Notícias e Artigos Litúrgicos
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Festas juninas brasileiras: conheça a origem e sua religiosidade

As festas juninas tomam conta de muitas cidades brasileiras neste mês de junho e acontecem em torno da devoção aos santos muito populares como Santo Antônio, São João, São Pedro e São Paulo. O frade capuchinho e bispo de Campina Grande (Paraíba), Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, explica como surgiram as festas juninas e como os católicos devem celebrá-las.

Segundo o bispo, a relação destas festas com os santos católicos está no simples fato de coincidirem com o mês em que são celebrados no calendário litúrgico. A origem das festividades juninas vem da tradição portuguesa que, com a colonização, entraram no Brasil e assumiram um caráter popular. “A origem da festa é a devoção aos santos celebrados no mês de junho e foram ganhando popularidade com toda essa riqueza cultural do nosso nordeste”, disse Dom Delson.

A “Dança da quadrilha” é também uma herança de Portugal. De acordo com Dom Delson, os portugueses aprenderam a dança com os franceses e o Brasil foi adaptando com a música nordestina.

As comidas típicas têm sua razão na estação do inverno. “Porque no inverno é o tempo de muito milho, então todas as comidas derivadas do milho são abundantes neste mês de junho; a canjica, o milho verde, a pamonha, e todos esses doces derivados do milho”.

Para Dom Delson, a beleza destas festas está no exercício da partilha. O bispo recorda como isso já era comum no interior nordestino deste muito tempo. “Lembro-me quando era menino na Bahia, o São João, além da fogueira, dos fogos e muita comida, as famílias iam de casa em casa na noite da véspera de São João para partilhar as coisas que cada família preparava. Então tinha essa partilha; as pessoas recebiam os vizinhos em casa e ofereciam aquilo que tinha preparado. Isso com muita música e muito forró”.

A religiosidade das festas juninas

Na opinião de Dom Delson, a religiosidade nas festas juninas é tão forte quanto no início, mas é preciso resgatar cada vez mais sua principal motivação. "Vamos falar da vida dos santos e do testemunho que eles deram. Esse eu creio que é o trabalho evangelizador da Igreja. Não devemos excluir uma coisa da outra, mas procurar dar esse sentido forte do Evangelho”.

Perguntado sobre um possível esvaziamento espiritual nestes eventos, o bispo disse não acreditar que a religiosidade tenha se perdido, mas enriqueceu. "Porque independentemente da Igreja organizar as suas festas, elas acontecem de forma popular em toda parte”.

Dom Delson acredita que as festas juninas fazem muito bem e todos devem participar. “É uma festa de partilha, de família e de comunidade".

O bispo ainda reforçou que a grande festa que acontece no nordeste tem sua raiz na religião. Portanto, sugeriu que elas sejam um momento social sem os excessos e sem a contaminação das maldades do mundo. “Se conseguirmos preservar esse ambiente bonito de família, puro, a festa, em si é maravilhosa ”, afirmou.

Santo Antônio é um dos grandes motivadores das festas juninas em todo o Brasil. Inúmeras paróquias e comunidades o têm como padroeiro. A devoção ao santo franciscano chegou ao Brasil por meio dos portugueses, que também cultivam por ele especial respeito.

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Reze a oração ao Sagrado Coração de Jesus

Meu Sagrado Coração de Jesus, em vós deposito toda confiança e esperança. Vós que sabeis tudo, Pai, o Senhor do Universo, Sois o Rei dos Reis, Vós que fizeste o cego ver, paralítico andar, o morto voltar a viver, o leproso sarar.
 

Vós que vedes as minhas aflições, as minhas angústias, bem sabeis, Divino Coração, como preciso alcançar esta graça: (pede-se a graça com fé); a minha conversa convosco me dá ânimo e alegria para viver, só de Vós espero com fé e confiança; (pede-se novamente a graça).
 

Fazei, Sagrado coração de Jesus, que antes de terminar esta conversa, dentro de nove dias, alcance esta tão grande Graça; e para Vós agradecer, divulgarei esta Graça para que os homens, aprendam a ter fé e confiança em Vós; iluminai os meus passos, Sagrado Coração de Jesus, assim como esta luz esta nos iluminando e testemunhando a nossa conversa. Sagrado Coração de Jesus, eu tenho confiança em Vós, Sagrado Coração de Jesus, aumente ainda mais a minha fé.Amém.

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Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

O Coração de Jesus é o foco do amor. A devoção ao Sagrado Coração é a devoção que vem do amor como princípio, que se dirige ao amor como fim, que emprega o amor como meio. Celebrando este grande Amor de Deus por nós, somos convidados a renovar nossa devoção a Jesus, manifestado concretamente na vivência deste amor na família, na Igreja Doméstica, na partilha do pão, na alegria de celebrar em comunidade a Eucaristia, Vida de Jesus entregue por nós.

Celebrar o Coração de Jesus torna-se uma importante ocasião pastoral para que toda a comunidade cristã novamente se sensibilize para fazer deste admirável Sacrifício e Sacramento o coração da própria vida.

Origem da Devoção

A devoção ao Sagrado Coração tem sua origem na própria Sagrada Escritura. O coração é um dos modos para falar do infinito amor de Deus por você. Este amor chega a seu ponto alto com a vinda de Jesus.

A devoção ao Sagrado Coração aparece em dois acontecimentos fortes do evangelho: o gesto de São João, discípulo amado, encostando a sua cabeça em Jesus durante a última ceia (cf. Jo 13,23); e na cruz, onde o soldado abriu o lado de Jesus com uma lança (cf. Jo 19,34). Em um temos o consolo pela dor da véspera de sua morte, e no outro, o sofrimento causado pelos pecados da humanidade. Estes dois exemplos do evangelho nos ajudam a entender o apelo de Jesus, feito em 1675, a Santa Margarida Maria Alacoque:

"Eis este coração que tanto tem amado os homens. Não recebo da maior parte senão ingratidões, desprezos, ultrajes, sacrilégios, indiferenças…

 

Eis que te peço que a primeira sexta-feira depois da oitava do Santíssimo Sacramento (Corpo de Deus) seja dedicada a uma festa especial para honrar o Meu coração, comungando neste dia e dando-lhe a devida reparação por meio de um ato de desagravo, para reparar as indignidades que recebeu durante o tempo em que esteve exposto sobre os altares.

E prometo-te que o Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências de Seu divino Amor sobre os que tributem esta divina honra e que procurem que ela lhe seja prestada."

O papa João Paulo II sempre cultivou esta devoção, e a incentivava a todos que desejassem crescer na amizade com Jesus.

O Sagrado Coração de Jesus e Santa Maria Alacoque

O Sagrado Coração de Jesus apareceu a Santa Margarida Maria Alacoque, jovem religiosa da Ordem da Visitação, para transmitir sua mensagem de misericórdia e confiança, expressa no coração humano e divino do Verbo Encarnado. O Culto ao Sagrado Coração de Jesus obteve, a partir de então, grande impulso e espalhou-se por toda a Igreja.

Santa Margarida Maria, que recebeu a missão de espalhar pelo mundo a devoção ao Sagrado Coração ofendido pela ingratidão dos homens, foi incompreendida e perseguida, até que a Providência colocou em seu caminho o jesuíta São Cláudio La Colombière, que lhe deu orientação segura e conseguiu fazer com que sua mensagem começasse a ser vista com outros olhos. Canonizada em 1920, sua festa é celebrada no dia 16 de outubro.

Promessas do Sagrado Coração de Jesus a Santa Maria Alacoque

* Eu lhes darei todas as graças necessárias para seu estado. 
* Eu darei paz às suas famílias. 
* Eu as consolarei em todas as suas aflições.
* Eu lhes serei um refúgio seguro durante a vida, e sobretudo na hora da morte. 
* Eu lançarei abundantes bênçãos sobre todas as sua empresas. 
* Os pecadores acharão, em meu coração, a fonte e o oceano infinito de misericórdia. 
* As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas. 
* As almas fervorosas se elevarão a uma grande perfeição. 
* Eu mesmo abençoarei as casas onde se achar exposta e honrada a imagem do meu coração. 

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Solenidade do Imaculado Coração de Maria

No sábado seguinte a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a Igreja celebra a festa do Imaculado Coração de Maria, a fim de mostrar que estes dois corações são inseparáveis e que Maria sempre leva a Jesus.

Esta celebração foi criada pelo Papa Pio XII, em 1944, para que, por intercessão de Maria se obtenha “a paz entre as nações, liberdade para a Igreja, a conversão dos pecadores, amor à pureza e a prática da virtude”.

São João Paulo II declarou que esta festividade em honra à Mãe de Deus é obrigatória e não opcional. Ou seja, deve ser realizada em todo o mundo católico.

Durante as aparições da Virgem de Fátima aos três pastorinhos em 1917, Nossa Senhora disse a Lúcia: “Jesus quer servir-Se de ti para Me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao Meu Imaculado Coração”.

“A quem a abraçar, prometo a salvação; e serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu Trono”.

Em outra ocasião, disse-lhes: “Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: ‘Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores, e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria’”.

Muitos anos depois, quando Lúcia era uma postulante no Convento de Santa Doroteia, em Pontevedra (Espanha), a Virgem lhe apareceu com o menino Jesus e, mostrando-lhe o seu coração rodeado por espinhos, disse: “Olha, minha filha, o meu Coração cercado de espinhos que os homens ingratos a todos os momentos me cravam com blasfêmias e ingratidões”.

“Tu, ao menos, vê de me consolar e diz que, todos aqueles que durante cinco meses no primeiro sábado, se confessarem, recebendo a Sagrada Comunhão, rezarem um terço e me fizerem 15 minutos de companhia, meditando nos 15 mistérios do rosário com o fim de me desagravar, eu prometo assistir-lhes à hora da morte com todas as graças necessárias para a salvação dessas almas’”.

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Inscrições abertas para o Encontro de Formação para Noivos

Estão abertas as inscrições para o Encontro de Formação para Noivos de nossa paróquia. Organizado pelo Setor Pré-Matrimonial, o Curso de Noivos será realizado nos dias 23 e 24 de junho, iniciando no sábado às 19h e se encerrando no domingo às 12h. As inscrições podem ser feitas na secretaria paroquial. Mais informações pelo na Secretaria paroquial ou pelo telefone: (17) 3421-6245

O sacramento do matrimônio é uma aliança, similar a aliança de Cristo com sua Igreja. O amor entre um homem e uma mulher, como filhos de Deus, deve possuir respeito, dignidade e responsabilidade, deve ser cultivado em sua plenitude. Mesmo nas tensões, o homem e a mulher crescem em sua humanidade, cultivando seus dons e fazendo uma experiência profunda do amor de Deus. Nesse ambiente de amor e solidariedade acontece a geração de novas vidas.

 

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Celebrar a Eucaristia é experimentar plena comunhão com Deus, diz Papa

No Angelus deste domingo, 3, Papa Francisco recordou a solenidade de Corpus Christi – Corpo de Cristo – vivida na última quinta-feira, 31, e celebrada hoje em muitos países. Com as palavras de Jesus, pronunciadas na Última Ceia com seus discípulos, Francisco relembrou a instituição da Eucaristia e afirmou que celebrá-la é experimentar plenamente a comunhão com Deus. “Recebemos o amor de Jesus em nós e compartilhamos com os outros. Esta lógica está inscrita na Eucarística”, completou.

O Santo Padre aproveitou para enfatizar o valor do Corpo e Sangue de Cristo para os cristãos na tradição da Igreja:“Por causa desse testemunho de amor, a comunidade cristã se reúne todos os domingos e todos os dias, em volta da Eucaristia, o sacramento do sacrifício redentor de Cristo. Atraídos por sua presença real, os cristãos o adoram e o contemplam através do sinal humilde do pão que se tornou seu Corpo”.

Segundo o Pontífice, ao nutrir-se com o Corpo e Sangue de Cristo os fiéis recebem o amor e a presença de um Deus capaz de purificar a humanidade e transformá-la. Diante deste fato, Francisco denotou Corpus Christi como um mistério de atração em Cristo e de transformação Nele.

“É uma escola de amor concreto, paciente e sacrificado, como Jesus na cruz. Ensina-nos a tornar-nos mais acolhedores e disponíveis àqueles que buscam compreensão, ajuda, encorajamento e são marginalizados e se encontram sozinhos. A presença de Jesus vivo na Eucaristia é como uma porta, uma porta aberta entre o templo e a estrada, entre a fé e a história, entre a cidade de Deus e a cidade do homem”, explicou.

Por fim, o Papa recordou a tradicional procissão popular com o Santíssimo Sacramento e convidou os católicos a participarem, mesmo espiritualmente, de suas atividades neste domingo. “Assim como o Beato Paulo VI fez há 50 anos, celebrarei a missa, que será seguida pela procissão com o Santíssimo Sacramento”, concluiu.

Depois do Angelus

Após o Angelus, Francisco se uniu em oração aos bispos e a todo o povo da Nicarágua e expressou tristeza pela grave violência, com mortos e feridos, levada a cabo por grupos armados para reprimir protestos sociais. “Eu rezo pelas vítimas e suas famílias. A Igreja é sempre para o diálogo, mas isso requer um compromisso ativo de respeitar a liberdade e, acima de tudo, a vida. Rezo para que toda a violência cesse e que haja os mais breve possível, condições para a retomada de um diálogo”, pediu o Pontífice.

O Papa recordou a proclamação neste sábado, 2, em Nápoles, da Irmã Maria Crocifissa do Amor Divino, Maria Gargani, fundadora das Irmãs Apóstolas do Sagrado Coração, como bem-aventurada, e saudou todos os peregrinos da Itália, e de diferentes países, reunidos na Praça São Pedro na manhã deste domingo.

Ao final, Francisco dirigiu uma saudação especial aos fiéis reunidos hoje em Sotto il Monte, com o bispo de Bérgamo, no aniversário da morte de São João XXIII. “A peregrinação na região de Bérgamo dos despojos deste Pontífice, tão amado pelo povo, pode despertar generosas boas intenções em todos”, afirmou.

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Missas de Corpus Christi na Catedral serão realizadas às 9h e às 17h30

Nesta quinta-feira, 31 de maio, os fiéis católicos de Votuporanga celebrarão a Solenidade de Corpus Christi. Pela manhã serão celebradas Missas em todas as paróquias da cidade, sendo que na Catedral a Missa será realizada às 9h, sendo presidida pelo bispo diocesano Dom Moacir Aparecido de Freitas. Ao fim da tarde, os fiéis das Paróquias Nossa Senhora Aparecida, São Bento, Santa Luzia, São Cristóvão e São Benedito e Nossa Senhora de Fátima celebrarão unidos esta solenidade. A Santa Missa Solene e Procissão será celebrada às 17h30 na Sé Catedral e será concelebrada por padres e diáconos de nossa cidade.

Após a comunhão, os fiéis sairão em procissão pelas ruas centrais de Votuporanga com Jesus na Hóstia Sagrada, numa manifestação pública de devoção a Jesus Eucarístico e pedindo a proteção para nossa cidade. A procissão passará pelas ruas Amazonas, Paraíba, Pernambuco e Goiás. As ruas serão enfeitadas com tapetes e velas coloridas, e cada paróquia terá sua cor de vela. Os fiéis começarão a enfeitar as ruas a partir das 14h. A procissão retornará a Sé Catedral para a Benção Solene de Jesus Eucarístico. 

Como acontece todos os anos, pede-se aos fiéis a doação de alguns alimentos que serão destinados para o Hospital de Amor de Barretos. Neste ano, os alimentos pedidos são café, leite, achocolatado e vinagre.

Significado

A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia – o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.
 
Acontece sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.

"O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna e, eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente" (Jo 6, 55 – 59).

Através da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.

Origem da Celebração

A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.

Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal "Trasnsiturus de hoc mundo", estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes.

A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças.

No Brasil

No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.

A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento.

A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.

Durante a Missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.

 

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Paróquias arrecadam alimentos para o Hospital do Amor

Em diversas paróquias do país, a solenidade de Corpus Christi é ocasião para gestos concretos de doações de alimentos que auxiliam famílias carentes e instituições atendidas pelas dioceses. Em Votuporanga, os fiéis estão arrecadando alimentos para o Hospital do Amor, antigo Hospital de Câncer de Barretos, entidade mantida pela Fundação Pio XII e que atende milhares de pessoas de todo o Brasil, inclusive muitos votuporanguenses.

Neste ano serão arrecadados: café, leite, achocolatado e vinagre. Os alimentos podem ser entregues nas secretarias das paróquias até o dia 31 (quinta-feira). As doações de alimentos para o Hospital do Amor tiveram início em 2007, mas há muito tempo é comum a doação de alimentos como gesto concreto em Corpus Christi.

A Santa Missa Solene seguida de Procissão será celebrada no dia 31 de maio, às 17h30, na Sé Catedral de Nossa Senhora Aparecida, quando os fiéis das paróquias e comunidades de Votuporanga celebrarão unidos a solenidade.

Após a comunhão, os fiéis sairão em procissão pelas ruas centrais de Votuporanga com Jesus na Hóstia Consagrada, numa manifestação pública de devoção a Jesus Eucarístico e pedindo a proteção para a cidade. A procissão passará pelas ruas Amazonas, Paraíba, Pernambuco e Goiás.

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Coroação de Nossa Senhora será dia 30/05

Na próxima quarta-feira, 30 de maio, será realizada a tradicional Coroação de Nossa Senhora pelos fiéis. A celebração será realizada durante a Santa Missa, às 19h30, na Sé Catedral. É tradição dos devotos de Nossa Senhora finalizar o mês de maio com a cerimônia de Coroação de Nossa Senhora. Para o devoto, coroar Nossa Senhora é demonstrar que a reconhece como rainha. Rainha de um reino que não é o desse mundo, mas, sim, o reino sonhado por Deus para seus filhos e filhas. Na história da vida humana de Jesus, Maria tem o papel fundamental. Seu "sim" sela a encarnação do Filho de Deus como homem e com sua aceitação ela demonstra que é possível uma pessoa fazer de sua vida uma constante escuta da vontade de Deus. 

Maria: filha, mulher, mãe. Filha de pais fiéis a Deus, recebeu deles a educação que lhe abriu o coração para conhecer o Pai do Céu e escutar-Lhe as palavras. Mulher, engajou-se no seu tempo a prestar atenção aos anseios daqueles que a cercavam e soube fazer de seu serviço uma interceder contínuo pela humanidade. Mãe, constituiu a personalidade de seu único Filho, ensinou-lhe os passos e fundamentou seu conhecimento de Deus com aquilo que lhe era revelado. Maria humana, gente, pessoa, que com todas as limitações próprias de sua natureza pode dizer "sim" e ensinar à humanidade a também dizer "sim". 

Por isso reconhecê-la como rainha é dar um lugar de destaque à humanidade daquela mulher que enveredou por um caminho desconhecido pelo puro amor a Deus. Mulher que sentiu a dor do parto, a dor da partida, a dor da perda. Mulher que trabalhou, que cuidou de sua família, que acompanhou a lida do outro como aquela que oferece o descanso e o alimento. Mulher que recebeu de seu filho o beijo carinhoso, o reconhecimento do colo, o sorriso cúmplice daqueles que partilham o mesmo entendimento do mundo. Por sua "humanidade humana" Maria se torna rainha: por ser o exemplo capaz de mostrar a cada um de nós que é possível chegar ao reino que Deus nos prepara. Basta dizer que sim, que em minha vida seja feita a vontade do Senhor. 

 

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CF sobre Políticas Públicas para 2019 foi destaque na reunião dos bispos

Na manhã desta quarta-feira, 23 de maio, os membros do Consep fizeram as últimas considerações sobre o texto base da Campanha da Fraternidade (CF) de 2019, sobre Políticas Públicas. Depois desse trabalho, somente a equipe executiva da Campanha e a secretaria-geral da CNBB devem se encarregar na finalização da formulação do documento que vai servir de referência para a animação da campanha do ano que vem.

Texto-base

Pe. Luís Fernando, secretário-executivo da CF, fez um rápido relato sobre as mudanças feitas no texto de trabalho com as indicações feitas pelos bispos na reunião de novembro do ano passado quando o Consep tratou do assunto.

Tradicionalmente, os textos que servem de instrumento principal de reflexão na execução da CF trazem a estrutura que corresponde ao método consolidado do “ver, julgar e agir”. Dom Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB, propôs um amplo debate dos bispos sobre o primeiro capítulo sobre a apresentação da realidade das políticas públicas no Brasil.

Ver

Os bispos fizeram intervenções que chamaram atenção para a linguagem usada no texto. Consideram que para uma boa compreensão do que significa política pública é preciso que se adote uma linguagem bem compreensível para as lideranças que vão atuar na CF 2019.  E que é preciso sempre lembrar que talvez fosse necessária uma tradução dos textos corretos, mas muito denso. Outro aspecto levantado foi um excessivo enfoque em dados estatísticos no texto atual e que seria necessário considerar exemplos de execução de políticas públicas, com ênfase nas políticas públicas de estado e não apenas nas políticas de governos.

Ficou acertado ainda que, finalizada a reunião, a equipe responsável pela organização do texto deverá enviar o material para um olhar final dos bispos de modo a consolidar uma responsabilidade conjunta do Consep sobre o texto final.

Julgar

Os bispos fizeram várias reflexões a respeito do discurso teológico apresentados na segunda parte do texto da CF 2019. Assessores também colaboraram na reflexão e apontaram para possibilidades de esclarecimentos de termos e de expressões sobre a doutrina da Igreja de modo que o texto reforce a compreensão do discurso sobre a fé que as lideranças terão oportunidade de aprofundar durante a campanha.

No debate dos bispos também ganhou espaço considerações sobre referências bíblicas feitas no texto de modo que as informações sejam dadas com maior precisão para que se evite digressões arriscadas. Uma sugestão foi dada de que no texto se considerasse a riqueza da reflexão sobre a caridade suscitada pela vivência da fé manifestada no período da Patrística, além de menções ao tema feito pelo Magistério dos últimos pontificados.

Agir

A ênfase mais clara à necessidade de maior relação fé e vida foi ressaltada como um dos expressivos ganhos das últimas intervenções feitas no texto da CF 2019 desde novembro do ano passado. Entre as várias considerações, houve quem insistisse de que seria importante serem citadas, com clareza e sem julgamento, as forças vivas da sociedade que atuam no acompanhamento da elaboração e da execução de políticas públicas realizadas por organizações da sociedade civil e com destaque a iniciativas de pessoas e comunidades.

Na reflexão sobre esta parte do texto da CF 2019, alguns bispos insistiram que nas pistas de ação fosse estimulada uma busca de iniciativas locais. Também foi lembrada a importância do documento 105 da CNBB, sobre os cristãos leigos e leigas, no qual se encontra referência explícita a iniciativas dos cristãos no campo da elaboração e aprimoramento das políticas públicas no Brasil.

Cartaz

Pe. Luís Fernando apresentou os cartazes que concorrem a se tornar a identidade visual para a CF 2019. Ele explicou que reuniu as candidaturas que vieram a partir do Edital lançado em 2017. Cada uma das peças apresentadas foi acompanhada de uma defesa da ideia representada no cartaz. Os bispos apresentaram um briefing que foi devidamente assimiladas nas proposições feitas a grupos de comunicação que também enviaram propostas para o cartaz.

As políticas públicas, símbolos ligados às cores nacionais e o texto do tema e lema foram considerados nas 12 peças finalistas para avaliação dos bispos. Cada um dos membros do Consep pode fazer considerações gerais sobre aos conceitos manifestados nas propostas de cartazes. Alguns elementos foram levantados como critérios para a avaliação das peças: comunidade, saúde, trabalho, idoso, criança, Brasil.

Depois do debate, dom Leonardo conduziu uma rápida eleição das melhores peças e, mesmo tendo que fazer ajustes finais, foi escolhida uma das peças que servirá como uma espécie de marca para todo o material da CF 2019.

Música

Dom Leonardo passou, no final da manhã, a palavra para o Ir. Fernando Vieira, assessor da Comissão de Liturgia da CNBB. Ele contou aos bispos que recebeu 19 propostas de letra para o hino da CF 2019. Ele disse também que contou com a colaboração do P. José Weber no trabalho de avaliação das composições enviadas à CNBB por força do Edital lançado em 2017.

Dom Leonardo informou que os bispos escolhem a letra que depois será devolvida para a composição da melodia e que é sempre importante considerar se o texto traz o tema e o lema da Campanha. Um dos trabalhos apresentados, que posteriormente será divulgado, foi escolhido para ser o hino oficial.

Por CNBB

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Papa: a Igreja é mulher e mãe, como Maria

“A Igreja é feminina”, “é mãe” e quando falta esta identidade ela se torna “uma associação beneficente ou um time de futebol”; quando “é uma Igreja masculina”, infelizmente se torna “uma Igreja de solteirões”, “incapaz de amor, incapaz de fecundidade”.

Foi o que disse o Papa Francisco na missa celebrada nesta segunda-feira (21/05), na capela da Casa Santa Marta, dia em que a Igreja recorda a Beata Virgem Maria, Mãe da Igreja. Esta memória é celebrada pela primeira vez, este ano, após a publicação em 3 de março passado, do decreto “Ecclesia Mater” da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.

O Papa Francisco quis que esta memória fosse celebrada na segunda-feira depois de Pentecostes para “favorecer o crescimento do sentido materno da Igreja nos pastores, nos religiosos e fiéis, como também a genuína piedade mariana”.

A Igreja é feminina

Na homilia, o Santo Padre ressaltou que nos Evangelhos, Maria sempre é indicada como “Mãe de Jesus”, não “a Senhora” ou “a viúva de José”: a sua maternidade percorre toda a Sagrada Escritura, desde a Anunciação até o fim. Uma especificidade que os Padres da Igreja entenderam rapidamente, bem que alcança e cinge a Igreja.

“A Igreja é feminina, porque é igreja, esposa: é feminina. É mãe, dá à luz. Esposa e mãe. E os Padres vão além e dizem: ‘A sua alma também é esposa de Cristo e mãe’. Nessa atitude de Maria, que é Mãe da Igreja, neste comportamento podemos entender essa dimensão feminina da Igreja que, quando não existe, a Igreja perde a verdadeira identidade e se torna uma associação beneficente ou um time de futebol ou qualquer outra coisa, mas não a Igreja.”

Somente uma Igreja feminina poderá ter “comportamentos de fecundidade”, segundo as intenções de Deus, que “quis nascer de uma mulher para nos ensinar este caminho de mulher”.

Não a uma Igreja de solteirões

“O importante é que a Igreja seja mulher, que tenha esta atitude de esposa e mãe. Quando nos esquecemos disso, é uma Igreja masculina, sem esta dimensão, e se torna tristemente uma Igreja de solteirões, que vivem no isolamento, incapazes de amor, incapazes de fecundidade. Sem a mulher, a Igreja não vai adiante, porque ela é mulher. Esta atitude de mulher vem de Maria, porque Jesus quis assim.”

A ternura de uma mãe

Uma das virtudes que mais distingue uma mulher, observou o Papa Francisco, é a ternura, como Maria que “deu à luz seu filho primogênito, o enfaixou e o colocou numa manjedoura”: cuidar, com mansidão e humildade são as qualidades fortes das mães”.

“Uma Igreja que é mãe segue o caminho da ternura. Conhece a linguagem da sabedoria do carinho, do silêncio, do olhar cheio de compaixão, que tem gosto de silêncio. E, também, uma alma, uma pessoa que vive essa pertença à Igreja, sabendo que também é mãe, deve seguir o mesmo caminho: uma pessoa afável, terna, sorridente e cheia de amor”.

Por Vatican News

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Novo ciclo de catequeses do Papa é dedicado ao sacramento da Crisma

O Papa Francisco iniciou nesta quarta-feira, 23, um novo ciclo de catequeses, desta vez dedicado ao sacramento da Confirmação ou Crisma.

“Depois das catequeses sobre Batismo, estes dias que seguem a solenidade de Pentecostes nos convidam a refletir sobre o testemunho que o Espírito suscita nos batizados, colocando em movimento a sua vida, abrindo-a ao bem dos outros”, disse Francisco iniciando a reflexão.

O Santo Padre explicou que o sacramento se chama “Confirmação” porque confirma o Batismo e reforça sua graça, e também é conhecido como “Crisma” pelo fato de que se recebe o Espírito mediante a unção com o “crisma”, óleo consagrado pelo bispo. “Sem a força do Espírito Santo não podemos fazer nada: é o Espírito que nos dá a força para seguir adiante”, frisou.

A solenidade de Pentecostes, celebrada no último domingo, 20, é para a Igreja o que foi para Cristo a unção do Espírito recebida no Jordão, ressaltou o Papa. Ou seja, o Pentecostes é o impulso missionário a gastar a vida para a santificação dos homens e para a glória de Deus.

“O Espírito está no nosso coração, na nossa alma. E o Espírito nos guia na vida para que nos tornemos sal e luz justos aos homens. Se no Batismo é o Espírito Santo a nos imergir em Cristo, na Confirmação é o Cristo a nos encher do seu Espírito, consagrando-nos suas testemunhas, partícipes do mesmo princípio de vida e de missão, segundo o desígnio do Pai celeste”, concluiu.

 

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Inscrições abertas para o Curso de Batismo

Estão abertas as inscrições para o próximo Curso de Batismo para Pais e Padrinhos que será realizado no dia 27 de maio. O Curso tem início às 7h30 no Salão Paroquial e as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: 3421-6245. 

O Principal objetivo da Pastoral do Batismo é levar aos pais e padrinhos o conhecimento do que é o sacramento do Batismo e o compromisso que através dele se assume com Deus e com a comunidade. Demonstrar que este Sacramento não se resume apenas em cumprir um preceito: é necessário, portanto, vivenciar, testemunhar e ensinar filhos e afilhados a serem cristãos autênticos e fiéis seguidores de Jesus Cristo. 

A Pastoral do Batismo de nossa paróquia tem como coordenadores o trio Cida Rodofo, Cidinha Magossi e e Olívio. Os Batizados são realizados no 1º domingo de cada mês e o Curso de Batismo é realizado no último domingo de cada mês, a cada dois meses.

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Papa: evitar a intriga para caminhar na verdadeira unidade

Na missa celebrada esta quinta-feira (17/05) na Casa Santa Marta, o Papa Francisco dedicou a sua homilia ao tema da unidade, inspirando-se na Liturgia da Palavra.

Existem dois tipos de unidade, comentou o Pontífice. A primeira é a verdadeira unidade de que fala Jesus no Evangelho, a unidade que Ele tem com o Pai e que quer trazer também a nós. Trata-se de uma “unidade de salvação”, “que faz a Igreja”, uma unidade que vai rumo à eternidade. “Quando nós na vida, na Igreja ou na sociedade civil trabalhamos pela unidade, estamos no caminho que Jesus traçou”, disse Francisco.

A falsa unidade divide

Porém, há uma “falsa unidade”, como aquela dos acusadores de São Paulo na Primeira Leitura. Inicialmente, eles se apresentam como um bloco único para acusá-lo. Mas Paulo, que era “sagaz”, isto é, tinha uma sabedoria humana e também a sabedoria do Espírito Santo, lança a “pedra da divisão”, dizendo estar sendo julgado pela esperança na ressurreição dos mortos”.

Uma parte desta falsa unidade, de fato, era composta por saduceus, que diziam não existir “ressurreição nem anjo nem espírito”, enquanto os fariseus professavam esses conceitos. Paulo então consegue destruir esta falsa unidade porque eclode um conflito e a assembleia que o acusava se divide.

De povo a massa anônima

Em outras perseguições sofridas por São Paulo, se vê que o povo grita sem nem mesmo saber o que está dizendo, e são “os dirigentes” que sugerem o que gritar:

Esta instrumentalização do povo é também um desprezo pelo povo, porque o transforma em massa. É um elemento que se repete com frequência, desde os primeiros tempos até hoje. Pensemos nisso. O Domingo de Ramos é: todos ali aclamam “Bendito o que vem em nome do Senhor”. Na sexta-feira sucessiva, as mesmas pessoas gritam: “Crucifiquem-no”. O que aconteceu? Fizeram uma lavagem cerebral e mudaram as coisas. E transformaram o povo em massa, que destrói.

Intrigar: um método usado também hoje

“Criam-se condições obscuras” para condenar a pessoa, explicou o Papa, e depois a unidade se desfaz. Um método com o qual perseguiram Jesus, Paulo, Estevão e todos os mártires e muito usado ainda hoje. E Francisco citou como exemplo “a vida civil, a vida política, quando se quer fazer um golpe de Estado”: “a mídia começa a falar mal das pessoas, dos dirigentes, e com a calúnia e a difamação essas pessoas ficam manchadas”. Depois chega a justiça, “as condena e, no final, se faz um golpe de Estado”. Uma perseguição que se vê também quando as pessoas no circo gritavam para ver a luta entre os mártires ou os gladiadores.

A fofoca é uma atitude assassina

O elo da corrente para se chegar a esta condenação é um “ambiente de falsa unidade”, destacou Francisco.

Numa medida mais restrita, acontece o mesmo também nas nossas comunidades paroquiais, por exemplo, quando dois ou três começam a criticar o outro. E começam a falar mal daquele outro… E fazem uma falsa unidade para condená-lo; sentem-se seguros e o condenam. O condenam mentalmente, como atitude; depois se separam e falam mal um contra o outro, porque estão divididos. Por isso a fofoca é uma atitude assassina, porque mata, exclui as pessoas, destrói a “reputação” das pessoas.

Caminhar na estrada da verdadeira unidade

“A intriga” foi usada contra Jesus para desacreditá-lo e, uma vez desacreditado, eliminá-lo:

Pensemos na grande vocação à qual fomos chamados: a unidade com Jesus, o Pai. E este caminho devemos seguir, homens e mulheres que se unem e buscam sempre prosseguir no caminho da unidade. E não as falsas unidades, que não têm substância, e servem somente para dar um passo a mais e condenar as pessoas, e levar avante interesses que não são os nossos: interesses do príncipe deste mundo, que é a destruição. Que o Senhor nos dê a graça de caminhar sempre na estrada da verdadeira unidade.

Por Vatican News

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Documento do Vaticano aborda questões éticas do sistema financeiro

O Vaticano apresentou nesta quinta-feira, 17, um novo documento da Congregação para a Doutrina da Fé e do órgão para o Desenvolvimento Humano Integral: “Oeconomicae et pecuniariae quaestiones – Considerações para um discernimento ético sobre alguns aspectos do atual sistema econômico-financeiro”. 

O texto foi apresentado em coletiva de imprensa com a presença dos prefeitos dos órgãos, respectivamente Dom Luis Francisco Ladaria Ferrer e o Cardeal Peter Turkson. A proposta é oferecer, nesse âmbito de atividades econômico-financeiras, considerações e pontuações a favor do progresso do bem comum e em defesa da dignidade humana.

“É sentida a necessidade de realizar uma reflexão ética sobre alguns aspectos da intermediação financeira, cujo funcionamento, quando foi desvinculado de adequados fundamentos antropológicos e morais, não só produziu evidentes abusos e injustiças, mas também revelou-se capaz de criar crises sistêmicas e de alcance mundial. Trata-se de um discernimento oferecido a todos os homens e mulheres de boa vontade”, informa o documento. 

Dividido em quatro tópicos (Introdução, Considerações elementares de fundo, Algumas pontualizações no contexto contemporâneo e Conclusão), o texto defende a harmonia entre o saber técnico e a sabedoria humana. “Só com esta harmonia, pode-se progredir numa via de um bem-estar para o homem que seja real e integral”.

Em sua intervenção, um dos aspectos destacados pelo Cardeal Turkson foi a relação entre dignidade humana, bem comum e economia. Ele recordou que a Igreja, a fim de promover o desenvolvimento humano integral, deseja garantir que os sistemas políticos, econômicos ou financeiros respeitem a dignidade de cada pessoa. Como exemplo, citou a gestão dos recursos da casa em uma família. 

“Dado o fato de que vivemos em uma casa comum, como uma família global que aspira coexistir bem, precisamos gerir ou administrar os bens de casa e do planeta da melhor maneira possível. É isto que significa a palavra ‘economia’ significa na verdade: ‘oiko-nomics’, a maneira como organizamos, gerimos ou controlamos nosso lar. Quando levamos em conta nossa origem comum, nossa mútua existência e nosso destino comum, então podemos desenvolver novas convicções, atitudes e formas de vida (Laudato Si’, 202), e novos sistemas econômicos que promovam de verdade este significado integral do desenvolvimento humano”.

Também presente na coletiva, Dom Ladaria Ferrer explicou o motivo da Congregação para a Doutrina da Fé abordar um tema tão específico. Segundo ele, citando a Constituição Apostólica Pastor Bonus – que rege a Cúria Romana – é tarefa da Congregação promover e proteger tudo o que diz respeito à doutrina da fé e questões de natureza moral. “Cabe também à Congregação ajudar as dinâmicas econômicas a se orientar baseado em uma ética apropriada”, afirmou.

Por Canção Nova

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Crise humanitária dos refugiados: uma das maiores preocupações do Papa

O Papa Francisco reconheceu que uma das suas maiores preocupações no âmbito internacional é a situação dos refugiados e migrantes obrigados a abandonar as suas casas devido a guerras, degradação econômica ou ambiental.

Em um discurso pronunciado aos novos embaixadores da Tanzânia, Lesoto, Paquistão, Mongólia, Dinamarca, Etiópia e Finlândia, que apresentaram suas credenciais como embaixadores junto à Santa Sé ontem, 17 maio, o Pontífice manifestou o seu desejo de que a comunidade diplomática junto à Santa Sé “contribua para o crescimento do espírito de colaboração e participação recíproca, essencial em vista de uma resposta eficaz aos desafios radicais de hoje”.

O Santo Padre assinalou que “uma das questões humanitárias mais urgentes que a comunidade internacional enfrenta é a necessidade de acolher, proteger, promover e integrar os que fogem da guerra e da fome ou são obrigados pela discriminação, perseguição, pobreza e degradação ambiental”.

“Como tive a oportunidade de reiterar em minha mensagem para o Dia Mundial da Paz deste ano, esse problema tem uma dimensão intrinsicamente ética que transcende as fronteiras nacionais e concepções limitadas sobre a segurança e o interesse próprio”.

Francisco sublinhou que, “apesar da complexidade e delicadeza das questões políticas e sociais envolvidas, as nações e a comunidade internacional estão chamadas a contribuir com as suas melhores capacidades na tarefa de pacificação e reconciliação, através de decisões e políticas que se caracterizem principalmente pela compaixão, clarividência e pela coragem”.

Em seu discurso, o Santo Padre recordou que “o nosso tempo é um período de mudanças históricas que requer a sabedoria e o discernimento de todos aqueles que se preocupam com um futuro pacífico e próspero para as gerações futuras”.

Também assegurou que “a Igreja, por sua vez, promove todos os esforços para cooperar, sem violência e sem engano, na construção do mundo num espírito de fraternidade e paz”.

Finalmente, o Pontífice recordou que “este ano, em que se comemora os setenta anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pelas Nações Unidas, deveria servir de apelo por um espírito renovado de solidariedade aos nossos irmãos e irmãs, especialmente os que sofrem os flagelos da pobreza, da doença e da opressão”. 

“Ninguém pode ignorar a nossa responsabilidade moral de desafiar a globalização da indiferença, o fingimento diante de situações trágicas de injustiça que exigem uma resposta humanitária imediata”.

Por ACI Digital

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Catedral celebrou o 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais

No último domingo (13), a Igreja celebrou o 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que neste ano teve como tema: “A verdade vos tornará livres. Notícias falsas e jornalismo de paz”. Em Votuporanga, a data foi celebrada com a Santa Missa em Ação de Graças pela vida e trabalho dos jornalistas e comunicadores, no domingo, às 7h30, na Catedral, presidida pelo bispo diocesano, Dom Moacir Aparecido de Freitas, e concelebrada pelo padre Gilmar Margotto.

A celebração contou com a presença de jornalistas e comunicadores de nossa cidade e foi transmitida ao vivo pela TV Unifev, TV Web e 87,9 FM. O Dia Mundial das Comunicações Sociais é celebrado anualmente na Solenidade da Ascenção do Senhor.

Aos jornalistas presentes, Dom Moacir e padre Gilmar agradeceram a boa relação entre a Igreja e a imprensa e os convidou a serem comunicadores da Boa Notícia, sempre primando pela ética e o respeito ao ser humano em todas as reportagens.

No ofertório, foram apresentados instrumentos utilizados pelos jornalistas como: celular, computador, jornais, revistas, livros, câmeras, rádios e microfones. Ao fim da celebração, Dom Moacir convidou todos os comunicadores presentes a subirem ao presbitério, abençoou cada um deles e entregou-lhes a mensagem do Papa Francisco para este 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais.

Em sua mensagem para o 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais, o Papa Francisco afirma que as “fakenews” — notícias falsas — são um tema a ser refletido. De acordo com o Santo Padre, estas “notícias” verossímeis — aquilo que parece intuitivamente verdadeiro, mas não é — são capazes de chamar a atenção dos leitores, apoiadas sobre estereótipos e preconceitos generalizados, e explorar emoções como ansiedade, desprezo, ira e frustração. A difusão destes conteúdos falsos acontece em sua maioria pelas redes sociais, onde ganham visibilidade e tornam seus danos irreversíveis.

As notícias falsas, que segundo Francisco visam objetivos prefixados — como influenciar opções políticas e favorecer lucros econômicos —, devem ser erradicadas em uma corrente de conscientização das pessoas que interagem a partir deste tipo de conteúdo. Para o Pontífice, as “fakenews” geram ambientes digitais de confronto, de descrédito do outro, que passa a ser visto como um inimigo. Uma demonização, que de acordo com Francisco, pode fomentar conflitos.

Diante deste drama da desinformação que gera, segundo o Santo Padre, intolerância, arrogância e ódio, o Papa afirmou que as “fakenews” seguem a “lógica da serpente”, citada na narração do pecado original como figura de confusão e tentação para o homem e para a mulher. “Este episódio bíblico revela assim um fato essencial para o nosso tema: nenhuma desinformação é inofensiva, antes pelo contrário, fiar-se daquilo que é falso produz consequências nefastas. Mesmo uma distorção da verdade aparentemente leve pode ter efeitos perigosos”, advertiu o Pontífice.

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Catedral celebrará Vigília pelos Mortos de AIDS

O Serviço de Atendimento Especializado (SAE) da Secretaria da Saúde e a Paróquia Nossa Senhora Aparecida realizam a  8ª edição da Vigília pelos Mortos de AIDS, no próximo domingo, dia 20, às 19 horas na Sé Catedral Nossa Senhora Aparecida de Votuporanga. 

A Vigília pelos Mortos de AIDS surgiu com o intuito de lembrar as pessoas que perderam a vida pela doença, de apoiar quem vive com HIV/AIDS e incentivar as ações de prevenção. O tema deste ano será "TANTAS VIDAS NÃO PODEM SE PERDER; expressão que nos coloca em comunhão com as pessoas que faleceram e estão na presença de Deus, com aqueles que cuidam da vida e buscam que os direitos humanos sejam respeitados.

A coordenadora do evento, Eliane Guerche, contou que a celebração foi iniciada em 1983 em vários países, no terceiro domingo do mês de maio, a fim de promover um ato ecumênico, envolvendo pessoas de quaisquer religiões. “A vigília pretende despertar a sociedade para a solidariedade global, rompendo barreiras, sendo sinal de esperança às novas gerações, pois a vida é mais forte que a AIDS”, ressaltou. O lema escolhido no município é “Luzes Pela Vida”. 

O SAE é uma unidade que atende pessoas vivendo com HIV/Aids, Hanseníase, Tuberculose e Hepatites Virais. 

Origem - A Primeira Vigília Pelos Mortos foi organizada em 07 de maio de 1983, em Nova Iorque, por um grupo formado por mães, parentes e amigos de pessoas que morreram por causa do HIV. Hoje, a Vigília tornou-se um movimento internacional de sensibilização e mobilização da sociedade diante da problemática do HIV e AIDS. 

 

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Dom Moacir anunciou novas transferências de padres na diocese

O bispo diocesano de Votuporanga, Dom Moacir Aparecido de Freitas, anunciou nesta quarta-feira, 09 de maio, novas transferências de padres na diocese. O Padre Lorival Ângelo Marques, Vigário Geral da Diocese, foi transferido da Paróquia Santo Antônio na cidade de Cosmorama para a Paróquia Nossa Senhora do Divino Livramento na cidade de Buritama. Já o Padre Silvio Donizeti Delfino da Paróquia São Pedro na cidade de Nova Luzitânia assumirá a Paróquia Santo Antônio na cidade de Cosmorama. Dom Maocir também anunciou que o Padre Francisco Bonfim Almeida de Souza continuará na Paróquia São Benedito e Nossa Senhora de Lourdes na cidade de Lourdes e atenderá, também, a Paróquia São Pedro na cidade de Nova Luzitânia. O Padre Ézio Datres, antes pároco da Paróquia Nossa Senhora do Divino Livramento na cidade de Buritama ficou emérito por motivo de idade.

Dom Moacir anunciou também a data da posse dos padres em suas respectivas paróquias:

Dia 26 de maio - 19 horas: Padre Silvio Donizeti Delfino na Paróquia Santo Antônio na cidade de Cosmorama.

Dia 27 de maio - 9 horas: Padre Francisco Bonfim Almeida de Souza na Paróquia São Pedro na cidade de Nova Luzitânia.

Dia 27 de maio -  20 horas: Padre Lorival Ângelo Marques na Paróquia Nossa Senhora do Divino Livramento na cidade de Buritama.

Rogamos a Deus as copiosas bênçãos do céu aos Padres que assumem nova missão e ao Padre Ézio que cumpriu sua jornada com dignidade e muito amor.

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Catedral celebrará Missa pelo Dia Mundial das Comunicações Sociais

A Igreja Católica celebrará no próximo domingo, 13 de maio, o 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais cujo tema deste ano é “A verdade vos tornará livres. Notícias falsas e jornalismo de paz”. Para comemorar esta data, será celebrada uma Missa em Ação de Graças pela vida e trabalho de todos os jornalistas e comunicadores na Sé Catedral Nossa Senhora Aparecida às 7h30. A missa será transmitida ao vivo pela TV Unifev, presididida pelo bispo Dom Moacir e concelebrada pelo padre Gilmar Margotto.e deverá contar com a presença de jornalistas e comunicadores votuporanguenses. O Dia Mundial das Comunicações Sociais é realizado anualmente na Solenidade da Ascensão do Senhor.

Na mensagem para o 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais, o Papa Francisco pediu um jornalismo que sirva de remédio contra as notícias falsas e o mau uso da faculdade de comunicar e propôs este antídoto: jornalistas educados na verdade.

O Santo Padre assinalou na mensagem, divulgada pela Santa Sé que “no projeto de Deus, a comunicação humana é uma modalidade essencial para viver a comunhão”. “Mas, se orgulhosamente seguir o seu egoísmo, o homem pode usar de modo distorcido a própria faculdade de comunicar”, advertiu.

“Sintoma típico de tal distorção é a alteração da verdade, tanto no plano individual como no coletivo. Se, pelo contrário, se mantiver fiel ao projeto de Deus, a comunicação torna-se lugar para exprimir a própria responsabilidade na busca da verdade e na construção do bem”.

Nesse sentido, lamentou que, “hoje, no contexto de uma comunicação cada vez mais rápida e dentro de um sistema digital, assistimos ao fenômeno das ‘notícias falsas’, as chamadas fake news: isto convida-nos a refletir”.

Por isso, Francisco propôs 4 pontos de reflexão a fim de “contribuir para o esforço comum de prevenir a difusão das notícias falsas e para redescobrir o valor da profissão jornalística e a responsabilidade pessoal de cada um na comunicação da verdade”.

“No contexto em que as empresas de referência das redes sociais e o mundo das instituições e da política iniciaram a combater este fenômeno, também a Igreja quer oferecer uma contribuição, propondo uma reflexão sobre as causas, as lógicas e as consequências da desinformação na mídia e auxiliando na promoção de um jornalismo profissional, que busca sempre a verdade, e por isto um jornalismo de paz, que promova a compreensão entre as pessoas”, afirma a Secretaria para a Comunicação do Vaticano.

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