Notícias - Catedral Votuporanga-SP
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Semana Nacional da Família termina neste domingo com show de Paulinho Ribeiro

A Semana Nacional da Família, que teve início no último domingo (12) e é realizada em todas as paróquias de Votuporanga, termina neste domingo (19) com o show de Paulinho Ribeiro, às 20h30, na Concha Acústica “Professor Geraldo Alves Machado”.

Na Catedral Nossa Senhora Aparecida serão celebradas três missas durante o dia. A reflexão será sobre a “espiritualidade e oração na vida espiritual”. As missas serão celebradas às 7h30 e 10h pelo padre Gilmar Margotto. A missa das 19h será presidida por Dom Moacir Aparecido de Freitas e concelebrada pelos padres de Votuporanga.

Logo após, todas as paróquias se reúnem na Concha Acústica para acompanhar a apresentação do cantor e pregador de São José do Rio Preto, Paulinho Ribeiro.

Paulinho Ribeiro já se apresentou em muitos lugares do Brasil e também fora do país. A carreira profissional é marcada por grandes vitórias: um compacto duplo, um LP, 6 cds e um DVD, além do lançamento de um novo CD e DVD para comemorar os 30 anos de música católica.

O padre Gilmar Margotto falou sobre a Semana Nacional da Família na Catedral. “A Semana da Família foi celebrada na catedral com ótima participação dos fiéis. A escolha do Paulinho Ribeiro foi pelo seu testemunho de família e comprometimento com o evangelho e pelas boas canções para comunidade”, afirmou.

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1º Desperta Jovem Diocesano acontecerá nesse domingo na Santa Luzia

“Jovem, ouça a Minha voz”, esse é o tema do 1º Desperta Jovem Diocesano. O evento será nesse domingo, dia 19 de agosto, no Centro de Eventos da Paróquia Santa Luzia, de Votuporanga, com início às 14 horas e encerrando com a Santa Missa. Não é necessária a inscrição e a entrada é totalmente gratuita.

A programação envolverá pregações, testemunhos, música, animação, dança e interações artísticas, além de diversas novidades que estão sendo preparadas em unidade com as Paróquias da cidade. A animação ficará por conta do Ministério de Música Lectus e dos grupos de jovens das Paróquias Santa Luzia, São Bento, Santa Joana, São Cristóvão e São Benedito e Nossa Senhora de Fátima. Haverá ainda sorteio de brindes. 

O evento traz a proposta de reunir a juventude numa tarde de oração, animação e louvor a Deus, como resposta ao chamado que o Senhor faz a cada dia, proporcionando um momento de unidade, partilha e vivência entre os participantes. A realização é da Pastoral Vocacional da Diocese de Votuporanga.

“Toda a proposta do encontro está voltada em promover um novo laço entre nossa juventude e Deus, isso tudo a partir de uma dinâmica criativa e com animação, que é uma característica dos jovens. Do início ao fim teremos surpresas, resultado de uma grande equipe que vem se dedicando para que o Desperta Jovem se torne realidade”, destaca o padre assessor da Pastoral, Marcos Antônio de Oliveira.

Caravanas estão sendo organizadas de diversas cidades da Diocese, basta procurar seu grupo de jovens para participar. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (17) 99729 5466 ou também na página no Facebook: www.facebook.com/DespertaJovemVotuporanga.

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Coro Municipal de Fernandópolis se apresenta na Catedral de Votuporanga nesta quarta-feira

A Catedral Nossa Senhora Aparecida, da Diocese de Votuporanga, recebe nesta quarta-feira o Coro Municipal de Fernandópolis, que estará pela primeira vez na cidade. A apresentação será realizada após a missa, que tem como reflexão “a vocação da família à santidade”, às 19h30, durante a Semana Nacional da Família. A celebração será presidida pelo pároco da Catedral, Gilmar Margotto.

De acordo com o padre, o convite foi feito ao grupo após os integrantes manifestarem interesse de se apresentarem na Catedral. “Conheci o maestro Sandro e sabendo que tinham interesse eu convidei”, explicou.

Segundo o maestro Sandro Muniz, responsável pelo Coro Municipal de Fernandópolis, oito canções foram preparadas para a apresentação na Catedral. “No repertório, teremos canções como Hallelujah (L. Cohen), Salmo 150 (Ernani Aguiar) e Estrada do Sul (Tom Jobim). É a primeira vez que nos apresentamos em Votuporanga e esperamos que o público goste”, afirmou.

O maestro ainda informou que o Coro Municipal de Fernandópolis iniciou suas atividades em 12 de abril de 2016 e atualmente tem aproximadamente 30 membros. “O objetivo do grupo é incentivar e promover a prática do Canto Coral em Fernandópolis e em toda a região por meio de apresentações abertas e gratuitas, ampliando a oportunidade de acesso do público a este estilo musical. O coro executa peças do erudito ao popular e já realizou desde a sua criação dezenas de apresentações”, disse.

 

Semana Nacional da Família

A Semana Nacional da Família é realizada em todas as paróquias de Votuporanga até o dia 19 de agosto (domingo). Na Catedral Nossa Senhora Aparecida, a abertura oficial foi realizada no domingo (12) com a reflexão do tema geral pelo bispo diocesano Dom Moacir Aparecido de Freitas.

Nesta quarta-feira (15), também haverá missa, às 15h, com o padre Luiz Carlos Marton. Na quinta-feira (16), o padre Gilmar Margotto presidirá a missa às 19h30 com a reflexão “a vivência do amor no matrimônio e na família”. Na sexta-feira (17), o padre Roberto Bocalete celebrará a missa às 19h30 com a reflexão “a fecundidade do amor na família". 

No sábado (18), o padre Gilmar Margotto celebra a missa às 19h com a reflexão “anunciar o Evangelho na família”. No domingo (19), a reflexão será sobre a “espiritualidade e oração na vida espiritual”. As missas serão celebradas às 7h30 e 10h pelo padre Gilmar Margotto. A missa das 19h será presidida por Dom Moacir Aparecido de Freitas e concelebrada pelos padres de Votuporanga.

O encerramento da Semana Nacional da Família será com o show de Paulinho Ribeiro, às 20h30.

Mais informações podem ser obtidas pelo site www.nossasenhoravotuporanga.com.br, pelo e-mail igrejamatrizvotu@gmail.com e/ou pelo telefone (17) 3421-6245.

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Pastoral da Criança de Votuporanga: um trabalho de amor à vida

A motivação da missão da Pastoral da Criança é um grande amor à vida, sobretudo onde a vida encontra-se mais frágil. É um organismo de ação social da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), com reconhecimento no mundo inteiro pelo seu trabalho na saúde, nutrição e educação da criança, do ventre materno aos seis anos de vida, com suas famílias e comunidades. Foi criada em 1983 pela médica pediatra e sanitarista Dra. Zilda Arns Neumann (in memoriam) e em Votuporanga existe desde o ano de 1994.

Este trabalho voluntário está presente em todo o Brasil, auxiliando na diminuição da mortalidade infantil. Na Diocese de Votuporanga, cerca de 280 crianças são acompanhadas pela Pastoral da Criança, em 8 paróquias.

Agnalda Cardoso foi coordenadora da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, por cerca de 13 anos. Hoje ela continua participando do projeto, mas não exerce mais a função de coordenadora. “A Pastoral da Criança atua nas famílias e comunidades. As líderes pertencem à comunidade. Recebem treinamento para este trabalho voluntário, para a mobilização das famílias em atividades de combate à mortalidade infantil e de melhoria da qualidade de vida familiar”, explicou.

Segundo Agnalda, em cada paróquia existem de 4 a 6 pessoas, as chamadas líderes, que participam da Pastoral da Criança. “O trabalho da líder é o de acompanhar gestantes e crianças carentes de até seis anos de idade, ensinando as mães e demais familiares ações básicas de saúde, nutrição e educação. Visita e acompanha as famílias que tenham gestantes e crianças, sendo presença e apoio constantes. Importante salientar que a Pastoral não tem finalidade assistencial”, completou.

Os voluntários que participam da ação social se fazem próximos da vida das mães gestantes, das famílias, visita, ouve, aconselha, consola, ajuda a encaminhar para a comunidade de fé e, também, para as entidades que possam ajudar. “Todo mundo pode participar, basta ir até a sua paróquia e se inscrever. Depois disso as pessoas passam por uma capacitação de 40h, onde o Guia do Líder é estudado. A partir de então já é possível fazer parte da Pastoral, não temos distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político, qualquer um pode ser voluntário ou ser atendido pela Pastoral”, ressaltou.

A Pastoral da Criança iniciou suas atividades em Votuporanga em 1994. “A ação tem ajudado a salvar muitas vidas, combatendo a desnutrição e outras doenças infantis. As líderes voluntárias visitam as famílias assistidas prestando assistência espiritual e orientando em ações básicas. Mensalmente, realiza-se a Celebração da Vida com a pesagem das crianças em sede própria e também são passadas mais informações aos familiares sobre os cuidados com as crianças”, finalizou Agnalda.

Fonte: Jornal A Cidade (Edição especial de aniversário de 81 anos de Votuporanga - 08/08/2018)

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Dom José Reginaldo Andrietta celebra missa na Catedral de Votuporanga

Pela primeira vez, o bispo da Diocese de Jales, Dom José Reginaldo Andrietta, presidirá uma missa na Catedral Nossa Senhora Aparecida, da Diocese de Votuporanga. A missa será celebrada na segunda-feira (13), às 19h30, durante a programação da Semana Nacional da Família, que tem como tema “O Evangelho da família, alegria para o mundo”.

Durante a missa, o bispo fará a reflexão sobre “a vivência da família à luz da Palavra de Deus” aos fiéis que estarão presentes.

Segundo o pároco da Catedral, Gilmar Margotto, a vinda de Dom José Reginaldo Andrietta é muito importante para Votuporanga. “É um bispo novo, da diocese vizinha e é a primeira vez que presidirá missa na Catedral de Votuporanga. Ele tem vasto conhecimento da teologia da igreja, do magistério e da realidade social em que vivemos. O bispo abordará o tema ‘a vivência da família à luz da Palavra de Deus’ e falará para toda comunidade e toda família, mas com participação especial dos pais”, afirmou o padre.

Dom José Reginaldo Andrietta nasceu no dia 7 de março de 1957 e é natural de Pirassununga (SP). Ele foi nomeado bispo para a Diocese de Jales, pelo papa Francisco, no dia 21 de outubro de 2015. Sua ordenação Episcopal foi realizada no dia 27 de dezembro de 2015, em Americana (SP), na Basílica Santuário Santo Antonio de Pádua. Sua posse na Diocese de Jales ocorreu no dia 31 de janeiro de 2016. Seu lema Episcopal é: “A Serviço do Bem Comum”.

 

Semana Nacional da Família

A Semana Nacional da Família será realizada em todas as paróquias de Votuporanga, de 12 a 19 de agosto. Na Catedral Nossa Senhora Aparecida, da Diocese de Votuporanga, a abertura oficial será neste domingo (12) com a reflexão do tema geral. O bispo diocesano Dom Moacir Aparecido de Freitas celebrará a missa às 7h30. O padre Gilmar Margotto celebrará as missas às 10h e às 19h.

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Catedral celebrará Semana Nacional da Família

A Catedral Nossa Senhora Aparecida, da Diocese de Votuporanga, celebrará do dia 12 a 19 de agosto a Semana Nacional da Família. Neste ano, o tema é “O Evangelho da família, alegria para o mundo”. A abertura oficial será no domingo (12) com a reflexão do tema geral. O bispo diocesano Dom Moacir Aparecido de Freitas celebrará a missa às 7h30. O padre Gilmar Margotto celebrará as missas às 10h e às 19h.

Na segunda-feira (13), a missa será presidida pelo bispo de Jales, Dom José Reginaldo Andrietta, às 19h30. A reflexão será sobre “a vivência da família à luz da Palavra de Deus”. Na terça-feira (14), será presidida a missa de Cura e Libertação, às 19h30, pelo padre Marcos Vinicius Cavallini, que fará a reflexão sobre “a família e desafios atuais”.

Na quarta-feira (15), serão presididas duas missas com a reflexão sobre “a vocação da família à santidade”. A primeira será celebrada pelo padre Luiz Carlos Marton, às 15h. A segunda será às 19h30, pelo pároco da Catedral padre Gilmar Margotto. Após a missa, o Coro Municipal de Fernandópolis se apresentará na Catedral.

Na quinta-feira (16), o padre Gilmar Margotto presidirá a missa às 19h30 com a reflexão “a vivência do amor no matrimônio e na família”. Na sexta-feira (17), o padre Roberto Bocalete celebrará a missa às 19h30 com a reflexão “a fecundidade do amor na família.

No sábado (18), o padre Gilmar Margotto celebra a missa às 19h com a reflexão “anunciar o Evangelho na família”. No domingo (19), a reflexão será sobre a “espiritualidade e oração na vida espiritual”. As missas serão celebradas às 7h30 e 10h pelo padre Gilmar Margotto. A missa das 19h será presidida por Dom Moacir Aparecido de Freitas e concelebrada pelos padres de Votuporanga.

O encerramento da Semana Nacional da Família será com o show de Paulinho Ribeiro, às 20h30.

Mais informações podem ser obtidas pelo site www.nossasenhoravotuporanga.com.br, pelo e-mail igrejamatrizvotu@gmail.com e/ou pelo telefone (17) 3421-6245.

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Seminaristas participam de retiro na Arquidiocese de Aparecida

Seminaristas da Diocese de Votuporanga estiveram no mês de julho, de 23 a 27, na Arquidiocese de Aparecida para participarem do 33º Retiro Nacional para Seminaristas (RENASEM) São Paulo promovido pelo Ministério para Seminaristas da Renovação Carismática Católica de São Paulo. Participaram os seminaristas Ancelmo José Lio, Bruno Luiz Santos Silva, Eduardo da Costa Ribeiro, Guilherme Oliveira Poloni, Renan Leite Bernardo e Rogério Batista Rosa.

O retiro de 2018 aconteceu na Fazenda da Esperança, na Arquidiocese de Aparecida, promovendo momentos de oração, fraternidade, partilha e missão com 125 seminaristas de diferentes dioceses do estado e também religiosos, padres e bispos. A programação incluiu visita monitorada ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, momento mariano e de efusão do Espírito Santo, celebração penitencial, vigília de Pentecostes e Eucarística.

O diferencial dessa edição foi a missão que aconteceu na própria Fazenda da Esperança, que trabalha na recuperação de dependentes químicos. Além de envolver o gesto concreto de arrecadação de sabonete e creme dental, os seminaristas participaram das atividades cotidianas junto aos atendidos, se tornando todos um, numa verdadeira comunhão de espiritualidades, já que a Fazenda segue o carisma do Movimento Focolares.

“Tivemos a oportunidade de conhecer de perto essa obra de amor e carinho de Deus para com as pessoas que ao longo de suas trajetórias acabaram tentando suprir ‘vazios existenciais’ por meio das drogas. A fazenda leva a esperança, um novo motivo para não desistir: a presença de Deus”, destaca Renan. Enquanto Eduardo acrescenta que “vivenciar o trabalho com esses irmãos foi a melhor maneira que Deus poderia ter utilizado para quebrar todos os preconceitos já formados em relação a eles. Jesus utiliza-se de muitos meios para nos ensinar, a vermos as coisas de outra maneira”.

O seminarista Guilherme ressalta a contribuição do retiro para sua caminhada. “Participar do RENASEM foi de suma importância, tanto em âmbito vocacional, como humano. O tema do retiro ‘pela misericórdia do Senhor seremos restaurados’, veio verdadeiramente para nos reconstruir e dar-nos ânimo para continuarmos nossa caminhada vocacional.”

O seminarista Ancelmo José aproveita para agradecer a todos que ajudaram para que essa experiência se tornasse realidade. “Participarmos de tamanha graça e experiência junto aos atendidos da Fazenda da Esperança apenas foi possível diante do apoio de nosso bispo Dom Moacir e da Renovação Carismática da Diocese de Votuporanga. Dessa maneira, deixamos nossa gratidão e carinho e que todo o auxílio dado seja revertido por bênçãos de Deus”.

O retiro teve como pregador Dom Edmilson Amador Caetano, bispo de Guarulhos, que trabalhou a partir do documento Ratio Fundamentalis. A programação contou ainda com a presença de André Luis dos Santos, coordenador do Ministério para Seminaristas Nacional; padre Alexandre Monteiro, da Diocese de Bragança Paulista; Irmã Zélia, da Copiosa Redenção; padre Benedito Hércules Daniel, da Arquidiocese de São Paulo; Dom Antônio Carlos Altieri, SDB, Arcebispo emérito de Passo Fundo; Dom Pedro Luiz Stringhini, bispo de Mogi das Cruzes e Dom Tomé Ferreira da Silva, bispo de São José do Rio Preto.

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Diocese de Votuporanga promove 1º Desperta Jovem esse mês

A Diocese de Votuporanga promove nesse mês de agosto o 1º Desperta Jovem. O evento com o tema “Jovem, ouça a Minha voz” pretende reunir a juventude de toda a Diocese numa tarde de oração, animação e louvor a Deus, como resposta ao chamado que o Senhor faz a cada dia, proporcionando um momento de unidade, partilha e vivência entre os participantes.

O encontro será no dia 19 de agosto de 2018, no Centro de Eventos da Paróquia Santa Luzia, de Votuporanga, com início às 14 horas e encerrando com a Santa Missa. Não é necessária a inscrição e a entrada é totalmente gratuita. A programação envolverá pregações, testemunhos, música, animação, dança e interações artísticas, além de diversas novidades que estão sendo preparadas em unidade com as Paróquias da cidade.

A realização do 1º Desperta Jovem é da Pastoral Vocacional Diocesana e de acordo com o padre assessor, Marcos Antônio de Oliveira, será uma oportunidade de intimidade com Deus. “Toda a proposta do encontro está voltada em promover um novo laço entre nossa juventude e Deus, isso tudo a partir de uma dinâmica criativa e com animação, que é uma característica dos jovens. Do início ao fim teremos surpresas, resultado de uma grande equipe que vem se dedicando para que o 1º Desperta Jovem se torne realidade.”

Padre Marcos aproveita para reforçar o convite às Paróquias da Diocese. “Não podemos negar esse momento para nossa juventude, sendo assim, se organize com seu grupo e monte sua caravana para participar do encontro e testemunhar tudo que o Senhor vem conduzindo para o dia.”

Além disso, os grupos de jovens podem contribuir enviando vídeos com um convite para o encontro. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (17) 99729 5466 ou também na página no Facebook: www.facebook.com/DespertaJovemVotuporanga.

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Dia dos Pais

Ser pai não é apenas gerar vidas.
Ser pai é muito mais, é estar ali, presente, marcando todos os momentos e contribuindo para a alegria da família.

Ser pai é participar, regando com carinho, amor e atenção, o fruto novo que necessita de cuidados para que possa se desenvolver e crescer saudável.

Ser pai é acompanhar todos os passos do filho, oferecendo, além de carinho e amor, segurança, bem-estar, educação e lazer.
Ser pai é conduzir o filho pelas veredas da vida, apontando o que é bom e o que é ruim. Ensinando que a vida é tão boa de se viver, e que cabe a nós dar rumo certo a ela.

Ser pai é promover o ensinamento e a educação da fé, mostrando a bondade e o amor de Deus para com a humanidade e que podemos e devemos imita-lo, sendo seus seguidores e promotores da paz.

Ser pai é ser amigo, companheiro, compreensivo e confidente, é saber escutar com o coração aberto. É estender a mão, não só na alegria, mas, principalmente nas adversidades.
Ser pai é carregar o filho no colo, brincar, correr, pular. É encher de alegria o pequenino ser. É também corrigir, sem, contudo, ofender a integridade física, fazendo com que o filho aprenda a ter respeito e não medo.

Ser pai é amar de corpo e alma, assim como Deus ama a cada um de nós, seus filhos. Ser pai é enxergar no sorriso do filho, uma bênção de Deus e a alegria da vida.

Ser pai é saber, juntamente com o filho, pintar a vida com as cores da felicidade. Ser pai é entender a criação como obra-prima de Deus e um presente Dele para conosco.

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Missa pelo aniversário de Votuporanga será dia 08/08 às 19h30

Na próxima quarta-feira, 8 de agosto, será celebrada às 19h30 na Sé Catedral Nossa Senhora Aparecida a Santa Missa em Ação de Graças pelo aniversário de 81 anos de Votuporanga. A Santa Missa será presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas, e deverá contar com a presença das autoridades civis e religiosas de nossa cidade e comunidade em geral.

Será uma grande oportunidade para agradecermos a Deus pela cidade em que vivemos e pedirmos as bênçãos dos céus para a vida de todos os votuporanguenses. 

Votuporanga foi inaugurada no dia 8 de agosto de 1937 . A grande festa contou com a presença de centenas de pessoas de todas as classes sociais vindas de localidades vizinhas. Durante a solenidade, foi levantado o cruzeiro, marco simbólico da fundação da cidade. Padre Isidoro Cordeiro Paranhos, representante do bispado de São José do Rio Preto celebrou a missa campal num altar improvisado ao redor do cruzeiro.

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Dom Hoepers: “O direito a vida é o mais fundamental de todos os direitos”

Desde que foi nomeado como bispo para a diocese de Rio Grande (RS) em 17 de fevereiro de 2016, dom Ricardo Hoepers elegeu a inspiração bíblica: “Escolhe, pois a vida” (Dt 30, 19) como seu lema episcopal. Não se trata de uma escolha aleatória. Sua trajetória como religioso e bispo da Igreja Católica vem sendo marcada por essa escolha. Com formação acadêmica voltada para a área da Teologia Moral e Bioética e doutorado na faculdade Alfonsiana, em Roma, ele integra o esforço que o Regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vem fazendo na Promoção e Defesa da Vida, na articulação de um Observatório de Bioética junto as Universidades Católicas e outras instituições de ensino superior.

Dom Hoepers é autor do livro “Teologia moral no Brasil: um perfil histórico” e possui uma atuação na área da saúde, em Curitiba (PR), desde quando atuava como padre, na área hospitalar e participado dos Comitês de Ética em Pesquisa com seres Humanos e Comitês de Bioética. Estes fatos o credenciaram a representar a CNBB em seminário promovido pela Câmara dos Deputados sobre a Arguição de Preceito Fundamental (ADPF) nº 442 sobre a “Descriminalização do Aborto”, em maio deste ano. E agora novamente, por 10 minutos, o religioso representará a entidade no dia 6 de agosto, na segunda parte da audiência pública sobre o mesmo tema promovida pelo Supremo Tribunal Federal. O ponto central de sua defesa, como informou ao Portal da CNBB, é o argumento defendido pela Igreja Católica no Brasil em nota da CNBB, de 11 de abril de 2017: “defender a vida na sua integralidade, inviolabilidade e dignidade, desde a concepção até a morte natural”. Na ocasião, o religioso representará a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB. Acompanhe abaixo como o religioso está se preparando para este momento para representar a Igreja no Brasil no STF.

Qual vai ser o centro da sua estratégia de argumentação oral na defesa do ponto de vista da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil na audiência pública no dia 6 de agosto?

Terei 10 minutos para explicitar as razões pelas quais somos contra a descriminalização do aborto. O ponto central está na Nota da CNBB de 11 de abril de 2017, “Pela vida, contra o aborto”, onde estão presentes os fundamentos de nossa posição: “defender a vida na sua integralidade, inviolabilidade e dignidade, desde a concepção até a morte natural”.

O direito a vida é o mais fundamental de todos os direitos e, por isso, em primeiro lugar, não se trata de um discurso religioso ou fundamentalista por parte da Igreja. Mas, se trata de uma verdade científica, que reconhece e comprova o início da vida na concepção. Quando falamos em 12 semanas, significa a 12ª semana do desenvolvimento de uma vida humana, com um coração batendo, rins, estômago, fígado funcionando. É uma vida frágil, vulnerável que não tem como se defender.

A natureza humana preparou no ventre da mulher o lugar mais adequado e seguro para a fase inicial da nossa vida. Dizer que a gestação é uma imposição/obrigação que compromete a liberdade da mulher é o argumento mais estranho à razão humana, pois todos os que defendem esse argumento só o fazem porque um dia puderam nascer. É desproporcional, injusto e irracional defendermos um crime contra a nós mesmos definindo até a etapa quando se pode interromper essa vida. É desproporcional porque a mulher tem muitas maneiras de exercer sua autonomia, mas a criança só tem uma possibilidade para vir a nascer. É injusto porque se trata de uma vida independente e autônoma contra uma vida indefesa e inocente. É irracional porque estamos sendo permissivos contra nossa própria natureza colocando em risco a vida nascente das futuras gerações.

Aborto, do latim, ab ortus (privação do nascer), é um atentado contra à vida e, segundo o Papa São João Paulo II, “o aborto direto, isto é, desejado como fim e como meio, constitui sempre uma desordem moral grave, enquanto morte deliberada de um ser humano inocente”(EV 62), um crime hediondo, assim como serão hediondos todos os outros crimes contra a vida humana nas diferentes fases ou situações de vulnerabilidade como o embrião, o feto, a criança, o jovem, o idoso, a pessoa com deficiência, etc. Nossa posição é da vida plena, do cuidado, do direito à dignidade, não pelas nossas qualidades, mas pela sacralidade da nossa vida: “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10).

A maior parte dos expositores, pelas informações já disponibilizadas, representa grupos ligados à defesa da legalização do aborto. Isto não cria uma assimetria na defesa dos argumentos?

É difícil compreender esse processo e os critérios que definiram a escolha desproporcional das posições que representam a sociedade brasileira. É difícil aceitar que instituições de interesse internacional tenham prioridade sobre as nossas instituições e sobre a nossa legislação. É difícil compreender que um assunto de tamanha relevância se limite a dois dias de argumentações.

Lembramos que o tema não deveria estar sendo discutido no âmbito do Judiciário e sim no Legislativo. Nós temos todo um histórico de debate sobre o aborto na Câmara dos Deputados que foram legitimamente escolhidos para nos representar na definição das leis e de suas prerrogativas. Mas a condução do tema da descriminalização do aborto tomou um rumo estranho ao caminho democrático de modo que, o Supremo Tribunal Federal, desprezando e desconsiderando o papel bicameral do nosso Legislativo, tomou para si essa responsabilidade.

Como bispo católico qual o caminho o senhor indicaria às mulheres que estão vivendo o processo de gravidez e, por algum motivo, já pensaram ou pensam abortar? O que a Igreja pode fazer por mulheres que enfrentam esta situação concreta?

O aborto não é uma conquista, mas é um drama social que corrói as mesmas raízes da convivência humana: isso deve ser prevenido com meios adequados. Por isso é importante políticas públicas protetivas à mulher, dando à ela segurança e acompanhamento necessários. O Papa São João Paulo II na Encíclica Evangelium Vitae deu sua mensagem às mulheres, de modo que pede que não caiam no desânimo e não abandonem a esperança. As mulheres podem ser as artífices de um novo olhar sobre a vida humana (EV, 99): “Um pensamento especial quereria reservá-lo para vós, mulheres, que recorrestes ao aborto. A Igreja está a par dos numerosos condicionalismos que poderiam ter influído sobre a vossa decisão, e não duvida que, em muitos casos, se tratou de uma decisão difícil, talvez dramática. Provavelmente a ferida no vosso espírito ainda não está sarada. Na realidade, aquilo que aconteceu, foi e permanece profundamente injusto. Mas não vos deixeis cair no desânimo, nem percais a esperança. Sabei, antes, compreender o que se verificou e interpretai-o em toda a sua verdade. Se não o fizestes ainda, abri-vos com humildade e confiança ao arrependimento: o Pai de toda a misericórdia espera-vos para vos oferecer o seu perdão e a sua paz no sacramento da Reconciliação. A este mesmo Pai e à sua misericórdia, podeis com esperança confiar o vosso menino. Ajudadas pelo conselho e pela solidariedade de pessoas amigas e competentes, podereis contar-vos, com o vosso doloroso testemunho, entre os mais eloquentes defensores do direito de todos à vida. Através do vosso compromisso a favor da vida, coroado eventualmente com o nascimento de novos filhos e exercido através do acolhimento e atenção a quem está mais carecido de solidariedade, sereis artífices de um novo modo de olhar a vida do homem.”

Pelo Brasil, a cada dia, crescem as iniciativas pró-vida com casas de acolhida. Essas iniciativas já estão demonstrando que é muito mais eficaz e salutar à mãe (mulher), salvaguardar a criança (nascituro), do que dar a essas mulheres um trauma e um drama pelo resto de suas vidas. Destaco algumas delas: Casa Pró-vida Mãe Imaculada, em Curitiba (PR), Casa Luz, em Fortaleza (CE), Casa mater Rainha da Paz, Canoinhas (SC), Associação Guadalupe, em São José dos Campos (SP), Casa da Gestante Pró-Vida São Frei Galvão, em Nilópolis (RJ), Pró-Vida de Anápolis, em Anápolis (GO) e Comunidade Santos Inocentes, em Brasília (DF).  Que sejamos capazes de acolher, cuidar, promover e defender a vida, pois, acima de tudo, o nosso Deus se fez criança e quis nascer de uma mulher. Que Nossa Senhora Aparecida proteja as mães e as crianças que estão por nascer. Amém.

 

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Papa altera parágrafo do Catecismo sobre pena de morte

A Santa Sé anunciou nesta quinta-feira, 2, a nova redação do parágrafo 2267 do Catecismo da Igreja Católica, trecho que mostra a posição da Igreja sobre a pena de morte. A alteração foi aprovada pelo Papa Francisco. O objetivo da reformulação deste parágrafo é, segundo o Presidente da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Luis Francisco Ladaria, tornar cada vez mais claro o posicionamento da Igreja acerca do respeito a toda a vida humana. (Confira a nova redação do parágrafo ao final do texto).

“Se, de fato, a situação política e social do passado tornava a pena de morte um instrumento aceitável para a proteção do bem comum, hoje a consciência cada vez maior de que a dignidade de uma pessoa não se perde nem mesmo depois de ter cometido crimes gravíssimos, a compreensão aprofundada do sentido das sanções penais aplicadas pelo Estado e o desenvolvimento dos sistemas de detenção mais eficazes que garantem a indispensável defesa dos cidadãos, contribuíram para uma nova compreensão que reconhece a sua inadmissibilidade e, portanto, apela à sua abolição”, afirmou o cardeal Ladaria em carta aos bispos da Igreja Católica.

O ensinamento da Carta encíclica Evangelium vitae, de João Paulo II foi, segundo Cardeal Ladaria, um importante documento utilizado por Francisco no novo trecho sobre a pena de morte. “O Santo Padre incluiu entre os sinais de esperança de uma nova civilização da vida ‘a aversão cada vez mais difusa na opinião pública à pena de morte, mesmo vista só como instrumento de “legítima defesa” social, tendo em consideração as possibilidades que uma sociedade moderna dispõe para reprimir eficazmente o crime, de forma que, enquanto torna inofensivo aquele que o cometeu, não lhe tira definitivamente a possibilidade de se redimir’.”, afirmou.

Desde João Paulo II, o cardeal recordou que os esforços para a abolição da pena de morte e o apelo ao respeito à dignidade da pessoa são sucessivos entre os Pontífices. Dom Ladaria recordou Bento XVI, que teve seu pontificado marcado por pedidos voltados aos responsáveis da sociedade para a necessidade da eliminação da pena capital, e agora Francisco, que ao pedir a revisão da formulação do Catecismo da Igreja Católica, reafirmou que a pena de morte é inadmissível porque atenta contra a inviolabilidade e dignidade da pessoa.

A nova formulação do parágrafo 2267 do Catecismo, expressa, de acordo com o cardeal Ladaria, um autêntico desenvolvimento da doutrina, que não está em contradição com os ensinamentos anteriores do Magistério. A iniciativa impulsionará, segundo o cardeal, um firme compromisso e diálogo respeitoso com as autoridades políticas, uma mentalidade que reconheça a dignidade de toda vida humana e a criação de condições que permitam eliminar o instituto jurídico da pena de morte, em vigor em alguns países. “O Evangelho nos convida à misericórdia e à paciência do Senhor, que oferece a todos, tempo para se converterem”, reiterou.

Confira a nova redação do parágrafo 2267:

2267. Durante muito tempo, considerou-se o recurso à pena de morte por parte da autoridade legítima, depois de um processo regular, como uma resposta adequada à gravidade de alguns delitos e um meio aceitável, ainda que extremo, para a tutela do bem comum.

Hoje vai-se tornando cada vez mais viva a consciência de que a dignidade da pessoa não se perde, mesmo depois de ter cometido crimes gravíssimos. Além disso, difundiu-se uma nova compreensão do sentido das sanções penais por parte do Estado. Por fim, foram desenvolvidos sistemas de detenção mais eficazes, que garantem a indispensável defesa dos cidadãos sem, ao mesmo tempo, tirar definitivamente ao réu a possibilidade de se redimir.

Por isso a Igreja ensina, à luz do Evangelho, que «a pena de morte é inadmissível, porque atenta contra a inviolabilidade e dignidade da pessoa»[1], e empenha-se com determinação a favor da sua abolição em todo o mundo.

________________________

[1] Francisco, Discurso aos participantes no encontro promovido pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, 11 de outubro de 2017: L’Osservatore Romano, 13 de outubro de 2017, 5 (ed. port. 19 de outubro de 2017, 13).

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Dia do Diácono - 10/08

No dia 10 de agosto a Igreja comemora o ‘dia do diácono’, na festa de São Lourenço, diácono e mártir, que é o patrono dos diáconos. 

O diácono é uma vocação ministerial para o serviço, seu nome vem do termo ‘diaconia’ que significa serviço. O ministério diaconal possui três dimensões: o serviço da Palavra de Deus, o serviço da Caridade e o serviço da Liturgia. 

O ministério diaconal vem crescendo nas comunidades à medida que é compreendido o seu valor e contribuição para uma Igreja cada vez mais servidora. O Documento de Puebla manifesta a missão confiada aos diáconos. 

“O diácono, colaborador do bispo e do presbítero, recebe uma graça sacramental própria. O carisma do diácono, sinal sacramental de Cristo-Servo, tem grande eficácia para a realização de uma Igreja servidora e pobre, que exerce sua função missionária com vistas à libertação integral do homem” (Puebla, 697). 

Os diáconos podem ser transitórios ou permanentes. O diaconato transitório é o primeiro grau do Sacramento da Ordem. Os diáconos transitórios permanecem por um período específico até completar sua formação e serem ordenados sacerdotes. O diácono permanente é a expressão do ministério ordenado colocado o mais próximo possível da realidade laical e do protagonismo dos leigos. 

O diácono permanente realiza atividades essenciais para a vida da Igreja. Eles podem administrar sacramentos (Batismo, Matrimônio e Eucaristia) e colaborar nas funções litúrgicas, como servir o altar, proclamar o Evangelho, convidar os fiéis para o abraço da paz e fazer a despedida da missa. 

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Dia do Padre - 04/08

A Igreja celebra no dia 04 de agosto, o Dia do Padre, data da Festa de São João Maria Vianney, padroeiro dos sacerdotes. Estes homens humildes e perseverantes deixaram suas casas e famílias para atenderam ao chamado de Deus, servindo-O na comunidade. O Padre entende, desde muito cedo, o chamado para ser um servo de Deus, um “pai” espiritual do povo, que leva o Evangelho e o Amor de nosso Pai lá no Céu ao coração de cada pessoa. Essa não é uma missão fácil, pois o Padre é um ser humano e está sujeito a tentações, fraquezas, emoções e sentimentos. Mas toda a força, carinho e orações que a comunidade possa dar ao sacerdote é a certeza e a prova da graça divina na vida e na missão dele aqui no mundo.

É alguém escolhido por Deus, dentro de uma comunidade, no seio de uma família, para ser o continuador da obra salvadora de Jesus. Ele assume a missão de construir a comunidade. 

Por graça e vocação, o padre age em nome de Jesus: ele perdoa os pecados, ele reconcilia seus irmãos com Deus e entre si; ele trás a bênção de Deus para todos. 

O padre é aquele que celebra a vida de Deus na vida da comunidade. Na Celebração Eucarística , ele trás Jesus para as comunidades. A Eucaristia é a razão primeira do sacerdócio. 

O padre alimenta seus fiéis por esse sacramento, pela sua pregação e pelo seu testemunho.

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Agosto: mês das Vocações

Nossa Igreja comemora no mês de agosto o mês das vocações, dedicando cada domingo a uma vocação específica.


1º domingo: é comemorado o dia do padre.
 

2º domingo: dia dos pais (celebra-se o dia daqueles chamados a vida matrimonial, logo a gerarem novas vidas para Deus, aqueles que são chamados a serem co criadores de Deus)
 

3º domingo: em virtude da comemoração da Assunção de Nossa Senhora ao Céu, é destacada a vocação religiosa feminina e masculina
 

4º domingo: o apostolado leigo, e os catequistas.

O catequista é sempre comemorado no último domingo do mês, portanto quando no mês tem 5 domingos ele é transferido para este.

Vocação, em sentido mais preciso, é um chamamento, uma convocação vinda diretamente sobre mim, endereçada à minha pessoa, a partir da pessoa de Jesus Cristo, convocando-me a uma ligação toda própria e única com Ele, a segui-lo. (cf. Mc 2, 14). Vocação, portanto, significa que anterior a nós há um chamado, uma escolha pessoal que vem de Jesus Cristo, a quem seguimos com total empenho, como afirma São Paulo na Carta aos Romanos: “Eu, Paulo, servo de Jesus Cristo, apóstolo por vocação, escolhido para o Evangelho de Deus.” (Rom 1, 1)

Vocação é chamado e resposta. É uma semente divina ligada a um sim humano. Nem a percepção do chamado, nem a resposta a ele são tão fáceis e tão “naturais”. Exigem afinação ao divino e elaboração de si mesmo, sem as quais não há vocação verdadeira e real.

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Dom Moacir emitiu nota em Defesa da Vida

No último dia 20 de julho, aniversário de 2 anos da criação da Diocese de Votuporanga, o bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas emitiu nota oficial conclamando a todos os membros de nossa diocese a se posicionarem a favor da vida e contrários ao julgamento sobre a liberalização do aborto no Brasil.

Leia abaixo na íntegra a mensagem de Dom Moacir:

 

Votuporanga, 20 de julho de 2018

 

Aos Padres, Diáconos, Religiosos (as), Seminaristas,

Consagrados (as) e Todo Povo Santo de Deus

 

“Eu vim para que todos tenham vida” (João 10,10)

 

Está sob análise do Supremo Tribunal Federal, a ADPF 442 - Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, requerida pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) em que solicita a liberação do aborto até a 12ª semana de gestação. A Ministra Rosa Weber, Relatora do processo, marcou uma Audiência Pública no STF para debater o assunto nos dias 3 e 6 de agosto, das 8h00 até às 18h00.

Nesse momento delicado, em que corremos o risco de se legalizar o aborto no Brasil, entendemos por bem vir a público expressar nossa preocupação com o julgamento mencionado.

O Magistério da Igreja sempre tem reiterado a condenação do aborto e a defesa da vida indefesa do nascituro. O Vaticano II, na Gaudium et Spes (nº 51), afirma: “A vida humana desde a sua concepção tem de ser salvaguardada com o máximo cuidado”. Paulo VI, na Humanae Vitae (nº14), condena “a interrupção direta do processo generativo já iniciado e, sobretudo, o aborto diretamente desejado e provocado”. A Instrução Donum vitae reitera: a vida humana deve ser respeitada “desde o momento da concepção até a morte”. A Declaração sobre o aborto provocado (nº12) explicita: “Desde o momento da fecundação do óvulo, inicia-se vida que não é nem a do pai, nem a da mãe, mas de um novo ser humano, que se desenvolve por si próprio. Nunca ele chegaria a ser humano, se não fosse desde aquele momento”.

                        Apesar da iniciativa da liberação do aborto, por meio da ADPF-442 encontrar-se no judiciário-STF, cuja função não é legislar, pois esta função é de competência do Congresso Nacional, precisamos nos conscientizar sobre a importância de elegermos bons candidatos.

Conforme a Cartilha de Orientação Política da CNBB – Regional Sul 1, Os Cristãos e as Eleições 2018, página 25, há valores que não estão sujeitos à política, a plebiscitos ou qualquer negociação e a Igreja Católica sempre ensinou e continua ensinando: Não mate! E, neste momento político pelo qual o Brasil passa, nunca precisamos tanto de bons políticos. Assim, durante as eleições, vote com consciência, pensando no bem de todos. Vote em quem defende a vida, sobretudo quando ela é débil e indefesa, vote em quem defende a família, segundo o plano de Deus.

                        O homem não poderá encontrar a verdadeira felicidade, à qual aspira com todo o seu ser, senão no respeito pelas leis inscritas por Deus na sua natureza e que ele deve observar com inteligência e com amor.  

                        Oremos juntos pela vida e que Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, abençoe nossa Pátria e nos livre de todo mal.

Dom Moacir Aparecido de Freitas

Bispo Diocesano de Votuporanga

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Comissão da CNBB mobiliza cristãos na luta contra legalização do aborto

Mais uma vez, a legalização do aborto volta à pauta nacional em uma audiência pública convocada pela ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), para os dias 3 e 6 de agosto. Na ocasião, será debatida a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação, discutida na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442.

Diante dessa realidade, a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) reafirma em nota a posição firme e clara da Igreja “em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural”, condenando, “assim, todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil”. Afirmação emitida pela presidência da CNBB na Nota Oficial “Pela vida, contra o aborto”, publicada em 11 de abril de 2017.

A CNBB apresentará sua posição, nesta audiência, no dia 6 de agosto, às 9h10, pelo Dom Ricardo Hoerpers, bispo da diocese de Rio Grande (RS) e pelo padre José Eduardo de Oliveira e Silva, da diocese de Osasco (SP). 

Leia a nota na íntegra:

Brasília – DF, 25 de Julho de 2018

ABORTO E DEMOCRACIA

1.Um perigo iminente

Nos últimos anos, apresentaram-se diversas iniciativas que visavam à legalização do aborto no ordenamento jurídico brasileiro.

Em todas essas ocasiões, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, fiel à sua missão evangelizadora, reiterou a “sua posição em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural”, condenando, “assim, todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil” (CNBB, Nota Pela vida, contra o aborto, 11 de abril de 2017).

Unindo sua voz à sensibilidade do povo brasileiro, maciçamente contrário a qualquer forma de legalização do aborto, a Igreja sempre assegurou que “o respeito à vida e à dignidade das mulheres deve ser promovido, para superar a violência e a discriminação por elas sofridas”, lembrando que “urge combater as causas do aborto, através da implementação e do aprimoramento de políticas públicas que atendam eficazmente as mulheres, nos campos da saúde, segurança, educação sexual, entre outros, especialmente nas localidades mais pobres do Brasil” (Ibidem).

As propostas de legalização do aborto sempre foram debatidas democraticamente no parlamento brasileiro e, após ampla discussão social, sempre foram firmemente rechaçadas pela população e por seus representantes.

A desaprovação ao aborto, no Brasil, não parou de crescer nos últimos anos, mas, não obstante, assistimos atualmente uma tentativa de legalização do aborto que burla todas as regras da democracia: quer-se mudar a lei mediante o poder judiciário.

1.  A ADPF 442

A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental – ADPF 442, solicita ao Supremo Tribunal Federal – STF a supressão dos artigos 124 a 126 do Código Penal, que tipificam o crime de aborto, alegando a sua inconstitucionalidade. O argumento, em si, é absurdo, pois se trata de uma lei federal de 1940, cuja constitucionalidade jamais foi questionada.

O STF convocou uma audiência pública para a discussão do tema, a realizar-se nos dias 3 e 6 de agosto de 2018. A maior parte dos expositores representa grupos ligados à defesa da legalização do aborto.

A rigor, o STF não poderia dar andamento à ADPF, pois não existe nenhuma controvérsia em seu entendimento. Em outras palavras, em si, a ADPF 442 transcende o problema concreto do aborto e ameaça os alicerces da democracia brasileira, que reserva a cada um dos poderes da República uma competência muito bem delineada, cujo equilíbrio é uma garantia contra qualquer espécie de deterioração que degenerasse em algum tipo de ditadura de um poder sobre os outros.

O momento exige atenção de todas as pessoas que defendem a vida humana. O poder legislativo precisa posicionar-se inequivocamente, solicitando de modo firme a garantia de suas prerrogativas constitucionais. Todos os debates legislativos precisam ser realizados no parlamento, lugar da consolidação de direitos e espaço em que o próprio povo, através dos seus representantes, outorga leis a si mesmo, assegurando a sua liberdade enquanto nação soberana. Ao poder judiciário cabe fazer-se cumprir as leis, ao poder legislativo, emaná-las.

1.O aborto da democracia.

“Escolhe, pois, a vida”. O eloquente preceito que recebemos da Escritura, “escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19), agora, reveste-se de importância decisiva: precisamos garantir o direito à vida nascente e, fazendo-o, defender a vida de nossa democracia brasileira, contra todo e qualquer abuso de poder que, ao fim e ao cabo, constituir-se-ia numa espécie de “aborto” da democracia. As democracias modernas foram concebidas como formas de oposição aos absolutismos de qualquer gênero: pertence à sua natureza que nenhum poder seja absoluto e irregulável. Por isso, é imensamente desejável que, diante destas ameaças hodiernas, encontremos modos de conter qualquer tipo de exacerbação do poder. Em sua evangélica opção preferencial pelos pobres, a Igreja vem em socorro dos mais desprotegidos de todos os desprotegidos: os nascituros que, indefesos, correm o risco do desamparo da lei e da consequente anistia para todos os promotores desta que São João Paulo II chamava de cultura da morte.

1.Sugestões práticas.

O que fazer? Diante da gravidade da situação, pedimos a todas as nossas comunidades uma mobilização em favor da vida, que se poderia dar em três gestos concretos:

1.Uma vigília de oração, organizada pela Pastoral Familiar local, tendo como intenção a defesa da vida dos nascituros, podendo utilizar como material de apoio os encontros do subsídio Hora da Vida 2018, sobretudo a Celebração da Vida, vide página 41. Ao final da vigília, os participantes poderiam elaborar uma breve ata e endereçá-la à Presidência do Congresso Nacional, solicitando aos legisladores que façam valer suas prerrogativas constitucionais: presidencia@camara.leg.br, com cópia para a Comissão Episcopal para a Vida e a Família: vidafamilia@cnbb.org.br.

2.Nas Missas do último domingo de julho, os padres poderiam comentar brevemente a situação, esclarecendo o povo fiel acerca do assunto e reservando uma das preces da Oração da Assembleia para rezar pelos nascituros. A coordenação da Pastoral Familiar poderia encarregar-se de compor o texto da oração e também de dirigir umas palavras ao povo.

3.Incentivamos, por fim, aos fiéis leigos, que procurem seus deputados para esclarecê-los sobre este problema. Cabe, de fato, ao Congresso Nacional colocar limites a toda e qualquer espécie de ativismo judiciário.

Invocamos sobre todo o nosso país a proteção de Nossa Senhora Aparecida, em cuja festa se comemora juntamente o dia das crianças, para que ela abençoe a todos, especialmente as mães e os nascituros.

Dom João Bosco B. Sousa, OFM
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família

Bispo Diocesano de Osasco – SP

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No Ângelus, Papa pede consciência e fim ao desperdício de alimentos

Na manhã deste domingo, 29, Papa Francisco chamou atenção dos fiéis quanto ao desperdício de alimentos. “Nunca jogar fora a comida que sobra”, pediu o Santo Padre. O tema foi desenvolvido pelo Pontífice durante a sua tradicional reflexão que antecede a oração do Ângelus, e teve como inspiração o evangelho de hoje, que apresenta a história da multiplicação de pães e peixes, e a preocupação de Jesus para que nenhum alimento multiplicado fosse perdido.

O Santo Padre aproveitou a oportunidade para questionar os fiéis sobre o destino que eles costumam dar aos alimentos que sobram das refeições. “Cada um de nós pense: a comida que sobra no almoço, na janta, para onde vai? Na minha casa, o que se faz com a comida que sobra? Se joga fora?”, perguntou. Francisco recordou as pessoas que têm fome e pediu a todos que reutilizem os alimentos ou os dê para os que têm necessidade. “Este é um conselho e também um exame de consciência”, afirmou.

Além da questão alimentar, o Papa refletiu sobre outros ensinamentos presentes no evangelho e recordou como aconteceu o milagre da multiplicação. Segundo o pontífice, Jesus ao ver a grande multidão que o seguiu perto do  lago de Tiberíades, percebeu junto aos apóstolos que eles não possuíam dinheiro suficiente para alimentar aquela multidão. André, um dos doze discípulos, levou Jesus a um menino que havia oferecido tudo que tinha, cinco pães e dois peixes.

“Bravo rapaz! Ele, também ele, via a multidão; também via os cinco pães. Disse: “Mas eu tenho isto, se serve estão à disposição”. Este rapaz nos faz pensar um pouco em nós… Aquela coragem: os jovens são assim, têm coragem. Devemos ajudá-los a levar em frente esta coragem. (…) Com esta passagem do Evangelho, a liturgia nos leva a não desviar o olhar daquele Jesus que, no domingo passado, no Evangelho de Marcos, vendo “uma grande multidão, teve compaixão deles”. Também aquele rapaz dos cinco pães entendeu esta compaixão, e disse; “Ah, pobre gente…. Eu tenho isto”. A compaixão o levou a oferecer o que tinha”, comentou.

De acordo com Francisco, a partir da doação do rapaz, Jesus ordenou aos discípulos que fizessem as pessoas sentarem, pegou os pães e peixes, deu graças ao Pai, os distribuiu e todos puderam comer e ter saciedade. “Para as multidões, Jesus não se limitou a dar isto – ofereceu a sua Palavra, a sua consolação, a sua salvação e finalmente a sua vida – mas certamente fez também isso: cuidou da comida para o corpo”, observou.

Diante do exemplo de Jesus, o Pontífice reafirmou a postura que os cristãos, como discípulos de Cristo, devem ter. “Não podemos fazer de conta que não sabemos nada. Somente ouvindo as demandas mais simples das pessoas e colocando-se ao lado de suas situações existenciais concretas, se poderá ser escutados quando se fala de valores mais elevados”, pontuou.

O Papa prosseguiu reafirmando o amor de Deus pela humanidade e a Sua graça divina que nunca falha. “Jesus continua também hoje a satisfazer a fome, a tornar-se uma presença viva e consoladora, e faz isso através de nós. Portanto, o Evangelho nos convida para sermos disponíveis e atuantes, como aquele rapaz que se dá conta de ter cinco pães e diz: ‘Mas, eu dou isto, depois tu verás”, exortou.

Ao final da reflexão, Francisco convidou todos os presentes na Praça São Pedro, para que rezassem junto a ele, para que no mundo prevaleçam os programas dedicados ao desenvolvimento, à alimentação, à solidariedade e não àqueles do ódio, dos armamentos e da guerra.

Em uma síntese a sua reflexão, o Santo Padre pediu que duas coisas não fossem esquecidas, a coragem do jovem que dá o pouco que tem para alimentar uma grande multidão e o exame de consciência: “O que você faz em casa com a comida que sobra?”, concluiu.

Depois do Angelus

Depois da oração do Ângelus, o Papa fez memória ao Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas, data promovida pelas Nações Unidas e que será celebrada nesta segunda-feira, 30. “Este flagelo escraviza muitos homens, mulheres e crianças para fins de exploração laboral e sexual, tráfico de órgãos, mendicidade e delinquência forçada. Mesmo aqui, em Roma, as rotas de migração também costumam ser usadas por traficantes e exploradores para recrutar novas vítimas de tráfico. É responsabilidade de todos denunciar injustiças e se opor firmemente a esse crime vergonhoso”, afirmou.

 

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Livro-entrevista de Gerson Camarotti com 5 cardeais brasileiros

No último sábado, 21 de julho, na Livraria Leitura do Pátio Brasil Shopping, em Brasília (DF) foi realizada a primeira noite de autógrafos de uma série de lançamentos que será feita pela Editora Petra para apresentar o livro “Para onde vai a Igreja, do jornalista Gerson Camarotti. O volume reúne cinco entrevistas feitas com os cardeais: Claudio Hummes, arcebispo emérito de São Paulo (SP); Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo; Raymundo Damasceno, arcebispo emérito de Aparecida (SP); Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro (RJ) e Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília e presidente da CNBB.

Juan Arias, jornalista espanhol, faz um comentário sobre o livro e ressalta que a importância da obra “está no fato de que a leitura nos permite observar um panorama do que foi e do que é a Igreja no Brasil, a qual, como bem me recordo, já nos tempos do Concílio Vaticano II se apresentava como uma das mais vivas e comprometidas com a nova primavera eclesial promovida pelo Papa Joâo XXIII“.

Os entrevistados

Os cinco cardeais, na opinião do editor do livro, formam uma espécie de coro para confirmar o quão verdadeira pode ser a expressão “unidade na diversidade”: “de fato, pulsa nestas páginas um profundo senso de comunhão entre os entrevistados e a Sé de Pedro, recordando aquele sentire cum Ecclesia que Santo Inácio de Loyola um dia pediu. Nestas entrevistas, o pedido parece encontrar realização plena”.

Dom Claudio fala de curiosas situações de sua infância, de sua vida como bispo de ABC Paulista e destaca que apoiou as históricas greves dos metalúrgicos nos inícios dos anos de 1980 porque “as reivindicações eram justas e os métodos pacíficos”. Dom Odilo também recorda o início da sua caminhada vocacional no Paraná e a palavra de seu pai de que o primeiro filho que quisesse ser padre iria para o Seminário da Diocese de Toledo. Dom Damasceno conta da sua surpresa, ainda jovem, de ser enviado de Marina (MG) como um dos primeiros seminaristas da então criada arquidiocese de Brasília (DF), em 1960. Dom Orani fala de sua precoce vida de trabalhador em São José do Rio Pardo (MG) e de se aconselhar sobre o discernimento vocacional quando já era catequista, curando o segundo grau. Dom Sergio diz que entrou no Seminário com 18 anos depois de ter passado um tempo trabalhando para ajudar a família, que era muito pobre.

Os cardeais, na conversa com Camarotti, falam do Concílio Vaticano II, das Conferências do episcopado latino-americano e caribenho, da realidade brasileira dos últimos 50 anos, dos pontificados de Pio XII, João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II, Bento XVI e, longamente, sobre diversos aspectos do pontificado do Papa Francisco. As novidades desses últimos cinco anos no Vaticano também são detalhados pelo autor na introdução das entrevistas.

O autor

Gerson Camarotti, na introdução de cada uma das cinco entrevistas, faz várias referências aos contatos pessoais que teve com os cardeais. Ele também detalha aspectos interessantes da personalidade dos entrevistados com informações importantes sobre a trajetória percorrida por eles no âmbito da Igreja no Brasil e no Vaticano.

Ele tem 44 anos, nasceu em Recife e é formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambucano e pós graduado em Ciência Política pela Universidade de Brasília. Já trabalhou nos jornais O Globo, O Estado de São Paulo e Correio Brasiliense, bem como nas revistas Veja e Época. Em 2013, entrevistou o Papa Francisco, durante a Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro. Atualmente atua como comentarista político na GloboNews e na Rádio CBN, além de ser colunista no Portal G1, da Rede Globo.

Por CNBB

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Ângelus: Papa lembra primeira missão apostólica em oração mariana

Neste domingo, 22, o 16º do tempo comum, o Papa Francisco conduziu a oração mariana do Ângelus. O Sucessor de Pedro deu início a este Ângelus por meio de uma passagem do Evangelho em que relata a primeira missão realizada pelos apóstolos. Estes relatam de forma entusiasmada a Jesus o que aprenderam e ensinaram ao povo na viagem que fizeram. 

“Uma missão de experiência entusiasmante, mas também árdua”, explica o Papa. “E Jesus Cristo, cheio de compreensão, quer lhes assegurar um pouco de alívio”. A intenção de Jesus, porém, segundo o Papa, não consegue ser posta em prática, pois os seguidores intuem o possível local escolhido pelos apóstolos e por Jesus e vão ao local antes que cheguem.

“E o mesmo acontece hoje. Por vezes, não conseguimos realizar nossos projetos porque se dá um imprevisto urgente que acaba com nossos programas e requer flexibilidade e disponibilidade às necessidades dos outros. Nestas circunstâncias, somos chamados a imitar o que fez Jesus: descido da barca, ele viu uma grande multidão, teve compaixão dela porque eram como ovelhas sem um pastor e se colocou a lhes ensinar muitas coisas”, explicou o Sucessor de Pedro.

A comoção de Jesus Cristo ao ver aquelas pessoas necessitadas de guia e ajuda nos mostra que todos precisamos do dom da Palavra. “Todos precisamo da palava de verdade. Que nos guie e ilumine o caminho. Sem a verdade que é o próprio Cristo não é possível encontrar a justa orientação da vida. Quando se distancia de Jesus e Seu amor, a existência se transforma em desilusão e insatisfação”, afirmou o Pontífice.

Ajuda a migrantes naufragados

O Papa, ao final deste Ângelus, expressou tristeza sobre a situação de navios com diversos migrantes que naufragaram no Mediterrâneo. “Expresso minha dor diante de tais tragédias, e asseguro, pelos desaparecidos e suas famílias, minhas orações”, disse Francisco que pediu ainda que as autoridades trabalhem com afinco para que estas tragédias não se repitam. “Precisam garantir a segurança, o respeito aos direitos e à dignidade de todos”, acrescentou.

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Julho: mês de encontros nacionais de organismos da Igreja

Vários encontros, organizados pelas comissões episcopais, organismos, pastorais e regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) são realizados no mês de julho para animar processos em diferentes setores da vida da Igreja no Brasil e na da Igreja na América Latina. Para o bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, esses encontros renovam as lideranças católicas na fé e na esperança, o que faz com que cresçam na qualidade do serviço que prestam ao Povo de Deus. “Um encontro nacional é sempre momento propício para que as lideranças se entendem melhor a respeito da caminhada que fazem nas dioceses, paroquias e comunidades. Além de ser oportunidade de aprofundamento da missão e de oração”, disse. Nesta entrevista, o prelado fala também de como a Igreja no Brasil vai acompanhar o processo eleitoral brasileiro, que tem início em agosto, e orientar os católicos para o voto e a participação mais conscientes. Veja a íntegra abaixo.

Neste mês de julho está sendo celebrado uma série de encontros nacionais de várias comissões episcopais. Como senhor avalia esse tempo de grandes eventos e que o senhor espera como fruto para a Igreja no Brasil?

A CNBB serve à Igreja no Brasil. Os bispos que compõem as comissões episcopais da Conferência estão à serviço da ação evangelizadora. Desse modo, é motivo de alegria e satisfação as iniciativas de encontros nacionais e até mesmo internacionais, uma vez que uma representação dos Irmãos está presente no Congresso Missionário, na Bolívia, também durante este mês de julho. As comissões da Juventude, da Comunicação, da Liturgia, da Ação Transformadora e outras têm encontros que foram longamente preparados e se realizam em diversas partes do País. Esses momentos são importantes para a caminhada das pastorais porque marcam como avaliação e aprofundamento do que é específico de cada área da evangelização.

Ao se encontrar, esses grupos se renovem na fé, na esperança e cresçam na qualidade do serviço que prestam ao Povo de Deus. Um encontro nacional é sempre momento propício para que as lideranças se entendem melhor a respeito da caminhada que fazem nas dioceses, paroquias e comunidades. Além de ser oportunidade de aprofundamento da missão, esses encontros também proporcionam tempos importantes de oração. A oração à luz da Palavra de Deus ilumina o caminho do serviço. Os frutos dependem dessa união estreita com o Senhor da messe.

Destacamos o encontro dos subsecretários-executivos dos 18 regionais da CNBB que será realizado em Rondônia. Esse encontro tem sua singularidade por reunir padres, religiosos e leigos que auxiliam os bispos que coordenam os trabalhos das CNBB em cada uma das regiões do Brasil. Juntos olharemos o caminho percorrido nessa primeira metade do ano e projetaremos um segundo semestre bem produtivo para a Conferência.

No segundo semestre teremos campanha eleitoral e eleições importantes para o Brasil. Como senhor está vendo o trabalho da Igreja para ajudar o cidadão na tarefa de votar com consciência?

A CNBB tem tradição ininterrupta de manifestar a posição dos bispos em relação à formação e o exercício da política no Brasil. Em todos os chamados anos eleitorais, procuramos oferecer tudo que está ao nosso alcance para contribuir para que todos votem com seriedade e observem a busca do bem comum respeitando a todos e chamando a atenção para questões mais urgentes, especialmente aquelas que dizem respeito a vida dos mais pobres.

A Igreja não tem partido, mas tem explícita e decidida posição que expressa o valor dignidade humana, o respeito intransigente da vida da sua concepção à morte natural, de justiça social, de combate à corrupção e aos outros malfeitos na vida pública e tantos outros valores que norteiam a nossa rica Doutrina Social. Em tempos eleitorais, é preciso de particular vigilância para que o poder econômico e nem a manipulação midiática tomem o lugar da consciência de cada cidadão.

Vários organismos da Igreja e alguns regionais da CNBB organizaram cartilhas que simplificam conceitos importantes para ajudar no exercício do voto consciente. Seria bom que todas aquelas pessoas que têm alguma missão de educação política e interesse em contribuir para eleições livres e responsáveis tomassem conhecimento desse material e nos ajudasse a levar ao maior número de pessoas alguns princípios que podem ajudar na hora do voto.

A CNBB vai promover debates entre candidatos?

Estamos trabalhando para que isso ocorra. O que importa mesmo é que a sociedade inteira se mobilize para conhecer melhor aqueles que se apresentarem para qualquer cargo público. Não podemos esquecer que além de eleger um presidente e os governadores, também teremos a tarefa de escolher deputados federais e estaduais. Esses candidatos também precisam se apresentar e debater os projetos que levam para os nossos parlamentos.

O debate também precisa ser feito em nossas comunidades e não somente por meio de plataformas midiáticas. Cada pessoa e cada família teria que buscar conhecer melhor o perfil dos candidatos que merecerão os seus votos. Não podemos perpetuar certas práticas que tem se mostrado ruim para a consolidação da cidadania como aquelas de facilitar a compra de votos, a troca por favores pessoais ou familiares ou o voto apenas por motivo de amizade ou de prestígio dos candidatos.

Os bispos acompanham suas Igrejas Particulares em todos os momentos da vida e estarão firmes na animação pastoral desse segundo semestre levando sempre o apoio de uma palavra responsável e necessária diante dos grandes desafios que o Brasil apresenta. Não podemos esquecer, ainda, que nas Igrejas Particulares cabe ao bispo a animação e orientação quanto à participação dos católicos na política.

Por CNBB

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Jovens da Diocese realizam missão na cidade de Parisi

No último final de semana, 65 jovens de diversas Paróquias e comunidades da Diocese de Votuporanga participaram da 1ª Missão Jovem Diocesana, que aconteceu na Capela Nossa Senhora Aparecida, na cidade de Parisi. A iniciativa acompanha a experiência proposta pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) de convidar os jovens a saírem em missão em suas Dioceses, para amadurecimento da fé.

A Missão Jovem contou também com a participação de seminaristas, religiosos e religiosas e foi organizada pelo Setor Juventude, que tem dado passos significativos na articulação dos grupos e movimentos juvenis. A programação contou com visitas para evangelização, momentos de oração, partilha e animação, luau, formação, o testemunho de Denis Nogueira e a Santa Missa, proporcionando a unidade entre a comunidade e os participantes da missão.

Para Pedro de Souza Araújo, de 16 anos, da Paróquia São Sebastião, de Valentim Gentil, a experiência foi única. “Permitiu uma mudança na minha maneira de enxergar o mundo, assim como para muitos irmãos que estavam comigo”. Bruna Fachola de Oliveira, de 14 anos, da Capela Nossa Senhora Aparecida, de União Paulista, declarou que a Missão Jovem foi importante para o seu crescimento espiritual. “Pude compreender que jamais devemos reclamar das nossas dificuldades, pois temos vários irmãos em Cristo que passam por problemas maiores do que os nossos. Também a importância que é levar o Cristo de casa em casa, ver pessoas tristes abrirem sorrisos lindos”.

A coordenadora do Setor Juventude, Daiane Ribeiro Nascimento, destaca sobre os frutos da missão. “Acredito que, este envio missionário, impulsionou nossos jovens para uma verdadeira experiência de saída, uma saída de si mesmo, da própria comodidade, da sua zona de conforto, e caminhar em direção ao outro, do mais necessitado, principalmente, dos doentes e idosos. Criou-se uma ponte entre os jovens e os idosos: pela atenção, escuta, carinho e partilhas das realidades. Muitas sementes foram lançadas e já começaram a se desenvolver. Um dia florirão!" 

O padre assessor do Setor Juventude, Michel Candeu, ressalta o quanto que a ação contribui na vida dos jovens. “Muitos tiveram sua primeira atividade missionária e puderam enxergar uma nova realidade de mundo, encarando o dia a dia de pessoas carentes, indo além e buscando seguir os passos de Jesus Cristo.”

A próxima ação do Setor Juventude será o DNJ – Dia Nacional da Juventude, com previsão para acontecer no dia 30 de setembro, na Concha Acústica “Professor Geraldo Alves Machado”, em Votuporanga, reunindo jovens da Diocese para um dia totalmente dedicado ao reavivamento da juventude.

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10 Razões para ser dizimista

 


01 - O dízimo é uma profunda relação entre você e Deus.
 

02 - A oferta do dízimo é o reconhecimento dos dons gratuitos recebidos de Deus Pai, retribuindo, de forma justa, parte do que d’Ele você recebeu.


03 - Seu dízimo ajuda a manter a comunidade religiosa, patrimônio de todos.
 

04 - O dízimo mantém, também, os que vivem para o Evangelho.
 

05 - O dízimo que você oferece vai se transformar em Evangelho, em remédio, em pão, em missão.
 

06 - Sua alegria será, extremamente, grande, quando você verificar, daqui a algum tempo, o que, com o seu dízimo, se tornou possível.
 

07 - Em vez de obrigação, você vai se sentir grato e agradecido a Deus por lhe dar condições de participar da vida paroquial com seu dízimo.
 

08 - A prática do dízimo integra, cada vez mais, a pessoa à comunidade.
 

09 - A sua oferta permanente tornará vitoriosa a Pastoral do Dízimo.
 

10 - Com a oferta do dízimo, você será participante ativo na construção do Reino de Deus.


 

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Julho: mês do dízimo!

Dízimo é o ato de gratidão a Deus, do qual recebemos tudo o que temos. É devolução a Ele de um pouco do que dele recebemos, por meio da Igreja, para que seu Reino aconteça entre nós. É manifestação de nosso amor a Deus e aos irmãos. É partilha dos bens que estão a nosso dispor, especialmente com os mais necessitados. 
 O oferecimento do Dízimo nasce do coração de cada cristão participante em sua comunidade. O cristão esclarecido, em espírito de oração, fará a Deus a sua promessa, o seu voto de ofertar o Dízimo. É um ato de Amor a Deus e aos irmãos. 
Dízimo é uma questão de generosidade. ''Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama quem dá com alegria'' (2 Cor. 9,7). 
O dizimista deve sentir-se livre perante Deus ao fixar o percentual de sua contribuição. Não deve se preocupar com o que sai do seu bolso (se muito ou pouco dinheiro), mas com o que sai de seu coração (se pouco ou muito amor a Deus e à Comunidade). 
 

 

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Anunciada data da viagem do Papa Francisco à JMJ Panamá 2019

O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Greg Burke, confirmou que o Papa Francisco participará da próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ) que acontecerá no Panamá em janeiro de 2019.

“Por ocasião da próxima Jornada Mundial da Juventude, que se celebrará na Cidade do Panamá, e acolhendo convite do governo e dos bispos panamenhos, Sua Santidade o Papa Francisco visitará o Panamá de 23 a 27 de janeiro de 2019”, afirmou Burke em um comunicado emitido pela Santa Sé neste dia 9 de julho.

Até hoje, católicos de todo o mundo ainda se perguntavam se o Papa Francisco estaria presente na JMJ Panamá 2019, porque em 8 de junho de 2017, o Santo Padre disse aos bispos panamenhos durante uma visita ad limina: “O Papa irá. Eu irei ou o outro, mas o Papa irá”.

Em seguida, o Cardeal José Luis Lacunza, Bispo de David, disse a Francisco: “Como gostaríamos que você fosse!”. Então, o Papa respondeu: “Isto está nas mãos de Deus”.

Pronunciamento da Igreja no Panamá

Por sua parte, o Arcebispo do Panamá e presidente do Comitê Organizador Local da JMJ Panamá 2019, Dom José Domingo Ulloa, disse após escutar a notícia que o anúncio “causa uma imensa alegria” a “toda a organização da JMJ” e que “a certeza de que o ‘Pedro’ que virá oficialmente ao Panamá será o Papa Francisco” os incentiva.

Suas declarações foram feitas em um ato especial no Arcebispado panamenho, no qual esteve presente o presidente da República, Juan Carlos Varela, e o Núncio Apostólico, Dom Miroslaw Adamczyk.

“Desta notificação que o Papa nos faz, ressalto que a JMJ é um projeto de país, do qual o Estado e a Igreja somos responsáveis e, por isso, devemos colaborar em conjunto para que renda frutos à nação e ao mundo”, acrescentou o Arcebispo.

O presidente Juan Carlos Varela manifestou se sentir “honrado” por receber o Santo Padre e que o evento terá o apoio em termos de segurança, saúde e emergências.

Dom Ulloa disse ainda que durante sua estadia, além dos atos centrais, “o Papa Francisco consagrará a Catedral Basílica de Santa Maria La Antigua, localizada no Bairro Antigo da cidade”.

Além disso, Víctor Chang, secretário executivo do Comitê Organizador Local, adiantou que está previsto que o Papa tenha um encontro com bispos centro-americanos, autoridades do governo, representantes da sociedade civil e líderes das diversas comunidades de fé.

“Nesta etapa preliminar do desenho da agenda também se está explorando a possibilidade de que o Papa Francisco tenha um gesto de atenção com jovens que vivem na marginalidade e enfermidade, os quais, por sua situação, não poderão participar dos atos centrais”, indicou Chang.

Os detalhes da agenda do Papa Francisco no Panamá serão divulgados de modo oficial em novembro de 2018.

Por ACI Digital

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Mais de 60 mil coroinhas “inundarão” Roma e se encontrarão com o Papa Francisco

Mais um ano, de 30 de julho a 3 de agosto, cerca de 60 mil jovens da Itália, Portugal, Alemanha, Suíça, Sérvia e Ucrânia, entre outros países, irão a Roma por ocasião de sua peregrinação e terão um encontro com o Papa Francisco na Praça de São Pedro.

A peregrinação, que ocorre a cada cinco anos, acontece desta vez sob o lema “Busca a paz e vai ao seu encalço”, organizada pelo Coetus Internationalis Ministrantium (CIM), organismo internacional que reúne as diversas realidades nacionais e diocesanas de acólitos e coroinhas da Europa.

Os mais numerosos – cerca de 50 mil – chegarão da Alemanha e durante a sua permanência em Roma participarão das visitas guiadas sobre temas de história, cultura e espiritualidade, e excursões culturais e religiosas.

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Minoria católica recebe com alegria o segundo cardeal na história do Paquistão

O recém-criado Cardeal Joseph Coutts, Arcebispo de Karachi, foi recebido com alegria em 10 de julho pela comunidade católica no Paquistão, uma minoria religiosa no país.

No dia 28 de junho, o Papa Francisco criou 14 novos cardeais, entre os quais estava o Arcebispo de Karachi, no Consistório Público na Basílica de São Pedro.

Segundo informou UCA News, um grupo de fiéis liderados pelo Vigário Geral da Arquidiocese de Karachi, Pe. Saleh Diego recebeu o novo Purpurado no Aeroporto Internacional de Jinnah às 1h (hora local).

Os fiéis entregaram ao cardeal um buquê de flores e lhe colocaram o tradicional xale Sindhi.

Ao sair do aeroporto, o Cardeal Coutts saudou os quatro acampamentos de católicos que haviam sido instalados ao longo da estrada para recebê-lo com fogos de artifício, danças e tambores.

"Nós nos reunimos aqui para receber o Cardeal Coutts e agradecer ao Papa Francisco por recordar a comunidade católica perseguida", disse o ex-Vigário Geral de Karachi, Pe. Arthur Charles à UCA News.

"É um momento especial, não só para a comunidade cristã, mas também para o Paquistão, pois Joseph Coutts é o segundo cardeal do país", acrescentou.

A agência ‘Associated Press’ (AP) indicou que o Purpurado foi recebido na Catedral de São Patrício de Karachi com um bolo e lhe derem um cordão de flores, de acordo com a tradição da região. Os fiéis reunidos lhe disseram: "nós te amamos".

O Cardeal Coutts disse aos presentes que "tudo o que fazemos em nossas instituições não é apenas para a comunidade cristã, mas para todos os paquistaneses. Devemos unir-nos sob a bandeira do Paquistão e rezar para que as próximas eleições se realizem em paz e que o novo governo trabalhe pelo desenvolvimento, pela paz e pela tranquilidade do país".

As eleições gerais no Paquistão serão realizadas no próximo dia 15 de julho.

O Cardeal Coutts é conhecido por promover durante 40 anos o diálogo e a paz no Paquistão, um país onde os cristãos são perseguidos e atacados pelos extremistas muçulmanos.

Nasceu em 21 de julho, 1945 em Amristar, na Diocese de Jullundur, na Índia. Foi ordenado sacerdote em 9 de janeiro de 1971 para o clero de Lahore. Foi eleito Bispo Coadjutor de Hyderabad (Paquistão) em 5 de maio de 1988 e foi consagrado em 16 de setembro do mesmo ano. Sucedeu o Bispo de Hyderabad em 1º de setembro de 1990.

Em seguida, foi transferido a Faisalabad em 27 de junho de 1998 e enviado pelo Papa São João Paulo II à Sede Metropolitana de Karachi em 25 de janeiro de 2012. Foi presidente da Conferência Episcopal do Paquistão de 2011 a 2017.

O primeiro Cardeal foi José Cordeiro, criado Cardeal pelo Papa Paulo VI em 1973. Este Purpurado faleceu em 1994.

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Padre Nino presidirá Missa na Catedral no próximo domingo, 15

No próximo domingo, 15 de julho, o Padre Nino Carta presidirá a Santa Missa na Sé Catedral às 10h. Padre Nino atualmente atua na Paróquia Santa Anastácia na cidade italiana de Budusò, na Ilha de Sardenha, e está no Brasil para curtir alguns dias de férias, rever os amigos e também para coordenar o Retiro Anual da Associação de Leigos Consagrados Comunhão e Missão que foi realizado no último fim de semana, 07 e 08. Esta associação foi fundada por ele em 1982 e está presente nas cidades de Mirassol, Rio Preto, Caraguatatuba, Ubatuba, Votuporanga, Palmares Paulista e Budusò (Itália). 

Nesta vinda ao Brasil, Padre Nino também lançará seu terceiro livro "Cantando o Amor" . O lançamento será realizado no próximo dia 20 de julho, às 20h, no Anfiteatro do Colégio Ressurreição. O evento é aberto à comunidade e contará com a participação da banda Polaris.

Nascido Pietro Saturnino Carta na Itália, padre Nino como é carinhosamente chamado, foi ordenado sacerdote no dia 15 de agosto de 1963. O sacerdote italiano esteve à frente da Paróquia Nossa Senhora Aparecida entre os anos de 1983 e 1991, sendo o primeiro pároco após a saída dos freis capuchinhos. Nos quase 8 anos em que esteve em Votuporanga, Padre Nino, italiano de nascença, mas brasileiro de coração, cativou os fiéis votuporanguenses que lotavam a Igreja Matriz para ouvir as homilias e as músicas cantadas e tocadas pelo sacerdote. 

Padre Nino Carta foi um grande incentivador das CEBs (Comunidades Eclesiais de Base),dividindo o território paroquial em pequenas comunidades de forma a levar a Igreja mais perto das casas dos fiéis. Preocupado com a juventude, criou a Pastoral do Menor. Grande comunicador, deu início as transmissões do programa de rádio “Bondade é Notícia” e da Santa Missa dominical na TV. Apaixonado pelo futebol, a exemplo do frei Arnaldo, padre Nino não perdia um jogo da Votuporanguense. Visando o despertar vocacional de muitos jovens, o sacerdote criou um seminário paroquial, sendo uma etapa de amadurecimento antes da ida dos vocacionados para o seminário diocesano. Esta experiência deu a Igreja novos padres, como o padre Gilmar Margotto, Jair de Marchi, Leonel, Leonildo, entre outros. O nome da Livraria Católica votuporanguense “Mamma Pasqua” é uma homenagem à mãe do padre Nino.

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Angelus: “Deus não se conforma aos preconceitos”, diz Papa

No Angelus deste domingo, 8, o Papa Francisco comentou o Evangelho do dia, no qual Jesus volta à Nazaré e volta a ensinar na sinagoga.

Desde que tinha saído para pregar, não havia mais voltado à sua pátria.

“Mas aquilo que se anunciava um sucesso, se transformou numa ‘clamorosa rejeição’, a ponto que Jesus não pôde realizar ali nenhum milagre, mas somente curar alguns doentes.”

A dinâmica daquele dia foi contada de maneira detalhada pelo evangelista Marcos. Os habitantes daquela cidade primeiro escutam, depois ficam perplexos “De onde recebeu tudo isso? De onde vem toda essa sabedoria?” E por fim se escandalizam, vendo em Jesus o filho do carpinteiro, que eles viram crescer.

Por isso Jesus conclui: “Um profeta só não é estimado em sua pátria.”

Papa Francisco lembrou que os compatriotas de Jesus ao verem a sabedoria Dele, se escandalizaram, ao invés de se abrirem ao que percebiam.

“É o escândalo da encarnação: o evento desconcertante de um Deus feito carne, que pensa com a mente de um homem, trabalha e atua com as mãos de um homem, ama com coração de homem, um Deus que fadiga, come e dorme como um de nós.”

O Pontífice reforçou que esta inversão provocada por Jesus causa escândalo ainda hoje, que também hoje há quem reaja com incredulidade diante do mistério, por se fechar a ele:

“Deus não se conforma aos preconceitos. Devemos nos esforçar para abrir o coração e a mente, para acolher a realidade divina que vem ao nosso encontro. Trata-se de ter fé: a falta de fé é um obstáculo à Graça de Deus.”

Por fim, Francisco pediu a Nossa Senhora que dissolva a dureza dos corações e a limitação da mente, para que todos tenham abertura à Graça de Deus, à Sua verdade, e à Sua missão de bondade e de misericórdia, que é endereçada a todos, sem qualquer exclusão.

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Paróquia celebrará Missa pelos Enfermos no dia 11/07

No dia 11 de julho, será celebrada uma missa especial pelos enfermos às 15h na Sé Catedral. Nesta celebração, os doentes do corpo e da alma receberão o sacramento da Unção dos Enfermos. Esta missa é celebrada anualmente na Paróquia Nossa Senhora Aparecida no mês de julho, nas proximidades da Festa de São Camilo de Lélis (14 de julho), santo protetor dos doentes. 

É momento de gesto concreto também, pois pede-se às pessoas sãs que dediquem o horário da celebração para levarem os doentes até a Igreja, principalmente aqueles enfermos que não podem se locomoverem sozinhos. Para os sadios é momento também de agradecer a Deus por sua saúde e rezarem por todos os enfermos. 

História de São Camilo de Lélis

Nasceu no ano de 1550 na Itália. Filho de pai militar, também seguiu essa carreira, mas não pode prosseguir devido a um tumor em um dos pés. Recorreu ao hospital de São Tiago em Roma, onde viveu sua compaixão pelos outros doentes. 

Porém, ele deu um ‘sim’ ao pecado, entregando-se ao vício do jogo, onde perdeu tudo e ficou na miséria total. Saiu do hospital devido o seu temperamento. Foi de hospital em hospital para cuidar de sua ferida, até bater na porta dos franciscanos capuchinhos e ali quis trabalhar na obra de Deus. 

Com 25 anos começou o seu processo de conversão. No hospital em Roma, Deus suscitou nele a santidade de ver nos doentes a pessoa de Cristo e também o carisma dos ‘Camilianos’. Camilo também viveu uma bela amizade com São Felipe Néri. 

Entrou para os estudos, foi ordenado sacerdote, e vendo a realidade dos peregrinos de Roma, que não tinham uma assistência médica digna, foi brotando nele o carisma de servir a Cristo na pessoa do doente, do peregrino. E muitos se juntaram a ele nessa obra. Em cada sofredor está a presença do Crucificado. 

São Camilo partiu para o céu em 1614. 

São Camilo de Léllis, rogai por nós!

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Ser cristão é um caminho de libertação, diz Papa na catequese

Ser cristão é um caminho de libertação; os mandamentos libertam do egoísmo. Essas foram reflexões do Papa Francisco nesta quarta-feira, 27, dando continuidade ao ciclo de catequeses sobre os Mandamentos.

Francisco recordou que os mandamentos, mais que mandamentos, são palavras de Deus ao seu povo para que caminhe bem, são palavras amorosas de um Pai. Ele se dedicou à frase bíblica que abre os Dez Mandamentos: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair do Egito, da casa da servidão” (Ex, 20,2).

Segundo o Papa, é preciso entender a importância dessa primeira declaração – “Eu sou o Senhor teu Deus” – que comporta uma relação, mostrando que Deus não é um estranho.

O Santo Padre destacou que a vida cristã é, antes de tudo, a resposta grata a um Pai generoso. Nesse sentido, os cristãos que seguem somente os ‘deveres’ mostram não ter uma experiência pessoal daquele Deus que é “nosso”. “Eu devo fazer isso, isso, isso…Somente deveres. Mas falta algo! Qual é o fundamento deste dever? O fundamento deste dever é o amor de Deus Pai, que primeiro dá, depois comanda”, explicou o Papa.

Colocar as leis antes da relação não ajuda o caminho de fé, observou o Santo Padre. “Como pode um jovem desejar ser cristão, se partimos de obrigações, compromissos, coerências e não da libertação? Ser cristão é um caminho de libertação! Os mandamentos te libertam do teu egoísmo e te libertam porque há o amor de Deus que te leva adiante”.

Outro ponto levantado pelo Papa na reflexão de hoje foi a gratidão, traço característico do coração visitado pelo Espírito Santo. “Para obedecer a Deus é preciso antes de tudo recordar os seus benefícios”, disse, destacando a necessidade de fazer memória de tantas coisas belas que Deus fez pelo homem.

“Deus não nos chamou à vida para permanecer oprimidos, mas para ser livres e viver na gratidão, obedecendo com alegria Àquele que nos deu tanto, infinitamente mais do que jamais poderemos dar a Ele. É bonito isso. Que Deus seja sempre bendito por tudo aquilo que fez, faz e fará em nós!”.

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Diocese de Votuporanga celebrará 2 anos de criação

Há dois ano atrás, o Papa Francisco dava um presente à região noroeste paulista criando a Diocese de Votuporanga e nomeando seu primeiro bispo, Dom Moacir Aparecido de Freitas, até então sacerdote da diocese de São Carlos. A Diocese de Votuporanga foi desmembrada das Dioceses de São José do Rio Preto e de Jales e é sufragânea da Arquidiocese de Ribeirão Preto e faz parte do Regional Sul 1 da CNBB. Com a criação da nova diocese a Igreja Matriz de Nossa Senhora Aparecida tornou-se Catedral. A data será comemorada com a Santa Missa no dia 20 de julho às 19h30 na Catedral. A diocese foi instalada no dia 22 de outubro, data também da posse do primeiro bispo.

Aos poucos a diocese está sendo organizada e os trabalhos pastorais vão sendo realizados. A cúria está instalada no prédio da Secretaria da Paróquia Nossa Aparecida, porém deve ser construída uma sede própria na rua Alagoas, entre as ruas Argentina e Guerche. Deve ser construído um local também para formações e retiros. Em relação a equipe administrativa da Diocese, Dom Moacir nomeou os padres dos principais cargos. O Padre Roberto Bocalete de Américo de Campos é o Chanceler, o Padre Geomar Alves dos Santos da Paróquia Santa Luzia de Votuporanga é o Coordenador de Pastoral e o Padre Carlos Rodrigues dos Santos da Paróquia São Bento de Votuporanga é o Ecônomo. Dom Moacir nomeou o Padre Lorival Angelo Marques de Cosmorama como vigário-geral da diocese. Também foram escolhidos os padres membros do Colégio dos Consultores e assessores dos movimentos e pastorais.

Em março deste ano, foram ordenados os primeiros padres da diocese de Votuporanga: Padre Rafael Vicente e Padre Michel Candeu, e até o fim do ano deve ser ordenado mais um padre, o seminarista Murilo. Atualmente a diocese conta com 32 padres, 5 diáconos permanentes, 9 religiosas e 12 seminaristas.

A diocese é composta por 28 paróquias localizadas em 25 municípios: Álvares Florence, Américo de Campos, Buritama, Cardoso, Cosmorama, Floreal, Gastão Vidigal, Lourdes, Macaubal, Magda, Monções, Nhandeara, Nova Luzitânia, Parisi, Paulo de Faria, Planalto, Pontes Gestal, Riolândia, Sebastianópolis do Sul, Tanabi, Turiúba, União Paulista, Valentim Gentil, Votuporanga e Zacarias. Para facilitar o trabalho pastoral, a diocese foi dividida em 5 regiões pastorais: Nhandeara, Buritama, Votuporanga, Cosmorama e Riolândia. Nossa diocese abrange uma superfície de 7.694 Km² e segundo o censo de 2010, a população da nova diocese é de 237.380 habitantes.

 

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Padre Gilmar completará mais um ano de vida

No próximo dia 02 de julho, o padre Gilmar Antonio Fernandes Margotto, pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida comemora mais um ano de vida. Padre Gilmar nasceu em Votuporanga, no dia 02 de julho de 1970, filho de José Margotto (in memorian) e de Maria Fernandes Margotto, tendo como irmãs Maria de Fátima, Rosely e Neide Ely. Ele foi batizado na Igreja Matriz de Votuporanga pelo Frei Tarcísio Leite no dia 25 de agosto de 1970. Viveu parte de sua infância na cidade de Cosmorama. Foi crismado também na Igreja Matriz por Dom José de Aquino Pereira. 

Em 1988, aos 17 anos, padre Gilmar aceitou o chamado de Deus e ingressou no Seminário Diocesano em São José do Rio Preto, sendo ordenado diácono em 13 de maio de 1994 e ordenado presbítero no dia 27 de janeiro de 1995. Ambas as celebrações foram realizadas na Igreja Matriz de Votuporanga e presididas por Dom José de Aquino Pereira.         Menos de um mês após a sua ordenação presbiteral, foi nomeado pároco da recém-criada Paróquia Senhor Bom Jesus de Votuporanga. Durante mais de 16 anos, o padre Gilmar esteve à frente da Paróquia Senhor Bom Jesus. Padre Gilmar também é formado em Psicologia pelo Centro Universitário do Norte Paulista (UNORP). Juntamente com os padres Edemur José Alves (falecido em 2011) e Carlos Rodrigues dos Santos, ele formou a Comissão Diocesana de Estudos para a criação da Diocese de Votuporanga. 

Em setembro de 2011, após o falecimento do padre Edemur José Alves, de quem era muito amigo, foi convidado pelo bispo diocesano a assumir a Paróquia Nossa Senhora Aparecida. Em meio a dor em deixar sua comunidade tão amada e o entusiasmo em assumir um novo desafio que a Igreja o confiava, ele aceitou o convite do bispo, tomando posse no dia 26 de outubro de 2011. 

Com a criação da Diocese de Votuporanga, Padre Gilmar se tornou o Cura da Catedral. No ano passado, ele foi nomeado pelo bispo diocesano como assessor de imprensa da diocese.

Parabéns Padre Gilmar, que o senhor tenha muitos anos de vida, cheios de paz e saúde e repletos das bênçãos do Altíssimo.

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Inscrições abertas para o Encontro de Formação para o Batismo

Estão abertas as inscrições para o próximo Encontro de Formação para o Batismo para Pais e Padrinhos que será realizado no dia 29 de julho. O encontro tem início às 7h30 no Salão Paroquial e as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial. Mais informações pelo telefone: 3421-6245.

O Principal objetivo da Pastoral do Batismo é levar aos pais e padrinhos o conhecimento do que é o sacramento do Batismo e o compromisso que através dele se assume com Deus e com a comunidade. Demonstrar que este Sacramento não se resume apenas em cumprir um preceito: é necessário, portanto, vivenciar, testemunhar e ensinar filhos e afilhados a serem cristãos autênticos e fiéis seguidores de Jesus Cristo.

A Pastoral do Batismo de nossa paróquia tem como coordenadores Cida Rodolfo, Cidinha Magossi e Olívio. Os Batizados são realizados no 1º domingo de cada mês e o Encontro de Formação para o Batismo é realizado no último domingo de cada mês, a cada dois meses.

 

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Participe do Almoço em prol da Casa Abrigo no dia 29/07

 

No próximo dia 29 de julho será realizado no Centro de Eventos da Catedral Nossa Senhora Aparecida o tradicional Almoço Beneficente em prol da Casa Abrigo Irmãos de Emaús. Os ingressos já estão sendo vendidos a 30 reais e podem ser adquiridos junto coordenadores da entidade ou secretaria paroquial. Crianças até 7 anos não pagam.

O delicioso cardápio inclui churrasco (carne, frango, linguiça), farofa, mandioca, feijão gordo, salada e arroz. O almoço será servido das 11h30 às 14h e as bebidas podem ser adquiridas no local. O evento faz parte da comemoração dos 21 anos de fundação da entidade. 

A Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús (Casa Abrigo) foi fundada em 22 de abril de 1997, por membros da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga, liderados pelo Padre Edemur José Alves (In-memória), com sede própria neste município. É uma Associação Civil Filantrópica, sem fins lucrativos e tem como objetivo o atendimento a jovens, adultos, pessoas em migração e situação de rua com dependência indevida do uso de bebida alcoólica. 

A entidade é uma obra social da Paróquia da Catedral, que designa uma porcentagem do Dízimo paroquial, além da participação de muitos paroquianos que partilham espiritualidade junto aos usuários da entidade por meio de orações, encontros, reuniões, bem como a assistência do Diretor Espiritual Padre Gilmar Margotto, além do incentivo e veemência no desenvolvimento das atividades da Casa Abrigo, assim como conta com a ajuda de fieis através de doações e trabalhos voluntários. 

A entidade dispõe de 40 leitos assim distribuídos: 30 vagas para acolhimento a homens por tempo indeterminado com sistema de abrigamento e 10 vagas como Casa de passagem, sendo 07 vagas disponíveis ao público migratório para pernoite e 03 vagas à mulheres por curta temporada. 
 

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Papa Francisco explica como é o diálogo entre China e Vaticano

Em entrevista à agência de notícias Reuters, o Papa Francisco explicou que as relações entre o Vaticano e a China estão “em um bom ponto” e disse que o diálogo entre os dois Estados tem três aspectos.

O Santo Padre assinalou que a primeira forma de diálogo é “a oficial”, que ocorre quando “a delegação chinesa vem a Roma, fazemos reuniões e depois a delegação vaticana vai à China. Há boas relações e conseguimos fazer muitas coisas positivas”.

A segunda forma de diálogo, continuou, é “de todos e com todos. ‘Sou o primo do ministro fulano que mandou dizer que… ’ e sempre há uma resposta. ‘Sim, está bem, vamos em frente’. Existem estes canais abertos periféricos que são, digamos assim, humanos e não queremos interrompê-los. Pode-se ver a boa vontade tanto por parte da Santa Sé quanto por parte do governo chinês”.

A terceira forma de diálogo é cultural, que para o Papa é “o mais importante no diálogo de reaproximação com a China”.

“Há sacerdotes que trabalham nas universidades chinesas. E também consideramos muito a cultura, como a mostra que fizemos no Vaticano e na China, é o caminho tradicional, como o dos grandes, como Matteo Ricci”, disse o Santo Padre recordando o sacerdote jesuíta que evangelizou a China no século XVI.

Além disso, o Pontífice afirmou: “Agrada-me pensar nas relações com a China assim, multifacetado, não se limitar apenas ao oficial diplomático, porque os outros dois caminhos enriquecem muito”.

“Na sua pergunta – acrescentou o Papa –, o senhor falou de dois passos para frente e um para trás, mas eu digo que os chineses merecem o prêmio Nobel da paciência, porque são bons, sabem esperar, o tempo é deles e têm séculos de cultura. É um povo sábio, muito sábio. Eu respeito muito a China”, destacou.

Atualmente, a China e o Vaticano não têm relações diplomáticas oficiais. Estas relações se romperam em 1951, dois anos depois da chegada ao poder dos comunistas, os quais expulsaram os clérigos estrangeiros.

Há algum tempo, ambos os Estados têm um diálogo que deveria levar a um acordo para a nomeação de bispos na China. No começo deste ano, alguns meios especularam sobre a possível assinatura de um tratado, algo que foi negado no final de março pela Sala de Imprensa da Santa Sé.

Um dos principais opositores do acordo entre a China e o Vaticano é o Cardeal Joseph Zen Ze-kiun, Bispo Emérito de Hong Kong, que no final de janeiro publicou uma carta na qual informou que o Vaticano havia solicitado a dois bispos suas renúncias para permitir que prelados relacionados ao governo assumissem seus cargos.

 

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Seminarista Murilo será ordenado diácono no dia 27/07

 

O Seminarista Murilo de Souza da Silveira será ordenado Diácono Transitório da Igreja Católica no próximo dia 27 de julho pela imposição das mãos e oração consecratória de Dom Moacir Aparecido de Freitas, bispo diocesano. A celebração será realizada na Sé Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga e terá início às 19h30.

Natural de Cosmorama, Murilo realiza estágio pastoral em uma paróquia de Votuporanga pelo quinto ano consecutivo, sendo que neste ano ele está atuando na Paróquia Santa Joana Princesa. Em 2014, ele atuou na Paróquia Nossa Senhora Aparecida e em 2015, 2016 e 2017 na Paróquia São Benedito e Nossa Senhora de Fátima.

O diaconato é  uma vocação ministerial para o serviço, seu nome vem do termo ‘diaconia’ que significa serviço. O ministério diaconal possui três dimensões: o serviço da Palavra de Deus, o serviço da Caridade e o serviço da Liturgia. 

Os diáconos podem ser transitórios ou permanentes. O diaconato transitório é o primeiro grau do Sacramento da Ordem. Os diáconos transitórios permanecem por um período específico até completar sua formação e serem ordenados sacerdotes. O diácono permanente é a expressão do ministério ordenado colocado o mais próximo possível da realidade laical e do protagonismo dos leigos.

Os diáconos realizam atividades essenciais para a vida da Igreja. Eles podem administrar sacramentos (Batismo, Matrimônio e Eucaristia) e colaborar nas funções litúrgicas, como servir o altar, proclamar o Evangelho, convidar os fiéis para o abraço da paz e fazer a despedida da missa.  

Murilo nasceu no dia 22 de junho de 1991 na cidade de Mirassol, filho de Adão Rodrigues da Silveira e Elisete Lourdes Gomes de Souza da Silveira, mas viveu sua infância e juventude em Cosmorama. Ele foi batizado em 15 de setembro de 1991 e crismado em 13 de novembro de 2011, ambos os sacramentos recebidos em Cosmorama. Ele estudou o Ensino Fundamental na Escola Municipal Ana Maria Segura de Cosmorama e o Ensino Médio na Escola Estadual Álvaro Duarte de Almeida, na mesma cidade. Sentindo o chamado de Deus, Murilo entrou para o Seminário Propedêutico em 2010 e para o Seminário Maior em 2011. Ele cursou Filosofia entre os anos de 2011 e 2013 e Teologia de 2014 a 2017 no Centro de Estudos Superiores Sagrado Coração de Jesus em Rio Preto.

O Seminarista fez estágio pastoral nas seguintes paróquias: Santo Antônio de Cosmorama em 2011, Nossa Senhora do Rosário em São José do Rio Preto em 2013, Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga em 2014, Nossa Senhora de Fátima e São Benedito de Votuporanga em 2015, 2016 e 2017 e Santa Joana Princesa em 2018. No ano de 2012, ele atuou junto a Pastoral Carcerária Diocesana. No dia 17 de dezembro de 2017, ele recebeu os Ministérios do Acolitato e Leitorato em celebração presidida por Dom Moacir na Paróquia Santo Antonio de Pádua de Cosmorama. A data da sua ordenação presbiteral ainda não foi definida.

Em nossa paróquia, com a orientação do Padre Gilmar Margotto, Murilo auxiliou os trabalhos em diversas pastorais e movimentos, sendo muito prestativo e humilde, criando muitas amizades e deixando saudades. Como destaque, ele reorganizou a Pastoral dos Coroinhas, junto com a paroquiana Maria Odete. Rezemos pelo seminarista Murilo para que Deus fortaleça a cada dia sua vocação.

 

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Paróquias doaram alimentos para o Hospital de Amor de Barretos

Como forma de solidariedade, diversas paróquias brasileiras doaram alimentos para famílias carentes e instituições durante a solenidade de Corpus Christi, realizada no dia 31 de maio. Em Votuporanga, os fieis arrecadaram alimentos para o Hospital de Amor, antigo Hospital de Câncer de Barretos, entidade mantida pela Fundação Pio XII e que atende milhares de pessoas de todo o país, inclusive muitos votuporanguenses.

Neste ano foram arrecadados os seguintes alimentos: café, achocolatado, vinagre, leite, óleo, açúcar e macarrão que totalizaram mais de 5,5 toneladas. As arrecadações para o Hospital de Amor iniciaram em 2007, mas há muito tempo é comum a arrecadação de alimentos como gesto concreto em Corpus Christi.

Para Marlene Barbin, uma das organizadoras da campanha “a quantidade arrecadada parece grande, porém vai conseguir suprir a demanda do hospital por apenas uma semana, pois mais de mil pessoas são atendidas diariamente”.

Os alimentos arrecadados pelas paróquias votuporanguenses foram entregues no início desta semana para o Hospital. Participaram desta campanha as seguintes paróquias: Catedral Nossa Senhora Aparecida, Paróquia Santa Luzia, Paróquia São Bento, Paróquia São Benedito e Nossa Senhora de Fátima, Paróquia São Cristóvão, Paróquia Senhor Bom Jesus, Capela Santo Antônio e Capela Nossa Senhora Aparecida de Parisi.

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Santo, Papa e goleiro: a relação entre João Paulo II e o futebol

“Papa peregrino” e “Papa da família” foram apenas alguns títulos que caracterizaram São João Paulo II durante o seu pontificado; mas, também ficou conhecido como “o atleta de Deus”, por sua grande paixão pelos esportes, entre os quais o futebol, em que atuou como goleiro.

Ainda na infância, Karol Wojtyla começou a estreitar os laços com o futebol. Na juventude, era um bom jogador e participou até mesmo de partidas organizadas entre judeus e cristãos, reforçando a equipe hebreia quando faltavam jogadores nesta.

Em certa ocasião, ao recordar a relação de Wojtyla com o futebol à agência Reuters, o médico Jerzy Kluger, amigo de juventude do santo, elogiou a sua “coragem” e habilidade no gol.

João Paulo II era torcedor da equipe MKS Cracóvia, da sua terra natal, a Polônia. Sua proximidade e ânimo a esta equipe durou por muitos anos até sua morte. Por isso, o time entrou em luto e seus fãs disseram que perdiam “um companheiro” quando o Pontífice faleceu, em 2 de abril de 2005.

Em janeiro daquele mesmo ano, porém, o time polonês pôde se encontrar com seu torcedor mais ilustre no Vaticano, quando foi entregue a João Paulo II uma camisa bialo-czerwona (branca e vermelha) com o seu nome grifado e o número 1.

E essa ligação do Pontífice polonês com o futebol chegou até o Brasil e se estende até os dias de hoje.

Em sua visita ao país em 1980, João Paulo II teve contato com dois grandes times brasileiros. Primeiro, tirou uma foto em seu carro com uma pequena bandeira do Flamengo. Depois, também recebeu uma camisa do Fluminense, cuja torcida logo adotou a música “A bênção, João de Deus”, composta por Péricles de Barros.

Atualmente, São João Paulo II é padroeiro do Fluminense, ao lado de Nossa Senhora da Glória.

Entretanto, a relação de João Paulo II e do futebol não se restringiu ao campo, mas se demonstrou também nos discursos. Em diferentes ocasiões o Pontífice mencionou o esporte, sempre destacando a sua importância para a promoção de valores como a tenacidade, o espírito de sacrifício, o respeito mútuo, a lealdade, a amizade e o trabalho em equipe.

Em um discurso aos atletas da equipe de futebol Ascoli, em 1980, o Pontífice expressou o desejo de que “a vossa profissão desportiva se inspire sempre nos nobres ideais da lealdade e da coragem, da retidão e da nobreza”, acrescentando os bons desejos “pela vossa profissão cristã, a qual, longe de estar em posição de estranheza ou de contradição à primeira, deve antes integrá-la, obviamente com a contribuição também de outros fatores, e juntamente elevá-la para que a vossa própria personalidade seja completada”.

“Em palavras mais simples quero dizer-vos: assim como sois bons jogadores, procurai também ser bons cristãos, sempre fiéis ao Senhor, à sua Igreja, à sua Lei de amor por Ele e pelos irmãos”, completou João Paulo II naquela ocasião.

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