Notícias e Artigos Litúrgicos
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Diocese ganha mais um padre com a ordenação sacerdotal do Diácono Murilo

Na noite da última sexta-feira, 07, a Diocese de Votuporanga acolheu mais um sacerdote com a ordenação presbiteral do até então Diácono Murilo de Souza da Silveira. A celebração presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas, foi realizada na EMEF Ana Maria Segura, localizada na rua Sebastião José da Costa, 745, em Cosmorama e contou com a participação de padres, diáconos, religiosos(as), seminaristas e fiéis da diocese.

Neste final de semana, o neo-sacerdote Murilo preside suas primeiras missas após a ordenação presbiteral. No sábado, às 19h30, e preside a Santa Missa na Paróquia Santo Antonio de Cosmorama. Já no domingo, ele preside a Santa Missa em três paróquias de Votuporanga: às 7h30 na Paróquia São Benedito e Nossa Senhora de Fátima, às 10h na Sé Catedral Nossa Senhora Aparecida e às 19h na Paróquia Santa Joana.

Natural de Mirassol, Murilo realizou estágio pastoral em Votuporanga por 5 anos. Em 2014, ele atuou na Paróquia Nossa Senhora Aparecida e em 2015, 2016 e 2017 na Paróquia São Benedito e Nossa Senhora de Fátima e em 2018 na Paróquia Santa Joana..

Como lema sacerdotal, Murilo escolheu um trecho do Evangelho de Marcos: "Seja feita a Tua vontade!"

Padre Murilo nasceu no dia 22 de junho de 1991 na cidade de Mirassol,filho de Adão Rodrigues da Silveira e Elisete Lourdes Gomes de Souza da Silveira, mas viveu sua infância e juventude em Cosmorama. Ele foi batizado em 15 de setembro de 1991 e crismado em 13 de novembro de 2011, ambos os sacramentos recebidos em Cosmorama. Ele estudou o Ensino Fundamental na Escola Municipal Ana Maria Segura de Cosmorama e o Ensino Médio na Escola Estadual Álvaro Duarte de Almeida, na mesma cidade. Sentindo o chamado de Deus, Murilo entrou para o Seminário Propedêutico em 2010 e para o Seminário Maior em 2011. Ele cursou Filosofia entre os anos de 2011 e 2013 e Teologia de 2014 a 2017 no Centro de Estudos Superiores Sagrado Coração de Jesus em Rio Preto.

O neo-sacerdote fez estágio pastoral nas seguintes paróquias: Santo Antônio de Cosmorama em 2011, Nossa Senhora do Rosário em São José do Rio Preto em 2013, Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga em 2014, Nossa Senhora de Fátima e São Benedito de Votuporanga em 2015, 2016 e 2017 e Santa Joana Princesa em 2018. No ano de 2012, ele atuou junto a Pastoral Carcerária Diocesana. No dia 17 de dezembro de 2017, ele recebeu os Ministérios do Acolitato e Leitorato em celebração presidida por Dom Moacir na Paróquia Santo Antonio de Pádua de Cosmorama. No dia 27 de julho, Murilo foi ordenado Diácono por Dom Moacir em celebração realizada na Sé Catedral.

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Papa: “Deus não descarta ninguém; para Ele, ninguém é irrecuperável!”

“Integração e apoio às pessoas que conseguiram sair do túnel das drogas e dos vícios, porque precisam da ajuda e do acompanhamento de todos nós. Só assim elas, por sua vez, poderão aliviar o sofrimento de irmãos e irmãs com dificuldades”. Este foi o chamado feito pelo Papa ao receber, neste sábado, 1, os participantes da Conferência Internacional “Droga e vícios: obstáculos ao desenvolvimento humano integral”, em encerramento no Vaticano.

Francisco apontou que na raiz desta ferida da sociedade está o clima cultural secularizado marcado pelo capitalismo de consumo, a autossuficiência, a perda de valores, o vazio existencial e a precariedade dos relacionamentos. “Um âmbito cada vez mais arriscado é o espaço virtual: em alguns sites na internet, os jovens, e não só eles, são abordados e arrastados para uma escravidão da qual é difícil se libertar e que os fazem perder o sentido da vida e por vezes, a própria vida”, alertou.

Neste cenário, o Santo Padre questionou: “Qual é o papel da Igreja?”. Para o Pontífice, seria necessário instaurar no mundo de hoje um humanismo que tenha como centro a pessoa e como fundamento o Evangelho da Misericórdia. Para o Pontífice, só o Evangelho para aliviar, curar e cicatrizar os sofrimentos relacionados ao vício.

“Na sociedade do descarte, Deus não descarta ninguém; para Ele, ninguém é irrecuperável!”, revelou. Ao final, Francisco pediu uma maior sinergia entre instituições, agências e Igreja na prevenção e difusão das drogas e para restituir dignidade àqueles que ficaram marcados pelas drogas. O Papa agradeceu a todos pela atuação e compromisso, encorajando-os a prosseguir esta missão, em seus diferentes âmbitos.

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Papa destaca atitudes necessárias para viver bem o Advento

No Angelus deste primeiro domingo de dezembro, 2, o Papa Francisco lembrou que hoje tem início o Advento. O tempo litúrgico que prepara os católicos para o Natal, ajudando a elevar o olhar e abrir os coraçoes para acolher Jesus.

“No Advento não vivemos apenas a espera do Natal, somos também convidados a despertar a expectativa do retorno glorioso de Cristo. Preparando-nos para o encontro final com Ele, com escolhas coerentes e corajosas”, explica.

Francisco destacou ainda que nestas quatro semanas os fiéis são chamados a aguardar o retorno glorioso de Cristo e também o próprio encontro pessoal, no dia que o Senhor chamar a cada um. “Somos chamados a sair de um modo de vida resignado, habitual, alimentando esperanças e sonhos para um futuro novo”.

O Santo Padre lembrou que o Evangelho deste domingo (cf. Lc 21,25-28.34-36) foi precisamente nesta direção, advertindo contra a opressão de um estilo de vida egocêntrico e dos ritmos ‘convulsos’ do cotidiano.

“As palavras de Jesus são particularmente incisivas: ‘tomai cuidado para que vossos corações não fiquem insensíveis por causa da gula, embriaguez e das preocupações da vida. E que este dia não caia de repente sobre vós. Ficai atento e orai a todo momento”.

Atitudes para viver bem a espera

O Papa enfatizou que “ficar atentos e orar” é o modo de viver este tempo até o Natal. “O sono interior surge quando nós giramos ao redor de nós mesmos e ficamos presos no fechado da vida, com seus problemas, suas alegrias e suas dores, mas sempre rodando ao redor de nós mesmos. E isso cansa, chateia, fecha a esperança. Aqui está a raiz do torpor e da preguica, de que fala o Evangelho, apontou.

Nesse sentido, o Santo Padre destaca que o Advento convida os fiéis a um compromisso de vigilância, olhando para fora de si mesmos e ampliando a mente e o coração para as necessidades dos irmãos. “Este tempo é apropriado para abrirmos nossos corações, para nos questionar concretamente sobre quem e para quem dedicamos nossas vidas”, refletiu.

A segunda atitude para viver bem o tempo da espera pelo Senhor é a oração. “Trata-se de levantar e rezar, voltar os nossos pensamentos e sentimentos para Jesus, que está para vir. Nós aguardamos Jesus e queremos espera-Lo em oração, que está intimamente ligada com a vigilância”.

Francisco alertou que se o Natal for pensado em um contexto de consumismo, de ver o que pode ser comprado para aquele e para o outro, para a festa mundana, “Jesus passará e nós não o veremos”.

“Nós cristãos corremos o risco de nos mundanizar, perder a nossa identidade e até mesmo de paganizar o estilo cristão. Por isso, precisamos da Palavra de Deus, que por meio do profeta anuncia. ‘Eis que virão dias, diz o Senhor, em que farei cumprir a promessa de bens futuros (…) farei brotar de Davi a semente da justiça, que fará valer a lei e a justiça na terra’ (Jr 33,14-16). E a semente justa é Jesus que chega e nós o aguardamos”.

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Diácono Murilo será ordenado sacerdote no dia 07/12

O Diácono Transitório Murilo de Souza da Silveira será ordenado presbítero da Igreja Católica nesta sexta-feira (7) pela imposição das mãos e oração consecratória de Dom Moacir Aparecido de Freitas, bispo diocesano. A celebração terá início às 19h30 e será realizada na EMEF Ana Maria Segura, localizada na rua Sebastião José da Costa, 745, em Cosmorama.

Natural de Mirassol, Murilo realiza estágio pastoral em uma paróquia de Votuporanga pelo quinto ano consecutivo, sendo que neste ano ele está atuando na Paróquia Santa Joana Princesa. Em 2014, ele atuou na Paróquia Nossa Senhora Aparecida e em 2015, 2016 e 2017 na Paróquia São Benedito e Nossa Senhora de Fátima.

Como lema sacerdotal, Murilo escolheu um trecho do Evangelho de Marcos: "Seja feita a Tua vontade!"

Os presbíteros têm como primeiro dever anunciar a Palavra de Deus”. Este anúncio se dá pela convivência edificante entre os povos; pela pregação, onde se anuncia o Mistério de Cristo aos que crêem; pelo ensino do catecismo cristão ou pela explanação da doutrina da Igreja; e, pelo estudo, à luz de Cristo, dos problemas que surgem. O Padre ensina não a sua própria sabedoria, mas a Palavra de Deus, convidadndo a todos à conversão e à santidade (Cf. PO nº 4)

Os presbíteros, conforme a PO nº 6, são consagrados por Deus, para que sejam, na celebração sagrada, ministros d'Aquele que na Liturgia exerce perenemente o seu ofício sacerdotal a nosso favor. Eles introduzem os homens no Povo de Deus pelo Batismo; pela Penitência, reconciliam os pecadores com Deus e com a Igreja; pela Unção dos Enfermos, aliviam os doentes; e, sobretudo, com a celebração da missa, oferecem sacramentalmente o Sacrifício de Cristo. Faz parte das funções do padre ensinar aos fiéis a oferecer a Deus Pai à vítima divina, Jesus, na missa, e a fazer, com ela, a oblação das suas vidas. Ainda, são chamados a rezarem por todo Povo de Deus, por meio da Litrugia das Horas.

  Como representantes de Cristo Cabeça, os presbíteros têm o encargo de reunir o Povo de Deus e conduzí-lo ao Pai. Para isto, eles recebem a autoridade para edificação das comunidades cristãs nas quais os fiéis vivenciam a presença do Senhor e se lançam para sua missão de evangelizadores e promotores do bem comum. A comunidade é o lugar da acolhida e da caridade, como indicado pela PO, nº 6.

Murilo nasceu no dia 22 de junho de 1991 na cidade de Mirassol,filho de Adão Rodrigues da Silveira e Elisete Lourdes Gomes de Souza da Silveira, mas viveu sua infância e juventude em Cosmorama. Ele foi batizado em 15 de setembro de 1991 e crismado em 13 de novembro de 2011, ambos os sacramentos recebidos em Cosmorama. Ele estudou o Ensino Fundamental na Escola Municipal Ana Maria Segura de Cosmorama e o Ensino Médio na Escola Estadual Álvaro Duarte de Almeida, na mesma cidade. Sentindo o chamado de Deus, Murilo entrou para o Seminário Propedêutico em 2010 e para o Seminário Maior em 2011. Ele cursou Filosofia entre os anos de 2011 e 2013 e Teologia de 2014 a 2017 no Centro de Estudos Superiores Sagrado Coração de Jesus em Rio Preto.

O Seminarista fez estágio pastoral nas seguintes paróquias: Santo Antônio de Cosmorama em 2011, Nossa Senhora do Rosário em São José do Rio Preto em 2013, Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga em 2014, Nossa Senhora de Fátima e São Benedito de Votuporanga em 2015, 2016 e 2017 e Santa Joana Princesa em 2018. No ano de 2012, ele atuou junto a Pastoral Carcerária Diocesana. No dia 17 de dezembro de 2017, ele recebeu os Ministérios do Acolitato e Leitorato em celebração presidida por Dom Moacir na Paróquia Santo Antonio de Pádua de Cosmorama. A data da sua ordenação presbiteral ainda não foi definida. No dia 27 de julho, Murilo foi ordenado Diácono por Dom Moacir em celebração realizada na Sé Catedral.

Em nossa paróquia, com a orientação do Padre Gilmar Margotto, Murilo auxiliou os trabalhos em diversas pastorais e movimentos, sendo muito prestativo e humilde, criando muitas amizades e deixando saudades. Como destaque, ele reorganizou a Pastoral dos Coroinhas, junto com a paroquiana Maria Odete. Rezemos pelo seminarista Murilo para que Deus fortaleça a cada dia sua vocação.

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Saiba um pouco mais sobre a Coroa do Advento

A Igreja se prepara para iniciar o tempo de Advento e, como é tradição, os fiéis se reunirão para rezar e acender a primeira vela da Coroa do Advento. Confira a seguir cinco detalhes que todo cristão deve saber sobre a Coroa.

1. Tradição e evangelização

Coroa do Advento tem a sua origem em uma tradição pagã europeia. No inverno, acendiam-se algumas velas que representavam o “fogo do deus sol” com a esperança de que a sua luz e o seu calor voltassem. Os primeiros missionários aproveitaram esta tradição para evangelizar as pessoas. A partir de seus próprios costumes ensinavam-lhes a fé católica.

2. Por que deve ter uma forma circular?

O círculo não tem princípio nem fim. É sinal do amor de Deus que é eterno, sem princípio nem fim, e também do nosso amor a Deus e ao próximo, o qual nunca deve terminar.

3. Usar ramos verdes

Verde é a cor da esperança e da vida. Deus quer que esperemos a sua graça, o seu perdão misericordioso e a glória da vida eterna no final de nossa vida. O desejo mais importante deve ser querer chegar a uma união mais forte com Deus, nosso Pai, assim como a árvore e seus ramos.

4. Leva quatro velas

Na Coroa do Advento também encontramos as velas, e assim como os outros símbolos dentro desse ícone, sendo elas normalmente colocadas nas seguintes cores: Verde, Vermelha, Roxa e Branca. Abaixo conheceremos os significados das cores das Velas do Advento e quando acender-las.

As Velas da Coroa do Advento possuem uma ordem que devem ser acesas, começando pelo primeiro Domingo do Advento (primeiro domingo de dezembro):

1° Verde

Deve ser acendida no primeiro domingo de dezembro representada pelo verde que é a esperança que é trazida pelos profetas que anunciam a vinda do Messias.

2° Vermelha

A segunda vela a se acender, a cor vermelha que representa o amor de Deus, também representa a anunciação feita por João Batista

3° Roxa

O roxo durante o advento representa a alegria da chegada do Senhor que se aproxima cada vez mais.  

4° Branca

A vela que representa a pureza do Branco, além da luz que vem da Virgem Maria, na chegada de seu filho O Messias.

Sugestões

a) Recomenda-se fazer a coroa de Advento em família, aproveitando a ocasião para ensinar às crianças o sentido e o significado de tal símbolo do Natal.

b) A coroa deverá estar em um lugar privilegiado da casa, de preferência onde seja facilmente visível a todos, recordando assim a vinda cada vez mais próxima do Senhor Jesus e a importância de preparar-se bem para este momento.

c) É conveniente fixar um horário para se fazer a liturgia da coroa do Advento de maneira que seja uma ocasião familiar e ordenada, com a participação consciente de todos.

d) Recomenda-se repartir as funções de cada membro da família durante a liturgia. Um acende a vela, outro lê a passagem bíblica, outro faz algumas preces, a fim de que todos possam participar e que seja uma ocasião de encontro familiar.

(via ACIdigital)

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Saiba um pouco mais sobre a Coroa do Advento

A Igreja se prepara para iniciar o tempo de Advento e, como é tradição, os fiéis se reunirão para rezar e acender a primeira vela da Coroa do Advento. Confira a seguir cinco detalhes que todo cristão deve saber sobre a Coroa.

1. Tradição e evangelização

Coroa do Advento tem a sua origem em uma tradição pagã europeia. No inverno, acendiam-se algumas velas que representavam o “fogo do deus sol” com a esperança de que a sua luz e o seu calor voltassem. Os primeiros missionários aproveitaram esta tradição para evangelizar as pessoas. A partir de seus próprios costumes ensinavam-lhes a fé católica.

2. Por que deve ter uma forma circular?

O círculo não tem princípio nem fim. É sinal do amor de Deus que é eterno, sem princípio nem fim, e também do nosso amor a Deus e ao próximo, o qual nunca deve terminar.

3. Usar ramos verdes

Verde é a cor da esperança e da vida. Deus quer que esperemos a sua graça, o seu perdão misericordioso e a glória da vida eterna no final de nossa vida. O desejo mais importante deve ser querer chegar a uma união mais forte com Deus, nosso Pai, assim como a árvore e seus ramos.

4. Leva quatro velas

As quatro velas permitem refletir na experiência da escuridão provocada pelo pecado, o qual deixa o homem cego e o afasta de Deus. Depois da primeira queda do homem, Deus foi dando pouco a pouco uma esperança de salvação que iluminou todo o universo, como as velas da Coroa.

Neste sentido, assim como as trevas se dissipam com cada vela que acendemos, os séculos foram se iluminando cada vez mais com a próxima chegada de Cristo ao mundo.

As quatro velas colocadas na Coroa de Advento são acendidas semana a semana, nos quatro domingos do advento e com uma oração especial.

5. Inclui uma vela rosada

Tradicionalmente as velas da Coroa de Advento são três roxas e uma rosa, esta é acendida no terceiro Domingo do Advento. Este dia é conhecido também como “Domingo Gaudete”, ou da alegria, devido à primeira palavra do prefácio da Missa: Gaudete (regozijem-se).

Durante a Celebração Eucarística deste dia, os paramentos do sacerdote e as toalhas do altar são com detalhes rosa, simbolizando a alegria e convidando os fiéis a se alegrar porque o Senhor já está perto.

Em alguns lugares, todas as velas da Coroa são substituídas por velas vermelhas e, na Noite de Natal, é colocada no centro da coroa uma vela branca, simbolizando Cristo como centro de tudo que existe.

Sugestões

a) Recomenda-se fazer a coroa de Advento em família, aproveitando a ocasião para ensinar às crianças o sentido e o significado de tal símbolo do Natal.

b) A coroa deverá estar em um lugar privilegiado da casa, de preferência onde seja facilmente visível a todos, recordando assim a vinda cada vez mais próxima do Senhor Jesus e a importância de preparar-se bem para este momento.

c) É conveniente fixar um horário para se fazer a liturgia da coroa do Advento de maneira que seja uma ocasião familiar e ordenada, com a participação consciente de todos.

d) Recomenda-se repartir as funções de cada membro da família durante a liturgia. Um acende a vela, outro lê a passagem bíblica, outro faz algumas preces, a fim de que todos possam participar e que seja uma ocasião de encontro familiar.

(via ACIdigital)

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Símbolos do Advento

Árvore de Natal: O uso de árvore em festividades de Dezembro já estava presente no Egito Antigo. A Árvore é símbolo de esperança e de vitória da vida contra a morte, simbolizada pelo rigor do inverno no hemisfério Norte. Os Druidas utilizavam carvalhos enfeitados neste mesmo dia na Festa pagã do Sol Invíctus. Os primeiros relatos sobre a Ávore de Natal aparecem na Alemanha no século XVI. No cristianismo o seu significado refere-se ao Reino de Deus com seus galhos e frutos coloridos, que foi inaugurado com o nascimento do Messias. Lembremo-nos também que no Inverno rigoroso da Europa, todas as árvores, exceto o pinheiro, perderam suas folhagens no outono, por isso, o pinheiro é visto também como o cristão que nunca deixa sua fé ser abalada diante das adversidades da vida.

Presépio: É mais comum nos países católicos, e sua origem remonta o século XIII. Obra de São Francisco de Assis que queria recriar a cena do nascimento do Salvado no ano de 1223. São Francisco utilizou pessoas e animais de verdade para o presépio. Depois disso com o passar dos anos as pessoas começaram a fabricar imagens para compor o presépio e adornar as casas e as igrejas.

As bolas de Natal: São os frutos, os dons e as virtudes do bom cristão. Suas cores são variadas e seus significados distintos. As bolas douradas simbolizam a realeza; as bolas vermelhas o amor; as bolas azuis simbolizam o prêmio aos santos que é o céu; as bolas verdes simbolizam a esperança; as bolas prateadas simbolizam a glória.

A estrela: Simboliza a Estrela que guiou os Magos vindos do Oriente a adora o Senhor, o Rei dos reis.

Velas: Simbolizam a Cristo que é Luz do Mundo que rompeu as trevas da noite e do pecado para nos salvar.

Papai Noel: Sua origem se deve a figura do Bispo São Nicolau, que era conhecido como bom e generoso para com os pobres. Sua festa é dia 06 de Dezembro. Morreu no ano de 350 d.C. Sua transformação em símbolo natalino ocorreu na Alemanha. Nos Estados Unidos, a tradição do velhinho de barba comprida e roupas vermelhas que anda num trenó puxado por renas ganhou força. A figura do Papai Noel que conhecemos hoje foi obra do cartunista Thomas Nast, na revista Harper’s Weeklys, em 1881.

Ceia de Natal: Lembra-nos a última ceia na qual Jesus Instituiu a Santíssima Eucaristia. A família reunida na ceia lembra-nos de que Cristo é nosso centro. Nossa vida deve está em torno do Salvador que veio ao mundo redimir os pecadores.

Cartões de Natal: A prática de enviar cartões de Natal começou na Inglaterra no ano de 1843. Mas, foi em 1849 que os primeiros cartões populares de Natal começaram a ser vendidos por um artista inglês chamado William Egly.

Presentes: Presenteamos as pessoas num gesto simbólico no qual todos nós ganhamos o maior de todos os presentes: Jesus. A origem de dar presentes no natal é incerta. Atribui-se a São Nicolau que presenteava os pobres com moedas para sobrevirem. O costume de colocar presentes sob as árvores de Natal provavelmente começou durante o reinado de Elizabete I, filha de Henrique VIII, na Inglaterra, no século XVI. Ela promovia festas natalinas e recebia muitos presentes.

Luzes: Simbolizam assim como as velas que Jesus é a Luz do mundo.

Flor do Natal: Bico-de-papagaio ou espírito santo, possui brácteas vermelhas e folhas bem verdes. É decorativa, ilustra cartões natalinos. Foi encontrada no México em 1828 e depois introduzida na América Latina. Conta-se que uma humilde camponesa desejava oferecer um presente ao Menino Jesus e não tinha o que dar. Surge um anjo e lhe sugere que leve uma planta que existia junto à estrada. Feliz, ela vai entregá-la ao Menino Jesus. As pessoas que presenciavam a cena começaram a rir da pobre senhora, que começou a chorar. Suas lágrimas, ao caírem sobre as folhas, as tornaram vermelhas, para espanto de todos. A poinsettia ou espírito santo é uma planta que, exposta ao sol, é verde. Se estiver à sombra torna-se vermelha.

Missa do Galo: O fato da missa da meia-noite que já era celebrada nas origens do cristianismo se chamar dessa forma se deve ao fato de que o horário que correspondia as 00h até as 3h da madrugada era conhecida em Roma antiga como hora do Galo. Hora do galo, pois é nesse horário que os galos começam a cantam. Por isso ficou conhecida como Missa do Galo até hoje.

Cânticos natalinos: São numerosos e belos, e começou quando a Igreja Católica querendo evangelizar os pagãos que não sabiam ler e nem escrever, compôs músicas de melodia simples. Existem músicas natalinas cantadas até hoje e que se originaram no século IV.

Sinos: Os sinos emitem sons agradáveis e audíveis à distância, e são tocados em ocasiões geralmente festivas. Fazem parte do campanário das igrejas e também têm uso particular. Servem para enviar mensagens pelo ar. De modo geral, seu toque é festivo. Tocado por ocasião do Natal, nos lembra o fato de termos um Salvador que e fez homem, habitou entre nós e partiu deixando sua mensagem de amor e paz.

Autoria: Padre José Luis Beltrame

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Advento, tempo de preparação para a vinda do Senhor

Quando falamos do mês de dezembro, vem logo à nossa mente a celebração do natal. Este mês de dezembro inteirinho, a liturgia nos prepara para a grande festa, o nascimento do Menino Jesus. As quatro semanas que antecedem o Natal, geram em nossos corações a feliz expectativa para a vinda do Senhor que irá nascer.

Tendo em vista esta função do Advento: preparar para o Senhor Jesus que virá; vale recordar as maneiras que Cristo vem até nós.

São Bernardo define em três. “A primeira, quando Ele veio por Sua Encarnação; a segunda é cotidiana, quando Ele vem a cada um de nós, pela sua graça; e a terceira, quando virá para julgar o mundo” (São Bernardo de Claraval, Obras completas de São Bernardo, Madrid: BAC, 1953, p. 177).

Vejamos então, a partir do pensamento de São Bernardo em consonância com o Magistério da Igreja sobre as “vinda do Senhor”.

Encarnação

A primeira vinda do Senhor é a mais conhecida, por se tratar do Natal. “Revestido da nossa fragilidade, ele veio a primeira vez para realizar seu eterno plano de amor e abrir-nos o caminho da salvação”. (prefácio do Advento I). Esta oração rezamos no tempo do Advento como forma de celebrar o mistério da encarnação. Deus totalmente Espírito, assume um corpo humano, uma alma humana. É um Deus que não quis permanecer inacessível; não restringiu-se à sua Glória celestial, mas quis passar pela experiência humana, a ponto de ser em tudo igual a nós, exceto no pecado (Hb 4, 15).

O Concílio de Nicéia acontecido no século IV esclareceu essa realidade. Jesus possui duas natureza, a humana e a divina. Jesus é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem.

Podemos nos perguntar, por qual razão ele se fez homem? Poderíamos nomear várias razões pelas quais Deus se fez homem e veio habitar no meio de nós, mas uma merece destaque particular, para nossa salvação.

No Credo Niceno-Constantinopolitano rezamos: “Por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos Céus e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem”.

Como vimos, essa é a principal razão: à nossa salvação. Por isso, na Solenidade de Natal somos convidados a mergulhar nossa vida neste mistério. Deus por seu imenso amor se humanizou para nos divinizar.

Cotidiano

A segunda vinda do senhor, conforme São Bernardo, é aquela que acontece no cotidiano da vida, em especial, por meio dos sacramentos.

Nos ensina o Papa Francisco: “O Senhor todos os dias visita a sua Igreja! Visita cada um de nós e, também, a nossa alma. Ela se assemelha à Igreja, a nossa alma se assemelha a Maria. Os Padres do deserto dizem que Maria, a Igreja e a nossa alma são femininas e o que se diz sobre uma, analogamente, se pode dizer da outra. A nossa alma também está à espera, nesta expectativa pela vinda do Senhor; uma alma aberta que chama: ‘Vem, Senhor’ ”.

A segunda vinda dá-se cotidianamente. Podemos dar, aqui, um destaque todo particular para três realidades: a Eucaristia, a escuta atenta da Palavra de Deus e Santa Missa.

Sobre essa segunda vinda podemos falar de um “Natal permanente”.

Vinda gloriosa

A terceira vinda do Senhor deve ser compreendida no plano escatológico, isto é, na consumação dos tempos onde Jesus virá revestido de poder e glória para julgar os vivos e os mortos. “Ao celebrar cada ano a liturgia do Advento, a Igreja atualiza esta espera do Messias: comungando com a longa preparação da primeira vinda do Salvador, os fiéis renovam o ardente desejo de sua Segunda Vinda”. (CATECISMO, n. 524).

Nos recorda o prefácio do Advento que, Jesus “revestindo de Sua glória, Ele virá uma segunda vez para conceder-nos em plenitude os bens prometidos, que hoje, vigilantes esperamos” (Prefácio do Advento I).

Portanto, a vigilância assume um papel importante no advento definitivo do Senhor.

É preciso estar vigilante, porque o senhor pode chegar a qualquer instante.

Em cada Santa Missa, quando respondemos a Oração Eucarística, recordamos esta realidade escatológica: “Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!”. (Oração Eucarística IV).

Os sinais dos últimos tempos

O Papa Francisco, no dia 15 de Novembro de 2015, no Angelus disse: “Sobre quando acontecerão os sinais dos últimos tempos não devemos nos preocupar, mas sim nos prepararmos diariamente para nos encontrarmos com Jesus. O núcleo central em torno do qual gira o discurso de Jesus é Ele mesmo, o mistério da sua pessoa e da sua morte e ressurreição, e o seu retorno no fim dos tempos. A nossa meta final é o encontro com o Senhor ressuscitado”.

Em complemento a essas palavras sua Santidade, o Papa, ainda fez algumas perguntas: “Gostaria de perguntar-lhes quantos de vocês pensam nisso? Haverá um dia em que eu encontrarei o Senhor face a face. Esta é a nossa meta, esse encontro. Não esperamos um tempo ou um lugar, mas caminhamos ao encontro de uma pessoa: Jesus.”

Portanto, explicou o papa, “o problema não é ‘quando’ acontecerão esses sinais premonitórios dos últimos tempos, mas o fazer-se encontrar preparados para o encontro. E não se trata nem mesmo de saber ‘como’ se darão essas coisas, mas ‘como’ devemos comportar-nos, hoje, à espera desse encontro”.

Por fim, vale recordar que a segunda vinda, conforme São Bernardo, por meio dos sacramentos nos preparam para a terceira e definitiva vinda de Jesus.

Aqueles que vivem santamente os sacramentos estão preparados para se encontrarem com Jesus na sua vinda gloriosa.

Neste Advento, que nosso coração esteja preparado para receber Jesus que vai nascer, com a certeza que Ele já está no meio de nós por meio dos sacramentos, porém, esperançoso de sua vinda definitiva, onde virá com poder e glória para julgar os vivos e os mortos.

Juntos possamos rezar:
Maranatha, vinde Senhor Jesus!

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Advento, tempo de faxina interior

As estações da natureza nos ensinam a reconciliar, em nosso coração, o tempo dos mistérios que abraçam nossa fé. Advento é tempo da espera. Ainda não é Natal, mas antecipa-se a alegria desta festa. Viver cada tempo litúrgico com o coração é um jeito nobre de não adiantar um tempo que ainda não chegou. Na sobriedade que este tempo litúrgico exige, vamos tecendo a colcha das alegrias do Cristo que vem ao nosso encontro.

Esperar é uma alegria antecipada de algo que ainda não chegou. A mulher grávida vive na alma a felicidade antecipada pela vida que, em seu ventre, vai sendo gerada no tempo que lhe cabe. A natureza cumpre o ritual das estações para que cada tempo seja único. Os casais apaixonados esperam o momento do encontro. As famílias organizam a casa no cuidado da espera dos parentes que vão chegar. Esperar é uma metáfora do cotidiano da vida. No contexto do Advento, a espera ganha tonalidades alegres e sóbrias.

Cuidado e organização

Casa mal arrumada não é adequada para acolher os amigos e familiares que vão chegar. Jardim sujo não pode se tornar um canteiro para novas sementes. Esperar é também tempo de cuidado e organização.
No tempo da espera, o tempo do cuidado na vida espiritual. Chegando ao fim de mais um ano, muitos corações se encontram totalmente bagunçados. Raivas armazenadas nos potes da prepotência, mágoas guardadas nas gavetas do rancor, amizades sendo consumidas pelo micro-ondas da inveja, tristezas crescendo no jardim da infelicidade, violência sendo gerada no silêncio do coração.

Balanço da vida espiritual

Enquanto as lojas fazem o balanço [de seu patrimônio], somos convidados a fazer o balanço de nossa situação emocional. No balancete da vida, o amor deve sempre ser o saldo positivo que nos impulsiona a sermos mais humanos a cada dia.

Tirar o pó que asfixia o amor

Casa mal arrumada não é local adequado para receber quem nos visita. Coração bagunçado dificilmente tem espaço para acolher quem chega. Neste tempo do Advento, a faxina da espera deve remover as teias de aranha dos sentimentos que estacionaram em nossa alma. O pó que asfixia o amor deve ser varrido. Tempo novo exige coração novo. Jesus, com Seu amor sem limites, adentrava o coração de cada pessoa e fazia uma faxina de amor; abria as janelas da vida, que impediam cada pessoa de ver a luz de um novo tempo chegar; devolvia às flores, já secas pelas dores e tristezas, as alegrias da ressurreição; semeava nos sertões sem vida as sementes do amor e da paz.

No Advento da vida, as estações do coração se tornam tempo propício para limpar os quartos da alma à espera do Cristo que vem. Se o jardim do coração estiver sendo cuidado, as sementes da esperança vão germinar no tempo que lhes cabe, e o Amor nascerá nas alegrias da chegada.

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Como devo me preparar para o Natal?

Charles Dickens, um famoso romancista inglês, escreveu certa vez: “Honrarei o Natal em meu coração e tentarei conservá-lo durante todo o ano”. Penso que ele estava certo, pois o Natal precisa novamente ser honrado com urgência, porque, há muito tempo, as pessoas têm simplesmente ignorando o real sentido dessa data.

O que é o Natal?

Papa Francisco, em uma de suas homilias sobre o Natal, não hesitou em afirmar à humanidade seu verdadeiro significado: “O Natal é mais! Nós vamos por esse caminho para encontrar o Senhor, porque o Natal é um encontro e nós caminhamos para encontrá-Lo com o coração, com a vida, encontrá-Lo vivo, como Ele é, encontrá-Lo com fé”. O Natal é um encontro. Que bela definição o Santo Padre nos deu! Trata-se, portanto, de um encontro com Jesus, o Menino Deus que traz consigo o segredo da verdadeira paz à alma humana ainda tão agitada. Nesse encontro com Cristo, o Sumo Pontífice nos indica a oração, a caridade e o louvor como caminhos para uma boa preparação para bem celebrarmos o nascimento de Jesus.

Gostaria de deter-me, neste primeiro caminho, que é da oração, para vivenciarmos o Natal como aquilo que ele verdadeiramente é.

O mundo, nesta época, ensina-nos que tudo consiste em caprichar na compra de presentes, fazer aquela ceia maravilhosa com ricas iguarias, ter o maior número possível de enfeites natalinos dentro de casa, chamar todos os parentes para uma confraternização social – mesmo que, durante os outros 364 dias do ano, vocês nem se falem mais! – e dar, além de tudo isso, umas generosas contribuições para as tais “caixinhas de Natal”.

Tudo na vida tem real significado e valor. O Natal é, sobretudo, o aniversário do nascimento de nosso Senhor Jesus Cristo, o Verbo de Deus que se fez carne e habitou entre nós para nos salvar. Mas grande parte da nossa sociedade, tão consumista e alienada, simplesmente celebra o aniversário ignorando o aniversariante.

Seguir o conselho da Virgem Maria

Nós cristãos não estamos isentos de tal risco. Podemos cair no mesmo equívoco de celebrar esta grande festa ignorando o aniversariante, que é Cristo. Para que isso não aconteça, segue o conselho constante que a Mãe de Jesus nos dá em Medjugorje: “Queridos filhos, rezem, rezem e rezem”.

Intimidade com Deus

Preparemos o aniversário de Jesus com as nossas orações. Quando nos decidirmos viver o Natal em oração, já estaremos começando a experimentar esse encontro com o Menino Deus. É por meio da oração, dessa busca de uma maior intimidade com Deus, que adentramos no castelo do Rei dos reis e nos livramos daquelas amarras de ressentimentos e lembranças amargas que nos oprimem e estragam o nosso Natal. Porém, não se iluda, meu irmão! Esse “castelo” nos é revelado na pobreza da gruta de Belém, na qual o Trono de Graça se fez simples manjedoura e Aquele que detém todo poder e autoridade nas mãos manifesta-se na fragilidade de uma criança nos braços de Sua Mãe.

Somente aquele que reza consegue contemplar esses sinais escondidos, os quais o mundo ainda não foi capaz de enxergar. Aquele que se decidir a viver o Natal em oração, com certeza o viverá de maneira mais santa, renovada e feliz. Pois o homem que reza jamais se encontra sozinho. Ele é semelhante àqueles Reis Magos que caminhavam por terras desconhecidas sob a guia de uma estrela. A luz que vinha do Alto os direcionava. O mesmo acontece com a alma orante: ela é sempre conduzida pelo Céu e para o Céu.

Não deixe para rezar somente no Dia de Natal

Que tal fazermos essa maravilhosa experiência nesse tempo? Prepare-se bem para o Natal por meio da oração e não deixe para rezar somente no grande dia. Comece antes, comece agora! Reze o Santo Terço em família, leia na Bíblia as verdadeiras histórias do Natal para seus filhos, participe bem das Santas Missas durante este tempo, faça uma boa confissão e, nos últimos dias do Advento, reze a Novena de Natal com os seus.

Enfim, deixe que a força da oração o guie em direção à gruta de Belém. Ali, você contemplará o Filho de Deus que se fez um de nós e aprenderá que o Natal é a oportunidade que a humanidade tem de recordar que o verdadeiro amor consiste em doar-se até o fim com humildade e simplicidade. Ali, naquela manjedoura construída pela paz em seu coração, você poderá admirar o sorriso do Menino Jesus. Diante desse singelo sorriso, é impossível que a alma humana permaneça sofrendo na dor e na solidão!

Desejo a você e a sua família um Natal diferente dos anos anteriores, um Natal preparado em oração, que marque definitivamente esse tempo novo de recomeços e retomadas na sua vida.

Um abraço fraterno!

Alexandre Oliveira
Missionário da Comunidade Canção Nova

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O Ano Litúrgico inicia-se com o Advento

Começamos novo Ano Litúrgico e um novo ciclo da liturgia com o Advento, tempo de preparação para o nascimento de Jesus Cristo no Natal. É hora de renovação das esperanças, com a advertência do próprio Cristo, quando diz: “Vigiai!”, para não sermos surpreendidos.

Realização e confirmação da Aliança de Deus

A chegada do Natal, preparado pelo ciclo do Advento, é a realização e confirmação da Aliança anunciada no passado pelos profetas. É a Aliança do amor realizada plenamente em Jesus Cristo e na vida de todos aqueles que praticam a justiça e confiam na Palavra de Deus.

Estamos em tempo de educação de nossa fé, quando Deus se apresenta como oleiro, que trabalha o barro, dando a ele formas diversas. Nós somos como argila, que deve ser transformada conforme a vontade do oleiro. É a ação de Deus em nossa vida, transformando-a de Seu jeito.

Neste caminho de mudanças, Deus nos deu diversos dons conforme as possibilidades de cada um. E somos conduzidos pelas exigências da Palavra de Deus. É uma trajetória que passa pela fidelidade ao Todo-poderoso e ao próximo, porque ninguém ama a Deus não amando também o seu irmão.

Convocação para vigilância

O Advento é convocação para a vigilância. A vida pode ser cheia de surpresas e a morte chegar quando não esperamos. Por isso é muito importante estar diuturnamente acordado e preparado, conseguindo distanciar-se das propostas de um mundo totalmente afastado de Deus.

Outro fato é não desanimar diante dos tipos de dificuldades e de motivações que aparecem diante nós. Estamos numa cultura de disputa por poder, de ocupar os primeiros lugares sem ser vigilantes na prestação de serviço. Quem serve, disse Jesus, é “servo vigilante”.

Confiar significa ter a sensação de não estar abandonado por Deus. Com isso, no Advento vamos sendo moldados para acolher Jesus no Natal como verdadeiro Deus. Aquele que nos convoca a abandonar o egoísmo e seguir Jesus Cristo.

Preparar-se para o Natal já é ter a sensação das festas de fim de ano. Não sejamos enganados pelas propostas atraentes do consumismo. O foco principal é Jesus Cristo como ação divina em todo o mundo.

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Papa Francisco envia mensagem ao Patriarca Bartolomeu I

Por ocasião da Festa de Santo André, o Papa Francisco enviou nesta sexta-feira, 30, uma mensagem ao Patriarca Ecumênico Bartolomeu IEm sua mensagem, o Santo Padre agradeceu de forma efusiva as relações mantidas entre a Igreja de Roma e a Igreja de Constantinopla. A Santa Sé enviou uma delegação a Istambul, na Turquia, para a tradicional festa do padroeiro do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla.

“Enquanto séculos de incompreensão mútua, diferenças e silêncio parecem ter comprometido essa relação, o Espírito Santo, Espírito de unidade, permitiu-nos recomeçar um diálogo fraterno”, escreveu o Sucessor de Pedro. “Isto foi definitivamente retomado pelos nossos venerados predecessores, o Patriarca Atenágoras e o Papa São Paulo VI, e nos permitiu redescobrir os laços de comunhão que sempre existiram entre nós”, reiterou.

Estas diferenças, nutridas durante séculos, foram devidamente suplantadas, segundo o Papa. A vontade de ambas as Igrejas em proclamar o Evangelho foi o catalisador para este entendimento mútuo, ponderou Francisco. “Ao mesmo tempo, ambas as Igrejas, com um senso de responsabilidade para com o mundo, sentiram aquele chamado urgente, que envolve cada um de nós que fomos batizados, para proclamar o Evangelho a todos os homens e mulheres. Por esta razão, podemos trabalhar juntos hoje na busca da paz entre os povos, para a abolição de todas as formas de escravidão, para o respeito e a dignidade de cada ser humano e para o cuidado da criação”.

“Sejamos todos um”, lembrou Francisco em outro momento de sua mensagem a Bartolomeu I. “Unidos, damos uma resposta mais eficaz às necessidades de tantos homens e mulheres do nosso tempo, especialmente àqueles que sofrem com a pobreza, a fome, a doença e a guerra”, exaltou.

O envio de uma delegação, por parte da Santa Sé, para a Festa de Santo André já é um gesto tradicional e recíproco. Em 29 de junho, na Festa dos Santos Pedro e Paulo, o Patriarcado também envia uma delegação ao Vaticano. 

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Entrevista com o Papa sobre "força da vocação" vira livro

Nesta segunda-feira, 3, a editora “Edizioni Dehoniane” lançará internacionalmente o livro entrevista “La fuerza de la vocación. La vida consagrada hoy”. A obra, originalmente escrita em espanhol, é o fruto de um encontro de quatro horas na Casa Santa Marta, em agosto deste ano, do Papa Francisco com o missionário espanhol Fernando Prado, que é diretor editorial das “Publicaciones Claretianas”, de Madri.

O livro, que terá tradução no mínimo em dez línguas, inclusive no português, é composto por 120 páginas que, através de 60 perguntas ao Papa Francisco, contemplam a força da vocação e a missão dos consagrados, mas também outros temas de atualidade na vida da Igreja. A editora de lançamento revela um trecho do livro:

“Penso naqueles padres, naquelasirmãs, naqueles irmãos que trabalham nas periferias ou no centro das cidades. Naquelas pessoas consagradas que não fazem barulho, mas que trabalham sem se preocupar. Naqueles que fazem a teologia da vida consagrada vivendo-a. São pessoas que têm uma humildade essencial: são trabalhadores que levam muito a sério a vida de consagrados no ensino, nas paróquias, nos hospitais, nas missões e onde quer que se encontrem trabalhando a serviço dos outros. São realmente pessoas que dão tudo de mãos cheias”.

Segundo o missionário, a entrevista aconteceu em um clima de liberdade, confiança e cordialidade . “O Santo Padre fala das suas lembranças, compartilhando histórias concretas e reais que ele viveu e que servem para ilustrar as questões e os temas abordados. Sem dúvida, o Papa é um grande comunicador que responde inclusive a questões mais espinhosas com uma sabedoria, medida e claridade admiráveis”, afirmou Prado.

A obra aborda questões que vão desde o clericalismo, a homossexualidade do clero e das pessoas consagradas, até questões pontuais de atualidade da Igreja, e a preocupação do Papa pelo diálogo entre os jovens e idosos.

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Papa: “Deus não descarta ninguém; para Ele, ninguém é irrecuperável!"

“Integração e apoio às pessoas que conseguiram sair do túnel das drogas e dos vícios, porque precisam da ajuda e do acompanhamento de todos nós. Só assim elas, por sua vez, poderão aliviar o sofrimento de irmãos e irmãs com dificuldades”. Este foi o chamado feito pelo Papa ao receber, neste sábado, 1, os participantes da Conferência Internacional “Droga e vícios: obstáculos ao desenvolvimento humano integral”, em encerramento no Vaticano.

Francisco apontou que na raiz desta ferida da sociedade está o clima cultural secularizado marcado pelo capitalismo de consumo, a autossuficiência, a perda de valores, o vazio existencial e a precariedade dos relacionamentos. “Um âmbito cada vez mais arriscado é o espaço virtual: em alguns sites na internet, os jovens, e não só eles, são abordados e arrastados para uma escravidão da qual é difícil se libertar e que os fazem perder o sentido da vida e por vezes, a própria vida”, alertou.

Neste cenário, o Santo Padre questionou: “Qual é o papel da Igreja?”. Para o Pontífice, seria necessário instaurar no mundo de hoje um humanismo que tenha como centro a pessoa e como fundamento o Evangelho da Misericórdia. Para o Pontífice, só o Evangelho para aliviar, curar e cicatrizar os sofrimentos relacionados ao vício.

“Na sociedade do descarte, Deus não descarta ninguém; para Ele, ninguém é irrecuperável!”, revelou. Ao final, Francisco pediu uma maior sinergia entre instituições, agências e Igreja na prevenção e difusão das drogas e para restituir dignidade àqueles que ficaram marcados pelas drogas. O Papa agradeceu a todos pela atuação e compromisso, encorajando-os a prosseguir esta missão, em seus diferentes âmbitos.

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Papa Francisco: “Não podemos viver de esperas, mas na espera”

“Uma vida ‘privada’ sem riscos e cheia de medos, que salvaguarda a si mesmos não é uma vida cristã. Não somos feitos para sermos tranquilos, mas para sonhos audaciosos”. A frase de autoria do Papa Francisco, foi dita na manhã deste sábado, 1, durante encontro do Santo Padre com os peregrinos das Dioceses de Ugento e de Molfetta, situadas na Itália central. Os peregrinos visitaram o Papa em agradecimento pela visita que o Pontífice fez em abril passado, em homenagem a Dom Tonino Bello.

O Papa iniciou o encontro reiterando a atualidade da mensagem de Dom Tonino ao dizer: “Por favor, não fiquem triste por nenhuma amargura de casa. Não entristeçam suas vidas. Quem acredita em Jesus não pode ficar triste; porque o contrário de um povo cristão é um povo triste”. Francisco pediu aos fiéis que sigam o pensamento de Dom Tonino.

“Não fiquemos tristes: se fizermos isso levaremos o tesouro da alegria de Deus à pobreza do homem de hoje. De fato, quem se entristece fica sozinho e só vê problemas; ao contrário, quem coloca o Senhor antes de seus problemas encontra a alegria. Por isso vamos deixar de nos lamentar e ao invés de nos entristecer, comecemos a fazer o contrário: consolar e ajudar”, incentivou o Santo Padre.

Ao falar sobre o Advento que inicia neste domingo, 2, o Pontífice afirmou que o novo ano litúrgico traz uma novidade de um Deus que é o Deus de todas as consolações: “Se olharmos dentro de nós mesmos vemos que todas as novidades que chegam não bastam para saciar nossas expectativas: ‘queremos coisas novas porque nascemos para coisas grandes’ escrevia dom Tonino, e é verdade, nascemos para estar com o Senhor, quando ele entra em nós chega a verdadeira novidade, Ele renova e surpreende sempre”.

O Papa também advertiu os fiéis quanto a vivência das esperas: “Não devemos viver de esperas, que talvez não se realizem, mas devemos viver na espera, ou seja, desejar o Senhor que sempre traz novidade. É importante saber esperar, e esperar sempre ativos no amor”. Francisco recordou que Dom Tonino dizia que a verdadeira tristeza é quando não se espera mais nada, e afirmou que os cristãos são chamados a proteger e espalhar a alegria da espera.

“Esperamos o Deus que nos ama infinitamente e ao mesmo tempo somos esperados por Ele. Considerando desse modo, parece um namoro. Não estamos sozinhos, Deus nos visita e espera estar conosco sempre”, frisou. O Papa recordou também aos peregrinos algumas palavras de Dom Tonino pronunciadas 30 anos atrás: “A vida é cheia de medos, medo do próprio semelhante, do vizinho de casa… medo do outro… medo da violência… medo de não conseguir, medo de não ser aceitos… medo que seja inútil esforçar-se… medo que o mundo não mude… medo de não achar emprego” para isso, continuou o Pontífice:

“O Advento responde com o ‘Evangelho anti-medo’, porque quem tem medo e está abatido, é reanimado pelo Senhor com a sua palavra. E o faz com dois verbos ‘anti-medo’, os dois verbos do Advento: reanimai-vos e levantai as vossas cabeças”. De acordo com o Santo Padre, se o medo deixa o ser humano desolado, o Senhor pede que ele reanime, se as negatividades o levam a olhar para baixo, Jesus o convida a olhar para o céu, de onde Ele chegará. “Somos filhos do medo, mas filhos de Deus, porque o medo se derrota dominando a si mesmo tendo ao lado Jesus”.

Em seguida, o Santo Padre convidou todos a alargarem seus horizontes, e a pensarem no sentido da vida: “Não se pode ficar sempre no porto seguro, somos chamados a partir. O Senhor chama cada um de nós a entrar em mar aberto. Não nos quer ancorados no porto ou guardiões de faróis, mas navegantes confiantes e corajosos, que seguem rotas inéditas do Senhor, jogando as redes da vida sobre a sua Palavra ”.

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Dia dos Fiéis Defuntos

No dia 02 de novembro ressoa em toda a Igreja o conselho de São Paulo para as primeiras comunidades cristãs: "Não queremos, irmãos, deixar-vos na ignorância a respeito dos mortos, para que não vos entristeçais como os outros que não tem esperança" ( 1 Tes 4, 13). Sendo assim,  não é dia de tristezas e lamúrias, e sim de transformar nossas saudades, e até as lágrimas, em forças de intercessão pelos fiéis que, se estiverem no Purgatório, contam com nossas orações.
O convite à oração feito por nossa Mãe Igreja fundamenta-se na realidade da "comunhão dos santos", onde pela solidariedade espiritual dos que estão inseridos no Corpo Místico, pelo Sacramento do Batismo, são oferecidas preces, sacrificios e Missas pelas almas do Purgatório. No Oriente, a Igreja Bizantina fixou um sábado especial para orações pelos defuntos, enquanto no Ocidente as orações pelos defuntos eram quase geral nos mosteiros do século VII; sendo que a partir do Abade de Cluny, Santo Odilon, aos poucos o costume se espalhou para o Cristianismo, até ser tornado oficial e universal para a Igreja, através do Papa Bento XV em 1915, pois visava os mortos da guerra, doentes e pobres.
A Palavra do Senhor confirma esta Tradição pois "santo e piedoso o seu pensamento; e foi essa a razão por que mandou que se celebrasse pelos mortos um sacrifício expiatório, para que fossem absolvidos de seu pecado" (2 Mc 2, 45). Assim é salutar lembrarmos neste dia, que "a Igreja denomina Purgatório esta purificação final dos eleitos, que é completamente distinta do castigo dos condenados"
Portanto, a alma que morreu na graça e na amizade de Deus, porém necessitando de purificação, assemelha-se a um aventureiro caminhando num deserto sob um sol escaldante, onde o calor é sufocante, com pouca água; porém enxerga para além do deserto, a montanha onde se encontra o tesouro, a montanha onde sopram brisas frescas e onde poderá descansar eternamente; ou seja, "o Céu não tem portas" (Santa Catarina de Gênova), mas sim uma providencial 'ante-sala'. 

"Ó meu Jesus perdoai-nos, livrai-nos do fogo do Inferno. Levai as almas todas para o Céu e socorrei principalmente as que mais precisarem! Amém!"

 

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Solenidade de Todos os Santos

No dia 1º de novembro, a Igreja não celebra a santidade de um cristão que se encontra no Céu, mas sim, de todos. Isto, para mostrar concretamente, a vocação universal de todos para a felicidade eterna. 
"Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade. Todos são chamados à santidade: 'Deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito' "(Mt 5,48)
Sendo assim, nós passamos a compreender o início do sermão do Abade São Bernardo: "Para que louvar os santos, para que glorificá-los? Para que, enfim, esta solenidade? Que lhes importam as honras terrenas? A eles que, segundo a promessa do Filho, o Pai celeste glorifica? Os santos não precisam de nossas homenagens. Não há dúvida alguma, se veneramos os santos, o interesse é nosso, não deles".
Sabemos que desde os primeiros séculos os cristãos praticam o culto dos santos, a começar pelos mártires, por isto hoje vivemos esta Tradição, na qual nossa Mãe Igreja convida-nos a contemplarmos os nossos "heróis" da fé, esperança e caridade. Na verdade é um convite a olharmos para o Alto, pois neste mundo escurecido pelo pecado, brilham no Céu com a luz do triunfo e esperança daqueles que viveram e morreram em Cristo, por Cristo e com Cristo, formando uma "constelação", já que São João viu: "Era uma imensa multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas". Todos estes combatentes de Deus, merecem nossa imitação, pois foram adolescentes, jovens, homens casados, mães de família, operários, empregados, patrões, sacerdotes, pobres mendigos, profissionais, militares ou religiosos que se tornaram um sinal do que o Espírito Santo pode fazer num ser humano que se decide a viver o Evangelho que atua na Igreja e na sociedade. Portanto, a vida destes acabaram virando proposta para nós, uma vez que passaram fome, apelos carnais, perseguições, alegrias, situações de pecado, profundos arrependimentos, sede, doenças, sofrimentos por calúnia, ódio, falta de amor e injustiças; tudo isto, e mais o que constituem o cotidiano dos seguidores de Cristo que enfrentam os embates da vida sem perderem o entusiasmo pela Pátria definitiva, pois "não sois mais estrangeiros, nem migrantes; sois concidadãos dos santos, sois da Família de Deus" Neste dia a Mãe Igreja faz este apelo a todos nós, seus filhos: "O apelo à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade se dirige a todos os fiéis cristãos." "A perfeição cristã só tem um limite: ser ilimitada" (CIC 2028).

Todos os santos de Deus, rogai por nós!

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A três meses da JMJ 2019, jovens falam sobre expectativas e preparativos

Nesta segunda-feira, 22, dia em que a Igreja celebra São João Paulo II — Papa que instituiu a Jornada Mundial da Juventude —, o Panamá contabiliza três meses para a JMJ 2019. O evento, que acontecerá de 22 a 27 de janeiro do próximo ano, já é muito esperado pelos jovens do Brasil e do mundo. A paulista Francieli Cristine, o curitibano Gabriel Sawaf  e a brasiliense Lorena Bittencourt são exemplos de brasileiros que estão na reta final dos preparativos para viver esta experiência que une a juventude católica.

Embora de localidades diferentes, Francieli, Gabriel e Lorena escolheram participar da JMJ Panamá 2019 motivados por um ponto em comum: já terem participado de jornadas anteriores. “Uma jornada motiva a outra”, afirmou o curitibano. Com 23 anos, o jornalista Gabriel reúne experiências de sua participação na JMJ Rio 2013 e na JMJ Cracóvia 2016. “A jornada proporciona comunhão com Cristo e com milhões de pessoas. É algo que eu guardo com muito carinho e quero sempre viver. Estou indo ao Panamá justamente por isso”, frisou o jovem.

A auxiliar administrativa, Francieli, e a profissional de comércio exterior, Lorena, assim como Gabriel, tiveram sua primeira experiência com a Jornada Mundial da Juventude quando ela foi realizada no Brasil, em 2013. Na época, paulista e brasiliense não se conheciam e foram, juntas, voluntárias na JMJ Rio. “Ficamos muito amigas e é uma amizade muito bacana”, recordou Francieli.

Segundo a paulista, que terá sua primeira experiência como peregrina no Panamá, assim que foram abertas as inscrições para a JMJ 2019, procurou Lorena para que pudessem participar juntas do evento.

De acordo com Lorena, além de Francieli, o grupo que seguirá rumo ao Panamá também é composto por mais duas pessoas, que também foram voluntários na JMJ do Rio de Janeiro. Lorena revelou que esta será a primeira viagem que o quarteto organiza de forma independente e que terá como primeira experiência a participação na Pré-JMJ. “Estou com muita expectativa para este primeiro momento, porque nunca participei”, revelou. A Pré-Jornada será realizada de 16 a 20 de janeiro nas comunidades locais da Costa Rica. Os jovens serão envolvidos em atividades nas dioceses para conhecerem mais sobre a Igreja dos países da América Central.

Francieli conta que a viagem é apoiada por toda a sua família, que inclusive a tem ajudado financeiramente para participar desta JMJ. “Quando a minha família soube do meu interesse de ir ao Panamá, me incentivaram e me deram total apoio. Familiares têm me ajudado financeiramente para que eu possa ir ao Panamá, e tudo tem sido providência”, contou.

Gabriel, que irá ao Panamá com sete jovens do Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe, de Curitiba, revelou que desde outubro de 2017 o grupo realiza ações para arrecadar o valor necessário para a realização da viagem. A venda de brigadeiros na porta da Igreja é a principal delas, e mobiliza os familiares do grupo, inclusive a mãe de Gabriel.

Cheios de expectativas para o evento, Gabriel, Francieli e Lorena apontaram a vigília e a missa com o Papa Francisco como os momentos mais esperados. “A vigília é o momento mais especial e marcante pra mim, o coração chega nas alturas ao ter esse momento íntimo com Jesus”, opinou o curitibano.

Experiência

“A JMJ do Rio foi um marco na minha vida. Foi uma experiência que me ajudou muito a amadurecer na fé. (…) Muitos dizem que nós, jovens que estamos na Igreja, somos desanimados, mas é porque nunca participaram de uma JMJ. Aonde tem jovens, tem alegria”, afirmou Lorena. Para a brasiliense, a JMJ proporciona aos jovens a percepção da fé católica em outros lugares que não a do seu país de origem, reúne jovens do mundo inteiro para testemunharem o poder do amor de Deus, a união e a alegria, além de proporcionar um maior contato com o Papa. “Vemos a preocupação dos Papas, desde São João Paulo II, de estarem presentes neste evento voltado para os jovens”, recordou.

Para Francieli, todo jovem que puder deve vivenciar a experiência de participar de uma JMJ. “Com certeza ele [jovem] não se arrependerá porque é uma experiência muito marcante. Vivenciamos o amor ao próximo, a união e a unidade. Mesmo que seja trabalhoso juntar dinheiro e se organizar para ir, no final compensa viver essas experiências, conhecer novas culturas, ser independente e sair da sua zona de conforto”, comentou.

“O que mais me atrai para participar da jornada é estar envolvido com pessoas de culturas diferentes, de realidades diferentes, modos de viver diferentes, mas com a mesma fé”, frisou Gabriel. Segundo o jornalista, o evento faz com que o jovem perceba que a Igreja está com ele. “Na minha opinião, a JMJ é o maior evento que a Igreja Católica promove hoje, porque não consigo me lembrar de nenhum outro. Um evento que reúne tantas pessoas e momentos marcantes com o Papa, não consigo lembrar disso em lugar nenhum, e ele é dedicado ao jovem”, opinou o curitibano que concluiu: “Ter a experiência do Papa falando diretamente com você e para você é marcante e acho que é isso que eu mais espero da jornada”.

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Sínodo debate sobre como desenvolver uma pastoral juvenil na internet

Igreja tem vontade de abrir novos caminhos de evangelização entre os jovens e está disposta a valer-se de todo o potencial que lhe proporcionam as novas tecnologias da internet, principal entorno de comunicação da juventude. A pergunta que os padres sinodais tentam responder é: de que modo conseguir?

Em torno desta pergunta esteve grande parte das intervenções nos círculos menores do Sínodo dos Bispos que, nesta fase, está trabalhando a terceira parte do Instrumentum laboris: escolher.

Na coletiva de imprensa diária para informar sobre o avanço dos trabalhos do Sínodo, realizada nesta sexta-feira, 19 de outubro, Pe. Valdir José de Castro, Superior Geral da Sociedade de São Paulo, opinou sobre este assunto e destacou que “temos muito que aprender do mundo digital, a Igreja tem que aprender a viver no mundo digital”.

Acrescentou que não quer dizer “que a Igreja não faça nada, porque, de fato, já há muitas iniciativas. Entretanto, ainda há muito caminho a percorrer”.

Sublinhou “a necessidade de que a Igreja se aprofunde na compreensão da tecnologia e, em particular, da internet, para que se possa discernir como utilizar essas ferramentas como um terreno fértil para a evangelização”.

 

 

Além disso, destacou que evangelizar na internet não consiste em publicar simplesmente conteúdos cristãos nas plataformas digitais, mas, “em nosso perfil digital e na forma de nos comunicarmos, temos que mostrar algumas preferências, algumas opiniões que possam estar conforme o Evangelho, embora não se fale do Evangelho de forma explícita”.

“Podemos motivas os jovens para que sejam protagonistas da evangelização no mundo digital e não apenas destinatários da evangelização, porque os jovens são os que melhor podem transmitir a cultura do Evangelho na internet”, assegurou.

Participou também da coletiva de imprensa Dom Joseph Naffah, Bispo de Aradus, Líbano, e padre sinodal, que compartilhou a iniciativa que está sendo implantada no mundo de língua árabe para comunicar a jovens cristãos na internet e lhes permite compartilhar suas experiências.

Durante sua intervenção, explicou que esta iniciativa evangelizadora é hoje especialmente urgente devido às dificuldades que muitos jovens árabes vivem como consequência das guerras, d emigração à qual se veem forçados.

“Há jovens que escolheram testemunhar Jesus em situações críticas que, às vezes, rondam o martírio”, assegurou. Este projeto na internet, que denominou “projeto de contato online”, pretende funcionar como um Instituto de Ciências Religiosas na rede.

A aplicação conta atualmente com 750 estudantes como usuários, mas espera-se um importante crescimento, pois a inciativa ainda está em uma fase inicial.

Explicou que “nossa juventude está participando nos meios de comunicação sociais, nas redes sociais, e a Igreja é chamada a existir nesse mundo”.

Outro padre sinodal, Dom Emmanuel Kofi Fianu, Bispo de Ho, Gana, assinalou um paradoxo que ocorre em alguns países do continente africano que dificulta a evangelização digital: por um lado, dá-se o mesmo fenômeno que em outras partes do mundo entre a juventude de mudança de mentalidade do analógico para o digital, mas, por outro lado, há muitos lugares que não têm acesso a internet.

Entretanto, também sublinhou a necessidade de que a Igreja aumente sua presença na internet e, sobretudo, que o faça com objetivos e planos concretos. Nesse sentido, afirmou que cada vez há mais jovens que não leem em papel, apenas em plataformas digitais.

Por isso, chamou a impulsionar projetos de apostolado bíblico na internet, para que os jovens possam ter acesso à Bíblia mediante as modernas tecnologias de comunicação. Explicou que, em Gana, estão trabalhando em um projeto piloto nessa direção. “Desenvolvemos um apostolado bíblico baseado em plataformas digitais que ajudem a difundir a Palavra de Deus entre jovens que não estejam acostumados com a leitura”.

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Sínodo dos Bispos: devemos pedir perdão aos jovens

Sínodo dos Bispos sobre os jovens teve folga nesta segunda-feira, 22, enquanto o primeiro rascunho do documento é finalizado e será apresentado nesta terça-feira, 23, durante a Assembleia Geral, pela manhã. Na quarta-feira, 24, o Sínodo terá mais um dia de descanso enquanto o texto final é preparado. Na sexta-feira, 26, a Assembleia Geral vai se encontrar para eleger o novo Conselho para o Sínodo e, por fim, no sábado, 27, o documento final será apresentado aos bispos.

Devemos pedir perdão

Dom Paolo Bizzeti, da Turquia, ponderou a respeito do mundo que foi criado para os jovens. Para Dom Bizzeti, não preparamos um mundo em que os mais jovem possam viver, onde possam trabalhar, expressarem-se e usarem seus talentos. Por esta razão, devemos pedir perdão aos jovens, por termos criado um mundo que os privou de tantas possibilidades.

Outro ponto tocado pelo religioso durante este Sínodo foi a vasta diferença na Igreja que atua em locais mais saudáveis do mundo quando comparado aos muitos locais mais pobres. Dom Bizzeti explicou que é muito difícil falar de fé e discernimento quando jovens de oito ou dez anos não podem escolher, já que essas escolhas não foram feitas para eles, muitas vezes por conta da desesperadora situação na qual se encontram.

Conversão

O reitor-mor dos Salesianos, Padre Ángel Fernández Artime, disse que a conversão deve ser levada a sério, para que assim a Igreja se torne melhor. O salesiano afirmou que o povo clama para que a Igreja seja brava e corajosa para testemunhar a fé. Este, segundo Padre Artime, deve ser um chamado para todo os adultos, não apenas para o clero.

Sem pai e mãe

Dom Bizzeti e Padre Artime dizem que sentem falta da paternidade e da maternidade no mundo todo. O reitor salesiano explicou que encontra diversos jovens que sentem falta da presença do pai. Ele disse que mesmo nas famílias convencionais o ritmo de vida é tal que as crianças não recebem a presença e o acompanhamento de que necessitam.

Sínodos locais

O bispo estadunidense Dom Frank J. Caggiano disse que o Sínodo deste ano cuida das coisas num nível universal, mas que agora precisa partir para um olhar local. A sinodalidade, segundo Dom Caggiano, agora deve ser concretizada em áreas locais. Uma grande questão, para ele, é como levar isso tudo adiante em sua própria diocese. Ele explicou que pretende atrais mais jovens à sua diocese.

Acerca do abuso sexual de menores, Dom Caggiano foi categórico: é um crime e um pecado que não tem lugar na Igreja. Para o religioso, os jovens precisam saber que a Igreja está comprometida a reconstruir sua credibilidade e confiança. Para ele, quando a confiança é quebrada, é difícil reconstruí-la e isto precisa ser feito como uma pessoa por vez. Por fim, o bispo estadunidense afirmou que os bispos devem discutir uma maneira de lidar com isto no futuro.

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