Papa Francisco fala sobre o batismo e plenitude de Jesus


13/01/2019 - 14:24
No término do Tempo Litúrgico do Natal, o Santo Padre concentrou a liturgia na figura de Jesus Cristo

Na oração mariana do Ângelus deste domingo, 13, o Papa Francisco centrou a liturgia na celebração do batismo do Senhor, no nascimento de Jesus. “Jesus está no meio do povo”, começou o Santo Padre. “Porque antes de emergir na água, Ele se emerge na multidão, une-se a ela, assumindo toda a condição humana, exceto o pecado”, explicou.

“Assumir as nossas misérias, por isso a de hoje é uma epifania, porque indo batizar-se por João, Jesus manifesta a lógica e o sentido de Sua missão”, continuou o Sucessor de Pedro. Jesus partilha, segundo Francisco, um sentimento profundo de renovação interior. “O Espírito Santo, que desce sobre ele em forma corpórea como uma pomba, é um sinal que com Jesus tem início um mundo novo, do qual fazem parte todos aqueles que acolhem Cristo em suas vidas”, afirmou.

Este amor que recebemos do Pai no dia de nosso batismo é uma chama que foi acesa em nossos corações e que precisa ser nutrida com a oração e a caridade. “O primeiro elemento era Jesus em meio do povo, que se emerge junto a ele. O segundo elemento, destacado pelo evangelista Lucas, é que após a imersão no povo e nas águas do rio Jordão, Jesus se emerge na oração, na comunhão com o Pai. O batismo é o início da vida pública de Jesus, de sua missão no mundo”, disse Francisco à multidão de fiéis que se reuniu na Praça São Pedro.

A missão da Igreja e dos fiéis também é chamada junto a de Jesus. “Ou seja, trata-se de regenerar continuamente na oração, a evangelização e o apostolado para dar um claro testemunho cristão não segundo aos nossos projetos humanos, mas segundo o plano e segundo os projetos de Deus”, ponderou o Papa.



Ultimas Matérias
Padre Gilmar Margotto completa mais um ano de vida no dia 02/07
Documento sobre Catequese aborda cultura digital e a globalização da cultura
Não há amor verdadeiro sem cruz, afirma Papa
Pedro e Paulo não só falaram, mas também morreram pelo seu Senhor, lembra cardeal
Papa no Angelus: a maior graça é fazer da vida um dom
Veja Mais