Notícias e Artigos Litúrgicos
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Santo Antonio, São João e São Pedro: os santos juninos!

No mês de junho, a Igreja celebra a festa de três grandes santos: Santo Antônio (dia 13), São João Batista (dia 24) e São Pedro (dia 29). Essas festividades, trazidas para o Brasil pelos colonizadores portugueses, ficaram popularmente conhecidas como Festas Juninas.

Antes de assumir sua forma cristã, as festas juninas tiveram origem pagã no hemisfério norte, onde se festejava, em junho, o solstício de verão, para comemorar o início das colheitas. Com a expansão do cristianismo, elas foram ganhando novo significado e nova roupagem, tornando-se celebração da festa de São João, chamada de festa joanina (de João) e, posteriormente, junina (de Junho). Nela, Santo Antônio e São Pedro passaram a ser também celebrados.

Conheça um pouco sobre a história dos santos de junho:

 

Nascido em 15 de agosto de 1195 na cidade de Lisboa, Portugal, foi batizado com o nome de Fernando de Bulhões. Nascido na Corte Real abandonou as honras do mundo para ingressar na Ordem dos Franciscanos no ano de 1221. A ele são atribuídos muitos milagres ainda em vida, incluindo bilocações, premeditações e curas.

Exímio pregador, sua língua encontra-se até hoje incorrupta na Basílica de Pádua, cidade em que morreu de exaustão no dia 13 de junho de 1231, sendo canonizado um ano depois pelo Papa Gregório IX. Recebeu o título de Doutor da Igreja no ano de 1946, pelo papa Pio XII. É comemorado no dia 13 de junho.

É invocado como “santo casamenteiro”, pois segundo a sua biografia, uma moça não dispunha do dote para casar-se e, confiante, recorreu a Santo Antônio. Das mãos da imagem do Santo teria caído um papel com um recado a um prestamista (pessoa que empresta dinheiro a juros) da cidade, pedindo-lhe que entregasse à moça as moedas de prata correspondentes ao peso do papel.

O prestamista obedeceu e pôs o papel num dos pratos da balança, colocando no outros as moedas. Os pratos só se equilibraram quando havia moedas suficientes para pagar o dote. Também é invocado para ajudar no achado de objetos perdidos.

 

Filho de São Zacarias e Santa Isabel é primo de Jesus. Nasceu na região montanhosa de Judá (Lc 1, 39), perto de Jerusalém, e seu nascimento foi anunciado a seu pai pelo anjo Gabriel no templo (Lc 1,13). Segundo os relatos bíblicos, nasceu três meses antes do nascimento de Jesus, por isso sua festa é comemorada no dia 24 de junho, sendo um dos poucos santos cuja festa é celebrada na data de nascimento e também no martírio, ocorrido no ano 30.

Viveu recluso em um deserto da Judeia e depois começou a pregar as margens do Rio Jordão, batizando muitas pessoas, inclusive Jesus Cristo, quando do início de seu ministério público. Foi canonizado pelo próprio Jesus, ainda em vida, sendo chamado de “maior dentre os homens nascidos de mulher” (Mt 11,11). Morreu entre os anos 30 ou 32, decapitado pelo Rei Herodes.

É de longe o santo mais conhecido e reverenciado neste mês. No Brasil, seu culto é bastante difundido na região Nordeste, sendo dia 24 de junho feriado regional. A fama do santo no mês de junho é tão grande, que em alguns lugares a festa é conhecida como joanina, em referência a São João.

Outro exemplo da fama do santo são as fogueiras, típicas da festa, a tradição foi trazida do continente europeu e representava o aviso a Maria do nascimento de João, filho de sua prima Isabel.

Os fogos de artifício, por sua vez, representam para alguns o despertar de João. Em Portugal, o uso das bombas e rojões serve para espantar os maus espíritos. É invocado como padroeiro dos casados e dos doentes.

 

Considerado Príncipe dos Apóstolos, foi o primeiro Papa, reinando por 37 anos, o papado mais longo da história, e junto com São Paulo, fundou a Santa Sé de Roma, atual sede da Igreja. Nasceu possivelmente no final do I século a.C. na região de Betsaida, na Palestina. Seu nome original era Simão, sendo modificado depois por Jesus (Jo 1,42), para indicar que ele seria a “pedra” sobre a qual Jesus instituiria a sua Igreja (Mt 16,18).

Antes de ser discípulo de Jesus, exercia a função de pescador, possivelmente nas proximidades do Mar da Galileia. E é exercendo sua função que o apóstolo conhece Jesus, que o convida a “avançar para as águas mais profundas” e ser “pescador de homens” (Lc 5,1-11).

Depois da morte de Jesus, foi preso em Jerusalém, mas após ser libertado milagrosamente, foi para Roma, local onde presidiu a comunidade dos apóstolos e toda a Igreja até ser expulso pelo imperador Cláudio, voltando assim a Jerusalém, onde ocorreu o primeiro Concílio da história da Igreja.

Dezessete anos depois, Pedro vai à Antioquia para depois voltar a Roma, local em que seria martirizado no Circo de Nero, local onde atualmente encontra-se a Praça de São Pedro, no ano de 64 d.C. a mando do imperador Nero. Suas relíquias ósseas encontram-se três andares abaixo do altar mor da Basílica de São Pedro, no Vaticano, e são visitadas anualmente por milhares de devotos.

Recebe especial veneração pelos nordestinos, que confiam a ele suas chuvas. Segundo a tradição, é obrigação dos viúvos e das viúvas acender uma fogueira na porta de casa durante a noite do dia 29.

O dia de São Pedro também representa o fim do principal período festivo dos municípios do interior do Nordeste. Em alguns locais é conhecido como “chaveiro dos céus”. É padroeiro dos viúvos, dos pescadores e do Papa. Sua festa é celebrada em 29 de junho e em 22 de fevereiro. Sua celebração encerra o ciclo das festas juninas.

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Oração ao Sagrado Coração de Jesus

Jesus ao nos apresentar Seu Sagrado Coração ardente em chamas, nos impulsiona a confiar em Seu amor e a buscar n’Ele a cura e a transformação das nossas vidas.

Seu Sagrado Coração é um convite para abrir os nossos corações ao amor divino que, apesar de nossas fraquezas e pecados, nos ama com um amor incondicional.

Aprenda agora a rezar a Oração ao Sagrado Coração de Jesus

Meu Sagrado Coração de Jesus, em vós deposito toda confiança e esperança.
Vós que sabeis tudo, Pai, o Senhor do Universo, Sois o Rei dos Reis, Vós que fizeste o cego ver, paralítico andar, o morto voltar a viver, o leproso sarar.

Vós que vedes as minhas aflições, as minhas angústias, bem sabeis, Divino Coração, como preciso alcançar esta graça: (pede-se a graça com fé).

A minha conversa convosco me dá ânimo e alegria para viver, só de Vós espero com fé e confiança; (pede-se novamente a graça).

Fazei, Sagrado coração de Jesus, que antes de terminar esta conversa, dentro de nove dias, alcance esta tão grande Graça; e para Vós agradecer, divulgarei esta Graça para que os homens, aprendam a ter fé e confiança em Vós.

Iluminai os meus passos, Sagrado Coração de Jesus, assim como esta luz esta nos iluminando e testemunhando a nossa conversa.
Sagrado Coração de Jesus, eu tenho confiança em Vós, Sagrado Coração de Jesus, aumente ainda mais a minha fé.

Amém.

 

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Dia de Oração pela Santificação do Clero

“O Sacerdote é o amor do Coração de Jesus. Quando virdes o padre, pensai em Nosso Senhor Jesus Cristo.” (São João Maria Vianney)

Todos os anos com a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, dedicamos orações pela santificação do clero. Tal data foi instituída por São João Paulo II, em 1995, o Dia Mundial de Oração pela Santificação do Clero.

Esta data é um momento que recordamos o desafio dos Sacerdotes de tender para a Santidade, em que já dizia o São João Paulo II: “a fim de sermos ministros de santidade para os homens e mulheres confiados ao nosso serviço pastoral”, tendo em vista “conformarem-se cada vez mais plenamente com o coração do Bom Pastor”.

Ora, a missão do Sacerdote é árdua e, assim, como todo ser humano, tem os seus altos e baixos. “É o que pode acontecer sempre, também na vida do Sacerdote. A grata memória do encontro inicial, a alegria do seguimento e o zelo do ministério apostólico, talvez levado adiante por anos e em situações nem sempre fáceis, podem dar lugar ao cansaço ou ao desencorajamento, fazendo avançar o deserto interior da aridez e envolvendo a nossa vida sacerdotal na sombra da tristeza” (Cardeal Beniamino Stella, Prefeito da Pontifícia Congregação para o Clero – 2018).

Assim, rezar pelo padre da sua comunidade, da sua paróquia, é sinal de Amor para um todo, afinal “se não tivéssemos o sacramento da Ordem, não teríamos Nosso Senhor. Quem o colocou no tabernáculo? O padre. Quem foi que recebeu nossa alma à entrada da vida? O padre. Quem a alimenta para lhe dar força de fazer sua peregrinação? O padre!” (São João Maria Vianney).

Sagrado Coração de Jesus, nós temos confiança em Vós!

Rezemos, muito e com fé, no dia de hoje pelo nosso Bispo Diocesano e por todo clero: rezemos, particularmente, pelos padres doentes e pelos que são perseguidos injustamente. Sejamos arautos da justiça e da misericórdia e que o Sagrado Coração de Jesus nos inspire a vivermos santamente o ministério sacerdotal e a sermos o bom odor do Cristo Ressuscitado!

Rezar pelos sacerdotes e bispos é ato de gratidão e de generosidade de discípulo-missionário do Sagrado Coração do Cristo! Saudações em Cristo!    

Oração pelos Sacerdotes

Ó Jesus, Sumo e Eterno Sacerdote, conservai os vossos sacerdotes sob a proteção do Vosso Coração Amabilíssimo, onde nada de mal lhes possa suceder.

Conservai puros e desapegados dos bens da terra os seus corações, que foram selados com o caráter sublime do Vosso Glorioso Sacerdócio.

Fazei-nos crer no seu amor e fidelidade para Convosco e preservai-os do contágio do mundo.

Dai-lhes também, juntamente com o poder que têm de transubstanciar o pão e o vinho em Vosso Corpo e Sangue, o poder de transformar os corações dos homens.

Abençoai os seus trabalhos com copiosos frutos e concedei-lhes um dia a coroa da vida eterna.

Amém!

 

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Catedral celebrou a Solenidade de Corpus Christi

Na Solenidade de Corpus Christi, 04 de junho, foram celebradas duas Missas Solenes. No período da manhã, Dom Moacir Aparecido de Freitas, bispo diocesano, presidiu a Santa Missa às 9h, sendo   concelebrada pelo Padre Gilmar Margotto.

No período da tarde, o Padre Gilmar Margotto presidiu a Santa Missa às 17h30 na Catedral que ficou repleta de fieis e foi concelebrada pelo Padre Luiz Marton.  Após a comunhão, os fiéis sairão em procissão pelas ruas centrais de Votuporanga com Jesus na Hóstia Sagrada, numa manifestação pública de devoção a Jesus Eucarístico e pedindo a proteção para nossa cidade.  A procissão retornará a Sé Catedral para a Benção Solene de Jesus Eucarístico. 

Significado

A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia – o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.
 
Acontece sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.

"O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna e, eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente" (Jo 6, 55 – 59).

Através da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.

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Leão XIV: que o esporte seja escola de fraternidade e instrumento de paz

Foi divulgada, na terça-feira (02/06), a mensagem de vídeo do Papa Leão XIV com a intenção de oração do Pontífice para o mês de junho. Nela, o Papa convida a rezar para que o esporte seja um instrumento de paz, uma escola de fraternidade e espaço de encontro.

Nas vésperas da Copa do Mundo, o Papa convida os cristãos a se unirem a esta intenção. No início de sua oração, o Pontífice eleva sua súplica a Deus:

“Senhor da vida, agradecemos-Te pelo dom do esporte, por aqueles que glorificam a Deus com o exercício dos seus corpos, pelas amizades que nascem no campo e pela alegria de jogar em equipe.”

De acordo com o Santo Padre, o Senhor nos ensina "que na vida, como no jogo ninguém se salva sozinho. Precisamos dos outros para crescer, para aprender a respeitar, superar limites e celebrar juntos as vitórias alcançadas".

“Pedimos-Te que o esporte seja sempre escola de fraternidade e não de rivalidade vazia, espaço de encontro e não de exclusão, caminho de paz e não de violência.”

Construir comunhão e fraternidade na história

O Papa pede ao Senhor para fazer com que "aqueles que praticam, treinam ou apoiam descubram no esporte uma linguagem universal que aproxima culturas, une povos e semeia respeito, solidariedade e superação pessoal".

“Senhor Jesus, que cada esporte seja parábola de uma vida vivida contigo, colaborando com esforço e alegria, vivendo com humildade na derrota e com gratidão pela vitória que nos ofereces na tua ressurreição. Que nunca nos falte o teu Espírito, que faz de nós uma só equipe, unida contigo para construir comunhão e fraternidade na história. Amém.”

O esporte como um caminho para construir a paz

Em pouco mais de um ano de pontificado, não é a primeira vez que o Papa Leão XIV recorda à Igreja os valores do esporte. De fato, em 15 de junho de 2025, durante o Jubileu do Esporte celebrado em Roma, falou sobre o esporte como um instrumento de paz: “O esporte é um caminho para construir a paz, porque é uma escola de respeito e lealdade, que faz crescer a cultura do encontro e a fraternidade".

Em sua homilia da missa, desse mesmo dia, o Pontífice acrescentou ainda que "numa sociedade marcada pela solidão, na qual o individualismo exagerado deslocou o centro de gravidade do “nós” ao “eu”, terminando por ignorar o outro, o esporte, especialmente quando praticado em equipe, ensina o valor da colaboração, de caminhar juntos", convertendo-se assim em um importante instrumento de recomposição e encontro entre os povos.

Mais recentemente, no mês de abril deste ano, ao receber os atletas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Milão-Cortina, Leão XIV insistiu nesta mesma visão: "Nos tempos atuais, tão marcado por polarizações, rivalidades e conflitos que desembocam em guerras devastadoras, seu compromisso adquire um valor ainda maior: o esporte pode e deve converter-se verdadeiramente num espaço de encontro! Não uma exibição de força, mas um exercício de relação”.

Para o Papa, os esportistas são chamados a ser testemunhas de uma linguagem universal: "Competir sem odiar, ganhar sem humilhar, perder sem se perder".

Uma ponte de diálogo

A cultura do esporte como um instrumento de paz vem de séculos de história, desde as origens dos Jogos Olímpicos. A tradição da Trégua Olímpica — conhecida na Antiga Grécia como Ekecheiria — nasceu no século IX a.C. de um acordo entre cidades-estado em conflito para garantir a participação segura nos Jogos, convertendo o esporte numa ponte de diálogo e convivência pacífica.

Retomando esse espírito, o Comitê Olímpico Internacional (COI) retomou este conceito nos anos 90 com o objetivo de aproveitar o poder transformador do esporte como instrumento de paz e reconciliação.

Sobre a Rede Mundial de Oração do Papa

A Rede Mundial de Oração do Papa é uma Obra Pontifícia confiada à Companhia de Jesus. Está presente em mais de 90 países e reúne uma comunidade espiritual de mais de 22 milhões de pessoas que procuram viver cada dia com disponibilidade para colaborar na missão de Cristo. No centro desta missão estão as intenções mensais de oração do Papa, que convidam a centrar-se nos desafios da humanidade e na missão da Igreja.

fonte: texto extraído de https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-06/papa-leao-intencao-oracao-junho-convida-rezar-valores-esporte.html

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Por que cinco sábados em reparação ao Imaculado Coração?

Em 1930, padre José Bernardo Gonçalves, então confessor da Irmã Lúcia, intrigado com a devoção dos cinco primeiros sábados em reparação ao Imaculado Coração de Maria, perguntou à Irmã: “Por que hão de ser ‘cinco sábados’ e não nove ou sete em honra das dores de Nossa Senhora?”10 Mas Lúcia não soube responder a pergunta do confessor.

Irmã Lúcia não sabia o que fazer ou dizer, até que, durante uma de suas orações, na noite do dia 29 para 30 de maio de 1930, nosso Senhor Jesus Cristo revelou a ela a razão da devoção dos cinco primeiros sábados: “Minha filha, o motivo é simples: são cinco as espécies de ofensas e blasfêmias contra o Imaculado Coração de Maria:

1 – As blasfêmias contra a Imaculada Conceição;
2 – Contra a Sua virgindade;
3 – Contra a Maternidade Divina, recusando, ao mesmo tempo, recebê-La como Mãe dos homens;
4 – Os que procuram publicamente infundir, nos corações das crianças, a indiferença, o desprezo e até o ódio para com esta Imaculada Mãe;
5 – Os que a ultrajam diretamente nas suas sagradas imagens.

Eis, minha filha, o motivo pelo qual o Imaculado Coração de Maria Me levou a pedir essa pequena reparação; e, em atenção a ela, mover a minha misericórdia ao perdão para com essas almas que tiveram a desgraça de a ofender”11.

A primeira ofensa é a negação do dogma da Imaculada Conceição, promulgado pelo Papa Pio IX em 8 de dezembro de 1854.

A segunda, a negação da Doutrina Católica a respeito da virgindade perpétua de Nossa Senhora. São opositores dessa verdade as pessoas que negam que a concepção e o parto de Jesus não foram virginais, e que a Mãe de Deus não conservou a virgindade depois do parto, bem como aquelas que dizem que a Santíssima Virgem teve mais filhos além de Jesus.

A terceira, a negação da maternidade divina e espiritual da Virgem Maria, declarada no III Concílio de Constantinopla, no ano de 680. Nossa Senhora é Mãe de Deus e, ao mesmo tempo, Mãe espiritual dos homens, pela sua participação no mistério da Redenção de toda a humanidade.

A quarta, é o ódio para com a Santíssima Virgem Maria colocado, à força de falsas doutrinas, injúrias e blasfêmias, no coração das crianças. Desde o século passado, “a ideologia marxista-comunista procurou eliminar todos os vestígios de religião, a começar pelas crianças. […] Ensinava-se às crianças o racionalismo puro e, além disso, em certa nação, os pequeninos aprendiam ‘ladainhas’ de injúrias contra a Mãe de Deus”12.

A quinta, é o desrespeito para com as sagradas imagens de Nossa Senhora. Como outrora, não é raro, em nossos dias, o ultraje, o sacrilégio, o vandalismo, a destruição das imagens da Virgem Maria, principalmente quando estão expostas em locais públicos. Além disso, as pessoas que tiram as suas imagens das igrejas e capelas, ou as reduzem ao mínimo, ofendem também o Coração Imaculado da Santíssima Virgem e contrariam o que foi dito no Concílio Vaticano II a respeito das imagens sacras: “Observem religiosamente aquelas coisas que nos tempos passados foram decretadas acerca do culto das imagens de Cristo, da Bem-aventura Virgem e dos Santos”13, ou seja, devemos zelar pela tradicional e salutar devoção às sagradas imagens.

Como praticar a devoção dos cinco primeiros sábados?

A própria Virgem Maria nos ensinou a praticar a devoção reparadora das ofensas ao seu Imaculado Coração. Para praticar perfeitamente essa devoção, devemos – durante cinco primeiros sábados de cinco meses seguidos, na intenção geral de reparar nossos próprios pecados e os de toda a humanidade contra o Coração Imaculado de Maria – realizar quatro atos de piedade:

1 – A Confissão: devemos confessar preferencialmente no primeiro sábado. Caso seja impossível, ou muito difícil, podemos confessar com até oito dias ou mais de antecedência. Todavia, recordamos que é necessário estar em estado de graça no primeiro sábado do mês, a fim de fazer comunhão reparadora. Na confissão, é indispensável a intenção de reparar as ofensas contra o Imaculado Coração de Maria. Essa intenção reparadora não precisa ser dita ao confessor, mas apenas colocada mentalmente diante de Deus antes da confissão. Jesus Cristo disse à Irmã Lúcia que, se esquecermos da intenção reparadora, podemos colocar essa intenção na confissão seguinte, aproveitando a primeira ocasião que tivermos para nos confessar;

2 – O Terço: a tradicional oração do Terço mariano também faz parte da devoção dos cinco primeiros sábados, que deve ser rezado na intenção da reparação do Imaculado Coração da Santíssima Virgem;

3 – Os 15 minutos de meditação dos mistérios do Rosário: Nossa Senhora pediu que fizéssemos companhia a ela durante pelo menos 15 minutos, meditando sobre os 15 mistérios do Rosário14, na intenção da reparação ao seu Imaculado Coração. Essa meditação não precisa ser de todos os 15 ou 20 mistérios do Rosário. Podemos meditar apenas um, dois, três ou mais mistérios, conforme a nossa escolha. Outra opção é a meditação dos mistérios do Rosário conforme o tempo litúrgico. Por exemplo: no tempo do Advento, podemos meditar os mistérios Gozosos; no tempo da Quaresma, os Mistérios Dolorosos; no Tempo Pascal, os Mistérios Gloriosos; no Tempo Comum, podemos meditar aqueles mistérios que mais dizem respeito à Liturgia do dia ou do domingo;

4 – A comunhão: é um ato essencial da devoção reparadora ao Imaculado Coração de Maria. Para compreender bem a sua importância, lembremos que a devoção da comunhão das nove primeiras sextas-feiras tem como intenção a reparação das ofensas contra o Sagrado Coração de Jesus. Recordemos também que a comunhão milagrosa, dada aos três pastorinhos de Fátima pelo Anjo da Guarda de Portugal, no outono de 1916, teve um caráter eminentemente reparador. Essa intenção evidencia-se na oração ensinada pelo Anjo da Paz, repetida seis vezes, três vezes antes e três vezes depois da comunhão:

Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, eu vos adoro profundamente e vos ofereço o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da Terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido; e pelos méritos infinitos de seu Sacratíssimo Coração e do Imaculado Coração de Maria, peço-vos a conversão dos pobres pecadores15.

Como nos casos acima, a intenção reparadora na devoção dos cinco primeiros sábados é muito importante, porque as ofensas contra o Imaculado Coração de Maria também ofendem gravemente o Sacratíssimo Coração de Jesus. Essa devoção reparadora, como um todo, pode ser também feita no domingo seguinte ao primeiro sábado, desde que seja por motivos justos e autorizado por um padre.

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Conheça o significado da Festa do Imaculado Coração de Maria

No dia depois da solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a Igreja celebra a festa do Imaculado Coração de Maria, a fim de mostrar que estes dois corações são inseparáveis e que Maria sempre leva a Jesus.

Esta celebração foi criada pelo papa Pio XII, em 1944, para que, por intercessão de Maria se obtenha “a paz entre as nações, liberdade para a Igreja, a conversão dos pecadores, amor à pureza e a prática da virtude”.

São João Paulo II declarou que esta festividade em honra à Mãe de Deus é obrigatória e não opcional. Ou seja, deve ser realizada em todo o mundo católico.

Nas aparições aos três pastorinhos em 1917, Nossa Senhora de Fátima disse a Lúcia: “Jesus quer servir-Se de ti para Me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração”.

“A quem a abraçar, prometo a salvação; e serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu Trono”.

Em outra ocasião, disse-lhes: “Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: ‘Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores, e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria’”.

Muitos anos depois, quando Lúcia era uma postulante no Convento de Santa Doroteia, em Pontevedra, Espanha, a Virgem lhe apareceu com o menino Jesus e, mostrando-lhe o seu coração rodeado por espinhos, disse: “Olha, minha filha, o meu Coração cercado de espinhos que os homens ingratos a todos os momentos me cravam com blasfêmias e ingratidões”.

“Tu, ao menos, vê de me consolar e diz que, todos aqueles que durante cinco meses no primeiro sábado, se confessarem, recebendo a Sagrada Comunhão, rezarem um terço e me fizerem 15 minutos de companhia, meditando nos 15 mistérios do rosário com o fim de me desagravar, eu prometo assistir-lhes à hora da morte com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas’”.

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Saiba quais são as 12 promessas do Sagrado Coração de Jesus

Entre as Promessas que Jesus fez a Santa Margarida está a das Nove Primeiras Sextas-feiras do mês: aos fiéis que fizerem a comunhão em nove das primeiras sextas-feiras de cada mês, seguidas e sem interrupção, prometeu o Coração de Jesus a graça da perseverança final, o que significa que a pessoa nunca deixará a fé católica e buscará a sua santificação. São as chamadas comunhões reparadoras a Jesus pela ofensa que tantas vezes seu Sagrado Coração é tão ofendido pelos homens.

“No extremo da misericórdia do meu Coração onipotente, concederei a todos aqueles que comungarem, nas primeiras sextas-feiras de cada mês, durante nove meses consecutivos, a graça do arrependimento final. Eles não morrerão sem a minha graça e sem receber os SS. sacramentos. O meu coração, naquela hora extrema, ser-lhe-á seguro abrigo”.

As outras promessas do Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque:

1 – Conceder-lhe-ei todas as graças necessárias ao seu estado.
2 – Porei a paz em suas famílias.
3 – Consolá-los-ei nas suas aflições.
4 – Serei seu refúgio na vida e especialmente na hora da morte.
5 – Derramarei copiosas bênçãos sobre suas empresas.
6 – Os pecadores encontrarão, no meu Coração, a fonte, oceano infinito de misericórdia.
7 – Os tíbios se tornarão fervorosos.
8 – Os fervorosos alcançarão rapidamente grande perfeição.
9 – Abençoarei os lugares onde estiver exposta e venerada a imagem do meu Coração.
10 – Darei aos sacerdotes a força de comover os corações mais endurecidos.
11 – O nome daqueles que propagarem esta devoção ficará escrito no meu Coração e de lá nunca será apagado.

 

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Conheça o Significado da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

A Igreja celebra a Festa do Sagrado Coração de Jesus na sexta-feira da semana seguinte à Festa de Corpus Christi. O coração é mostrado na Escritura como símbolo do amor de Deus.

“Vosso Coração, Jesus, foi ferido, para que, na ferida visível, contemplássemos a ferida invisível de vosso grande amor.”  (Santo Agostinho)

Festa do Sagrado Coração

Uma festa propriamente dita do Coração de Jesus foi celebrada, pela primeira vez, em 20 de outubro de 1672, pelo padre São João Eudes.

Depois, aparecendo muitas vezes a Santa Margarida Maria Alacoque, de 1673 até 1675, foi que Jesus revelou sobre a devoção ao Sagrado Coração, “a grande devoção”, e sobre o desejo da instituição desta Festa, mostrando-lhe o Coração que tanto amou os homens e é por parte de muitos desprezado.

A característica própria dessa solenidade é a ação de graças pela riqueza insondável de Cristo e a contemplação reparadora do Coração Transpassado. O Papa Pio IX, em 1856, estendeu a festa a toda a Igreja Latina. Em 1899, Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus.

Paulo VI disse, certa vez, que a devoção é garantia de crescimento na vida cristã e garantia da salvação eterna.

 

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Papa na Semana Laudato si': cuidar da paz é cuidar da vida

Leão XIV convocou todos que trabalham "por uma ecologia integral a renovar o compromisso" com o cuidado da criação, participando da Semana Laudato si' que começa neste domingo, 17 de maio. O movimento global encoraja a começar pelas realidades locais, inclusive oferecendo cursos gratuitos para se tornar Animador Laudato si’ e exercer um papel fundamental na promoção da sustentabilidade e no enfrentamento dos desafios ambientais urgentes a partir das comunidades em que se vive.

"De hoje até o próximo domingo se realiza a Semana Laudato si’, dedicada ao cuidado da criação e inspirada na encíclica do Papa Francisco. Neste ano jubilar de São Francisco de Assis, recordamos a sua mensagem de paz com Deus, com os irmãos e com todas as criaturas. Infelizmente, nestes últimos anos, devido às guerras, os avanços nesse campo diminuíram bastante. Por isso, encorajo os membros do Movimento Laudato si’ e todos aqueles que trabalham por uma ecologia integral a renovar o compromisso. Cuidar da paz é cuidar da vida!"

O encorajamento do Papa Leão XIV veio ao final do Regina Caeli, na Praça São Pedro, pra uma multidão de 20 mil pessoas. O Pontífice convocou para um dos momentos globais do Movimento Laudato si' que começa neste domingo (17/05) e vai até 24 de maio, a Semana Laudato si' com o tema "Da esperança à ação".

As ações do Movimento Laudato si'

Depois de um Jubileu da Esperança histórico e da inspiradora Conferência Espalhando Esperança, a mobilização é para transformar a esperança renovada em ações coletivas e corajosas. E o Movimento, junto com o reforço do Papa Leão, convida a comunidade global para continuar construindo uma Igreja atenta ao clamor da Terra e dos pobres — alicerçada na oração, configurada pelo encontro e comprometida com a conversão ecológica. Um trabalho global para enfrentar os impactos contínuos da crise climática, mas que começa da base, das realidades locais, com a sinolidade servindo de guia através dos Animadores Laudato Si’, coordenadores de Capítulos, Círculos e Organizações-Membros que são o coração da missão.

Para se transformar em um deles, basta participar de um Curso de Animadores, gratuito, que oferece pedagogia aprimorada, acesso ampliado a diversos idiomas e novas oportunidades de formação (on-line e presencial). Os cursos não se destinam apenas a “especialistas em meio ambiente”, mas a todas as pessoas de fé que sentem que têm um chamado silencioso (e urgente) a responder. Inspirado na visão do Papa Francisco, as aulas capacitam líderes que conseguem conectar a oração à ação, a espiritualidade à transformação sistêmica e as iniciativas locais a um movimento global.

Fonte: texto e imagem extraídos de: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-05/papa-leao-xiv-semana-laudato-si-maio-2026-regina-caeli.html

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Dia das Comunicações: respeitar a verdade do homem em época de IA, afirma o Papa

Ao final da oração mariana do Regina Caeli, Leão XIV recordou que neste 17 de maio se celebra o 60° Dia Mundial das Comunicações Sociais em vários países, como no próprio Brasil, com celebrações de ação de graças. Nesta época da Inteligência Artificial, disse o Papa, "encorajo todos a se empenharem em promover formas de comunicação que respeitem sempre a verdade do homem, para a qual orientar toda inovação tecnológica".

"Hoje se celebra, em diversos países, o Dia Mundial das Comunicações Sociais, que este ano quis dedicar ao tema 'Preservar vozes e rostos humanos'. Nesta época da Inteligência Artificial, encorajo todos a se empenharem em promover formas de comunicação que respeitem sempre a verdade do homem, para a qual orientar toda inovação tecnológica."

O Papa voltou a reforçar a importância de se aprender a lidar com a Inteligência Artificial, para compreender o uso dos algoritmos, neste domingo, 17 de maio, 60° Dia Mundial das Comunicações Sociais que inclusive está sendo celebrado no Brasil, e tomando como base a própria a mensagem do Papa divulgada no início do ano. O desafio, especifica o Pontífice no texto, não é impedir a inovação digital, mas melhor orientá-la. Na mensagem, Leão XIV também alerta para não renunciarmos o nosso talento, entregando-o às máquinas, porque assim não vamos crescer como pessoas em relação a Deus e aos outros: “significa esconder o nosso rosto e silenciar a nossa voz".

Através da mensagem, retomada ao final do Regina Caeli, o Papa Leão XIV convida todos a refletirem sobre uma comunicação que seja mais humana, verdadeira e autêntica. Segundo Janaína Gonçalves, coordenadora-geral da Pascom Brasil, é “uma comunicação que não reduz pessoas a meros conteúdos, que dê voz e vez a quem precisa, que revele o rosto das pessoas”. Ela afirma ainda que, analisando o texto do Pontífice, “o problema da comunicação não está no celular, nas telas em geral, mas na atitude de perder o humano, na ilusão digital em achar que engajamento é o mesmo que profundidade, na incompreensão em pensar que o alcance pelos algoritmos é o que gera a transformação”.

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Leão XIV: o "percurso de ascensão" se dá com a prática do justo e amável no dia a dia

O Papa Leão XIV recordou logo no início da alocução que precedeu a oração mariana do Regina Caeli, neste domingo (17/05), numa Praça São Pedro com cerca de 20 mil pessoas, que "hoje, em muitos países do mundo, celebra-se a Solenidade da Ascensão do Senhor", como acontece no Brasil, por exemplo. Um mistério que marca a gloriosa partida de Jesus, quando sobe aos céus e senta-se à direita de Deus Pai, para servir como mediador, intercedendo por nós. A Igreja celebra essa solenidade 40 dias após a ressureição de Cristo e o tempo em que conviveu e instruiu os discípulos, antecipando Pentecostes na próxima semana. Com a vinda do Espírito Santo, todos somos convidados e enviados pelo Senhor a anunciar o Evangelho para todos.

Leia a íntegra das palavras de Leão XIV no Regina Caeli

A Solenidade da Ascensão do Senhor

A imagem de Jesus que sobe ao Céu, da Ascensão do Senhor, disse o Pontífice, "poderia nos levar a perceber este Mistério como um acontecimento distante. Contudo, não é assim"; não é "promessa distante", mas "vínculo vivo". Estamos unidos a Jesus e a sua "ascensão ao Céu atrai também nós" e "para a plena comunhão com o Pai", explicou o Papa, "aproximando cada vez mais a nossa maneira de pensar, de sentir e de agir à medida do coração de Deus":

"Toda a vida de Cristo é um movimento de ascensão, que abraça e envolve, através da sua humanidade, o inteiro cenário do mundo, elevando e resgatando o homem da sua condição de pecado, levando luz, perdão e esperança onde havia trevas, injustiça e desespero, para chegar à vitória definitiva da Páscoa, na qual o Filho de Deus «morrendo destruiu a morte e ressuscitando restaurou a vida»."

Como acontece o "percurso de ascensão"

Leão XIV recordou, então, São Paulo, que diz que "«tudo o que é verdadeiro […], justo, […] amável» e pondo em prática, com a ajuda de Deus", nos ajuda a transcorrer um "percurso de ascensão", "que nos atrai constantemente para o Alto, para o Pai", difundindo no mundo frutos preciosos de comunhão e de paz. Um caminho feito em comunhão com quem está próximo:

"Encontramos o caminho em Jesus, na dádiva da sua vida, nos seus exemplos e nos seus ensinamentos, assim como o vemos traçado na Virgem Maria e nos santos: aqueles que a Igreja nos apresenta como modelos universais e aqueles – como o Papa Francisco gostava de dizer – «da porta ao lado», com quem partilhamos o nosso dia a dia, pais, mães, avós, pessoas de todas as idades e condições, que com alegria e empenho se esforçam sinceramente por viver segundo o Evangelho.

“Com eles, com o seu apoio e graças à sua oração, também nós podemos aprender a subir, dia após dia, para o Céu, fazendo objeto dos nossos pensamentos.”

 

fonte: texto extraído de https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-05/papa-leao-xiv-regina-caeli-17-maio-2026.html

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Igrejas celebram Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos 2026 de 17 a 23 de maio

Entre as Solenidades da Ascensão do Senhor e de Pentecostes, será celebrada a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (SOUC), um dos momentos mais significativos do ano para a dimensão Ecumênica da Igreja. As celebrações terão como inspiração bíblica o versículo 4 do quarto capítulo da carta de São Paulo aos Efésios: “Vocês formam um só corpo e um só espírito, do mesmo modo que a esperança para a qual foram chamados é uma só” (Ef 4, 4). 

As orações e reflexões para a semana foram preparadas por um grupo ecumênico coordenado pelo Departamento de Relações Inter-religiosas da Igreja Apostólica Armênia. Como de costume, uma equipe internacional nomeada conjuntamente pelo Dicastério para a Promoção da Unidade dos Cristãos e pela Comissão de Fé e Ordem do Conselho Mundial de Igrejas colaborou com os editores para finalizar os materiais em uma reunião realizada de 13 a 18 de outubro de 2024, na Santa Sé em Etchmiadzin, Armênia. 

O material inclui uma introdução ao tema, um esboço para a celebração ecumênica e uma seleção de breves leituras e orações para cada dia da semana. Este conteúdo pode ser utilizado de diversas maneiras e destina-se a ser usado não apenas durante a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, mas também ao longo de todo o ano de 2026. 

“Através das suas práticas e ensinamentos, a Igreja Apostólica Arménia oferece-nos uma reflexão profunda sobre a essência da unidade dentro do Corpo universal de Cristo, não apenas como um conceito, mas como uma realidade viva e pulsante”, afirmam os editores do material oferecido a toda a Igreja e disponível em português aqui

 

Inspiração bíblica 

Na introdução ao tema contida no material preparado para a celebração da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, é aprofundado o versículo da Carta aos Efésios sobre a unidade da Igreja.  

“Efésios 4:4 resume os ensinamentos de Paulo sobre a unidade, enfatizando, também aqui, que os seguidores de Cristo representam ‘um só corpo e um só Espírito’, unidos numa única esperança”.  

O conceito de ‘um só corpo’ na iluminação bíblica, também reflete a natureza da Igreja, uma vez que “o cristianismo transcende as fronteiras culturais e nacionais, unindo os crentes em todo o mundo na fé e na esperança”. 

A ideia de “um só Espírito” refere-se ao Espírito Santo “que sustenta esta comunhão e capacita a Igreja a cumprir a sua missão”. 

A única esperança diz respeito à salvação e à vida eterna: “Esse é o objetivo final e a motivação para a vida cristã, proporcionando uma visão comum e propósito para todos os crentes e unindo-os na sua jornada de fé e na sua vida quotidiana. Esta visão partilhada ultrapassa as divisões confessionais e culturais, encorajando os cristãos a trabalharem juntos de todas as formas possíveis”.  

fonte: texto e imagens extraídos de: https://www.cnbb.org.br/igrejas-celebram-semana-de-oracao-pela-unidade-dos-cristaos-2026-de-17-a-23-de-maio/

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Entenda o porquê de maio ser considerado o mês das noivas

Entenda o porquê de maio ser considerado o mês das noivas e a relação entre essa tradição e a devoção mariana que é propagada de modo mais intenso pela Igreja Católica durante o mês de maio.

Um frescor de vida nova é a sensação que preenche os lares do Hemisfério Norte com o início da estação das flores, a primavera. Sem dúvidas, trata-se do cenário ideal para celebrar o dia mais feliz da história de um casal. Esse é um dos motivos, não o mais importante, que apresentaremos neste artigo pelos quais o mês de maio tornou-se, tradicionalmente, um período de alta procura para celebração das núpcias. Continue lendo para saber mais.

O mês das noivas

Cerimonialistas correndo contra o tempo, fornecedores subindo os preços nas alturas, noivas apreensivas para que o grande dia seja perfeito e inesquecível, esse é o cenário que compõe o mês de maio, o mês mais disputado para celebrar a união de duas pessoas que se amam. Isso acontece porque maio é considerado o mês das noivas. E como surgiu esse costume?

Existem diferentes teorias para responder a essa pergunta, uma hipótese é que o Brasil tenha importado tal costume dos países do Hemisfério Norte, onde, após meses frios e devastadores, a primavera reina com sua beleza e esplendor durante o mês de maio, proporcionando cenários de tirar o fôlego e um clima agradável para festas elegantes e celebrações incomparáveis. Embora maio, no Brasil, não pertença à estação da primavera, é um mês que, coincidentemente, também proporciona um clima fresco, ameno e sem chuvas, favorecendo as celebrações.

Além da primavera, existe um motivo ainda mais nobre que, muito provavelmente, se trata do mais importante para justificar a adoção de maio como o tradicional mês das noivas: o fato de que a Igreja Católica dedica todo esse mês, de modo especial, à devoção à Virgem Maria, modelo de mulher para muitas noivas e cuja Sagrada Família inspira inúmeros casais pelo mundo.

A Mãe de Jesus e o mês das noivas

Na Bíblia, podemos encontrar várias inspirações de mulheres valentes, fortes e abençoadas por Deus, como, por exemplo, Débora que ocupou o cargo de juíza com excelência 1, Sara que confiou em Deus e engravidou na velhice 2 e Ester que intercedeu junto ao rei pelo seu povo 3. No entanto, para a fé católica, nenhuma delas chega aos pés da Virgem Maria, que é a principal figura feminina de toda a Escritura por sua pureza de coração e porque foi escolhida, aceitando humildemente ser mãe de Cristo. 

“Entrando, o anjo disse-lhe: ‘Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo’” 4, não se encontra outra semelhante saudação nas Sagradas Escrituras, isso porque Deus elegeu Maria entre todas as mulheres, tornando-a inspiração de santidade para toda a humanidade, bem como modelo de esposa e mãe para as mulheres que sonham com o matrimônio. Além disso, Maria intercedeu pelos noivos das Bodas de Caná, onde Jesus realizou seu primeiro milagre a pedido dela, é um sinal claro da intercessão de Maria pelas noivas e pelas celebrações de casamento.

Por isso, existe uma chance enorme de maio ter se tornado o tradicional mês das noivas em virtude da devoção à Nossa Senhora por parte das noivas, já que esse é um período em que a Igreja Católica do mundo todo dedica suas orações e sua devoção, de modo especial, à Mãe de Jesus. 

Quando a Mãe de Jesus salvou uma festa de casamento

Imagine que você está no salão de beleza, pronta para o dia mais feliz de sua vida, prestes a ir para a Igreja, e abre um rasgo enorme em seu vestido, ou então que você está à caminho de sua festa que será ao ar livre e, de repente, começam as trovoadas, ou, ainda, que a festa já começou e você está celebrando com os convidados quando, sem esperar, a bebida acaba. 

Imprevistos acontecem, no entanto, poucos têm a mesma sorte, ou melhor, a mesma providência de Deus, que tiveram os noivos das Bodas de Caná. Quando o vinho veio a faltar, a Virgem Maria não demorou para perceber e, em seguida, alertar o Seu Filho, “Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: ‘Eles já não têm vinho’” 5. Jesus, até então não havia começado a sua vida pública, mas por amor à sua mãe aceitou realizar o Seu primeiro milagre.

Essa passagem Bíblica nos ensina duas coisas: a primeira é que, se uma pessoa tem Maria por perto, certamente será agraciada com seus cuidados e terá uma intercessora muito proativa, e a segunda é que Maria ama o casamento, pois é um sacramento da Igreja instituído pelo próprio Deus, e por isso intercede de modo ainda mais especial por aqueles que estão caminhando rumo ao altar. Basta com que os noivos, assim como os das Bodas de Caná, convidem a Virgem Maria e o seu Filho para participarem de seu casamento.

 A Virgem Maria e as famílias abençoadas

Todas as pessoas que são chamadas a formar uma família por meio do casamento, devem buscar no lar a santificação de suas vidas e de seus familiares, e é por isso que o lar é chamado de Igreja doméstica, pois é no seio familiar que se molda a santidade e que se vive o verdadeiro amor. 

E não existe família que mais soube tornar o lar um núcleo de santidade do que a Família de Nossa Senhora. Antes da vida pública de Jesus, eles vivenciaram durante trinta anos uma vida comum, trabalhando para o sustento da casa, educando Jesus, cumprindo os deveres, cuidando do lar e, principalmente, amando uns aos outros. 

Deus ama tanto o casamento e a instituição da família que também quis ter uma, enviando Seu único Filho por meio do ventre Imaculado de Maria e escolhendo José como Pai putativo de Jesus. A família de Nossa Senhora, chamada também de Sagrada Família, é modelo para todos os vocacionados ao matrimônio que desejam ter um casamento abençoado e feliz. Dessa forma, os futuros esposos devem recorrer sempre à intercessão de Maria para ter uma família abençoada como a dela!

Por que a Igreja Católica dedica o mês de maio à Virgem Maria?

Desde os primeiros séculos, os cristãos buscaram diferentes formas de honrar a Santíssima Virgem Maria, isso fica claro por meio de pinturas e orações antiquíssimas que foram encontradas nas catacumbas dirigindo-se a ela como Mãe de Deus. 

Essa devoção foi se intensificando e ganhando espaço na fé cristã ao longo das centenas de anos que se passaram. Dogmas foram proclamados, diversas aparições ao redor do mundo foram reconhecidas, papas declararam-se grandes devotos de Maria e belíssimas orações foram escritas em honra à Mãe de Deus. Essa era a vontade de Jesus quando disse a João, seu discípulo mais amado: “Eis aí tua mãe” 6, Ele quis que todas as gerações proclamassem que Maria é bem-aventurada, e assim os católicos buscam fazer desde a igreja primitiva.

Mas, afinal, como e quando surgiu o costume de dedicar um mês inteiro às práticas diárias de devoção à Virgem Maria?

Essa tradição é chamada de “Tricesimum” ou “Trinta dias de devoção a Maria” e acredita-se que tenha surgido e ganhado força no período barroco, durante o século XVII, no entanto, até então esse costume não era exclusivo do mês de maio e acontecia em outros meses do ano. A combinação entre o mês de maio e a devoção dos trinta dias marianos ocorreu no Século XIX.

A combinação foi feita pois a Igreja buscava “batizar” costumes pagãos. O mês de maio, desde os tempos antigos, era dedicado a diferentes deusas pagãs. Na Grécia, o mês era dedicado à Ártemis, conhecida pelos gregos como deusa da fertilidade, e na roma antiga, os romanos dedicavam o mês à Flora, conhecida como deusa das flores. 

 Durante o período medieval, tradições de semelhança considerável aconteciam no Hemisfério Norte, como uma forma de espantar o inverno e recepcionar a primavera. E assim, a Igreja passou a propagar o mês de maio como o mês de Maria, a única mulher que trouxe a primavera ao mundo, Jesus Cristo, Aquele que, pela morte na cruz e ressurreição, espantou a frieza dos nossos pecados e maldades, trazendo o frescor de vida e salvação.

Algumas fontes apontam que, no brasil, tal costume tenha sido amplamente impulsionado e difundido pelos padres Jesuítas, responsáveis pela evangelização de todo o país recém descoberto.

Maio é, de fato, um mês muito abençoado, onde católicos do mundo todo expressam seu amor pela Mãe de Jesus, também é um mês de clima muito agradável, seja na primavera dos países do Hemisfério Norte, ou no outono suave e agradável do Brasil, tudo isso faz com que, inegavelmente, maio seja um mês ideal para festas de casamento.

O mês de Maria é o perfeito mês das noivas, pois não há noiva que se sinta desamparada ao correr para os braços de uma mãe doce e atenciosa como Maria!

Ó Maria concebida sem pecado, 

Rogai por nós que recorremos a Vós!

 

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Conheça o significado da Devoção a Maria no mês de Maio

Maria é modelo de escuta, de profundidade no discernimento, de coragem na fé e de dedicação ao serviço. Por isso, nós, católicos, nutrimos uma profunda devoção pela Santa Mãe de Deus e da Igreja, especialmente no mês de maio, o Mês Mariano.

Por que maio é o Mês Mariano?

A ideia de um mês dedicado especialmente a Maria remonta ao século XVII. Desde aquele tempo, o “Mês de Maria” incluía trinta exercícios espirituais diários em homenagem à Mãe de Deus, apesar de nem sempre ter sido celebrado em maio. Com o passar do tempo, o Mês Mariano passou a ser celebrado em maio, fazendo com que, durante todo o mês, haja devoções especiais para cada dia. Esse costume se consolidou, sobretudo, durante o século XIX e é praticado até hoje.

Como honrar Maria no mês de maio, mês das mães?

As formas pelas quais Maria é honrada em maio são tão variadas como as pessoas que a honram. Comumente, as paróquias rezam uma oração diária do terço e muitas preparam um altar especial com um ícone ou uma imagem da Virgem. Também é uma grande tradição a coroação de Nossa Senhora, um costume conhecido como “Coroação de Maio”.

Entretanto, os altares e coroações não são atividades exclusivas “da paróquia”. Elas podem ser feitas no ambiente familiar, igreja doméstica, com o objetivo de participarmos mais plenamente na vida da Igreja.

Por que Nossa Senhora tem tantos títulos?

Os inúmeros títulos de Nossa Senhora provêm das devoções populares, aparições, e são denominadas conforme os dogmas marianos. Cada um deles manifesta uma particularidade do cuidado de Maria com seus filhos, dos maiores aos menores, sempre disponível a atendê-los com amor e afeto maternal.

Para os brasileiros, Nossa Senhora Aparecida é, certamente, uma das mais populares. O santuário dedicado à Padroeira do Brasil já foi visitado por três papas: São João Paulo II, Papa Bento XVI e Papa Francisco.

Dicas para viver bem o Mês Mariano

Rezar o Rosário

A própria Santíssima Virgem ensinou São Domingos de Gusmão a rezar o Santo Rosário. Uma das prediletas da Igreja, essa oração é tida como meio para o alcance de inúmeras graças, favores e milagres.

Participar dos Sacramentos

Maria sempre aponta o caminho para Jesus! Para haver uma verdadeira devoção a Nossa Senhora, é imprescindível a participação nos Sacramentos, especialmente nos da Eucaristia e da Reconciliação, onde seu Filho nos espera.

Leitura espiritual sobre a Virgem

Reflita sobre as maravilhas que Deus faz na História da Salvação por meio da leitura orante dos Santos Evangelhos, dos quais Maria é personagem fundamental. Para se aprofundar na meditação, visite escritos de grandes santos da Igreja e estudiosos das Sagradas Escrituras.

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Coroação da imagem da Bem-Aventurada Virgem Maria será dia 27/05

Na última quarta-feira de maio, 27 de maio, será realizada a tradicional Coroação da imagem da Bem-aventurada Virgem Maria pelos fiéis. A celebração será realizada durante a Santa Missa, às 19h00, na Catedral de Votuporanga.

É tradição dos devotos de Nossa Senhora finalizar o mês de maio com a cerimônia de Coroação de Nossa Senhora. Para o devoto, coroar Nossa Senhora é demonstrar que a reconhece como rainha. Rainha de um reino que não é o desse mundo, mas, sim, o reino sonhado por Deus para seus filhos e filhas.

Na história da vida humana de Jesus, Maria tem o papel fundamental. Seu "sim" sela a encarnação do Filho de Deus como homem e com sua aceitação ela demonstra que é possível uma pessoa fazer de sua vida uma constante escuta da vontade de Deus. 

 

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Inscrições abertas para a Catequese Batismal - 31/05

Estão abertas as inscrições para a Catequese Batismal para Pais e Padrinhos que será realizada no dia 31 de abril de 2026. O encontro tem início às 7h30 no Salão Paroquial e as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial.

Mais informações pelo telefone: (17) 3421-6245 ou (17)98114-4841.

A secretaria paroquial situa-se na rua São Paulo, 3577 Atendimento: 2ª a 6ª feira, das 8h às 17h30 e aos sábados das 8h às 11h.

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Celebrações de Corpus Christi na Catedral de Votuporanga serão às 9h e 17h

No dia 04 de junho, celebraremos a Solenidade de Corpus Christi. Na Catedral Nossa Senhora Aparecida serão celebradas Missas às 9h e às 17h. Na Santa Missa das 17h, após a comunhão, os fiéis sairão em procissão pelas ruas centrais de Votuporanga com Jesus na Hóstia Sagrada, numa manifestação pública de devoção a Jesus Eucarístico e pedindo a proteção para nossa cidade.  A procissão retornará a Sé Catedral para a Benção Solene de Jesus Eucarístico. 

Significado

A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia – o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.
 
Acontece sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.

"O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna e, eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente" (Jo 6, 55 – 59).

Através da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.

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O sentido da Festa da Divina Misericórdia

São João Paulo II soube valorizar a experiência mística de Santa Faustina Kowalska. Aliás, a Igreja tem sempre a graça de contar com pessoas que se deixam raptar pela grandeza do amor de Deus para anunciá-lo aos outros. Continua muito válido recorrer aos místicos, cuja percepção dos mistérios vai além dos pobres raciocínios humanos.

Escreve Santa Faustina: “Ó meu Jesus, vós sabeis que, desde os meus mais tenros anos, eu desejava tornar-me uma grande santa, isto é, desejava amar-vos com um amor tão grande com que até então nenhuma alma vos tinha amado” (Diário1372).

Sabemos que o Senhor a escolheu para uma missão especial. Depois de passar pela “noite escura” das provações físicas, morais e espirituais, a partir de fevereiro de 1931, em Plock, o próprio Senhor Jesus Cristo começa a se manifestar a Irmã Faustina de um modo particular, revelando, de um modo extraordinário, a centralidade do mistério da Misericórdia Divina para o mundo e a história, presente em todo o agir divino, particularmente na Cruz Redentora de Cristo, e novas formas de culto e apostolado em prol dessa Sua Divina Misericórdia.

Descreve esta primeira visão: “Da túnica entreaberta sobre o peito saíam dois grandes raios, um vermelho e outro pálido. Logo depois, Jesus me disse: Pinta uma Imagem de acordo com o modelo que estás vendo, com a inscrição: Jesus, eu confio em vós” (Diário 47). Ao longo do Diário, descobrimos que Jesus a escolhe como secretária, apóstola, testemunha e dispensadora da Divina Misericórdia.

Festa da Divina Misericórdia, seu significado e sentido na vida cristã

São inúmeros os lugares do mundo que celebram, nestes dias, a Novena da Divina Misericórdia e se multiplicam, por toda parte, Movimentos e Grupos que contribuem na divulgação da Espiritualidade da Divina Misericórdia, todos crescentes em participação e profundidade, com frutos de intenso apostolado e serviços de caridade que expressam os frutos de uma espiritualidade autêntica.

E se espalha por toda parte a oração do Terço da Divina Misericórdia: Ele foi ensinado durante uma visão que Irmã Faustina teve em 13 de setembro de 1935: “Eu vi um anjo, o executor da cólera de Deus, a ponto de atingir a terra. Eu comecei a implorar intensamente a Deus pelo mundo, com palavras que ouvia interiormente. À medida que assim rezava, vi que o anjo ficava desamparado, e não mais podia executar a justa punição”.

No dia seguinte, uma voz interior lhe ensinou essa oração nas contas do rosário. Nas contas do Pai-Nosso, reza-se: Eterno Pai, eu vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade de vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro. Nas contas das Ave-Marias, reza-se: Pela sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro (10 vezes). Ao fim do terço, reza-se: Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro. Oração de uma simplicidade impressionante, e cujos frutos mais ainda tornam estupefatas as pessoas!

Os efeitos da oração

Outra revelação assim indicava: “Pela recitação desse terço, agrada-me dar tudo que me pedem. Quando o recitarem os pecadores empedernidos, encherei suas almas de paz, e a hora da morte deles será feliz. Escreve isso para as almas atribuladas: Quando a alma vê e reconhece a gravidade dos seus pecados, quando se desvenda diante dos seus olhos todo o abismo da miséria em que mergulhou, que não se desespere, mas se lance com confiança nos braços da minha misericórdia, como uma criança nos braços da mãe querida. Essas almas têm sobre meu coração misericordioso um direito de precedência. Dize que nenhuma alma que tenha recorrido à minha misericórdia se decepcionou nem experimentou vexame. Quando rezarem esse terço junto aos agonizantes, eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso”.

O significado e sentido da misericórdia

De fato, a misericórdia é uma magnífica manifestação do amor do Senhor; é “filha predileta do amor e irmã da sabedoria, nasce e vive entre o perdão e a ternura” (Ignacio Larañaga). Só o amor poderia criá-la, e nasce de bondade que liga Deus aos seres humanos, prescindindo da situação moral e social da humanidade, pois ela é gratuita na iniciativa do amor. A palavra “misericórdia” tem origem em dois termos latinos: “Miserere” e “cor”. O primeiro lembra piedade, compaixão implorada por quem se encontra numa grande tribulação. É difícil permanecer duro e insensível diante de quem grita com lágrimas e suspiros! “Cor” remete a “coração”, que, na compreensão cristã, diz respeito ao centro da vida espiritual, sede dos sentimentos de alegria, dor, amor, serenidade. É aqui, no sentido amplo de coração, que fazemos a avaliação das escolhas decisivas da vida. E o coração aponta também para o núcleo último do ser humano e sua personalidade inteira, sua vida interior e seu temperamento. Coração dado, apaixonado pela miséria, eis a Misericórdia.

Na língua hebraica, a raiz verbal raham indica, em primeiro lugar, o ventre materno, a parte mais tenra e delicada, na qual cada mãe celebra e vive o mistério da vida. A mãe convive e sente com o ser que traz no ventre. É nesse ambiente cheio de ternura que a criança vive antes de vir à luz. De raham chegamos a rahamim, o sentimento de misericórdia com que o amor se manifesta concretamente. Quem ama de verdade deseja tornar este amor visível, sobretudo quando a pessoa amada se encontra em grande dificuldade. Assim entendemos como o salmista, doente e oprimido pelo pecado, recorre com confiança à misericórdia de Deus: “Senhor, não me recuses tua misericórdia; tua fidelidade e tua graça me protejam sempre, pois me rodeiam males sem número, minhas culpas me oprimem e não posso mais ver. São mais que os cabelos da minha cabeça; meu coração desfalece” (Sl 39, 12-13; Cf. Sl 76, 10; Sl 78, 8; Sl 118, 77; SL 144,9).

Onde se manifesta a misericórdia de Deus

É justamente essa profunda e visceral misericórdia que Deus quer oferecer a todos, sem excluir ninguém. E sua misericórdia se manifesta justamente naquele que mostra as chagas da crucifixão, abre os braços, sopra o dom do Espírito Santo e dá a missão do perdão e da reconciliação à sua Igreja: “A quem perdoardes os pecados, serão perdoados; a quem os retiverdes, lhes serão retidos” (Jo 20, 23). Por isso damos graças na Festa da Divina Misericórdia: “Quero lembrar os benefícios do Senhor, celebrar os louvores do Senhor, por tudo o que fez em nosso favor, pela grande bondade com a casa de Israel, quando a beneficiou em sua ternura, em sua imensa misericórdia” (Is 63, 7).

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5 dicas para viver bem o Tempo Pascal

Para você que deseja viver intensamente os 50 dias do Tempo Pascal, apresentamos algumas dicas. Não é nada difícil de se fazer, basta ter disciplina e vontade. Então, tome nota!

#1. Reze a novena da Divina Misericórdia

Esta novena deve ser feita em preparação para o Domingo da Misericórdia. Ela começa na Sexta-Feira Santa e termina no sábado anterior ao segundo domingo da Páscoa, quando celebramos a Festa da Misericórdia.

#2. Medite a Palavra de Deus

Uma boa prática para o Tempo Pascal é a meditação dos Evangelhos de cada dia.

Para isso, leia o texto pausadamente, repita a leitura de trechos que chamam mais atenção e procure entrar na narrativa, observando personagens, as falas, as atitudes. Por fim, busque trazer a Palavra para a tua própria vida.

E a partir desta meditação, faça uma oração espontânea com as palavras que o Espírito Santo inspirar ao seu coração.

#3. Adore a Jesus Ressuscitado

Jesus ressuscitou e está vivo em nosso meio, e a sua presença é a Eucaristia.

Por isso, durante este Tempo Pascal, procure incluir na sua rotina semanal ou mensal alguns dias para adorar a Jesus que o espera em Seu Tabernáculo – o Sacrário.

Adorar a Jesus é reconhecer que Ele é o nosso Rei.

Por isso, enquanto estiver em adoração no Tempo Pascal, procure refletir sobre o significado da ressurreição de Jesus na sua vida. Quais aspectos da sua vida Jesus precisa tocar com Sua ressurreição?

 

 

#4. No Tempo Pascal, faça o exercício da gratidão

Diariamente o Senhor nos abençoe e enche nossa vida de graça e paz. Mas você tem o hábito de agradecer a Ele por tantos benefícios?

A Palavra de Deus nos convida à gratidão: “Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus” (1Tes 5,16-18).

Certamente, o autor bíblico nos deixou essa orientação porque teve a compreensão de que a gratidão tem um poder transformador em nossas vidas.

A gratidão alimenta a fé, a esperança e a caridade. E com isso nos tornamos ainda mais capazes de identificar as coisas boas que nos acontecem e assim agradecer a Deus por elas.

#5. Coloque os teus talentos a serviço da Igreja

Se o Senhor abençoou sua vida com um dom e você ainda não colocou este dom a serviço, está desperdiçando os seus talentos.

Mas ainda que você já esteja a serviço da Igreja em alguma pastoral ou movimento, já se perguntou quais talentos ocultos você tem?

Reflita sobre isso, peça a luz do Espírito Santo e procure usar os seus talentos a serviço do Reino de Deus. O Tempo Pascal é uma excelente oportunidade para isso.

Enfim, viva o Tempo Pascal com alegria!

 

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Quais são as celebrações do Tempo Pascal?

A primeira semana do Tempo Pascal tem um nome próprio, chama-se “Oitava da Páscoa”, iniciando no Domingo de Páscoa e ela se encerra no segundo domingo da Páscoa com a Festa Misericórdia. Neste dia, celebramos a graça de termos um Pai que é amoroso e misericordioso.

O Domingo da Festa da Misericórdia entrou para o calendário litúrgico da Igreja em 2000, quando o Papa João Paulo II canonizou Santa Faustina. Foi a ela que Jesus indicou que, no segundo domingo da Páscoa, deveria ser celebrada esta Festa.

Depois disso, no sétimo domingo da Páscoa, temos a Festa da Ascensão do Senhor. E quanto ao significado desta celebração, o Catecismo da Igreja nos ensina: “A ascensão de Cristo ao céu significa a sua participação, em sua humanidade, no poder e autoridade de Deus” (CIC 668).

Com a Ascensão, termina a missão terrena de Jesus e tem início a missão da Sua Igreja.

Logo em seguida, vivemos a celebração da Festa de Pentecostes, que é a coroação da Páscoa de Cristo.

Ela marca o momento da vinda do Espírito Santo sobre os discípulos e manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração, na vida e na missão dos discípulos.  Foi a partir de Pentecostes que os apóstolos começaram a espalhar a Palavra pelo mundo.

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Curiosidades sobre o Tempo Pascal

O Tempo Pascal começa na Vigília Pascal e tem a duração de 7 semanas, terminando, então, com o Domingo de Pentecostes, quando celebramos a graça da vinda do Espírito Santo. São 50 dias que vivemos como se fossem um só.

“Os cinquenta dias entre o Domingo da Ressurreição e o Domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, como se se tratasse de um só e único dia festivo, como um grande Domingo” (Normas Universais do Ano Litúrgico, nº 22).

Logo, o Tempo Pascal é a Páscoa da Igreja, Corpo de Cristo, que passa para a Vida Nova do Senhor e no Senhor. Aliás, a palavra “Páscoa” significa, precisamente, “passagem”, conforme o sentido literal do termo na tradição judaica.

E os judeus celebravam a páscoa como uma festa que recordava a libertação do povo hebreu das mãos dos egípcios, que passaram pelo mar vermelho em direção à Terra Prometida.

Mas a nossa páscoa, que se estende ao longo de todo o Tempo Pascal, é um período no qual vivemos o prolongamento da alegria singular da Ressurreição. Neste período já não jejuamos, porque a morte foi vencida, a vida venceu o pecado.

 

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Rezemos a Oração do Regina Coeli no Tempo Pascal

Durante o tempo pascal, a Igreja se une em alegria por meio da oração do Regina Coeli (pronuncia-se “Redgína Tchéli“, que quer dizer “Rainha do Céu”), junto à Mãe de Deus, pela Ressurreição de seu Filho Jesus Cristo, acontecimento que marca o maior mistério da fé católica.

A oração da antífona do Regina Coeli foi estabelecida pelo Papa Bento XIV em 1742 e substitui durante o tempo pascal, da celebração da ressurreição até o dia de Pentecostes, a oração do Ângelus cuja meditação central é o mistério da Encarnação.

Assim como o Ângelus, o Regina Coeli é rezado três vezes ao dia: ao amanhecer, ao meio dia e ao entardecer como uma forma de consagrar o dia a Deus e à Virgem Maria.

Não se conhece o autor desta composição litúrgica que remonta ao século XII e era repetido pelos Frades Menores Franciscanos depois das completas na primeira metade do século seguinte popularizando-a e difundindo-a por todo mundo cristão.

A oração:

V. Rainha do Céu, alegrai-vos, Aleluia!

R. Porque Aquele que merecestes trazer em Vosso ventre, Aleluia!

V. Ressuscitou como disse, Aleluia!

R. Rogai por nós a Deus, Aleluia!

V. Exultai e alegrai-vos, ó Virgem Maria, Aleluia!

R. Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente, Aleluia!

Oremos:

Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso, concedei-nos, Vos suplicamos, que por sua Mãe, a Virgem Maria, alcancemos as alegrias da vida eterna. Por Cristo, Senhor Nosso. Amém.

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio agora e sempre. Amém. (Três vezes).

 

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Como viver bem a liturgia da Semana Maior?

Por meio da Sagrada Liturgia, cada batizado é convidado a viver configurando-se à vida de Jesus Cristo. Para tanto, a Igreja ajuda-nos a percorrer esse caminho de assimilação da existência cristã propondo-nos a dinâmica do Ano Litúrgico, cujo ápice é o Tríduo Pascal, que celebra os mistérios centrais de nossa fé: o Senhor crucificado, sepultado e ressuscitado.

Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor

A Igreja “recorda a entrada do Cristo Senhor em Jerusalém para consumar seu mistério pascal”. Na procissão de ramos, experimentamos nossa condição de peregrinos, caminhantes para a eternidade. Participar dessa procissão nos predispõe a caminhar juntos, manifestando nossa alegria em sermos discípulos de Jesus. Na segunda parte da celebração – a Missa –, faz-se memória da Paixão de Cristo, de Seu ato de amor, Sua entrega para nossa salvação.

Quinta-feira da Ceia do Senhor

Comumente chamada de Missa do Lava-pés por ser um dos elementos dessa celebração – ainda que não seja o mais importante. Neste dia, a Igreja celebra “a instituição da Sagrada Eucaristia e da ordem sacerdotal, bem como o mandato do Senhor sobre a caridade fraterna” . É dia de agradecermos pelo dom da Eucaristia – presença real do Senhor que nos alimenta nas estradas da vida; pelo sacerdócio ministerial – recordando-nos de todos aqueles a quem o Senhor chamou para uma vocação específica de entrega e serviço; e de nos empenharmos à caridade concreta em favor dos mais fragilizados.

Sexta-feira da Paixão do Senhor

Neste dia, a Igreja celebra a Paixão e Morte de Cristo. A celebração é marcada pelo despojamento e silêncio. Após as leituras da Palavra de Deus, procede-se com a Adoração da Cruz – em que reconhecemos o infinito amor do Senhor pela humanidade, seguida da distribuição da sagrada Comunhão. A Igreja, esposa de Cristo, une-se ao seu Senhor, medita Suas dores, chora Sua morte. Este é um dia de jejum, de abstinência, de cultivar o silêncio e de refletir sobre nossa resposta de amor a Deus.

Sábado Santo

Durante este dia, “a Igreja permanece junto do sepulcro do Senhor, meditando na Sua Paixão e Morte, bem como a Sua descida à mansão dos mortos (1Pd 3,19), e esperando a Sua Ressurreição, em oração e jejum”5.

Domingo da Páscoa na Ressurreição do Senhor

A celebração do Domingo de Páscoa começa na noite de Sábado com a “Vigília Pascal na noite santa”. É antiquíssima a tradição dessa vigília, que remonta aos primeiros séculos, aguardando o dia da gloriosa Ressurreição do Senhor. Essa celebração é realizada em quatro partes: a primeira, com o lucernário e a proclamação da Páscoa. Na segunda parte, iluminada pela Páscoa de seu Senhor, “a santa Igreja medita as maravilhas que o Senhor Deus realizou desde o início para seu povo que confia em sua palavra e sua promessa”; na terceira, a Igreja celebra ou recorda a vida nova no Batismo. Por fim, na quarta parte da celebração, os cristãos são convidados “à mesa que o Senhor preparou para o seu povo: o memorial de sua morte e ressurreição, até que Ele venha”6. É dia de rejubilarmos pelas maravilhas que o Senhor realizou para nos salvar, pelo Batismo que recebemos e pelo convite que nos faz, ao banquete eucarístico.

Com a celebração do dia da Páscoa, a Igreja, resplandecente de alegria, proclama: Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos.

Conclusão

A Semana Santa é um convite profundo à vivência dos mistérios centrais da nossa fé. Ao longo desses dias, a Igreja nos oferece, por meio da Sagrada Liturgia, um caminho para refletir sobre o amor incondicional de Deus e nos desafia a viver de maneira mais plena o nosso compromisso com Ele e com o próximo. Que, ao participar desses momentos de graça, renovemos nossa fé, fortalecendo nossa esperança e vivendo de forma concreta o mandamento do amor-comunhão. Abençoada Semana Santa!

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Dom Moacir presidiu a Missa do Crisma na Catedral de Votuporanga

No dia 26 de março, a Catedral Nossa Senhora Aparecida acolheu a celebração da Missa do Crisma da Diocese de Votuporanga, presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas. A celebração reuniu sacerdotes, diáconos, religiosas, seminaristas e fiéis de diversas paróquias das quatro foranias diocesanas, evidenciando a unidade da Igreja particular em torno de seu pastor.

Na introdução, foi destacado que a Missa do Crisma torna visível o sacerdócio de Cristo, especialmente na vida dos ministros ordenados, além de fazer memória da instituição da Eucaristia. Nesse contexto, o Bispo, cercado pelo presbitério, conduziu a celebração como sinal de comunhão e serviço, recordando que o ministério sacerdotal é exercido em favor do povo de Deus.

Durante o rito da renovação das promessas sacerdotais, os presbíteros responderam ao chamado do Bispo, comprometendo-se novamente com a fidelidade ao ministério, à vivência da Eucaristia e ao anúncio do Evangelho. O momento também incluiu o convite à assembleia para rezar pelos sacerdotes e pelo próprio Bispo, fortalecendo a dimensão de corresponsabilidade na caminhada da Igreja.

A bênção dos santos óleos constituiu outro ponto central da celebração. O óleo dos enfermos, o óleo dos catecúmenos e o santo crisma foram apresentados como sinais da graça de Deus que fortalece, liberta e consagra. As orações mostram que, por meio desses óleos, a Igreja acompanha os fiéis nas diversas etapas da vida, desde a iniciação cristã até os momentos de enfermidade.

Na consagração do Crisma, Dom Moacir invocou o Espírito Santo para santificar o óleo, recordando a tradição da unção presente na história da salvação e sua plenitude em Cristo. O gesto do sopro sobre o óleo e a oração solene expressaram a ação do Espírito que transforma e envia os cristãos à missão.

Ao final da celebração Eucarística, os santos óleos foram entregues para as paróquias da Diocese, onde serão utilizados ao longo do ano nos sacramentos. A celebração evidenciou a comunhão entre o clero e o povo de Deus e destacou o envio missionário de toda a Igreja diocesana, chamada a viver e testemunhar a fé em suas comunidades.

Fonte: 

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Veja a Programação das Celebrações da Semana Santa na Catedral

A Semana Santa inicia-se neste domingo, 29 de março, com as celebrações do Domingo de Ramos e encerra-se no Domingo de Páscoa, 05 de abril, com as Missas da Ressurreição do Senhor. Ainda na Semana Santa a Igreja celebra a Missa da Ceia do Senhor na Quinta-feira Santa, Celebração da Cruz na Sexta-feira Santa e a Vigília Pascal no Sábado Santo. Neste ano, a Missa dos Santos Óleos Diocesana será celebrada na Quinta-feira Santa pela manhã também na Catedral.

 Veja abaixo os horários das celebrações na Catedral Nossa Senhora Aparecida:

Dia 29/03 – Domingo de Ramos e da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo - Coleta Nacional da Solidariedade:

07h30 - Santa Missa e Benção dos Ramos

10h00 - Santa Missa, Procissão e Bênçãos dos Ramos;

19h00 - Santa Missa

Tríduo Pascal

Dia 02 – Quinta-feira Santa:

 

19h00 – Missa da Ceia do Senhor e Lava-pés; Vigília Eucarística após a Missa.

Dia 03 – Sexta-feira Santa:

06h00 – Ofício das Leituras 

Das 07 às 09h00 – Oração Silenciosa

09h00 – Ofício das Leituras

Das 10h00 às 12h00 – Oração Silenciosa

12h00 – Ofício das Leituras 

Das 13h00 às 15h00 – Oração Silenciosa

15h00 – Celebração da Santa Cruz

19h00 – Procissão sainda da Igreja São Bento até a Concha Acustica onde será encenada Via Sacra 

Dia 04 – Sábado Santo:

19h00 – Missa Solene da Vigília Pascal: bênção da água e fogo novo (círio pascal). Renovação das promessas do batismo.

Celebração da Páscoa

Dia 05 – Domingo de Páscoa:

Missas solenes da ressurreição às 07h30; 10h00 e 19h00

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Inscrições abertas para as turmas de Catequese

Você que tem filhos, sobrinhos, netos ou vizinhos com idade acima de 07 anos e que não participam da catequese pode matriculá-los para as turmas de catequese deste ano. As inscrições estão abertas na secretaria paroquial e é necessário levar as certidões de nascimento e batismo. Estão abertas também as inscrições para a Catequese para Adolescentes, Jovens e Adultos.

Aqueles que ainda não receberam o sacramento do Batismo e já passaram da idade normal podem se inscrever também e farão a preparação para receberem os sacramentos.

A secretaria paroquial situa-se na rua São Paulo, 3577. tel : 3421-6245 e 98114-4841. Atendimento: 2ª a 6ª feira, das 8h às 17h30 e aos sábados das 8h às 11h.

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Catequese Batismal será dia 26 de abril

Estão abertas as inscrições para a Catequese Batismal para Pais e Padrinhos que será realizada no dia 26 de abril de 2026. O encontro tem início às 7h30 no Salão Paroquial e as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial. Mais informações pelo telefone: (17) 3421-6245 ou (17)98114-4841.

O Principal objetivo da Pastoral do Batismo é levar aos pais e padrinhos o conhecimento do que é o sacramento do Batismo e o compromisso que através dele se assume com Deus e com a comunidade. Demonstrar que este Sacramento não se resume apenas em cumprir um preceito: é necessário, portanto, vivenciar, testemunhar e ensinar filhos e afilhados a serem cristãos autênticos e fiéis seguidores de Jesus Cristo.

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Como posso me preparar para uma boa confissão?

A confissão é um sacramento de cura

Cada vez mais e mais pessoas têm buscado a cura da alma, fiéis têm também encurtado o tempo de uma confissão para outra, mas é preciso ficar atento, pois não basta confessar-se várias vezes, é preciso confessar-se bem. Mas como fazer isso?

Bom, confessar-se é dizer a verdade, relatar algo que foi feito; confessar significa assumir tal ato. No caso da confissão sacramental, significa dizer os pecados, os erros cometidos contra os mandamentos de Deus.

Quatro passos necessários para uma boa confissão

Podemos dizer que são necessários quatro passos. No primeiro, a pessoa deve colocar-se em oração, pedir a Deus a graça de uma sincera contrição; no segundo, fazer um bom exame de consciência ao rezar, lembrar como foi a caminhada da última confissão até o presente; depois, buscar o sacerdote e confessar. Por fim, após a confissão, cumprir a penitência.

Primeiro passo: é rezar, orar a Deus e pedir um coração arrependido do mal realizado, pois nem sempre este se arrepende; muitas vezes, a consciência está laxa, ou seja, até sabe que errou, mas não veio o arrependimento. A oração será esse pedido a Deus, para que se convença do mal e se arrependa.

Segundo passo: importante fazer um bom exame de consciência, ou seja, fazer um balanço desde a última confissão sobre os males cometidos. Nesse momento, vale dizer que pecado confessado é pecado perdoado. Se um pecado foi confessado e não mais cometido, não se confessa novamente. Outra dica interessante: se você tem dificuldades, medo ou vergonha de se confessar, faça o seguinte: anote seus pecados. Isso ajudará muito você e o sacerdote.

O terceiro passo: buscar um sacerdote católico, um padre ligado à Igreja Católica Apostólica Romana, pois ele recebeu o múnus, o serviço de celebrar este sacramento pela autoridade do bispo que o ordenou e do bispo local. É em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Igreja que o padre perdoa os pecados.

Não se preocupe: “O que o padre vai pensar de mim?” ou “O padre é pecador como eu!”. O padre não vai ficar pensado nisso. Imagine! Se assim fosse, não iria conseguir viver só pensando nos males do ser humano. Ele recebe a graça de acolher, ouvir, dar uma direção. Pela imposição das mãos dos apóstolos, pela graça da sucessão apostólica, os sacerdotes são colaboradores dos bispos, dos primeiros apóstolos que deram este poder para os outros apóstolos até chegar aos de hoje. Por que confessamos? Porque acreditamos no perdão e na autoridade de perdoar pecados concedida por Jesus Cristo aos apóstolos (Jo 20,22-23). O padre é pecador, mas é um escolhido; e independente de sua santidade, quando ele ministra e perdoa os pecados, a pessoa está perdoada.

O quarto passo: depois de confessar, o padre dá alguma orientação. Pode ser que ele peça para o fiel rezar o ato de contrição; depois, dá a penitência. Sobre o ato de contrição, existem fórmulas longas, outras curtas e também pode ser rezado espontaneamente. O padre, normalmente, dá alguma penitência para que o fiel repare o mal; pode ser uma oração, um gesto para que se retome à santidade perdida pelo pecado. E se o padre não deu penitência? Acalme-se! A confissão é válida. Faça uma oração e tenha atitudes de um cristão, ou seja, retome a vivência dos mandamentos, viva a vida perguntando-se como Jesus faria se estivesse no seu lugar.

Não banalize o sacramento da confissão

A confissão é uma bênção, por isso não a banalize, não a trate de qualquer forma. Examine a sua consciência, confesse-se e proponha-se a não mais pecar. Seja firme com você mesmo e tenha atenção às brechas que você deixa para o inimigo. Quando se deixa de rezar e vigiar, qualquer um se torna presa fácil.

Reze sua oração pessoal, vá à Missa, tenha devoções e reze o terço. Vigie. Esse ambiente é legal? Esse programa convém? Por fim, como foi dito acima, lembre-se de que não basta se confessar várias vezes, é preciso confessar-se e romper com o pecado. Com a graça de Deus, siga em frente e tenha a santidade como meta.

 

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Curiosidades sobre o Tempo da Quaresma

Reunimos algumas curiosidades sobre o Tempo da Quaresma:

O que é a Quaresma?

A Quaresma é um tempo litúrgico que prepara os Cristãos para a Páscoa do Senhor. Por 40 dias a Igreja pede que os fiéis façam penitência e cheguem à verdadeira conversão. Preparem-se assim para viver os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo na Semana Santa e a Páscoa do Senhor ressuscitado durante toda a vida. Portanto, chamamos Quaresma o período de quarenta dias reservado a preparação da Páscoa, e indicado como última preparação dos catecúmenos que deveriam receber nela o batismo.

Desde quando se vive a Quaresma?

Desde o século IV se manifesta a tendência para constituí-la no tempo de penitência e de renovação para toda a Igreja, com a prática do jejum e da abstinência. Conservada com bastante vigor, menos no princípio nas igrejas do oriente, a prática penitencial da Quaresma vem sido cada vez maior no ocidente, mas deve se observar um espírito penitencial e de conversão.

Qual é o espírito da Quaresma?

Deve ser como um retiro coletivo de quarenta dias, durante os quais a Igreja, propondo a seus fiéis o exemplo de Cristo em seu retiro no deserto, se prepara para a celebração das solenidades pascoais, com a purificação do coração, uma prática perfeita da vida cristã e uma atitude penitencial.

Quais práticas quaresmais?

A Oração é uma condição indispensável para o encontro com Deus. Na oração, o cristão entra em diálogo íntimo com o Senhor, deixa que a graça entre em seu coração e, como Maria, abre-se para a oração do Espírito cooperando com ela em sua resposta livre e generosa (ver Lc 1,38).

 

 

 

O Jejum é saber renunciar a certas coisas legítimas para viver o desapego e desprendimento. Consiste em fazer uma refeição forte por dia. O jejum não proíbe de tomar um pouco de alimento na parte da manhã e à noite. É obrigatório dos 18 aos 59 anos inclusive. Essa mortificação se realiza cotidianamente e sem a necessidade de fazer grandes sacrifícios. Com ela, são oferecidos a Cristo aqueles momentos que geram desânimo no transcorrer do dia e se aceita com humildade, gozo e alegria, todas as diversidades que chegam.

A caridade é necessária como refere São Leão Magno: “Se desejamos chegar à Páscoa santificados em nosso ser, devemos pôr um interesse especialíssimo na aquisição desta virtude, que contém em si as demais e cobre multidão de pecados”. Sobre a prática do doar, São João Paulo II explica que este chamado “está enraizado no mais profundo do coração humano: toda pessoa sente o desejo de colocar-se em contato com os outros e se realiza plenamente quando se dá livremente aos demais”. Mais do que uma esmola (dar do que sobra), é um compromisso (dar segundo a necessidade).

Somos obrigados a fazer Penitência?

“Todos os fiéis, cada um a seu modo, estão obrigados pela lei divina a fazer penitência. Não obstante, para que todos se unam em alguma prática comum de penitência, se fixaram uns dias de penitência para os fiéis que se dedicam de maneira especial a oração, realizam obras de piedade e de caridade e se negam a si mesmos, cumprindo com maior fidelidade suas próprias obrigações e, sobretudo, observando o jejum e a abstinência” (Código de Direito Canônico, c. 1249).

Quais são os dias e tempos penitenciais?

“Na Igreja católica, são dias e tempos penitenciais todas as Sextas-feiras do ano e o tempo de quaresma” (Código de Direito Canônico, c. 1250).

 

 

 

Que deve se fazer todas as sextas-feiras do ano?

Em lembrança do dia em que Jesus morreu na Santa Cruz, “todas as sextas-feiras, a não ser que coincidam com uma solenidade, deve se fazer a abstinência de carne, ou de outro alimento que seja determinado pela Conferência Episcopal; jejum e abstinência se guardarão na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa” (Código de Direito Canônico, c. 1251).

Que é abstinência?

Entre as diversidades do jejum está a abstinência que consiste em não comer carne. Embora proíba o consumo de carne, não é o caso de peixe, ovos, leite e qualquer condimento feito a partir de gorduras animais. O jejum é obrigatório a partir de 14 anos de idade. Com o jejum e a abstinência reconhecemos a necessidade de fazer obras de caridade para reparar o dano causado por nossos pecados e para o bem da Igreja. Além disso, de forma voluntária, deixam-se de lado necessidades terrenas e se redescobre a necessidade da vida do céu. “Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt 4,4).

Qual o período da Quaresma?

Começa na Quarta-feira de Cinzas e termina na Quinta-feira Santa. Na Quarta-feira de Cinzas começam os 40 dias de preparação para a Páscoa. Após a Missa, o sacerdote abençoa e impõe as cinzas feitas de ramos de oliveira abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. Estas são impostas fazendo o sinal da cruz na testa e dizendo as palavras bíblicas: “Lembra-te que és pó e ao pó retornarás” ou “Convertei-vos e crede no Evangelho”. Desta forma, a cinza é um sinal de humildade e recorda ao cristão sua origem e seu fim. A Quaresma termina no pôr-do-sol da Quinta-feira Santa. Nessa noite, a Igreja recorda a Última Ceia do Senhor, quando Jesus de Nazaré co.mpartilhou a refeição pela última vez com seus apóstolos antes de ser crucificado na Sexta-feira Santa

 

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Participe da Santa Missa e Procissão da Penitência nas sextas-feiras da Quaresma

Para melhor celebrar o Tempo Quaresmal, tempo dedicado à penitência, oração, caridade e em preparação para a Páscoa do Senhor, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida realizará em todas as sextas-feiras da Quaresma a Santa Missa com procissão penitencial. A celebração tem início às 5h30 na Catedral.

A pequena procissão realizada na praça durante o Ato Penitencial nos convida a refletir sobre o arrependimento e a conversão.

Venha participar conosco deste momento de reflexão e piedade que nos ajuda a reconhecer a nossa pequenez diante de Deus e nos motiva a ter uma vida cada vez fiel ao Reino do Pai.

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Catedral acolheu Encontro Anual dos Casais Responsáveis de Equipe das Equipes de Nossa Senhora

Aconteceu no último fim de semana, nos dias 24 e 25 de janeiro, na Catedral Nossa Senhora Aparecida, em Votuporanga, o EACRE – Encontro Anual dos Casais Responsáveis de Equipe das Equipes de Nossa Senhora. O encontro constituiu um tempo favorável de aprofundamento da espiritualidade e da mística próprias do movimento, oferecendo aos casais responsáveis a oportunidade de renovar a vocação matrimonial e o compromisso com o caminho de santidade vivido em equipe.

As atividades tiveram início na manhã de sábado, com a celebração eucarística presidida pelo Sacerdote Conselheiro Espiritual Região SP Norte I, Padre Ancelmo José Lio, em sua primeira Missa junto às Equipes de Nossa Senhora após assumir o novo serviço. Concelebraram, o Padre Carlos Rodrigues dos Santos, Sacerdote Conselheiro Espiritual dos setores A e B, de Votuporanga, e o Padre Mauro Ziati Pereira, Sacerdote Conselheiro Espiritual dos setores A e B, de José Bonifácio. A Eucaristia, centro e fonte da vida das ENS, marcou o início do encontro, colocando Cristo no coração de toda a vivência.

No domingo pela manhã, as atividades tiveram início com a Missa da comunidade, presidida pelo Pároco da Catedral e Sacerdote Conselheiro Espiritual, o Padre Gilmar Antônio Fernandes Margotto. A programação seguiu até o horário do almoço, com momentos de reflexão e partilha em grupos, formações, oração pessoal e comunitária, pôr em comum e testemunhos. Esses momentos expressaram de forma concreta a mística da vida em equipe, baseada na ajuda mútua, na corresponsabilidade e na caminhada conjunta dos casais.

As atividades aconteceram no Centro de Eventos da Catedral. Participaram do EACRE 112 casais das cidades de José Bonifácio, Catanduva e Votuporanga, além de sete Sacerdotes Conselheiros Espirituais e dois Acompanhantes Espirituais. Tudo e todos em harmonia, o que favoreceu para um clima de escuta, comunhão fraterna e unidade entre os participantes. 

Coordenando o encontro, juntamente com os casais responsáveis dos Setores A e B de Votuporanga, estiveram o casal, Marcela Fernandes Quinto Custódio e José Antônio Caun Custódio, Casal Responsável pela Região SP Norte I, que abrange Catanduva, José Bonifácio e Votuporanga, com equipes também em Ubarana, Lins e Promissão. O EACRE também contou com o prestígio e o apoio do Casal Responsável Provincial, Eliana Aparecida Serrano e Odelmo Ferrari Serrano da Província Sul II das ENS, que é composta pelas regiões norte e noroeste, todo o interior de São Paulo a partir de Piracicaba.  

O EACRE é sempre uma oportunidade privilegiada de vivência espiritual. Este encontro promoveu a renovação do compromisso dos casais responsáveis com o serviço ao movimento, reafirmando a missão das Equipes de Nossa Senhora de ajudar os casais a viverem plenamente a vocação cristã do matrimônio.

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Padres da Diocese e Dom Moacir vivenciam retiro no Seminário Santo Antônio

Entre os dias 26 e 30 de janeiro, os Padres da Diocese de Votuporanga, entre eles o Padre Gilmar Margotto, participaram do Retiro Anual dos Presbíteros, realizado no Seminário Santo Antônio, em São Pedro, com a presença e participação do Bispo Diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas. O encontro reuniu o clero diocesano em um tempo dedicado à oração, ao silêncio e à escuta da Palavra, favorecendo a renovação espiritual e o fortalecimento da missão sacerdotal.

Conduzido por Dom Eugênio Rixen, Bispo emérito de Goiás, o retiro proporcionou momentos de reflexão pessoal e comunitária, contribuindo para o aprofundamento da vida espiritual e para a renovação do compromisso com o serviço pastoral confiado a cada presbítero. A experiência também favoreceu a convivência fraterna e a comunhão entre os Padres, em unidade com o seu Pastor, fortalecendo os laços que sustentam a caminhada da Diocese.

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60 anos de atuação pastoral das Irmãs Franciscanas do Coração de Maria em Votuporanga.

Neste dia 06 de fevereiro, celebramos os 60 anos de atuação pastoral das Irmãs Franciscanas do Coração de Maria em Votuporanga.
Recebidas com muita solenidade pelo bispo diocesano, Dom Lafayette Libanio e pelo povo que lotou os arredores da Igreja Matriz, no dia 06 de fevereiro de 1966, chegaram a Votuporanga para iniciar os trabalhos pastorais as religiosas: Madre São José, Irmã Reginalda, Irmã Afonsina e a adjunta Ana de Freitas. Atualmente residem na Fraternidade de Votuporanga as religiosas Magali Gavazzoni, Lucimar Moreira e Claudenice Sabadin.
Louvamos a Deus pela vida, vocação e missão das religiosas que nestes 60 anos foram sinal da presença terna do Coração de Maria na vida dos votuporanguenses.

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Mutirão de Confissões na Catedral será dia 03/03

Como de costume, em preparação para a Páscoa do Senhor, as Paróquias da Forania São João realizarão o Mutirão de Confissões. Em nossa comunidade, os padres atenderão os fiéis no dia 03/03 (terça-feira) às 19h.

Confissão

Confissão ou Penitência é o Sacramento instituído por Jesus, para que os cristãos possam ser perdoados de seus pecados e receberem a graça santificante.

"Depois dessas palavras (Jesus) soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem vocês perdoarem os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 20, 22-23).

Também é chamado de sacramento da Reconciliação. O Padre, mesmo sendo um homem sujeito às fraquezas como outros homens, está ali em nome de Deus e da Igreja para absolver os pecados. Ele é o ministro do perdão, isto é, o intermediário ou instrumento do perdão de Deus, como os pais são instrumentos de Deus para transmitir a vida a seus filhos; e como o médico é um instrumento para restituir a saúde física, etc.

O católico deve confessar-se no mínimo uma vez por ano, ao menos a fim de se preparar para a Páscoa. A penitência proposta no fim da confissão não é um castigo; mas antes uma expressão de alegria pelo perdão celebrado.

Calendário de Confissões

Dia 03/03 Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga

Dia 05/03 – Paróquia S. Francisco e S. Clara de Votuporanga e N. Sra. Aparecida de Parisi

Dia 06/03 – Paróquia Santa Joana de Votuporanga

Dia 10/03 – Paróquia São Sebastião de Valentim Gentil

Dia 12/03 – Paróquia Santa Luzia de Votuporanga

Dia 13/03 – Paróquia São Benedito e Nossa Senhora de Fátima de Votuporanga

Dia 17/03 – Paróquia São Cristóvão de Votuporanga

Dia 20/03 – Quase Paróquia Santo Antônio e Santo Expedito de Votuporanga

Dia 24/03 – Paróquia São Bento de Votuporanga

Dia 25/03 – Paróquia Senhor Bom Jesus de Votuporanga

Dia 27/03 – Paróquia São Sebastião de Cardoso

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Adoração Eucarística - 1ª Sexta-feira do mês

Como de costume em toda 1ª sexta-feira do mês, no dia 06 de fevereiro, será realizada a Adoração ao Santíssimo Sacramento às 18h na Catedral. 

Participe conosco!

"Eu sou o pão que vem do céu, quem crê em mim, irá viver!"

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Participe das Celebrações da Quarta-feira de Cinzas na Catedral de Votuporanga

A Quarta-Feira de Cinzas, 18/02, na Catedral de Votuporanga será celebrada com a Santa Missa em três horários para que os fieis possam participar solenemente do início da Quaresma: 9h, 15h e 19h. A Santa Missa das 9h será presidida por Dom Moacir Aparecido de Freitas, bispo diocesano, e concelebrada pelos padres da diocese e marcará também a abertura da Campanha da Fraternidade 2026, que este ano tem como tema : “Fraternidade e Moradia" e o lema "Ele veio morar entre nós (Jo 1,14)"

A Celebração da Imposição das Cinzas tem um grande significado para os cristãos, pois marca o inicio da Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa do Senhor; período, este, que deve ser marcado por oração, esmola, perdão, reconciliação, penitência, caridade e conversão..

As cinzas são utilizadas liturgicamente desde o antigo testamento, como pode ser observado em algumas passagens bíblicas, que narram ocasiões em que cristãos jogavam cinzas na cabeça para demonstrar luto, penitência ou dor que estavam vivenciando.

Apenas no século VI, a Quarta-Feira de Cinzas passou a marcar o início da Quaresma. Antes disso, no século anterior, por volta do ano 461, no Pontificado do Papa Leão Magno, a Quaresma iniciava no sexto domingo antes da Páscoa do Senhor. Naquela época, os quarenta dias de preparação para a Páscoa não contemplavam os quarenta dias de jejum, uma vez que os domingos estavam incluídos na contagem, mas não se jejuava neste dia. Por isso, fez-se necessário adiantar o início da Quaresma para que fossem completados os quarenta dias de jejum.

Quanto à imposição das cinzas, esta passou a ser obrigatória no século X. De acordo com o Missal Romano, ao longo da Missa de Quarta-feira de Cinzas, mais precisamente após a homilia, o celebrante abençoa as cinzas, que provêm da queima dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior, aspergindo água benta sobre elas. Com as cinzas úmidas, o padre, então, marca a testa ou a cabeça de cada fiel, pronunciando uma dessas frases: “Lembra-te que és pó e que ao pó voltarás” ou “Convertei-vos e crede no Evangelho”.

Esse gesto traz a reflexão sobre a origem e o fim de cada um de nós e também mostra a importância e a urgência de nossa conversão, de renascermos das cinzas, de deixarmos para traz todo o pecado, pois não sabemos quando iremos partir dessa vida. Por essa razão, devemos nos preparar, dia a dia, para a nossa vida definitiva, que está na eternidade com Deus.

Qualquer pessoa pode receber as cinzas, segundo o Catecismo (1670 ss.), mas para isso, a Igreja aconselha jejum e abstinência neste dia, assim como também na Sexta-feira Santa, para as pessoas maiores de 18 e menores de 60 anos.

Venha em busca da sua conversão! Participe desta Celebração conosco! Sua presença é indispensável!

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Campanha da Fraternidade refletirá sobre a garantia do direito à moradia para todas as pessoas

Com o objetivo principal de “promover, a partir da Boa Nova do Reino de Deus e em espírito de conversão quaresmal, a moradia digna como prioridade e direito, junto aos demais bens e serviços essenciais a toda a população”, a Campanha da Fraternidade 2026 busca endereçar um dos maiores e mais complexos desafios atuais da sociedade brasileira: a garantia do direito à moradia para todas as pessoas, sem distinção, exclusão ou discriminação. A Campanha da Fraternidade de 2026 tem como tema “Fraternidade e Moradia" e o lema "Ele veio morar entre nós (Jo 1,14)"

De acordo com o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 16.390.815 pessoas – 8,1% da população brasileira – viviam em 12.348 favelas e comunidades urbanas. Se comparado com o Censo de 2010, trata-se de um aumento de quase cinco milhões de pessoas residentes nesses espaços, que também praticamente dobraram em quantidade nesse período. 

Diante desse cenário, Padre Jean Poul,  assessor do Setor de Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reforça o compromisso da CF em sempre trazer para o centro de debate temas urgentes que, muitas vezes, são esquecidos ou pouco abordados na sociedade, como é o caso da moradia. 

“Nós convivemos com a população em situação de rua, com um número sem fim de favelas, cortiços e assentamentos, mas achamos que está tudo bem e que todo mundo tem vida digna e não tem. A moradia é um direito humano fundamental, não é um adereço para a nossa vida. Além de estar garantida nos direitos humanos da ONU [Organização das Nações Unidas] e na nossa Constituição Federal, a moradia é um direito divino. E existem muitas expressões do magistério da igreja que reforçam que é uma necessidade humana, uma exigência para a realização integral do ser humano e até mesmo para a vigência da sua dimensão religiosa.” 

 

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Catedral celebrou o Natal do Senhor com a Santa Missa nos dias 24 e 25/12

A Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga celebrou o Natal do Senhor com a celebração da Santa Missa nos dias 24 e 25/12. Na véspera de Natal, o Padre Gilmar presidiu a Santa Missa do Natal do Senhor às 19h na Catedral que ficou lotada de fieis. Já no dia de Natal, foram celebradas Missas às 9h e às 19h. A Santa Missa das 9h foi presidida pelo bispo diocesano Dom Moacir Aparecido de Freitas e concelebrada pelo Padre Gilmar Margotto. Já a celebração das 19h, foi presidida pelo Padre Luis Marton.

Além do Natal do Senhor, no dia 25/12 a comunidade celebrou os 82 anos da instalação da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, criada por Dom Lafayette Libanio em 22 de dezembro de 1943 e instalada 3 dias depois.

Antes e depois das celebrações, os fieis puderam  fazer suas orações pessoais  junto ao belo presépio que foi montado no interior da Igreja.

Montado anualmente por um grupo de paroquianos, ele apresenta a cena do nascimento de Jesus em uma região montanhosa, pela qual os magos caminham para a chegar até a gruta do nascimento do filho de Deus. O presépio está todo iluminado e possui também um pequeno lago.

Significado do presépio de Natal

O presépio é uma montagem com peças, que faz referência ao momento do nascimento de Jesus Cristo. Com o menino Jesus na manjedoura ao centro, o presépio apresenta o local e os personagens bíblicos que estavam presentes neste importante momento cristão.

Origem do presépio de Natal De acordo com fontes históricas, o primeiro presépio foi montado por São Francisco de Assis no Natal de 1223. O frade católico, montou o presépio em argila na floresta de Greccio (comuna italiana da região do Lácio). Sua ideia era montar o presépio para explicar as pessoas mais simples o significado e como foi o nascimento de Jesus Cristo.

No século XVIII, a tradição de montar o presépio, dentro das casas das famílias, se popularizou pela Europa e, logo em seguida, por outras regiões do mundo.

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Párocos dos 82 anos da Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Catedral)

Nestes 81 anos, nossa comunidade teve 19 párocos, entre eles freis franciscanos, freis capuchinhos, padres assuncionistas e padres diocesanos.

Frei Francisco Xavier foi o 1º pároco logo após a criação da paróquia e desde 2011, o Padre Gilmar Margotto está a frente de nossa comunidade. Apesar de ter atuado por quase 13 anos em nossa comunidade, Frei Arnaldo não foi pároco, mas sim vigário cooperador, auxiliando os párocos desse período.

Padre Edemur Alves foi o padre que conduziu nossa paróquia por mais tempo (20 anos).

Veja abaixo a lista dos párocos:

Frei Francisco Xavier (1943 – 1945)

Frei Elias Hüppe (1945)

Frei Meinrado Vogel (1945 – 1946)

Padre Arthur Horsthuis (1946)

Padre João Schulterwalter (1947 – 1953)

Frei Gregório de Protásio Alves (1953 – 1956)

Frei Ambrósio de Bebedouro (1956 – 1959)

Frei Eusébio de Penápolis (1959 -1960)

Frei Benjamin Maria de Piracicaba (1960 – 1964)

Frei Anselmo de Taubaté (1964 – 1966)

Frei Sérgio Maria de Capivari (1966 – 1969)

Frei Cirilo Bergamasco ( 1969-1972; 1981)

Frei Ismael Martignago (1972- 1975)

Frei Tarcísio Paulino Leite (1975 – 1978)

Frei Agostinho Thomazzela (1981 – 1983)

Padre Nino Carta (1983 – 1991)

Padre Edemur José Alves (1991 – 2011)

Padre Gilmar Margotto (2011)

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