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Inscrições abertas para o Curso de Batismo

Estão abertas as inscrições para o próximo Curso de Batismo para Pais e Padrinhos que será realizado no dia 28 de janeiro. O Curso tem início às 7h30 no Salão Paroquial e as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial. Maiores informações pelo telefone: 3421-6245. 

O Principal objetivo da Pastoral do Batismo é levar aos pais e padrinhos o conhecimento do que é o sacramento do Batismo e o compromisso que através dele se assume com Deus e com a comunidade. Demonstrar que este Sacramento não se resume apenas em cumprir um preceito: é necessário, portanto, vivenciar, testemunhar e ensinar filhos e afilhados a serem cristãos autênticos e fiéis seguidores de Jesus Cristo. 

A Pastoral do Batismo de nossa paróquia é coordenada pelo casal Élcio e Cida Rodolfo. Os Batizados são realizados no 1º domingo de cada mês durante a Santa Missa das 10h na Catedral e o Curso de Batismo é realizado no último domingo de cada mês, a cada dois meses.

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Inscrições abertas para a Pastoral de Coroinhas e Acólitos

Estão abertas as inscrições para os novos membros da Pastoral dos Coroinhas e Acólitos para as crianças e pré-adolescentes de ambos os sexos acima de 9 anos. As inscrições podem ser feitas na secretaria paroquial , maiores informações pelo telefone: 3421-6245. Desde março de 2014, as crianças e pré-adolescentes tem auxiliado no serviço do altar como coroinhas. 

As formações para os coroinhas e acólitos serão realizadas quinzenalmente aos sábados às 9h para Coroinhas e às 10h para os Acólitos no Salão Paroquial e serão ministradas pelos paroquianos Maria Odete e Vitor. 

Durante muitos anos, existiram as turmas de coroinhas na paróquia, despertando vocações sacerdotais e religiosas e ao serviço da comunidade. Com a chegada do seminarista Murilo a nossa paróquia e com o auxílio da paroquiana Maria Odete, o grupo de coroinhas voltou a existir em 2014. 

Ser coroinha e acólito é algo muito importante, pois se presta um serviço à Igreja, ao sacerdote e, principalmente, a Deus. O coroinha ou acólito ajudam o padre a celebrar a missa e outras cerimônias da igreja, em toda a sua liturgia. 

As tarefas de um coroinha e acólito podem ir desde a correta preparação do altar, ao correto manuseamento do missal romano, todo o trabalho a realizar na credencia, recepção das oferendas, etc. e também - em celebrações mais solenes " o manuseamento do turíbulo, o transporte da Cruz, das velas e do Evangelho ou todas as demais tarefas que "aparecem ocasionalmente devido o tempo Litúrgico que se vive. 

Responsabilidade dos Coroinhas e Acólitos

1.- Participar das reuniões; missas e demais compromissos assumidos. 

2.- Seja pontual. Chegue a tempo para as reuniões e celebrações. 

3.- Seja organizado. Esteja sempre limpo, cabelo penteado e presos, caleados e roupas bem arrumados. 

4.- Seja cuidadoso com as coisas da igreja e do altar. 

5.- Trate dos paramentos e objetos litúrgicos com respeito como objetos destinados ao culto divino. 

6.- Seja humilde e preste atenção ao que lhe for ensinado. 

7.- Durante os atos litúrgicos evite conversas, risos ou brincadeiras (durante as celebrações evitar circulações no presbitério). 

8.- Cultive o gosto pela oração e leia um trecho da Bíblia cada dia. 

9.- Dedique-se ao estudo da liturgia, a fim de celebrar cada vez melhor. 

10.- Observe o silêncio na igreja e na sacristia. E mantenha a concentração, principalmente antes de começar o ato litúrgico.

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Inscrições abertas paras turmas de Catequese

Você que tem filhos, sobrinhos, netos ou vizinhos com idade acima de 07 anos e que ainda não participam da catequese pode matriculá-los para as turmas de catequese deste ano. As inscrições estão abertas na secretaria paroquial e é necessário levar apenas as certidões de nascimento e batismo. Também estão abertas as inscrições para a Catequese para Adultos.

Aqueles que ainda não receberam o sacramento do Batismo e já passaram da idade normal podem se inscrever também e farão a preparação para receberem os sacramentos.

A secretaria paroquial situa-se na rua São Paulo, Rua São Paulo, 3577. tel : 3421-6245.

Atendimento: 2ª a 6ª feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30. Sábados das 8h às 11h

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Papa destaca direitos humanos em audiência com embaixadores

O Papa Francisco reuniu-se na segunda-feira, 8, com o corpo diplomático junto à Santa Sé para os tradicionais votos de início de ano. O  discurso aos embaixadores teve como fio condutor a defesa dos direitos humanos, a partir dos quais Francisco abordou alguns dramas mundiais e enfatizou a necessidade de diálogo e de paz.

A Declaração Universal dos Direitos do Homem foi o documento ao qual o Papa quis dedicar o encontro com os embaixadores. “Para a Santa Sé, falar de direitos humanos significa, antes de mais nada, repropor a centralidade da dignidade da pessoa, enquanto querida e criada por Deus à sua imagem e semelhança”, pontuou.

Francisco constata que, após 70 anos do documento – que se completam agora em 2018 – , muitos direitos fundamentais ainda são violados, primeiramente o direito à vida, à liberdade e à inviolabilidade de cada pessoa humana. Ele ressalta que esses direitos não são lesados apenas pela guerra ou violência, mas por formas mais sutis, como o descarte de crianças antes mesmo de nascer; ou dos idosos, considerados um peso; a violência contra a mulher, mesmo dentro da própria família, e o tráfico de pessoas. “Defender o direito à vida implica também trabalhar ativamente pela paz, reconhecida universalmente como um dos valores mais altos que se deve procurar e defender”, disse.

Apesar da necessidade do trabalho pela paz, o Santo Padre destacou que muitos conflitos continuam ocorrendo em vários lugares e os esforços em prol da paz parecem menos eficazes diante da lógica da guerra. Mas esse panorama não pode diminuir nem o desejo nem o compromisso em prol da paz, destaca o Pontífice, que voltou a denunciar no discurso a proliferação de armas. “A proliferação de armas agrava claramente as situações de conflito e implica enormes custos humanos e materiais, deteriorando assim o desenvolvimento e a busca duma paz duradoura”.

Realidades atuais

No discurso, o Papa lembra que a Santa Sé reitera a defesa de negociações, não de armas, para dirimir as controvérsias entre os povos. E nesse ponto do discurso, ele mencionou algumas realidades atuais.

“Nesta perspetiva, é de suma importância que se sustente toda a tentativa de diálogo na península coreana, a fim de se encontrar novos caminhos para superar as contraposições atuais, aumentar a confiança mútua e garantir um futuro de paz ao povo coreano e ao mundo inteiro”.

Francisco também fala da necessidade de continuar com as iniciativas de paz na Síria, a fim de encerrar o conflito que já perdura há anos e causou tanto sofrimento. Da mesma forma, ressalta a necessidade de diálogo no Iraque, bem como no Iêmen e Afeganistão. Ele faz uma menção particular às tensões recentes entre Israel e Palestina.

“A Santa Sé, ao exprimir o seu pesar por quantos perderam a vida nos recentes confrontos, renova o seu premente apelo a ponderar bem cada iniciativa para que se evite de exacerbar as contraposições e convida a um esforço comum por respeitar, em conformidade com as pertinentes Resoluções das Nações Unidas, o status quo de Jerusalém, cidade santa para cristãos, judeus e muçulmanos. Setenta anos de confrontos tornam extremamente urgente encontrar uma solução política que consinta a presença na região de dois Estados independentes dentro de fronteiras internacionalmente reconhecidas”.

Francisco ressalta ainda a crise política e humanitária na Venezuela e os conflitos em muitas partes da África, especialmente no Sudão do Sul, República Democrática do Congo, Somália, Nigéria e República Centro-Africana. Nesses lugares, o terrorismo, a proliferação de grupos armados e a exploração indiscriminada dos recursos ameaçam o direito à vida, explicou. E não passou despercebida a crise na Ucrânia. “O ano, que findou, ceifou novas vítimas no conflito que atormenta o país, continuando a infligir grandes sofrimentos à população, particularmente às famílias que moram nas áreas afetadas pela guerra e que perderam os seus entes queridos, não raro idosos e crianças”.

Defesa da família

O Pontífice quis dedicar uma parte de sua reflexão à família, ressaltando que, sobretudo no Ocidente, ela é considerada uma instituição superada. O Papa afirma que é urgente adotar políticas efetivas em apoio da família, considerando também que dela depende o futuro e o desenvolvimento dos Estados.

“Sem ela, de fato, não se podem construir sociedades capazes de enfrentar os desafios do futuro. E a falta de interesse pela família traz consigo outra consequência dramática – particularmente atual nalgumas regiões – que é a queda da natalidade. Vive-se um verdadeiro inverno demográfico! Isto é sinal de sociedades que sentem dificuldade em enfrentar os desafios do presente, tornando-se, por conseguinte, cada vez mais temerosas do futuro e acabando por se fechar em si mesmas”.

Migrações

Ao tocar no tema das migrações, o Papa lembra que a liberdade de movimento pertence aos direitos humanos fundamentais. Ele recorda o tema de sua mensagem para o Dia Mundial da Paz 2018, celebrado no último dia 1º: “Migrantes e refugiados: homens e mulheres em busca de paz” para destacar uma vez mais a necessidade de acolhimento a essas pessoas.

O Santo Padre manifestou seu agradecimento ao empenho de tantos países na Ásia, na África e nas Américas, à Itália e outros Estados europeus, particularmente a Grécia e a Alemanha, em acolher migrantes e refugiados. “Não devemos esquecer que numerosos refugiados e migrantes procuram alcançar a Europa, porque sabem que nela podem encontrar paz e segurança, fruto aliás dum longo caminho que nasceu dos ideais dos Pais fundadores do projeto europeu depois da II Guerra Mundial”.

Outros direitos humanos e o cuidado da terra

Francisco também menciona na mensagem o direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião, bem como a importância do direito ao trabalho. “Não há paz nem desenvolvimento, se o homem está privado da possibilidade de contribuir pessoalmente, através da sua atividade, para a edificação do bem comum”.

O Santo Padre observa que, em muitas partes do mundo, o trabalho ainda é escasso, com poucas oportunidades, em especial para os jovens. Além disso, há a problemática da perda do emprego, seja em virtude dos ciclos econômicos seja pelo avanço da tecnologia que traz cada vez mais novos maquinários que substituem o homem.

Concluindo o discurso, Francisco falou sobre a necessidade de cuidar da terra, enfrentando com esforço conjunto a responsabilidade de deixar às gerações futuras uma terra mais bela e habitável.

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"Procurar, encontrar e seguir Jesus, este é o caminho”, afirma Papa

Às vésperas de sua viagem apostólica ao Chile e Peru, Papa Francisco retomou o Evangelho (Jn 1: 35-42) no Ângelus deste domingo, 14, e reforçou o convite feito por João Batista aos seus discípulos, o de seguir Jesus. “Após o contemplarmos no mistério do Natal, somos chamados para segui-lo na vida cotidiana (…). Procurar, encontrar e seguir Jesus, este é o caminho”, afirmou.

Segundo Francisco este domingo de introdução ao tempo litúrgico comum serve para animar a fé dos cristãos na vida cotidiana, e indica características essenciais do itinerário da fé, como questionar-se: O que procuro? Pergunta feita por Jesus aos discípulos de João Batista e a Maria Madalena na manhã de Páscoa. Felicidade, amor, uma vida boa e plena são buscas do ser humano que podem ser encontradas, de acordo com Francisco, em Jesus.

João Batista é testemunha de pessoa que fez a jornada e conheceu o Senhor, ação que fez, segundo o Papa, com que Batista dirigisse seus discípulos ao encontro de Jesus, a uma nova experiência. “Esses dois não poderão mais esquecer a beleza desse encontro (…). Apenas um encontro pessoal com Jesus gera uma jornada de fé e discipulado”, lembrou o Papa. “Poderíamos ter muitas experiências, realizar muitas coisas, estabelecer relacionamentos com muitas pessoas, mas apenas Jesus (…) pode dar pleno significado às nossas vidas e tornar nossos projetos e iniciativas frutíferas”.

O Santo Padre prosseguiu afirmando que não basta construir uma imagem de Deus com base em rumores, deve-se buscar Deus e ir aonde ele habita. “O pedido dos dois discípulos a Jesus: ‘Onde você mora?’ (Versículo 38), tem um forte sentido espiritual: expressa o desejo de saber onde o Mestre vive, estar com Ele. A vida de fé consiste no desejo de ser com o Senhor e, portanto, buscar o lugar onde ele mora. Isso significa que somos chamados a superar uma religiosidade habitual e óbvia, revivendo o encontro com Jesus na oração, na meditação sobre a Palavra de Deus e no atendimento aos sacramentos, para estar com ele e dar frutos graças a Ele, à Sua ajuda, a Sua graça” suscitou.

“Que a Virgem Maria nos apoie a este respeito para seguir Jesus, ir e ficar onde ele mora, ouvir sua Palavra de vida, aderir a ele que tira o pecado do mundo, para encontrar esperança e impulso espiritual nele”, pediu o Papa ao encerrar o Ângelus deste domingo, 14.

Após o Angelus

Ao concluir a oração Mariana do Ângelus, Francisco lembrou aos fiéis que neste domingo, 14, é comemorado o Dia Mundial dos Migrantes e Refugiados e comentou sobre a celebração que presidiu nesta manhã, que contou com a participação de um bom grupo de migrantes e refugiados residentes na diocese de Roma.

“Na minha mensagem para este dia, eu enfatizei que a migração hoje é um sinal dos tempos. Todo estranho que bate à nossa porta é uma oportunidade de conhecer Jesus Cristo, que se identifica com o estrangeiro que foi aceito ou rejeitado em todas as épocas. (…) Gostaria de reafirmar que a nossa resposta comum poderia ser articulada em torno de quatro verbos baseados nos princípios da doutrina da Igreja: acolhimento, proteção, promoção e integração”, suscitou o Santo Padre.

Viagem Apostólica e saudação

O Papa pediu orações aos fiéis concentrados na Praça São Pedro por sua jornada apostólica ao Chile e Peru que começará nesta segunda-feira, 15. O pontífice aproveitou a oportunidade para saudar todos os peregrinos e também à comunidade latino-americana de Santa Lúcia em Roma, que celebra 25 anos de fundação

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Migrantes e refugiados: "Proteger, promover e integrar, pede Papa

No Dia Mundial dos Migrantes e Refugiados, Papa Francisco celebrou na Basílica do Vaticano uma missa em intenção a todos os migrantes, refugiados e requerentes de asilo. “Ele [Deus] nos pede para honrar o fato de que fomos criados como seres únicos e irrepetíveis, todos diferentes uns dos outros e com um papel singular na história do mundo”, relembrou o Santo Padre ao iniciar a homilia deste domingo, 14.

“No evangelho deste domingo – (cf. Jn 1: 35-42) – os dois discípulos de João perguntam a Jesus: ‘Onde moras?’ (V.38), sugerindo que seu julgamento sobre o Mestre de Nazaré depende da resposta a esta questão. A resposta de Jesus é clara: ‘Venha ver!’ (V. 39), e aberto a uma reunião pessoal, que contempla um momento adequado para receber, conhecer e reconhecer o outro”, suscitou Francisco.

Segundo o pontífice, o convite de Jesus aos discípulos de João por meio da frase “Venha e veja!”, é dirigido a todos, e é um convite para superar o medo para se encontrar com o outro, para recebê-lo, conhecê-lo e reconhecê-lo. “Na mensagem do dia de hoje, escrevi: ‘Todo estranho que bate à nossa porta é uma oportunidade para conhecer Jesus Cristo, que se identifica com o estrangeiro que foi aceito ou rejeitado em todas as épocas (Mt 25, 35.43)’. E para o estranho, o migrante, o refugiado e o requerente de asilo todas as portas da nova terra também são uma oportunidade para conhecer Jesus”, afirmou.

O convite do evangelho é de acordo com o Papa uma oportunidade de estar perto do outro para ver onde e como ele mora. Francisco lembrou que atualmente o chamado para acolher, conhecer e reconhecer significa conhecer e respeitar as leis, a cultura e as tradições dos países dos migrantes e refugiados. Isso, segundo o pontífice, também significa entender os medos e apreensões para o futuro. “Para as comunidades locais, acolher, conhecer e reconhecer significa abrir-se à riqueza da diversidade sem preconceitos, entendendo os potenciais e as esperanças dos recém-chegados, bem como a sua vulnerabilidade e os seus medos”.

De acordo com o Papa, o verdadeiro encontro com o outro não pára na recepção, mas envolve outras três ações: proteger, promover e integrar. “No verdadeiro encontro com os outros, seremos capazes de reconhecer Jesus Cristo que pede para ser recebido, protegido, promovido e integrado? O encontro com Cristo é a fonte da salvação, uma salvação que deve ser anunciada e trazida a todos”, afirmou o Santo Padre.

A experiência do encontro, segundo Francisco, não é fácil, pois exige o convívio com o diferente, e a compreensão de pensamentos e experiências, o que pode gerar uma realidade de desistência, uma barreira, uma defesa. Segundo o Papa, o medo das comunidades em recepcionar os recém-chegados e dos mesmos quanto aos julgamentos, discriminação e fracassos que estão suscetíveis, é compreensível.

“Ter dúvidas e medos não é pecado. O pecado é deixar esses medos determinarem nossas respostas, condicionar nossas escolhas, comprometer o respeito e a generosidade, alimentar o ódio e a rejeição. O pecado é renunciar ao encontro com o outro, o encontro com os diferentes, o encontro com os outros, que de fato é uma oportunidade privilegiada para conhecer o Senhor”, apontou o pontífice.

Ao final de sua homilia, o Papa alertou que ao encontrar os pobres, rejeitados, refugiados, requerentes de asilo, encontra-se Jesus, e apontou que a relação das comunidades internacionais com os que se encontram em situação de refúgio deve ser ser de oração recíproca. “Os migrantes e os refugiados devem rezar pelas comunidades locais e as comunidades locais rezarem pelos novos recém-chegados e pelos migrantes mais duradouros”.

Francisco concluiu confiando a realidade e esperanças de todos os migrantes e refugiados do mundo e as aspirações das comunidades que os recebem à intercessão materna de Maria Santíssima. “Que todos aprendamos a amar uns aos outros, o estrangeiro, como nos amamos a nós mesmos”, rogou.

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Participe da Celebração da Partilha no próximo dia 11/01

No próximo dia 11 de janeiro, 2ª quinta-feira do mês, teremos a Celebração da Partilha nos 14 setores de nossa paróquia às 20h A Celebração da Partilha ocorre sempre na 2ª quinta-feira do mês nos setores. 

Caso você não possa participar da Celebração, você pode devolver o Dízimo na Secretaria Paroquial, localizada na Rua São Paulo, 3577, ou na Igreja antes ou depois da Santa Missa. 

Dízimo é o ato de gratidão a Deus, do qual recebemos tudo o que temos. É devolução a Ele de um pouco do que dele recebemos, por meio da Igreja, para que seu Reino aconteça entre nós. É manifestação de nosso amor a Deus e aos irmãos. É partilha dos bens que estão a nosso dispor, especialmente com os mais necessitados. 

O oferecimento do Dízimo nasce do coração de cada cristão participante em sua comunidade. O cristão esclarecido, em espírito de oração, fará a Deus a sua promessa, o seu voto de ofertar o Dízimo. É um ato de Amor a Deus e aos irmãos. Dízimo é uma questão de generosidade. Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama quem dá com alegria(2 Cor. 9,7). 

O dizimista deve sentir-se livre perante Deus ao fixar o percentual de sua contribuição. Não deve se preocupar com o que sai do seu bolso (se muito ou pouco dinheiro), mas com o que sai de seu coração (se pouco ou muito amor a Deus e à Comunidade).

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Conheça um pouco mais sobre a Casa Abrigo e saiba como ajudar a entidade

A Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús (Casa Abrigo) é uma Associação Civil Filantrópica que tem como objetivo atender pessoas em migração e situação de com dependência indevida do uso de bebida alcoólica.

A entidade  foi fundada em 22 de abril de 1997, por membros da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga, liderados pelo Padre Edemur José Alves (In-memória), com sede própria neste município.

A Casa Abrigo é uma obra social da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, que designa uma porcentagem do Dízimo paroquial, além da participação de muitos paroquianos que partilham espiritualidade junto aos usuários da entidade por meio de orações, encontros, reuniões, bem como a assistência do Diretor Espiritual Padre Gilmar Margotto, além do incentivo e veemência no desenvolvimento das atividades da Casa Abrigo, assim como conta com a ajuda de fieis através de doações e trabalhos voluntários.

A entidade dispõe de 40 leitos assim distribuídos: 30 vagas para acolhimento a homens por tempo indeterminado com sistema de abrigamento e 10 vagas como Casa de passagem, sendo 07 vagas disponíveis ao público migratório para pernoite e 03 vagas à mulheres por curta temporada.

Aqueles que permanecem na Casa Abrigo prestam atividades laborterápicas em horticultura, participação de suma importância destes usuários, visto que é a forma direta de contribuir com a manutenção da Entidade por meio de comercialização, além do consumo próprio. Eles também contribuem com tarefas auxiliares em jardinagem, limpeza e cozinha.

Como fonte de renda, a Casa Abrigo conta com parte do Dízimo Paroquial, doações de sócios e outras doações espontâneas, venda dos alimentos da Horticultura e Convênios Públicos Municipal e Estadual.

A entidade conta com a colaboração da comunidade para continuar este belo trabalho de amor ao irmão. Veja abaixo como ajudar a Casa Abrigo:

  1. Doações Diversas: Roupas ; calçados ; alimentos; itens de higiene pessoal (sabonete/pasta dental/desodorante), etc.
  2. Tornando-se Sócio Contribuinte: mensal/ bimestral/ semestral/ anual
  3. Trabalho voluntário diversos:  Cozinha/ atividades diversas( para serem desenvolvidos com os abrigados) / psicólogos/ agrônomos ou técnicos em horticultura,  etc
  4. Adquirindo os produtos da horta  - diretamente na horta ou através dos vendedores , que são abrigados da CAIE.

 

A Casa Abrigo está localizada na rua José Messias da Silva, 1880, Jardim Nossa Senhora Aparecida, atrás do Truck Galego. O telefone para contato é (17) 3421-6918.

Venha conhecer um pouco mais o trabalho desta entidade!

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Casa Abrigo tem nova diretoria para o biênio 2018/2019

No último dia 01 de janeiro, tomou posse a nova diretoria da Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús (Casa Abrigo). A entidade fundada por membros da Paróquia Nossa Senhora Aparecida será presidida por Sérgio Raimundo de Carvalho no biênio 2018/2019. Fazem parte da diretoria 21 pessoas que atuam de forma voluntária na administração e funcionamento da entidade.

A Casa Abrigo é uma obra social da Paróquia Nossa Senhora Aparecida que designa uma porcentagem do Dízimo paroquial, além da participação de muitos paroquianos que partilham espiritualidade junto aos usuários da entidade por meio de orações, encontros, reuniões, bem como a assistência do Diretor Espiritual Padre Gilmar Margotto, além do incentivo e veemência no desenvolvimento das atividades da Casa Abrigo, assim como conta com a ajuda de fieis através de doações e trabalhos voluntários.

Veja abaixo a relação dos membros da nova diretoria:

PRESIDENTE

SÉRGIO RAIMUNDO DE CARVALHO

VICE-PRESIDENTE

MARCONDES SILVA JUNIOR

1º.SECRETÁRIO

LUIZ FERNANDO DA SILVA

2º.SECRETÁRIO

ODAIR JOSÉ GARCIA

TESOUREIRO

GILBERTO BELLONI JUNIOR - JUCA

2º.TESOUREIRO

AILTON MARQUES DE OLIVEIRA

PATRIMÔNIO0

JOSÉ ALVES DE CARVALHO

VICE-PATRIMÔNIO

ARISTIDES RONCOLATO

EVENTOS

ANTONIO APARECIDO RONCOLATO

VICE-EVENTOS

DIVINO DONIZETE DE SOUZA

DIRETOR SOCIAL

CARMEM BATISTA DA SILVA

VICE-SOCIAL

DIRCE DE OLIVEIRA MORAES

DIRETOR AGRÍCOLA

LUIZ CARLOS PEREIRA DA SILVA

VICE-AGRÍCOLA

JOÃO CEZAR GUERCHE

DIRETOR ESPIRITUAL

Pe. GILMAR ANTONIO F. MARGOTTO

   

CONSELHO FISCAL -TITULAR

FLORINDO APARECIDO SEBASTIÃO

2º GILBERTO VALDAMBRINI - NANÁ

3º LUIZ CARLOS FRANÇA

   

CONSELHO FISCAL - SUPLENTES

EDVALDO BATISTA FLORINDO DA SILVA

LUIZ FRANCISCO BUOSI

3º ARNALDO TOLENTINO RODRIGUES

 

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Na Missa da Epifania, Papa destaca que Reis magos tiveram coragem de caminhar para encontrar a glória

O Papa Francisco presidiu na manhã desta sexta-feira, 06, a Solenidade da Epifania do Senhor, na Basílica de São Pedro, no Vaticano.

Em sua reflexão, o Santo Padre falou de uma “nostalgia” que impeliu os reis magos a colocarem-se a caminho e seguir a estrela de Belém.

“Os reis magos nos dão, assim, o retrato da pessoa que acredita, da pessoa que tem nostalgia de Deus; o retrato de quem tem saudade da sua casa: a pátria celeste. Refletem a imagem de todos os seres humanos que não deixaram, na sua vida, anestesiar o próprio coração”, disse Francisco.

Essa saudade, refletiu ainda o Papa, pode ser agente de grandes mudanças.

“A nostalgia de Deus tira-nos para fora dos nossos recintos deterministas, que nos induzem a pensar que nada pode mudar. A nostalgia de Deus é a disposição que rompe com inertes conformismos, impelindo a empenhar-nos na mudança que anelamos e precisamos”.

Surpresa

O Pontífice recordou a surpresa dos reis magos que foram até o palácio de Herodes, lugar em que o senso comum indicaria para o nascimento de um rei. Mas não era assim.

“E foi lá precisamente onde começou o caminho mais longo que tiveram de fazer aqueles homens vindos de longe. Lá teve início a ousadia mais difícil e complicada: descobrir que não se encontrava no palácio aquilo que procuravam, mas estava em outro lugar: e não só geográfico, mas também existencial”.

Assim, o novo rei se manifesta sob o signo da liberdade e não da tirania. Ele não humilha, não escraviza, não aprisiona.

“Como é distante, para alguns, Jerusalém de Belém!”, destacou o Papa ao concluir:

“Os Magos puderam adorar, porque tiveram a coragem de caminhar e, prostrando-se diante do pequenino, prostrando-se diante do pobre, prostrando-se diante do inerme, prostrando-se diante do insólito e desconhecido Menino de Belém, descobriram a Glória de Deus”.

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Para encontrar Jesus é preciso pôr-se a caminho, afirma Papa

Papa Francisco celebrou neste sábado, 6, na Basílica São Pedro, no Vaticano, a solenidade da Epifania do Senhor. A celebração eucarística, que comemora a manifestação de Jesus Cristo como o Messias, indica segundo o Santo Padre três pontos do percurso realizado pelos três reis magos como o caminho que leva o ser humano a um encontro com o Senhor. “Eles veem a estrela, põe-se a caminho e oferecem presentes”, apontou.

Segundo Francisco ver a estrela é o ponto de partida para um encontro sincero com Jesus, ato por vezes sublinhado pelo pontífice como distante do ser humano quando este se contenta a apenas olhar para a terra. “Basta a saúde, algum dinheiro e um pouco de divertimento. Me pergunto, nós ainda sabemos levantar os nossos olhos para o céu? Sabemos sonhar e nos alegrar por Deus, sabemos esperar a sua novidade? Ou nos deixamos levar pela vida, como um ramo seco pelo vento?”, indagou.

Para viver de verdade, de acordo com o Papa, é preciso intuir como os magos: ter uma meta alta e manter alto o olhar. A estrela de Jesus não é deslumbrante, não brilha mais do que as outras, afirmou Francisco, mas é mansa, guia pela mão, acompanha, não promete recompensas materiais, mas garante a paz e dá, como para os magos, uma imensa alegria, porém, também pede para caminhar. “Caminhar, é a segunda ação dos magos e é essencial para encontrar Jesus”, indicou o Santo Padre.

“A sua estrela [de Jesus]  solicita a decisão de se pôr a caminho. A fadiga diária da caminhada pede à pessoa, para se libertar de pesos inúteis e situações embaraçantes que estorvam, e a aceitar os imprevistos que não aparecem assinalados no mapa da vida tranquila. Jesus se deixa encontrar por quem o busca, mas para buscá-lo é preciso mover-se, sair, não ficar a espera, mas arriscar, não ficar parados, avançar. Jesus é exigente a quem o busca, propõe deixar as poltronas das comodidades mundanas (…). Seguir Jesus não é um educado protocolo a respeitar, mas um êxodo a viver”, afirmou o Papa.

Para encontrar Jesus é preciso perder o medo, ressaltou Francisco, que indica que ao arriscar-se para encontrar um menino — Jesus —, o ser humano descobre ternura e amor, para enfim descobrir a si mesmo. Mas alertou que independente do chamado, a escolha é individual, difícil e pode ser a tentação de quem se considera crente há muito tempo e olha para a fé como algo já conhecido, e não se compromete pessoalmente com o Senhor.

“Viemos adorá-lo”, frase dos magos apontado por Francisco como primeira ação de gratuidade daqueles que conhecem e se encontram de fato com Jesus. “Ofereceram as suas preciosidades: ouro, incenso e mirra. O evangelho se cumpre quando o caminho da vida chega a doação, dar gratuitamente, por amor ao Senhor, sem esperar nada em troca. Isto é sinal certo de ter encontrado Jesus, que diz: ‘Recebestes de graça, daí de graça’. Praticar o bem sem cálculos, (…) mesmo se não faz ganhar nada, mesmo se não nos apetece, isto é o que Deus deseja”, indicou.

Segundo o pontífice o cristão que encontra o Senhor oferece algo pelos mais pequeninos, os que não tem com o quê retribuir, os necessitados, os famintos, os presos, os pobres. “Oferecer um presente agradável a Jesus é cuidar de um doente, dedicar tempo a uma pessoa difícil, ajudar alguém que não nos inspira, oferecer o perdão a quem nos ofendeu, são presentes gratuitos, não podem faltar na vida cristã, caso contrário, como nos recorda Jesus, amando apenas aqueles que nos amam, fazemos como os pagãos” alertou o Papa, que convidou os fiéis a procurarem neste tempo festivo um presente gratuito, sem retribuição, para ser ofertado a Deus.

“Queridos irmãos e irmãs façamos como os magos: olhar para o alto, caminhar e oferecer presentes gratuitos” concluiu Francisco, que pediu: “Senhor fazei me redescobrir a alegria de dar”.

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No Ângelus, Papa pede cristãos ansiosos por Jesus

Na oração mariana do Ângelus deste sábado, 6, Papa Francisco apresentou aos fiéis concentrados na Praça São Pedro, três atitudes despertadas pela vinda de Jesus Cristo ao mundo: busca ansiosa, indiferença e medo.

“Os Magos não hesitaram em começar a caminhar para encontrar o Messias”, afirmou o Santo Padre, que reconheceu a busca ansiosa dos três magos como o primeiro sentimento despertado pelo nascimento de Jesus. Como relatou Francisco, ao chegarem a Jerusalém, na tentativa de descobrir onde o rei recém-nascido poderia ser encontrado, os magos se depararam com o rei Herodes e seus sacerdotes e escribas, estes últimos indicaram onde encontrar o menino.

“Em Belém na Judéia, porque está escrito através do profeta”, assim responderam os sacerdotes, que ilustram a segunda atitude desencadeada pelo nascimento de Cristo: a indiferença. “Eles sabem, mas não se importam em ir visitar o Messias. Belém está a poucos quilômetros de distância, mas eles não se movem”, comentou.

A terceira atitude, adjetivada pelo Papa como a mais negativa, é visível nas ações de Herodes. “Ele tem medo de que essa criança tire seu poder. Ele chama os magos e se faz dizer quando a estrela apareceu para eles e os manda para Belém dizendo: ‘Vá e pergunte sobre a criança e, quando o encontrar, me avise, para que eu também possa vir adorá-lo’. (…) Herodes quer saber onde está a criança, não para adorá-lo, mas para eliminá-lo, porque o considera um rival”, aponta Francisco.

“O egoísmo pode levar a considerar a vinda de Jesus, na nossa vida, como uma ameaça. Então, procuramos suprimir ou calar a sua mensagem. Diante das ambições humanas, perspectivas incômodas e inclinações do mal, Jesus é visto como obstáculo. Diante da tentação da indiferença, os cristãos são incoerentes com a sua fé, seguindo os princípios deste mundo: satisfazer as inclinações da prepotência, a sede de poder e as riquezas”, alertou o Santo Padre.

Diante das três ações, o Papa questionou qual ação o cristão deve escolher, e anunciou o convite do evangelho: “Somos chamados a seguir o exemplo dos Magos, sua busca ansiosa para encontrar Jesus, adorá-lo, reconhecê-lo como Senhor e Salvador, como Caminho, Verdade e Vida”, suscitou o pontífice, que incentivou todos a tomarem de fato tal atitude, crescer na fé, na esperança e na caridade, e encontrar com Jesus.

No encerramento do Ângelus, Francisco rezou a Maria Santíssima pedindo que guie a humanidade como a estrela guiou os magos ao encontro com Jesus, e desejou votos de alegria e renovação às Igrejas orientais, católicas e ortodoxas que celebram neste domingo, 7, o Natal do Senhor. Em seguida, o pontífice recordou o Dia da Infância Missionária, celebrada neste sábado, 6, e cumprimentou todos os fiéis presentes na Praça São Pedro.

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Conheça a História do Dia de Reis

No dia 6 de janeiro a Igreja celebra o dia de Santos Reis, também conhecida como celebração da Epifania do Senhor. Nessa festa celebramos a visita dos Magos provenientes do Oriente, que viajaram muito para prestar homenagens e adorar o Menino Jesus recém-nascido. Ofereceram presentes cheios de significados ao menino Deus: ouro, incenso e mirra. Este fato é narrado pelo evangelista Mateus, no Capítulo 2, versículos 1-12. Trata-se de uma história impressionante, com vários símbolos importantes para a nossa vida.

Eram reis?

São Mateus chama-os apenas de “Magos”. Porém, esta palavra tinha vários significados. Designava a origem geográfica de pessoas da Pérsia. Por isso, deduzimos que os magos eram daquele país. Designava também pessoas da realeza. Por isso, acredita-se que eles eram reis. Por fim, “mago” significava também o que chamaríamos hoje de “cientistas”, pois eles conheciam profundamente a matemática, a medicina, a astronomia – tanto que detectaram o aparecimento de uma nova estrela – a química e outras ciências já conhecidas na época. Tudo isso concorda com a tradição científica dos persas.

Seguindo uma estrela

O aparecimento de uma nova estrela no céu mudou a vida daqueles homens. O conhecimento científico permitiu que eles descobrissem o novo astro. Daí se deduz que eles eram conhecedores dos mapas celestes e bons viajantes. Naquele tempo, os viajantes do deserto viajavam à noite e guiavam-se pela posição das estrelas. Por isso, eles detectaram o aparecimento da nova estrela. Porém, não apenas detectaram. Eles conheciam as profecias messiânicas e compreenderam que tal estrela anunciava o nascimento do Rei dos reis, o soberano das nações, o Salvador. Por isso se uniram para preparar e empreender viagem em busca do Rei Salvador.

Surpresa em Israel

Seguindo a estrela, aqueles sábios viajantes chegaram a Israel. Como procuravam por um rei, soberano das nações recém-nascido, dirigiram-se à capital Jerusalém, pensando que o menino Deus seria descendente do então rei de Israel. A chegada desses homens na capital foi motivo de alarde e espanto, segundo o relato de São Mateus, pois o povo não sabia do nascimento do Messias, embora desejasse ardentemente este acontecimento. Mateus diz que Jerusalém entrou em polvorosa com a chegada dos magos.

O encontro com Herodes

Tal foi a importância da visita dos magos a Jerusalém, que foram recebidos pelo rei Herodes. Este, provavelmente, recebeu-os como chefes de Estado, com todas as honras. Ao saber, porém, o real motivo da visita, Herodes sente-se ameaçado. O Rei Salvador recém-nascido poderia roubar seu trono, pensou. Por isso, fingindo interesse, procurou saber sobre as profecias ouvindo os escribas e enviou os magos a Belém. E disse a eles que, depois de encontrarem o menino, voltassem para indicar o local onde ele estava, para que também Herodes pudesse ir adora-lo. Herodes, na verdade, sanguinário que era, queria matar o menino. Herodes, com efeito, já tinha cometido vários assassinatos, inclusive de dois filhos seus, por causa de seu medo de perder o poder. Embora tenha construído grandes obras em Jerusalém, Herodes, que não era judeu, mas sim nabateu e odiado pelos judeus, era um homem doente pelo poder, capaz de qualquer coisa para se manter na realeza.

O encontro com o Menino Jesus

São Mateus diz que, tão logo os magos saíram de Jerusalém, avistaram novamente a estrela e encheram-se de alegria. Seguiram-na e ela os levou ao local onde Jesus estava. Chegando, depararam-se com a maior das surpresas: o Rei, soberano das nações, o Filho de Deus, nascera numa família pobre, simples. Não nasceu em berço de ouro, mas numa manjedoura! Sua mãe, uma jovem simples e seu pai, adotivo, um carpinteiro. Mesmo assim, os reis reconheceram naquele menino o soberano das nações, o Príncipe da Paz. E ofereceram presentes a ele.

Presentes com significados profundos

Os magos, reconhecendo naquele Menino o Rei dos reis, ofereceram-lhe presentes. Por causa do número desses presentes, deduz-se que os magos eram três. Eles ofereceram ouro, incenso e mirra. O ouro significa a realeza daquele menino. O incenso simboliza sua divindade e a mirra simboliza sua humanidade e o sofrimento através do qual ele salvaria a humanidade. Depois de entregar os presentes, os magos adoraram o Menino Deus.

A ciência se ajoelha diante de Deus

A adoração dos magos ao Menino Jesus tem um significado profundo. Sendo cientistas, eles representam a ciência que procura a Deus, encontra-o, reconhece-o e se ajoelha diante dele num gesto de humildade e adoração. Os magos nos ensinam que a ciência e o conhecimento nos levam ao reconhecimento de Deus. Num mundo onde alguns cientistas procuram negar a Deus, outros, em grande número, seguem o exemplo dos magos: reconhecem a Deus na criação e em tudo o que existe e o adoram como Deus, Pai e soberano do universo.

Fugindo de Herodes

Depois da visita, os magos foram avisados em sonhos para não voltarem a Herodes. Reconhecendo nisso uma mensagem divina, eles obedeceram e voltaram por outro caminho. Ao descobrir que tinha sido enganado, Herodes, furioso, manda matar todos os meninos com menos de dois anos, nascidos em Belém. Ele queria ter certeza de que o Messias, visto por ele como rival, fosse morto.

Fuga para o Egito

José foi avisado também em sonho e partiu para o Egito, fugindo com a Sagrada Família da ira de Herodes. Assim, os meninos de Belém com menos de dois anos deram suas vidas para que Jesus sobrevivesse. Eles passaram a ser conhecidos como Santo Inocentes, o que, de fato, são.

A Sagrada Família permaneceu no Egito até a morte de Herodes. Então, voltaram para Israel e foram viver em Nazaré, longe da capital Jerusalém.

Veneração

A tradição cristã conservou a veneração aos três os reis magos. Segundo a tradição, confirmada por São Beda, seus nomes eram Melquior, Gaspar e Baltazar. Até 474 os cristãos guardavam seus restos mortais em Constantinopla. Depois, foram levados para a grande catedral de Milão, Itália. Mais tarde, em 1164, foram trasladados para a bela cidade de Colônia, Alemanha. Lá, foi construída a esplendorosa Catedral dos Reis Magos, que guarda os restos mortais dos três reis santos até os dias de hoje.

Epifania

A palavra Epifania vem do grego e significa “manifestação”. Ela é usada neste dia porque, através dos magos, Jesus manifestou sua divindade a todo o mundo. Com efeito, a visita dos magos revela, além do que já foi dito, que o Filho de Deus veio para toda a humanidade. Os magos representam também todas as nações pelas quais Jesus nasceu, morreu e ressuscitou.

Oração aos reis magos

“Ó amabilíssimos Santos ReisBaltazar, Melquior e Gaspar! Fostes vós avisados pelos Anjos do Senhor sobre a vinda ao mundo de Jesus, o Salvador, e guiados até o presépio de Belém de Judá, pela Divina Estrela do Céu. Ó amáveis Santos Reis, fostes vós os primeiros a terem a ventura de adorar, amar e beijar a Jesus Menino, e oferecer-lhe a vossa devoção e fé, incenso, ouro e mirra. Queremos, em nossa fraqueza, imitar-vos, seguindo a Estrela da Verdade. E descobrindo a Menino Jesus, para adorá-lo. Não podemos oferecer-lhe ouro, incenso e mirra, como fizestes. Mas queremos oferecer-lhe o nosso coração contrito e cheio de fé católica. Queremos oferecer-lhe a nossa vida, buscando vivermos unidos à sua Igreja. Esperamos alcançar de vós a intercessão para receber de Deus a graça que tanto necessitamos.  (Em silêncio fazer o pedido). Esperamos, igualmente, alcançarmos a graça de sermos verdadeiros cristãos. Ó bondosos Santos Reis, ajudai-nos, amparai-nos, protegei-nos e iluminai-nos! Derramai vossas bênçãos sobre nossas humildes famílias,  colocando-nos debaixo de vossa proteção, da Virgem Maria, a Senhora da Glória, e São José. Nosso Senhor Jesus Cristo, o Menino do Presépio, seja sempre adorado e seguido por todos. Amém!”

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Dia Mundial da Paz 2018: "Acolher, proteger, promover e integrar" - a receita do Papa Francisco para as migrações

O Papa Francisco apresenta na sua mensagem para o próximo Dia Mundial da Paz, celebrado hoje, quatro verbos centrais, “acolher, proteger, promover e integrar” para a ação política no campo das migrações.

“Oferecer a requerentes de asilo, refugiados, migrantes e vítimas de tráfico humano uma possibilidade de encontrar a paz de que andam à procura exige uma estratégia que combine quatro ações: acolher, proteger, promover e integrar”, escreve Francisco, no texto intitulado ‘Migrantes e refugiados: homens e mulheres em busca de paz’.

A mensagem para o 51.º Dia Mundial da Paz pede mais possibilidades de entrada legal, evitando “repelir refugiados e migrantes para lugares onde os aguardam perseguições e violências”.

O Papa convida os responsáveis políticos a “equilibrar a preocupação pela segurança nacional com a tutela dos direitos humanos fundamentais”.

Em relação ao verbo “proteger”, Francisco recorda que muitos “fogem dum perigo real em busca de asilo e segurança, de impedir a sua exploração”.

“Penso de modo particular nas mulheres e nas crianças que se encontram em situações onde estão mais expostas aos riscos e aos abusos que chegam até ao ponto de as tornar escravas”,

O Papa recorda a necessidade de trabalhar para “assegurar às crianças e aos jovens o acesso a todos os níveis de instrução”, bem como de “permitir que refugiados e migrantes participem plenamente na vida da sociedade que os acolhe”.

O Dia Mundial da Paz foi instituído pelo Papa Paulo VI (1897-1978) e é celebrado no primeiro dia do novo ano.

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Vaticano: Papa sai em defesa de migrantes e refugiados, por um mundo "mais solidário e acolhedor"

O Papa Francisco apelou hoje à solidariedade com migrantes e refugiados, assinalando o 51.º Dia Mundial da Paz com que a Igreja Católica começa o ano de 2018.

“Que o Senhor nos permita trabalhar neste ano novo com generosidade, para realizar um mundo mais solidário e acolhedor. Convido-vos a rezar por esta intenção, enquanto, juntamente convosco, confio a Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, o 2018 agora começado”, disse aos milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, enfrentando a chuva, para a primeira recitação do ângelus neste novo ano.

O Papa escolheu como tema para o 51.º Dia Mundial da Paz “Migrantes e refugiados: homens e mulheres em busca de paz”.

“Desejo, mais uma vez, fazer-me porta-voz destes nossos irmãos e irmãs que invocam para o seu futuro um horizonte de paz”, referiu, ao meio-dia de Roma (menos uma em Lisboa).

“Não apaguemos a esperança no seu coração, não sufoquemos as suas expectativas de paz! É importante que, da parte de todos, instituições civis, educativas, assistenciais e eclesiais, haja o empenho de assegurar aos refugiados, aos migrantes, a todos, um futuro de paz”, acrescentou.

Francisco sublinhou que, em busca desta paz, “direito de todos”, muitos migrantes e refugiados se mostram “prontos a arriscar a vida numa viagem que se revela, em grande parte dos casos, longa e perigosa, a sujeitar-se a fadigas e sofrimentos”, citando a sua mensagem para este dia.

Já após ter celebrado a Missa da solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, na Basílica de São Pedro, o Papa disse que a Virgem Maria desempenha “uma função muito especial”: “Coloca-se entre o seu Filho Jesus e os homens na realidade das suas privações, indigências e sofrimentos”.

“Intercede, consciente de que, enquanto mãe, pode, ainda mais, deve apresentar ao Filho as necessidades dos homens, especialmente os mais fracos e desfavorecidos”, prosseguiu.

Francisco deixou a todos votos de “todos os bens para o novo ano” e agradeceu as várias iniciativas promovidas em favor da paz e da convivência entre todos.

“Renovo o desejo de um ano de paz na graça do Senhor e com a proteção materna de Maria, a Santa Mãe de Deus. Um bom ano, bom almoço e não se esqueçam de rezar por mim”, disse, ao despedir-se dos peregrinos e visitantes, no Vaticano.

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Solenidade Mãe de Deus: Papa começa 2018 com apelo à defesa da vida

Na Missa da Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, nesta segunda-feira, 1º, o Papa Francisco fez um apelo à defesa da vida.

“A humanidade é querida e sagrada para o Senhor. Por isso, servir a vida humana é servir a Deus, e toda a vida – desde a vida no ventre da mãe, até à vida envelhecida, atribulada e doente, à vida incômoda e até repugnante – deve ser acolhida, amada e ajudada”, disse o Santo Padre na Basílica de São Pedro.

O Pontífice fez uma intervenção centrada na figura da “Mãe de Deus”, a solenidade que marca o início do ano, no calendário litúrgico católico.

“Maria é exatamente como Deus nos quer, como quer a sua Igreja: Mãe terna, humilde, pobre de coisas e rica de amor, livre do pecado, unida a Jesus, que guarda Deus no coração e o próximo na vida”, sublinhou.

Imitar a Virgem Maria

Numa alusão ao novo ano civil, Francisco convidou os católicos a imitar a Virgem Maria.

“Para avançar – diz-nos a festa de hoje –, é preciso recuar: recomeçar do presépio, da Mãe que tem Deus nos braços”, precisou.

O Papa realçou em particular a necessidade do silêncio, onde Deus se revela a cada pessoa, convidando os fiéis a dedicar um momento à oração silenciosa, no seu dia, diante do presépio.

“Reservar cada dia um tempo de silêncio com Deus é guardar a nossa alma; é guardar a nossa liberdade das banalidades corrosivas do consumo e dos aturdimentos da publicidade, da difusão de palavras vazias e das ondas avassaladoras das maledicências e da balbúrdia”, observou.

Maternidade e segredos de Maria

A homilia chamou a atenção para a dimensão de maternidade que é valorizada na solenidade de hoje.

“Eis o milagre, a novidade: o homem já não está sozinho; nunca mais será órfão, é para sempre filho. O Ano tem início com esta novidade. E nós proclamamo-la dizendo assim: Mãe de Deus! É a alegria de saber que a nossa solidão está vencida”, referiu o Pontífice.

“Dizer «Mãe de Deus» lembra-nos isto: Deus está perto da humanidade como uma criança da mãe que a traz no ventre”, acrescentou.

O Papa apresentou ainda os “segredos” da Virgem Maria como forma de viver melhor o novo ano: “guardar no silêncio e levar a Deus”.

“Também nós – cristãos em caminho –, no começo do ano, sentimos a necessidade de recomeçar do centro, deixar para trás os pesos do passado e partir do que é importante. Temos hoje diante de nós o ponto de partida: a Mãe de Deus”, declarou.

Devoção à Maria

Francisco considerou que a devoção à Maria é “uma exigência da vida cristã”, que permite deixar de lado “tantas bagatelas inúteis” e reencontrar “aquilo que conta”.

“Para que a fé não se reduza apenas a ideia ou doutrina, precisamos, todos, de um coração de mãe que saiba guardar a ternura de Deus e ouvir as palpitações do homem”, prosseguiu.

No final da homilia, o Papa convidou a assembleia a repetir, três vezes, com ele: “Santa Mãe de Deus”.

Cumprindo a tradição, um grupo de três crianças liderou a procissão da apresentação dos dons, vestidos de Reis Magos, em representação dos ‘sternsinger’ (cantores da estrela) que na Alemanha, Áustria e Suíça passam pelas casas para anunciar o nascimento do Senhor e recolher ofertas para as crianças necessitadas.

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Gratidão é única resposta digna ao dom de Deus, diz Papa no último dia de 2017

Na tarde deste domingo, 31, último dia de 2017, o Papa Francisco presidiu na Basílica Vaticana as primeiras vésperas da Solenidade de Santa Maria Santíssima Mãe de Deus e a oração do Te Deum, em agradecimento pelo ano que termina.

Na homilia, o Papa refletiu sobre a leitura de Gálatas 4, 4-5, que fala que “quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho”. Francisco explicou que esta celebração vespertina “respira a atmosfera” da plenitude dos tempos, porque a fé permite contemplar e sentir que Jesus Cristo, o Verbo feito carne, deu plenitude ao tempo do mundo e à história humana.

“A primeira a experimentar essa sensação de plenitude dada pela presença de Jesus foi precisamente a ‘mulher’ a qual Ele ‘nasceu’. A Mãe do Filho Encarnado, Theotokos, Mãe de Deus. Através dela, por assim dizer, brotou a plenitude dos tempos: através de seu coração humilde e cheio de fé, através de toda a sua carne impregnada com o Espírito Santo”, destacou o Santo Padre.

O Papa explicou que essa percepção interior da plenitude alimenta um sentimento de gratidão, como a única resposta humana digna do imenso dom de Deus.

“Uma gratidão que, a partir da contemplação daquele menino envolto em faixas em uma manjedoura, se estende a tudo e a todos, ao mundo inteiro. É um ‘obrigado’ que reflete a Graça; ele não vem de nós, mas dele; não vem do eu, mas de Deus, e envolve o eu e o nós”, afirmou.

Francisco convidou os fiéis a elevar a Deus a ação de graças pelo ano que termina, reconhecendo que todo bem é seu presente.

O Pontífice explicou que, mesmo nesta época do ano de 2017, que Deus concedeu “inteiro e saudável” a cada um, e muitas vezes, os seres humanos o desperdiçaram e feriram com obras de morte. “De tudo, queremos e devemos assumir, diante de Deus, nossos irmãos e nossa criação, nossa responsabilidade”.

Como bispo de Roma, Francisco agradeceu a todas as pessoas que vivem com o coração aberto e contribuem diariamente com pequenas e preciosas ações concretas para o bem da cidade.

E expressou sua grande estima também pelos pais, professores e todos os educadores que procuram formar as crianças e jovens em um sentido cívico, uma ética de responsabilidade, educando-os para cuidarem da realidade que os rodeia.

“Hoje, na ação de graças a Deus, convido você a expressar também a gratidão por todos esses artesãos do bem comum, que amam sua cidade não com palavras, mas com os fatos”, motivou.

Na celebração também houve um momento de adoração ao Santíssimo Sacramento e o Canto do Te Deum, em agradecimento a Deus pelo ano de 2017. Em seguida, o Papa concedeu a todos sua bênção apostólica.

A Igreja Católica concede indulgência plenária para aqueles que neste dia 31 de dezembro rezarem o Te Deum publicamente.

Segue abaixo a oração do Te Deum:

Te Deum

A Vós, ó Deus, louvamos e por Senhor nosso Vos confessamos. 
A Vós, ó Eterno Pai, reverencia e adora toda a Terra. 
A Vós, todos os Anjos, a Vós, os Céus e todas as Potestades; 
A Vós, os Querubins e Serafins com incessantes vozes proclamam: 
Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus dos Exércitos! 
Os Céus e a Terra estão cheios da vossa glória e majestade.

A Vós, o glorioso coro dos Apóstolos, 
A Vós, a respeitável assembléia dos Profetas, 
A Vós, o brilhante exército dos mártires engrandece com louvores! 
A Vós, Eterno Pai, Deus de imensa majestade,

Ao Vosso verdadeiro e único Filho, digno objeto das nossa a adorações, 
Do mesmo modo ao Espírito Santo, nosso consolador e advogado.

Vós sois o Rei da Glória, ó meu Senhor Jesus Cristo! 
Vós sois Filho sempiterno do vosso Pai Onipotente! 
Vós, para vos unirdes ao homem e o resgatardes 
não Vos dignastes de entrar no casto seio duma Virgem!

Vós, vencedor do estímulo da morte, 
abristes aos fiéis o Reino dos Céus, 
Vós estais sentado à direita de Deus, 
no glorioso trono do vosso Pai!

Nós cremos e confessamos firmemente 
que de lá haveis de vir a julgar no fim do mundo.

A Vós portanto rogamos que socorrais os vossos servos 
a quem remistes como vosso preciosíssimo Sangue. 
Fazei que sejamos contados na eterna glória, 
entre o número dos vossos Santos.

Salvai, Senhor, o vosso povo e abençoai a vossa herança, 
E regei-os e exaltai-os eternamente para maior glória vossa. 
Todos os dias Vos bendizemos 
E esperamos glorificar o vosso nome agora e por todos os séculos. 
Dignai-Vos, Senhor, conservar-nos neste dia e sempre sem pecado. 
Tende compaixão de nós, Senhor, 
compadecei-Vos de nós, miseráveis. 
Derramai sobre nós, Senhor, a vossa misericórdia, 
pois em Vós colocamos toda a nossa esperança. 
Em Vós, Senhor, esperei, não serei confundido.

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Missa e Novena das quartas-feiras às 15h está sendo transmitida pela Rádio 87,9FM

Desde dezembro, a Santa Missa e Novena de Nossa Senhora Aparecida celebrada semanalmente às 15h na Catedral está sendo transmitida ao vivo pela Rádio 87,9 FM de Votuporanga.

Desde o dia 02 de fevereiro de 1966, a Novena Perpétua de Nossa Senhora Aparecida é transmitida por uma emissora de rádio de nossa cidade. Além da transmissão pela Rádio 87,9 FM, a Novena como todas as Missas celebradas na Catedral continuará sendo transmitida pela Web Rádio e TV Nossa Senhora Aparecida, em parceria com a Net Rubi.

Num mundo em que as pessoas usam cada vez mais as mídias sociais para se comunicarem, torna-se necessário que a Igreja também utilize os meios de comunicação para levar a Palavra de Deus a toda criatura.

Além da transmissão da Santa Missa pelo rádio e pela internet, desde o março de 2017, as Missas Dominicais das 7h30 passaram a ser transmitidas pela TV Unifev. Aos domingos, às 7h30, a Rádio Clube 92,1FM transmite o programa “A Voz da Igreja” com uma mensagem do Padre Gilmar. A Paróquia conta também com o site e uma página no facebook.

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Igreja de Tanabi foi invadida e sacrário jogado no chão

A Igreja de São João Batista e São Cristóvão, de Tanabi, foi invadida na manhã o último sábado, dia 30. Foi levado o notebook e houve tentativa de arrombamento do sacrário.

Segundo o Padre Jamil Serafim de Paula, pároco, o arrombamento da igreja foi descoberto logo de manhã, quando o sacristão encontrou o local com quase todas as luzes acesas. Há suspeita de que a invasão tenha ocorrido entre a noite de sexta-feira, dia 29, e madrugada de sábado, dia 30.

“Pelo que a gente viu, quem invadiu a igreja usou a janela da sacristia. Depois, pegaram o notebook, que usamos conectado ao projetor para mostrar as letras de músicas e orações no telão, durante as missas”, afirma o padre.

Na capela do Santíssimo, o sacrário foi encontrado jogado no chão.

“Felizmente, não conseguiram levar nada do que estava dentro do sacrário, porque a trava não foi aberta. Mas é triste ver este desrespeito com a igreja”, diz o padre.

O padre Jamil diz que é primeira vez em dez anos que a igreja é arrombada.

A Polícia Militar foi chamada pelo sacerdote e fizeram patrulhamento pelas imediações, mas não encontraram nenhum suspeito.

Nossa comunhão para com a Comunidade Paroquial São João Batista e São Cristóvão neste momento triste e de desrespeito com a igreja e com o Santíssimo Sacramento.

Fonte: Diárioweb e Votunews

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Em mensagem, presidente da Rússia ressalta boa relação com Papa

Em sua tradicional saudação aos líderes mundiais de fim de ano, publicada no site do Kremlin neste sábado, 30, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, citou o Papa Francisco e o desejo de manter boas relações com o Vaticano.

Putin destacou que mantém a esperança de poder continuar com a cooperação construtiva entre Rússia e Vaticano para proteger a paz e os valores humanos globais, e reforçpu o diálogo entre civilidade e religiões. A Francisco, Putin deseja saúde, felicidade e sucesso em seus nobres esforços.

Desde que assumiu seu Pontificado, em 2013, Jorge Mario Bergoglio vem tentando aproximar a Igreja Católica da Igreja Ortodoxa Russa. Durante este ano, passos diplomáticos mais concretos foram dados, tanto que o embaixador russo no Vaticano, Alexander Avdeev, afirmou que há mais confiança entre o presidente e o Papa.

A mensagem de Putin ainda destacou as boas relações com a Itália, O presidente russo afirmou ao presidente italiano, Sergio Mattarella, e ao primeiro-ministro, Paolo Gentiloni, que aprecia muito as relações com os italianos, baseadas em uma secular tradição de amizade, respeito recíproco e afinidade.

Segundo Putin, mesmo com a difícil situação internacional, a cooperação russo-italiana em 2017 registrou progressos muito positivos. Já sobre Donald Trump, o chefe de Estado destacou que espera que existam princípios de igualdade e respeito recíproco no próximo ano.

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O cristão deve confiar em Deus e não em superstições, diz padre

A superstição é uma crença fortemente presente na passagem de um ano para o outro no Brasil. Apesar de ser configurada uma prática do imaginário popular, a superstição é considerada, segundo o Vice-reitor do Santuário Pai das Misericórdias da Canção Nova, padre Márcio do Prado, um pecado, pois não coloca Deus em primeiro lugar, e sim outras realidades, criaturas e objetos.

A palavra superstição é creditada pelo dicionário online “Aurélio” como um sentimento de veneração, fundado no temor ou na ignorância, no qual a confiança é depositada em coisas ineficazes ou em crendices. Comportamentos supersticiosos são, de acordo com o padre, ações que não têm a aprovação, promoção ou incentivo da Igreja, que considera que a confiança do cristão deve estar em Deus.

Durante as confraternizações, as cores das camisetas são levadas em conta, amuletos se tornam prioridade e alguns rituais são popularmente seguidos. Ações apontadas como inválidas, segundo o sacerdote, para os que se consideram cristãos.

“Muita gente nesse tempo coloca roupa branca para trazer paz, ou amarela para isso ou aquilo, mas, enfim, nada disso para o cristão é válido. É válido rezar, confiar em Deus, é válido trabalhar também, afinal as coisas não caem no colo de ninguém como algo mágico”, pontuou padre Márcio, que aproveitou para destacar a importância da atenção dos fiéis em não utilizar sinais cristãos como amuletos.

Para o sacerdote, além de viver a fé rezando, confiando em Deus e confiando na intercessão dos santos anjos, o cristão que é cristão deve sempre agradecer a Deus por tudo que lhe foi confiado, e se colocar à disposição. “Ele [cristão] deve levantar as mãos para o alto, mas deve também colocar as mãos à disposição e trabalhar, ajudar o próximo”, finalizou.

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Esperança de um Brasil mais cidadão, é pedido de Dom Leonardo

No programa “Igreja no Brasil”, especial de fim de ano da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da Conferência, Dom Leonardo Steiner, destacou o sentimento de esperança que a chegada de um novo ano traz e caracterizou a Igreja Católica como uma Igreja que defende a esperança.

“A Igreja sempre vive deste amor, desta proximidade, desta luz, e por isso, leva essa luz. Nós sempre temos esperança. Nós temos esperança de um mundo melhor, um Brasil melhor, mais ético, mais político, uma verdadeira política. Um Brasil muito mais próximo, que compreenda melhor os povos indígenas, os quilombolas, os ribeirinhos. Um Brasil que esteja atento às nossas favelas, atento aos pobres e que busque a superação da violência”, destacou.

Durante reflexão sobre as perspectivas de 2018, Dom Leonardo realçou a Campanha da Fraternidade da CNBB do próximo ano — que trabalhará a temática “Fraternidade e superação da violência” — como uma ação de mapeamento da violência que colocará também em evidência as iniciativas que existem para superá-la, bem como despertar novas propostas.

“Nós queremos como pessoas de esperança, como uma Igreja esperançada, trabalhar para superação da violência, mas também com o Ano do Laicato que estamos vivendo, despertar todos os nossos irmãos leigos e leigas para assumirem a missão da Igreja. Como Igreja serem os anunciadores, como pessoas que ajudam na transformação da sociedade presentes em todos os âmbitos da nossa sociedade, mas ajudem também a superar a violência e criar uma fraternidade maior”, frisou.

Segundo o bispo, um ano novo desperta sonhos e muitas expectativas, e apesar de todos desejarem uma vida nova, o dia a dia da vida cotidiana não muda. A oportunidade de deixar-se transformar em Cristo é a única mudança possível aos fiéis e à sociedade, afirmou Dom Leonardo.

“Que nós sejamos homens e mulheres que ajudem a superar a violência porque no primeiro dia do ano, nós celebramos o Dia Mundial da Paz e nós todos somos necessitados da paz e não apenas na paz que não existe violência, mas a paz como harmonia, a paz como compreensão, a paz como perdão, a paz como fraternidade”, suscitou.

Antes de encerrar, o secretário-geral da CNBB, deixou palavras de esperança para 2018. “Que o ano de 2018 nos ajude a sermos melhores, (…) a sermos homens e mulheres que querem o Brasil melhor e ajude a construir um Brasil melhor. Que o ano de 2018, onde nós teremos eleições, seja um momento em que nós marquemos a nossa presença e escolhamos homens e mulheres que ajudem a construir um Brasil melhor, um Brasil menos corrupto, um Brasil mais ético, um Brasil que realmente cuide de todos os cidadãos. Que Deus abençoe a todos. Um feliz e abençoado Ano de 2018”, concluiu.

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Secretário executivo fala sobre projetos para o Ano do Laicato

Passada a fase inicial do lançamento do Ano Nacional do Laicato em todo Brasil na festa de Cristo Rei, em 26 de novembro, o secretário executivo do Ano do Laicato, Daniel Seidel, destaca o desafio de colocar em prática o planejamento para este período.

Segundo Seidel, o desafio para toda a Igreja no Brasil é colocar em seus planejamentos anuais, em todos os níveis, atividades para fortalecer, de fato, a presença dos leigos na Igreja e na Sociedade.

O tema do Ano do Laicato que vai até a Festa de Cristo Rei, 25 de novembro de 2018, é “Cristãos Leigos e Leigas, sujeitos na Igreja em saída, a serviço do Reino”. A inspiração bíblica é motivada pelo evangelista Mateus, extraída de 5, 13-14: “Sal da Terra e luz do mundo”.

Para 2018, reforça Daniel serão lançados, pelas Edições da CNBB, novos subsídios visando orientar o trabalho para mobilizar a sociedade brasileira para realização da Auditoria da Dívida Pública, bem como do Círculo Bíblico para Semana Missionária “Igreja em saída” que vai tratar dos areópagos modernos onde os Cristãos Leigos e Leigas são chamados a evangelizar, principalmente com seu testemunho e presença.

Indicativos para formação de leigos/as

O secretário-executivo do ano diz ainda que serão lançados os “Indicativos para Formação do Laicato”, visando orientar a elaboração nas dioceses do Brasil do Plano Diocesano de Formação do Laicato, previsto no Documento 105 da CNBB e uma das metas principais do Ano Nacional do Laicato. “A meta é que esses três subsídios estejam prontos para lançamento durante o 14° Intereclesial de CEBs previsto para ocorrer de 23 a 27 de janeiro de 2018”, disse.

Uma novidade, conforme Daniel, é a aprovação no último Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da CNBB, realizado em novembro, da realização do Seminário Nacional sobre a Metodologia da Semana Missionária Igreja em Saída, de 16 a 18 de fevereiro de 2018, na sede provisória da CNBB em Brasília. Seu objetivo é capacitar dois multiplicadores por Regional da CNBB na metodologia que será utilizada: a indicação é que seja uma pessoa do COMIRE (Comissão Missionária Regional) e outra pelo CNLB do Regional.

A comissão organizadora do Ano do Laicato, pede que os representantes dos regionais se mobilizem logo, combinando com os presidentes e secretários executivos dos regionais da CNBB, enviando sua inscrição para o email: anololaicato@cnbb.org.br. O evento vai contar com a assessoria de Padre Luís Mosconi, que conta com larga experiência das Santas Missões Populares.

Mais novidades na página do Ano Nacional do Laicato: goo.gl/FRbWZj

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Roteiro da Celebração da Partilha de Janeiro está disponível

 

 

CELEBRAÇÃO DA PALAVRA E PARTILHA DO DÍZIMO

Quinta-feira, 11 de Janeiro

 

MONIÇÃO INICIAL: Caríssimos irmãos e irmãs dizimistas, boa noite! Sejam todos bem-vindos para a celebração da partilha. Nesta primeira Celebração do Ano Novo, somos gratos a Deus por todos os dizimistas que continuam perseverantes na obra da evangelização. Desejamos que o Senhor continue suscitando no coração de cada um a vivência das virtudes cristãs: fé, esperança e caridade.Com a alma cheia de esperança e o coração agradecido, iniciamos nossa celebração. Canto: A escolher

 

PR: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo - POVO: Amém.

PR: A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Amor do Pai e a Comunhão do Espírito Santo estejam convosco.

POVO: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

 

ATO PENITENCIAL: (Momento de silêncio e reflexão). Pode ser cantado ou

 

PR: Confessemos os nossos pecados: Confesso a Deus todo poderoso, e a vós irmãos e irmãs, que pequei muitas por pensamentos, palavras, atos e omissões. Por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus Nosso Senhor.

 

PR: Senhor, tende piedade de nós! Senhor, tende piedade de nós!

PR: Cristo, tende piedade de nós! Cristo, tende piedade de nós!

PR: Senhor, tende piedade de nós! Senhor, tende piedade de nós!

 

PR: Deus todo poderoso, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza vida eterna. Amém!

 

 

PR: OREMOS: Ó Deus, ao dar-vos graças pelos frutos que a terra produziu para o nosso sustento, concedei que a vossa providência, que os fez brotar do solo, faça germinar em nossos corações a semente da justiça e da caridade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

 

 

LITURGIA DA PALAVRA

 

Comentário: A bênção de Deus, segundo nos refere Malaquias, é uma resposta de amor aos que experimentam e vivem a generosidade pelo Dízimo, bem como a garantia de que é possível, pelo Dízimo, fazer uma maravilhosa experiência de Deus na comunidade.

 

 

1ª LEITURA: (Malaquias 3, 6-12)

 

 

 

 

 

SALMO RESPONSORIAL: Salmo 43

 

 Refrão: Libertai-nos, Senhor, pela vossa compaixão!

 

1.    Porém, agora nos deixastes e humilhastes, já não saís com  nossas tropas para a guerra! Vós nos fizestes recuar ante o inimigo, os adversários nos pilharam à vontade.

 

2.    De nós fizestes o escárnio dos vizinhos, zombaria e gozação dos que nos cercam; para os pagãos somos motivo de anedotas, zombam de nós a sacudir sua cabeça.

 

3.    Levantai-vos, ó Senhor, por que dormis? Despertai! Não nos deixeis eternamente! Por que nos escondeis vossa face e esqueceis nossa opressão, nossa miséria?

 

 

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO. EVANGELHO (Marcos 1, 40-45)

 

PRECES: Devem ser preparadas pelo setor.

 

PARTILHA DO DÍZIMO (motivação feita pelo celebrante para a procissão das ofertas)

 

 

ORAÇÃO DEPOIS DA PARTILHA

 

PR: Oremos: Recebi, ó Pai, o nosso dízimo, como recebestes a oferta de Abel, o sacrifício de Abraão e os dons de Melquisedec. Nós vos suplicamos que seja levado a vossa presença e sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do Céu. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

 

 

MOMENTO DE LOUVOR

 

(OBS. canta-se um refrão enquanto 3 pessoas vão buscar o Santíssimo e o coloca sobre o altar. O ministro trás o Santíssimo, juntamente com os outros 2 um leva o corporal e outro a vela)

REFRÃO: O Pão do céu és tu Jesus, via de amor, nos transforma em Ti.

OBS.: Após ter colocado o Santíssimo sobre o altar; para o canto e quem preside faz uma reverência (genuflexão) ao Santíssimo.

 

 

PR: Irmãos (as) estas hóstias consagradas são a recordação viva do Corpo do Senhor, da vida que Ele entregou por todos nós. Jesus nos alimenta com o pão da Vida e nos une a todos os irmãos (as) que estão reunidos nos demais setores de nossa comunidade.

 

PR: O Senhor esteja com vocês.          - POVO: Ele está no meio de nós.

 

PR: Elevemos ao Senhor o nosso louvor. - POVO: E nossa alegria e salvação.

 

 

 

PR: Nos vos damos graças, ó Pai, por toda a vossa criação e por tudo o que fizestes no meio de nós, por meio de Jesus Cristo, vosso Filho e nosso irmão, que nos deste como imagem viva do vosso amor e de vossa bondade.

POVO: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

 

PR: Como expressão de nosso louvor, colocamos aqui este sinal da nossa fé: a comunhão no Santíssimo Corpo do Senhor e nosso desejo de corresponder com mais fidelidade à missão que nos destes.

POVO: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

 

PR: Enviai sobre nós, aqui reunidos, o vosso Espírito e dai a esta terra que nos sustenta uma nova face. Que haja paz em nossas famílias e cresça em nossa comunidade a alegria de sermos vossos, por Cristo nosso Senhor.

POVO: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

 

PR: Pela palavra do Evangelho de vosso Filho, fazei que as Igrejas do mundo inteiro caminhem na unidade e sejam sinais da presença do Cristo ressuscitado. Tornai este setor cada vez mais sinal da vossa bondade.

POVO: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

 

PR.: Ó Deus, criador do céu e da terra, os nossos louvores e nossas preces cheguem a vós pelas mãos daquele que é nosso único mediador, Jesus Cristo nosso Senhor. Amém

 

RITO DE COMUNHÃO

 

PR: Rezemos juntos como o Senhor nos ensinou- PAI NOSSO....

O Ministro tomando a hóstia consagrada diz: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

POVO: - Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

  CANTO: - A escolher.

DEPOIS DA COMUNHÃO

 

OREMOS - Dai-nos, ó Deus, colher os frutos da nossa participação nesta celebração da partilha para que, auxiliados pelos bens terrenos, possamos conhecer os valores eternos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. - Amém.

 

AVISOS: (Balancete do mês, total do dízimo etc.). BENÇÃO: PR- Abençoe-nos o Deus todo poderoso, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

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Papa reza o Ângelus na terça-feira na Praça por causa da Festa de Santo Estêvão

Às 12 horas desta terça-feira, 26 de dezembro, data na qual se celebra a Festa de Santo Estêvão, primeiro mártir – o Santo Padre Francis apareceu na janela do estudo no Palácio Apostólico do Vaticano para recitar o Angelus com os fiéis e os peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.

Estas são as palavras do Papa na introdução da oração mariana:

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Depois de celebrar o nascimento de Jesus, hoje celebramos o nascimento de Santo Estêvão, o primeiro mártir. Mesmo que, à primeira vista, possa parecer que não há nenhuma ligação entre as duas ocorrências, na verdade está lá, e é um vínculo muito forte.

Ontem, na liturgia do natal, ouvimos proclamar: “O Verbo se tornou carne e habitou entre nós” (Jo 1, 14). Santo Estêvão colocou os líderes do seu povo em crise, porque “cheio de fé e do Espírito Santo” (Atos 6, 5), ele firmemente acreditava e professava a presença nova de Deus entre os homens; ele sabia que o verdadeiro templo de Deus é Jesus, a Palavra eterna que veio morar entre nós, que foi feito como nós, exceto no pecado. Mas Estêvão é acusado de pregar a destruição do templo em Jerusalém. A acusação contra ele é dizer que “Jesus, este Nazareno, destruirá este lugar e subverterá os costumes que Moisés nos transmitiu” (Atos 6,14).

Na verdade, a mensagem de Jesus é incômodo e incomoda, porque desafia o poder religioso mundano e provoca as consciências. Após a sua vinda, é necessário converter, mudar a mentalidade, abandonar o pensamento de antes, mudar, converter. Estêvão permaneceu ancorado na mensagem de Jesus até sua morte. Sua última oração: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito” e “Senhor, não ponhas este pecado contra eles” (At 7,59-60), estas duas orações são fiéis ecoam aquelas ditas por Jesus na cruz: “Pai, em suas mãos eu entrego meu espírito “(Lc 23, 46) e” Pai, perdoa-os porque eles não sabem o que estão fazendo “(v. 34). As palavras de Estêvão só foram possíveis porque o Filho de Deus veio à terra, morreu e ressucitou por nós; Antes disso esses eventos eram expressões humanamente impensáveis.

Estêvão pede a Jesus que acolha seu espírito. Na verdade, o Cristo ressuscitado é o Senhor, e ele é o único mediador entre Deus e os homens, não apenas na hora da nossa morte, mas também em cada momento da vida: sem ele, não podemos fazer nada (ver Jo 15, 5). Portanto, nós também, diante do Menino Jesus no berço, podemos orar para ele assim: “Senhor Jesus, lhe confiamos nosso espírito, acolhe-o”, para que nossa existência seja, de fato, uma vida de acordo com o Evangelho.

Jesus é nosso mediador e reconcilia-nos não só com o Pai, mas também entre nós. Ele é a fonte do amor, que nos abre para a comunhão com nossos irmãos, nos amamos entre nós, removendo todo conflito e ressentimento. Sabemos que os ressentimentos são coisas ruins, eles machucam tanto e eles nos machucam tanto! E Jesus remove tudo isso e nos faz amar uns aos outros. Este é o milagre de Jesus. Pedimos a Jesus, nascido para nós, que nos ajude a assumir essa dupla atitude de confiança no Pai e amor ao próximo. É uma atitude que transforma a vida e a torna mais bonita, mais frutífera.

A Maria, Mãe do Redentor e Rainha dos Mártires, elevamos, com confiança, a nossa oração para nos ajudar a receber Jesus como Senhor de nossas vidas e nos tornar suas testemunhas corajosas, prontos a pagar pessoalmente o preço da fidelidade ao Evangelho.

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Superstições são desvio do sentimento religioso, ensina Catecismo da Igreja Católica

A passagem de um ano para o outro no Brasil é marcada pelas confraternizações em famílias, as festas em praias e a queima de fogos de artifício, celebrando a chegada do novo ano civil. Mas outra marca deste momento são as diversas superstições que cercam o imaginário popular brasileiro visando realizações e conquistas. O sucesso será alcançado, de acordo com esses costumes, caso sejam ingeridos determinados alimentos, dependendo da cor da roupa ou de gestos que devem ser repetidos após a meia noite. Para os cristãos, o que significa esta prática?

O Catecismo da Igreja Católica alerta para as superstições e a idolatria. O parágrafo 2111 afirma ser a superstição “um desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe”. Elas podem afetar o culto prestado ao verdadeiro Deus: “por exemplo, quando atribuímos uma importância de algum modo mágico a certas práticas”.

O arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer, em artigo publicado no site da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), chama atenção para “o ser cristão”: “Pode haver cristãos, que vivem como se o Batismo nada tivesse modificado em suas vidas: vivem como se não fossem cristãos. Ou pode haver aqueles que procuram praticar a religião apenas de forma exterior e ritual, sem que a orientação de sua vida e seu comportamento sejam impregnados por Cristo e pelo seu Evangelho”.

Segundo o cardeal, o ser cristão manifesta-se na vida “conforme Cristo” ou “segundo o Espírito de Cristo”, citando expressões de São Paulo. O apóstolo, na carta aos Gálatas, exortou os fiéis que eram tentados a tornar novamente às práticas da Lei Mosaica, como se nelas, em vez de Cristo, estivessem a sua segurança e salvação.

Dom Odilo continuou destacando que a liberdade dos cristãos está em viver livres do temor, “confiantes em Deus”. Também recordando os livros paulinos, salienta: “Paulo vai logo às consequências: ‘não se deixem escravizar novamente!’.

E o diz em dois sentidos: não abandonar a graça imensa da fé em Cristo, para submeter-se de novo a práticas que escravizam e tiram a soberana liberdade de filhos de Deus, mediante uma religião do temor, ou uma religião feita apenas de práticas humanas, sem contar com a graça de Deus e a ação do Espírito de Cristo; ou então, deixar-se escravizar pelas paixões humanas desordenadas e pelos vícios.

As práticas e paixões humanas que escravizam um considerável número de católicos que recorrem a tais costumes, às vezes até com sincretismo religioso, dão força de solução e de poder, a energias desconhecidas, poderes misteriosos e, no caso a maus acontecimentos, a espíritos malfazejos.

“O ser cristão, portanto, aparece numa forma nova de viver que, de um lado, é graça de Deus e, de outro, fruto do esforço coerente para orientar a vida para Deus, conforme o exemplo e o ensinamento de Cristo”, ensina dom Odilo. O viver cristão, conclui, é “uma proposta de ‘vida nova’, orientada pelo Espírito de Cristo”. Segundo o cardeal, isso requer a superação dos vícios e das práticas contrárias a Deus e ao próximo, ou contra a própria dignidade; ao mesmo tempo, a vida cristã floresce em todo tipo de belas virtudes, que tornam o viver nobre e santo.

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Papa aos funcionários: “Não quero trabalho irregular no Vaticano”

O Papa Francisco, encontrando os funcionários do Vaticano por ocasião das felicitações de Natal, fala com o coração, mas acima de tudo com grande humildade e pede desculpas pelos “maus exemplos” também dentro da Igreja e pelo trabalhar informal, irregular que ainda existe dentro da Santa Sé.

Trabalho

“A primeira palavra que eu gostaria de lhes dizer – disse o Papa falando de improviso na Sala Paulo VI – é trabalho. Mas não para dizer trabalhem mais, e mais rápido. Não! É para agradecer-lhes!”.

“Mas também há no Vaticano, falando de trabalho, um problema: uma senhora entre vocês apontando para um jovem disse: “Ajude os trabalhadores precários”. Outro dia eu tive um encontro com o cardeal Marx, que é o presidente do Conselho da Economia e eu disse: não quero trabalho irregular no Vaticano”.

“Peço desculpas a vocês se isso ainda existe. Para mim, este é um problema de consciência, porque não podemos pregar a doutrina social da Igreja e depois ter situações de trabalho irregular. Isto nunca mais!. Entende-se que é necessário testar uma pessoa, mas um ano, ou dois, depois basta”.

“O trabalho é o caminho de santidade, de felicidade de vocês, de seguir em frente. Hoje talvez a pior maldição que existe, é não ter trabalho”. “O trabalho nos dá dignidade e a segurança do trabalho nos dá dignidade”.

“Não quero dizer os nomes, mas nos jornais vocês os encontraram. Hoje eu vi em dois jornais, duas empresas importantes, aqui na Itália, que estão a risco, mas para salvar a empresa se deve “racionalizar” o trabalho, ou seja, despedir 3-4.000 pessoas. É muito ruim porque assim se perde a dignidade. E isso é um problema não só aqui no Vaticano, na Itália, na Europa, mas é um problema mundial”.

Família

“A segunda palavra que gostaria de dizer é ‘família” – disse o Papa – assegurando que sofre ao saber quando uma família está em crise, “que existem crianças que se angustiam, porque veem que a família é…, é um problema!”.

O Papa recomendou então a estas famílias, para deixarem-se ajudar. ‘Por favor, salvar a família. Eu sei que não é fácil, há tantos problemas em um matrimônio. Mas procurem pedir ajuda enquanto há tempo. Enquanto há tempo. Proteger a família!”.

E, “nunca briguem diante das crianças, nunca!” – foi seu conselho – pois as “crianças sofrem”. Se há dificuldades, “que ao menos as crianças não sofram”.

“A família é um grande tesouro, porque Deus nos criou família. A imagem de Deus é o matrimônio, homem e mulher, fecundos, “multiplicai-vos”, façam filhos, sigam em frente”.

As fofocas

A terceira palavra que me vem em mente – “talvez alguém possa ter a vontade de dizer: ‘Mas acabe com isto!’”: as fofocas, uma palavra recorrente.

“Talvez eu me engane, no Vaticano não se faz fofoca…talvez, não sei”.

Alguém me disse certa vez depois de eu falar sobre as fofocas em uma Missa: “Mas padre, se não se fofoca no Vaticano se fica isolados!”. Eh…pesado, hein?!”. É como uma bomba – recordou. “Não façam terrorismo!” – pediu – “mordam a língua”.

Perdão

A quarta palavra é o perdão. O Pontífice pediu desculpas aos funcionários do Vaticano pelos “maus exemplos da fauna clerical, nós [sorri]”: “perdão e desculpas porque nem sempre damos um bom exemplo. Na vida há erros, pecados, injustiças que também nós clérigos cometemos.

Às vezes, tratamos mal as pessoas, somos um pouco “neuróticos”. Perdão por todos esses exemplos não bons. Eu também devo pedir perdão”, disse Francisco.

Felicitações de Natal

A última palavra é o augúrio de Natal: “Feliz Natal, no coração, na família e também na consciência. Não tenham medo, também vocês, de pedir perdão se a consciência acusa de alguma coisa. Procurem um bom confessor e façam uma boa limpeza, hein!”.

“Dizem que o melhor confessor é o padre surdo. Não te faz passar vergonha! Mas mesmo não sendo surdo, existem tantos misericordiosos, tantos! Que te escutam e te perdoam. Vai em frente. O Natal é uma boa oportunidade para se fazer as pazes também dentro de nós. Todos somos pecadores, hein! Todos! Ontem, eu fiz minha confissão de Natal. Veio o confessor…e me fez bem, todos devemos confessar-nos”.

E não esqueçamos – disse Francisco ao concluir – os doentes que talvez existam em nossas famílias, que sofrem: “enviar uma bênção também a eles”.

Por Vatican News

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Em 2017, CNBB marcou firme posição sobre temas relevantes para o país

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) relembra as importantes notas e declarações da entidade ao longo de 2017. Os posicionamentos são frutos da reflexão coletiva do episcopado brasileiro, apontando caminhos para o país.

Relembre as principais declarações:

Aborto – No 11 de abril, na nota “Pela Vida, Contra o aborto”, a entidade reafirmou a posição firme e clara da Igreja “em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural”, condenando “todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil”.

Reforma da Previdência – Após a reunião do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunido em Brasília-DF, de 21 a 23 de março de 2017, a entidade lançou três notas. A principal delas foi sobre a proposta de Reforma da Previdência, por meio da Emenda à Constituição (PEC) nº 287/2016, que os bispos consideraram que escolhe o caminho da exclusão social. A nota convocou os cristãos e pessoas de boa vontade “a se mobilizarem para buscar o melhor para o povo brasileiro, principalmente os mais fragilizados”.

Isenção das Instituições Filantrópicas – Outra nota, lançada também dia 23 de março, foi sobre a “Isenção das Instituições Filantrópicas” fazendo a defesa de que é equivocado pretender eliminar a isenção das instituições filantrópicas que prestam reais serviços área da saúde, educação e assistência social. “Eliminar a isenção equivaleria, na prática, inviabilizar o serviço de 1.400 instituições na área da saúde, mais de 2.100 na área da educação e mais de 5.000 na área da assistência social (cf. Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas – Fonif’, diz o texto da nota.

Foro Privilegiado – Em outra nota, a CNBB se posicionou sobre o “Foro Privilegiado” por prerrogativa de função ou “foro privilegiado”, diante do número crescente de autoridades envolvidas em denúncias por crimes de corrupção. “Calcula-se um universo de 22 mil autoridades que estariam beneficiadas pelo foro privilegiado. Aos olhos da população, esse procedimento jurídico parece garantia de impunidade numa afronta imperdoável ao princípio constitucional de que todos são iguais perante a lei. Por isso, é urgente rever esses artigos da Constituição Federal de 1988”, diz o texto.

Mensagem aos Trabalhadores – Em sua 55ª Assembleia Geral Ordinária, no dia 1º de maio, a CNBB enviou mensagem aos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil. Na mensagem, prestaram solidariedade, particularmente, aos 13 milhões de desempregados. A mensagem reforçou que o trabalho é fundamental para a dignidade da pessoa e constitui uma dimensão da existência humana sobre a terra. “Pelo trabalho, a pessoa participa da obra da criação, contribui para a construção de uma sociedade justa, tornando-se, assim, semelhante a Deus que trabalha sempre”, diz o texto.

Ética na Política – Os membros da Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiram no dia, 19 de maio, uma nota oficial com o título “Pela Ética na Política” na qual afirmaram que a Conferência está “unida aos bispos e às comunidades de todo o país” e acompanha “com espanto e indignação” as graves denúncias de corrupção política acolhidas pelo Supremo Tribunal Federal.

Na Nota, os bispos afirmaram que “tais denúncias exigem rigorosa apuração, obedecendo-se sempre as garantias constitucionais. Apurados os fatos, os autores dos atos ilícitos devem ser responsabilizados. A vigilância e a participação política das nossas comunidades, dos movimentos sociais e da sociedade, como um todo, muito podem contribuir para elucidação dos fatos e defesa da ética, da justiça e do bem comum”.

Conselho Indigenista Missionário – O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunido em Brasília-DF, nos dias 20 a 22 de junho de 2017, manifestou seu total apoio e solidariedade ao Conselho Indigenista Missionário (CIMI) diante das infundadas e injustas acusações que recebeu da Comissão Parlamentar de Inquérito, denominada CPI da Funai e Incra, encerrada no mês de maio. A CNBB repudia o relatório desta Comissão que indiciou mais de uma centena de pessoas: lideranças indígenas, antropólogos, procuradores da república e aliados da causa indígena, entre eles, missionários do CIMI. Este foi o posicionamento da CNBB na nota em defesa dos Direitos Indígenas e do CIMI, de 22 de junho de 2017.

Reforma Trabalhista – A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) assinou junto com outras entidades uma nota pública criticando o projeto de Reforma Trabalhista votada dia 11 de julho, no Senado. Na Nota, as entidades afirmaram que o texto está “crivado de inconstitucionalidades” e representa “grave retrocesso social”. Entre os pontos de inconstitucionais destacados na Nota, estão a prevalência do conteúdo de acordos e convenções coletivas. Além da CNBB, assinam a Nota, O Ministério Público do Trabalho (MPT), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e outras 11 entidades.

Dia de Oração e Jejum pelo Brasil – A entidade divulgou na sexta-feira, 1 de setembro, uma mensagem para o dia 7 de setembro, data que marca a Independência do Brasil. No documento, a CNBB encorajou as pessoas de boa vontade a se mobilizarem pacificamente na defesa da dignidade e dos direitos do povo brasileiro, propondo “a vida em primeiro lugar”. A instituição convidou as comunidades a se unirem ao movimento O “Grito dos Excluídos” e também a rezarem juntos pela realidade brasileira no O Dia de Oração e Jejum pelo Brasil.

Renca – No dia 5 de setembro, Dia da Amazônia, a entidade divulgou numa nota na qual manifestou “veemente repúdio” aos decretos que buscavam extinguir a Reserva Nacional de Cobre e seus Associados (Renca). Para a entidade, a decisão governamental afronta a Constituição Federal ao não consultar os povos indígenas e evidencia a perversa lógica do mercado que vem sendo adotada no Brasil, “em detrimento da vida, da dignidade da pessoa e do cuidado com a Casa Comum”. “Políticas governamentais de incentivo às hidrelétricas, à mineração e ao agronegócio, com flexibilização de licenças ambientais, anulam os esforços em prol de sua preservação”, considera a CNBB. O governo federal voltou atrás neste decreto.

Intolerância e fundamentalismo – E por fim, após a última reunião do Conselho Permanente, a entidade divulgou, dia 26 de outubro, outras duas notas e uma mensagem. A mensagem, cujo título é “Vencer a intolerância e o fundamentalismo“, os bispos reconhecem que “em toda sua história, a Igreja sempre valorizou a cultura e a arte, por revelarem a grandeza da pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, fazendo emergir a beleza que conduz ao divino”.

Contudo, recentemente, a mensagem destacou que “crescem em nosso meio o desrespeito e a intolerância que destroem esta harmonia, que deve marcar a relação da arte com a fé, da cultura com as religiões. Se, por um lado, a arte deve ser livre e criativa, por outro, os artistas e responsáveis pela promoção artística não podem desconsiderar os sentimentos de um povo ou de grupos que vivem valores, muitas vezes, revestidos de uma sacralidade inviolável”.

Crise política – Por meio de nota, divulgada nesta quinta-feira, 26/10, a CNBB manifestou mais uma vez sua apreensão e indignação com a grave realidade político-social vivida pelo país, que afeta tanto a população quanto as instituições brasileiras. No texto, a entidade repudia a falta de ética que se instalou nas instituições públicas, empresas, grupos sociais e na atuação de inúmeros políticos que “traindo a missão para a qual foram eleitos, jogam a atividade política no descrédito”.

A Conferência criticou também a apatia e o desinteresse pela política, que cresce cada dia mais no meio da população brasileira, inclusive nos movimentos sociais. Apesar de tudo, a entidade diz que é preciso vencer a tentação do desânimo, pois só uma reação do povo, consciente e organizado, no exercício de sua cidadania é capaz de purificar a política e a esperança dos cidadãos que “parecem não mais acreditar na força transformadora e renovadora do voto”.

Trabalho Escravo – O Conselho Permanente da CNBB também emitiu a nota repudiando com veemência a Portaria 1129 do Ministério do Trabalho considerando que ela elimina proteções legais contra o trabalho escravo.

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Na catequese, Papa destaca verdadeiro significado do Natal

Na catequese desta quarta-feira, 27, a última do ano de 2017, o Papa Francisco refletiu sobre o significado do Natal. O Pontífice alertou sobre uma espécie de “desnaturalização” do Natal que se vê nos dias de hoje.

“Sem Jesus não há Natal”, afirmou o Papa, destacando que o nascimento de Jesus é o único verdadeiro Natal. Se Jesus está no centro, tudo ao redor – as luzes e tradições locais, incluindo as comidas características – contribui para criar a atmosfera da festa, mas com Jesus no centro. Se se tira Jesus, a luz se apaga, tudo se torna falso, aparente, explicou.

“O verdadeiro dom para nós é Jesus, e como Ele queremos ser dons para os outros. E, uma vez que queremos ser dons para os outros, trocamos presentes, como sinal, como sinal desta atitude que nos ensina Jesus: Ele, enviado do Pai, foi dom para nós e nós somos dons para os outros”.

Francisco acrescentou que, com a encarnação do Filho, Deus abriu o caminho da vida nova, que é fundada sobre o amor. “O nascimento de Jesus é o gesto de amor maior do nosso Pai do Céu”, frisou.

Outro aspecto ressaltado pelo Papa foi o fato de que, no Natal, a história humana é visitada pela história de Deus, que tem como primeiros destinatários do seu dom – a salvação trazida por Jesus – aqueles que estão à margem da sociedade, os pequeninos e desprezados.

“Queridos irmãos e irmãs, nestes dias abramos a mente e o coração para acolher esta graça. Jesus é o dom de Deus para nós e, se O acolhemos, também nós podemos nos tornar dom para os outros – ser dom de Deus para os outros – antes de tudo para aqueles que nunca experimentaram atenção e ternura”, concluiu o Pontífice.

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Saiba um pouco mais sobre São Pascoal Bailão, nosso primeiro padroeiro

Pouca gente sabe, mas o primeiro padroeiro de nossa paróquia foi São Pascoal Bailão. Apenas depois de 4 anos, é que Dom Lafayette Libanio confiou nossa paróquia sob a proteção de Nossa Senhora Aparecida. Mas quem foi São Pascoal Bailão?

Ele nasceu na Espanha no ano de 1540. Seus pais, muitos religiosos, colocaram nele esse nome por seu nascimento ser no domingo de Páscoa.
Pascoal viveu seus 52 anos centrados no mistério da Eucaristia. Um santo conhecido por suas obras e sua paixão a Jesus Sacramentado.
Trabalhou cuidando dos rebanhos, não tendo oportunidade de estudar tão cedo. Tinha o desejo de conhecer a verdade, e quanto mais aprendia a ler, mais lia o Santo Evangelho. E mais que ler, colocava em prática na vida.
Chamado à vida religiosa, foi para Valença. Renunciou a tudo para seguir a Cristo dentro da família franciscana. E ali, buscava fazer os trabalhos mais simples. Homem de profunda adoração a Jesus Sacramentado.
Entre a Espanha e a França existiam povos que combatiam os cristãos. Ele foi enviado para levar uma carta para a França. E aceitou. Desejando ser mártir da obediência.
Tinha grande amor à Santíssima Virgem. Com 52 anos, depois de uma enfermidade, no dia de Pentecostes, ele – cheio do Espírito – partiu para a Glória Celeste.

São Pascoal Bailão, rogai por nós!

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Conheça o decreto alterando o nome de nossa paróquia

Ao criar a primeira paróquia de Votuoranga em 22 de dezembro de 1943, Dom Lafayette Libanio a confiou sobre a proteção de São Pascoal Bailão. A pedido dos fiéis de Votuporanga, o bispo diocesano alterou em 1947 o padroeiro de nossa paróquia para Nossa Senhora Aparecida, visto que antes da criação da paróquia, já havia uma capela dedicada a padroeira do Brasil e os votuporanguenses sempre tiveram muita devoção a Maria. Leia abaixo o decreto de alteração do nome da paróquia:

 

Decreto mudando o nome da Paróquia de São Pascoal Bailão de Votuporanga para Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga –

Dom Lafayette Libanio, por Mercê de Deus e da Santa Sé Apostólica, Bispo de Rio Preto.

Considerando o que nos foi representado pelos fieis habitantes da Paróquia de Votuporanga pedindo que a Padroeira volte a ser Nossa Senhora Aparecida; considerando que com a retirada dos Padres Franciscanos, não há mais razão de ser que o Titular da Paróquia seja São Pascoal Bailão; considerando que a primitiva Igreja, digo, Capela teve por oráculo Nossa Senhora Aparecida: Havemos por bem pelo presente Decreto, que seja mudado para Nossa Senhora  da Conceição Aparecida o Patrono da Paróquia de Votuporanga, na certeza de satisfazer os anseios dos fieis aí residentes. Este nosso Decreto deverá ser transcrito no Livro de Tombo da Paróquia. Dado e passado na Câmara Eclesiástica de Rio Preto, sob o Nosso Sinal e Selo de Nossas Armas, aos 02 de abril de 1947. E eu Pe. Gregório Nafria, secretário do Bispado o subscrevi.

+ Lafayette Libanio, Bispo Diocesano 

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Seminarista Murilo recebeu os Ministérios do Acolitato e Leitorato

O Seminarista Murilo de Souza da Silveira, que realizou estágio pastoral em nossa paróquia no ano de 2014, recebeu os Ministérios do Acolitato e o Leitorato no último domingo, 17 de dezembro. A celebração foi presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas, na Igreja Matriz Santo Antônio de Pádua de Cosmorama. As datas das ordenações diaconal e presbiteral ainda não foram marcadas.

As instituições ao leitorato e acolitato fazem parte do processo formativo do candidato ao sacerdócio que, depois de alguns anos de formação, vai dando passos significativos ao futuro exercício do ministério presbiteral. Segundo a tradição da Igreja, a partir desta cerimônia os seminaristas estão aptos para a leitura da Palavra de Deus durante a Liturgia, tornando-se, assim, leitores ou proclamadores das Sagradas Escrituras.

O leitorato é um ministério de serviço concedido pelo bispo diocesano, e desenvolvido por membros (leigos ou não) da comunidade de fiéis, devidamente preparados e escolhidos para uma participação mais atuante nas celebrações litúrgicas através da leitura bíblica. Já o acólito é instituído para ajudar, neste caso, o sacerdote. Cuida do altar e auxilia os ministros ordenados nas ações litúrgicas, sobretudo na celebração da missa. Pela instituição, torna-se ministro ordinário da Sagrada Comunhão e, dessa forma, pode distribuir a hóstia sagrada durante a missa ou levá-la aos enfermos. 

Murilo nasceu no dia 22 de junho de 1991 na cidade de Mirassol, filho de Adão Rodrigues da Silveira e Elisete Lourdes Gomes de Souza da Silveira, mas viveu sua infância e juventude em Cosmorama. Ele foi batizado em 15 de setembro de 1991 e crismado em 13 de novembro de 2011, ambos os sacramentos recebidos em Cosmorama. Ele estudou o Ensino Fundamental na Escola Municipal Ana Maria Segura de Cosmorama e o Ensino Médio na Escola Estadual Álvaro Duarte de Almeida, na mesma cidade. Sentindo o chamado de Deus, Murilo entrou para o Seminário Propedêutico em 2010 e para o Seminário Maior em 2011. Ele cursou Filosofia entre os anos de 2011 e 2013 e Teologia de 2014 a 2017 no Centro de Estudos Superiores Sagrado Coração de Jesus em Rio Preto.

O Seminarista fez estágio pastoral nas seguintes paróquias: Santo Antônio de Cosmorama em 2011, Nossa Senhora do Rosário em São José do Rio Preto em 2013, Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga em 2014 e Nossa Senhora de Fátima e São Benedito de Votuporanga desde 2015. No ano de 2012, ele atuou junto a Pastoral Carcerária Diocesana.

Em nossa paróquia, com a orientação do Padre Gilmar Margotto, Murilo auxiliou os trabalhos em diversas pastorais e movimentos, sendo muito prestativo e humilde, criando muitas amizades e deixando saudades. Como destaque, ele reorganizou a Pastoral dos Coroinhas, junto com a paroquiana Maria Odete. Rezemos pelo seminarista Murilo para que Deus fortaleça a cada dia sua vocação.

 

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Novena das quartas-feiras será transmitida pela Rádio 87,9FM

A partir desta quarta-feira, 20 de dezembro, a Santa Missa e Novena de Nossa Senhora Aparecida celebrada semanalmente às 15h na Catedral passará a ser transmitida ao vivo pela Rádio 87,9 FM de Votuporanga. Essa é uma ótima notícia para aqueles que estavam sentindo falta das transmissões da Novena nas últimas semanas.

Desde o dia 02 de fevereiro de 1966, a Novena Perpétua de Nossa Senhora Aparecida é transmitida por uma emissora de rádio de nossa cidade. Além da transmissão pela Rádio 87,9 FM, a Novena como todas as Missas celebradas na Catedral continuará sendo transmitida pela Web Rádio e TV Nossa Senhora Aparecida, em parceria com a Net Rubi.

Num mundo em que as pessoas usam cada vez mais as mídias sociais para se comunicarem, torna-se necessário que a Igreja também utilize os meios de comunicação para levar a Palavra de Deus a toda criatura.

Além da transmissão da Santa Missa pelo rádio e pela internet, desde o março de 2017, as Missas Dominicais das 7h30 passaram a ser transmitidas pela TV Unifev. Aos domingos, às 7h30, a Rádio Clube 92,1FM transmite o programa “A Voz da Igreja” com uma mensagem do Padre Gilmar. A Paróquia conta também com o site e uma página no facebook.

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Vaticano e Conselho de Igrejas se unem para combate contra xenofobia

O Vaticano e o Conselho Mundial de Igrejas (CMI) concluíram nesta sexta-feira, 15, um encontro de três dias em que exploraram maneiras de combater a xenofobia que é muitas vezes provocada e explorada por políticas populistas.

A Agência da ONU para Refugiados (UNHCR, sigla em inglês), em um relatório publicado recentemente, expôs respostas acerca da crise global de migração e refugiados, que são marcadas pelo medo enraizado na xenofobia e encorajado pela política populista.

A reunião de Roma foi organizada de forma conjunta com o CMI e pelo escritório do Vaticano para o Desenvolvimento Humano Integral, em colaboração com o Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. Entre seus objetivos está o planejamento de uma conferência mundial sobre essas questões, que será realizada de 21 a 24 de maio no próximo ano.

Entre os principais palestrantes na reunião deste evento se encontrava o Secretário-Geral do CMI, Reverendo Olav Fykse Tveit, que descreveu o encontro como uma oportunidade de aprofundar os temas relacionados à xenofobia, além de discutirem outros temas ligados a este assunto, como o racismo e violência em outros países.

O secretário-geral observou ainda que a xenofobia é um fenômeno complexo ligado à migração, mas também a desenvolvimentos econômicos recentes, à medida que as pessoas temem perder seus empregos e estabilidade financeira.

O Reverendo Fykse Tveit disse que é vital compreender as várias razões para a migração, incluindo aqueles que fogem das guerras, e evitar que os migrantes sejam “bodes expiatórios para tudo o que cria os problemas do mundo hoje”, disse.

Outro ponto importante, disse ele, é perceber o quanto já foi feito “para desenvolver valores e atitudes cristãs” em relação ao “estranho”. Ele observou como a carta de São Paulo aos romanos tratava os desafios de “ser um na Igreja quando somos tão diferentes”.

Embora tais notícias raramente façam as manchetes, o pastor luterano disse que houve uma “forte mobilização nas igrejas locais”, pois as comunidades de base respondem aos desafios de “como nos relacionamos com o nosso novo vizinho, com o novo colega de classe na escola?”

O reverendo salientou ainda que é importante desenvolver uma mensagem “realista” que leve em conta os medos das pessoas, mas que também se baseia em valores cristãos para encorajar mudanças nos comportamentos, abordagens e atitudes das pessoas.

A Conferência Mundial está planejada para maio do ano que vem e trabalhará de forma mais profunda nas análises e aprendizagens das experiências de cada um, mas também em uma estratégia para compartilhar essa mensagem, estabelecendo relações com todas as pessoas de boa vontade.

“Conhecemos os problemas daqueles que têm que encontrar um novo lar bem como os desafios para aqueles que os recebem, mas também sabemos muito sobre as capacidades dos seres humanos para encontrar novos caminhos de viver juntos e os valores que podem nos inspirar a fazê-lo “, findou Tveit.

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Conheça o Decreto de Criação de nossa Paróquia

Em 22 de dezembro de 1943, o bispo diocesano de São José do Rio Preto, Dom Lafayette Libanio, criou a primeira paróquia de Votuporanga, tendo como primeiro padroeiro São Pascoal Bailão. Três dias depois, em 25 de dezembro de 1943, a Paróquia foi solenemente instalada. Veja abaixo o Decreto de Criação de nossa Paróquia, extraído do Livro Tombo Paroquial:

 

“Por mercê” de Deus e da Santa Sé Apostólica, bispo de Rio Preto.

Aos que este Decreto virem saudações, paz e benção no Senhor.

Fazemos saber que, atendendo ao desenvolvimento da Capela de Votuporanga e considerando conter a mesma rendas suficientes para manter um pároco, depois de ouvido o parecer de nosso Conselho e do Reverendíssimo Vigário Encarregado da paróquia de Cosmorama, preenchidas todas as formalidades de direito – Havemos por bem, usando de nossas faculdades ordinárias, desmembrar definitivamente da Paróquia de Cosmorama o território que em seguida vai indicado, e nele pelo presente Decreto erigimos e canonicamente instituímos uma nova paróquia que se denominará São Pascoal Bailão de Votuporanga, com sede na povoação do mesmo nome e tendo limites correspondentes aos da atual zona distrital de Votuporanga. Limitada assim a nova paróquia, submetemos à jurisdição e ao cuidado do pároco, que para ela for nomeado e dos que lhe sucederem no cargo, os habitantes daquele território, aos quais mandamos que, tanto para o Reverendíssimo pároco como para a Fábrica da Igreja, contribuam religiosamente com emolumentos e oblações que respectivamente lhes sejam devidos por Estatutos, Leis, Costumes legítimos nesta nossa diocese. Ordenamos que o Reverendíssimo pároco funcione provisoriamente na Igreja de Nossa Senhora Aparecida sita em Votuporanga até que se construa a Matriz definitiva a qual gozará de todos os privilégios e insígnias que em direito cabem às igrejas matrizes. Pelo que concedemos à dita igreja matriz provisória de Votuporanga pleno direito e faculdade de ter sacrário onde se conserve o Augusto Sacramento da Eucaristia, com o necessário ornato e decência e uma lâmpada acesa dia e noite, bem como faculdade de ter batistério e Pia Batismal, Livros de Tombo e de Registros de Batismo, casamentos, óbitos e outros livros paroquiais e todos os demais direitos, honras e distinções de uma Igreja Paroquial. E considerando as circunstâncias peculiares desta diocese, de acordo com o Canon 454 §3 do Código de Direito Canônico, declaramos criada esta paróquia de Votuporanga. Damos portanto, por erigida e canonicamente instituída nesta nossa diocese a paróquia acima descrita, a qual terá por titular São Pascoal Bailão, cuja festa será celebrada anualmente, de acordo com as prescrições litúrgicas, no dia propício, com devoção e religiosos esplendor. Mandamos que este nosso Decreto seja lido em um domingo ou outro dia santificado à estação da Missa paroquial, tanto na Matriz de Votuporanga, como na de Cosmorama e cuidadosamente conservado no arquivo da paróquia Votuporanga. Seja o mesmo Decreto transcrito no livro competente de nossa Câmara Eclesiástica de Rio Preto, sob o nosso sinal e selo das nossas armas aos 22 de dezembro de 1943. E eu, padre José Joaquim Gonçalves, secretário do Bispado o subescrevi.

(ass) + Dom Lafayette Libanio, bispo diocesano.

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Relembre o que aconteceu em nossa paróquia neste ano de 2017

Estamos próximos do fim de mais um ano civil e nossos pensamentos já se dirigem para o novo ano que em breve se iniciará. Porém é preciso aproveitarmos este período para refletirmos sobre as nossas ações no ano de 2017 e agradecermos a Deus por todas as graças e bênçãos derramadas sobre a nossa caminhada paroquial e na vida de cada paroquiano.

Neste ano de 2017, pudemos viver intensamente a devoção mariana ao celebrarmos os 300 Anos de Aparecida e os 100 anos de Fátima. Com amor e dedicação trabalhamos ativamente neste primeiro ano como Diocese de Votuporanga, acolhendo fieis de diversas paróquias da região que estiveram na Catedral e nas nossas dependências paroquiais participando da Santa Missa e de Encontros Diocesanos. Entre as principais novidades, destaca-se a transmissão da Santa Missa pela TV Unifev aos domingos às 7h30, a criação do Grupo de Mães de Santa Mônica e a instalação de novos vitrais acima da porta principal da Catedral.

No campo pastoral, foram realizados 6 Cursos de Preparação para o Batismo para Pais e Padrinhos e 3 Cursos de Noivos; 36 casais receberam o Sacramento do Matrimônio e foram realizados 150 batizados; 74 adolescentes e crianças receberam o Sacramento da Crisma e 72 pessoas foram crismadas. Foram realizadas 168 Celebrações da Partilha nos Setores e 538 Missas na Catedral.

No campo social, continuamos nosso trabalho com as pessoas mais carentes. 660 gestantes e crianças foram atendidas pela Pastoral da Criança, 720 pessoas foram atendidas pelos Vicentinos e 450 pessoas em situação de rua receberam atendimento da Casa Abrigo.

Acesse o link abaixo e veja o vídeo com a Retrospectiva Paroquial e abaixo o que aconteceu em cada mês em nossa comunidade:

https://www.facebook.com/catedralnsaparecida/videos/1522429584507384/

 

Janeiro

22 anos de sacerdócio do Padre Gilmar

Início do Ano Jubilar dos 300 anos de Aparecida

 

Março

Campanha da Fraternidade

Missa da Quarta-feira de Cinzas

Mutirão de Confissões

24 horas para o Senhor

Chá Beneficente

Lançamento do Livro de Dom Paulo

Missa com Dom Paulo

 

Abril

Leilão de Gado

Transmissão da Santa Missa pela TV Unifev

Semana Santa

Domingo de Ramos 

Missa dos Santos Óleos

Missa do Lava Pés

Adoração

Celebração da Cruz

Vigília Pascal

Falecimento do Sr. José Margotto

 

Maio

100 anos de Fátima

Missa pelo Dia Mundial das Comunicações Sociais

Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos

Vigília pelos Mortos de AIDS

Coroação de Nossa Senhora

Criação do grupo Mães de Santa Mônica 

 

Junho

Corpus Christi

Alimentos para Barretos 

Lançamento da Revista Paroquial

Encontro Diocesano do Apostolado da Oração

 

Julho

Mês do Dízimo

Aniversário Natalício do Padre Gilmar

Missa com o Padre Nino 

 

Agosto

Mês Vocacional

Semana da Família

Encontro de Diocesano de Coroinhas

Encontro Diocesano de Catequistas

Formação regional sobre Liturgia

Missa dos Sacramentos da Eucaristia e Crisma de Adultos

Missa pelo Aniversário de Votuporanga

Aniversário Natalício de Dom Moacir

 

Setembro

Mês da Bíblia

Aniversário de Ordenação Diaconal do Lécio

Dia de Jejum e Oração pelo Brasil

6 anos de falecimento do Padre Edemur 

Encontro de Pais

Encontro de Mães

 

Outubro

Mês Missionário

Benção dos Animais

Novena da Padroeira

DNJ

Quermesse

Concurso Boneca e Boneco Vivos

Instalação de novos vitrais

Dia da Padroeira

Aniversário de Ordenação Episcopal de Dom Moacir

Aniversário de Instalação da Diocese

6 anos do Padre Gilmar como nosso pároco

 

Novembro

Missa do Sacramento da Eucaristia para os Adolescentes

Missa dos Sacramentos da Eucaristia e Crisma para os Adultos

Missa do Sacramento da Crisma aos Adolescentes

Campanha dos Brinquedos

Acolhida a Imagem Peregrina da Sagrada Família

 

Dezembro

Abertura Diocesana do Ano do Laicato

Entrega dos Brinquedos Arrecadados

30 anos de Ordenação Sacerdotal de Dom Moacir

74 anos de criação da Paróquia

 

 

 

 

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Paróquia da Catedral completará 74 anos

 Na próxima sexta-feira, 22 de dezembro, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida completa 74 anos de criação. A paróquia foi criada no dia 22 de dezembro de 1943, com decreto de Dom Lafayette Libanio, sendo desmembrada da paróquia de Cosmorama e instalada 3 dias depois, em 25 de dezembro.

 Ao criar a paróquia, Dom Lafayette a confiou sobre a proteção de São Pascoal Bailão. Após pedidos da comunidade paroquial, em 1947 o bispo confirmou Nossa Senhora Aparecida como padroeira da paróquia, em substituição a São Pascoal Bailão, pois antes da criação da paróquia havia a Capela de Nossa Senhora Aparecida. O primeiro pároco foi o franciscano Frei Francisco Xavier e desde 2011, a paróquia é administrada pelo padre Gilmar Margotto, o primeiro votuporanguense a ser pároco da comunidade. 

A Paróquia Nossa Senhora Aparecida foi a primeira a ser criada em Votuporanga e dela se originaram as demais. Além dos Frades Menores, a paróquia foi pastoreada por 30 anos pelos Freis Capuchinhos, cuja lembrança deixaram até hoje, principalmente o amado Frei Arnaldo e posteriormente pelos padres diocesanos. Entre as curiosidades, a paróquia teve como párocos 3 padres estrangeiros: o holandês Arthur Horsthuis, que anos depois se tornou o primeiro bispo de Jales, o alemão João Schultewalter e o italiano Nino Carta. 

Um grande marco nestes 74 anos foi a construção da Sé Catedral, cartão postal de nossa cidade, cuja construção foi iniciada em 1953 e inaugurada em 1958, desenhada em estilo neogótico e a única da região com duas torres. 

Ao longo desses anos, foram realizadas inúmeras atividades, com destaque para as Missas Solenes, encontros, retiros, quermesses, leilões. Muitas crianças e adultos receberam os sacramentos do Batismo, Eucaristia, Penitência, Crisma, Matrimônio e Unção dos Enfermos. Além disso, muitos padres foram ordenados na paróquia, entre eles o padre Gilmar, além da ordenação de diáconos permanentes, diáconos transitórios e profissões religiosas. Também passaram pela paróquia inúmeras pessoas que não mediram esforços e doaram suas vidas pela comunidade. 

Na área social, a Paróquia se destacou na criação do Lar São Vicente de Paulo, Centro Social, Damas da Caridade, Casa da Criança, Feira da Providência, Secretariado do Menor e hoje mantendo a Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús (Casa Abrigo) que acolhe muitos moradores em situação de rua, além do combate à desnutrição e mortalidade infantil desenvolvida pela Pastoral da Criança e o trabalho dos Vicentinos que auxiliam as famílias carentes. 

Com a criação da Diocese de Votuporanga em 2016, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida tornou-se a Paróquia da Catedral, sendo referência para as outras 27 paróquias das 25 cidades da diocese. 

Veja abaixo a lista dos párocos:

Frei Francisco Xavier (1943 – 1945) 

Frei Elias Hüppe (1945) 

Frei Meinrado Vogel (1945 – 1946) 

Padre Arthur Horsthuis (1946) 

Padre João Schulterwalter (1947 – 1953) 

Frei Gregório de Protásio Alves (1953 – 1956) 

Frei Ambrósio de Bebedouro (1956 – 1959) 

Frei Eusébio de Penápolis (1959 -1960) 

Frei Benjamin Maria de Piracicaba (1960 – 1964) 

Frei Anselmo de Taubaté (1964 – 1966) 

Frei Sérgio Maria de Capivari (1966 – 1969) 

Frei Cirilo Bergamasco ( 1969-1972; 1981) 

Frei Ismael Martignago (1972- 1975) 

Frei Tarcísio Paulino Leite (1975 – 1978) 

Frei Agostinho Thomazzela (1981 – 1983) 

Padre Nino Carta (1983 – 1991) 

Padre Edemur José Alves (1991 – 2011) 

Padre Gilmar Margotto (2011)

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Jovens da Paróquia entregaram brinquedos arrecadados

Os jovens do Grupo “Geração Luz” entregaram nos dias 09 e 14 de dezembro os brinquedos arrecadados durante o período de 11 de novembro a 03 de dezembro. Por meio da campanha, que já é tradicional em nossa paróquia foram arrecadados mais 400 brinquedos que foram distribuídas às crianças assistidas pela Pastoral da Criança que contou com a presença do Papai Noel, representado pelo paroquiano Chico. As crianças atendidas pela Casa da Criança também receberam brinquedos.

Durante a campanha, os paroquianos puderam doar brinquedos novos ou usados em bom estado, entregando-os na secretaria paroquial ou depositando-os nas caixas instaladas nas portas da Catedral.

A Campanha contou também com a colaboração da Catequese. Os adolescentes que receberam os sacramentos da Eucaristia e Crisma doaram brinquedos como gesto concreto. Os jovens do grupo participaram ativamente da campanha, separando os brinquedos arrecadados por sexo e faixa etária e embrulhando-os.

O Grupo de Jovens “Geração Luz” agradece a todos que colaboraram com campanha para que muitas crianças de nossa cidade tenham um Natal mais feliz.

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Alegria, oração e gratidão, é pedido do Papa para o Natal

“Alegria, oração e gratidão” são os três comportamentos indicados pelo Papa Francisco no Angelus deste domingo, 17. Para viver o Natal de modo autêntico, o Santo Padre convidou os cristãos, neste terceiro Domingo do Advento, a acolherem o espírito do Natal, que é a alegria.

Segundo o Papa, a liturgia dos últimos domingos suscitou uma postura de vigilância e de preparação para o caminho do Senhor, enquanto este domingo, o “domingo da alegria”, como é chamado, pede três comportamentos que são, na verdade, convites de São Paulo.

O primeiro, definido por Francisco como “alegria constante”, é um chamado a permanecer sempre na alegria, mesmo quando as coisas não acontecem segundo desejos próprios, tendo sempre em mente que a alegria profunda leva a paz.

“As angústias, as dificuldades e os sofrimentos atravessam a vida de cada um, todos nós as conhecemos; e tantas vezes a realidade que nos circunda parece ser inóspita e árida, semelhante a um deserto (…). Mas precisamente as palavras de [João] Batista revelam que a nossa alegria se baseia em uma certeza de que este deserto é habitado: ‘mas no meio de vocês – diz – está quem vós não conheceis’”, afirmou o Santo Padre.

Segundo o pontífice, Jesus, o enviado do Pai, vem – como sublinha Isaías – para levar a boa nova aos humildes, curar os corações doloridos, anunciar aos cativos a redenção, e aos prisioneiros a liberdade, e proclamar um ano de graças. A missão do Senhor no mundo, é de acordo com o Papa, a libertação do pecado e das escravidões pessoais e sociais que ele produz.

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A alegria caracteriza a espera do Messias, segundo Francisco, e a oração perseverante o estabelecimento de uma relação estável com Deus, que é a fonte da verdadeira alegria. “A alegria do cristão não se compra: não pode ser comprada; vem da fé e do encontro com Jesus Cristo, razão de nossa felicidade. E quanto mais estivermos arraigados em Cristo, quanto mais estivermos próximos a Jesus, tanto mais encontraremos a serenidade interior, mesmo em meio às contradições cotidianas”, afirmou.

De acordo com o Papa, o cristão que encontrou Jesus não pode ser um profeta do infortúnio, mas uma testemunha e um arauto da alegria. Uma alegria a ser compartilhada com os outros; uma alegria contagiosa que torna menos cansativo o caminho da vida.

O terceiro comportamento indicado por Paulo é apontado pelo pontífice como “ação de graças”, ou seja, o amor agradecido a Deus. “Ele, de fato, é muito generoso conosco, e nós somos enviados a reconhecer sempre seus benefícios, o seu amor misericordioso, a sua paciência e bondade, vivendo assim em um incessante agradecimento”, suscitou.

Ao final do Angelus, Francisco fez com que todos os fiéis presentes na Praça São Pedro repetissem constantemente os três convites de São Paulo – “alegria, oração e gratidão” -, e encerrou pedindo a intercessão da Virgem Maria, adjetivada como causa de alegria, não somente porque gerou Jesus, mas porque envia os fiéis continuamente a Ele.

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Em seu quinto aniversário como Papa, Francisco completa 81 anos

O Papa Francisco comemora neste domingo, 17, 81 anos. Na Sala Paulo VI, o Santo Padre iniciou as comemorações com as felicitações de um grupo de crianças assistidas pelo Dispensário Pediátrico “Santa Marta”, que assopraram as velas do bolo junto a Francisco e o abraçaram em sinal de carinho e festejo.

A “festa” transferiu-se mais tarde para a Praça São Pedro no encontro com os milhares de peregrinos de todas as partes do mundo no Angelus, em especial, os jovens e crianças presentes para a tradicional benção dos "Bambinelli" — o Menino Jesus — a serem colocados nos presépios em suas casas.

Além das felicitações ao Papa Francisco no Vaticano, bispos e fiéis de todo o mundo manifestaram mensagens de carinho ao pontífice. No ano passado o Papa Francisco festejou os seus 80 anos almoçando com pessoas sem moradia fixa, convidados à sua residência, a Casa Santa Marta. Depois, na Missa com os cardeais, recordou que “um pouco de bom humor o ajuda a seguir em frente”.

Em 17 de dezembro de 2015 o Papa festejou seu aniversário junto aos jovens da Ação Católica, exortando-os a percorrer o caminho do bem, do perdão, da paz e da solidariedade. No ano precedente seu aniversário era em uma quarta-feira, dia de Audiência Geral, e como presente pelo seu 78º aniversário, centenas de bailarinos dançaram tango na Praça São Pedro. Em dezembro de 2013, por sua vez, Francisco convidou para a Missa na Santa Marta alguns moradores de rua, que depois almoçaram com ele no refeitório da Domus Santa Marta.

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