Notícias e Artigos Litúrgicos
Ver matéria completa ...
Papa: com o novo ano os problemas não desaparecem, mas Deus está conosco

Para que o novo ano seja diferente do anterior, é preciso estupor e gratidão, disse o Papa Francisco em sua homilia na celebração das Vésperas na Basílica de São Pedro, com o canto do Te Deum, em agradecimento pelo ano que passou.  A celebração foi presidida pelo Decano do Colégio Cardinalício, cardeal Giovanni Battista Re. O Papa Francisco acompanhou a missa de seu assento posicionado em frente ao altar da Confissão. 

Estupor para que o amanhã seja diferente

Há motivos para agradecer, não obstante a pandemia. Em sua homilia, o Papa recordou que a Liturgia desses dias convida a despertar em nós a maravilha pelo mistério da Encarnação. E não se pode celebrar o Natal sem estupor, recordou Francisco. Mas não um estupor que se limite a uma emoção superficial, ligada à exterioridade da festa ou, pior, ao frenesi consumista.

“Se o Natal se reduz a isso, nada muda: amanhã será igual a ontem, o próximo ano será como o que passou e assim por diante.”

Mas é preciso acolher o centro do mistério do nascimento de Cristo e o centro é este: “O Verbo se fez carne e veio habitar entre nós”.

Os problemas existem, mas não estamos sós

E é Maria quem nos reconduz à verdade do Natal. Ela é a primeira testemunha e a maior, porque é a mais humilde. O seu coração está repleto de estupor, sem romantismos, porque a maravilha cristã tem origem não em efeitos especiais, mas no mistério da realidade.

Para o Papa, não há nada de mais maravilhoso e impressionante do que a realidade, do que uma mãe que segura o filho em seus braços e o amamenta.

Por isso, o estupor de Maria e o da Igreja é repleto de gratidão, porque contemplando o Filho sentimos a proximidade de Deus, que não abandona o seu povo. É o Deus-conosco. Os problemas não desaparecem, mas não estamos sós. Ele, o Unigênito, se faz primogênito entre os irmãos, para reconduzir a todos nós à casa do Pai.

Afastar a tentação do "salve-se quem puder"

Este tempo de pandemia, afirmou Francisco, aumentou em nós o sentimento de perda. Depois de uma primeira fase de reação, em que nos sentimos solidários na mesma barca, difundiu-se a tentação do “salve-se quem puder”.

“Mas graças a Deus reagimos novamente, com o sentido de responsabilidade. Realmente podemos e devemos dizer ‘graças a Deus’ porque a escolha da responsabilidade solidária não vem do mundo, vem Deus; ou melhor, vem de Jesus Cristo.”

Antes de concluir sua homilia, o Papa dedicou algumas palavras para falar da cidade de Roma, onde todos se sentem irmãos diante de sua vocação de abertura universal.

“Roma é uma cidade maravilhosa, que não para de encantar”, mas pode ser cansativa para quem vive e nem sempre digna para os moradores e turistas. O apelo de Francisco é para deixar de lado a tendência a descartar, de modo que todos possam maravilhar-se descobrindo na cidade uma beleza “coerente” e que suscita gratidão.  

O convite final do Pontífice é para seguir o Menino: “Sigamo-Lo no caminho cotidiano. Ele dá plenitude ao tempo, dá sentido às obras e aos dias. Vamos confiar nos momentos felizes e naqueles dolorosos: a esperança que Ele nos doa é a esperança que não desilude.”

Ver matéria completa ...
Diácono Alan Miatello será ordenado sacerdote no dia 28 de janeiro na Catedral

No próximo dia 28 de janeiro, o Diácono  Alan Daga Miatello será ordenado sacerdote pela imposição das mãos e oração consecratória de Dom Moacir Aparecido de Freitas. A celebração eucarística será realizada na Sé Catedral de Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga às 19h30.

O Diácono Alan nasceu em Tanabi no dia 26 de dezembro de 1989, filho de Pedro Aparecido Miatello e Cleusa Daga Miatello (in memorian), sendo irmão de Anderson Clayton Daga Miatello.

Em Tanabi, Alan cursou o Ensino Fundamental nas E.M. Alexandre Kannebley Melotti e E.E João Portugal e Ensino Médio E.E. Padre Fidélis. O seminarista é graduado em Ciências Biológicas pela Unifev (2008-2011) e pós-graduado em Teologia pelo Instituto pró-Minas.

De família protestante, Alan se tornou católico após participar, a convite de uma vizinha, de uma Missa para a abençoar o início das obras de construção da Igreja de São João Batista e São Cristóvão de Tanabi, em que na oportunidade ficou encantado pelos serviços dos coroinhas e quis fazer parte daquele grupo.

“Jesus me chamou através daquela mulher, ela foi instrumento de Deus na minha vida e na minha vocação, por isso não podemos ter medo de convidar as pessoas, de chamar, de anunciar o Evangelho de Cristo do nosso jeito e com as nossas possibilidades. Com o tempo, sendo coroinha e participando das demais pastorais, o meu desejo de conhecer mais a Jesus e me consagrar a Ele foi crescendo. A decisão de entrar no seminário, futuramente, não seria fácil, mas com a Graça de Deus não me arrependo de ter seguido a voz do meu Pastor! Vale a pena, vale a vida!” afirma o Seminarista.

Após esse “chamado”, Alan teve sua infância e juventude marcada pela participação na Paróquia São João Batista e São Cristóvão de Tanabi, tendo atuado na Pastoral dos Coroinhas e Acólitos, Ministério de Música Litúrgica, Grupo de Adolescentes e Pastoral da Juventude.

O seminarista iniciou seus estudos para a vida sacerdotal em fevereiro de 2013, tendo cursado o Seminário Propedêutico naquele ano e Filosofia (2014-2016) e Teologia (2017-2020). Durante o período de seminário, Alan fez estágio pastoral nas seguintes paróquias: Catedral de São José em Rio Preto (2013-2014), São João Batista de Américo de Campos (2015-2017), Senhor Bom Jesus de Votuporanga (2018) e Nossa Senhora do Divino Livramento (Buritama) – 2019-2021.

Alan foi ordenado diácono no dia 29 de maio de 2021 por Dom Moacir Aparecido de Freitas, bispo diocesano, em celebração realizada na Sé Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga

Ao ser questionado sobre a ordenação, Alan afirma que: “é um sentimento de entrega e expectativa. São oito anos de preparação para uma missão que agora culminam num dia onde a Igreja toda, celeste e terrestre se unem para pedir a Deus a graça do Espírito Santo sobre o eleito. Estou desejoso de que, ao assumir este ministério na Igreja, todos os fiéis possam me colocar em suas orações para que eu consiga responder ao chamado de Cristo.”

Ainda não há uma definição sobre qual paróquia ou comunidade o neo-sacerdote atuará.

Ver matéria completa ...
Padre Gilmar Margotto completará 27 anos de vida sacerdotal

No dia 27 de janeiro, o Padre Gilmar Antonio Fernandes Margotto, pároco da Catedral Nossa Senhora Aparecida comemora 27 anos de ordenação sacerdotal. Nascido em Votuporanga, no dia 02 de julho de 1970, desde sua infância e juventude se interessou pela Igreja e trabalhos pastorais da comunidade, participando da Catequese, Congregação Mariana e Pastoral da Juventude. Em 1988, aos 17 anos, padre Gilmar aceitou o chamado de Deus e ingressou no Seminário Diocesano em São José do Rio Preto.

Em Rio Preto, ele cursou Filosofia e Teologia pela Faculdade Sagrado Coração de Jesus entre os anos de 1988 e 1994. Foi ordenado diácono no dia 13 de maio de 1994 e recebeu a ordenação Presbiteral no dia 27 de janeiro de 1995, por imposição das mãos de Dom José de Aquino Pereira, na Igreja Matriz Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga.

Menos de um mês após a sua ordenação presbiteral, foi nomeado pároco da recém criada Paróquia Senhor Bom Jesus de Votuporanga. Durante mais de 16 anos, o padre Gilmar esteve a frente da Paróquia Senhor Bom Jesus, enfrentando as dificuldades iniciais como os poucos recursos financeiros, falta de espaço para reuniões, catequeses e encontros, mas com a ajuda da caminhada, com quem manteve um laço forte de amizade e fidelidade, todas as dificuldades foram vencidas. Neste período em que ficou a frente da paróquia Senhor Bom Jesus, destaca-se a construção da nova Igreja e do Centro de Pastoral, criação de movimentos e pastorais, formação de lideranças, dinamização das atividades e trabalho com a juventude.

Padre Gilmar também é formado em Psicologia pelo Centro Universitário do Norte Paulista (UNORP).  Juntamente com os padres Edemur José Alves (falecido em 2011) e Carlos Rodrigues dos Santos, ele formou a Comissão Diocesana de Estudos para a criação da Diocese de Votuporanga. 

Em setembro de 2011, após o falecimento do padre Edemur José Alves, de quem era muito amigo, foi convidado pelo bispo diocesano a assumir a Paróquia Nossa Senhora Aparecida. Em meio a dor em deixar sua comunidade tão amada e o entusiasmo em assumir um novo desafio que a Igreja o confiava, ele aceitou o convite do bispo, tomando posse no dia 26 de outubro de 2011.

Ao longo destes anos, ele cativou os paroquianos com sua dedicação e amor pelo povo de Deus. Entre os destaques de seu trabalho estão a reorganização territorial, celebração de missas em todos os dias da semana, reforma do Salão, da Secretaria Paroquial e das sacristias, construção do Centro de Eventos e implantação do sistema de transmissão de missas via internet.
Ele também foi um dos responsáveis pela implantação da Diocese de Votuporanga, com participação na Comissão de Criação, desde 2010. Após a instalação, em 2016, tornou-se Cura da Catedral e padre assessor da Pastoral da Comunicação.

Ver matéria completa ...
A oração abre o céu, disse o Papa Francisco no Angelus

Como vai a minha oração? Esta foi a pergunta que o Papa dirigiu aos milhares de fiéis presentes na Praça São Pedro para a oração do Angelus dominical.

O Evangelho da liturgia de hoje fala do início da vida pública de Jesus, que começa com o Batismo no rio Jordão.

Francisco convidou os fiéis a se deterem num ponto específico, quando o Evangelho de Lucas relata que, naquele momento, Jesus “estava em oração” (Lc 3,21).

E isso se repete inúmeras vezes: no início de cada dia, muitas vezes à noite, antes de tomar decisões importantes, Cristo está sempre em oração — o que revela uma relação íntima com o Pai.

Para Francisco, trata-se de um grande ensinamento para nós, pois estamos todos imersos nos problemas da vida e em muitas situações emaranhadas, chamados a enfrentar momentos e escolhas difíceis que nos puxam para baixo.

Mas se não quisermos ser esmagados, precisamos elevar tudo para o alto. E é precisamente isto que a oração faz, que não é uma via de fuga nem um ritual mágico ou uma repetição de cânticos aprendidos de cor.

“Rezar é a forma de deixar Deus agir em nós, de compreender o que Ele quer comunicar-nos mesmo nas situações mais difíceis, para ter a força para continuar.”

Oração: diálogo, silêncio e grito

A oração, continuou Francisco, ajuda-nos, porque nos une a Deus, abre-nos a um encontro com Ele. “Sim, a oração é a chave que abre o coração ao Senhor.” É dialogar com Deus é ouvir a sua Palavra, é adorar: ficar em silêncio e confiar-Lhe o que estamos vivendo. E, por vezes, é também gritar a Ele como Jó, para desabafar com Deus. “Ele nos entende bem, jamais fica bravo conosco.”

Caros irmãos e irmãs, a oração — para usar uma bela imagem do Evangelho de hoje — “abre o céu”: dá oxigênio à vida, respiro mesmo no meio dos afãs, e faz-nos ver as coisas de modo mais amplo.

Acima de tudo, permite-nos fazer a mesma experiência de Jesus no Jordão: faz-nos sentir como crianças amadas pelo Pai. Por isso, é importante saber a data do batismo, disse o Papa, convidando os fiéis a se informarem a respeito e refletirem:

“E hoje perguntemo-nos: como vai a minha oração? Será que rezo por hábito, sem querer, apenas recitando fórmulas? Ou será que cultivo a intimidade com Deus, diálogo com Ele, escuto a Sua Palavra?”

Entre as muitas coisas que fazemos, concluiu o Papa, não negligenciemos a oração: “Dediquemos tempo a ela, utilizemos invocações curtas para repetir com frequência, leiamos o Evangelho todos os dias”.

Ver matéria completa ...
Papa batiza 16 crianças - alma descalça para receber a força de Jesus

Choros, fraldas e chupetas em meio à obra-prima dos afrescos da Capela Sistina: assim foi a missa presidida pelo Papa Francisco na festa do Batismo do Senhor.

Os protagonistas da cerimônia, como disse o Pontífice na homilia, foram os dezesseis recém-nascidos, filhos de funcionários do Vaticano, que receberam o Sacramento da iniciação cristã.

Nesta ocasião, Francisco faz sua reflexão sem um texto pré-escrito e neste domingo, 9, inspirou-se num hino litúrgico que fala que o povo de Israel ia ao Jordão com os pés e a alma “descalços”, isto é, uma alma que desejava ser banhada por Deus, que não tinha nenhuma riqueza, que necessitava de Deus.

“Essas crianças hoje vêm aqui também com a alma descalça para receber a justificação de Deus, a força de Jesus, a força de ir avante na vida, receber a identidade cristã. É isto, simplesmente.”

Cabe aos pais e padrinhos proteger esta identidade, prosseguiu Francisco, esta é a tarefa de toda a vida e de todos os dias: “Fazê-los crescer com a luz que hoje receberão”.

“Esta é a mensagem de hoje: custodiar a identidade cristã.”

“Espírito de grupo”

Depois, como sempre faz nesta cerimônia, o Santo Padre deixou os pais à vontade para acudir os bebês. “Se tiverem fome, amamentem tranquilamente aqui, diante do Senhor”, disse às mães. “Não há problema.”

E se chorarem, “deixem gritar”, porque as crianças têm um espírito de comunidade, podemos dizer um “espírito de grupo”, brincou o Papa. Basta que um comece a chorar para que a orquestra dos demais acompanhe.

“E assim, com esta paz, vamos em frente nesta cerimônia e não esqueçam: receberão a identidade cristã e sua tarefa será custodiar esta identidade cristã.”

Fonte: https://noticias.cancaonova.com/papa/papa-batiza-16-criancas-alma-descalca-para-receber-a-forca-de-jesus/

Ver matéria completa ...
Papa ao Dia Mundial das Missões: a identidade da Igreja é evangelizar

O Vaticano divulgou, nesta quinta-feira, 6, a mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Missões 2022, que tem como tema “Sereis minhas testemunhas” (At 1,8). A mensagem se desenvolve a partir de três expressões-chave, que o Papa chama de “alicerces” da vida e da missão dos discípulos. São elas: “Sereis minhas testemunhas”, “até aos confins do mundo” e “recebereis a força do Espírito Santo”.

Em 2022, o aspecto da missão na Igreja é um tema duplamente comemorativo: celebram-se 400 anos da Congregação de Propaganda Fide – hoje Congregação para a Evangelização dos Povos – e 200 anos da Obra da Propagação da Fé. E o Papa destaca que o Dia Mundial das Missões ajuda a viver o fato de que a Igreja é, por sua natureza, missionária.

O chamado a testemunhar Cristo

“Sereis minhas testemunhas”. Essa expressão é, segundo o Papa, o coração do ensinamento de Jesus aos discípulos em ordem à sua missão no mundo. Ele frisa que todo cristão é chamado a ser missionário e testemunha de Cristo. “A identidade da Igreja é evangelizar”.

“O testemunho prestado pelos cristãos a Cristo tem caráter sobretudo comunitário”
Papa Francisco

Francisco acrescenta que a missão realiza-se em conjunto, não individualmente. E mesmo que, em uma situação particular, alguém leve a missão evangelizadora sozinho, deve realizá-la sempre em comunhão com a Igreja que o enviou.

“Com efeito, não foi por acaso que o Senhor Jesus mandou os seus discípulos em missão dois a dois; o testemunho prestado pelos cristãos a Cristo tem caráter sobretudo comunitário. Daí a importância essencial da presença duma comunidade, mesmo pequena, na realização da missão”.

O segundo aspecto comentado por Francisco é a necessidade de viver a missão, não só realizá-la. O Pontífice frisa que, na evangelização, o exemplo de vida e o anúncio de Cristo caminham juntos, são os dois pulmões com os quais a comunidade deve respirar. “Assim, exorto todos a retomarem a coragem, a ousadia, aquela parresia dos primeiros cristãos, para testemunhar Cristo, com palavras e obras, em todos os ambientes da vida”.

Evangelização universal

No segundo ponto, o Papa reflete sobre a atualidade perene da missão de evangelização universal: “Até aos confins do mundo”. E os discípulos não são enviados por Jesus para fazer proselitismo, mas para anunciar.

O Santo Padre recorda que os primeiros cristãos foram perseguidos em Jerusalém, e por isso se dispersaram pela Judeia e Samaria, testemunhando Cristo por toda parte. Aqui o Papa comenta sobre o cenário de perseguição que se vê ainda hoje.

“A Igreja de Cristo sempre esteve, está e estará “em saída”
Papa Francisco

“Por causa de perseguições religiosas e das situações de guerra e violência, muitos cristãos veem-se constrangidos a fugir da sua terra para outros países. Estamos agradecidos a estes irmãos e irmãs que não se fecham na tribulação, mas testemunham Cristo e o amor de Deus nos países que os acolhem”.

Francisco também pontua que, apesar dos progressos modernos, ainda existem áreas geográficas onde não chegaram os missionários. Por outro lado, não existe qualquer realidade humana que seja alheia à atenção dos discípulos de Cristo. “A Igreja de Cristo sempre esteve, está e estará «em saída» rumo aos novos horizontes geográficos, sociais, existenciais, rumo aos lugares e situações humanos «de confim», para dar testemunho de Cristo e do seu amor a todos os homens e mulheres de cada povo, cultura, estado social”.

A força do Espírito Santo

A última parte da mensagem é dedicada à graça que Jesus prometeu para tamanha responsabilidade: a força do Espírito Santo. Francisco enfatiza que nenhum cristão poderá dar testemunho pleno e genuíno de Cristo Senhor sem a inspiração e a ajuda do Espírito. “O Espírito é o verdadeiro protagonista da missão”, frisa.

“Por isso cada discípulo missionário de Cristo é chamado a reconhecer a importância fundamental da ação do Espírito, a viver com Ele no dia a dia e a receber constantemente força e inspiração d’Ele. Mais precisamente quando nos sentirmos cansados, desmotivados, perdidos, lembremo-nos de recorrer ao Espírito Santo na oração”.

Comemorações missionárias em 2022

À luz da ação do Espírito Santo, Papa Francisco faz a leitura dos aniversários missionários comemorados em 2022.

A Congregação de Propaganda Fide completa 400 anos, e sua criação foi motivada pelo desejo de promover o mandato missionário nos novos territórios. Também por inspiração do Espírito, a jovem francesa Pauline Jaricot fundou, há 200 anos, a Associação para a Propagação da Fé, colocando em movimento uma rede de oração e coleta para os missionários. Desta iniciativa, surgiu o Dia Mundial das Missões, comemorado anualmente. E a beatificação de Pauline Jaricot será celebrada neste ano jubilar.

Francisco também recorda o bispo francês Charles de Forbin-Janson, que iniciou a Obra da Santa Infância para promover a missão entre as crianças. Também a senhora Jeanne Bigard, que deu vida à Obra de São Pedro Apóstolo, para apoio dos seminaristas e sacerdotes em terras de missão. As três obras missionárias foram reconhecidas como «pontifícias», precisamente há cem anos. Outra comemoração é a fundação, pelo Beato Paolo Manna, da atual Pontifícia União Missionária.

“Queridos irmãos e irmãs, continuo a sonhar com uma Igreja toda missionária e uma nova estação da ação missionária das comunidades cristãs”, conclui Francisco.

Fonte: https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/papa-ao-dia-mundial-das-missoes-a-identidade-da-igreja-e-evangelizar/

Ver matéria completa ...
As vacinas não são “instrumentos mágicos de cura”, mas “a solução mais razoável para a prevenção do coronavírus”, disse o Papa Francisco

As vacinas não são “instrumentos mágicos de cura”, mas “a solução mais razoável para a prevenção do coronavírus”, disse o Papa Francisco, nesta segunda-feira, 10 de janeiro. O pontífice recebeu em audiência o corpo diplomático credenciado junto à Santa Sé para os tradicionais votos de Ano Novo. Além de defender a vacinação, Francisco sustentou que a paz é contagiosa, e que se constrói com diálogo e fraternidade. Foram abordadas as temáticas da migração e das mudanças climáticas como os “principais desafios que a humanidade deve enfrentar hoje”.

Tradicionalmente, o discurso aos diplomatas no início do ano é ocasião para uma análise de conjuntura internacional. Nesta segunda-feira, estiveram presentes no Vaticano diplomatas representando mais de 180 países. Francisco recordou que o objetivo da diplomacia é “ajudar a deixar de lado os dissabores da convivência humana, favorecer a concórdia e experimentar como, superando as areias movediças da conflitualidade, podemos redescobrir o sentido da unidade profunda da realidade”.

Vacinas: solução mais razoável

O Papa pediu que prossiga o esforço para imunizar o máximo possível a população mundial, não obstante a desigualdade no acesso às vacinas. Estas, afirmou, não são “instrumentos mágicos de cura”, mas “a solução mais razoável para a prevenção do coronavírus” e é preciso deixar de lado as “fake news” e o embate ideológico:

“Todos temos a responsabilidade de cuidar de nós próprios e da nossa saúde, o que se traduz também no respeito pela saúde de quem vive ao nosso lado. O cuidado da saúde constitui uma obrigação moral.”

Vencer a indiferença

Apesar das restrições, em 2021 foram retomadas as audiências a chefes de Estado no Vaticano, bem como as viagens apostólicas internacionais. O Pontífice mencionou o encontro de reflexão e oração pelo Líbano, e as visitas a Iraque, Budapeste, Eslováquia, Chipre e Grécia.

Ao recordar a etapa na ilha de Lesbos, falou do drama da migração e da necessidade de vencer a indiferença.

“Diante destes rostos, não podemos permanecer indiferentes, nem se pode entrincheirar atrás de muros e arame farpado a pretexto de defender a segurança ou um estilo de vida.”

Não se trata apenas de um problema da Europa, mas diz respeito também à África e Ásia, como demonstra o êxodo de refugiados sírios, afegãos e os inúmeros latino-americanos, sobretudo haitianos.

Direito à vida e à liberdade religiosa

Contudo, diante de desafios globais, as soluções tendem a ser cada vez mais fragmentadas, constatou Francisco, apontando para uma crise de confiança das instituições. “Pelo contrário, é preciso recuperar o sentido da nossa identidade comum de uma única família humana.”

Mais uma vez, alertou para os perigos da colonização ideológica e do pensamento único e reafirmou a existência de valores permanentes, como o direito à vida “desde a concepção até ao fim natural”, e o direito à liberdade religiosa.

O cuidado da nossa Casa Comum constitui o terceiro desafio planetário. Diante de uma contínua e indiscriminada exploração dos recursos, é preciso encontrar soluções comuns e colocá-las em prática. “Ninguém pode eximir-se deste esforço, pois interessa e envolve igualmente a todos.”

Para Francisco, a timidez demonstrada na COP26 deve ser superada na COP27, prevista para novembro próximo no Egito.

Conflitos intermináveis

Mas além das crises globais, há aquelas regionais, que se tornaram “conflitos intermináveis, que por vezes assumem a fisionomia de verdadeiras e próprias guerras por procuração (proxy wars)”. São elas: Síria, Iêmen, Terra Santa, Líbia, Sudão, Sudão do Sul, Etiópia, Cáucaso e Myanmar.

O Papa também falou sobre o contexto das Américas:

“As desigualdades profundas, as injustiças e a corrupção endêmica, assim como as várias formas de pobreza que ofendem a dignidade das pessoas, continuam a alimentar conflitos sociais também no continente americano, onde as polarizações cada vez mais fortes não ajudam a resolver os problemas reais e urgentes dos cidadãos, sobretudo dos mais pobres e vulneráveis.”

Todos os conflitos são favorecidos pela abundância de armas à disposição. Citando Paulo VI, recordou que quem possui armas acaba mais cedo ou mais tarde por usá-las, porque, “não se pode amar com armas ofensivas nas mãos”.

Dentre as armas que a humanidade produziu, causam particular preocupação as armas nucleares, disse o Papa, reiterando a posição contrária da Santa Sé: “A sua posse é imoral”.

Jamais abdicar da responsabilidade de educar

Convencido de que “diálogo e fraternidade são os dois focos essenciais para superar as crises do momento presente”, o Santo Padre concluiu repropondo dois elementos da mensagem para o Dia Mundial da Paz 2022: educação e trabalho. E manifestou sua dor diante dos abusos cometidos em centros educativos, como paróquias e escolas e a necessidade de justiça.

“Não obstante a gravidade de tais atos, nenhuma sociedade pode jamais abdicar da responsabilidade de educar.”

Ao se despedir dos embaixadores, Francisco citou o profeta Jeremias, que lembra que Deus tem para nós “desígnios de prosperidade e não de calamidade”.

“Por isso, não devemos ter medo de abrir espaço para a paz na nossa vida, cultivando o diálogo e a fraternidade entre nós. A paz é um bem ‘contagioso’, que se propaga a partir do coração de quantos a desejam e aspiram a vivê-la abraçando o mundo inteiro.”

*

A Santa Sé mantém relações diplomáticas com 183 países. A estes se acrescentam a União Europeia e a Soberana Militar Ordem de Malta.

Por Bianca Fraccalvieri – Vatican News com adaptações
Imagens: Vatican Media
Ver matéria completa ...
A paz é “contagiosa” e se constrói com diálogo e fraternidade, afirma Papa

Pandemia, migração e mudanças climáticas. Estes são, para o Papa Francisco, os principais desafios que a humanidade deve enfrentar hoje. Ao receber os embaixadores acreditados junto à Santa Sé, o Pontífice pronunciou um dos discursos mais tradicionais do ano, em que analisa a conjuntura internacional.

Diante de diplomatas representando mais de 180 países, o Santo Padre recordou o objetivo da diplomacia. “Ajudar a deixar de lado os dissabores da convivência humana, favorecer a concórdia e experimentar como, superando as areias movediças da conflitualidade, podemos redescobrir o sentido da unidade profunda da realidade”, indicou.

Vacinas: solução mais razoável

Hoje, esta unidade profunda é colocada à dura prova pela pandemia, que fez vítimas inclusive entre o corpo diplomático, como o “saudoso Arcebispo Aldo Giordano, Núncio Apostólico”, recordou o Pontífice.

O Papa pediu que prossiga o esforço para imunizar o máximo possível a população mundial, não obstante a desigualdade no acesso às vacinas. Estas, afirmou, não são “instrumentos mágicos de cura”, mas “a solução mais razoável para a prevenção do coronavírus” e é preciso deixar de lado as “fake news” e o embate ideológico:

“Todos temos a responsabilidade de cuidar de nós próprios e da nossa saúde, o que se traduz também no respeito pela saúde de quem vive ao nosso lado. O cuidado da saúde constitui uma obrigação moral.”

Vencer a indiferença

Apesar das restrições, em 2021 foram retomadas as audiências a chefes de Estado no Vaticano, bem como as viagens apostólicas internacionais. O Pontífice mencionou o encontro de reflexão e oração pelo Líbano, e as visitas a Iraque, Budapeste, Eslováquia, Chipre e Grécia.

Ao recordar a etapa na ilha de Lesbos, falou do drama da migração e da necessidade de vencer a indiferença. “Diante destes rostos, não podemos permanecer indiferentes, nem se pode entrincheirar atrás de muros e arame farpado a pretexto de defender a segurança ou um estilo de vida.”

Não se trata apenas de um problema da Europa, mas diz respeito também à África e Ásia, como demonstra o êxodo de refugiados sírios, afegãos e os inúmeros latino-americanos, sobretudo haitianos.

Direito à vida e à liberdade religiosa

Contudo, diante de desafios globais, as soluções tendem a ser cada vez mais fragmentadas, constatou Francisco. Ele frisou a crise de confiança das instituições. “Pelo contrário, é preciso recuperar o sentido da nossa identidade comum de uma única família humana.”

Mais uma vez, alertou para os perigos da colonização ideológica e do pensamento único. O Santo Padre reafirmou a existência de valores permanentes, como o direito à vida “desde a concepção até ao fim natural”, e o direito à liberdade religiosa.

O cuidado da Casa Comum constitui o terceiro desafio planetário. Diante de uma contínua e indiscriminada exploração dos recursos, é preciso encontrar soluções comuns e colocá-las em prática. “Ninguém pode eximir-se deste esforço, pois interessa e envolve igualmente a todos”, disse.

Para o Santo Padre, a timidez demonstrada na COP26 deve ser superada na COP27. Evento é previsto para novembro próximo no Egito.

Papa durante encontro com embaixadores acreditados junto à Santa Sé /Foto: Reprodução Vatican Media

Conflitos intermináveis

Mas além das crises globais, há aquelas regionais, que se tornaram “conflitos intermináveis, que por vezes assumem a fisionomia de verdadeiras e próprias guerras por procuração (proxy wars)”. São elas: Síria, Iêmen, Terra Santa, Líbia, Sudão, Sudão do Sul, Etiópia, Cáucaso e Myanmar.

No caso da América, a análise do Pontífice foi sagaz:

“As desigualdades profundas, as injustiças e a corrupção endêmica, assim como as várias formas de pobreza que ofendem a dignidade das pessoas, continuam a alimentar conflitos sociais também no continente americano, onde as polarizações cada vez mais fortes não ajudam a resolver os problemas reais e urgentes dos cidadãos, sobretudo dos mais pobres e vulneráveis.”

Todos os conflitos são favorecidos pela abundância de armas à disposição. Citando Paulo VI, recordou que quem possui armas acaba mais cedo ou mais tarde por usá-las, porque, “não se pode amar com armas ofensivas nas mãos”.

Dentre as armas que a humanidade produziu, causam particular preocupação as armas nucleares, disse o Papa. O Pontífice reiterou a posição contrária da Santa Sé: “A sua posse é imoral”.

Jamais abdicar da responsabilidade de educar

Convencido de que “diálogo e fraternidade são os dois focos essenciais para superar as crises do momento presente”, o Santo Padre concluiu repropondo dois elementos da mensagem para o Dia Mundial da Paz 2022: educação e trabalho. E manifestou sua dor diante dos abusos cometidos em centros educativos, como paróquias e escolas e a necessidade de justiça.

“Não obstante a gravidade de tais atos, nenhuma sociedade pode jamais abdicar da responsabilidade de educar.”

Ao se despedir dos embaixadores, Francisco citou o profeta Jeremias. A figura bíblica lembra que Deus tem para nós “desígnios de prosperidade e não de calamidade”.

“Por isso, não devemos ter medo de abrir espaço para a paz na nossa vida, cultivando o diálogo e a fraternidade entre nós. A paz é um bem ‘contagioso’, que se propaga a partir do coração de quantos a desejam e aspiram a vivê-la abraçando o mundo inteiro.”

A Santa Sé mantém relações diplomáticas com 183 países. A estes se acrescentam a União Europeia e a Soberana Militar Ordem de Malta.

Fonte: https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/a-paz-e-contagiosa-e-se-constroi-com-dialogo-e-fraternidade-afirma-papa/

Ver matéria completa ...
Paróquia da Catedral completa 78 anos de criação

Neste dia  22 de dezembro, quarta-feira, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga completa 78 anos de criação. A paróquia foi criada no dia 22 de dezembro de 1943, com decreto de Dom Lafayette Libanio, sendo desmembrada da paróquia de Cosmorama e instalada 3 dias depois, em 25 de dezembro.

 Ao criar a paróquia, Dom Lafayette a confiou sobre a proteção de São Pascoal Bailão. Após pedidos da comunidade paroquial, em 1947 o bispo confirmou Nossa Senhora Aparecida como padroeira da paróquia, em substituição a São Pascoal Bailão, pois antes da criação da paróquia havia a Capela de Nossa Senhora Aparecida. O primeiro pároco foi o franciscano Frei Francisco Xavier e desde 2011, a paróquia é administrada pelo padre Gilmar Margotto, o primeiro votuporanguense a ser pároco da comunidade. 

A Paróquia Nossa Senhora Aparecida foi a primeira a ser criada em Votuporanga e dela se originaram as demais. Além dos Frades Menores, a paróquia foi pastoreada por 30 anos pelos Freis Capuchinhos, cuja lembrança deixaram até hoje, principalmente o amado Frei Arnaldo e posteriormente pelos padres diocesanos. Entre as curiosidades, a paróquia teve como párocos 3 padres estrangeiros: o holandês Arthur Horsthuis, que anos depois se tornou o primeiro bispo de Jales, o alemão João Schultewalter e o italiano Nino Carta. 

Um grande marco nestes 78 anos foi a construção da Sé Catedral, cartão postal de nossa cidade, cuja construção foi iniciada em 1953 e inaugurada em 1958, desenhada em estilo neogótico e a única da região com duas torres. 

Ao longo desses anos, foram realizadas inúmeras atividades, com destaque para as Missas Solenes, encontros, retiros, quermesses, leilões. Muitas crianças e adultos receberam os sacramentos do Batismo, Eucaristia, Penitência, Crisma, Matrimônio e Unção dos Enfermos. Além disso, muitos padres foram ordenados na paróquia, entre eles o padre Gilmar, além da ordenação de diáconos permanentes, diáconos transitórios e profissões religiosas. Também passaram pela paróquia inúmeras pessoas que não mediram esforços e doaram suas vidas pela comunidade. 

Na área social, a Paróquia se destacou na criação do Lar São Vicente de Paulo, Centro Social, Damas da Caridade, Casa da Criança, Feira da Providência, Secretariado do Menor e hoje mantendo a Comunidade Assistencial Irmãos de Emaús (Casa Abrigo) que acolhe muitos moradores em situação de rua, além do combate à desnutrição e mortalidade infantil desenvolvida pela Pastoral da Criança e o trabalho dos Vicentinos que auxiliam as famílias carentes. 

Com a criação da Diocese de Votuporanga em 2016, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida tornou-se a Paróquia da Catedral, sendo referência para as outras 27 paróquias das 25 cidades da diocese. 

Veja abaixo a lista dos párocos:

Frei Francisco Xavier (1943 – 1945) 

Frei Elias Hüppe (1945) 

Frei Meinrado Vogel (1945 – 1946) 

Padre Arthur Horsthuis (1946) 

Padre João Schulterwalter (1947 – 1953) 

Frei Gregório de Protásio Alves (1953 – 1956) 

Frei Ambrósio de Bebedouro (1956 – 1959) 

Frei Eusébio de Penápolis (1959 -1960) 

Frei Benjamin Maria de Piracicaba (1960 – 1964) 

Frei Anselmo de Taubaté (1964 – 1966) 

Frei Sérgio Maria de Capivari (1966 – 1969) 

Frei Cirilo Bergamasco ( 1969-1972; 1981) 

Frei Ismael Martignago (1972- 1975) 

Frei Tarcísio Paulino Leite (1975 – 1978) 

Frei Agostinho Thomazzela (1981 – 1983) 

Padre Nino Carta (1983 – 1991) 

Padre Edemur José Alves (1991 – 2011) 

Padre Gilmar Margotto (2011)

Ver matéria completa ...
A coroa do Advento e seu significado

Deus se faz presente na vida de todo ser humano. E, de todas as formas, Ele nos deixa sentir o Seu amor e desejo de nos salvar. A palavra Advento é de origem latina e quer dizer chegada. É o tempo em que os cristãos se preparam para a vinda de Jesus Cristo. O tempo do Advento abrange quatro semanas antes do Natal.

Atualmente, há uma grande preocupação em reavivar esse costume muito significativo e de grande ajuda para vivermos esse tempo. A coroa ou a grinalda do Advento é o primeiro anúncio do Natal. É um círculo de folhagens verdes, sua forma simboliza a eternidade e sua cor representa a esperança e a vida. Vem entrelaçado por uma fita vermelha, símbolo do amor de Deus por nós como, também, do nosso amor que aguarda com ansiedade o nascimento do Filho de Deus.

As velas do Advento

No centro do círculo, colocam-se as quatro velas para serem acesas uma a cada domingo do Advento. A luz das velas simboliza a nossa fé e nos leva à oração. Simbolizam, também, as quatro manifestações de Cristo:

1° Encarnação, Jesus Histórico;
2° Jesus nos 
pobres e necessitados;
3° Jesus nos Sacramentos;
4° Parusia: Segunda vinda de Jesus.

No Natal, pode-se adicionar uma quinta vela branca até o término do tempo natalino. E, se quisermos, podemos colocar a imagem do Menino Jesus junto à coroa: temos de nos atentar, porém, que o Natal é mais importante do que a espera do Advento.

História da coroa do Advento

Essa coroa é originária dos países nórdicos (países escandinavos, Alemanha), a qual contém raízes simbólicas universais: a luz como salvação, o verde como vida e o formato redondo como eternidade.

Simbolismos esses que se tornaram muito adequados ao mistério natalino cristão e, por isso, adentraram facilmente nos países sulinos. Visto que, se converteram rapidamente em mais um elemento de pedagogia cristã, para expressarmos a espera de Jesus como Luz e Vida em conjunto com outros símbolos, certamente mais importantes, como são as leituras bíblicas, os textos de oração e o repertório de cantos.

O comércio e o sistema deste mundo fazem questão de esquecer o verdadeiro sentido do Natal. E, nós, podemos cair nessa, mas é possível dar presente e celebrar o verdadeiro sentido: o Menino Jesus é o nosso grande presente!

Sugestão: você pode fazer uma coroa do Advento em sua casa e celebrar, com sua família, à luz da nossa fé, a chegada de Jesus Cristo nosso Salvador. A cada domingo, pode acender as velas, convidando seus familiares para rezar.

Oração

Senhor Jesus, celebrar o Teu Natal é fazer da minha vida, da minha casa, um lugar de eternidade e salvação. Que a Tua luz brilhe em cada coração. Ao acender cada vela, desta coroa do Advento, queremos acender a esperança, o amor, a fraternidade e a salvação, que é o grande presente que queremos dar a todos os que amamos, por intermédio do Menino Jesus, que nascerá em nossa família.

Como você se prepara para celebrar essa grande festa do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo? Clique nos comentários e responda: “Como você vive esse tempo litúrgico?”.

Natal feliz é Natal com Cristo!

Ver matéria completa ...
O verdadeiro sentido do Advento

Precisamos compreender o significado do Advento, que vem do grego parusia, que significa presença, chegada, presença iniciada.

Nesse significado “presença iniciada de Deus”, o Todo-poderoso dá início ao mistério da redenção com Sua presença. Presença de Deus no mundo que já começou e presença que apenas começou, não consumada, a qual vem para dissipar as trevas do mundo e dos nossos corações. A presença do Cristo no mundo como Salvador.

Advento, a vinda do Senhor, já começada. Para levar o cristão a não ficar preso àquilo que passou, mas Àquele que virá. Nosso olhar deve estar voltado para o Senhor que vem.

Neste mistério do Advento precisamos ter uma posição ativa diante do Senhor e em preparação para Cristo fazer parte da nossa vida e vir ao nosso encontro. São Bernardo nos ajuda a compreender este mistério quando diz: “Este mistério é a revelação do próprio Deus em suas perfeições. É o plano concreto de Deus para a salvação do homem e a restauração do mundo todo em Cristo. Este plano é visto, não como um projeto hipotético, mas sim como um fato atual. É o Reino de Deus entre nós este mistério só pode ser conhecido por aqueles que penetram n’Ele, que acham seu lugar no Cristo Místico e por isso encontram o mistério realizado e preenchido em si mesmo”.

Por isso, este tempo é de penitência, mas com alegria predominante e não tristeza. Com a espiritualidade da esperança. Tempo de vigilância com lâmpadas acesas e preparados para a grande parusia.

Tempo de procurar os valores eternos, caminho de humildade, sobriedade, lealdade a liturgia e firmes na fé.

É de recolhimento interior de compunção, princípio da conversão, uma transformação, a metanoia.

Padre Reinaldo Cazumbá ( @padrereinaldocn )
Missionário da Canção Nova

Ver matéria completa ...
Conheça o significado do Advento

Precisamos compreender o significado do Advento, que vem do grego parusia, que significa presença, chegada, presença iniciada.

Nesse significado “presença iniciada de Deus”, o Todo-poderoso dá início ao mistério da redenção com Sua presença. Presença de Deus no mundo que já começou e presença que apenas começou, não consumada, a qual vem para dissipar as trevas do mundo e dos nossos corações. A presença do Cristo no mundo como Salvador.

Advento, a vinda do Senhor, já começada. Para levar o cristão a não ficar preso àquilo que passou, mas Àquele que virá. Nosso olhar deve estar voltado para o Senhor que vem.

Neste mistério do Advento precisamos ter uma posição ativa diante do Senhor e em preparação para Cristo fazer parte da nossa vida e vir ao nosso encontro. São Bernardo nos ajuda a compreender este mistério quando diz: “Este mistério é a revelação do próprio Deus em suas perfeições. É o plano concreto de Deus para a salvação do homem e a restauração do mundo todo em Cristo. Este plano é visto, não como um projeto hipotético, mas sim como um fato atual. É o Reino de Deus entre nós este mistério só pode ser conhecido por aqueles que penetram n’Ele, que acham seu lugar no Cristo Místico e por isso encontram o mistério realizado e preenchido em si mesmo”.

Por isso, este tempo é de penitência, mas com alegria predominante e não tristeza. Com a espiritualidade da esperança. Tempo de vigilância com lâmpadas acesas e preparados para a grande parusia.

Tempo de procurar os valores eternos, caminho de humildade, sobriedade, lealdade a liturgia e firmes na fé.

É de recolhimento interior de compunção, princípio da conversão, uma transformação, a metanoia.

Padre Reinaldo Cazumbá ( @padrereinaldocn )
Missionário da Canção Nova

Ver matéria completa ...
Comissão e Pastoral Familiar motivam espiritualidade a partir do presépio

Na preparação para o Natal, contemplar e rezar com o presépio em família. Esta é a proposta da Campanha “Minha Família acolhe o Menino Jesus”, promovida pela Comissão Episcopal Pastoral para Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) pelo segundo ano.

“A Campanha Minha Família acolhe o Menino Jesus quer chamar atenção para que todos os membros da família, nos dias do Advento, especialmente aquelas famílias que têm crianças e adolescentes, que se reúnam em torno do presépio para rezar, pelo menos uma oração do Pai Nosso uma vez por dia”. Quem explica é o assessor da Comissão Vida e Família e secretário executivo da CNPF, padre Crispim Guimarães, em um dos vídeos divulgados pela Pastoral Familiar.

Para que essas celebrações sejam ainda mais completas, motiva o assessor, a indicação é que as famílias e grupos da pastoral utilizem como roteiro de reflexão a Novena de Natal proposta pela CNBB.

Série de vídeos

Na série de vídeos preparados pela Pastoral Familiar, são oferecidos conteúdos que explicam a origem, a espiritualidade e a popularização do costume de representar o nascimento de Jesus.

O último vídeo da série apresenta uma experiência pastoral na arquidiocese de Brasília na perspectiva da iniciação à vida cristã. Para motivar as crianças no conhecimento da pessoa de Jesus Cristo, os catequistas da Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima, em Sobradinho (DF), contam a história do nascimento de Jesus aos catequizandos. Eles confiam a eles a missão de montar o presépio na paróquia, numa experiência que também é vivenciada nas casas.

Ver matéria completa ...
Advento: Sete respostas às perguntas mais comuns

Muitos fiéis têm uma compreensão intuitiva e baseada na experiência do Advento, mas o que dizem os documentos da Igreja sobre este tempo de preparação para o Natal?

Estas são algumas das perguntas e respostas mais comuns acerca do Advento.

1. Qual é o propósito do Advento?

O Advento é um tempo no calendário litúrgico da Igreja, especificamente, do calendário da Igreja Latina, que é a maior em comunhão com o papa. Outras igrejas católicas – assim como muitas não católicas – têm a sua própria celebração do Advento.

Segundo as Normas Gerais para o Ano Litúrgico e o calendário, esta festa tem um duplo significado: em primeiro lugar é uma temporada para nos prepararmos para o Natal, quando recordamos a primeira vinda de Cristo; e em segundo lugar, um período que apela diretamente à mente e ao coração para esperar a segunda vinda de Cristo no final dos tempos.

O Advento é, então, um período de espera devota e alegre (Norma 39) que nos recordas as duas vindas de Cristo.

2. Quando começa e termina o Advento?

O primeiro domingo de Advento é o primeiro dia do novo Ano Litúrgico, que neste ano foi em 28 de novembro. O segundo domingo do Advento foi dia 5 de dezembro e os outros dois serão 12 e 19 de dezembro. A duração deste tempo de preparação pode variar entre 21 e 28 dias, pois se celebram nos quatro domingos mais próximos à festa do Natal.

3. Por que não se canta nem recita o glória?

Durante o Advento, não se recita o glória porque é uma das maneiras de expressar concretamente que, enquanto dura o nosso peregrinar, falta algo para que a alegria seja completa.

Quando o Senhor estiver presente no meio do seu povo, a Igreja terá chegado à sua festa completa, com a Solenidade do Natal do Senhor, quando é cantado novamente o glória.

O Missal Romano assinala que o glória é recitado ou cantado aos domingos, exceto nos tempos litúrgicos do Advento e da Quaresma.

As exceções desta regra durante o Advento são a Solenidade da Imaculada Conceição, em 8 de dezembro, e a festa de Nossa Senhora de Guadalupe, em 12 de dezembro.

4. Qual é a cor litúrgica deste tempo?

A cor normal do Advento é o roxo. Segundo o numeral 346 da Instrução Geral do Missal Romano (IGMR), “usa-se a cor roxa no Tempo do Advento e da Quaresma. Pode usar-se também nos Ofícios e Missas de defuntos”.

Em muitos lugares, há uma notável exceção para o terceiro domingo do Advento, conhecido como o domingo do Gaudete: “A cor de rosa pode usar-se, onde for costume, nos Domingos Gaudete (III do Advento) e Laetare (IV da Quaresma)” (IGMR, 346).

5. O Advento é um tempo penitencial?

Frequentemente pensamos no Advento como um tempo penitencial, porque a cor litúrgica é o roxo, como na Quaresma. Entretanto, segundo o cânon 1250 do Código de Direito Canônico: “Os dias e tempos de penitência na Igreja universal são todas as sextas-feiras do ano e o tempo da Quaresma”.

Embora as autoridades locais possam estabelecer dias penitenciais adicionais, esta é uma lista completa dos dias e tempos penitenciais da Igreja Latina em seu conjunto e o Advento não é um deles.

6. Como as igrejas são decoradas?

O numeral 305 da Instrução Geral do Missal Romano assinala: “No tempo do Advento ornamente-se o altar com flores com a moderação que convém à índole deste tempo, de modo a não antecipar a plena alegria do Natal do Senhor”.

“A ornamentação com flores deve ser sempre sóbria e, em vez de as pôr sobre a mesa do altar, disponham-se junto dele”.

7. Quais expressões de piedade popular podemos usar neste tempo?

Existem várias expressões de piedade popular que a Igreja reconheceu para serem usadas durante o Advento. Entre elas estão: a Coroa de Advento, procissões, solenidade da Imaculada Conceição em 8 de dezembro, novena de Natal, Presépio etc.

Bônus: Como deve ser a música?

O numeral 305 da Instrução Geral do Missal Romano assinala que no “Advento o uso do órgão e de outros instrumentos musicais deve ser marcado por uma moderação adequada de acordo com este tempo litúrgico do ano, sem expressar com antecipação a alegria plena do Natal do Senhor”.

Publicado originalmente em National Catholic Register

Ver matéria completa ...
Terceiro domingo do Advento, o domingo da alegria ou Gaudete

O terceiro domingo do Advento é chamado “Gaudete”, ou da alegria, devido à primeira palavra do prefácio da Missa: Gaudete, ou seja, alegra-se.

Nesta data são permitidos paramentos rosas, como sinal de alegria, e a Igreja convida os fiéis a se alegrar porque o Senhor está perto.

Há dois domingos no ano em que se permite usar a cor rosa nos paramentos e estes são o quarto domingo da Quaresma (Laetare) e o terceiro domingo do Advento (Gaudete), porque, em meio à “espera”, recorda-se que está próxima a alegria da Páscoa ou do Natal, respectivamente.

Na Coroa do Advento, também se costuma acender uma vela rosa.

 

Ver matéria completa ...
O Papa: não deixemos que o Natal seja poluído pelo consumismo e pela indiferença

O Papa Francisco recebeu, na Sala Paulo VI, as delegações que doaram, neste ano, a Árvore de Natal e o Presépio montados na Praça São Pedro e o Presépio montado no interior da Sala Paulo VI. O Pontífice dirigiu a sua saudação à Delegação Peruana de Huancavelica, o departamento em que se localiza o vilarejo de Chopoca, de onde vem o grande presépio montado na Praça São Pedro.

O Santo Padre agradeceu a Dom Carlos Salcedo Ojeda pelas suas palavras, e estendeu a sua gratidão às autoridades civis e eclesiásticas, especialmente ao Ministro do Exterior peruano, e a todos aqueles que colaboraram.

Os personagens do presépio – recordou o Papa -, feitos com materiais e vestuário característicos desses territórios, representam os povos dos Andes e simbolizam o apelo universal à salvação.

“Jesus, de fato, veio à terra na concretude de um povo para salvar todos os homens e mulheres, de todas as culturas e nacionalidades. Ele fez-se pequeno para que possamos acolhê-Lo e receber o dom da ternura de Deus.”

Ao lado do presépio, encontra-se o majestoso abeto dos bosques de Andalo, no Trentino. Francisco então saudou a delegação que veio daquela localidade: as autoridades, os sacerdotes, os fiéis acompanhados pelo arcebispo Lauro Tisi, a quem agradeceu pelas suas palavras.

No final da tarde desta sexta-feira, na conclusão da cerimônia oficial de entrega, as luzes que decoram a árvore serão ligadas. Permanecerá junto ao presépio até ao final das festividades natalinas e será admirado por peregrinos de muitos lugares.

Não a um Natal falso e comercial

“O abeto – disse o Pontífice – é sinal de Cristo, a árvore da vida, árvore à qual o homem não teve acesso por causa do pecado. Mas com o Natal, a vida divina se uniu à vida humana. A árvore de Natal, então, evoca o renascimento, o dom de Deus que se une ao homem para sempre, que nos dá a sua vida. As luzes do abeto recordam a luz de Jesus, a luz do amor que continua a brilhar nas noites do mundo.”

O Santo Padre afirmou que o Natal é isso, não deixemos que seja poluído pelo consumismo e pela indiferença. Os seus símbolos, especialmente o presépio e a árvore decorada, trazem-nos de volta à certeza que enche os nossos corações de paz, à alegria da Encarnação, a Deus que se torna familiar: ele vive conosco, ele dá um ritmo de esperança aos nossos dias.

“A árvore e o presépio apresentam-nos a atmosfera típica de Natal que faz parte do patrimônio das nossas comunidades: uma atmosfera de ternura, partilha e intimidade familiar. Não vamos viver um Natal falso e comercial! Deixemo-nos envolver pela proximidade de Deus, pela atmosfera natalícia que a arte, a música, as canções e as tradições trazem aos nossos corações.”

Todos aqueles que vierem aqui à Sala Paulo VI nos próximos dias – afirmou o Papa – poderão saborear esta atmosfera, graças também ao presépio que será inaugurado. Foi feito por jovens da paróquia de São Bartolomeu em Gallio, na diocese de Pádua, que estavam presentes com o bispo Claudio Cipolla, a quem Francisco agradeceu pelas palavras.

Esperança

“Estou grato por este presente, fruto do compromisso e da reflexão sobre o Natal, a festa da confiança e da esperança. A razão da nossa esperança é que Deus está conosco, Ele confia em nós e nunca se cansa de nós! Ele vem habitar com os homens, escolhe a terra como sua morada para estar conosco e assumir as realidades onde transcorremos os nossos dias. Isto é o que o nos ensina o presépio.”

O Pontífice concluiu dizendo que, “no Natal, Deus revela-se não como aquele que está nas alturas para dominar, mas como Aquele que se inclina, pequeno e pobre, para servir: isto significa que a forma de se assemelhar a Ele é a de se rebaixar, de servir”.

“Para que seja verdadeiramente Natal, não esqueçamos isto: Deus vem para estar conosco e pede-nos para cuidarmos dos nossos irmãos e irmãs, especialmente os mais pobres, mais fracos e mais frágeis, a quem a pandemia ameaça marginalizar ainda mais. Pois foi assim que Jesus veio ao mundo, e o presépio lembra-nos disso”. “Que Nossa Senhora e São José nos ajudem a viver o Natal desta forma”.

Ver matéria completa ...
Advento, tempo de concretizar a fé no serviço aos outros, diz Papa no Angelus

“O que é bom fazer por mim e pelos irmãos? Como posso contribuir para o bem da Igreja, da sociedade? O Tempo do Advento é para isso: parar e perguntar-se como nos preparar para o Natal.”

Ao ouvir a pregação de João, “multidões, publicanos e soldados” fazem a pergunta: “Que devemos fazer?”

E é justamente a partir deste questionamento que o Papa Francisco desenvolve a sua reflexão, com indicações precisas sobre como nos prepararmos para o Natal, também cumprindo a missão que a vida – que é um dom de Deus – tem para nós.

Dirigindo-se aos milhares de fiéis e turistas reunidos na Praça São Pedro em um belo domingo de sol e céu azul, com a temperatura por volta dos 10 graus, Francisco começa explicando que a pergunta “que devemos fazer?” brota de “um coração tocado pelo Senhor”, “entusiasmado pela sua vinda”.

E para melhor inserir quem o escuta na compreensão deste contexto de espera pela vinda do Senhor, Francisco propõe um exemplo bastante prático: a forma como nos preparamos para receber uma pessoa muito querida:

Para recebê-la como se deve, vamos limpar a casa, preparar o melhor almoço possível, quem sabe um presente. Enfim, vamos nos preparar. Assim é com o Senhor, a alegria pela sua vinda nos faz dizer: que devemos fazer?

A cada um é dada uma missão

 

Mas Deus – acrescenta o Papa – “eleva este questionamento ao nível mais alto: o que fazer da minha vida? Para que sou chamado? O que me realiza?”.

E ao nos propor a pergunta inicial, o Evangelho nos recorda que “a vida tem uma missão para nós”:

A vida não é sem sentido, não é deixada ao acaso. Não! É um dom que o Senhor nos dá, dizendo-nos: descubra quem és, e trabalhe para realizar o sonho que é a tua vida!

“Cada um de nós - não o esqueçamos - é uma missão a ser realizada.”

O que posso fazer por Jesus e pelos outros

 

Assim, não devemos ter medo de perguntar ao Senhor, e também aos irmãos - como sugerido nos Atos dos Apóstolos - e repetir com frequência: “que devo fazer?”:

O que é bom fazer por mim e pelos irmãos? Como posso contribuir com isto? Como posso contribuir para o bem da Igreja, o bem da sociedade? O Tempo do Advento é para isso: parar e perguntar-se como nos preparar para o Natal. Estamos ocupados com tantos preparativos, com os presentes e coisas que passam, mas perguntemo-nos o que fazer por Jesus e pelos outros!

Uma fé concreta, que toque a carne a transforme a vida

 

Da pergunta inicial, o Papa parte então para as respostas de João Batista, que variam segundo o grupo a que responde. Da mesma forma, a cada um de nós, “é dirigida uma palavra específica, que diz respeito à situação real de sua vida”:

“Isso nos oferece um ensinamento precioso: a fé se encarna na vida concreta. A fé não é uma teoria abstrata, uma teoria generalizada, não! A fé toca a carne e transforma a vida de cada um. Pensemos na concretude de nossa fé. Eu, a minha fé: é algo abstrato ou concreto? Levo-a em frente no serviço aos outros?”

Assumir um compromisso dentro da minha realidade

 

Ao concluir, o Santo Padre propõe algumas perguntas que poderíamos nos fazer  sobre “o que posso fazer concretamente nestes dias que estamos próximos ao Natal? Como posso fazer minha parte?” – pedindo que “assumamos um compromisso concreto, ainda que pequeno, que se adapte à nossa realidade de vida, e procuremos concretizá-lo para nos prepararmos para este Natal”:

“Por exemplo: eu posso ligar para aquela pessoa sozinha, visitar aquele idoso ou aquele doente, fazer alguma coisa para servir um pobre, alguém necessitado. Ou ainda: talvez eu tenha que pedir um perdão, ou dar em perdão, uma situação a esclarecer, uma dívida a pagar. Talvez eu tenha negligenciado a oração e depois de muito tempo é hora de me aproximar ao perdão do Senhor. Encontremos alguma coisa concretoa e vamos realizá-la!”

"Que nos ajude Nossa Senhora – disse o Papa no final - em cujo ventre Deus se fez carne."

Ver matéria completa ...
Horário das Celebrações de Fim de Ano já estão definidos

A Paróquia Nossa Senhora Aparecida já definiu o horário das celebrações de fim de ano na Catedral. No dia 24 de dezembro será celebrada a Vigília do Natal do Senhor às 19h. No dia de Natal, 25, será celebrada a Santa Missa às 9h e às 19h. No dia 31 de dezembro, será celebrada a Santa Missa em Agradecimento pelo ano de 2021 às 19h e no dia 01 de janeiro, Dia Mundial da Paz e Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, será celebrada a 1ª Missa de 2022 às 19h. 

Resumo das Celebrações 

24/12 - 19h - Vigília do Natal do Senhor 
25/12 - 09h - Missa do Natal do Senhor 
25/12 - 19h - Missa do Natal do Senhor 

31/12 - 19h - Missa em Agradecimento pelo Ano de 2021 
01/01 - 19h - Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus 

Participemos com grande alegria destas celebrações do Tempo do Natal do Senhor!

Ver matéria completa ...
Venha rezar diante do presépio da Catedral

Desde o último dia 29 de novembro, quem passa pela Catedral, seja pra fazer suas orações pessoais diárias ou participar da Santa Missa, fica encantado ao ver o belo presépio que foi montado no interior da Igreja.

Ele apresenta a cena do nascimento de Jesus em uma região montanhosa, pela qual os magos caminham para a chegar até a gruta do nascimento do filho de Deus. O presépio está todo iluminado e possui também um pequeno lago.

Significado do presépio de Natal

O presépio é uma montagem com peças, que faz referência ao momento do nascimento de Jesus Cristo. Com o menino Jesus na manjedoura ao centro, o presépio apresenta o local e os personagens bíblicos que estavam presentes neste importante momento cristão.

Origem do presépio de Natal De acordo com fontes históricas, o primeiro presépio foi montado por São Francisco de Assis no Natal de 1223. O frade católico, montou o presépio em argila na floresta de Greccio (comuna italiana da região do Lácio). Sua ideia era montar o presépio para explicar as pessoas mais simples o significado e como foi o nascimento de Jesus Cristo.

No século XVIII, a tradição de montar o presépio, dentro das casas das famílias, se popularizou pela Europa e, logo em seguida, por outras regiões do mundo.

Ver matéria completa ...
Paróquias de Votuporanga realiza campanha em prol das pessoas mais carentes

As paróquias da Região Pastoral de Votuporanga estão realizando uma campanha solidária em prol das pessoas mais necessitadas em virtude de 5ª Jornada Mundial dos Pobres, que neste ano tem como tema as palavras de Jesus ‘Sempre tereis pobres entre vós’. (Mc 14,7) e que no Brasil tem como lema: "Sentes compaixão?".

Estão sendo arrecadados produtos de higiene pessoal e limpeza que serão destinados às entidades assistenciais de Votuporanga. As doações poderão ser realizadas até o dia 21/11, domingo, e os produtos poderão ser entregues nas Igrejas antes ou depois das missas ou nas secretarias de cada paróquia.

Na mensagem para V Jornada Mundial dos Pobres deste ano, publicada em 13 de junho de 2021, o Santo Padre convida a Igreja e a sociedade para não apenas se reconhecer também pobres e “ficar à espera que batam à nossa porta” mas ir ter com eles às suas casas, aos hospitais e casas de assistência, à estrada e aos cantos escuros onde, por vezes, se escondem, aos centros de refúgio e de acolhimento… É importante compreender como se sentem, o que estão a passar e quais os desejos que têm no coração”.

O Sumo Pontífice lembra também que “os pobres não são pessoas ‘externas’ à comunidade, mas irmãos e irmãs cujo sofrimento se partilha, para abrandar o seu mal e a marginalização, a fim de lhes ser devolvida a dignidade perdida e garantida a necessária inclusão social”.

Clique aqui para ver mais Matérias