Notícias - Catedral Votuporanga-SP
Notícias e Artigos Litúrgicos
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Semana Nacional da Família termina neste domingo com show de Paulinho Ribeiro

A Semana Nacional da Família, que teve início no último domingo (12) e é realizada em todas as paróquias de Votuporanga, termina neste domingo (19) com o show de Paulinho Ribeiro, às 20h30, na Concha Acústica “Professor Geraldo Alves Machado”.

Na Catedral Nossa Senhora Aparecida serão celebradas três missas durante o dia. A reflexão será sobre a “espiritualidade e oração na vida espiritual”. As missas serão celebradas às 7h30 e 10h pelo padre Gilmar Margotto. A missa das 19h será presidida por Dom Moacir Aparecido de Freitas e concelebrada pelos padres de Votuporanga.

Logo após, todas as paróquias se reúnem na Concha Acústica para acompanhar a apresentação do cantor e pregador de São José do Rio Preto, Paulinho Ribeiro.

Paulinho Ribeiro já se apresentou em muitos lugares do Brasil e também fora do país. A carreira profissional é marcada por grandes vitórias: um compacto duplo, um LP, 6 cds e um DVD, além do lançamento de um novo CD e DVD para comemorar os 30 anos de música católica.

O padre Gilmar Margotto falou sobre a Semana Nacional da Família na Catedral. “A Semana da Família foi celebrada na catedral com ótima participação dos fiéis. A escolha do Paulinho Ribeiro foi pelo seu testemunho de família e comprometimento com o evangelho e pelas boas canções para comunidade”, afirmou.

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1º Desperta Jovem Diocesano acontecerá nesse domingo na Santa Luzia

“Jovem, ouça a Minha voz”, esse é o tema do 1º Desperta Jovem Diocesano. O evento será nesse domingo, dia 19 de agosto, no Centro de Eventos da Paróquia Santa Luzia, de Votuporanga, com início às 14 horas e encerrando com a Santa Missa. Não é necessária a inscrição e a entrada é totalmente gratuita.

A programação envolverá pregações, testemunhos, música, animação, dança e interações artísticas, além de diversas novidades que estão sendo preparadas em unidade com as Paróquias da cidade. A animação ficará por conta do Ministério de Música Lectus e dos grupos de jovens das Paróquias Santa Luzia, São Bento, Santa Joana, São Cristóvão e São Benedito e Nossa Senhora de Fátima. Haverá ainda sorteio de brindes. 

O evento traz a proposta de reunir a juventude numa tarde de oração, animação e louvor a Deus, como resposta ao chamado que o Senhor faz a cada dia, proporcionando um momento de unidade, partilha e vivência entre os participantes. A realização é da Pastoral Vocacional da Diocese de Votuporanga.

“Toda a proposta do encontro está voltada em promover um novo laço entre nossa juventude e Deus, isso tudo a partir de uma dinâmica criativa e com animação, que é uma característica dos jovens. Do início ao fim teremos surpresas, resultado de uma grande equipe que vem se dedicando para que o Desperta Jovem se torne realidade”, destaca o padre assessor da Pastoral, Marcos Antônio de Oliveira.

Caravanas estão sendo organizadas de diversas cidades da Diocese, basta procurar seu grupo de jovens para participar. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (17) 99729 5466 ou também na página no Facebook: www.facebook.com/DespertaJovemVotuporanga.

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Coro Municipal de Fernandópolis se apresenta na Catedral de Votuporanga nesta quarta-feira

A Catedral Nossa Senhora Aparecida, da Diocese de Votuporanga, recebe nesta quarta-feira o Coro Municipal de Fernandópolis, que estará pela primeira vez na cidade. A apresentação será realizada após a missa, que tem como reflexão “a vocação da família à santidade”, às 19h30, durante a Semana Nacional da Família. A celebração será presidida pelo pároco da Catedral, Gilmar Margotto.

De acordo com o padre, o convite foi feito ao grupo após os integrantes manifestarem interesse de se apresentarem na Catedral. “Conheci o maestro Sandro e sabendo que tinham interesse eu convidei”, explicou.

Segundo o maestro Sandro Muniz, responsável pelo Coro Municipal de Fernandópolis, oito canções foram preparadas para a apresentação na Catedral. “No repertório, teremos canções como Hallelujah (L. Cohen), Salmo 150 (Ernani Aguiar) e Estrada do Sul (Tom Jobim). É a primeira vez que nos apresentamos em Votuporanga e esperamos que o público goste”, afirmou.

O maestro ainda informou que o Coro Municipal de Fernandópolis iniciou suas atividades em 12 de abril de 2016 e atualmente tem aproximadamente 30 membros. “O objetivo do grupo é incentivar e promover a prática do Canto Coral em Fernandópolis e em toda a região por meio de apresentações abertas e gratuitas, ampliando a oportunidade de acesso do público a este estilo musical. O coro executa peças do erudito ao popular e já realizou desde a sua criação dezenas de apresentações”, disse.

 

Semana Nacional da Família

A Semana Nacional da Família é realizada em todas as paróquias de Votuporanga até o dia 19 de agosto (domingo). Na Catedral Nossa Senhora Aparecida, a abertura oficial foi realizada no domingo (12) com a reflexão do tema geral pelo bispo diocesano Dom Moacir Aparecido de Freitas.

Nesta quarta-feira (15), também haverá missa, às 15h, com o padre Luiz Carlos Marton. Na quinta-feira (16), o padre Gilmar Margotto presidirá a missa às 19h30 com a reflexão “a vivência do amor no matrimônio e na família”. Na sexta-feira (17), o padre Roberto Bocalete celebrará a missa às 19h30 com a reflexão “a fecundidade do amor na família". 

No sábado (18), o padre Gilmar Margotto celebra a missa às 19h com a reflexão “anunciar o Evangelho na família”. No domingo (19), a reflexão será sobre a “espiritualidade e oração na vida espiritual”. As missas serão celebradas às 7h30 e 10h pelo padre Gilmar Margotto. A missa das 19h será presidida por Dom Moacir Aparecido de Freitas e concelebrada pelos padres de Votuporanga.

O encerramento da Semana Nacional da Família será com o show de Paulinho Ribeiro, às 20h30.

Mais informações podem ser obtidas pelo site www.nossasenhoravotuporanga.com.br, pelo e-mail igrejamatrizvotu@gmail.com e/ou pelo telefone (17) 3421-6245.

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Pastoral da Criança de Votuporanga: um trabalho de amor à vida

A motivação da missão da Pastoral da Criança é um grande amor à vida, sobretudo onde a vida encontra-se mais frágil. É um organismo de ação social da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), com reconhecimento no mundo inteiro pelo seu trabalho na saúde, nutrição e educação da criança, do ventre materno aos seis anos de vida, com suas famílias e comunidades. Foi criada em 1983 pela médica pediatra e sanitarista Dra. Zilda Arns Neumann (in memoriam) e em Votuporanga existe desde o ano de 1994.

Este trabalho voluntário está presente em todo o Brasil, auxiliando na diminuição da mortalidade infantil. Na Diocese de Votuporanga, cerca de 280 crianças são acompanhadas pela Pastoral da Criança, em 8 paróquias.

Agnalda Cardoso foi coordenadora da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, por cerca de 13 anos. Hoje ela continua participando do projeto, mas não exerce mais a função de coordenadora. “A Pastoral da Criança atua nas famílias e comunidades. As líderes pertencem à comunidade. Recebem treinamento para este trabalho voluntário, para a mobilização das famílias em atividades de combate à mortalidade infantil e de melhoria da qualidade de vida familiar”, explicou.

Segundo Agnalda, em cada paróquia existem de 4 a 6 pessoas, as chamadas líderes, que participam da Pastoral da Criança. “O trabalho da líder é o de acompanhar gestantes e crianças carentes de até seis anos de idade, ensinando as mães e demais familiares ações básicas de saúde, nutrição e educação. Visita e acompanha as famílias que tenham gestantes e crianças, sendo presença e apoio constantes. Importante salientar que a Pastoral não tem finalidade assistencial”, completou.

Os voluntários que participam da ação social se fazem próximos da vida das mães gestantes, das famílias, visita, ouve, aconselha, consola, ajuda a encaminhar para a comunidade de fé e, também, para as entidades que possam ajudar. “Todo mundo pode participar, basta ir até a sua paróquia e se inscrever. Depois disso as pessoas passam por uma capacitação de 40h, onde o Guia do Líder é estudado. A partir de então já é possível fazer parte da Pastoral, não temos distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político, qualquer um pode ser voluntário ou ser atendido pela Pastoral”, ressaltou.

A Pastoral da Criança iniciou suas atividades em Votuporanga em 1994. “A ação tem ajudado a salvar muitas vidas, combatendo a desnutrição e outras doenças infantis. As líderes voluntárias visitam as famílias assistidas prestando assistência espiritual e orientando em ações básicas. Mensalmente, realiza-se a Celebração da Vida com a pesagem das crianças em sede própria e também são passadas mais informações aos familiares sobre os cuidados com as crianças”, finalizou Agnalda.

Fonte: Jornal A Cidade (Edição especial de aniversário de 81 anos de Votuporanga - 08/08/2018)

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Dom José Reginaldo Andrietta celebra missa na Catedral de Votuporanga

Pela primeira vez, o bispo da Diocese de Jales, Dom José Reginaldo Andrietta, presidirá uma missa na Catedral Nossa Senhora Aparecida, da Diocese de Votuporanga. A missa será celebrada na segunda-feira (13), às 19h30, durante a programação da Semana Nacional da Família, que tem como tema “O Evangelho da família, alegria para o mundo”.

Durante a missa, o bispo fará a reflexão sobre “a vivência da família à luz da Palavra de Deus” aos fiéis que estarão presentes.

Segundo o pároco da Catedral, Gilmar Margotto, a vinda de Dom José Reginaldo Andrietta é muito importante para Votuporanga. “É um bispo novo, da diocese vizinha e é a primeira vez que presidirá missa na Catedral de Votuporanga. Ele tem vasto conhecimento da teologia da igreja, do magistério e da realidade social em que vivemos. O bispo abordará o tema ‘a vivência da família à luz da Palavra de Deus’ e falará para toda comunidade e toda família, mas com participação especial dos pais”, afirmou o padre.

Dom José Reginaldo Andrietta nasceu no dia 7 de março de 1957 e é natural de Pirassununga (SP). Ele foi nomeado bispo para a Diocese de Jales, pelo papa Francisco, no dia 21 de outubro de 2015. Sua ordenação Episcopal foi realizada no dia 27 de dezembro de 2015, em Americana (SP), na Basílica Santuário Santo Antonio de Pádua. Sua posse na Diocese de Jales ocorreu no dia 31 de janeiro de 2016. Seu lema Episcopal é: “A Serviço do Bem Comum”.

 

Semana Nacional da Família

A Semana Nacional da Família será realizada em todas as paróquias de Votuporanga, de 12 a 19 de agosto. Na Catedral Nossa Senhora Aparecida, da Diocese de Votuporanga, a abertura oficial será neste domingo (12) com a reflexão do tema geral. O bispo diocesano Dom Moacir Aparecido de Freitas celebrará a missa às 7h30. O padre Gilmar Margotto celebrará as missas às 10h e às 19h.

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Catedral celebrará Semana Nacional da Família

A Catedral Nossa Senhora Aparecida, da Diocese de Votuporanga, celebrará do dia 12 a 19 de agosto a Semana Nacional da Família. Neste ano, o tema é “O Evangelho da família, alegria para o mundo”. A abertura oficial será no domingo (12) com a reflexão do tema geral. O bispo diocesano Dom Moacir Aparecido de Freitas celebrará a missa às 7h30. O padre Gilmar Margotto celebrará as missas às 10h e às 19h.

Na segunda-feira (13), a missa será presidida pelo bispo de Jales, Dom José Reginaldo Andrietta, às 19h30. A reflexão será sobre “a vivência da família à luz da Palavra de Deus”. Na terça-feira (14), será presidida a missa de Cura e Libertação, às 19h30, pelo padre Marcos Vinicius Cavallini, que fará a reflexão sobre “a família e desafios atuais”.

Na quarta-feira (15), serão presididas duas missas com a reflexão sobre “a vocação da família à santidade”. A primeira será celebrada pelo padre Luiz Carlos Marton, às 15h. A segunda será às 19h30, pelo pároco da Catedral padre Gilmar Margotto. Após a missa, o Coro Municipal de Fernandópolis se apresentará na Catedral.

Na quinta-feira (16), o padre Gilmar Margotto presidirá a missa às 19h30 com a reflexão “a vivência do amor no matrimônio e na família”. Na sexta-feira (17), o padre Roberto Bocalete celebrará a missa às 19h30 com a reflexão “a fecundidade do amor na família.

No sábado (18), o padre Gilmar Margotto celebra a missa às 19h com a reflexão “anunciar o Evangelho na família”. No domingo (19), a reflexão será sobre a “espiritualidade e oração na vida espiritual”. As missas serão celebradas às 7h30 e 10h pelo padre Gilmar Margotto. A missa das 19h será presidida por Dom Moacir Aparecido de Freitas e concelebrada pelos padres de Votuporanga.

O encerramento da Semana Nacional da Família será com o show de Paulinho Ribeiro, às 20h30.

Mais informações podem ser obtidas pelo site www.nossasenhoravotuporanga.com.br, pelo e-mail igrejamatrizvotu@gmail.com e/ou pelo telefone (17) 3421-6245.

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Seminaristas participam de retiro na Arquidiocese de Aparecida

Seminaristas da Diocese de Votuporanga estiveram no mês de julho, de 23 a 27, na Arquidiocese de Aparecida para participarem do 33º Retiro Nacional para Seminaristas (RENASEM) São Paulo promovido pelo Ministério para Seminaristas da Renovação Carismática Católica de São Paulo. Participaram os seminaristas Ancelmo José Lio, Bruno Luiz Santos Silva, Eduardo da Costa Ribeiro, Guilherme Oliveira Poloni, Renan Leite Bernardo e Rogério Batista Rosa.

O retiro de 2018 aconteceu na Fazenda da Esperança, na Arquidiocese de Aparecida, promovendo momentos de oração, fraternidade, partilha e missão com 125 seminaristas de diferentes dioceses do estado e também religiosos, padres e bispos. A programação incluiu visita monitorada ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, momento mariano e de efusão do Espírito Santo, celebração penitencial, vigília de Pentecostes e Eucarística.

O diferencial dessa edição foi a missão que aconteceu na própria Fazenda da Esperança, que trabalha na recuperação de dependentes químicos. Além de envolver o gesto concreto de arrecadação de sabonete e creme dental, os seminaristas participaram das atividades cotidianas junto aos atendidos, se tornando todos um, numa verdadeira comunhão de espiritualidades, já que a Fazenda segue o carisma do Movimento Focolares.

“Tivemos a oportunidade de conhecer de perto essa obra de amor e carinho de Deus para com as pessoas que ao longo de suas trajetórias acabaram tentando suprir ‘vazios existenciais’ por meio das drogas. A fazenda leva a esperança, um novo motivo para não desistir: a presença de Deus”, destaca Renan. Enquanto Eduardo acrescenta que “vivenciar o trabalho com esses irmãos foi a melhor maneira que Deus poderia ter utilizado para quebrar todos os preconceitos já formados em relação a eles. Jesus utiliza-se de muitos meios para nos ensinar, a vermos as coisas de outra maneira”.

O seminarista Guilherme ressalta a contribuição do retiro para sua caminhada. “Participar do RENASEM foi de suma importância, tanto em âmbito vocacional, como humano. O tema do retiro ‘pela misericórdia do Senhor seremos restaurados’, veio verdadeiramente para nos reconstruir e dar-nos ânimo para continuarmos nossa caminhada vocacional.”

O seminarista Ancelmo José aproveita para agradecer a todos que ajudaram para que essa experiência se tornasse realidade. “Participarmos de tamanha graça e experiência junto aos atendidos da Fazenda da Esperança apenas foi possível diante do apoio de nosso bispo Dom Moacir e da Renovação Carismática da Diocese de Votuporanga. Dessa maneira, deixamos nossa gratidão e carinho e que todo o auxílio dado seja revertido por bênçãos de Deus”.

O retiro teve como pregador Dom Edmilson Amador Caetano, bispo de Guarulhos, que trabalhou a partir do documento Ratio Fundamentalis. A programação contou ainda com a presença de André Luis dos Santos, coordenador do Ministério para Seminaristas Nacional; padre Alexandre Monteiro, da Diocese de Bragança Paulista; Irmã Zélia, da Copiosa Redenção; padre Benedito Hércules Daniel, da Arquidiocese de São Paulo; Dom Antônio Carlos Altieri, SDB, Arcebispo emérito de Passo Fundo; Dom Pedro Luiz Stringhini, bispo de Mogi das Cruzes e Dom Tomé Ferreira da Silva, bispo de São José do Rio Preto.

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Diocese de Votuporanga promove 1º Desperta Jovem esse mês

A Diocese de Votuporanga promove nesse mês de agosto o 1º Desperta Jovem. O evento com o tema “Jovem, ouça a Minha voz” pretende reunir a juventude de toda a Diocese numa tarde de oração, animação e louvor a Deus, como resposta ao chamado que o Senhor faz a cada dia, proporcionando um momento de unidade, partilha e vivência entre os participantes.

O encontro será no dia 19 de agosto de 2018, no Centro de Eventos da Paróquia Santa Luzia, de Votuporanga, com início às 14 horas e encerrando com a Santa Missa. Não é necessária a inscrição e a entrada é totalmente gratuita. A programação envolverá pregações, testemunhos, música, animação, dança e interações artísticas, além de diversas novidades que estão sendo preparadas em unidade com as Paróquias da cidade.

A realização do 1º Desperta Jovem é da Pastoral Vocacional Diocesana e de acordo com o padre assessor, Marcos Antônio de Oliveira, será uma oportunidade de intimidade com Deus. “Toda a proposta do encontro está voltada em promover um novo laço entre nossa juventude e Deus, isso tudo a partir de uma dinâmica criativa e com animação, que é uma característica dos jovens. Do início ao fim teremos surpresas, resultado de uma grande equipe que vem se dedicando para que o 1º Desperta Jovem se torne realidade.”

Padre Marcos aproveita para reforçar o convite às Paróquias da Diocese. “Não podemos negar esse momento para nossa juventude, sendo assim, se organize com seu grupo e monte sua caravana para participar do encontro e testemunhar tudo que o Senhor vem conduzindo para o dia.”

Além disso, os grupos de jovens podem contribuir enviando vídeos com um convite para o encontro. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (17) 99729 5466 ou também na página no Facebook: www.facebook.com/DespertaJovemVotuporanga.

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Dia dos Pais

Ser pai não é apenas gerar vidas.
Ser pai é muito mais, é estar ali, presente, marcando todos os momentos e contribuindo para a alegria da família.

Ser pai é participar, regando com carinho, amor e atenção, o fruto novo que necessita de cuidados para que possa se desenvolver e crescer saudável.

Ser pai é acompanhar todos os passos do filho, oferecendo, além de carinho e amor, segurança, bem-estar, educação e lazer.
Ser pai é conduzir o filho pelas veredas da vida, apontando o que é bom e o que é ruim. Ensinando que a vida é tão boa de se viver, e que cabe a nós dar rumo certo a ela.

Ser pai é promover o ensinamento e a educação da fé, mostrando a bondade e o amor de Deus para com a humanidade e que podemos e devemos imita-lo, sendo seus seguidores e promotores da paz.

Ser pai é ser amigo, companheiro, compreensivo e confidente, é saber escutar com o coração aberto. É estender a mão, não só na alegria, mas, principalmente nas adversidades.
Ser pai é carregar o filho no colo, brincar, correr, pular. É encher de alegria o pequenino ser. É também corrigir, sem, contudo, ofender a integridade física, fazendo com que o filho aprenda a ter respeito e não medo.

Ser pai é amar de corpo e alma, assim como Deus ama a cada um de nós, seus filhos. Ser pai é enxergar no sorriso do filho, uma bênção de Deus e a alegria da vida.

Ser pai é saber, juntamente com o filho, pintar a vida com as cores da felicidade. Ser pai é entender a criação como obra-prima de Deus e um presente Dele para conosco.

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Missa pelo aniversário de Votuporanga será dia 08/08 às 19h30

Na próxima quarta-feira, 8 de agosto, será celebrada às 19h30 na Sé Catedral Nossa Senhora Aparecida a Santa Missa em Ação de Graças pelo aniversário de 81 anos de Votuporanga. A Santa Missa será presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas, e deverá contar com a presença das autoridades civis e religiosas de nossa cidade e comunidade em geral.

Será uma grande oportunidade para agradecermos a Deus pela cidade em que vivemos e pedirmos as bênçãos dos céus para a vida de todos os votuporanguenses. 

Votuporanga foi inaugurada no dia 8 de agosto de 1937 . A grande festa contou com a presença de centenas de pessoas de todas as classes sociais vindas de localidades vizinhas. Durante a solenidade, foi levantado o cruzeiro, marco simbólico da fundação da cidade. Padre Isidoro Cordeiro Paranhos, representante do bispado de São José do Rio Preto celebrou a missa campal num altar improvisado ao redor do cruzeiro.

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Dom Hoepers: “O direito a vida é o mais fundamental de todos os direitos”

Desde que foi nomeado como bispo para a diocese de Rio Grande (RS) em 17 de fevereiro de 2016, dom Ricardo Hoepers elegeu a inspiração bíblica: “Escolhe, pois a vida” (Dt 30, 19) como seu lema episcopal. Não se trata de uma escolha aleatória. Sua trajetória como religioso e bispo da Igreja Católica vem sendo marcada por essa escolha. Com formação acadêmica voltada para a área da Teologia Moral e Bioética e doutorado na faculdade Alfonsiana, em Roma, ele integra o esforço que o Regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vem fazendo na Promoção e Defesa da Vida, na articulação de um Observatório de Bioética junto as Universidades Católicas e outras instituições de ensino superior.

Dom Hoepers é autor do livro “Teologia moral no Brasil: um perfil histórico” e possui uma atuação na área da saúde, em Curitiba (PR), desde quando atuava como padre, na área hospitalar e participado dos Comitês de Ética em Pesquisa com seres Humanos e Comitês de Bioética. Estes fatos o credenciaram a representar a CNBB em seminário promovido pela Câmara dos Deputados sobre a Arguição de Preceito Fundamental (ADPF) nº 442 sobre a “Descriminalização do Aborto”, em maio deste ano. E agora novamente, por 10 minutos, o religioso representará a entidade no dia 6 de agosto, na segunda parte da audiência pública sobre o mesmo tema promovida pelo Supremo Tribunal Federal. O ponto central de sua defesa, como informou ao Portal da CNBB, é o argumento defendido pela Igreja Católica no Brasil em nota da CNBB, de 11 de abril de 2017: “defender a vida na sua integralidade, inviolabilidade e dignidade, desde a concepção até a morte natural”. Na ocasião, o religioso representará a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB. Acompanhe abaixo como o religioso está se preparando para este momento para representar a Igreja no Brasil no STF.

Qual vai ser o centro da sua estratégia de argumentação oral na defesa do ponto de vista da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil na audiência pública no dia 6 de agosto?

Terei 10 minutos para explicitar as razões pelas quais somos contra a descriminalização do aborto. O ponto central está na Nota da CNBB de 11 de abril de 2017, “Pela vida, contra o aborto”, onde estão presentes os fundamentos de nossa posição: “defender a vida na sua integralidade, inviolabilidade e dignidade, desde a concepção até a morte natural”.

O direito a vida é o mais fundamental de todos os direitos e, por isso, em primeiro lugar, não se trata de um discurso religioso ou fundamentalista por parte da Igreja. Mas, se trata de uma verdade científica, que reconhece e comprova o início da vida na concepção. Quando falamos em 12 semanas, significa a 12ª semana do desenvolvimento de uma vida humana, com um coração batendo, rins, estômago, fígado funcionando. É uma vida frágil, vulnerável que não tem como se defender.

A natureza humana preparou no ventre da mulher o lugar mais adequado e seguro para a fase inicial da nossa vida. Dizer que a gestação é uma imposição/obrigação que compromete a liberdade da mulher é o argumento mais estranho à razão humana, pois todos os que defendem esse argumento só o fazem porque um dia puderam nascer. É desproporcional, injusto e irracional defendermos um crime contra a nós mesmos definindo até a etapa quando se pode interromper essa vida. É desproporcional porque a mulher tem muitas maneiras de exercer sua autonomia, mas a criança só tem uma possibilidade para vir a nascer. É injusto porque se trata de uma vida independente e autônoma contra uma vida indefesa e inocente. É irracional porque estamos sendo permissivos contra nossa própria natureza colocando em risco a vida nascente das futuras gerações.

Aborto, do latim, ab ortus (privação do nascer), é um atentado contra à vida e, segundo o Papa São João Paulo II, “o aborto direto, isto é, desejado como fim e como meio, constitui sempre uma desordem moral grave, enquanto morte deliberada de um ser humano inocente”(EV 62), um crime hediondo, assim como serão hediondos todos os outros crimes contra a vida humana nas diferentes fases ou situações de vulnerabilidade como o embrião, o feto, a criança, o jovem, o idoso, a pessoa com deficiência, etc. Nossa posição é da vida plena, do cuidado, do direito à dignidade, não pelas nossas qualidades, mas pela sacralidade da nossa vida: “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10).

A maior parte dos expositores, pelas informações já disponibilizadas, representa grupos ligados à defesa da legalização do aborto. Isto não cria uma assimetria na defesa dos argumentos?

É difícil compreender esse processo e os critérios que definiram a escolha desproporcional das posições que representam a sociedade brasileira. É difícil aceitar que instituições de interesse internacional tenham prioridade sobre as nossas instituições e sobre a nossa legislação. É difícil compreender que um assunto de tamanha relevância se limite a dois dias de argumentações.

Lembramos que o tema não deveria estar sendo discutido no âmbito do Judiciário e sim no Legislativo. Nós temos todo um histórico de debate sobre o aborto na Câmara dos Deputados que foram legitimamente escolhidos para nos representar na definição das leis e de suas prerrogativas. Mas a condução do tema da descriminalização do aborto tomou um rumo estranho ao caminho democrático de modo que, o Supremo Tribunal Federal, desprezando e desconsiderando o papel bicameral do nosso Legislativo, tomou para si essa responsabilidade.

Como bispo católico qual o caminho o senhor indicaria às mulheres que estão vivendo o processo de gravidez e, por algum motivo, já pensaram ou pensam abortar? O que a Igreja pode fazer por mulheres que enfrentam esta situação concreta?

O aborto não é uma conquista, mas é um drama social que corrói as mesmas raízes da convivência humana: isso deve ser prevenido com meios adequados. Por isso é importante políticas públicas protetivas à mulher, dando à ela segurança e acompanhamento necessários. O Papa São João Paulo II na Encíclica Evangelium Vitae deu sua mensagem às mulheres, de modo que pede que não caiam no desânimo e não abandonem a esperança. As mulheres podem ser as artífices de um novo olhar sobre a vida humana (EV, 99): “Um pensamento especial quereria reservá-lo para vós, mulheres, que recorrestes ao aborto. A Igreja está a par dos numerosos condicionalismos que poderiam ter influído sobre a vossa decisão, e não duvida que, em muitos casos, se tratou de uma decisão difícil, talvez dramática. Provavelmente a ferida no vosso espírito ainda não está sarada. Na realidade, aquilo que aconteceu, foi e permanece profundamente injusto. Mas não vos deixeis cair no desânimo, nem percais a esperança. Sabei, antes, compreender o que se verificou e interpretai-o em toda a sua verdade. Se não o fizestes ainda, abri-vos com humildade e confiança ao arrependimento: o Pai de toda a misericórdia espera-vos para vos oferecer o seu perdão e a sua paz no sacramento da Reconciliação. A este mesmo Pai e à sua misericórdia, podeis com esperança confiar o vosso menino. Ajudadas pelo conselho e pela solidariedade de pessoas amigas e competentes, podereis contar-vos, com o vosso doloroso testemunho, entre os mais eloquentes defensores do direito de todos à vida. Através do vosso compromisso a favor da vida, coroado eventualmente com o nascimento de novos filhos e exercido através do acolhimento e atenção a quem está mais carecido de solidariedade, sereis artífices de um novo modo de olhar a vida do homem.”

Pelo Brasil, a cada dia, crescem as iniciativas pró-vida com casas de acolhida. Essas iniciativas já estão demonstrando que é muito mais eficaz e salutar à mãe (mulher), salvaguardar a criança (nascituro), do que dar a essas mulheres um trauma e um drama pelo resto de suas vidas. Destaco algumas delas: Casa Pró-vida Mãe Imaculada, em Curitiba (PR), Casa Luz, em Fortaleza (CE), Casa mater Rainha da Paz, Canoinhas (SC), Associação Guadalupe, em São José dos Campos (SP), Casa da Gestante Pró-Vida São Frei Galvão, em Nilópolis (RJ), Pró-Vida de Anápolis, em Anápolis (GO) e Comunidade Santos Inocentes, em Brasília (DF).  Que sejamos capazes de acolher, cuidar, promover e defender a vida, pois, acima de tudo, o nosso Deus se fez criança e quis nascer de uma mulher. Que Nossa Senhora Aparecida proteja as mães e as crianças que estão por nascer. Amém.

 

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Papa altera parágrafo do Catecismo sobre pena de morte

A Santa Sé anunciou nesta quinta-feira, 2, a nova redação do parágrafo 2267 do Catecismo da Igreja Católica, trecho que mostra a posição da Igreja sobre a pena de morte. A alteração foi aprovada pelo Papa Francisco. O objetivo da reformulação deste parágrafo é, segundo o Presidente da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Luis Francisco Ladaria, tornar cada vez mais claro o posicionamento da Igreja acerca do respeito a toda a vida humana. (Confira a nova redação do parágrafo ao final do texto).

“Se, de fato, a situação política e social do passado tornava a pena de morte um instrumento aceitável para a proteção do bem comum, hoje a consciência cada vez maior de que a dignidade de uma pessoa não se perde nem mesmo depois de ter cometido crimes gravíssimos, a compreensão aprofundada do sentido das sanções penais aplicadas pelo Estado e o desenvolvimento dos sistemas de detenção mais eficazes que garantem a indispensável defesa dos cidadãos, contribuíram para uma nova compreensão que reconhece a sua inadmissibilidade e, portanto, apela à sua abolição”, afirmou o cardeal Ladaria em carta aos bispos da Igreja Católica.

O ensinamento da Carta encíclica Evangelium vitae, de João Paulo II foi, segundo Cardeal Ladaria, um importante documento utilizado por Francisco no novo trecho sobre a pena de morte. “O Santo Padre incluiu entre os sinais de esperança de uma nova civilização da vida ‘a aversão cada vez mais difusa na opinião pública à pena de morte, mesmo vista só como instrumento de “legítima defesa” social, tendo em consideração as possibilidades que uma sociedade moderna dispõe para reprimir eficazmente o crime, de forma que, enquanto torna inofensivo aquele que o cometeu, não lhe tira definitivamente a possibilidade de se redimir’.”, afirmou.

Desde João Paulo II, o cardeal recordou que os esforços para a abolição da pena de morte e o apelo ao respeito à dignidade da pessoa são sucessivos entre os Pontífices. Dom Ladaria recordou Bento XVI, que teve seu pontificado marcado por pedidos voltados aos responsáveis da sociedade para a necessidade da eliminação da pena capital, e agora Francisco, que ao pedir a revisão da formulação do Catecismo da Igreja Católica, reafirmou que a pena de morte é inadmissível porque atenta contra a inviolabilidade e dignidade da pessoa.

A nova formulação do parágrafo 2267 do Catecismo, expressa, de acordo com o cardeal Ladaria, um autêntico desenvolvimento da doutrina, que não está em contradição com os ensinamentos anteriores do Magistério. A iniciativa impulsionará, segundo o cardeal, um firme compromisso e diálogo respeitoso com as autoridades políticas, uma mentalidade que reconheça a dignidade de toda vida humana e a criação de condições que permitam eliminar o instituto jurídico da pena de morte, em vigor em alguns países. “O Evangelho nos convida à misericórdia e à paciência do Senhor, que oferece a todos, tempo para se converterem”, reiterou.

Confira a nova redação do parágrafo 2267:

2267. Durante muito tempo, considerou-se o recurso à pena de morte por parte da autoridade legítima, depois de um processo regular, como uma resposta adequada à gravidade de alguns delitos e um meio aceitável, ainda que extremo, para a tutela do bem comum.

Hoje vai-se tornando cada vez mais viva a consciência de que a dignidade da pessoa não se perde, mesmo depois de ter cometido crimes gravíssimos. Além disso, difundiu-se uma nova compreensão do sentido das sanções penais por parte do Estado. Por fim, foram desenvolvidos sistemas de detenção mais eficazes, que garantem a indispensável defesa dos cidadãos sem, ao mesmo tempo, tirar definitivamente ao réu a possibilidade de se redimir.

Por isso a Igreja ensina, à luz do Evangelho, que «a pena de morte é inadmissível, porque atenta contra a inviolabilidade e dignidade da pessoa»[1], e empenha-se com determinação a favor da sua abolição em todo o mundo.

________________________

[1] Francisco, Discurso aos participantes no encontro promovido pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, 11 de outubro de 2017: L’Osservatore Romano, 13 de outubro de 2017, 5 (ed. port. 19 de outubro de 2017, 13).

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Dia do Diácono - 10/08

No dia 10 de agosto a Igreja comemora o ‘dia do diácono’, na festa de São Lourenço, diácono e mártir, que é o patrono dos diáconos. 

O diácono é uma vocação ministerial para o serviço, seu nome vem do termo ‘diaconia’ que significa serviço. O ministério diaconal possui três dimensões: o serviço da Palavra de Deus, o serviço da Caridade e o serviço da Liturgia. 

O ministério diaconal vem crescendo nas comunidades à medida que é compreendido o seu valor e contribuição para uma Igreja cada vez mais servidora. O Documento de Puebla manifesta a missão confiada aos diáconos. 

“O diácono, colaborador do bispo e do presbítero, recebe uma graça sacramental própria. O carisma do diácono, sinal sacramental de Cristo-Servo, tem grande eficácia para a realização de uma Igreja servidora e pobre, que exerce sua função missionária com vistas à libertação integral do homem” (Puebla, 697). 

Os diáconos podem ser transitórios ou permanentes. O diaconato transitório é o primeiro grau do Sacramento da Ordem. Os diáconos transitórios permanecem por um período específico até completar sua formação e serem ordenados sacerdotes. O diácono permanente é a expressão do ministério ordenado colocado o mais próximo possível da realidade laical e do protagonismo dos leigos. 

O diácono permanente realiza atividades essenciais para a vida da Igreja. Eles podem administrar sacramentos (Batismo, Matrimônio e Eucaristia) e colaborar nas funções litúrgicas, como servir o altar, proclamar o Evangelho, convidar os fiéis para o abraço da paz e fazer a despedida da missa. 

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Dia do Padre - 04/08

A Igreja celebra no dia 04 de agosto, o Dia do Padre, data da Festa de São João Maria Vianney, padroeiro dos sacerdotes. Estes homens humildes e perseverantes deixaram suas casas e famílias para atenderam ao chamado de Deus, servindo-O na comunidade. O Padre entende, desde muito cedo, o chamado para ser um servo de Deus, um “pai” espiritual do povo, que leva o Evangelho e o Amor de nosso Pai lá no Céu ao coração de cada pessoa. Essa não é uma missão fácil, pois o Padre é um ser humano e está sujeito a tentações, fraquezas, emoções e sentimentos. Mas toda a força, carinho e orações que a comunidade possa dar ao sacerdote é a certeza e a prova da graça divina na vida e na missão dele aqui no mundo.

É alguém escolhido por Deus, dentro de uma comunidade, no seio de uma família, para ser o continuador da obra salvadora de Jesus. Ele assume a missão de construir a comunidade. 

Por graça e vocação, o padre age em nome de Jesus: ele perdoa os pecados, ele reconcilia seus irmãos com Deus e entre si; ele trás a bênção de Deus para todos. 

O padre é aquele que celebra a vida de Deus na vida da comunidade. Na Celebração Eucarística , ele trás Jesus para as comunidades. A Eucaristia é a razão primeira do sacerdócio. 

O padre alimenta seus fiéis por esse sacramento, pela sua pregação e pelo seu testemunho.

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Agosto: mês das Vocações

Nossa Igreja comemora no mês de agosto o mês das vocações, dedicando cada domingo a uma vocação específica.


1º domingo: é comemorado o dia do padre.
 

2º domingo: dia dos pais (celebra-se o dia daqueles chamados a vida matrimonial, logo a gerarem novas vidas para Deus, aqueles que são chamados a serem co criadores de Deus)
 

3º domingo: em virtude da comemoração da Assunção de Nossa Senhora ao Céu, é destacada a vocação religiosa feminina e masculina
 

4º domingo: o apostolado leigo, e os catequistas.

O catequista é sempre comemorado no último domingo do mês, portanto quando no mês tem 5 domingos ele é transferido para este.

Vocação, em sentido mais preciso, é um chamamento, uma convocação vinda diretamente sobre mim, endereçada à minha pessoa, a partir da pessoa de Jesus Cristo, convocando-me a uma ligação toda própria e única com Ele, a segui-lo. (cf. Mc 2, 14). Vocação, portanto, significa que anterior a nós há um chamado, uma escolha pessoal que vem de Jesus Cristo, a quem seguimos com total empenho, como afirma São Paulo na Carta aos Romanos: “Eu, Paulo, servo de Jesus Cristo, apóstolo por vocação, escolhido para o Evangelho de Deus.” (Rom 1, 1)

Vocação é chamado e resposta. É uma semente divina ligada a um sim humano. Nem a percepção do chamado, nem a resposta a ele são tão fáceis e tão “naturais”. Exigem afinação ao divino e elaboração de si mesmo, sem as quais não há vocação verdadeira e real.

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Dom Moacir emitiu nota em Defesa da Vida

No último dia 20 de julho, aniversário de 2 anos da criação da Diocese de Votuporanga, o bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas emitiu nota oficial conclamando a todos os membros de nossa diocese a se posicionarem a favor da vida e contrários ao julgamento sobre a liberalização do aborto no Brasil.

Leia abaixo na íntegra a mensagem de Dom Moacir:

 

Votuporanga, 20 de julho de 2018

 

Aos Padres, Diáconos, Religiosos (as), Seminaristas,

Consagrados (as) e Todo Povo Santo de Deus

 

“Eu vim para que todos tenham vida” (João 10,10)

 

Está sob análise do Supremo Tribunal Federal, a ADPF 442 - Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, requerida pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) em que solicita a liberação do aborto até a 12ª semana de gestação. A Ministra Rosa Weber, Relatora do processo, marcou uma Audiência Pública no STF para debater o assunto nos dias 3 e 6 de agosto, das 8h00 até às 18h00.

Nesse momento delicado, em que corremos o risco de se legalizar o aborto no Brasil, entendemos por bem vir a público expressar nossa preocupação com o julgamento mencionado.

O Magistério da Igreja sempre tem reiterado a condenação do aborto e a defesa da vida indefesa do nascituro. O Vaticano II, na Gaudium et Spes (nº 51), afirma: “A vida humana desde a sua concepção tem de ser salvaguardada com o máximo cuidado”. Paulo VI, na Humanae Vitae (nº14), condena “a interrupção direta do processo generativo já iniciado e, sobretudo, o aborto diretamente desejado e provocado”. A Instrução Donum vitae reitera: a vida humana deve ser respeitada “desde o momento da concepção até a morte”. A Declaração sobre o aborto provocado (nº12) explicita: “Desde o momento da fecundação do óvulo, inicia-se vida que não é nem a do pai, nem a da mãe, mas de um novo ser humano, que se desenvolve por si próprio. Nunca ele chegaria a ser humano, se não fosse desde aquele momento”.

                        Apesar da iniciativa da liberação do aborto, por meio da ADPF-442 encontrar-se no judiciário-STF, cuja função não é legislar, pois esta função é de competência do Congresso Nacional, precisamos nos conscientizar sobre a importância de elegermos bons candidatos.

Conforme a Cartilha de Orientação Política da CNBB – Regional Sul 1, Os Cristãos e as Eleições 2018, página 25, há valores que não estão sujeitos à política, a plebiscitos ou qualquer negociação e a Igreja Católica sempre ensinou e continua ensinando: Não mate! E, neste momento político pelo qual o Brasil passa, nunca precisamos tanto de bons políticos. Assim, durante as eleições, vote com consciência, pensando no bem de todos. Vote em quem defende a vida, sobretudo quando ela é débil e indefesa, vote em quem defende a família, segundo o plano de Deus.

                        O homem não poderá encontrar a verdadeira felicidade, à qual aspira com todo o seu ser, senão no respeito pelas leis inscritas por Deus na sua natureza e que ele deve observar com inteligência e com amor.  

                        Oremos juntos pela vida e que Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, abençoe nossa Pátria e nos livre de todo mal.

Dom Moacir Aparecido de Freitas

Bispo Diocesano de Votuporanga

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Comissão da CNBB mobiliza cristãos na luta contra legalização do aborto

Mais uma vez, a legalização do aborto volta à pauta nacional em uma audiência pública convocada pela ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), para os dias 3 e 6 de agosto. Na ocasião, será debatida a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação, discutida na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442.

Diante dessa realidade, a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) reafirma em nota a posição firme e clara da Igreja “em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural”, condenando, “assim, todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil”. Afirmação emitida pela presidência da CNBB na Nota Oficial “Pela vida, contra o aborto”, publicada em 11 de abril de 2017.

A CNBB apresentará sua posição, nesta audiência, no dia 6 de agosto, às 9h10, pelo Dom Ricardo Hoerpers, bispo da diocese de Rio Grande (RS) e pelo padre José Eduardo de Oliveira e Silva, da diocese de Osasco (SP). 

Leia a nota na íntegra:

Brasília – DF, 25 de Julho de 2018

ABORTO E DEMOCRACIA

1.Um perigo iminente

Nos últimos anos, apresentaram-se diversas iniciativas que visavam à legalização do aborto no ordenamento jurídico brasileiro.

Em todas essas ocasiões, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, fiel à sua missão evangelizadora, reiterou a “sua posição em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural”, condenando, “assim, todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil” (CNBB, Nota Pela vida, contra o aborto, 11 de abril de 2017).

Unindo sua voz à sensibilidade do povo brasileiro, maciçamente contrário a qualquer forma de legalização do aborto, a Igreja sempre assegurou que “o respeito à vida e à dignidade das mulheres deve ser promovido, para superar a violência e a discriminação por elas sofridas”, lembrando que “urge combater as causas do aborto, através da implementação e do aprimoramento de políticas públicas que atendam eficazmente as mulheres, nos campos da saúde, segurança, educação sexual, entre outros, especialmente nas localidades mais pobres do Brasil” (Ibidem).

As propostas de legalização do aborto sempre foram debatidas democraticamente no parlamento brasileiro e, após ampla discussão social, sempre foram firmemente rechaçadas pela população e por seus representantes.

A desaprovação ao aborto, no Brasil, não parou de crescer nos últimos anos, mas, não obstante, assistimos atualmente uma tentativa de legalização do aborto que burla todas as regras da democracia: quer-se mudar a lei mediante o poder judiciário.

1.  A ADPF 442

A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental – ADPF 442, solicita ao Supremo Tribunal Federal – STF a supressão dos artigos 124 a 126 do Código Penal, que tipificam o crime de aborto, alegando a sua inconstitucionalidade. O argumento, em si, é absurdo, pois se trata de uma lei federal de 1940, cuja constitucionalidade jamais foi questionada.

O STF convocou uma audiência pública para a discussão do tema, a realizar-se nos dias 3 e 6 de agosto de 2018. A maior parte dos expositores representa grupos ligados à defesa da legalização do aborto.

A rigor, o STF não poderia dar andamento à ADPF, pois não existe nenhuma controvérsia em seu entendimento. Em outras palavras, em si, a ADPF 442 transcende o problema concreto do aborto e ameaça os alicerces da democracia brasileira, que reserva a cada um dos poderes da República uma competência muito bem delineada, cujo equilíbrio é uma garantia contra qualquer espécie de deterioração que degenerasse em algum tipo de ditadura de um poder sobre os outros.

O momento exige atenção de todas as pessoas que defendem a vida humana. O poder legislativo precisa posicionar-se inequivocamente, solicitando de modo firme a garantia de suas prerrogativas constitucionais. Todos os debates legislativos precisam ser realizados no parlamento, lugar da consolidação de direitos e espaço em que o próprio povo, através dos seus representantes, outorga leis a si mesmo, assegurando a sua liberdade enquanto nação soberana. Ao poder judiciário cabe fazer-se cumprir as leis, ao poder legislativo, emaná-las.

1.O aborto da democracia.

“Escolhe, pois, a vida”. O eloquente preceito que recebemos da Escritura, “escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19), agora, reveste-se de importância decisiva: precisamos garantir o direito à vida nascente e, fazendo-o, defender a vida de nossa democracia brasileira, contra todo e qualquer abuso de poder que, ao fim e ao cabo, constituir-se-ia numa espécie de “aborto” da democracia. As democracias modernas foram concebidas como formas de oposição aos absolutismos de qualquer gênero: pertence à sua natureza que nenhum poder seja absoluto e irregulável. Por isso, é imensamente desejável que, diante destas ameaças hodiernas, encontremos modos de conter qualquer tipo de exacerbação do poder. Em sua evangélica opção preferencial pelos pobres, a Igreja vem em socorro dos mais desprotegidos de todos os desprotegidos: os nascituros que, indefesos, correm o risco do desamparo da lei e da consequente anistia para todos os promotores desta que São João Paulo II chamava de cultura da morte.

1.Sugestões práticas.

O que fazer? Diante da gravidade da situação, pedimos a todas as nossas comunidades uma mobilização em favor da vida, que se poderia dar em três gestos concretos:

1.Uma vigília de oração, organizada pela Pastoral Familiar local, tendo como intenção a defesa da vida dos nascituros, podendo utilizar como material de apoio os encontros do subsídio Hora da Vida 2018, sobretudo a Celebração da Vida, vide página 41. Ao final da vigília, os participantes poderiam elaborar uma breve ata e endereçá-la à Presidência do Congresso Nacional, solicitando aos legisladores que façam valer suas prerrogativas constitucionais: presidencia@camara.leg.br, com cópia para a Comissão Episcopal para a Vida e a Família: vidafamilia@cnbb.org.br.

2.Nas Missas do último domingo de julho, os padres poderiam comentar brevemente a situação, esclarecendo o povo fiel acerca do assunto e reservando uma das preces da Oração da Assembleia para rezar pelos nascituros. A coordenação da Pastoral Familiar poderia encarregar-se de compor o texto da oração e também de dirigir umas palavras ao povo.

3.Incentivamos, por fim, aos fiéis leigos, que procurem seus deputados para esclarecê-los sobre este problema. Cabe, de fato, ao Congresso Nacional colocar limites a toda e qualquer espécie de ativismo judiciário.

Invocamos sobre todo o nosso país a proteção de Nossa Senhora Aparecida, em cuja festa se comemora juntamente o dia das crianças, para que ela abençoe a todos, especialmente as mães e os nascituros.

Dom João Bosco B. Sousa, OFM
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família

Bispo Diocesano de Osasco – SP

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No Ângelus, Papa pede consciência e fim ao desperdício de alimentos

Na manhã deste domingo, 29, Papa Francisco chamou atenção dos fiéis quanto ao desperdício de alimentos. “Nunca jogar fora a comida que sobra”, pediu o Santo Padre. O tema foi desenvolvido pelo Pontífice durante a sua tradicional reflexão que antecede a oração do Ângelus, e teve como inspiração o evangelho de hoje, que apresenta a história da multiplicação de pães e peixes, e a preocupação de Jesus para que nenhum alimento multiplicado fosse perdido.

O Santo Padre aproveitou a oportunidade para questionar os fiéis sobre o destino que eles costumam dar aos alimentos que sobram das refeições. “Cada um de nós pense: a comida que sobra no almoço, na janta, para onde vai? Na minha casa, o que se faz com a comida que sobra? Se joga fora?”, perguntou. Francisco recordou as pessoas que têm fome e pediu a todos que reutilizem os alimentos ou os dê para os que têm necessidade. “Este é um conselho e também um exame de consciência”, afirmou.

Além da questão alimentar, o Papa refletiu sobre outros ensinamentos presentes no evangelho e recordou como aconteceu o milagre da multiplicação. Segundo o pontífice, Jesus ao ver a grande multidão que o seguiu perto do  lago de Tiberíades, percebeu junto aos apóstolos que eles não possuíam dinheiro suficiente para alimentar aquela multidão. André, um dos doze discípulos, levou Jesus a um menino que havia oferecido tudo que tinha, cinco pães e dois peixes.

“Bravo rapaz! Ele, também ele, via a multidão; também via os cinco pães. Disse: “Mas eu tenho isto, se serve estão à disposição”. Este rapaz nos faz pensar um pouco em nós… Aquela coragem: os jovens são assim, têm coragem. Devemos ajudá-los a levar em frente esta coragem. (…) Com esta passagem do Evangelho, a liturgia nos leva a não desviar o olhar daquele Jesus que, no domingo passado, no Evangelho de Marcos, vendo “uma grande multidão, teve compaixão deles”. Também aquele rapaz dos cinco pães entendeu esta compaixão, e disse; “Ah, pobre gente…. Eu tenho isto”. A compaixão o levou a oferecer o que tinha”, comentou.

De acordo com Francisco, a partir da doação do rapaz, Jesus ordenou aos discípulos que fizessem as pessoas sentarem, pegou os pães e peixes, deu graças ao Pai, os distribuiu e todos puderam comer e ter saciedade. “Para as multidões, Jesus não se limitou a dar isto – ofereceu a sua Palavra, a sua consolação, a sua salvação e finalmente a sua vida – mas certamente fez também isso: cuidou da comida para o corpo”, observou.

Diante do exemplo de Jesus, o Pontífice reafirmou a postura que os cristãos, como discípulos de Cristo, devem ter. “Não podemos fazer de conta que não sabemos nada. Somente ouvindo as demandas mais simples das pessoas e colocando-se ao lado de suas situações existenciais concretas, se poderá ser escutados quando se fala de valores mais elevados”, pontuou.

O Papa prosseguiu reafirmando o amor de Deus pela humanidade e a Sua graça divina que nunca falha. “Jesus continua também hoje a satisfazer a fome, a tornar-se uma presença viva e consoladora, e faz isso através de nós. Portanto, o Evangelho nos convida para sermos disponíveis e atuantes, como aquele rapaz que se dá conta de ter cinco pães e diz: ‘Mas, eu dou isto, depois tu verás”, exortou.

Ao final da reflexão, Francisco convidou todos os presentes na Praça São Pedro, para que rezassem junto a ele, para que no mundo prevaleçam os programas dedicados ao desenvolvimento, à alimentação, à solidariedade e não àqueles do ódio, dos armamentos e da guerra.

Em uma síntese a sua reflexão, o Santo Padre pediu que duas coisas não fossem esquecidas, a coragem do jovem que dá o pouco que tem para alimentar uma grande multidão e o exame de consciência: “O que você faz em casa com a comida que sobra?”, concluiu.

Depois do Angelus

Depois da oração do Ângelus, o Papa fez memória ao Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas, data promovida pelas Nações Unidas e que será celebrada nesta segunda-feira, 30. “Este flagelo escraviza muitos homens, mulheres e crianças para fins de exploração laboral e sexual, tráfico de órgãos, mendicidade e delinquência forçada. Mesmo aqui, em Roma, as rotas de migração também costumam ser usadas por traficantes e exploradores para recrutar novas vítimas de tráfico. É responsabilidade de todos denunciar injustiças e se opor firmemente a esse crime vergonhoso”, afirmou.

 

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Livro-entrevista de Gerson Camarotti com 5 cardeais brasileiros

No último sábado, 21 de julho, na Livraria Leitura do Pátio Brasil Shopping, em Brasília (DF) foi realizada a primeira noite de autógrafos de uma série de lançamentos que será feita pela Editora Petra para apresentar o livro “Para onde vai a Igreja, do jornalista Gerson Camarotti. O volume reúne cinco entrevistas feitas com os cardeais: Claudio Hummes, arcebispo emérito de São Paulo (SP); Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo; Raymundo Damasceno, arcebispo emérito de Aparecida (SP); Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro (RJ) e Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília e presidente da CNBB.

Juan Arias, jornalista espanhol, faz um comentário sobre o livro e ressalta que a importância da obra “está no fato de que a leitura nos permite observar um panorama do que foi e do que é a Igreja no Brasil, a qual, como bem me recordo, já nos tempos do Concílio Vaticano II se apresentava como uma das mais vivas e comprometidas com a nova primavera eclesial promovida pelo Papa Joâo XXIII“.

Os entrevistados

Os cinco cardeais, na opinião do editor do livro, formam uma espécie de coro para confirmar o quão verdadeira pode ser a expressão “unidade na diversidade”: “de fato, pulsa nestas páginas um profundo senso de comunhão entre os entrevistados e a Sé de Pedro, recordando aquele sentire cum Ecclesia que Santo Inácio de Loyola um dia pediu. Nestas entrevistas, o pedido parece encontrar realização plena”.

Dom Claudio fala de curiosas situações de sua infância, de sua vida como bispo de ABC Paulista e destaca que apoiou as históricas greves dos metalúrgicos nos inícios dos anos de 1980 porque “as reivindicações eram justas e os métodos pacíficos”. Dom Odilo também recorda o início da sua caminhada vocacional no Paraná e a palavra de seu pai de que o primeiro filho que quisesse ser padre iria para o Seminário da Diocese de Toledo. Dom Damasceno conta da sua surpresa, ainda jovem, de ser enviado de Marina (MG) como um dos primeiros seminaristas da então criada arquidiocese de Brasília (DF), em 1960. Dom Orani fala de sua precoce vida de trabalhador em São José do Rio Pardo (MG) e de se aconselhar sobre o discernimento vocacional quando já era catequista, curando o segundo grau. Dom Sergio diz que entrou no Seminário com 18 anos depois de ter passado um tempo trabalhando para ajudar a família, que era muito pobre.

Os cardeais, na conversa com Camarotti, falam do Concílio Vaticano II, das Conferências do episcopado latino-americano e caribenho, da realidade brasileira dos últimos 50 anos, dos pontificados de Pio XII, João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II, Bento XVI e, longamente, sobre diversos aspectos do pontificado do Papa Francisco. As novidades desses últimos cinco anos no Vaticano também são detalhados pelo autor na introdução das entrevistas.

O autor

Gerson Camarotti, na introdução de cada uma das cinco entrevistas, faz várias referências aos contatos pessoais que teve com os cardeais. Ele também detalha aspectos interessantes da personalidade dos entrevistados com informações importantes sobre a trajetória percorrida por eles no âmbito da Igreja no Brasil e no Vaticano.

Ele tem 44 anos, nasceu em Recife e é formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambucano e pós graduado em Ciência Política pela Universidade de Brasília. Já trabalhou nos jornais O Globo, O Estado de São Paulo e Correio Brasiliense, bem como nas revistas Veja e Época. Em 2013, entrevistou o Papa Francisco, durante a Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro. Atualmente atua como comentarista político na GloboNews e na Rádio CBN, além de ser colunista no Portal G1, da Rede Globo.

Por CNBB

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Ângelus: Papa lembra primeira missão apostólica em oração mariana

Neste domingo, 22, o 16º do tempo comum, o Papa Francisco conduziu a oração mariana do Ângelus. O Sucessor de Pedro deu início a este Ângelus por meio de uma passagem do Evangelho em que relata a primeira missão realizada pelos apóstolos. Estes relatam de forma entusiasmada a Jesus o que aprenderam e ensinaram ao povo na viagem que fizeram. 

“Uma missão de experiência entusiasmante, mas também árdua”, explica o Papa. “E Jesus Cristo, cheio de compreensão, quer lhes assegurar um pouco de alívio”. A intenção de Jesus, porém, segundo o Papa, não consegue ser posta em prática, pois os seguidores intuem o possível local escolhido pelos apóstolos e por Jesus e vão ao local antes que cheguem.

“E o mesmo acontece hoje. Por vezes, não conseguimos realizar nossos projetos porque se dá um imprevisto urgente que acaba com nossos programas e requer flexibilidade e disponibilidade às necessidades dos outros. Nestas circunstâncias, somos chamados a imitar o que fez Jesus: descido da barca, ele viu uma grande multidão, teve compaixão dela porque eram como ovelhas sem um pastor e se colocou a lhes ensinar muitas coisas”, explicou o Sucessor de Pedro.

A comoção de Jesus Cristo ao ver aquelas pessoas necessitadas de guia e ajuda nos mostra que todos precisamos do dom da Palavra. “Todos precisamo da palava de verdade. Que nos guie e ilumine o caminho. Sem a verdade que é o próprio Cristo não é possível encontrar a justa orientação da vida. Quando se distancia de Jesus e Seu amor, a existência se transforma em desilusão e insatisfação”, afirmou o Pontífice.

Ajuda a migrantes naufragados

O Papa, ao final deste Ângelus, expressou tristeza sobre a situação de navios com diversos migrantes que naufragaram no Mediterrâneo. “Expresso minha dor diante de tais tragédias, e asseguro, pelos desaparecidos e suas famílias, minhas orações”, disse Francisco que pediu ainda que as autoridades trabalhem com afinco para que estas tragédias não se repitam. “Precisam garantir a segurança, o respeito aos direitos e à dignidade de todos”, acrescentou.

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