anjo e a estrela.

O termo presépio vem do latim ‘praesepe’ e significa manjedoura, estábulo, ou seja, o lugar em que ficam os animais. Foi onde Maria e José foram acolhidos, ao buscar abrigo. O presépio deve ser montado no 1º domingo do Advento e desmontado no dia 6 de janeiro, data em que a Igreja celebra a Solenidade da Epifania do Senhor.

A tradição do presépio teve início com São Francisco de Assis. O reitor do Seminário Frei Galvão, em Guaratinguetá, Frei João Francisco da Silva, conta como pela primeira vez a cena do nascimento de Jesus foi montada, com um presépio vivo:

“São Francisco sempre teve uma paixão muito grande pelo Cristo. Três dimensões na vida do Cristo sempre emocionaram Francisco: o Cristo da Encarnação, o Cristo da Eucaristia e o Cristo Crucificado. Em 1223, Francisco, querendo celebrar com a comunidade de um modo diferente, pediu a um amigo chamado João para preparar tudo, e deu um tempo para que ele conseguisse o boi, o burro, o menino Jesus e também o feno para compor a cena. Francisco celebrou a Missa, fazendo uma bonita homilia sobre o nascimento de Jesus, e conta-se que o menino Jesus acordou quando Francisco se aproximou. Foi um momento catequético, e Francisco queria que as pessoas sentissem esta emoção, de ter diante de si a cena do nascimento de Jesus.”

Cada figura do presépio tem sua importância:

Os animais

Representam a natureza a serviço do homem e de Deus. No nascimento de Jesus forneceram calor ao local e simbolizam a simplicidade do local onde Jesus quis nascer.

Pastores

Depois de Maria e José, os pastores foram os primeiros a saberem do nascimento do Salvador. Os pastores também simbolizam a humildade, pois naquele tempo a profissão de pastor era uma das menos reconhecidas.

O anjo

Representa o céu que celebra o nascimento de Jesus. É o mensageiro de Deus, comunicador da Boa Notícia. O anjo do presépio, normalmente, segura uma faixa com a frase: “Gloria in excelsis Deo”, que significa: Glória a Deus nas alturas.

Estrela

Simboliza a luz de Deus que guia ao encontro do Salvador e orientou os Reis Magos onde estava Jesus. É a indicação do caminho que se deve percorrer para encontrar o Menino Jesus.

Reis Magos

Belchior, Gaspar e Baltazar eram homens da ciência. Conheciam astronomia, medicina e matemática. Eles representam a ciência que vai até o Salvador e o reconhece como Deus. Segundo São João Paulo II, “a verdadeira ciência nos leva à fé”, pois nos revela a grandeza da criação.

Ouro, incenso e mirra

São os presentes que os magos oferecem ao Menino Jesus. O ouro significa a realeza; era um presente dados aos reis. O incenso significa a divindade, um presente dado aos sacerdotes. Sua fumaça simboliza as orações que sobem ao céu. Dando este presente a Jesus, os magos reconhecem que o Menino é divino. E a mirra simboliza o sofrimento e a eternidade. É um presente profético: anuncia que Jesus vai sofrer, mas também que seu reinado será eterno.

São José

É o pai adotivo de Jesus, o homem que o assumiu como filho, que lhe deu um nome, um lar, que ensinou a Jesus uma profissão: a de carpinteiro. São José deu ao Menino Jesus a experiência de ser filho de um pai terreno.

Maria

É a Mãe do Menino Jesus, a escolhida para ser a mãe do Salvador. É aquela que disse ‘sim’ à vontade de Deus, e por ela a humanidade recebeu Jesus.

Menino Jesus

É o Filho de Deus que Se fez homem, para dar sua vida pela humanidade. “Sendo ele de condição divina, não Se prevaleceu de Sua igualdade com Deus, mas aniquilou-Se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-Se aos homens” (Filipenses 2, 6-7).

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Como devo me preparar para o Natal?

Charles Dickens, um famoso romancista inglês, escreveu certa vez: “Honrarei o Natal em meu coração e tentarei conservá-lo durante todo o ano”. Penso que ele estava certo, pois o Natal precisa novamente ser honrado com urgência, porque, há muito tempo, as pessoas têm simplesmente ignorando o real sentido dessa data.

O que é o Natal?

Papa Francisco, em uma de suas homilias sobre o Natal, não hesitou em afirmar à humanidade seu verdadeiro significado: “O Natal é mais! Nós vamos por esse caminho para encontrar o Senhor, porque o Natal é um encontro e nós caminhamos para encontrá-Lo com o coração, com a vida, encontrá-Lo vivo, como Ele é, encontrá-Lo com fé”. O Natal é um encontro. Que bela definição o Santo Padre nos deu! Trata-se, portanto, de um encontro com Jesus, o Menino Deus que traz consigo o segredo da verdadeira paz à alma humana ainda tão agitada. Nesse encontro com Cristo, o Sumo Pontífice nos indica a oração, a caridade e o louvor como caminhos para uma boa preparação para bem celebrarmos o nascimento de Jesus.

Gostaria de deter-me, neste primeiro caminho, que é da oração, para vivenciarmos o Natal como aquilo que ele verdadeiramente é.

O mundo, nesta época, ensina-nos que tudo consiste em caprichar na compra de presentes, fazer aquela ceia maravilhosa com ricas iguarias, ter o maior número possível de enfeites natalinos dentro de casa, chamar todos os parentes para uma confraternização social – mesmo que, durante os outros 364 dias do ano, vocês nem se falem mais! – e dar, além de tudo isso, umas generosas contribuições para as tais “caixinhas de Natal”.

Tudo na vida tem real significado e valor. O Natal é, sobretudo, o aniversário do nascimento de nosso Senhor Jesus Cristo, o Verbo de Deus que se fez carne e habitou entre nós para nos salvar. Mas grande parte da nossa sociedade, tão consumista e alienada, simplesmente celebra o aniversário ignorando o aniversariante.

Seguir o conselho da Virgem Maria

Nós cristãos não estamos isentos de tal risco. Podemos cair no mesmo equívoco de celebrar esta grande festa ignorando o aniversariante, que é Cristo. Para que isso não aconteça, segue o conselho constante que a Mãe de Jesus nos dá em Medjugorje: “Queridos filhos, rezem, rezem e rezem”.

Intimidade com Deus

Preparemos o aniversário de Jesus com as nossas orações. Quando nos decidirmos viver o Natal em oração, já estaremos começando a experimentar esse encontro com o Menino Deus. É por meio da oração, dessa busca de uma maior intimidade com Deus, que adentramos no castelo do Rei dos reis e nos livramos daquelas amarras de ressentimentos e lembranças amargas que nos oprimem e estragam o nosso Natal. Porém, não se iluda, meu irmão! Esse “castelo” nos é revelado na pobreza da gruta de Belém, na qual o Trono de Graça se fez simples manjedoura e Aquele que detém todo poder e autoridade nas mãos manifesta-se na fragilidade de uma criança nos braços de Sua Mãe.

Somente aquele que reza consegue contemplar esses sinais escondidos, os quais o mundo ainda não foi capaz de enxergar. Aquele que se decidir a viver o Natal em oração, com certeza o viverá de maneira mais santa, renovada e feliz. Pois o homem que reza jamais se encontra sozinho. Ele é semelhante àqueles Reis Magos que caminhavam por terras desconhecidas sob a guia de uma estrela. A luz que vinha do Alto os direcionava. O mesmo acontece com a alma orante: ela é sempre conduzida pelo Céu e para o Céu.

Não deixe para rezar somente no Dia de Natal

Que tal fazermos essa maravilhosa experiência nesse tempo? Prepare-se bem para o Natal por meio da oração e não deixe para rezar somente no grande dia. Comece antes, comece agora! Reze o Santo Terço em família, leia na Bíblia as verdadeiras histórias do Natal para seus filhos, participe bem das Santas Missas durante este tempo, faça uma boa confissão e, nos últimos dias do Advento, reze a Novena de Natal com os seus.

Enfim, deixe que a força da oração o guie em direção à gruta de Belém. Ali, você contemplará o Filho de Deus que se fez um de nós e aprenderá que o Natal é a oportunidade que a humanidade tem de recordar que o verdadeiro amor consiste em doar-se até o fim com humildade e simplicidade. Ali, naquela manjedoura construída pela paz em seu coração, você poderá admirar o sorriso do Menino Jesus. Diante desse singelo sorriso, é impossível que a alma humana permaneça sofrendo na dor e na solidão!

Desejo a você e a sua família um Natal diferente dos anos anteriores, um Natal preparado em oração, que marque definitivamente esse tempo novo de recomeços e retomadas na sua vida.

Um abraço fraterno!

Alexandre Oliveira
Missionário da Comunidade Canção Nova

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5 conselhos para viver bem o Advento

Natal está próximo e com ele a compra de presentes, a preparação da ceia e a lista de convidados. Mas, o que verdadeiramente devemos preparar? A seguir, confira 5 conselhos que o ajudarão a viver este tempo de preparação para o Nascimento do Menino Jesus.

Em declarações ao Grupo ACI, o Diretor do Rádio Maria no Chile, Pe. Carlos Irarrázaval, deu 5 conselhos para viver este tempo litúrgico.  “Que não nos arrebatam o tesouro“, enfatizou o presbítero.

1. Viver o Advento em família;

2. Recordar o festejado;

3. Montar o presépio;

4. Contemplar o mistério e preparar o coração para receber o Senhor;

5. Ser missionários.

É importante recordar que o Advento é o período de preparação para celebrar o Natal e começa quatro domingos antes desta festa. Além disso, é o começo Ano Litúrgico católico.

Nos templos e casas são colocadas as coras de Advento e a cada domingo é acesa uma vela. Do mesmo modo, os paramentos do sacerdote e as toalhas do altar são roxas, como símbolo de preparação e penitência.

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O que é o advento?

Começamos novo Ano Litúrgico e um novo ciclo da liturgia com o Advento, tempo de preparação para o nascimento de Jesus Cristo no Natal. É hora de renovação das esperanças, com a advertência do próprio Cristo, quando diz: “Vigiai!”, para não sermos surpreendidos.

Realização e confirmação da Aliança de Deus

A chegada do Natal, preparado pelo ciclo do Advento, é a realização e confirmação da Aliança anunciada no passado pelos profetas. É a Aliança do amor realizada plenamente em Jesus Cristo e na vida de todos aqueles que praticam a justiça e confiam na Palavra de Deus.

Estamos em tempo de educação de nossa fé, quando Deus se apresenta como oleiro, que trabalha o barro, dando a ele formas diversas. Nós somos como argila, que deve ser transformada conforme a vontade do oleiro. É a ação de Deus em nossa vida, transformando-a de Seu jeito.

Neste caminho de mudanças, Deus nos deu diversos dons conforme as possibilidades de cada um. E somos conduzidos pelas exigências da Palavra de Deus. É uma trajetória que passa pela fidelidade ao Todo-poderoso e ao próximo, porque ninguém ama a Deus não amando também o seu irmão.

Convocação para vigilância

O Advento é convocação para a vigilância. A vida pode ser cheia de surpresas e a morte chegar quando não esperamos. Por isso é muito importante estar diuturnamente acordado e preparado, conseguindo distanciar-se das propostas de um mundo totalmente afastado de Deus.

Outro fato é não desanimar diante dos tipos de dificuldades e de motivações que aparecem diante nós. Estamos numa cultura de disputa por poder, de ocupar os primeiros lugares sem ser vigilantes na prestação de serviço. Quem serve, disse Jesus, é “servo vigilante”.

Confiar significa ter a sensação de não estar abandonado por Deus. Com isso, no Advento vamos sendo moldados para acolher Jesus no Natal como verdadeiro Deus. Aquele que nos convoca a abandonar o egoísmo e seguir Jesus Cristo.

Preparar-se para o Natal já é ter a sensação das festas de fim de ano. Não sejamos enganados pelas propostas atraentes do consumismo. O foco principal é Jesus Cristo como ação divina em todo o mundo.

Autor: Dom Paulo Mendes Peixoto (Arcebispo metropolitano de Uberaba – MG)

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Reflita sobre as quatro semanas do Tempo do Advento

O Ano Litúrgico começa com o Tempo do Advento, que é um tempo de preparação para a Festa do Natal de Jesus. Esse foi o maior acontecimento da história: o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Dignou-Se a assumir a nossa humanidade, sem deixar de ser Deus. O Natal de Jesus precisa ser preparado e celebrado a cada ano. São quatro semanas de preparação e, no decorrer delas, somos convidados a esperar Jesus que vem no Natal e virá no final dos tempos.

Por isso, é um tempo de preparação e de alegre espera do Senhor considerada sob diversos aspectos. Em primeiro lugar, a expectativa do Antigo Testamento pela vinda do Messias, do que falavam os profetas, agradecendo a Deus o dom inefável da salvação que se realizou na vinda do divino Redentor. Agora, a vinda do Salvador deve atualizar-se no coração de todos os homens, enquanto a história se encaminha para a Parusia, ou seja, a vinda gloriosa do Senhor. É, nesta perspectiva, que devem ser escutadas as leituras do Advento. “Vinde, caminhemos à luz do Senhor!”.

Nas duas primeiras semanas do advento, a liturgia nos convida a vigiar e a esperar a vinda gloriosa do Salvador. Um dia, o Senhor voltará para colocar um fim à história humana, mas o nosso encontro com Ele também está marcado para logo após a morte.

Nas duas últimas, lembramos a espera dos profetas e de Maria. Nos preparamos mais (especialmente), para celebrar o nascimento de Jesus em Belém. Os Profetas anunciaram esse acontecimento com riqueza de detalhes; nascerá da tribo de Judá, em Belém, a cidade de Davi e seu Reino não terá fim. Maria O esperou com zelo materno e O preparou para a missão terrena.

A coroa do Advento

A Guirlanda ou Coroa do Advento é o primeiro anúncio do Natal. A coroa é verde, sinal de esperança e vida, enfeitada com uma fita vermelha que simboliza o amor de Deus que nos envolve e, também, a manifestação do nosso amor, que espera ansioso o nascimento do Filho de Deus.

A Coroa do Advento é composta por 4 velas nos seus cantos – presas aos ramos formando um círculo. A cada domingo acende-se uma delas. As velas representam as várias etapas da salvação. Começa-se no 1º Domingo, acendendo apenas uma vela; e, à medida que vão passando os domingos, acendem-se as outras velas, até chegar o 4º Domingo, que é quando todas devem estar acesas. Os ramos em círculo são de cipreste, de pinheiro ou de outra árvore ornamental, esses ramos são para lembrar a esperança cristã, ela é alimentada com a proximidade do Natal. O círculo não tem princípio nem fim. É sinal do amor de Deus que é eterno e, também, da nossa ininterrupta dileção ao Criador e ao próximo.

Durante o advento, prevalece a cor roxa, símbolo da conversão que é fruto da revisão de vida, ou seja, a metanoia. As velas querem representar as várias etapas da salvação, sobretudo para significar a espera d’Aquele que é “a Luz que ilumina todo homem que vem a este mundo” (João 1,9) e que está para chegar, então, nós, O esperamos com luzes, porque O amamos e queremos ser como Ele, Luz.

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Cerca de 40 milhões de pessoas no mundo são vítimas de escravidão

Nesta segunda-feira, 2, a Organização das Nações Unidas (ONU), comemora o Dia Internacional para a Abolição da Escravatura, data criada há 60 anos.  O dia marca a data da adoção, pela Assembleia Geral, da Convenção da ONU para a Supressão do Tráfico de Pessoas e a Exploração da Prostituição de Outros.

Apesar da data recordar o fim da escravidão, o número de vítimas da chamada “escravidão moderna”, a data tem um novo significado: erradicação das formas contemporâneas de escravidão, como tráfico de pessoas, exploração sexual, casamento forçado e recrutamento forçado de crianças para uso em conflitos armados. E nesta realidade, mulheres e meninas são desproporcionalmente afetadas, representando 99% das vítimas na indústria comercial do sexo e 58% em outros setores.

Embora a “escravidão moderna” não seja definida em lei, ela é usada como um termo que abrange práticas como trabalho forçado, servidão por dívida e tráfico de seres humanos. Essencialmente, refere-se a situações de exploração que uma pessoa não pode recusar ou deixar devido a ameaças, violência, coerção, engano e abuso de poder.

Para cada mil pessoas no mundo, existem 5,4 vítimas da escravidão moderna. De acordo com as Nações Unidas, cerca de 25% das vítimas deste tipo de abuso são crianças.A ONU aponta que a escravidão evoluiu e se manifestou de diferentes maneiras ao longo da história. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo ainda são suas vítimas.

Segundo relatórios do Programa de Ação Especial para Combater o Trabalho Forçado, mantido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), o tráfico de seres humanos gera 32 bilhões de dólares por ano no mundo. De acordo com a OIT, 44% das vítimas são traficadas com o objetivo de exploração sexual, 32% para exploração no trabalho e 25% para uma combinação de ambos. Além disso, estima-se que metade das vítimas são menores de 18 anos.

 

De acordo com a agência da ONU, mais de 150 milhões de crianças estão sujeitas ao trabalho infantil, representando quase uma em cada dez crianças em todo o mundo.Dos 24,9 milhões de pessoas em situação de trabalho forçado, 16 milhões são exploradas no setor privado, como trabalho doméstico, construção ou agricultura.

A exploração sexual forçada afeta 4,8 milhões de pessoas e outros 4 milhões enfrentam trabalho forçado imposto por autoridades estatais.

Fim do trabalho forçado

Em novembro de 2016, entrou em vigor um novo Protocolo juridicamente vinculativo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que pretende fortalecer os esforços globais para eliminar o trabalho forçado. E a campanha 50 for Freedom, visa convencer pelo menos 50 países a ratificar o Protocolo do Trabalho Forçado até o final de 2019.

 

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Papa e Comunidade de Santo Egidio acolhem 33 refugiados de Lesbos

Nesta quarta-feira, 4, chegarão à Itália 33 refugiados em busca de asilo político provenientes de Lesbos, na Grécia. A Santa Sé e a Comunidade de Sant’Egidio prestarão assistência. O cardeal Konrad Krajewski, esmoleiro apostólico, parte nesta segunda-feira, 2, para a ilha do Mar Egeu, de onde regressará no dia 4 de dezembro acompanhado dos migrantes. Até o final do ano a Itália receberá mais 10 refugiados.

Na última primavera, Dom Konrad também foi a Lesbos, como enviado do Papa. Há três anos, foi o Santo Padre quem visitou o local e conheceu pessoalmente os migrantes do campo de refugiados de Moria. Na época, Francisco retornou à Itália com três famílias sírias, cuja recepção e sustento foram oferecidos pela Santa Sé, e a hospitalidade e o caminho de integração foram fornecidos pela Comunidade de Sant’Egidio.

Ao enviando em maio o Esmoleiro apostólico entre os migrantes da ilha, o Pontífice quis renovar sua proximidade ao povo grego e aos refugiados e, ao mesmo tempo, expressou seu desejo de fazer “outro gesto de solidariedade”, acolhendo “um grupo de jovens refugiados e algumas famílias” do Afeganistão, Camarões e Togo.

Após um “intenso itinerário de negociações oficiais” entre os órgãos competentes, o Ministério do Interior italiano deu “seu consentimento definitivo” para realizar a operação. A acolhida de todos estes refugiados será também “à custa” da Santa Sé, através da Esmolaria apostólica, e da Comunidade de Sant’Egidio.

Duas famílias vão para Luxemburgo

No dia 19 de novembro passado, a arquidiocese de Luxemburgo, guiada pelo novo cardeal Jean-Claude Hollerich, que em maio tinha participado da missão do cardeal Krajewski em Lesbos, abriu as suas portas a duas famílias de refugiados provenientes dos mesmos campos da ilha grega, uma originária do Kuwait com dois filhos de 8 e 5 anos e outra da Síria com gêmeos de quase dois anos.

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Santa Dulce dos Pobres é homenageada em Sessão Especial do Senado

Uma sessão especial do Senado Federal nesta quinta-feira, 21, prestou homenagem à Santa Dulce dos Pobres, pouco mais de um mês após a freira baiana ser canonizada pelo Papa Francisco. A canonização foi em 13 de outubro desse ano no Vaticano.

O assessor político da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Paulo Renato Campos, participou da sessão representando a presidência da entidade. O sacerdote disse que reconhecer o papel de Irmã Dulce na sociedade é prestar importante homenagem para a história do Brasil. Ele ressaltou ainda que o Anjo Bom da Bahia viveu para os outros, não para si mesma.

Irmã Dulce nasceu em 26 de maio de 1914. Ela entrou para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus em 1933, na cidade de São Cristóvão, em Sergipe. Desde que se tornou freira, em agosto do mesmo ano, lutou para dar dignidade aos mais pobres até sua morte, em 13 de março de 1992.

O processo de canonização de Irmã Dulce foi o terceiro mais rápido da Igreja Católica. O primeiro foi o de São João Paulo II, canonizado 9 anos após a sua morte; depois, Madre Tereza de Calcutá, que foi canonizada 19 anos após a sua morte; e agora Irmã Dulce dos Pobres, canonizada 27 anos depois de sua morte. O dia litúrgico da Santa Dulce dos Pobres será celebrado em 13 de agosto.

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Proteger toda a vida que é dom de Deus, pede Papa aos bispos japoneses

“Não tenhamos medo de realizar sempre, aqui e em todo o mundo, a missão de levantar a voz e defender toda a vida como dom precioso do Senhor. Por isso vos encorajo nos vossos esforços por garantir que a comunidade católica, no Japão, ofereça um testemunho claro do Evangelho no meio de toda a sociedade”.

Foi a exortação do Papa no encontro com os bispos do Japão, seu primeiro dia e primeiro discurso em terras nipônicas. O primeiro compromisso aconteceu neste sábado, 23, na Nunciatura Apostólica do país. O Santo Padre agradeceu ao Senhor por fazer-se peregrino e missionário no “país do sol nascente”, seguindo os passos de grandes testemunhas da fé. A visita é parte da segunda etapa da 32ª Viagem Apostólica do Pontífice, iniciada com a visita pastoral à Tailândia.

Falando ao episcopado japonês, Francisco externou desde jovem sentir simpatia e estima por estas terras. “Passaram-se muitos anos desde aquele impulso missionário, cuja realização se fez esperar”, acrescentou. O Papa estendeu seu abraço e suas orações a todos os japoneses, neste período marcado pela entronização do novo Imperador e o início da era Reiwa.

“Completam-se quatrocentos e setenta anos da chegada de São Francisco Xavier ao Japão, que marcou o início da propagação do cristianismo nesta terra. Recordando-o, quero unir-me convosco para dar graças ao Senhor por todos aqueles que, ao longo dos séculos, se dedicaram a semear o Evangelho e a servir o povo japonês com grande unção e amor; tal dedicação conferiu uma fisionomia muito particular à Igreja japonesa”, frisou.

O Papa recordou particularmente a figura eminente do jesuíta e grande evangelizador do Japão, São Francisco Xavier, dos mártires São Paulo Miki e seus companheiros, e do Beato Justo Takayama Ukon. Juntos, santo, mártires e beato deram testemunho até à morte. O Pontífice sublinhou:

“O DNA das vossas comunidades está marcado por este testemunho, antídoto contra todo o desespero, que nos indica a estrada para onde encaminhar-se. Sois uma Igreja que se manteve viva pronunciando o Nome do Senhor e contemplando como Ele vos guiava no meio da perseguição”.

O Santo Padre destacou que a sementeira confiante, o testemunho dos mártires e a espera paciente dos frutos, que o Senhor concede no devido tempo, caracterizaram a modalidade apostólica com que souberam acompanhar a cultura japonesa. “Plasmastes ao longo dos anos um rosto eclesial, geralmente muito apreciado pela sociedade japonesa, graças às vossas variadas contribuições para o bem comum”, destacou.

Em seguida, lembrou aos bispos japoneses o lema de sua visita e a missão episcopal: “Esta viagem apostólica decorre sob o lema ‘proteger toda a vida’; lema este, que pode facilmente simbolizar o nosso ministério episcopal. O bispo é uma pessoa que o Senhor chamou do meio do seu povo, para devolvê-lo a este como pastor capaz de proteger toda a vida; isto define, em certa medida, o alvo para onde devemos apontar”.

“Proteger toda a vida significa, em primeiro lugar, ter um olhar contemplativo capaz de amar a vida de todo o povo que vos está confiado, para reconhecerdes nele, antes de mais nada, um dom do Senhor”, disse ainda. Segundo o Papa, só o que se ama pode ser salvo, só o que se abraça, pode ser transformado. Proteger toda a vida e anunciar o Evangelho não são duas coisas separadas nem contrapostas, mas uma reclama e exige a outra, observou o Pontífice.

Francisco prosseguiu: “Ambas significam estar atentos e vigilantes relativamente a tudo aquilo que hoje possa impedir, nestas terras, o desenvolvimento integral das pessoas confiadas à luz do Evangelho de Jesus. (…) Sabemos que a Igreja, no Japão, é pequena, e os católicos são uma minoria; mas isto não deve desmerecer o vosso compromisso com a evangelização, pois, na vossa situação particular, a palavra mais forte e clara que se pode oferecer é a dum testemunho humilde, diário, aberto ao diálogo com as outras tradições religiosas”.

O Papa ressaltou aos bispos que a hospitalidade e o cuidado prestados aos numerosos trabalhadores estrangeiros, que constituem mais de metade dos católicos do Japão, servem não só como testemunho do Evangelho no meio da sociedade japonesa, mas atestam também a universalidade da Igreja, demonstrando que a união com Cristo é mais forte do que qualquer outro vínculo ou identidade, e é capaz de atingir e envolver todas as realidades.

Uma Igreja de mártires pode falar com maior liberdade, especialmente quando aborda questões urgentes como a paz e a justiça no mundo, disse o Santo Padre, acrescentando: “Em breve, visitarei Nagasaki e Hiroshima, onde rezarei pelas vítimas do catastrófico bombardeamento destas duas cidades e darei voz aos vossos próprios apelos proféticos em prol do desarmamento nuclear. Desejo encontrar aqueles que sofrem ainda as feridas daquele trágico episódio da história humana, bem como as vítimas do ‘tríplice desastre’”.

De acordo com o Pontífice, o Japão está ciente da existência de vários flagelos que ameaçam a vida de alguns japoneses, por várias razões atingidas pela solidão, o desespero e o isolamento, disse, antes de concluir. “O aumento do número de suicídios nas vossas cidades, bem como o bullying e várias formas de consumo e estão criando novos tipos de alienação e desorientação espiritual. E como tudo isto atinge especialmente os jovens!”, observou.

Os bispos foram convidados a prestar atenção especial aos jovens e às suas necessidades, procurando criar espaços onde a cultura da eficiência, do rendimento e do sucesso possa abrir-se à cultura de um amor gratuito e altruísta, capaz de oferecer a todos – e não só aos mais prendados – possibilidade duma vida feliz e realizada.

“Devemos alcançar a alma das cidades, dos lugares de trabalho, das universidades, para acompanhar com o Evangelho da compaixão e da misericórdia os fiéis que nos foram confiados”, concluiu Francisco exortando mais uma vez os bispos do Japão.

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Igreja no Brasil ganha novo beato: padre Donizetti Tavares

Padre Donizetti Tavares de Lima é o novo beato brasileiro. Neste sábado, 23, atendendo ao pedido de Dom Antônio Emílio Vilar e do postulador da causa, Paolo Vilotta, o cardeal e representante do Papa Francisco, Giovanni Angelo Becciu, presidiu a cerimônia de beatificação de Padre Donizetti na cidade de Tambaú (SP), na Diocese de São João da Boa Vista (SP).

“Eu sou o Bom Pastor, o Bom Pastor dá a vida por suas ovelhas” (Jo 10, 11), com esta frase dita por Jesus Cristo, Dom Becciu explicou o verdadeiro significado do sacrifício. O cardeal afirma que as palavras foram ditas pelo próprio Cristo ao definir-se, e foram concretizadas quando o mesmo morreu na cruz. Para o representante do Papa, Jesus é o Pastor verdadeiro, o modelo mais alto de sacrifício verdadeiro e amor pelo seu rebanho. “No beato Donizetti Tavares brilha a imagem do Cristo Bom Pastor, preocupado em ir a procura da ovelha perdida, curar a ferida, tratar das que estão doente, apascentando o rebanho segundo a justiça”, destacou.

De acordo com o cardeal, padre Donizetti realizou um fecundo ministério baseado na oração, no trabalho apostólico, no sofrimento, até a doação total de si. O cardeal recordou a época vivida pelo novo beato, e sublinhou a integridade com que o sacerdote viveu o amor dedicado ao próximo e sua vida paroquial. “Ninguém era excluído de sua atenção, para ele todos os homens, enquanto filhos de Deus, eram iguais”, recordou.

Profundo conhecedor das encíclicas sociais, o novo beato brasileiro é caracterizado pelo representando do Papa como alguém que antecipou os direitos humanos contra a desenfreada corrida imposta pelos interesses econômicos. “Demonstrou intrépida coragem e justiça social, defendeu os pobres, os doentes e operários e denunciou abusos e irregularidades que aconteciam na sociedade. Ao mesmo tempo, procurava encontrar um acordo entre os setores da sociedade em conflito”, acrescentou. Dom Becciu falou da luta do sacerdote contra o preconceito e afirmou: “Em todas estas criaturas sofredoras via o rosto de Cristo, por isso combatia toda a espécie de discriminação social e racial”.

Cardeal e representante do Papa Francisco, Giovanni Angelo Becciu/ Foto: Reprodução – TV Canção Nova

As famílias também eram assistidas pelo beato que fundou diversas obras assistenciais durante sua vida. “Procurava prover todos os casos de pobreza com remédios, alimentos e roupas”, destacou o cardeal. Dom Becciu reforçou que padre Donizetti viveu uma vida de pobreza, simplicidade e austeridade. A oração foi atribuída pelo representando do Papa como a sustentação da vida ativa do novo beato brasileiro. Os momentos de adoração ao Santíssimo Sacramento e a devoção a Nossa Senhora Aparecida eram realidades na vida de padre Donizetti.

A partir de uma intensa vida interior e uma relação íntima com Jesus, o sacerdote reagia com calma e serenidade às dificuldades da época, contou o cardeal. “Nos encontramos diante de uma figura exemplar de sacerdote, completa do ponto de vista humano, espiritual e social, que se distinguia ao viver com plenitude o Evangelho. Exemplo concreto e vivo de sacerdote zeloso, homem de oração que viveu com coerência e determinação a Doutrina Social da Igreja. Na sua grande humildade, considerou-se o último dos padres, mas a Igreja agora o coloca sobre o candelabro como modelo para todos os sacerdotes e leigos”.

“Ele encoraja a nós, Pastores de almas, a dedicar a nossa vida totalmente ao ministério, nos tornando a voz dos que não tem voz na sociedade, defendendo os indefesos e apoiando os abandonados. (…) O solene acontecimento da beatificação de padre Donizetti Tavares deve ser uma fecunda ocasião de renovação espiritual e de impulso missionário. (…) Olhando para o novo beato, todos os sacerdotes e pessoas consagradas terão motivos para se esforçarem e crescerem no espírito missionário, trabalhando para que o Evangelho seja anunciado para todos os homens neste território e em todos os extremos da Terra”, concluiu o cardeal.

Após a cerimônia de beatificação, o cardeal e representante do Papa Francisco, Giovanni Angelo Becciu, o bispo diocesano de São João da Boa Vista, Dom Antônio Emidio Vilar e o reitor do Santuário de Nossa Senhora Aparecida de Tambaú, padre Anderson Godoi, comentaram a importância da beatificação do sacerdote para a Igreja no Brasil e no mundo.

Dom Becciu falou também  sobre os beatos e santos brasileiros. Segundo o cardeal, apesar de apresentarem carismas diferentes e particularidades, santos e beatos têm como virtude semelhante a preferência pelos pobres. “Todos viveram a máxima do evangelho que é: amar a Deus e ao seu próximo”.

O miraculado, Bruno de Oliveira, e seus pais, Margarete e Adriano, também estiveram presentes na coletiva e falaram sobre o milagre da beatificação. Bruno foi diagnosticado com pé torto congênito bilateral ainda bebê, em 2006. Sua mãe, Margarete, recorreu à intercessão de padre Donizetti na cura dos pés do filho e foi atendida. O jovem mostrou à imprensa seus pés curados,  sem dores ou sequelas. 

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Os tesouros da Igreja

Silvonei José – Cidade do Vaticano

Celebra-se neste domingo, 17 de novembro (XXXIII do Tempo Comum) o terceiro Dia Mundial dos Pobres, que o Papa Francisco dedicou ao tema "A esperança dos pobres jamais se frustrará".

O Santo Padre a partir da Oração do Salmo 9, mostra-nos em uma mensagem o caminho do nosso compromisso como sinal concreto na realização da Esperança Cristã. Os instrumentos da Esperança são colocados principalmente na consolação que exprime a proximidade de toda a pessoa a quem se encontra em situação de pobreza.

A Mensagem, difundida no dia 13 de junho passado, desenvolve-se em duas coordenadas principais: a descrição das novas formas de pobreza que estão diante dos nossos olhos todos os dias, e a ação concreta daqueles que podem oferecer esperança através do seu testemunho.

O Dia Mundial dos Pobres, instituído por Francisco, é fruto do Jubileu Extraordinário da Misericórdia e se realiza no domingo anterior ao da Solenidade de Cristo Rei. Em sua mensagem para a edição deste ano, Francisco faz uma comparação entre a situação do pobre no tempo do salmista e a situação atual e constata que pouco mudou. “Passam os séculos, mas permanece imutável a condição de ricos e pobres, como se a experiência da história não ensinasse nada. Assim, as palavras do salmo não dizem respeito ao passado, mas ao nosso presente submetido ao juízo de Deus”.

Francisco cita as “muitas formas de novas escravidões”, como famílias obrigadas a deixar a sua terra; órfãos que perderam os pais; jovens em busca duma realização profissional; vítimas de tantas formas de violência, da prostituição à droga; sem esquecer os milhões de migrantes instrumentalizados para uso político.

O Papa fala também das periferias de nossas cidades, repletas de pessoas que vagueiam pelas ruas, em busca de alimento. “Tendo-se tornado eles próprios parte duma lixeira humana, são tratados como lixo, sem que isto provoque qualquer sentido de culpa em quantos são cúmplices deste escândalo.”

Não obstante a descrição de injustiça e sofrimento no salmo, há uma definição do pobre: é aquele que «confia no Senhor» (cf. 9, 11), pois tem a certeza de que nunca será abandonado.

“Na Escritura, o pobre é o homem da confiança!”, escreve o Pontífice.

“É precisamente esta confiança no Senhor, esta certeza de não ser abandonado, que convida o pobre à esperança. Sabe que Deus não o pode abandonar.”

Por ocasião deste Dia Mundial, Francisco não pede somente iniciativas de assistência, mas faz votos de que aumente em cada um aquela atenção plena, que é devida a toda a pessoa que se encontra em dificuldade.

Em sua mensagem, o Pontífice não deixa de enaltecer ainda o trabalho de inúmeros voluntários pelo mundo, mas recorda que os pobres não precisam somente de uma “sopa quente ou de um sanduíche”. Precisam das nossas mãos para se reerguer, dos nossos corações para sentir de novo o calor do afeto, da nossa presença para superar a solidão. “Precisam simplesmente de amor...”

Numa mensagem enviada nesta sexta-feira aos peregrinos da associação "Fratello" reunidos no Santuário de Lourdes, na França, por ocasião do Terceiro Dia Mundial dos Pobres, Francisco diz que precisa deles, de cada um de deles. “Vocês que estão aos pés da cruz, talvez sozinhos, isolados, abandonados, sem abrigo, forçados a abandonar a sua família ou o seu país, vítimas do álcool, da prostituição, da doença. Estejam cientes de que Deus ama vocês. Deus escuta em particular a oração de vocês. O mundo sofre e sua oração comove o Senhor.

Numa ação concreta nesta semana de preparação para o Dia Mundial do Pobre, como já ocorreu no ano passado, voltou à Praça São Pedro o Posto de Saúde para atender os pobres e necessitados. Foram disponibilizadas consultas médicas com especialistas, cuidados especiais, análises clínicas e outros exames específicos. Tudo completamente gratuito e oferecido a pessoas que normalmente tem dificuldade de acesso a este tipo de serviço. O Posto fica aberto até este domingo 17, quando o Papa celebra a Santa Missa na Basílica vaticana.

Na homilia da Santa Missa do ano passado, Francisco lembrou que “o grito dos pobres se torna mais forte a cada dia. E a cada dia é menos ouvido, porque abafado pelo barulho de poucos ricos que são sempre menos e sempre mais ricos”.

Vocês que são pequenos, pobres, frágeis, - disse ainda Francisco na sua mensagem aos peregrinos reunidos em Lourdes - são o tesouro da Igreja. Vocês estão no coração do Papa, no coração de Maria, no coração de Deus. O amor salva o mundo e Deus quer passar através de nós para salvar o mundo. Digam ao mundo qual é o tesouro de vocês: "Jesus". “O Papa ama vocês e confia em vocês”.

https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2019-11/os-tesouros-da-igreja.html

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O Papa: devemos combater o desperdício, ninguém está excluído

Cidade do Vaticano

Na manhã desta segunda-feira, (18) o Papa Francisco enviou uma mensagem ao senhor David Beasley, diretor do Programa Alimentar Mundial por ocasião da abertura da segunda sessão ordinária do Comitê Executivo do órgão.

Na Mensagem, o Papa recordou que nos projetos do Programa estão sendo formuladas iniciativas concretas para tornar mais eficaz a luta contra a fome no mundo.

Contra o desperdício alimentar

“Seus projetos”, afirma o Papa, “compreendem a promoção de medidas determinantes para eliminar o desperdício alimentar, um fenômeno que grava cada vez mais na nossa consciência”.

Em seguida o Papa recorda a desigualdade entre os irmãos: lugares onde não se alimentam suficientemente e outros onde os alimentos são desperdiçados e jogados fora.

“É o que o meu predecessor São João Paulo II definiu de “paradoxo da abundância” que continua a ser um obstáculo à solução do problema da desnutrição da humanidade” afirma o Papa e continua: “O paradoxo implica mecanismos de superficialidade, negligência e egoísmo que estão na base da cultura do desperdício”.

Cumprir compromissos das agendas

Ao falar sobre os compromissos assumidos nas organizações internacionais como Agenda 2030 e Acordo de Paris, o Papa reitera:

“Alcançar estes objetivos é responsabilidade não apenas das organizações internacionais e dos governos, mas de cada um de nós” ou seja: “Famílias, escolas e meios de comunicação têm uma importante tarefa em educar para a sensibilização” e conclui: “Ninguém pode ser excluído da necessidade de combater esta cultura que oprime tantas pessoas, especialmente os pobres e vulneráveis na sociedade”.

"Stop the Waste"

Francisco elogia a campanha global do PAM “Stop the Waste” que evidencia “o quanto o desperdício danifica a vida das pessoas e o progresso dos povos”. A campanha sustenta também que o único modo de agir é mudando o estilo de vida e rejeitando todo e qualquer desperdício.

Sobre este ponto o Papa afirma: “Este novo estilo de vida consiste em valorizar adequadamente o que a Terra mãe nos dá e terá uma repercussão para toda a humanidade”.

https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2019-11/papa-francisco-mensagem-pam.html

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Papa Francisco almoça com os pobres

As comemorações do 3º Dia Mundial dos Pobres iniciou neste domingo (17) com a Santa Missa na Basílica Vaticana presidida pelo Santo Padre que contava com a presença de muitos deles.

Na homilia, o Papa recordou que os pobres facilitam o nosso acesso ao Céu”, e que devemos estar ao lado deles para aprender pois “são preciosos aos olhos de Deus, porque não falam a linguagem do eu”.

Depois da Missa o Papa rezou o Angelus com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro, em um domingo com muita chuva, e depois do Angelus o Papa Francisco recordou:

“ Hoje celebramos o Dia Mundial dos Pobres, que tem como tema as palavras do salmo ‘A esperança dos pobres jamais se frustrará’ (Sal 9, 19) ”

Em seguida fez os agradecimentos:

A minha gratidão vai para todos aqueles que, nas dioceses e paróquias de todo o mundo, promoveram iniciativas de solidariedade para dar esperança concreta às pessoas mais desfavorecidas. Agradeço aos médicos e enfermeiros que prestaram serviço nestes dias no Posto de Saúde aqui na Praça São Pedro.

No final, o Papa pede orações pela sua próxima viagem à Tailândia e Japão que inicia na próxima terça-feira, dia 19 até o dia 26 de novembro. 

O Papa almoçou na Sala Paulo VI com cerca de 1.500 pessoas necessitadas, para testemunhar também a "atenção que nunca deve faltar a estes nossos irmãos e irmãs”.

 Ao chegar na Sala Paulo VI o Papa saudou os presentes:

"Minhas boas-vindas a todos. Desejo que hoje o Senhor abençoe a todos nós: que Deus nos abençoe nesta reunião de amigos, neste almoço e também bênçãos às suas famílias. Que o Senhor abençoe a todos. Obrigado e bom almoço"

O almoço para os pobres foi servido por 50 voluntários e colaboradores de associações de voluntariado. O menu oferecido pelo Papa era composto por: lasanha, picadinho de frango com creme de cogumelos, batata assada, sobremesa, frutas e café. 

fonte https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2019-11/depois-angelus-dia-dos-pobres-almoco.html

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Presidência da CNBB emite nota sobre o vazamento de óleo no litoral Nordestino

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu em 28 de outubro, uma nota sobre o vazamento de óleo no litoral do Nordeste brasileiro. No documento, inspirado pela realização do Sínodo para a Pan-Amazônia e frente aos desastres ambientais, a CNBB cobra uma postura de profunda e imediata conversão ecológica. A presidência da CNBB cobra também das autoridades competentes ações efetivas de recuperação do equilíbrio natural e uma devida apuração para encontrar a origem e as causas dessa tragédia ecológica. Veja a íntegra do documento abaixo:

Nota da CNBB sobre vazamento de óleo no litoral do Nordeste

As manchas de óleo que contaminam tristemente as praias do Nordeste devem sensibilizar corações para urgente necessidade: uma profunda e imediata conversão ecológica. Os processos extrativistas que contaminam e matam devem ser fiscalizados e devidamente responsabilizados pelo poder público, pois não há futuro para a humanidade sem o indispensável respeito à Casa Comum.

O Sínodo dos Bispos para a Amazônia, em seu horizonte, reforça esta convocação: todos vivenciem uma autêntica conversão ecológica. Seja inspiração e exemplo para cada pessoa, no caminho rumo à conversão, o magnífico trabalho de voluntários que estão se dedicando à limpeza das praias do Nordeste.

Homens e mulheres que se arriscam, em contato com o óleo tóxico, para salvar o meio ambiente. Diante desse desastre que contamina as praias do Nordeste, são esperadas, das autoridades competentes, ações efetivas de recuperação do equilíbrio natural. E que seja feita a devida apuração para encontrar a origem e as causas dessa tragédia ecológica.

A coragem e a solidariedade dos voluntários toquem o coração de todos, especialmente de governantes, para que a defesa da vida e do planeta seja sempre prioridade.

Em Cristo,

Brasília-DF, 28 de outubro de 2019

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte – MG
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre – RS
1º Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima – RR
2º Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo Auxiliar de S. Sebastião do Rio de Janeiro – RJ
Secretário-Geral da CNBB

Via CNBB

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Papa na Catequese: abrir o coração e se deixar tocar pelo Espírito Santo

A chegada da fé cristã à Europa foi o tema da catequese do Papa Francisco na Audiência Geral desta quarta-feira, 30, na Praça São Pedro. O Pontífice deu prosseguimento ao ciclo sobre os Atos dos Apóstolos e comentou o capítulo 16, 9-10. No texto, São Paulo teve uma visão, em que um homem da Macedônia lhe disse: “passa à Macedônia, e ajuda-nos”. Depois da visão, os apóstolos partiram para a Macedônia, concluindo que o Senhor os chamava para anunciar o evangelho.

O Espírito Santo é o protagonista da missão da Igreja, é quem guia o caminho dos evangelizadores mostrando a eles a via a seguir, explicou o Santo Padre. “E os macedônios têm orgulho disso e recordo este povo que me acolheu com tanto calor”, afirmou o Papa citando a sua viagem à Macedônia do Norte em maio deste ano.

No texto escolhido pelo Papa para a Catequese desta quarta-feira, 30, São Paulo chegou a Filipos e ali batizou a vendedora Lídia e a sua família. Com o coração aberto, afirmou Francisco, homens e mulheres podem dar hospitalidade a Cristo e aos outros. “Temos aqui o testemunho da chegada do cristianismo à Europa: o início de um processo de inculturação que dura ainda hoje.”

Depois do que viveram na casa de Lídia, Paulo e Silas são levados para a prisão sob a acusação de perturbarem a “ordem pública” ao converterem uma jovem “com espírito de adivinhação”. O Pontífice advertiu as pessoas que ainda hoje pagam e utilizam os “poderes” dos “adivinhos”.

Na prisão, acontece um fato surpreendente: enquanto Paulo e Silas rezavam, um terremoto move os alicerces libertando os prisioneiros. Ao ver as portas abertas da prisão, o carcereiro está para se suicidar quando pergunta a eles: “que é necessário que eu faça para me salvar?” Paulo responde: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa”.

Neste momento, explicou o Papa, acontece a mudança: o carcereiro escuta a palavra do Senhor com a sua família, acolhe os apóstolos, lava as suas chagas e recebe o Batismo. “No coração da noite deste anônimo carcereiro, a luz de Cristo brilha e derrota as trevas. Assim o Espírito Santo faz a missão, desde o início. Desde Pentecostes, Ele é o protagonista da missão. (…) Ele nos leva avante a sermos fiéis ao Evangelho”.

O Santo Padre concluiu: “Peçamos também nós hoje ao Espírito Santo um coração aberto, sensível a Deus e hospitaleiro aos irmãos, como o de Lídia, e uma fé audaz, como a de Paulo e Silas, e também uma abertura de coração, como a do carcereiro, que deixa tocar pelo Espírito Santo.”

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Solenidade de Todos os Santos

No dia 1º de novembro, a Igreja não celebra a santidade de um cristão que se encontra no Céu, mas sim, de todos. Isto, para mostrar concretamente, a vocação universal de todos para a felicidade eterna. 
"Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade. Todos são chamados à santidade: 'Deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito' "(Mt 5,48)
Sendo assim, nós passamos a compreender o início do sermão do Abade São Bernardo: "Para que louvar os santos, para que glorificá-los? Para que, enfim, esta solenidade? Que lhes importam as honras terrenas? A eles que, segundo a promessa do Filho, o Pai celeste glorifica? Os santos não precisam de nossas homenagens. Não há dúvida alguma, se veneramos os santos, o interesse é nosso, não deles".
Sabemos que desde os primeiros séculos os cristãos praticam o culto dos santos, a começar pelos mártires, por isto hoje vivemos esta Tradição, na qual nossa Mãe Igreja convida-nos a contemplarmos os nossos "heróis" da fé, esperança e caridade. Na verdade é um convite a olharmos para o Alto, pois neste mundo escurecido pelo pecado, brilham no Céu com a luz do triunfo e esperança daqueles que viveram e morreram em Cristo, por Cristo e com Cristo, formando uma "constelação", já que São João viu: "Era uma imensa multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas". Todos estes combatentes de Deus, merecem nossa imitação, pois foram adolescentes, jovens, homens casados, mães de família, operários, empregados, patrões, sacerdotes, pobres mendigos, profissionais, militares ou religiosos que se tornaram um sinal do que o Espírito Santo pode fazer num ser humano que se decide a viver o Evangelho que atua na Igreja e na sociedade. Portanto, a vida destes acabaram virando proposta para nós, uma vez que passaram fome, apelos carnais, perseguições, alegrias, situações de pecado, profundos arrependimentos, sede, doenças, sofrimentos por calúnia, ódio, falta de amor e injustiças; tudo isto, e mais o que constituem o cotidiano dos seguidores de Cristo que enfrentam os embates da vida sem perderem o entusiasmo pela Pátria definitiva, pois "não sois mais estrangeiros, nem migrantes; sois concidadãos dos santos, sois da Família de Deus" Neste dia a Mãe Igreja faz este apelo a todos nós, seus filhos: "O apelo à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade se dirige a todos os fiéis cristãos." "A perfeição cristã só tem um limite: ser ilimitada" (CIC 2028).

Todos os santos de Deus, rogai por nós!

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Dia dos Fiéis Defuntos

No dia 02 de novembro ressoa em toda a Igreja o conselho de São Paulo para as primeiras comunidades cristãs: "Não queremos, irmãos, deixar-vos na ignorância a respeito dos mortos, para que não vos entristeçais como os outros que não tem esperança" ( 1 Tes 4, 13). Sendo assim,  não é dia de tristezas e lamúrias, e sim de transformar nossas saudades, e até as lágrimas, em forças de intercessão pelos fiéis que, se estiverem no Purgatório, contam com nossas orações.
O convite à oração feito por nossa Mãe Igreja fundamenta-se na realidade da "comunhão dos santos", onde pela solidariedade espiritual dos que estão inseridos no Corpo Místico, pelo Sacramento do Batismo, são oferecidas preces, sacrificios e Missas pelas almas do Purgatório. No Oriente, a Igreja Bizantina fixou um sábado especial para orações pelos defuntos, enquanto no Ocidente as orações pelos defuntos eram quase geral nos mosteiros do século VII; sendo que a partir do Abade de Cluny, Santo Odilon, aos poucos o costume se espalhou para o Cristianismo, até ser tornado oficial e universal para a Igreja, através do Papa Bento XV em 1915, pois visava os mortos da guerra, doentes e pobres.
A Palavra do Senhor confirma esta Tradição pois "santo e piedoso o seu pensamento; e foi essa a razão por que mandou que se celebrasse pelos mortos um sacrifício expiatório, para que fossem absolvidos de seu pecado" (2 Mc 2, 45). Assim é salutar lembrarmos neste dia, que "a Igreja denomina Purgatório esta purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados"
Portanto, a alma que morreu na graça e na amizade de Deus, porém necessitando de purificação, assemelha-se a um aventureiro caminhando num deserto sob um sol escaldante, onde o calor é sufocante, com pouca água; porém enxerga para além do deserto, a montanha onde se encontra o tesouro, a montanha onde sopram brisas frescas e onde poderá descansar eternamente; ou seja, "o Céu não tem portas" (Santa Catarina de Gênova), mas sim uma providencial 'ante-sala'. 

"Ó meu Jesus perdoai-nos, livrai-nos do fogo do Inferno. Levai as almas todas para o Céu e socorrei principalmente as que mais precisarem! Amém!"

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Chá Beneficente da Casa Abrigo será dia 10/11

A Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús (Casa Abrigo) promoverá no dia 10 de novembro, seu Chá Beneficente com renda revertida para as obras sociais da entidade.

O evento será realizado no Centro Paroquial de Eventos Nossa Senhora Aparecida, com início previsto para as 14h30min. Além do sorteio de brindes, no local serão servidos bolos, salgados, chás, refrigerantes e sucos. 

Os convites estão sendo vendidos a 25 reais e podem ser adquiridos na secretaria paroquial, na Casa Abrigo ou com os coordenadores da entidade. Mais informações pelo telefone: 3421-6245. 

A Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús (Casa Abrigo) foi fundada em 22 de abril de 1997, por membros da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga, liderados pelo Padre Edemur José Alves (In-memória), com sede própria neste município.

É uma Associação Civil Filantrópica, sem fins lucrativos e em conformidade com a finalidade do seu Estatuto Social na execução de seus serviços, objetivando o atendimento a jovens, adultos, pessoas em migração e situação de rua com dependência indevida do uso de bebida alcoólica.

É uma obra social da Igreja Matriz, que designa uma porcentagem do Dízimo paroquial, além da participação de muitos paroquianos que partilham espiritualidade junto aos usuários da entidade por meio de orações, encontros, reuniões, bem como a assistência do Diretor Espiritual Padre Gilmar Margotto, além do incentivo e veemência no desenvolvimento das atividades da Casa Abrigo, assim como conta com a ajuda de fieis através de doações e trabalhos voluntários.

A entidade dispõe de 40 leitos assim distribuídos: 30 vagas para acolhimento a homens por tempo indeterminado com sistema de abrigamento e 10 vagas como Casa de passagem, sendo 07 vagas disponíveis ao público migratório para pernoite e 03 vagas à mulheres por curta temporada.

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Encontro de Formação para Noivos será nos dias 09 e 10/11

Estão abertas as inscrições para o Encontro de Formação para Noivos de nossa paróquia. Organizado pelo Setor Pré-Matrimonial, o Curso de Noivos será realizado nos dias 09 e 10 de novembro, iniciando no sábado às 19h e se encerrando no domingo às 12h. As inscrições podem ser feitas na secretaria paroquial. Mais informações na Secretaria paroquial ou pelo telefone: (17) 3421-6245

O sacramento do matrimônio é uma aliança, similar a aliança de Cristo com sua Igreja. O amor entre um homem e uma mulher, como filhos de Deus, deve possuir respeito, dignidade e responsabilidade, deve ser cultivado em sua plenitude. Mesmo nas tensões, o homem e a mulher crescem em sua humanidade, cultivando seus dons e fazendo uma experiência profunda do amor de Deus. Nesse ambiente de amor e solidariedade acontece a geração de novas vidas.
 

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Conheça o nome das crianças ganhadoras do Concurso Boneca e Boneco Vivos

 

No último dia 19 de outubro, foi realizada a Final do Concurso Boneca e Boneco Vivos 2019 durante a última noite da Tradicional Quermesse da Padroeira realizada no Centro de Eventos da Catedral. Essa foi a 27ª edição do Concurso que teve como ganhador Ana Luiza Fuzeto Garcia com 3750 votos vendidos e que recebeu como prêmio notebook. Nesta edição, 37 crianças participaram do concurso e foram vendidos 22380 votos. As pessoas que colaboraram comprando os votos concorreram a uma TV LED 43” doada pelo Supermercados Santa Cruz.

Durante a Noite de Quermesse, as 37 crianças participantes desfilaram, juntamente com a criança Heitor das Neves Freitas que foi ganhador em 2018. Os 10 primeiros colocados receberam prêmios especiais, mas todas as crianças participantes foram presenteadas.

O Concurso Boneca e Boneco Vivos 2019 foi coordenado pelos paroquianos Maria Odete, Aila, Silvia, Milton, Neide, Vânia e Tânia, sob orientação do Padre Gilmar Margotto. Além disso, o Concurso contou com a colaboração das seguintes empresas e pessoas que doaram as premiações e presentes as crianças participantes: A Cabana, Bonato Veículos, Calubri Moto Peças, Caracol, Cortishow Decorações, Escola Passo a Passo, Facchini, França Centro Automotivo, Impress, Júlio e Iza, Lamaq, Leni Gavioli, Neide Margotto, Malu Tecidos, Paiola Pizzaria, Roseli e Curti, Reboques Morini, Sesso Rolamentos, Studio JZ , Supermercados Para Todos, Supermercados Santa Cruz, Texas Country, Votuciclo, Cidinha Ferreira, Varejão das Utilidades, Yone Karpstein Decorações, Kopenhagen, Essencial Pharma, Elisangela Piva Serviços de Engenharia, Gou Clínica Odontológica e Douglas Lisboa.

Veja abaixo os nomes dos 10º primeiros colocados e os prêmios entregues:

1º Lugar: Ana Luiza Fuzeto Garcia – 3750 votos – Notebook doado por  Escola Passo a Passo, Essencial Pharma e Cortishow Decorações

2º lugar: Carolina Biliato Barreta – 1455 votos – Tablet doado por Júlio e Iza

3º lugar – Ana Júlia Caporalino Fernandes – 1372 votos – Look completo doado pela Caracol

4º lugar – Miguel Magossi Falchi – 1300 votos – Bicicleta doada pela Lamaq

5º lugar – Maria Clara Abdo Azevedo – 1105 votos – Bicicleta doada pelo Supermercado Para Todos

6º lugar – Milena Machado Esparva – 1050 votos – Bicicleta doada pelo Varejão Utilidades

7º lugar – Maria Laura Nunes Janini – 950 votos - Bicicleta doada por Roseli e Curti e Votuciclo

8º lugar – Pedro Milani Cipriano – 900 votos – Micro System doado por Leni Gavioli

9º lugar – João Rafael Cambiagui – 850 votos – Patinete doado pela Impress

10º lugar – Elis Massura Vicente – 800 votos - Patinete doado pela Impress

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Participe do Terço Vocacional em Preparação ao Jubileu de Vida Sacerdotal do padre Gilmar

No dia 27 de janeiro de 2020, serão celebrados os 25 anos de Vida Sacerdotal do Padre Gilmar Margotto, pároco da Catedral Nossa Senhora Aparecida. Em preparação ao Jubileu Sacerdotal, estão sendo realizadas algumas atividades vocacionais.

Entre estas atividades, destaca-se a celebração de um Terço Vocacional no próximo dia 28 de outubro, iniciando com a Santa Missa às 19h30 na Catedral.

Além do Terço Vocacional, foi instalado no interior da Catedral um mural com fotos destes 25 anos de serviço ao sacerdócio pelo Padre Gilmar.

Biografia:

 Filho de José Margotto e Maria Fernandes Margotto, o padre Gilmar nasceu em Votuporanga no dia 02 de julho de 1970. Foi batizado na Igreja Matriz de Votuporanga pelo Frei Tarcísio Leite no dia 25 de agosto de 1970. Viveu parte de sua infância na cidade de Cosmorama. Foi Crismado também na Igreja Matriz por Dom José de Aquino Pereira. Aos 17 anos entrou para o seminário, sendo ordenado diácono em 13 de maio de 1994 e ordenado presbítero no dia 27 de janeiro de 1995. Ambas as celebrações foram realizadas na Igreja Matriz de Votuporanga e presididas por Dom José de Aquino Pereira. Tomou posse como primeiro pároco da paróquia Senhor Bom Jesus de Votuporanga no dia 16 de fevereiro de 1995, permanecendo nessa paróquia por 16 anos, onde realizou inúmeros trabalhos pastorais e administrativos. Foi convidado pelo então bispo de Rio Preto, Dom Paulo Mendes Peixoto, para participar da Comissão para a Criação da Diocese de Votuporanga, juntamente com os padres Edemur José Alves e Carlos Rodrigues dos Santos. Após o falecimento do padre Edemur, Dom Paulo nomeou o padre Gilmar Margotto como novo pároco da paróquia Nossa Senhora Aparecida, tomando posse no dia 26 de outubro de 2011.
Nestes 8 anos o padre Gilmar cativou a todos os paroquianos com sua dedicação e amor pelo povo de Deus. Como destaque de seu trabalho estão a reorganização territorial, reforma do Salão, Secretaria Paroquial e das sacristias, construção do Centro de Eventos, volta das badaladas do relógio, instalação dos vitrais, celebração dos sacramentos, Missa em todos os dias da semana, comemoração dos 70 anos da paróquia, transmissão da missa pela internet, criação da Web Rádio e Web TV, incentivo aos trabalhos sociais dos Vicentinos, Pastoral da Criança e Casa Abrigo, entre outros.

Além disso, Padre Gilmar atuou incansavelmente na Comissão de Criação da Diocese de Votuporanga desde 2010 e desde 2016, com a instalação da nova diocese, o sacerdote tornou-se o Cura da Catedral. Além de pároco da Catedral, Padre Gilmar atua como membro do Colégio dos Consultores da Diocese e é Assessor Diocesano de Comunicação.

Formação Acadêmica:
Cursou Filosofia e Teologia pela Faculdade Sagrado Coração de Jesus em São Jose do Rio Preto entre os anos de 1988 a 1994.
Licenciatura em Psicologia pela UNORP - Centro Universitário do Norte Paulista em São Jose do Rio Preto em 2004 e bacharel em Psicologia em 2005.

 

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Catedral realizará missão de evangelização no setor 10 no dia 26/10

 Catedral Nossa Senhora Aparecida da Diocese de Votuporanga está realizando todos os meses as missões evangelizadoras no território paroquial.
A próxima missão será realizada neste sábado (26/10), a partir das 8h, e percorrerá as ruas pertencentes ao setor 10. Neste trabalho missionário iniciado no ano passado, estão sendo visitados e abençoados diversas residências e comércios localizados no território paroquial e muitas pessoas ficam emocionadas ao receberem a benção em seus lares e locais de trabalho.
A ação é realizada pelo Conselho Missionário Paroquial (Comipa) e busca ressaltar que “Todos somos Igreja Missionária”.
As próximas missões serão realizadas nos dias 30 de novembro, no setor 12; e 14 de dezembro, no setor 13.

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Diocese está completando 3 anos de instalação

Neste dia 22 de outubro, a Diocese de Votuporanga completa três anos de instalação e posse do primeiro bispo, Dom Moacir Aparecido de Freitas. A Diocese de Votuporanga foi criada em 20 de julho de 2016 pelo Papa Francisco, sendo desmembrada das Dioceses de São José do Rio Preto e de Jales. A diocese votuporanguense é sufragânea da Arquidiocese de Ribeirão Preto e faz parte do Regional Sul 1 da CNBB.

Aos poucos a diocese está sendo organizada e os trabalhos pastorais vão sendo realizados. A Cúria está instalada no prédio da Secretaria da Paróquia Nossa Aparecida, porém deve ser construída uma sede própria na rua Alagoas, entre as ruas Argentina e Guerche. Deve ser construído também um local para formações e retiros. Em relação a equipe administrativa da Diocese, Dom Moacir nomeou os padres dos principais cargos. O Padre Roberto Bocalete de Américo de Campos é o Chanceler, o Padre Geomar Alves dos Santos da Paróquia Santa Luzia de Votuporanga é o Coordenador de Pastoral e o Padre Carlos Rodrigues dos Santos da Paróquia São Bento de Votuporanga é o Ecônomo. Dom Moacir nomeou o Padre Lorival Angelo Marques de Cosmorama como vigário-geral da diocese. Também foram escolhidos os padres membros do Colégio dos Consultores, Câmara Eclesiástica e assessores dos movimentos e pastorais.

A diocese é composta por 28 paróquias localizadas em 25 municípios: Álvares Florence, Américo de Campos, Buritama, Cardoso, Cosmorama, Floreal, Gastão Vidigal, Lourdes, Macaubal, Magda, Monções, Nhandeara, Nova Luzitânia, Parisi, Paulo de Faria, Planalto, Pontes Gestal, Riolândia, Sebastianópolis do Sul, Tanabi, Turiúba, União Paulista, Valentim Gentil, Votuporanga e Zacarias. Para facilitar o trabalho pastoral, a diocese foi dividida em 5 regiões pastorais: Nhandeara, Buritama, Votuporanga, Cosmorama e Riolândia. Nossa diocese abrange uma superfície de 7.694 Km² e segundo o censo de 2010, a população da nova diocese é de 237.380 habitantes.

A diocese possui 34 padres, sendo 2 eméritos, e 4 Diáconos Permanentes, 8 seminaristas, além de religiosas e leigos consagrados. A Diocese vive a fase final da elaboração do Plano Diocesano de Pastoral e neste mês de outubro, em comunhão com a Igreja no mundo inteiro, está celebrando o Mês Missionário Extraordinário .

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Padre Gilmar completará 8 anos como pároco da catedral

No próximo dia 26 de outubro, o padre Gilmar Antonio Fernandes Margotto completa 8 anos à frente da Paróquia Nossa Senhora Aparecida. Em celebração presidida pelo bispo diocesano, Dom Paulo Mendes Peixoto, no dia 26 de outubro de 2011, o Padre Gilmar tomava posse como pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida após o falecimento do saudoso Padre Edemur José Alves.

Nestes 8 anos o padre Gilmar cativou a todos os paroquianos com sua dedicação e amor pelo povo de Deus. Como destaque de seu trabalho estão a reorganização territorial, reforma do Salão, Secretaria Paroquial e das sacristias, construção do Centro de Eventos, volta das badaladas do relógio, instalação dos vitrais, celebração dos sacramentos, Missa em todos os dias da semana, comemoração dos 70 anos da paróquia, transmissão da missa pela internet, criação da Web Rádio e Web TV, incentivo aos trabalhos sociais dos Vicentinos, Pastoral da Criança e Casa Abrigo, entre outros. Além disso, Padre Gilmar atuou incansavelmente na Comissão de Criação da Diocese de Votuporanga desde 2010 e desde 2016, com a instalação da nova diocese, o sacerdote tornou-se o Cura da Catedral.

Além de pároco da Catedral, Padre Gilmar atua como membro do Colégio dos Consultores da Diocese e é Assessor Diocesano de Comunicação.

Padre Gilmar, somos gratos a Deus por tê-lo como nosso pároco e pedimos ao nosso Divino Mestre que te cumule de muitas graças e bençãos dos céus.

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Papa recebe delegação de indígenas por ocasião do Sínodo da Amazônia

O Papa Francisco recebeu cerca de 40 indígenas por ocasião do Sínodo da Amazônia, que ocorre no Vaticano até 27 de outubro.

“Na tarde da quinta-feira, 17, por volta das 15h30, o Santo Padre encontrou um grupo de cerca de quarenta indígenas, entre participantes do Sínodo para a Região Pan-Amazônica e de outras iniciativas que estão sendo realizadas em Roma nestes dias. Eles estavam acompanhados por sua excelência Dom Roque Paloschi, Arcebispo de Porto Velho, e por sua eminência o Cardeal Claudio Hummes”, informou Matteo Bruni, diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, em uma nota divulgada nesta quinta-feira, 17 de outubro.

“O encontro foi aberto por um breve pronunciamento de uma mulher e um homem, representantes dos povos indígenas, que por meio deles expressaram gratidão ao Santo Padre pela convocação do Sínodo”, continua o texto.

Esses representantes também pediram ao Papa “ajuda para concretizar seu desejo de garantir uma vida serena e feliz a seus povos, cuidando de suas terras, protegendo suas águas, para que também seus descendentes possam usufruir destas riquezas”.

Bruni também indicou que o Papa Francisco dirigiu algumas palavras aos presentes, “enfatizando como o Evangelho é como uma semente que cai na terra que encontra e cresce com as características desta terra”.

“Referindo-se à região Amazônica, o Santo Padre falou dos perigos das novas formas de colonização. Por fim, fazendo referência às origens do cristianismo, nascido no mundo judaico, tendo mais tarde se desenvolvido no mundo greco-latino e então chegado a outras terras, como a eslava, as orientais e as americanas, o Papa Francisco reiterou que o Evangelho deve se inculturar”, continua a nota do diretor da Sala de Imprensa do Vaticano.

Essa inculturação, disse o Papa, deve ser realizada para que “os povos recebam o anúncio de Jesus com sua própria cultura”.

Via ACI Digital

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7 conselhos que te ajudarão a aperfeiçoar a oração do Terço

Outubro é o mês dedicado ao Terço e muitos católicos redescobrem na oração predileta da Virgem Maria sua força espiritual.

Para seguir aperfeiçoando o hábito desta oração, apresentamos sete conselhos práticos tirados do livro “O Rosário: Teologia de joelhos”, do sacerdote, escritor e funcionário da Secretaria de Estado do Vaticano, Mons. Florian Kolfhaus:

1. Dedicar tempo

Nossos calendários estão cheios de compromissos. Entretanto, é bom reservar de 20 a 30 minutos por dia para a oração do Santo Terço. Este encontro com Jesus e Maria é muito mais importante que as demais atividades agendadas.

Este tempo de oração é reservado para nós mesmos, porque é um tempo no qual devemos nos dedicar somente para amar.

É possível reservar dois ou três dias da semana para a oração do Terço e, desta forma, será cada vez mais fácil fazer esta oração, até finalmente poder rezá-la todos os dias.

2. Saber que reza para alguém

 

 

Uma boa oração está baseada em orientar completamente à vontade a agradar o nosso querido amigo, Cristo, e não a nós mesmos.

3. Fazer pausas

Santo Ignácio de Loyola recomenda a chamada “terceira forma de rezar” para adaptar as palavras ao ritmo da própria respiração.

Normalmente, é suficiente interromper um mistério do Terço para voltar a ser consciente de que Jesus e Maria nos olham cheios de alegria e amor. Para isto, pode ser útil respirar duas ou três vezes, antes de voltar a retomar a oração.

4. Dirigir os pensamentos

Pode-se e deve-se “desviar” os pensamentos para encontrar o mistério que devemos visualizar na nossa mente antes de cada dezena do terço.

É pouco provável que a repetição seja útil se não for encaminhada várias vezes para o essencial, que é a vida de Jesus e de Maria.

5. Fazer da oração um momento para compartilhar com Cristo

Um dos primeiros e mais importantes passos para a oração interior é não só nos dedicarmos a pensar e a meditar, mas olhar paa aquele a quem está dirigida a nossa prece.

Saber que, aquele a quem nos dirigimos nos ama infinitamente e despertará em nós diversos e espontâneos sentimentos, assim como quando desfrutamos e nos alegramos com uma pessoa que gostamos muito.

6. Fechar os olhos ou simplesmente fixá-los em um só lugar

Algumas pessoas fecham os olhos a fim de se concentrar e rezar melhor. Isso pode ser uma ajuda, mas normalmente é suficiente fixar o olhar em um só lugar e evitar olhar ao redor. De qualquer maneira, é importante que os olhos do coração estejam sempre abertos.

O Terço é como uma visita ao cinema. Trata-se de ver imagens. Algumas perguntas básicas podem ser de utilidade: o que, quem, como, quando, onde? Como vejo o nascimento de Jesus, sua crucificação, sua ascensão.

Às vezes, posso – como se tivesse uma câmara – aproximar elementos ou detalhes e procurar um primeiro plano: a mão de Cristo transpassada pelos pregos, as lágrimas nos olhos do apóstolo João enquanto o Senhor subia aos céus, etc.

7. Que a intenção de rezar sempre seja o amor

As palavras acompanham, nossa mente se dispõe, mas o nosso coração deve dominar a oração.

Todos os grandes escritores espirituais concordam que a oração interior atinge principalmente nossos sentimentos e emoções.

Santa Teresa D’Ávila explica de maneira simples: “Não pense muito, ame muito!”. Em uma ocasião, uma senhora me contou que não conseguia pensar em rezar o Terço todos os dias, mas a única coisa que conseguia dizer interiormente era: ‘Jesus, Maria, eu os amo!’. Parabenizo a esta mulher, pois a tal resultado a oração do Terço nos deve levar.

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Papa no Dia Mundial das Missões: A Missão é dom e não um peso a ser suportado

Neste domingo, 20, dia em que a Igreja celebra o Dia Mundial das Missões, o Papa Francisco celebrou uma especial missa para marcar a ocasião, recordando que todo cristão é missionário e que a missão é um dom e não um fardo, exortando os presentes a anunciar com coragem o Evangelho.

Abaixo segue a Homilia do Santo Padre na íntegra:

“Quero tomar três palavras das Leituras: um substantivo, um verbo e um pronome. O

substantivo é o monte: dele profetiza Isaías, quando nos fala de um monte do Senhor, dominando sobre as colinas, para onde acorrerão todas as nações (cf. Is 2, 2). E o monte reaparece no Evangelho: depois da sua ressurreição, Jesus indica aos discípulos como local de encontro um monte da Galileia,

precisamente aquela Galileia habitada por muitas populações diferentes, a «Galileia dos gentios» (cf.Mt 4, 15). Em suma, o monte parece ser o lugar onde Deus gosta de marcar encontro com toda a humanidade. É o lugar do encontro connosco, como mostra a Bíblia a começar do Sinai, passando pelo Carmelo até Jesus, que proclamou as Bem-aventuranças no monte, transfigurou-Se no monte

Tabor, deu a vida no Calvário e subiu ao Céu no monte das Oliveiras. O monte, lugar dos grandes encontros entre Deus e o homem, é também o sítio onde Jesus passa horas e horas em oração (cf. Mc 6, 46), para unir terra e Céu, unir-nos, nós seus irmãos, ao Pai. 

A nós, que nos diz o monte? Que somos chamados a aproximar-nos de Deus e dos outros: aproximar-nos de Deus, o Altíssimo, no silêncio, na oração, afastando-nos das maledicências e boatos que poluem; e aproximar-nos também dos outros, que, vistos do monte, aparecem-nos noutra perspetiva, a de Deus que chama todos os povos: vistos de cima, os outros aparecem-nos no seu todo e descobre-se que a harmonia da beleza só é dada pelo conjunto. O monte lembra-nos que os irmãos e as irmãs não devem ser selecionados, mas abraçados com o olhar e sobretudo com a vida. O monte liga Deus e os irmãos num único abraço, o da oração. O monte leva-nos para o alto, longe de tantas coisas materiais que passam; convida-nos a redescobrir o essencial, o que permanece: Deus e os irmãos. A missão começa no monte: lá se descobre aquilo que conta. No coração deste mês

missionário, interroguemo-nos: Para mim, o que é que conta na vida? Quais são as altitudes para onde tendo?

E o substantivo monte aparece acompanhado por um verbo: subir. Isaías exorta-nos: «Vinde, subamos à montanha do Senhor» (2, 3). Nascemos, não para ficar em terra contentando-nos com coisas triviais, mas para chegar às alturas encontrando Deus e os irmãos. Para isso, porém, é preciso subir: é preciso deixar uma vida horizontal, lutar contra a força de gravidade do egoísmo, realizar um êxodo do próprio eu. Por isso, subir requer esforço, mas é a única maneira para ver tudo melhor, como

o panorama mais bonito ao escalar a montanha só se vê no cimo e, então, compreendemos que o único modo possível para o abarcar era seguir aquela vereda sempre em subida. E como não é fácil subir ao monte se formos carregados de coisas, assim na vida é preciso alijar o que não serve. É também o segredo da missão: para partir é preciso deixar, para anunciar é preciso renunciar. O anúncio credível é feito, não de bonitas palavras, mas de vida boa: uma vida de

serviço, que sabe renunciar a tantas coisas materiais que empequenecem o coração, tornam as pessoas indiferentes e as fecham em si mesmas; uma vida que se separa das inutilidades que atafulham o coração e encontra tempo para Deus e para os outros. Podemos interrogar-nos: Como procede a minha subida? Sei renunciar às bagagens pesadas e inúteis do mundanismo para subir ao monte do Senhor?

Se o monte nos lembra o que conta – Deus e os irmãos –, e o verbo subir, o modo como lá chegamos, há uma terceira palavra que hoje ressoa como a mais forte. É o pronome todos, que prevalece nas Leituras: «todas as nações», dizia Isaías (2, 2); «todos os povos», repetimos no Salmo; Deus «quer que todos os homens sejam salvos», escreve Paulo (1 Tm 2, 4); «ide, pois, fazei discípulos

de todos os povos», pede Jesus no Evangelho (Mt 28,19). O Senhor obstina-Se a repetir este «todos».

Sabe que somos teimosos a repetir «meu» e «nosso»: as minhas coisas, a nossa nação, a nossa comunidade... e Ele não Se cansa de repetir «todos». Todos, porque ninguém está excluído do seu coração, da sua salvação; todos, para que o nosso coração ultrapasse as alfândegas humanas, os particularismos baseados nos egoísmos que não agradam a Deus. Todos, porque cada qual é um

tesouro precioso e o sentido da vida é dar aos outros este tesouro. Eis a missão: subir ao monte para rezar por todos, e descer do monte para se doar a todos.

Subir e descer… Assim o cristão está sempre em movimento, em saída. Realmente, no Evangelho, o mandato de Jesus é «ide». Todos os dias nos cruzamos com tantas pessoas, mas –podemo-nos interrogar – vamos ter com as pessoas que encontramos? Assumimos o convite de Jesus ou ocupamo-nos apenas das nossas coisas? Todos esperam algo dos outros, o cristão vai ter com os outros. A testemunha de Jesus nunca se sente em crédito do reconhecimento de outros, mas em dívida

de amor com quem não conhece o Senhor. A testemunha de Jesus vai ao encontro de todos, e não apenas dos seus, do seu grupinho. Jesus diz também a ti: «Vai; não percas a ocasião de testemunhar!»

Irmão, irmã, o Senhor espera de ti o testemunho que ninguém pode dar em tua vez. «Oxalá consigas identificar a palavra, a mensagem de Jesus que Deus quer dizer ao mundo com a tua vida (...), e assim a tua preciosa missão não fracassará» (Francisco, Exort. ap. Gaudete et exsultate, 24).

Para ir ao encontro de todos, que instruções nos dá o Senhor? Uma só e muito simples: fazei discípulos. Mas, atenção! Discípulos d’Ele, não nossos. A Igreja só anuncia bem, se viver como discípula. E o discípulo segue dia a dia o Mestre e partilha com os outros a alegria do discipulado.

Não conquistando, obrigando, fazendo prosélitos, mas testemunhando, colocando-se ao mesmo nível – discípulo com os discípulos –, oferecendo amorosamente o amor que recebemos. Esta é a missão: oferecer ar puro, de alta quota, a quem vive imerso na poluição do mundo; levar à terra aquela paz que nos enche de alegria, sempre que encontramos Jesus no monte, na oração; mostrar, com a vida e mesmo com palavras, que Deus ama a todos e não se cansa jamais de ninguém.

Queridos irmãos e irmãs, cada um de nós tem, melhor, é uma missão nesta terra (cf. Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 273). Estamos aqui para testemunhar, abençoar, consolar, erguer, transmitir a beleza de Jesus. Coragem! Ele espera muito de ti! O Senhor prova uma espécie de ânsia por aqueles que ainda não sabem que são filhos amados pelo Pai, irmãos pelos quais deu a vida e o Espírito Santo. Queres acalmar a ânsia de Jesus? Vai com amor ao encontro de todos, porque a tua

vida é uma missão preciosa: não é um peso a suportar, mas um dom a oferecer. Coragem! Sem medo, vamos ao encontro de todos!

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Papa no ângelus: A oração é indispensável para a missão apostólica

O Papa Francisco destacou que a condição indispensável para viver plenamente a missão é a oração e animou os presentes a rezar pelos missionários do mundo inteiro.

Assim o indicou o Santo Padre na oração do Ângelus deste domingo 20 de outubro, dia em que a Igreja Universal celebra a Jornada Missionária Mundial.

“Para viver plenamente a missão há uma condição indispensável: a oração, uma oração fervente e incessante, segundo o ensinamento de Jesus proclamada também no Evangelho de hoje, em que Ele conta uma parábola sobre a necessidade de rezar sempre, sem cansar-se nunca. Nunca”, explicou o Papa.

Refletindo na passagem bíblica do Evangelho de São Lucas, o Pontífice destacou que “a oração é o primeiro apoio do povo de Deus para os missionários, rica de afeto e de gratidão por sua difícil tarefa de anunciar e doar a luz e a graça do Evangelho a quem ainda não a recebeu”.

“Hoje é uma bela ocasião para nos perguntarmos: rezo pelos missionários? Rezo por aqueles que vão longe para levar a Palavra de Deus com o seu testemunho? Pensemos”, disse o Papa.

O Papa recordou ainda que a Dia Mundial das Missões é “uma ocasião favorável para que cada pessoa batizada seja mais consciente da necessidade de cooperar na proclamação da Palavra, anunciando o Reino de Deus através de um compromisso renovado”.

Nesta linha, recordou a Carta Apostólica “Maximum illud” do Papa Bento XV escrita em 1919 com o objetivo de dar “um novo impulso à responsabilidade missionária de toda a Igreja”.

Conforme explicou o Papa Francisco, tal documento adverte “a necessidade de melhorar evangelicamente a missão no mundo, para que venha a ser purificada de qualquer incrustação colonial e livre dos condicionamentos das políticas expansionistas das nações européias”.

A respeito, Francisco assinalou que a mensagem de Bento XV “é ainda atual e estimula a superar a tentação de toda teimosia autorreferencial e de toda forma de pessimismo pastoral, para nos abrir à novidade alegre do Evangelho”.

“Neste tempo, marcado por uma globalização que deveria ser solidária e respeitosa da particularidade dos povos, mas que, ao contrário, ainda sofre a homologação e os velhos conflitos de poder que alimentam guerras e arruínam o planeta, os crentes estão chamados a levar a todas partes, com novo entusiasmo, a boa notícia de que em Jesus a misericórdia vence o pecado, a esperança vence o medo, a fraternidade vence a hostilidade. Cristo é nossa paz e nele se supera toda divisão, só nele está a salvação de cada homem e de cada povo”, expressou o Papa.

Por isso, o Pontífice confiou à Virgem Maria “que acompanhe e proteja cada dia aos missionários do Evangelho”.

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Homilia do Papa Francisco na canonização de Irmã Dulce e outros beatos

Santa Missa com o rito da canonização dos beatos: John Henry Newman, Giuseppina Vannini, Mariam Thresia Chiramel Mankidiyan, Margherita Bays e a brasileira irmã Dulce Lopes Pontes
Praça São Pedro – Vaticano
Domingo, 13 de outubro de 2019

Boletim da Santa Sé

«A tua fé te salvou» (Lc 17, 19). É o ponto de chegada do Evangelho de hoje, que nos mostra o caminho da fé. Neste percurso de fé, vemos três etapas, vincadas pelos leprosos curados, que invocam, caminham e agradecem.

Primeiro, invocar. Os leprosos encontravam-se numa condição terrível não só pela doença em si, ainda hoje difusa e devendo ser combatida com todos os esforços possíveis, mas pela exclusão social. No tempo de Jesus, eram considerados impuros e, como tais, deviam estar isolados, separados (cf. Lv 13, 46). De facto, quando vão ter com Jesus, vemos que «se mantêm à distância» (Lc 17, 12). Embora a sua condição os coloque de lado, todavia diz o Evangelho que invocam Jesus «gritando» (17, 13) em voz alta. Não se deixam paralisar pelas exclusões dos homens e gritam a Deus, que não exclui ninguém. Assim se reduzem as distâncias, e a pessoa sai da solidão: não se fechando em auto lamentações, nem olhando aos juízos dos outros, mas invocando o Senhor, porque o Senhor ouve o grito de quem está abandonado.

Também nós – todos nós – necessitamos de cura, como aqueles leprosos. Precisamos de ser curados da pouca confiança em nós mesmos, na vida, no futuro; curados de muitos medos; dos vícios de que somos escravos; de tantos fechamentos, dependências e apegos: ao jogo, ao dinheiro, à televisão, ao celular, à opinião dos outros. O Senhor liberta e cura o coração, se O invocarmos, se lhe dissermos: «Senhor, eu creio que me podeis curar; curai-me dos meus fechamentos, livrai-me do mal e do medo, Jesus». No Evangelho de Lucas, os primeiros a invocar o nome de Jesus são os leprosos. Depois fá-lo-ão também um cego e um dos ladrões na cruz: pessoas carentes invocam o nome de Jesus, que significa Deus salva. De modo direto e espontâneo chamam Deus pelo seu nome. Chamar pelo nome é sinal de confidência, e o Senhor gosta disso. A fé cresce assim, com a invocação confiante, levando a Jesus aquilo que somos, com franqueza, sem esconder as nossas misérias. Invoquemos diariamente, com confiança, o nome de Jesus: Deus salva. Repitamo-lo: é oração. A oração é a porta da fé, a oração é o remédio do coração.

Caminhar é a segunda etapa. Neste breve Evangelho de hoje, aparece uma dezena de verbos de movimento. Mas o mais impressionante é sobretudo o facto de os leprosos serem curados, não quando estão diante de Jesus, mas depois enquanto caminham, como diz o texto: «Enquanto iam a caminho, ficaram purificados» (17, 14). São curados enquanto vão para Jerusalém, isto é, palmilhando uma estrada a subir. É no caminho da vida que a pessoa é purificada, um caminho frequentemente a subir, porque leva para o alto. A fé requer um caminho, uma saída; faz milagres, se sairmos das nossas cômodas certezas, se deixarmos os nossos portos serenos, os nossos ninhos confortáveis. A fé aumenta com o dom, e cresce com o risco. A fé atua, quando avançamos equipados com a confiança em Deus. A fé abre caminho através de passos humildes e concretos, como humildes e concretos foram o caminho dos leprosos e o banho de Naaman no rio Jordão, que ouvimos na primeira Leitura (cf. 2 Re 5, 14-17). O mesmo se passa conosco: avançamos na fé com o amor humilde e concreto, com a paciência diária, invocando Jesus e prosseguindo para diante.

Outro aspeto interessante no caminho dos leprosos é que se movem juntos. Refere o Evangelho, sempre no plural, que «iam a caminho» e «ficaram purificados» (Lc 17, 14): a fé é caminhar juntos, jamais sozinhos. Mas, uma vez curados, nove continuam pela sua estrada e apenas um regressa para agradecer. E Jesus desabafa a sua mágoa assim: «Onde estão os outros nove?» (17, 17). Quase parece perguntar pelos outros nove, ao único que voltou. É verdade! Constitui tarefa nossa – de nós que estamos aqui a «fazer Eucaristia», isto é, a agradecer –, constitui nossa tarefa ocuparmo-nos de quem deixou de caminhar, de quem se extraviou: somos guardiões dos irmãos distantes. Somos intercessores por eles, somos responsáveis por eles, isto é, chamados a responder por eles, a tê-los a peito. Queres crescer na fé? Ocupa-te dum irmão distante, duma irmã distante.

Invocar, caminhar e… agradecer: esta é a última etapa. Só àquele que agradece é que Jesus diz: «A tua fé te salvou» (17, 19). Não se encontra apenas curado; também está salvo. Isto diz-nos que o ponto de chegada não é a saúde, não é o estar bem, mas o encontro com Jesus. A salvação não é beber um copo de água para estar em forma; mas é ir à fonte, que é Jesus. Só Ele livra do mal e cura o coração; só o encontro com Ele é que salva, torna plena e bela a vida. Quando se encontra Jesus, brota espontaneamente o «obrigado», porque se descobre a coisa mais importante da vida: não o receber uma graça nem o resolver um problema, mas abraçar o Senhor da vida.

É encantador ver como aquele homem curado, que era um samaritano, manifesta a alegria com todo o seu ser: louva a Deus em voz alta, prostra-se, agradece (cf. 17, 15-16). O ponto culminante do caminho de fé é viver dando graças. Podemos perguntar-nos: Nós, que temos fé, vivemos os dias como um peso a suportar ou como um louvor a oferecer? Ficamos centrados em nós mesmos à espera de pedir a próxima graça, ou encontramos a nossa alegria em dar graças? Quando agradecemos, o Pai deixa-Se comover e derrama sobre nós o Espírito Santo. Agradecer não é questão de cortesia, de etiqueta, mas questão de fé. Um coração que agradece, permanece jovem. Dizer «obrigado, Senhor», ao acordar, durante o dia, antes de deitar, é antídoto ao envelhecimento do coração. E o mesmo se diga em família, entre os esposos: lembrem-se de dizer obrigado. Obrigado é a palavra mais simples e benéfica.

Invocar, caminhar, agradecer. Hoje, agradecemos ao Senhor pelos novos Santos, que caminharam na fé e agora invocamos como intercessores. Três deles são freiras e mostram-nos que a vida religiosa é um caminho de amor nas periferias existenciais do mundo. Ao passo que Santa Margarida Bays era uma costureira e revela-nos quão poderosa é a oração simples, a suportação com paciência, a doação silenciosa: através destas coisas, o Senhor fez reviver nela o esplendor da Páscoa. Da santidade do dia a dia, fala o Santo Cardeal Newman quando diz: «O cristão possui uma paz profunda, silenciosa, oculta, que o mundo não vê. (…) O cristão é alegre, calmo, bom, amável, educado, simples, modesto; não tem pretensões, (…) o seu comportamento está tão longe da ostentação e do requinte que facilmente se pode, à primeira vista, tomá-lo por uma pessoa comum» (Parochial and Plain Sermons, V, 5). Peçamos para ser, assim, «luzes gentis» no meio das trevas do mundo. Jesus, «ficai connosco e começaremos a brilhar como brilhais Vós, a brilhar de tal modo que sejamos uma luz para os outros» (Meditations on Christian Doctrine, VII, 3). Amen.

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Conheça os 5 novos santos da Igreja Católica

Neste domingo, 13 de outubro, o Papa Francisco canonizou cinco beatos, incluindo o Cardeal John Henry Newman, um sacerdote convertido do Anglicanismo, e a beata Dulce Lopes Pontes, primeira santa brasileira.

Conheçam um pouco mais sobre a vida destes 5 novos santos da Igreja Católica:

1. Cardeal John Henry Newman

John Henry Newman nasceu em Londres em 1801. Foi ordenado sacerdote da Igreja Anglicana, onde serviu por anos como pároco de St. Clement, em Oxford. Em 1845, converteu-se ao catolicismo e, alguns anos depois, foi ordenado sacerdote da Igreja Católica. Fundou os Oratórios de São Felipe Neri e foi criado cardeal em 1879, tendo como lema "Cor ad cor loquitur" (O coração fala ao coração). Morreu em 11 de agosto de 1880.

Bento XVI o beatificou em 19 de setembro de 2010, graças à cura milagrosa do diácono Jack Sullivan, de Braintree, Massachusetts, que se recuperou de uma doença na coluna vertebral que o impedia de caminhar, e rezou ao Cardeal Newman pedindo sua intercessão.

O milagre que permitiu sua canonização é a cura de uma mulher grávida norte-americana que rezou pedindo a intercessão do Cardeal depois de receber um diagnóstico muito grave. Os médicos ainda não explicam como a mulher, da Arquidiocese de Chicago, conseguiu se recuperar.

2. Giuseppina Vannini

Giuseppina Vannini nasceu em Roma em 1859. Aos quatro anos de idade, perdeu o pai e, três anos depois, a mãe. Separada de seus dois irmãos, foi acolhida no Conservatório Torlonia, de Roma. Durante alguns exercícios espirituais, conheceu o sacerdote camiliano Pe. Luigi Tezza, que reconheceu nela a pessoa indicada para iniciar uma nova congregação fundada, em 1892, com o nome de Filhas de São Camilo.

Morreu em 1911 e, em 16 de outubro de 1994, foi beatificada por São João Paulo II, graças ao milagre realizado em Olga Nuñez, de Buenos Aires, que sofria de melanoma. As Filhas de São Camilo colocaram uma relíquia de Madre Giuseppina em seu leito hospitalar, enquanto rezavam uma novena pedindo a intercessão de sua fundadora. Milagrosamente, a doença começou a desaparecer, até curar completamente.

O segundo milagre, e o que permitiu sua canonização, envolve Arno Celson Klauck, mestre de obras de Sinop (MT  - Brasil), que caiu do terceiro andar pelo poço do elevador enquanto colocava vigas de madeira. Ele invocou a ajuda da religiosa enquanto caía. Milagrosamente, foi encontrado apenas com hematomas.

3. Maria Teresa Chiramel Mankidiyan

Maria Teresa Chiramel Mankidiyan nasceu em 1876, em Puthenchira, no estado de Kerala (Índia), recebeu de Deus muitos favores místicos, como ter visões de Nossa Senhora e dos santos, além dos estigmas de Cristo, em 1909, e que ela sempre manteve em segredo. Em 1914, fundou a congregação das Irmãs da Sagrada Família. Teve uma queda que causou uma ferida, que não pôde ser controlada devido ao diabetes que sofria e morreu em 1926.

Foi beatificada por São João Paulo II, em 9 de abril de 2000, graças à cura milagrosa de Mathew D. Pellissery, nascido com pé equinovaro congênito, uma doença que deforma os pés. A família pediu a intercessão da beata através da oração e do jejum. Um dia, o pé direito amanheceu totalmente certo; no ano seguinte, aconteceu o mesmo com o pé esquerdo.

Um segundo milagre, e o que permite sua canonização, é a cura de um bebê em 2009. Christopher nasceu com pulmões subdesenvolvidos e três buracos no coração, os médicos não lhe deram muito tempo de vida. Em um momento de crise respiratória, a avó do menino trouxe uma relíquia da religiosa e, com a oração da família, Christopher se recuperou. Atualmente, tem 10 anos.

4. Irmã Dulce Lopes Pontes

Maria Rita Lopes Pontes nasceu em 1914, tinha seis anos quando a mãe morreu e, aos 18, ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, onde passou a se chamar Dulce. Fundou a União dos Trabalhadores de São Francisco, um movimento operário cristão na Bahia, e o hospital Santo Antônio. Faleceu em 1992 por sua saúde debilitada.

O milagre de sua beatificação ocorreu em 2001, quando Claudia Cristina dos Santos, hoje com 42 anos, apresentou uma hemorragia incontrolável depois do parto. Após três intervenções, os médicos perderam a esperança, mas sua família decidiu pedir a intercessão da beata e o sangramento parou imediatamente.

O segundo milagre que a levou à canonização é a cura milagrosa de José Maurício Bragança Moreira, que estava cego devido a um glaucoma grave. Um dia, enquanto sofria de conjuntivite, colocou uma pequena estátua da religiosa sobre o olho, pedindo sua intercessão. Quando ele acordou, descobriu que podia ver novamente.

5. Margarita Bays

Margarita Bays nasceu na Suíça, no cantão de Friburgo, em 1815. Filha de agricultores, desenvolveu ao longo de sua vida o trabalho de costureira. Adoeceu com câncer antes dos 40 anos, mas foi inexplicavelmente curada, em 8 de dezembro de 1854, dia em que Pio IX proclamou o dogma da Imaculada Conceição. Viveu muitas experiências místicas e experimentou os estigmas. Morreu em 27 de junho de 1879.

Foi beatificada por São João Paulo II, em 29 de outubro de 1995, após a aprovação do primeiro milagre operado por sua intercessão. Isso ocorreu em 1940, quando, durante uma subida à montanha Dent-de-Lys, nos Alpes Berneses, quatro alpinistas caíram no vazio devido ao terreno escorregadio. O único que sobreviveu disse que pediu a intercessão de Margarita durante o acidente.

O segundo milagre, que a leva à canonização, ocorreu em 1998. Um avô rezou à beata ao ver que sua neta de dois anos caiu embaixo de um trator em movimento. Milagrosamente, a menina ficou ilesa. As investigações assinalam que era "medicamente impossível" sobreviver.

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Irmã Dulce dos Pobres foi canonizada pelo Papa Francisco

Irmã Dulce é santa. A celebração litúrgica com o rito da canonização reuniu cerca de 50 mil pessoas na Praça São Pedro. Com o “Anjo bom da Bahia”, foram canonizados também João Henrique Newman, Josefina Vannini, Maria Teresa Chiramel Mankidiyan, e Margarida Bays.

A cerimônia teve início com o rito da canonização: o prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Cardeal Angelo Becciu, acompanhado dos postuladores, foi ao Papa Francisco e pediu que se procedesse à canonização dos beatos. O cardeal apresentou brevemente a biografia de cada um deles, que foram então declarados santos. Seguiu a ladainha dos santos e o Pontífice leu a fórmula de canonização.

O prefeito da Congregação, sempre acompanhado dos postulares, agradeceu ao Santo Padre e o coral entoou o canto do Glória. Na homilia, o Papa Francisco comentou o Evangelho deste 28º Domingo do Tempo Comum, que narra a cura de 12 leprosos.

“A tua fé te salvou” (Lc 17, 19). É o ponto de chegada do Evangelho de hoje, que mostra o caminho da fé. Neste percurso de fé, afirmou o Papa, é possível ver três etapas cumpridas pelos leprosos curados, que invocam, caminham e agradecem.

Primeiro, invocar. Assim como hoje, os leprosos sofrem pela doença em si e pela exclusão social. No tempo de Jesus, eram considerados impuros e, como tais, deviam estar isolados, separados. Eles invocam Jesus “gritando” e o Senhor ouve o grito de quem está abandonado.

“Também nós – todos nós – necessitamos de cura, como aqueles leprosos. Precisamos ser curados da pouca confiança em nós mesmos, na vida, no futuro; curados de muitos medos; dos vícios de que somos escravos; de tantos fechamentos, dependências e apegos: ao jogo, ao dinheiro, à televisão, ao celular, à opinião dos outros. O Senhor liberta e cura o coração, se O invocarmos”, afirmou Francisco.

A fé cresce assim, prosseguiu o Santo Padre, com a invocação confiante. “Invoquemos diariamente, com confiança, o nome de Jesus: Deus salva. Repitamos: é oração. A oração é a porta da fé, a oração é o remédio do coração”, sublinhou

Caminhar é a segunda etapa. Os leprosos são curados não quando estão diante de Jesus, mas depois enquanto caminham: “É no caminho da vida que a pessoa é purificada, um caminho frequentemente a subir, porque leva para o alto. A fé requer um caminho, uma saída; faz milagres, se sairmos das nossas cômodas certezas, se deixarmos os nossos portos serenos, os nossos ninhos confortáveis”.

Outro aspecto ressaltado pelo Papa é o plural dos verbos: “a fé é caminhar juntos, jamais sozinhos”. Mas, uma vez curados, nove continuam pela sua estrada e apenas um regressa para agradecer. E Jesus então pergunta: “Onde estão os outros nove? Constitui nossa tarefa ocuparmo-nos de quem deixou de caminhar, de quem se extraviou: somos guardiões dos irmãos distantes. Quer crescer na fé? Ocupa-se de um irmão distante”.

Agradecer é a última etapa. Ao leproso curado, Jesus diz: “A tua fé te salvou”. “Isto diz-nos que o ponto de chegada não é a saúde, não é o estar bem, mas o encontro com Jesus”. O ponto culminante do caminho de fé é viver dando graças. O Papa então questiona: “Nós, que temos fé, vivemos os dias como um peso a suportar ou como um louvor a oferecer? Ficamos centrados em nós mesmos à espera de pedir a próxima graça, ou encontramos a nossa alegria em dar graças? Agradecer não é questão de cortesia, de etiqueta, mas questão de fé”.

Dizer “obrigado, Senhor”, ao acordar, durante o dia, antes de deitar, é antídoto ao envelhecimento do coração, de acordo com o Pontífice. O motivo para agradecer deste domingo, 13, segundo Francisco, são os novos Santos, que caminharam na fé e agora o povo de Deus os invoca como intercessores. Três deles, disse o Papa, são freiras, como Irmã Dulce, e mostram que a vida religiosa é um caminho de amor nas periferias existenciais do mundo.

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Catedral celebrará Dia da Padroeira

A Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Catedral) celebra neste sábado, 12, o dia de sua padroeira e também padroeira de Votuporanga e do Brasil. As festividades tem neste ano o tema: "Com Maria: escolhidos e enviados em missão!”. Também serão celebrados os 43 anos de falecimento do Frei Arnaldo, que foi Vigário em Votuporanga por 13 anos.  As celebrações iniciarão às 9h com a Santa Missa com Crianças, que também comemoram seu dia. Ao meio-dia, os fiéis poderão participar da Consagração Solene a Nossa Senhora Aparecida, consagrando suas vidas à proteção de Maria. No fim do dia, às 17h30, os fiéis sairão em procissão com a imagem da padroeira pelas ruas centrais e após a procissão, será celebrada uma Missa Solene em Louvor a Nossa Senhora Aparecida, presidida pelo padre Gilmar Margotto. Após a Missa, haverá mais uma noite de Quermesse no Centro Paroquial de Eventos.

As Festividades da Padroeira tiveram início no dia 03, com a Novena de Nossa Senhora. Durante noves dias, os fiéis puderam rezar e agradecer a Nossa Senhora. No último sábado, 5, foi iniciada a Sensacional Quermesse da Padroeira que será realizada também nos sábados 12 e 19 de outubro, sempre no Centro Paroquial de Eventos. Também está sendo realizado o Concurso Boneca e Boneco Vivos.

O povo de Votuporanga sempre teve muita fé em Nossa Senhora Aparecida, a ela foi dedicada a primeira capelinha de nossa cidade e posteriormente o bispo diocesano a nomeou como padroeira de Votuporanga.

Segundo o padre Gilmar Margotto, pároco da Catedral, “nestas celebrações, procuramos aprofundar o espírito mariano, nossa fé em Deus e o nosso compromisso como cristão. A partir do momento em que nós encontramos em Maria o modelo e exemplo de fé, nós também encontramos nela esse espírito de fraternidade e solidariedade e de modo especial o nosso espírito missionário.” Ele também falou que devemos sempre estar dispostos,  e sermos humildes e perseverantes na fé, como Maria o foi e seguirmos suas palavras: “Eis aqui a serva do Senhor”.

 

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43 anos de falecimento do Frei Arnaldo

Celebramos neste sábado, dia 12 de outubro, os 43 anos de falecimento do Frei Arnaldo Maria de Itaporanga, vítima de um acidente automobilístico no trevo de Nhandeara, quando vinha para Votuporanga participar das festividades da padroeira.

O saudoso frei foi vigário cooperador da paróquia Nossa Senhora Aparecida por 12 anos, tendo desempenhado um maravilhoso trabalho pastoral e cativando a todos. Fica nos a lembrança do saudoso frei corintiano e que amava a Votuporanguense.

Frei Arnaldo Maria de Itaporanga (José Figueiredo Castilho) nasceu em Itaporanga aos 4 de abril de 1928, filho de Oscarlino Figueiredo Castilho e de Maria Isabel Castilho, terceiro dos cinco filhos do casal: Celso, Maria de Lourdes, João Batista e Luiza Antonia. Entrou para o Seminário São Fidélis aos 23 de janeiro de 1946. Vestiu o hábito aos 5 de janeiro de 1949, tendo como Mestre Frei Epifânio Menegazzo. Ordenado sacerdote aos 19 de fevereiro de 1956, concluiu os estudos no final desse ano. Seu primeiro campo de apostolado foi Votuporanga, já em janeiro de 1957. Ali granjeou a estima e a amizade de toda a população, sendo bastante querido, especialmente da colônia japonesa. Soube viver intensamente, sempre jovial, alegre, simpatizante dos esportes – especialmente do futebol – e também zeloso no apostolado. Generoso, mão aberta, expansivo, não se deixava prender por muitas normas ou etiquetas. Queria ver todos felizes e alegres; onde estivesse, era sempre o centro das brincadeiras, recordando aventuras dos tempos idos e das “tramas” para fugir à austera disciplina dos rigorosos tempos de estudante. Em janeiro de 1969, com grande tristeza dos votuporanguenses, foi transferido para Ilha Solteira (SP), onde, igualmente, conquistou a todos.

Aos 12 de outubro de 1976, quando ia de Ilha Solteira para a estimada Votuporanga a fim de pregar na festa da Senhora Aparecida, padroeira local, seu carro, dirigido por Frei Ludovico Sesso foi colhido por um ônibus no Km. 509 da Rodovia Feliciano S. Cunha, no trevo de Nhandeara. Teve morte instantânea, enquanto Frei Ludovico ainda sobreviveu por algumas semanas. Mais de 5 mil pessoas participaram do funeral de Frei Arnaldo, quando houve missa concelebrada por inúmeros sacerdotes em Votuporanga, onde foi sepultado a pedido da população.

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Dom Moacir completará 3 anos de Ordenação Episcopal

No próximo dia 11 de outubro, Dom Moacir Aparecido Freitas, bispo diocesano de Votuporanga, celebrará o terceiro  aniversário de Ordenação Episcopal. A data será comemorada com a celebração das Santa Missa às 19h30 na Catedral.

A Ordenação Episcopal de Dom Moacir  foi realizada na Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus de Ibitinga em 11 de outubro de 2016, tendo iniciado às 19h30 e foi presidida por Dom Paulo Cezar Costa (ordenante principal), bispo de São Carlos, e teve como ordenantes Dom Airton José dos Santos, arcebispo de Campinas, e Dom Moacir Silva, arcebispo de Ribeirão Preto. A Santa Missa também foi concelebrada por outros 11 bispos, quase cem padres e diáconos. Alguns dias depois, no dia 22 de outubro de 2016, Dom Moacir tomou posse como primeiro bispo de Votuporanga.

Dom Moacir foi nomeado como 1º bispo de Votuporanga pelo Papa Francisco no dia 20 de julho de 2016, mesma data  da criação da nova diocese de Votuporanga. Ele escolheu como lema episcopal: “Verbum panis factum est”, isto é, “A Palavra se fez pão”. Ao explicar sobre a frase escolhida disse: “para mim esse mistério da Encarnação se renova em cada Celebração Eucarística, grande expressão do amor de Deus por nós, bem como nos dá a graça para entender e viver a vontade de Deus no meio dos irmãos e irmãs”.

Dom Moacir entende que em sua missão na iocese de Votuporanga tem a oportunidade de organizar ações dentro dos princípios e diretrizes da Pastoral da Igreja. Dom Moacir descreve como três características fortes de um bispo: “anunciar Jesus Cristo, santificar o povo de Deus para que a graça Dele se mantenha em nosso meio, e apascentar o povo de Deus em Votuporanga.”

Nascido na cidade de Ibirá, São Paulo, no dia 22 de agosto de 1962, Dom Moacir Aparecido de Freitas é filho de Accacio Lopes de Freitas (in Memoriam) e de Nair Narducci de Freitas. Possui mais três irmãos: Antonio, José Carlos e Rosana. Foi batizado na Paróquia São Lourenço em Urupês no dia 02 de dezembro de 1962.

Foi ordenado diácono na Paróquia de São Lourenço de Urupês em 24 de outubro de 1987 e em 11 de dezembro do mesmo ano, recebeu a ordenação presbiteral. Ambas as ordenações aconteceram pela imposição das mãos de Dom Constantino Amstalden, bispo de São Carlos.

No seu primeiro ano de ministério (1988) foi vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora do Patrocínio em Jaú-SP e Capelão da Santa Casa de Jaú. Em 1989 e 1990 foi Pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida em Américo Brasiliense-SP; em 1991 e 1992 foi co-pároco da Paróquia Senhor Bom Jesus em Ibitinga-SP e de 1993 a 2016 foi pároco da Paróquia Santa Teresa d’Ávila em Ibitinga.

Na diocese de São Carlos exerceu as funções de representante do Conselho de Presbíteros em 1989; Coordenador da Pastoral Catequética na Região Pastoral IV (1992-1996); Coordenador Diocesano da Comissão Testemunho no Projeto Rumo ao Novo Milênio (1997-1999); Coordenador da Escola de Teologia para Agentes de Pastoral na Região Pastoral IV (2001-2004) e Diretor Espiritual no Seminário de Teologia “Casa de Formação São Carlos”, na cidade de Campinas (2008-2016).

O Papa Francisco no dia 20 de julho de 2016 criou a nova Diocese de Votuporanga-SP e nomeou Dom Moacir Aparecido de Freitas para ser seu primeiro bispo.

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Participe da Quermesse da Catedral

A Comunidade Paroquial da Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga realizará as festividades em Honra da Padroeira, que será promovida no mês de outubro. De 3 a 11 de outubro será realizada a Novena. No dia 12, dia de Nossa Senhora Aparecida, serão celebradas Missas no período da manhã e da tarde. 
A tradicional Quermesse será realizada no Centro Paroquial de Eventos aos sábados, dias 05, 12 e 19 do mês de outubro. A paróquia conta com a colaboração da comunidade também com a doação de prendas. Aqueles que puderem e sentirem o chamado para fazer doações podem entrar em contato com a secretaria paroquial, localizada na Rua São Paulo, nº 3577, ou pelo telefone 3421-6245. 
Durante o período de Quermesse também é realizado o tradicional Concurso Boneca e Boneco Vivos, nos quais as crianças aprendem a colaborar com a Igreja desde pequenas.

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Tudo o que deve saber sobre o Sínodo da Amazônia

Devemos olhar o nosso mundo com simpatia, sem medo, sem preconceitos e com coragem, como Deus olha para ele, sentindo como nossas as dores, as alegrias e as esperanças dos nossos irmãos; e daí anunciar com a vida e a palavra, e fazer ‘conhecer e amar Jesus e Maria’, com a criatividade de diaconias e obras de apostolado.

Foi o que disse o Papa às participantes do 37º Capítulo Geral da Congregação de Jesus-Maria (cerca de 70 religiosas), recebidas por Francisco no final da manhã deste sábado, 5, na Sala do Consistório, no Vaticano.

O Santo Padre aludiu ao tema escolhido pelas religiosas para o Capítulo: “Em caminho, com esperança, como uma família apostólica” – tomando como ícone bíblico a visitação de Nossa Senhora a sua Prima Isabel, referindo-se em seguida à fundadora da Congregação, Santa Claudina Thévenet, que iniciou esta obra apostólica sobre os pequenos e sobre a pobreza. “Nestes 200 anos difundiu-se no mundo inteiro, a ponto de estar presente hoje em 28 países e em 4 continentes”, ressaltou.

Em seu discurso o Santo Padre indicou às religiosas três caminhos para continuar caminhando, haurindo-os da oração que serviu a elas para a preparação do Capítulo Geral.

Testemunhas da bondade misericordiosa de Deus

“O primeiro caminho é ser testemunhas da bondade misericordiosa de Deus. Esta foi a experiência fundante de Santa Claudina, conhecer a bondade de Deus, um Deus misericordioso que perdoa.”

“A fundadora de vocês soube olhar a realidade a partir de Deus que é bom e ama as pessoas com um amor incondicionado. Deus nos olha e nós experimentamos a sua misericórdia; com a sua bondade muda a realidade amando-a.”

“Somente com este olhar tornam-se novas todas as coisas; somente deixando-nos olhar pelo Senhor, como a Virgem Maria, poderemos olhar a realidade com os olhos de Deus e ser suas testemunhas, porque o olhar de Deus muda e educa o nosso olhar”, ressaltou.

Vida de fraternidade e solidariedade

“O segundo caminho para caminhar é vida de fraternidade e solidariedade. Vocês são um corpo apostólico que vive em comunidade fraterna. Desse modo se encorajam reciprocamente no seguimento de Jesus e suscitam novas vocações. É necessário aprofundar a comunidade com relações sempre mais evangélicas, de modo que se tornem fraternidade sempre mais apostólicas, irmãs em missão, capazes de ‘contagiar’ outros jovens a fim de que possam seguir esta forma de consagração.”

Para tal fim é preciso abrir-se ao encontro com os jovens: mediante o testemunho poderão ver em vocês algo diferente que o mundo não pode oferecer: a alegria de seguir Cristo. “A vida fraterna em comunidade é profecia para o mundo”, enfatizou.

Discernir e ter a coragem de ir além

“O último caminho que gostaria de indicar é discernir e ter a coragem de ir além. A Igreja é missionária, porque Deus é missionário. Deus se abre em saída, entra no mundo e assume o humano. Vocês participam desta missão com a vida e o apostolado de vocês, porque o testemunho é primordial na evangelização.”

Antes de despedir-se, o Santo Padre quis deixar uma premente exortação para as religiosas: “como o amor se demonstra nas obras, não se cansem de mostrar a bondade de Deus mediante as obras apostólicas que realizam”.

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15 frases de santos e beatos que te farão amar mais o Santo Rosário

Desde que se começou a propagar a devoção ao Santo Rosário, por pedido da Virgem Maria no século XIII, muitos santos e beatos ao longo do tempo tiveram uma profunda devoção a esta oração mariana e ajudaram na sua difusão. A seguir, apresentamos 15 frases de quem cresceu na santidade com o Rosário:

1. São Pio X

“Se quiserdes que a paz reine em vossas famílias e em vossa Pátria, rezai todos os dias, em família, o Santo Rosário”.

 2. São Francisco de Sales

“O Santo Rosário é a melhor devoção do povo cristão”.

3. São Luis Maria Grignion de Montfort

“A prática do Santo Rosário é verdadeiramente grande, sublime, divina. Foi o Céu que vo-la deu para converter os pecadores mais endurecidos e os hereges mais obstinados”.

4. Santo Afonso Maria de Ligório

“Se quisermos, pois, ajudar as santas almas do purgatório, procuremos rogar por elas à Santíssima Virgem em todas as nossas orações, aplicando-lhes especialmente o Santo Rosário, que lhes dá grande alívio”.

5. Santo Antônio Maria Claret

“Felizes as pessoas que rezam bem o Santo Rosário, porque Maria Santíssima lhes obterá graças na vida, graças na hora da morte e glória no Céu”.

6. São João Maria Vianney (Cura d'Ars)

“Com esta arma, afastei muitas almas do diabo”.

7. São João Bosco

“Todas as minhas obras e trabalhos têm como base duas coisas: a Missa e o Rosário”.

8. Santa Teresinha do Menino Jesus (Teresinha de Lisieux)

“Pelo Rosário, podemos tudo alcançar. Segundo uma bela comparação, é uma longa cadeia que liga o céu e a terra: uma das extremidades está entre as nossas mãos e a outra nas da Santíssima Virgem. Enquanto o Rosário for rezado, Deus não poderá abandonar o mundo, pois essa oração é poderosa em seu coração”.

9. Beato Paulo VI

“A recitação do Rosário requer um ritmo tranquilo e certa demora a pensar, que favoreçam, naquele que ora, a meditação dos mistérios da vida do Senhor, vistos através do Coração d’Aquela que mais de perto esteve em contato com o mesmo Senhor”.

10. São João XXIII

“O Rosário é uma excelente forma de oração meditada, composta como uma coroa mística”.

11. São João Paulo II

“O Rosário acompanhou-me nos momentos de alegria e nas provações. A ele confiei tantas preocupações; nele encontrei sempre conforto”.

12. Santa Teresa de Calcutá

“Apegue-se ao Rosário como as folhas de hera se agarram na árvore; porque sem Nossa Senhora não podemos permanecer”.

13. São Pio de Pietralcina

“Amai Nossa Senhora e tornai-A amada. Rezai sempre o seu Rosário e divulgai-o”.

14. São João Berchmans

“Deem-me minhas armas: a cruz, a coroa do Rosário da Santíssima Virgem e as regras da Companhia. Estas são minhas três prendas mais amadas; com elas morrerei feliz”.

15. São Miguel Febres

“Um cristão sem Rosário é um soldado sem armas”.

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O olhar de Deus muda e educa nosso olhar, diz Papa a religiosas

“Devemos olhar o nosso mundo com simpatia, sem medo, sem preconceitos e com coragem, como Deus olha para ele, sentindo como nossas as dores, as alegrias e as esperanças dos nossos irmãos; e daí anunciar com a vida e a palavra, e fazer ‘conhecer e amar Jesus e Maria’, com a criatividade de diaconias e obras de apostolado.”

Foi o que disse o Papa às participantes do 37º Capítulo Geral da Congregação de Jesus-Maria (cerca de 70 religiosas), recebidas por Francisco no final da manhã deste sábado, 5, na Sala do Consistório, no Vaticano.

O Santo Padre aludiu ao tema escolhido pelas religiosas para o Capítulo: “Em caminho, com esperança, como uma família apostólica” – tomando como ícone bíblico a visitação de Nossa Senhora a sua Prima Isabel, referindo-se em seguida à fundadora da Congregação, Santa Claudina Thévenet, que iniciou esta obra apostólica sobre os pequenos e sobre a pobreza. “Nestes 200 anos difundiu-se no mundo inteiro, a ponto de estar presente hoje em 28 países e em 4 continentes”, ressaltou.

Em seu discurso o Santo Padre indicou às religiosas três caminhos para continuar caminhando, haurindo-os da oração que serviu a elas para a preparação do Capítulo Geral.

Testemunhas da bondade misericordiosa de Deus

“O primeiro caminho é ser testemunhas da bondade misericordiosa de Deus. Esta foi a experiência fundante de Santa Claudina, conhecer a bondade de Deus, um Deus misericordioso que perdoa.”

“A fundadora de vocês soube olhar a realidade a partir de Deus que é bom e ama as pessoas com um amor incondicionado. Deus nos olha e nós experimentamos a sua misericórdia; com a sua bondade muda a realidade amando-a.”

“Somente com este olhar tornam-se novas todas as coisas; somente deixando-nos olhar pelo Senhor, como a Virgem Maria, poderemos olhar a realidade com os olhos de Deus e ser suas testemunhas, porque o olhar de Deus muda e educa o nosso olhar”, ressaltou.

Vida de fraternidade e solidariedade

“O segundo caminho para caminhar é vida de fraternidade e solidariedade. Vocês são um corpo apostólico que vive em comunidade fraterna. Desse modo se encorajam reciprocamente no seguimento de Jesus e suscitam novas vocações. É necessário aprofundar a comunidade com relações sempre mais evangélicas, de modo que se tornem fraternidade sempre mais apostólicas, irmãs em missão, capazes de ‘contagiar’ outros jovens a fim de que possam seguir esta forma de consagração.”

Para tal fim é preciso abrir-se ao encontro com os jovens: mediante o testemunho poderão ver em vocês algo diferente que o mundo não pode oferecer: a alegria de seguir Cristo. “A vida fraterna em comunidade é profecia para o mundo”, enfatizou.

Discernir e ter a coragem de ir além

“O último caminho que gostaria de indicar é discernir e ter a coragem de ir além. A Igreja é missionária, porque Deus é missionário. Deus se abre em saída, entra no mundo e assume o humano. Vocês participam desta missão com a vida e o apostolado de vocês, porque o testemunho é primordial na evangelização.”

Antes de despedir-se, o Santo Padre quis deixar uma premente exortação para as religiosas: “como o amor se demonstra nas obras, não se cansem de mostrar a bondade de Deus mediante as obras apostólicas que realizam”.

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7 coisas que não sabia sobre o significado e os efeitos da oração do Rosário

Pe. Juan Phalen, sacerdote da Congregação da Santa Cruz, é conhecido pelo seu trabalho no Apostolado do Rosário em Família. Neste mês do Rosário, apresentamos 7 coisas que todo cristão deve conhecer sobre o profundo significado e os efeitos curiosos do Santo Rosário, que Pe. Phalen compartilhou com o Grupo ACI.

1. O Rosário é cristocêntrico

Embora seja uma das orações marianas mais populares, Pe. Phalen sublinha que a oração do Rosário é “cristocêntrica”, porque tem a ver com a vida de Jesus.

“Quando era criança, pensava que o Rosário era sobre a vida de Maria – contou o sacerdote –, mas aprendi ao longo do tempo que é uma coleção de mistérios que se concentram completamente na vida de Jesus” e ao rezá-lo “estamos conhecendo melhor Cristo”.

2. A sua origem está na Bíblia

Tanto as orações como os mistérios que formam o Rosário vêm de pequenas passagens e palavras da Bíblia. “As orações principais são o Pai Nosso, a Ave Maria e o Glória. Tudo isso está na Bíblia”, recordou o sacerdote.

“Os mistérios são acontecimentos centrais na vida de Jesus, no grande mistério da redenção”, explica e acrescenta que é uma contemplação da Escritura.

3. Une as famílias que rezam

Uma frase muito popular entre os católicos é “família que reza unida, permanece unida”. Foi pronunciada pelo Servo de Deus, Pe. Patrick Peyton, membro da Congregação da Santa Cruz e fundador do Rosário em Família e de Holy Cross Family Ministeries (Pastoral da Santa Cruz).

Como membro desta congregação, Pe. Phalen explica que segundo o lema de Pe. Peyton, quando a família se reúne em nome de Jesus e rezam juntos o rosário, torna-se mais forte.

4. Traz paz para o mundo

Outro lema de Pe. Peyton foi “um mundo em oração é um mundo em paz” e surgiu a partir da experiência deste Servo de Deus durante a Segunda Guerra Mundial.

Naquela época, “todo o mundo estava concentrado na oração pedindo pela paz e realmente conseguiram a paz com muitas pessoas rezando o Rosário. É possível ter paz no mundo se todos começarem a rezar”, disse Pe. Phalen.

5. É um sacramental

O Santo Rosário pertence ao grupo dos “sacramentais” que, de acordo com o Catecismo (1667), são “são sinais sagrados por meio dos quais, imitando de algum modo os sacramentos, se significam e se obtêm, pela oração da Igreja, efeitos principalmente de ordem espiritual”.

Por meio deles, explica o Catecismo, “dispõem-se os homens para a recepção do principal efeito dos sacramentos e são santificadas as várias circunstâncias da vida”.

6. Tranquiliza a pessoa que reza e diminui a pressão sanguínea

O Rosário ajuda a pessoa a se tranquilizar, o qual é muito importante na vida familiar.

“Os médicos dizem que a pressão alta diminui quando a pessoa reza o Rosário. É verdade, foi provado cientificamente. A pessoa se tranquiliza ao repetir as orações ‘Ave Maria’, enquanto estamos pensando nos acontecimentos da vida de Jesus e o que aconteceu na nossa vida”, acrescentou o religioso.

Na verdade, um estudo de 2001 publicado na Grã-Bretanha diz que rezar o Rosário é uma prática particularmente saudável para aqueles que sofrem de hipertensão arterial porque ajuda a estabilizar a frequência cardíaca.

7. Ao rezar viva os mistérios da fé

Pe. Phalen garante que é possível revisar e reviver a própria vida em cada dezena do Santo Rosário ao meditar os mistérios. O sacerdote propõe pensar nos momentos que se teve um “anúncio” importante na nossa vida de fé, a “visita” de alguém especial ou quando se espera o “nascimento” de um bebê.

O sacerdote encoraja a recordar essas experiências, especialmente quando se reza em família. “O que mais importa na nossa vida é a fé, a fé em Deus e como estamos diante de Deus. Queremos falar sobre isso e a melhor maneira de fazê-lo é rezando o Santo Rosário”, acrescentou.

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Papa cria 13 novos cardeais

O Papa Francisco criou, este sábado 5 de outubro, 13 novos Cardeais para a Igreja católica em um consistório celebrado na Basílica de São Pedro do Vaticano.

Os novos Cardeais são o Cardeal Miguel Angel Ayuso Guixot, Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Interreligioso, (67 anos, Espanha); o Cardeal José Tolentino Mendonça, Bibliotecário da Santa Romana Igreja, (53 anos, Portugal); o Cardeal Ignatius Suharyo Hardjoatmodjo, Arcebispo de Jakarta (69 anos, Indonésia). O Cardeal Juan García Rodriguez, Arcebispo de Havana (71 anos, Cuba); o Cardeal Fridolin Ambongo Besungu, O.F.M. Cap, Arcebispo de Kinshasa (59 anos, República Democrática Do Congo); o Cardeal Jean-Claude Höllerich, Sj, Arcebispo de Luxemburgo (61 anos); o Cardeal Alvaro Ramazzini Imeri, Bispo de Huehuetenamgo (72 anos, Guatemala).

O Cardeal Matteo Zuppi, Arcebispo de Bolonha (63 anos, Itália); o Cardeal Cristóbal Romero, SDB, Arcebispo de Rabat (67 anos, Marrocos); o Cardeal Michael Czerny, Sj, Subsecretário da Seção Migrantes do Dicasterio para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, (73 anos, República Tcheca-Canadá).

O Cardeal Michael Louis Fitzgerald, Arcebispo Emérito de Nepte (82 anos, Tunísia); o Cardeal Sigitas Tamkevicius, SJ, Arcebispo Emérito de Kaunas (80 anos, Lituânia) e o Cardeal Eugenio dal Corso, Bispo Emérito de Benguela (80 anos, Angola).

Dos novos Cardeais, 10 são eleitores e poderão participar do futuro conclave em que sairá eleito o sucessor do Papa Francisco. Os outros 3 Cardeais, ao ter mais de 80 anos, não são eleitores.

Em sua homilia, o Santo Padre refletiu sobre a compaixão de Jesus, “uma palavra chave do Evangelho”.  E explicou que “nos Evangelhos, frequentemente vemos o Jesus que sente compaixão pelas pessoas que sofrem”, entretanto, assinalou que a compaixão do Senhor “não é uma atitude ocasional e esporádica, a e sim constante.

“Mais ainda!Esta parece ser a atitude de seu coração, no qual se encarnou a misericórdia de Deus”.

“Jesus”, afirmou, “é redentor do homem. Redentor na compaixão. Ele encarna a vontade de Deus de purificar o ser humano doente da lepra do pecado; Ele é a ‘mão estendida de Deus’ que toca nossa carne doente e realiza esta obra enchendo o abismo da separação”.

“Chegados a este ponto podemos nos perguntar: Somos conscientes de que fomos os primeiros em ser objeto da compaixão de Deus?”, perguntou Francisco.

E se dirigiu de forma particular aos novos Cardeais: “Está viva em vós esta consciência, de ter sido e de estar sempre precedidos e acompanhados por sua misericórdia?”.

O Papa insistiu: “Temos viva a consciência desta compaixão de Deus para nós? Não é uma opção, nem sequer diria de um ‘conselho evangélico’. Não. Trata-se de um requisito essencial. Se não me sentir objeto da compaixão de Deus, não compreendo seu amor. Não é uma realidade que se possa explicar. Ou a sinto ou não a sinto. E se não a sinto, como posso comunicá-la, testemunhá-la, dá-la? Concretamente: Tenho compaixão desse irmão, desse bispo, desse sacerdote? Ou destruo sempre com minha atitude de condenação, de indiferença?”.

“A capacidade de ser leal no próprio ministério depende também desta consciência viva. Também para vós, irmãos Cardeais. A disponibilidade de um Cardeal a dar seu próprio sangue –que está simbolizada pela cor vermelha da vestimenta–, é segura quando se apóia nesta conscientiza de ter recebida compaixão e na capacidade de ter compaixão”.

Do contrário, “não se pode ser leal. Muitos comportamentos desleais de homens de Igreja dependem da falta deste sentido da compaixão recebida, e do costume de olhar a outra parte, o costume da indiferença”

O Papa finalizou sua homilia: “Peçamos hoje, por intercessão do apóstolo Pedro, a graça de um coração compassivo, para que sejamos testemunhas daquele que nos olhou com misericórdia, escolheu-nos, consagrou-nos e nos enviou a levar a todos seu Evangelho de salvação”.

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Ordem Franciscana completa 30 anos de atuação em Votuporanga

Neste dia 04 de outubro, Dia de São Francisco de Assis, a Ordem Franciscana Secular (OFS) completa 30 anos de atuação em Votuporanga. Há 30 anos atrás, em celebração presidida pelo Padre Nino Carta foi eregida canônicamente a Fraternidade do Coração de Maria e na oportunidade professaram a regra da OFS os primeiros franciscanos seculares de nossa cidade. Atualmente a OFS conta com 78 membros que atuam nas paróquias de Votuporanga.

No ano de 1221, portanto há quase 800 anos, São Francisco criou a Terceira Ordem, destinada aos leigos (casados e solteiros) que queriam segui-lo na sua proposta de vida. Atualmente, após a aprovação da Regra e Vida pelo Papa Paulo VI, passou a ser denominada de “Ordem Franciscana Secular”, justamente para dar a identidade de seculares, e não religiosos, aos seus membros. Por serem seculares (inseridos no mundo), os franciscanos leigos vivem o carisma e a espiritualidade franciscanas na família, no trabalho, na política, na sociedade e, claro, na Igreja. 

A vivência como irmãos e irmãs, objetivo maior, é feita através das Fraternidades, formadas pelos professos, ou seja, por aquelas pessoas que, após um período de estudo e convivência, fizeram a profissão solene (votos) perante a Igreja. 

Em Votuporanga a Fraternidade do Coração de Maria tem 78 membros. A Fraternidade é conduzida por um Conselho, eleito a cada 3 anos. A Ministra atual é Terezinha dos Reis Santos e tem a Assistência Espiritual da Irmã Claudenice Aparecida Sabadin. 

Canonicamente a Fraternidade de Votuporanga está vinculada à Paróquia Nossa Senhora Aparecida. No entanto, dentre os seus membros há irmãos e irmãs de todas as Paróquias da cidade. No Estado de São Paulo há 84 Fraternidades.

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Catedral realizará Benção dos Animais

A Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Catedral de Votuporanga, realiza a tradicional benção dos animais, plantas e sementes, neste sábado (05/10), em comemoração ao dia de São Francisco, santo protetor dos animais e da natureza.
A benção será realizada em frente à Catedral Nossa Senhora Aparecida, iniciando às 9h. Leve seu animalzinho de estimação, sua plantinha ou a semente da sua futura plantação para serem abençoados, além de poder conhecer um pouco mais sobre o espírito franciscano.

São Francisco de Assis
Francisco de Assis nasceu na cidade de Assis, Úmbria, Itália, em 1182. Pertencia à burguesia, e dessa condição tirava todos os proveitos. Como seu pai, tentou o comércio, mas logo abandonou a ideia por não ter muito jeito para isso. Sonhou, então, com as glórias militares, procurando desta maneira alcançar o status que sua condição exigia. Contudo, em 1206 para espanto de todos, Francisco de Assis abandonou tudo, andando errante e maltrapilho, numa verdadeira afronta e protesto contra sua sociedade burguesa. Entregou-se totalmente a um estilo de vida fundado na pobreza, na simplicidade de vida, no amor total a todas as criaturas. Com alguns amigos deu início ao que seria a Ordem dos Frades Menores ou Franciscanos. Com Santa Clara, sua dileta amiga, fundou a Ordem das Damas Pobres ou Clarissas. Em 1221, sob a inspiração de seu estilo de vida nasceu a Ordem Terceira para os leigos consagrados. O pobrezinho de Assis, como era chamado, foi uma criatura de paz e de bem, terno e amoroso. Amava os animais, as plantas e toda a natureza. Poeta, cantava o Sol, a Lua e as Estrelas. Sua alegria, sua simplicidade, sua ternura lhe granjearam estima e simpatia tais que fizeram dele um dos santos mais populares dos nossos dias.

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Catedral inicia Festividades da Padroeira

A Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Catedral) inicia as celebrações das Festividades da Padroeira com a Novena de Nossa Senhora Aparecida nesta quinta-feira (3/10). 
Como de costume, a Novena será realizada nos noves dias que antecedem o Dia da Padroeira, 12 de outubro, sendo que no dia 11 a Missa será presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas, que nesta data completará três anos de ordenação episcopal. 
No dia 12 de outubro, Dia da Padroeira, as celebrações iniciam logo cedo com a Santa Missa pelas Crianças às 9h. Um pouco mais tarde, às 12h, será celebrada a Consagração Solene a Nossa Senhora Aparecida. Ao fim do dia, às 17h30, será celebrada a Procissão e Santa Missa Solene de Nossa Senhora Aparecida.
A Sensacional Quermesse em Louvor a Nossa Senhora Aparecida será realizada nos sábados 05, 12 e 19 de outubro, no Centro Paroquial de Eventos da Catedral. No dia 19, será realizada a Final do Concurso Boneca e Boneco Vivos.
 

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Pastoral da Criança da Catedral completa 25 anos

A Pastoral da Criança da Catedral Nossa Senhora Aparecida, da Diocese de Votuporanga, completou 25 anos no último mês. Para celebrar a data, foi realizada uma missa no último dia 21 de setembro (sábado).
De acordo com a coordenadora da Pastoral da Criança da Catedral, Ana Paula Miamoto, são atendidas mais de 40 crianças mensalmente no bairro Matarazzo. “A paróquia atende uma comunidade e estuda ampliar o atendimento para mais um bairro na cidade. O objetivo é atender o maior número de pessoas, por um mundo sem mortes materno-infantis evitáveis e onde todas as crianças, mesmo as mais vulneráveis, viverão num ambiente favorável ao seu desenvolvimento".
Durante os atendimentos, são realizadas orientações básicas de saúde, nutrição, educação e cidadania, fundamentadas na fé. A Pastoral da Criança busca mães que desejam ser acompanhadas desde a gravidez, utilizando orientações baseadas no Ministério da Saúde. “A cada visita para as famílias, nós atualizamos as informações sobre desenvolvimento e atendimentos dos serviços públicos básicos de saúde, fornecendo dados estatísticos para o Ministério da Saúde e Educação”, explicou a coordenadora.
A data da primeira pesagem pela celebração da vida foi em 16 de outubro de 1994, após criação e formação dos líderes da Pastoral da Criança.
Em Votuporanga, a Pastoral está instalada na Rua Dr. Joaquim Franco García, nº 1750, no bairro Jardim das Palmeiras I – Matarazzo.

Diocese de Votuporanga
Segundo dados da Pastoral da Criança Diocesana, atualmente, são atendidas mais de 1.100 crianças menores de seis anos, e cerca de 990 famílias são acompanhadas mensalmente em 44 comunidades. Os números são referentes ao primeiro trimestre deste ano.

Pastoral da Criança
A Pastoral da Criança é reconhecida como uma das mais importantes organizações do mundo a trabalhar em programas voltados ao desenvolvimento integral das crianças, desde o ventre materno até os seis anos de idade. As atividades acontecem no contexto familiar e comunitário. Trata-se de um organismo de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

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Catedral acolhe coroinhas e acólitos para encontro diocesano

A Diocese de Votuporanga realizou no último domino, dia 22 de setembro, a terceira edição do Encontro de Coroinhas e Acólitos. O evento aconteceu na Catedral Nossa Senhora Aparecida, reunindo crianças e jovens que aceitaram a missão de servir ao altar nas celebrações eucarísticas das paróquias e comunidades.

O encontro tem como objetivo propiciar um momento de animação, oração, reflexão e unidade. Mais de 500 pessoas participaram, além de padres, seminaristas e religiosos. O tema da terceira edição foi “Batizados e Enviados”, dialogando com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2019-2023, propostas pela CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

A programação contou com apresentações de teatro e dança dos coroinhas e acólitos das Paróquias Santo Antônio, de Cosmorama e Santa Joana, de Votuporanga e da Catedral. A animação ficou por conta da Banda Neos e as reflexões foram conduzidas pelos seminaristas Guilherme Poloni e Ancelmo José. O encerramento do encontro aconteceu com a Santa Missa, que foi presidida pelo bispo, Dom Moacir Aparecido de Freitas e concelebrada pelos padres Gilmar Antônio Margotto e Murilo de Souza da Silveira.

Thaís Borges Jorge, 24, é acólita na Paróquia São João Batista, de Américo de Campos, e participa desde a primeira edição. Ela destaca o quanto o evento contribui na sua formação. “O encontro é muito importante pelo fato de nos reunirmos com mais pessoas que servem ao altar como nós, que vivenciam a mesma experiência e amor pela Santa Igreja. Quando servimos, nos tornamos servos, servos por amor, ficando cada vez mais próximos do Reino. O encontro diocesano nos permite refletir, rezar, trocar experiências e nos abastecer para continuarmos firmes na pastoral.”

Para a coroinha Maria Luiza Santana Pereira, 11, da Paróquia Nossa Senhora do Livramento, de Buritama, que participou pela primeira vez, o sentimento não é diferente. “Podemos perceber com o encontro o quanto o nosso trabalho é importante, além de aprender sobre assuntos que ajudam na nossa formação.”

Não apenas os coroinhas e acólitos aprovam o encontro, mas também os acompanhantes. Lígia Maura Ruiz, 37, é mãe de dois coroinhas da Paróquia Senhor Bom Jesus, de Paulo de Faria, e destaca o aproveitamento dos filhos no evento. “Eles puderam entender o comprometimento no qual se submeteram a seguir, além de despertar o verdadeiro respeito e amor pela Eucaristia; também aprenderam sobre o espírito de equipe, vendo que precisam ter companheirismo, solidariedade, amizade, disponibilidade, trabalhar sempre juntos, sem competições.”

Os coroinhas e acólitos têm a função de auxiliar os padres nas celebrações eucarísticas, sendo também uma maneira de envolver crianças e adolescentes desde pequenos na missão de servir. A quarta edição do encontro deve acontecer em 2020.

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Catedral realizará missão de evangelização no setor 11 no dia 21/09

A Catedral Nossa Senhora Aparecida da Diocese de Votuporanga está realizando todos os meses as missões evangelizadoras no território paroquial.
A próxima missão será realizada neste sábado (21/9), a partir das 8h, e percorrerá as ruas pertencentes ao setor 11. Neste trabalho missionário iniciado no ano passado, estão sendo visitados e abençoados diversas residências e comércios localizados no território paroquial e muitas pessoas ficam emocionadas ao receberem a benção em seus lares e locais de trabalho.
A ação é realizada pelo Conselho Missionário Paroquial (Comipa) e busca ressaltar que “Todos somos Igreja Missionária”.
As próximas missões serão realizadas nos dias 26 de outubro, no setor 10; 30 de novembro, no setor 12; e 14 de dezembro, no setor 13.

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Quermesse da Catedral será realizada no próximo mês em Votuporanga

A Comunidade Paroquial da Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga realizará as festividades em Honra da Padroeira, que será promovida no mês de outubro. De 3 a 11 de outubro será realizada a Novena. No dia 12, dia de Nossa Senhora Aparecida, serão celebradas Missas no período da manhã e da tarde. 
A tradicional Quermesse será realizada no Centro Paroquial de Eventos aos sábados, dias 05, 12 e 19 do mês de outubro. A paróquia conta com a colaboração da comunidade também com a doação de prendas. Aqueles que puderem e sentirem o chamado para fazer doações podem entrar em contato com a secretaria paroquial, localizada na Rua São Paulo, nº 3577, ou pelo telefone 3421-6245. 
Durante o período de Quermesse também é realizado o tradicional Concurso Boneca e Boneco Vivos, nos quais as crianças aprendem a colaborar com a Igreja desde pequenas.

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Diocese celebrará Mês Missionário Extraordinário

 

A Diocese de Votuporanga, em comunhão com a Igreja no mundo, celebrará no próximo mês de outubro o Mês Missionário Extraordinário (MME). A celebração de de início do MME será realizada no dia 01/10, às 19h30, na Sé Catedral de Nossa Senhora Aparecida.

Para esta celebração, o bispo diocesano, Dom Moacir, convida as 5 Regiões Pastorais da Diocese a se organizarem, trazendo uma bandeira com o símbolo do Mês Missionário Extraordinário:"Batizados e Enviados - A Igreja de Cristo em Missão no Mundo" com o nome da sua região. Na procissão de entrada, cada região entrará com sua bandeira.

Em 22 de outubro de 2017, Dia Mundial das Missões, o Papa Francisco durante o ângelus anunciava publicamente para toda Igreja sua intenção de proclamar um Mês Missionário Extraordinário em outubro de 2019 para celebrar o centenário da carta Apostólica Maximum Illudde seu predecessor o Papa Bento XV. Neste mesmo dia o santo Padre enviou uma carta ao Cardeal Fernando Filoni, prefeito da Congregação para Evangelização dos Povos e presidente do comité supremo das Pontifícias Obras Missionárias (POM), encomendando “a tarefa de preparar este evento, especialmente através de ampla sensibilização das Igrejas particulares, dos Institutos de vida consagrada e Sociedades de vida apostólica, assim como, associações, movimentos, comunidades e outras realidades eclesiais”.

Para reavivar a consciência batismal do Povo de Deus em relação a missão da Igreja, o Papa Francisco escolheu para o Mês Missionário Extraordinário o tema “Batizados e enviados: a Igreja de Cristo em missão no mundo”. Despertar a consciência da missio ad gentes e retomar com novo impulso a transformação missionária da vida e da pastoral é o objetivo deste mês que está em sintonia com a solicitude pastoral do Papa Bento XV em Maximum Illud e a vitalidade missionária expressada pelo Papa Francisco na Evangelii Gaudium: “A ação missionária é o paradigma de toda obra da Igreja” (EG 15). Trata-se de “pôr a missão de Jesus no coração da Igreja, transformando-a em critério para medir a eficácia de suas estruturas, os resultados de seu trabalho, a fecundidade de seus ministros e a alegria que eles são capazes de suscitar. Porque sem alegria não se atrai ninguém” (Reunião do Comitê diretivo do CELAM, Bogotá, 7 de setembro de 2017).
O compromisso com a conversão pessoal, comunitária e pastoral a Jesus Cristo crucificado, ressuscitado e vivo em sua Igreja, renovará o ardor e paixão por testemunhar ao mundo, através da proclamação e da experiência cristã, o Evangelho da vida e da alegria pascal (Lc 24, 46-49).

 

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Papa Francisco convoca evento mundial no Vaticano sobre educação

O Papa Francisco pediu para a Congregação para a Educação Católica organizar um encontro mundial sem precedentes sobre educação com o tema “Reconstruir o pacto educativo global”.

O encontro acontecerá no Vaticano em 14 de maio de 2020 e o próprio Santo Padre quis enviar uma mensagem de vídeo para convidar para este encontro mundial “para reavivar o compromisso em prol e com as gerações jovens, renovando a paixão por uma educação mais aberta e inclusiva, capaz de escuta paciente, diálogo construtivo e mútua compreensão”.

"Nunca, como agora, houve necessidade de unir esforços numa ampla aliança educativa para formar pessoas maduras, capazes de superar fragmentações e contrastes e reconstruir o tecido das relações em ordem a uma humanidade mais fraterna", destaca o Papa nesta mensagem de vídeo divulgada, em 12 de setembro, pela Sala de Imprensa da Santa Sé.

Em sua mensagem, o Pontífice também reconhece que toda mudança “precisa de um caminho educativo que envolva todos” e, por isso, “é necessário construir uma 'aldeia da educação' onde, na diversidade, se partilhe o compromisso de gerar uma rede de relações humanas e abertas”.

"Um provérbio africano diz que ‘é necessária uma aldeia inteira para educar uma criança’. Portanto, devemos construir esta aldeia como condição para educar. O terreno deve estar limpo da discriminação com a introdução da fraternidade”, afirmou o Papa.

Nesta linha, Francisco frisou que “em uma aldeia assim é mais fácil encontrar a convergência global para uma educação que seja portadora de uma aliança entre todos os componentes da pessoa: entre o estudo e a vida; entre as gerações; entre os professores, os alunos, as famílias e a sociedade civil, com suas expressões intelectuais, científicas, artísticas, esportivas, políticas, econômicas e de solidariedade”.

"Uma aliança que suscite paz, justiça e acolhida entre todos os povos da família humana, como também de diálogo entre as religiões", indicou o Papa, que convidou os jovens do mundo a participarem deste encontro "para que sintam plena responsabilidade de construir um mundo melhor".

No final, o Santo Padre anunciou que "o encontro será no dia 14 de maio de 2020, em Roma, na Sala Paulo VI do Vaticano". Indicou que "uma série de seminários temáticos, em diferentes instituições, acompanhará a preparação do evento".

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Aqui Jesus recebe pecadores e os convida à sua mesa

“Aqui Jesus recebe pecadores e os convida à sua mesa”. Essa frase, inspirada no Evangelho de São Lucas, é a que o Papa Francisco propôs ser colada na entrada das igrejas para recordar o sentido da mensagem evangélica durante sua alocução prévia ao Ângelus deste domingo, 15, no Vaticano.

O Santo Padre explicou em seu discurso que Jesus converte as críticas que recebia por parte de alguns contemporâneos seus em anúncios evangélicos. Como exemplo, citou o episódio do Evangelho deste domingo no qual se narra como ele era criticado por estar na companhia de publicanos e pecadores.

A frase depreciativa que dedicaram a Jesus, “este acolhe a pecadores e come com eles”, converte-se em “um anúncio maravilhoso”. “Jesus acolhe os pecadores e come com eles”. Isso mesmo é o que faz conosco em cada Missa, em cada igreja: Jesus está contente de nos receber à sua mesa, onde se oferece a si mesmo por nós”.

“Até poderíamos escrever esta frase sobre as portas das nossas igrejas: ‘Aqui, Jesus recebe pecadores e os convida à sua mesa’”.

Francisco sublinhou que o coração do Evangelho é “o amor infinito de Deus por nós, pecadores”. “Deus salva com o amor, não com a força; propondo, não impondo”, assinalou o Santo Padre.

Assim explica o próprio Jesus nas parábolas que ele expôs como resposta às críticas que recebia: a parábola do pastor que tem cem ovelhas e, ao perder uma, deixa às outras noventa e nove para resgatar a perdida. Ou a parábola da mulher que tem dez moedas, perde uma e varre a casa inteira para encontrá-la. E, finalmente, a parábola do filho pródigo.

Dessas parábolas se pode aprender que “nos equivocamos quando achamos que somosjustos, quando pensamos que os maus são os outros e não nós”, advertiu o Pontífice, “porque sozinhos, sem a ajuda de Deus, que é bom, não sabemos derrotar o mal”.

“E de que modo se derrota o mal? Acolhendo o perdão de Deus. E isto ocorre cada vez que vamos à confissão: ali recebemos o amor do Pai que vence nosso pecado”.

O Papa Francisco concluiu: “Deus acaba com o mal, nos renova por dentro e, dessa maneira, faz renascer em nós a alegria”.

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Deus é pai que aguarda o retorno do filho pródigo, afirma o Papa

Do alto do palácio apostólico, no 24º domingo do tempo comum, Francisco se dirigiu aos fiéis reunidos na Praça São Pedro, quando conduziu a oração mariana do Angelus. Neste domingo, 15, o Pontífice centrou sua fala no Evangelho de Lucas.

“O Evangelho de hoje começa com alguns que criticam Jesus que o veem na companhia de publicanos e pecadores”, explica o Santo Padre. “Ele recebe os pecadores e come com eles. Na realidade, esta frase acaba se revelando como um anúncio maravilhoso. Jesus acolhe os pecadores e come com eles. É o que acontece conosco em cada missa. Jesus está contente em nos receber em Sua mesa, onde Se oferece por nós”, reiterou.

Em seguida, Francisco remete seu discurso ao Evangelho de Lucas e pede que os fiéis se atentem às três parábolas que estão contidas nele. Na primeira parábola diz: “Quem dentre vós, tendo cem ovelhas se perde uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto e vai procurar a que se tinha perdido?” Quem de vocês? Uma pessoa sensata não: faz dois cálculos e sacrifica uma para manter os noventa e nove.

Deus, ao invés disso, não se resigna, a ele importa precisamente tu que ainda não conheces a beleza de seu amor, tu que ainda não acolheste Jesus no centro de tua vida, tu que não consegues superar teu pecado, tu que talvez, pelas coisas ruins que aconteceram na tua vida, não acreditas no amor.

Na segunda parábola, tu és aquela pequena moeda que o Senhor não se resigna em perder e procura incessantemente: ele quer te dizer que és precioso aos seus olhos, que és único. Ninguém pode te substituir no coração de Deus. Tu tens um lugar, és tu, e ninguém pode substituir-te. E também eu, ninguém pode substituir-me no coração de Deus.

E na terceira parábola, Deus é pai que aguarda o retorno do filho pródigo: Deus sempre nos espera, não se cansa, não desanima. Porque somos nós, cada um de nós aquele filho que é abraçado novamente, aquela moeda reencontrada, aquela ovelha acariciada e colocada no ombro. Ele espera a cada dia que percebamos seu amor. E tu diz: “Mas eu aprontei tantas, aprontei muito!” Não tenhas medo: Deus te ama, te am a como és e sabe que somente o seu amor pode mudar a tua vida.

Amor rejeitado

Mas esse amor infinito de Deus por nós pecadores, que é o coração do Evangelho, pode ser rejeitado. É o que faz o filho mais velho da parábola. Ele não entende o amor naquele momento e tem em mente mais um patrão do que um pai. É um risco também para nós: acreditar em um deus mais rigoroso do que misericordioso, um deus que derrota o mal com o poder antes que com o perdão.

Não é assim. Deus salva com o amor, não com a força, nos propondo, não impondo. Mas o filho mais velho, que não aceita a misericórdia do pai, se fecha, comete um erro pior: presume-se justo, presume-se traído e julga tudo com base ao seu pensamento de justiça. Assim, fica bravo com o irmão e censura o pai: “Tu mataste o novilho gordo agora que este teu filho voltou”. Este teu filho: não o chama “meu irmão”, mas teu filho. Sente-se filho único.

Também nós erramos quando acreditamos ser os justos, quando pensamos que os maus são os outros. Não nos acreditemos bons, porque sozinhos, sem a ajuda de Deus que é bom, não sabemos vencer o mal. Hoje não se esqueçam, peguem o Evangelho e leiam as três parábolas de Lucas, capítulo 15. Fará bem a vocês, será saúde para vocês.

Como se faz para derrotar o mal? Acolhendo o perdão de Deus e o perdão dos irmãos. Acontece cada vez que vamos nos confessar: lá recebemos o amor do Pai que vence o nosso pecado: não existe mais, Deus o esquece. Quando deus perdoa, perde a memória, esquece os nossos pecados, esquece. Deus é tão bom conosco!

Não como nós, que depois de dizer “não tem problema”, na primeira oportunidade nos recordamos com os interesses dos ferimentos sofridos. Não, Deus apaga o mal, nos faz novos por dentro e, assim faz renascer em nós a alegria, não a tristeza, não a obscuridade no coração, não a suspeita, mas a alegria.

Irmãos e irmãs, coragem, com Deus nenhum pecado tem a última palavra. Nossa Senhora, que desata os nós da vida, nos liberte da pretensão de acreditar que somos justos e nos faça sentir a necessidade de ir até o Senhor, que nos espera sempre para nos abraçar, para nos perdoar.

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Instituições no Haiti serão beneficiadas com leilão de carro doado ao Papa

O Papa Francisco encontrou o presidente da Lamborghini, uma fabricante italiana de automóveis desportivos de luxo, e os responsáveis da Fundação OMAZE, que organizou a venda por meio de um leilão do carro que o Pontífice ganhou. O modelo “Huracan Lamborghini”, colocado à disposição pela empresa para fins de beneficência, ganhou autógrafo do Papa em 15 de novembro de 2017.

Segundo informações divulgadas pelo diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, o vencedor do carro, também presente no encontro, foi um cidadão da República Tcheca. Na ocasião foi entregue ao Papa Francisco um cheque simbólico da operação no valor de cerca de 900 mil euros. O Pontífice citou o Evangelho de Mateus, capítulo 25, sublinhando como a generosidade desse gesto de caridade, que alcança diretamente os mais pobres, corresponde às palavras do passo evangélico.

Para onde vai o dinheiro

De fato, a última parte do dinheiro recebido, cerca de 200 mil euros, será destinada à reconstrução de um seminário e de uma escola infantil no Haiti, espaços que foram destruídos pelo terremoto de 2010. Os valores precedentemente depositados foram destinados a diferentes instituições:

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Papa aos bispos: Somos chamados a ser artesãos de diálogo

O Papa Francisco iniciou suas atividades, na manhã deste sábado, 14, recebendo, no Vaticano, 40 bispos orientais católicos da Europa que estão reunidos em Roma para a conclusão do seu Encontro Anual sobre o tema: “missão ecumênica em nossos dias”.

O Pontífice discursou aos bispos: “Este encontro, organizado sob o patrocínio das Conferências Episcopais da Europa, demonstra a riqueza ritual da Igreja Católica no continente europeu, que não é limitada à tradição latina. Entre vocês, encontram-se representantes de diferentes Igrejas da tradição bizantina, da amada Ucrânia, mas também do Oriente Médio, Índia e outras regiões, que atuam nos países europeus”.

Recordando a sua Viagem Apostólica à Romênia, Francisco disse que foi uma oportunidade de mostrar a gratidão de toda a Igreja Católica e do Sucessor de Pedro pelo testemunho e fidelidade à Igreja de Roma. E acrescentou: “Que todos sejam um: é o desejo ardente de Jesus, que, durante a sua Paixão, carregou em seu coração e, depois, foi entregue a todos na Cruz”.

O Concílio Ecumênico Vaticano II e o Código dos Cânones das Igrejas Orientais, frisou o Santo Padre, também recordam que todos os cristãos são depositários de uma missão específica no caminho ecumênico. E, sobre o significado da missão ecumênica, tema que os bispos debateram nestes dias em Roma, o Papa disse: “Hoje, enquanto muitas desigualdades e divisões ameaçam a paz, somos chamados a ser artesãos de diálogo, promotores de reconciliação, construtores pacientes de uma civilização de encontro”.

Enquanto muitos são envolvidos por uma espiral da violência e por contínuas acusações mútuas, explicou Francisco, o Senhor quer que homens e mulheres sejam dóceis semeadores do Evangelho do amor; se comprometendo para sarar as feridas do passado, superar os preconceitos e as divisões, e dar esperança a todos, caminhando, lado a lado, como irmãos e irmãs não católicos. E o Papa afirmou:

“Caminhando e trabalhando juntos pelos outros e pela nossa Casa Comum, podemos redescobrir, no coração da nossa catolicidade, o antigo significado atribuído à Sede de Roma, chamada a presidir na caridade toda a Igreja”. Vivendo ao máximo as suas tradições eclesiais, ponderou o Santo Padre, todos poderão atingir às mesmas fontes de espiritualidade, liturgia e teologia das Igrejas ortodoxas. “É belo sermos, juntos, testemunhas de riquezas tão grandes!”.

O Pontífice exortou os bispos a caminharem sem divisões, se inclinando ao irmão que sofre, aos que sofrem a solidão e a pobreza, aos marginalizados, aos não nascidos, aos jovens privados de esperança, às famílias desintegradas, aos idosos e enfermos descartados. O Papa concluiu seu pronunciamento aos bispos orientais católicos da Europa encorajando-os a prosseguir sempre em frente no espírito de comunhão.

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Papa explica significado da Exaltação da Santa Cruz

Neste sábado, 14, o Papa Francisco destacou a Solenidade da Exaltação da Santa Cruz, celebrada hoje pela Igreja.

“Algumas pessoas não-cristãs podem se perguntar: por que ‘exaltar’ a cruz? Podemos responder que nós não exaltamos uma cruz qualquer ou todas as cruzes: exaltamos a Cruz de Jesus Cristo, porque é nela que foi revelado o máximo amor de Deus pela humanidade”, explicou o Pontífice.

O Santo Padre fez referência ao Evangelho de João na liturgia de hoje: ‘Deus amou tanto o mundo, que entregou o seu Filho único’. O Pai ‘deu’ o Filho para nos salvar, e isso resultou na morte de Jesus e na morte na cruz.

Por que a cruz?

O Papa então questiona: “Por quê? Por que foi necessária a Cruz?” E explica que foi devido a “gravidade do mal que nos mantinha escravos”.

O Papa disse que a Cruz de Jesus exprime duas coisas: toda a força negativa do mal e toda a suave onipotência da misericórdia de Deus.

“A Cruz parece decretar o fracasso de Jesus, mas, na realidade, marca a sua vitória. No Calvário, aqueles que o injuriavam, diziam: ‘Se és Filho de Deus, desce da cruz’. Mas a verdade era o oposto: justamente porque era o Filho de Deus, Jesus estava ali, na cruz, fiel até o final ao desígnio do amor do Pai. E exatamente por isso Deus ‘exaltou’ Jesus, dando-lhe uma realeza universal”, afirmou.

Sinal do amor de Deus

O Pontífice, então, explicou que, quando olhamos para a Cruz onde Jesus foi pregado, contemplamos o sinal do amor infinito de Deus por cada um de nós e a raiz da nossa salvação.

“Daquela Cruz vem a misericórdia do Pai que abraça o mundo inteiro. Através da Cruz de Cristo, se venceu o mal, a morte foi derrotada, a vida nos foi doada e a esperança restituída. A Cruz de Jesus é nossa única e verdadeira esperança!”, destacou o Santo Padre.

É por isso que a Igreja ‘exalta’ a Santa Cruz, disse o Papa, e complementou: “é por isso que, nós, cristãos, nos abençoamos com o sinal da cruz”.

Entretanto, a cruz não é um sinal ‘mágico’, alertou Francisco. Acreditar na Cruz de Jesus significa O seguir no Seu caminho. Dessa maneira, inclusive os cristãos colaboram com a Sua obra de salvação, aceitando com Ele o sacrifício, o sofrimento, como também a morte pelo amor de Deus e dos irmãos.

Perseguidos pela fidelidade a Cristo

Neste dia, enquanto a Santa Cruz é contemplada e celebrada, o Papa convida os cristãos e lembrar de tantos irmãos e irmãs que são perseguidos e mortos por causa da sua fidelidade a Cristo.

“Isso acontece, em particular, lá onde a liberdade religiosa ainda não é garantida ou plenamente realizada. Acontece, porém, mesmo nos países e ambientes em que, em princípio, protegem a liberdade e os direitos humanos, mas onde concretamente os fiéis e, especialmente, os cristãos, encontram limitações e discriminações. Por isso, hoje, recordamos e rezamos de modo todo especial por eles”.

Nossa Senhora das Dores

No domingo, 15, a Igreja celebra Nossa Senhora das Dores. O Papa também lembrou que era Ela quem estava no Calvário, aos pés da Cruz. “A Ela, confio o presente e o futuro da Igreja, para que todos sempre saibamos descobrir e acolher a mensagem de amor e de salvação da Cruz de Jesus”, finalizou Francisco.

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Igreja celebra a Solenidade da Exaltação da Santa Cruz

A Igreja Católica celebra neste sábado, 14, a Exaltação da Santa Cruz, uma festa muito antiga que tem suas raízes no século V, em Jerusalém. “Para os cristãos a Santa Cruz é sinal de vitória, de ressurreição, de vida. Então, neste dia nos reunimos nas comunidades para celebrar. Antes de tudo, para louvar a Deus pelo infinito amor que Ele por meio de Jesus manifestou a toda humanidade”, destaca o bispo auxiliar de Manaus, Dom José Albuquerque de Araújo.

O bispo de Cornélio Procópio (PR) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o diálogo inter-religioso, Dom Manoel João Francisco, explica que até o século VI, a cruz era vazia, sem a imagem de Cristo. Em seu lugar, eram colocadas pérolas e pedras preciosas. A partir do século VI até o século XII, era comum afixar à cruz a imagem do Cristo vencedor. Em vez de coroa de espinhos, o Cristo tinha em sua cabeça uma coroa de ouro. As pedras preciosas substituíam o sangue e as feridas do Calvário.

De acordo com Dom José Araújo, o grande gesto de Jesus que se entregou na Cruz é para lembrar a humanidade que o caminho da salvação, de fato, é marcado por muitas cruzes. “E nós que estamos neste mundo peregrinando, temos sempre que carregar as nossas cruzes e nos ajudarmos mutuamente (…). Cada um precisa enfrentar os desafios, as dificuldades sempre com fé e esperança”, ressalta.

E continua: “Que a gente possa dar sempre um sentido redentor para todas dificuldades, problemas, angustias, situações complicadas. Porque essa é a nossa esperança. Jesus morreu na cruz para nos dar a vida, nos deixou essa certeza de que a morte não é a última palavra”.

Dom José Araújo lembra que a cruz é o centro da vida do cristão. “Ao fazermos sobre nós o sinal da cruz, nós nos lembramos que nós somos consagrados pelo amor de Deus para também para manifestar a nossa na vida a boa notícia. Cristo está vivo e ressuscitado e a cruz para nós é uma recordação desse gesto que salvou o mundo e todas as vezes que repetimos esse sinal sobre nós, queremos nos lembrar do nosso o compromisso de ajudar todos aqueles que são crucificados”.

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Papa afirmou que é preciso confiar em Deus

Em sua série de audiências, na manhã deste sábado, 14, o Santo Padre recebeu na Sala Paulo VI, no Vaticano, cerca de 700 membros da Comunidade Abraão, por ocasião dos seus 30 anos de fundação. Em sua saudação aos numerosos presentes, o Papa disse que “o Senhor nunca deixa de nos surpreender, abrindo novos caminhos para seguir a Jesus, através da criatividade do Espírito Santo”. E, referindo-se ao nome da Comunidade, Abraão, Francisco exortou:

“Vocês têm um nome comprometedor: Abraão! Este nome inspira o percurso de evangelização, que são chamados a realizar nas condições mais diversas em que atuam. Não tenham medo de inspirar suas vidas e obras na figura do grande Patriarca Abraão, que lhes ensina, antes de tudo, a obedecer e seguir à vocação divina”.

Não importa, acrescentou o Papa, em qual modo ou circunstâncias o Senhor se apresenta. “Só Deus sabe quando, como e onde! O importante é ouvir a sua Voz e, para ouvi-la, é preciso fazer silêncio!”, destaco. O Pontífice acrescentou: “A fé de Abraão o leva a deixar a sua terra e a sua casa para ir a um lugar que ainda não conhecia, mas era garantido pela promessa de Deus. Por isso, para ser evangelizadores é preciso confiar em Deus e estar prontos para sair, partir e assumir um estilo de ‘êxodo’. Temos que ir ao encontro daqueles que o Senhor coloca em nosso caminho”.

De fato, frisou Francisco, é esta a metodologia que os cristãos devem seguir na obra de evangelização: caminhar com as pessoas, ouvir as suas preocupações e dar a vida. A fé de Abraão concretizou-se com a vinda de Jesus Cristo, através da humilde filha de Abraão, a Virgem Maria, revelou o Santo Padre.

O Papa concluiu sua saudação aos membros da Comunidade Abraão, encorajando-os a ser dóceis à ação do Espírito Santo, de modo que seu testemunho e entusiasmo sejam meios eficazes para servir o Evangelho. Por fim, os exortou: “Continuem adiante, na fé e na caridade, sobretudo com os mais marginalizados e pobres, confiando sempre na promessa de Deus”.

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Quermesse será realizada em Outubro

A Comunidade Paroquial da Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga convida a todos para as festividades em Honra da Padroeira, que acontecerá no mês de outubro. De 3 a 11 de outubro será realizada a Novena, sendo presidida cada dia por um padre de Votuporanga e região. No dia 12, dia de Nossa Senhora Aparecida serão celebradas Missas no período da manhã e da tarde. 

A Tradicional Quermesse será realizada no Centro Paroquial de Eventos nos sábados 05, 12 e 19 do mês de outubro. A paróquia conta com a colaboração da comunidade também com a doação de prendas e patrocínio do bingo. Aqueles que puderem e sentirem o chamado para fazer doações podem entrar em contato com a secretaria paroquial, localizada na Rua São Paulo, 3577, ou pelo tel: 3421-6245. 

Durante o período de Quermesse também é realizado o tradicional Concurso Boneca e Boneco Vivos, nos quais as crianças aprendem a colaborar com a Igreja desde pequenas.

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Diáconos de Votuporanga completam 10 anos de ordenação

Há dez anos atrás, no dia 04 de setembro de 2009, eram ordenados diáconos permanentes da Santa Igreja Católica, pela imposição das mãos de Dom Paulo Mendes Peixoto, 4 votuporanguenses: José Roberto de França (paróquia Santa Luzia), Lécio Almeida Alves (paróquia Nossa Senhora Aparecida), Nilton Leme do Prado (paróquia Santa Joana) e Valdimir Massao Okamoto (comunidade Santo Antonio/Santo Expedito), tendo Massao falecido em um acidente automobilístico em 2011. A celebração foi realizada na Igreja Matriz e teve a participação de mais de 2500 pessoas.

Antes de serem ordenados, eles sempre serviam o Reino de Deus em suas comunidades e famílias, vivendo a humildade e o amor de Jesus.

Os diáconos votuporanguenses fizeram parte da primeira turma da Escola Diaconal Santo Estevão, fruto de uma experiência nova para a diocese, onde estudaram por 5 anos. Da mesma turma foram ordenados mais 11 novos diáconos. Uma novidade também foi a ordenação de diáconos permanentes solteiros, entre eles Lécio e José Roberto.

Após a ordenação, estes servos de Deus conciliam os compromissos familiares e empregos com a vida religiosa. Cumprem inteiramente o real sentido da função "diácono", estando a serviço da comunidade, presidindo celebrações, distribuindo a comunhão e administrando os sacramentos do Batismo e Matrimônio. Nunca medem esforços para servir o povo de Deus, e o fazem sempre com muita disposição e alegria, vivendo o amor de Cristo.

Muitas vezes são chamados a outras cidades ou vilarejos da diocese, onde não há padres ou estes estão ausentes, pois o diácono está a serviço da diocese.

Segundo o diácono Lécio, "ser diácono é estar a serviço de Deus na liturgia, na palavra e na caridade". Já o diácono José Roberto afirma que "ser diácono é ser servidor do Reino a exemplo de Jesus".

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